Encontre serviços oferecidos pelo Governo de SC

Reunimos neste site tudo o que o Governo pode fazer por você

Notícias em destaque

Serviços em destaque

Vídeos

Simulado Integrado de Resposta a Desastres da Defesa Civil

Simulado Integrado de Resposta a Desastres da Defesa Civil

O Governo do Estado realizou o Simulado Integrado de Resposta a Desastres. O treinamento, feito por meio da Secretaria de Estado da Defesa Civil, junto do Exército Brasileiro, durou quatro dias. Também participaram do exercício a Polícia Militar, o Corpo de Bombeiros, as defesas civis municipais e o Samu. O principal objetivo é a capacitação dos profissionais e a integração das mais diferentes esferas do governo.

Oportunidades

Próximos eventos


Fotos: Jeferson Baldo/Secom

O governador Eduardo Pinho Moreira e lideranças do agronegócio da região Oeste se encontraram com o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Blairo Maggi, na noite desta quinta, 8, no Hotel Lang, em Chapecó. Maggi está em Santa Catarina para acompanhar, nesta sexta-feira, 9, o projeto de modernização de procedimentos de fiscalização e controle de abate na BRF e conferir o trabalho da Embrapa Suínos e Aves, em Concórdia.

>>>Mais imagens na galeria

“Santa Catarina é um dos principais estados do agronegócio, principalmente na transformação da proteína vegetal em proteína animal. O Estado tem muita atenção por parte do Governo Federal, pois é daqui que sai boa parte da nossa balança comercial. SC faz a sua parte”, afirmou o ministro, justificando por que é tão importante acompanhar o trabalho feito no Estado.

O governador lembrou que muito do sucesso de Santa Catarina deve-se a seu status sanitário como zona livre de peste suína clássica e de febre aftosa sem vacinação. Estas certificações internacionais garantem a excelência sanitária do rebanho catarinense e demonstram o rigor ao qual os produtos catarinenses são submetidos.

Eduardo Pinho Moreira ainda reforçou a importância da visita do ministro no Estado, especialmente após a Operação Trapaça, um desdobramento da Operação Carne Fraca. O governador ressalta que, no Estado, apenas uma indústria que produz ração e um laboratório estão sob investigação, sem comprometer os frigoríficos da BRF que atuam com carne de frango.

“O ministro tem tido muita agilidade nas questões que são vitais para a economia catarinense. A sua presença aqui neste momento mostra isso. Ele fez contato antecipadamente com as embaixadas dos países importadores, de forma que a operação não tenha interferência no agronegócio catarinense e dos demais estados”, explicou.

Maggi não acredita que haja prejuízo por conta da operação. “Ela teve um foco específico e um momento específico, e estamos dando as respostas para o mercado mundial e países que são nossos compradores. Nós nos antecipamos aos fatos e mandamos as mensagens devidas. Até agora não temos nenhum sinal que a situação ficará ruim”, explicou. O Ministério da Agricultura reforça que não há motivos para preocupação ao consumir carne de frango. Ela não oferece riscos à saúde, desde que conservada e preparada de forma adequada.

Entre os presentes no encontro, estavam o presidente e vice-presidente da Aurora Alimentos, Mário Lanznaster e Neivor Canton, respectivamente, e o presidente da Cooperalfa, Romeo Bet.

Informações adicionais para a imprensa
Mauren Del Claro Rigo
Assessoria de Imprensa 
Secretaria de Estado de Comunicação - Secom
E-mail: mauren@secom.sc.gov.br
Fone: (48) 3665-3018 / 98843-5439
Site: www.sc.gov.br
www.facebook.com/governosc e @GovSC


Fotos: Jeferson Baldo / Secom

Com incremento de 50% na quantidade de energia disponível para mais de 21 mil unidades consumidoras, a Subestação Maravilha foi inaugurada pelo governador Eduardo Pinho Moreira na tarde desta quinta-feira, 8. A obra, que recebeu investimento de R$ 11 milhões, faz parte do plano de expansão do sistema da Celesc para melhor atender a região Oeste do estado. Também estiveram presentes o presidente da Celesc, Cleverson Siewert, secretário executivo da Agência de Desenvolvimento Regional de Maravilha, Jonas Dall'Agnol, outras autoridades e comunidade.

