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Henrique visitando o Helicóptero Águia 4 - 04/04/2017

Henrique visitando o Helicóptero Águia 4 - 04/04/2017


Henrique Ribeiro, de 10 anos, sonhava em conhecer o helicóptero Águia 4, da Polícia Militar de Santa Catarina, em Lages.

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Foto de Arquivo: Osvaldo Nocetti / SED

Para muitos alunos da Rede Estadual de Ensino de Santa Catarina a merenda escolar é uma importante aliada no desenvolvimento e garante refeições completas e balanceadas que muitos estudantes carentes dificilmente têm em suas casas. Mas além de beneficiar crianças e adolescentes, os alimentos servidos diariamente nas escolas também fortalecem a agricultura familiar. Só neste ano o Governo do Estado vai adquirir quase R$ 20 milhões de produtos para a merenda escolar e a compra é decisiva para que pequenos produtores continuem no campo.

Roseli Fossa sabe bem dessa importância. A empresa familiar que ela administra foi criada pelo pai em 2006, em Vitor Meireles, e desde então abastece principalmente a merenda escolar. Só em março ela vendeu aproximadamente R$ 67 mil em filés de tilápia. “Hoje já compramos de produtores de toda a região, limpamos, fazemos o filé e depois vendemos para o Estado. Nossa produção é de mais ou menos 13 toneladas de filé por mês”.

Ela lembra que mesmo após o falecimento dos pais, procurou continuar o sonho da família e a produção continua crescendo a cada ano graças a venda para o Governo do Estado. “Hoje já compramos mais um caminhão e a ideia é ampliar para aumentar a produção porque já não estamos mais dando conta”.

A história de Roseli se confunde com a de tantos outros milhares de catarinenses que encontram na venda de alimentos para a merenda escolar um incentivo e fonte de renda extra. Em Dona Emma, por exemplo, o negócio tem dado tão certo que os produtores resolveram se organizar e fundar a Cooperativa da Agricultura Familiar do Vale do Itajaí (Coorpefavi), um instrumento que tem facilitado ainda mais a comercialização dos produtos.

Atualmente a cooperativa conta com 266 sócios de 15 municípios da região, entre eles as agricultoras Laurita Meneguelli, Catarina de Oliveira e Solenir Sabel, que dividem a rotina na roça com a produção de pães, cucas e bolachas. Elas vendem em média quase 600 quilos de biscoitos por mês e cerca de 50 quilos de pão que complementam a merenda dos estudantes. “Agora já vai fazer dois anos que estamos com a padaria. No começo foi pesado porque bancamos os ingredientes do bolso, mas depois foi melhorando e não temos do que reclamar.” conta Laurita.

Catarina lembra que dessa o trio não precisa sair de casa para tentar comercializar os produtos e mesmo assim a venda é garantida, o que facilita bastante o trabalho e deixa as agricultoras motivadas para continuar no ramo. “No começo até tentamos vender de casa em casa, mas muita gente não pagava certinho, por isso optamos em ficar só na merenda escolar e estamos muito contentes”.


Foto: Helena Marquardt / ADR Ibirama

O presidente da Cooperfavi, Valdecir Caxoeira, garante que o resultado das vendas de 2015 e 2016 ainda estão sendo comemorados e fortaleceram muitas agroindústrias da região. “Vendemos bastante panificados, produtos in natura e agroindustrializados como suco de uva, farinha de milho e de mandioca, doce de frutas, entre outros. Só no ano passado vendemos mais de R$ 1 milhão para a merenda, um valor agregado que na nossa avaliação é muito importante para manter esses agricultores no campo e garantir a qualidade da merenda servida nas escolas.”

A lei estabelece que pelo menos 30% dos produtos sejam adquiridos da agricultura familiar, e segundo o gerente de Educação, da 14ª ADR, Nilo Poffo, todos saem ganhando. “Acredito que comprando da agricultura familiar estamos fornecendo um alimento fresco, saudável e contribuindo com o desenvolvimento da região, afinal a agricultura, especialmente a familiar, é a base de nossa economia”, finaliza.

Informações adicionais para a imprensa:
Helena Marquardt
Assessoria de comunicação ADR Ibirama
Fone (47) 3357-8908 / (47) 8819-9350
E-mail: imprensa@iir.sdr.sc.gov.br

Foto: Pablo Gomes / ADR Lages

O Governo de Santa Catarina deu nesta segunda-feira, 10, mais um passo para consolidar o Orion Parque Tecnológico, em Lages, como centro de excelência em pesquisa, gestão do conhecimento e inovação. O espaço foi o primeiro a ser inaugurado entre os 13 em construção no Estado.