“A energia é fundamental para o desenvolvimento de uma região. E o Extremo-Oeste tem frigoríficos e indústrias que precisam de energia de qualidade e em quantidade suficiente. Com a subestação, também é possível incentivar ainda mais a abertura de indústrias nessa região”, afirmou o governador.

Estrategicamente posicionada, a obra beneficia os municípios de Maravilha, Iraceminha, Flor do Sertão, São Miguel da Boa Vista, Santa Terezinha do Progresso e a área rural de Tigrinhos. “A subestação Maravilha vem aumentar a confiabilidade e a robustez do sistema de toda a região, garantindo energia de alta qualidade a um mercado formado especialmente por agroindústrias e com forte presença de laticínios de grande porte”, salientou o presidente da Celesc.



>>> Mais imagens na galeria

A subestação foi projetada para assegurar a qualidade energética pelos próximos sete anos, considerando-se as atuais taxas de crescimento do mercado existente, sem que haja necessidade de ampliação da estrutura. Com mais energia disponível, especialmente o setor industrial e o agronegócio poderão crescer ainda mais, oferecendo novas oportunidades de negócios, mais empregos, geração de renda e qualidade de vida de toda a população, segundo Siewert.

A subestação mudou a vida do casal Luiz Ivo e Elma Forgiarini, ambos com 71 anos, de duas formas: foram eles que venderam o terreno onde hoje está a subestação e também foram diretamente beneficiados com melhoria do abastecimento de energia elétrica. A prefeita de Maravilha, Rosimar Maldaner, agradeceu ao casal durante a cerimônia, especialmente por terem aceito venderem o terreno à prefeitura, que veio a ceder o espaço para a instalação da estrutura.



O casal conta que a venda ocorreu por um ótimo motivo, pois já enfrentou diversos problemas como a falta ou oscilação de luz nos mais de 60 anos que moram em Maravilha. “Na casa dos meus filhos, quando um ia tomar banho, o outro tinha que ficar esperando. Era impossível ligar dois chuveiros de uma única vez, pois a luz caía”, conta Luiz Ivo. Elma diz que muitos eletrodomésticos queimaram por conta da energia precária. “Em alguns momentos, a luz ficava bem fraquinha. Eu já perdi máquina de lavar roupa e outros eletrodomésticos por conta disso”, explica.

Especificações sobre a obra da SE Maravilha:

- Tecnologia de ponta que permitirá que a subestação opere de forma remota e tele assistida, integrada ao Sistema Digital de Supervisão e Controle da Celesc;
- Tensão de operação de 138 mil Volts, com subestação atendida através de duas Linhas de Transmissão provenientes do seccionamento da LT Pinhalzinho – São Miguel D’Oeste II;
- Dimensionada para melhorar a qualidade e confiabilidade do atendimento à região e para comportar o crescimento do setor industrial e do agronegócio nos próximos sete anos, sem necessidade de ampliação;
- Atende a mais de 21 mil unidades consumidoras localizadas em Maravilha, Iraceminha, Flor do Sertão, São Miguel da Boa Vista, Santa Terezinha do Progresso e a área rural de Tigrinhos;
- Esta obra também desafoga a carga da Subestação da Celesc em Pinhalzinho, beneficiando indiretamente, toda a região atendida por aquela subestação.

Informações adicionais para a imprensa
Mauren Del Claro Rigo
Assessoria de Imprensa 
Secretaria de Estado de Comunicação - Secom
E-mail: mauren@secom.sc.gov.br
Fone: (48) 3665-3018 / 98843-5439
Site: www.sc.gov.br
www.facebook.com/governosc e @GovSC


Heda Wenzel
Agência Comunicaz a serviço da Celesc
(48) 3231.5140 - assessoria de imprensa
(48) 99901.7767 - plantão para emergências


Foto: Divulgação/Udesc Joinville

A fase estrutural do novo Bloco I do Centro de Ciências Tecnológicas (CCT) da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) em Joinville foi concluída. Com investimento de R$ 12,3 milhões do Governo do Estado, o prédio de 7,5 mil metros quadrados foi planejado para ser multidisciplinar. Depois de pronto, os sete andares abrigarão um auditório com capacidade para 200 pessoas, biblioteca, mezanino, 25 salas de aula e quatro laboratórios de informática.