Por meio do Centro de Informática e Automação de SC (Ciasc), foi disponibilizado um link de internet de 100 MB para utilização do Orion, que não terá custos. A parceria foi firmada por um termo de cooperação assinado entre o presidente do Ciasc, Ivan Ranzolin; o secretário da Agência de Desenvolvimento Regional (ADR) de Lages, João Alberto Duarte; o diretor da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, Jean Vogel; e o presidente do Instituto Orion, Roberto Amaral.

“Essa parceria é importante para que a conexão gere ainda mais benefícios não apenas para Lages, mas para todo o Estado”, diz Jean Vogel.

“Com uma internet de grande qualidade no Orion, ganham os empresários e os empreendedores. Vamos expandir o Ciasc para gerar economia e deixar o dinheiro no Governo do Estado, sem a necessidade de contratar empresas privadas do ramo”, completa Ranzolin.

Lages - Internet ao Orion Parque
Foto: Pablo Gomes / ADR Lages

Rede de fibra ótica de internet deve ser iniciada ainda este ano em Lages

Outro projeto do Ciasc prestes a entrar em operação em Lages é a Rede Infovia SC, já existente em cidades como Blumenau, Florianópolis e Joinville. Com investimentos de R$ 3 milhões, o Ciasc distribuirá nos próximos meses uma rede de mais de 100 quilômetros de fibra ótica, com conexão de 10 GB, entre órgãos públicos municipais, estaduais e federais, como secretarias, escolas, postos de saúde e aeroporto.

A intenção, segundo o presidente Ivan Ranzolin, é executar as obras ainda este ano. A proposta é que cada escola, por exemplo, tenha no mínimo 100 MB de internet à disposição. A rede atende atualmente 14 órgãos em Lages, e a expansão utilizará o cabeamento subterrâneo já existente no Centro da cidade.

A quantidade e os locais atendidos estão em levantamento, e a ideia é promover uma transformação a exemplo de Joinville, que iniciou com 80 e hoje já tem mais de 400 pontos contemplados.

Informações adicionais para a imprensa
Pablo Gomes
Assessoria de imprensa
Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional de Lages
E-mail: imprensa.sdrlages@gmail.com

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Foto: Maira Porto Monterio/Ascom SSP

O secretário de Estado da Segurança Pública, César Augusto Grubba, coordenou na manhã desta segunda-feira, 10, reunião do gabinete de crise com os gestores da Segurança Pública para definir ações de combate ao crime e reduzir os assassinatos registrados na Capital desde o início do ano.

Dentre as ações estão intensificar o policiamento ostensivo em áreas vulneráveis, reforçar o efetivo da Delegacia de Homicídios, criar uma força-tarefa para cumprimento de mandados de prisão de acusados de crimes e reforçar as ações de inteligência.

Desde o dia 1º de janeiro até 10 de abril, Florianópolis registrou um total de 59 mortes violentas, que é o somatório de homicídios dolosos (58) mais latrocínio (1). No ano passado, no mesmo período, foram 23 mortes violentas – 22 homicídios dolosos e um latrocínio.

Participaram da reunião o Secretário Adjunto da Segurança Pública, delegado Aldo Pinheiro D’Ávila; comandante-geral da Polícia Militar, coronel PM Paulo Henrique Hemm; delegado-geral da Polícia Civil, Artur Nitz, e o diretor de Informação e Inteligência, delegado Mauro Cândido Rodrigues.    

No final da manhã, o secretário Grubba foi recebido pelo governador Raimundo Colombo na Casa d'Agronômica. 

Informações adicionais para a imprensa
João Carlos Mendonça Santos
Assessoria de Imprensa 
Secretaria de Estado da Segurança Pública
E-mail: imprensa@ssp.sc.gov.br
Fone: (48) 3251-1117 / 98843-7615
Site: www.ssp.sc.gov.br


Foto: Glauco Benetti/ADR Seara

A 3ª Companhia Polícia Militar de Seara lançou nesta sexta-feira, 7, os grupos que compõem o programa de vigilância “Rede de Vizinhos”. A estratégia de policiamento convida o comércio e a população em geral a participarem de grupos em aplicativos de mensagens via celular, multiplicando a vigilância e melhorando a comunicação com a PM.

Em Seara, o programa já foi implantado no Centro, na Avenida Anita Garibaldi, no Bairro Bairro Industrial, na Rua Herculano Hercules Zanuzzo, e no Bairro São João na Avenida Paludo. Mais de 150 pessoas já foram cadastradas. 