Para o diretor-geral do CCT, José Fernando Fragalli, o novo bloco vai aumentar a capacidade para pesquisa, atividades de extensão, apresentações culturais e a promoção de eventos. “Os espaços destinados para salas de aula poderão ser alocados para outras atividades. Além disso, nossa nova biblioteca será 25% maior da atual e o auditório nos dará a oportunidade de realizar mais ações tanto internas quanto externas”, conta o diretor.

Fase estrutural do novo prédio multidisciplinar da Udesc foi finalizada
Foto: Divulgação/Udesc Joinville

O engenheiro da construção, Théo Guardiano, afirma que o percentual de 55% do cronograma físico foi atingido com a finalização também da cobertura metálica. Responsável pela obra, a Construtora e Incorporadora Saks dá continuidade aos trabalhos de alvenaria interna e externa, paralelamente ao revestimento das fachadas.

O campus atual da Udesc começou a ser construído na década de 70 e está localizado em uma área de 67 mil metros quadrados. Possui 2.409 estudantes de graduação e 421 de pós-graduação. O corpo docente é composto por 193 professores efetivos, 62 professores substitutos e 96 servidores técnicos.  Na unidade são oferecidos nove cursos de graduação e 12 de pós.

Informações adicionais para a imprensa:
Ana Paula Keller
Assessoria de imprensa
Agência de Desenvolvimento Regional de Joinville
E-mail: anakeller@jve.adr.sc.gov.br / imprensa@jve.adr.sc.gov.br
Telefone: (47) 3461-1225 / 99240-8064
Site: sc.gov.br/regionais/joinville


Foto: Nicole Barbieri / Cidasc

Santa Catarina se prepara para exportar leite. Com uma produção que aumenta num ritmo de 6% ao ano, o Estado quer agora conquistar o mercado externo. Para que o leite catarinense seja capaz de suprir o mercado internacional, o setor tem grandes desafios, passando pela redução de custos e organização logística da cadeia produtiva.

O leite é a atividade agropecuária que mais cresce em Santa Catarina. Envolvendo 45 mil produtores em todo o Estado, a produção girou em torno de 3,4 bilhões de litros em 2017 – um incremento de 8% em relação a ano anterior. O secretário da Agricultura e da Pesca, Moacir Sopelsa, ressalta que em Santa Catarina a produção de leite está concentrada, principalmente, nas pequenas propriedades de agricultores familiares e representa uma importante fonte de renda no meio rural.

“O setor leiteiro é um grande destaque de Santa Catarina e vem passando por grandes transformações, com o investimento em pastagens, tecnologias e genética. Ainda temos muitos desafios pela frente e um deles é tornar nosso leite competitivo para exportação”.

Para que o leite produzido no Estado chegue ao mercado internacional há uma série de obstáculos a serem vencidos. Entre eles, melhorar a qualidade do leite, principalmente, o teor de sólidos; eliminar doenças do rebanho como a brucelose e tuberculose; aumentar a eficiência da produção e reduzir os custos.

Segundo o secretário adjunto da Agricultura e da Pesca, Airton Spies, o leite representa uma grande oportunidade para a agricultura familiar do Sul do Brasil e o setor deve se equiparar com os líderes mundiais de produção. “Aqui temos muitas vantagens comparativas que podem ser transformadas em vantagens competitivas. Temos mais sol, mais chuva, solos férteis e um clima favorável para ocorrer fotossíntese e produzir biomassa, que é o alimento básico das vacas durante os 12 meses do ano. Além disso, temos ainda a valorosa capacidade de trabalho dos agricultores familiares, que já têm muita tradição e habilidades na lida com os animais”.

Apoio do Governo do Estado

O Governo do Estado, através da Secretaria da Agricultura e da Pesca, é um grande parceiro dos produtores rurais catarinenses, desenvolvendo programas que incentivam os investimentos e melhorias na produção.

Com o programa Terra-Boa, os agricultores familiares podem adquirir calcário e sementes de milho de alto potencial produtivo para produzir silagem e alimentação para o gado leiteiro. E ainda têm acesso ao Kit Forrageira, que permite implementar um hectare de pastagem com a orientação técnica e o manejo correto. Tudo isso com o apoio financeiro do Governo do Estado.

Há ainda linhas de financiamento para aquisição de novilhas em feiras agropecuárias e investimentos em infraestrutura nas propriedades rurais.

A sanidade agropecuária é outra preocupação constante. No Estado, as fronteira são protegidas para manter o rebanho livre de doenças. Os proprietários que possuem animais acometidos de brucelose ou tuberculose, e que precisam ser abatidos sanitariamente, são indenizados pelo Fundo Estadual de Sanidade Animal.

Leite no Sul do Brasil

Os três estados do Sul – Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul – devem se tornar um grande pólo produtor de leite. As estimativas são de que até 2025 a região produza mais da metade de todo leite brasileiro.

É também no Sul onde as indústrias estão fazendo os maiores investimentos, ampliando a capacidade e estimulando ainda mais o aumento na produção. Airton Spies explica que o clima favorável e a capacidade dos agricultores familiares em se adaptar ao sistema agroindustrial integrado são decisivos para esse movimento. “Na suinocultura e na avicultura, esse mesmo processo já aconteceu e o leite na região, com as devidas diferenças que caracterizam a produção, também vai se modernizar. As indústrias têm feito um grande esforço para melhorar a qualidade do leite, investindo em pagamento por qualidade, rastreabilidade e premiando o produto melhor”.

Aliança Láctea Sul Brasileira

A Aliança Láctea é uma iniciativa dos três estados do Sul para desenvolver a cadeia produtiva do leite na região e preparar o setor para exportação. Com problemas e oportunidades comuns, Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul se unem em um fórum permanente que congrega produtores, governo e indústrias em busca de um desenvolvimento harmônico.

Informações adicionais para a imprensa:
Ana Ceron
Assessoria de Imprensa
Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca
imprensa@agricultura.sc.gov.br
Fone: (48)-3664-4417/ (48) 98843-4996
Site: www.agricultura.sc.gov.br
www.facebook.com/AgriculturaePescaSC/


Fotos: Julio Cavalheiro / Secom

Para manter e garantir a competitividade do Complexo Portuário de Itajaí, o segundo maior do país em movimentação de cargas conteinerizadas, o governador Eduardo Pinho Moreira e o secretário da Infraestrutura, Luiz Fernando Vampiro, assinaram nesta quinta-feira, 8, o aditivo ao contrato de execução das obras do novo acesso do complexo, na chamada Bacia de Evolução. Serão investidos mais R$ 24,9 milhões, que permitirão concluir a primeira etapa do projeto, com previsão de término até maio deste ano. A obra está 83% concluída. Os 17% restantes serão executados com os novos recursos do Governo do Estado. 

“Santa Catarina é um estado exportador. Temos uma economia diversificada e o Porto de Itajaí é um dos locais de escoamento mais importantes de Santa Catarina. A ampliação da Bacia de Evolução é uma obra necessária e fundamental para o desenvolvimento econômico. Escolhemos prioridades para aplicação dos recursos. Temos que gerar empregos e para isso, elegemos prioridades, uma delas foi este Porto”, disse o governador.

Este é um dos maiores projetos de infraestrutura do governo catarinense, que já aplicou cerca de R$ 104 milhões, além do aditivo atual, nesta obra. O novo recurso vai  permitir a reestruturação do canal de acesso ao complexo Portuário de Itajaí e contempla a ampliação da nova Bacia de Evolução, o reposicionamento do molhe norte e a contenção das margens do canal de acesso aos portos de Itajaí e Navegantes. A ampliação da Bacia de Evolução, quando concluída, abrirá espaço para navios maiores e mais carregados, com até 366 metros de comprimento e 51 metros de boca (largura), no Complexo Portuário do Itajaí, incluindo os portos de Itajaí e Navegantes.