De acordo com o comandante, tenente Claudemir Ronning, o passo seguinte é a expansão do programa para outros bairros e interior do município. “Os moradores interessados já podem organizar pequenos grupos e procurar a sede da Polícia Militar para obter maiores informações”, estimula Ronning.

“Neste primeiro mês, realizamos alguns testes e já tivemos bons resultados. Conseguimos, com a ajuda da comunidade, localizar os envolvidos em ocorrências. Com a expansão programada para outros bairros e o interior do município, esta será uma grande ferramenta para segurança pública”, destaca a soldado Iluza Carraro.  

A secretária executiva Gládis Regina Bizolo dos Santos enfatiza o relevante trabalho desenvolvido pela PM de Seara. “É importante ressaltar o comprometimento do comandante da PM de Seara e de toda equipe. Juntos teremos mais segurança e qualidade e vida”, destaca.

Mais informações para a imprensa
Glauco Benetti
(49) 3452-8610 / 98837-7430
comunicacao@sar.sdr.sc.gov.br

 


Foto: Aires Mariga/Epagri

Na primeira metade dos anos 2000, boa parte dos moradores de Imaruí, no Sul do Estado, consumia água de má qualidade. A quantidade disponível também era preocupação. Eram 1,9 mil famílias, de 23 comunidades, que usavam água sem nenhum tipo de tratamento, captada de córregos que estavam sujeitos a contaminação por dejetos e outros tipos de matéria orgânica.

Preocupa com isso, a Epagri desenvolveu o sistema de filtragem lenta que levou o nome da cidade e gerou efeitos positivos na saúde, economia e meio ambiente da região. Agora a tecnologia foi incluída na Plataforma de Boas Práticas da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), um espaço de disseminação e compartilhamento de boas iniciativas replicáveis desenvolvidas na região Sul do Brasil. Essa é a sexta tecnologia da Epagri incluída na plataforma.

O modelo, concebido pela Epagri, é totalmente original, sem iniciativas similares identificadas na região. A filtragem é realizada em três etapas, sendo um pré-filtro e dois filtros. O sistema é feito de tubos de concreto, totalmente impermeabilizados. Os filtros são compostos de seixo, brita e areia. Existe ainda um dispositivo de limpeza na parte inferior, uma vez que a filtragem é realizada em fluxo ascendente.

A prática iniciou em 2005 e hoje é adotada em vários municípios catarinenses, especialmente os que compõem a Associação dos Municípios Região de Laguna (Amurel). Sua replicação é amplamente viável, pois, por ser um sistema de concepção e operação simples, exige pouco investimento para implantação e manutenção.

A instalação dos filtros lentos foi precedida pela formação de “grupos de água”, com regulamentos próprios, constituídos durante as reuniões de planejamento. Os beneficiários foram treinados para captação dos recursos necessários para a construção dos equipamentos e também para implantação das redes de distribuição da água filtrada. Os sistemas necessitam de manutenção periódica, que é determinada pela análise da potabilidade da água captada. Recomenda-se que a cada 15 dias, e após períodos chuvosos, seja feita uma limpeza geral do pré-filtro e filtros.

Na região de Tubarão, onde o sistema foi divulgado e instalado inicialmente, a melhoria na qualidade e quantidade de água observada através de laudos técnicos possibilitou a diminuição no número de pessoas nos postos de saúde. O aumento dos cuidados com o meio ambiente, a organização comunitária e, consequentemente, a melhoria da qualidade de vida no meio rural, foram outros efeitos diretos verificados após a aplicação da tecnologia.

A construção dos filtros lentos modelo Imaruí permite a conservação ambiental dos locais de captação da água. Possibilita ainda maior integração comunitária por meio da formação dos grupos de água, além de melhoria da qualidade de vida das famílias. Outro efeito é a valorização imobiliária, por meio da garantia de abastecimento de água para consumo e utilização doméstica. O sistema público de saúde também é impactado com a redução de casos de intoxicação alimentar por consumo da água. Tudo isso graças a uma solução simples, porém criativa, que agora se torna exemplo para o mundo.

>>> Conheça a tecnologia Filtro Lento Modelo Imaruí na Plataforma da FAO

>>> Confira a Plataforma de Boas Práticas da FAO 

Mais informações e entrevistas com as extensionistas da Epagri:
Noeli Catarina Pazetto - (48) 999767896 / (48) 3646-2013 - ramal 261
Suselei Brunato Weber - (48) 999663833 / - (48) 3631-9452

Informações para a imprensa:
Gisele Dias, jornalista: (48) 99989-2992 / 3665-5147
Cinthia Freitas, jornalista: (48) 3665-5344
Isabela Schwengber, jornalista: (48) 3665-5407

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