>>> Mais imagens na galeria

A navegação mundial já opera com as embarcações de grande porte, e as adequações são necessárias para que o porto de Itajaí não fique fora da rota, com os navios migrando para outros portos. O secretário da Infraestrutura explicou que, após a negativa de novos recursos do Governo Federal para concluir a obra, o Governo do Estado, sabendo da importância, utilizou o dinheiro dos juros aplicados no Pacto por Santa Catarina para essa complementação. “Com o canal aberto, uma ressaca poderia provocar grandes prejuízos, e tudo aquilo que já foi investido poderia se perder. Além do fator econômico, a obra representa segurança marítima, principalmente para os navios de grande porte”.

A Bacia de Evolução tem grande importância em relação a cargas que são produzidas e exportadas por Santa Catarina. Cerca de 70% do comércio exterior catarinense escoa pelo Porto de Itajaí, que movimentou mais de 1 milhão de contêineres em 2017. O Porto também é reconhecido como modelo em gestão ambiental pela Agência Nacional dos Transportes Aquaviários (Antaq). O superintendente do Porto de Itajaí, Marcelo Werner Salles, informou que no último ano, R$ 1,3 bilhão entrou na economia catarinense com os produtos que passaram pelo Porto para exportação.

Dados do BNDES apontam que a cada R$ 1 bilhão em exportação, 300 mil empregos são gerados na cadeia logística e  produção. “A importância dessa obra está relacionada a darmos garantia, manutenção e incremento no desenvolvimento socioeconômico do Estado. Com certeza é uma grande conquista”, observou.  “A conclusão da obra representa uma grande mudança no Porto, principalmente na movimentação de cargas. Temos novas linhas já prospectadas para o local”, disse o prefeito de Itajaí, Volnei Morastoni. O prefeito de Navegantes, Emílio Vieira, agradeceu o recurso que, "será fundamental para o desenvolvimento da região". 

Os recursos para o Porto 

A Secretaria de Estado da Infraestrutura informou que a obra de reestruturação do canal de acesso ao complexo Portuário de Itajaí/Navegantes foi projetada em duas etapas. A primeira, com recursos estaduais, é a ampliação do canal de 135 para 170 metros, retirando a ponta do molhe norte, os molhes transversais e instalando a bacia de evolução. 

Na segunda etapa, com recursos federais, está prevista a construção de um novo molhe paralelo ao atual, porém mais longo, o que possibilitaria maior proteção interna do canal para a ondulação de Leste e Norte, aumentando a largura para 190 metros. Com a negativa do governo federal em disponibilizar recursos para a segunda etapa, em função de estudos da ondulação e exigências ambientais, LAI 8125/2015, foi necessário adequar o projeto da primeira etapa, adicionando a construção de uma proteção, chamada “cabeço”, no molhe norte, e a construção de um molhe para abrigar a Marina de Itajaí e o local em que os pescadores ancoram os barcos. Estas estruturas não constavam no contrato, sendo por isso necessário criar o aditivo.

Celesc 

Ainda durante o evento, o governador Eduardo Pinho Moreira e o presidente da Celesc, Cleverson Siewert, assinaram um convênio para o repasse de R$ 500 mil,  que serão utilizados no rebaixamento da rede subterrânea de energia elétrica na praia Brava, em Itajaí. “Ganham as duas partes: a distribuidora de energia, pois vai ter a otimização do sistema, e a sociedade local, que terá uma rede esteticamente mais apropriada. É mais uma ação do Governo do Estado em prol do benefício do cidadão”, explica o presidente da Celesc.

Informações adicionais para a imprensa:
Elisabety Borghelotti
Assessoria de Imprensa 
Secretaria de Estado de Comunicação - Secom
E-mail: bety@secom.sc.gov.br
Fone: (48) 3665-3014 / 98843-5460
Site: www.sc.gov.br
www.facebook.com/governosc e @GovSC

Página 51 de 326