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Com a Palavra, o Governador - 13 de outubro de 2017

Com a Palavra, o Governador - 13 de outubro de 2017

No programa "Com a Palavra, o Governador", Raimundo Colombo fala sobre a entrega da SC-157 no Oeste do estado, do primeiro mês da nova rota internacional no Porto de Imbituba, da operação de transferência de carga da Ponte Hercílio Luz e sobre a Jucesc Digital.


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Foto: Casan/Divulgação

Dentro da política de qualificação de seu quadro técnico e na busca de aperfeiçoamentos dos serviços oferecidos aos usuários, a Casan enviou para uma missão de aprendizado no Japão os engenheiros Felipe Gustavo Trennepohl e Paulo Elias de Souza. O aprendizado será compartilhado durante o Congresso Catarinense de Saneamento/Encontro Técnico da Casan, nos dias 31 de agosto e 1º de setembro, em Florianópolis.

Durante 35 dias, entre julho e agosto, o engenheiro sanitarista e ambiental Trennepohl (do Serviço de Água da Gerência de Operações) e o engenheiro sanitarista e ambiental Paulo Elias (da Divisão de Projetos de Água da Gerência de Projetos) estudaram aquele que é considerado um dos mais bem gerenciados sistemas de abastecimento de água do mundo, modelo universal em controle de perdas de água. No Japão, a média de perda física é inferior a 7%, e em Osaka, cidade sede do curso, os percentuais não ultrapassam 3%.

Acompanhados de 23 profissionais de outros 15 países em desenvolvimento - Nigéria, Quênia, Zâmbia, Etiópia, Sudão, Sudão do Sul, Camboja, Azerbaijão, Egito, Jordânia, Myanmar, Nepal, Timor Leste, Paquistão e Bangladesh -, os brasileiros visitaram também a cidade de Kobe, onde conheceram o sistema de mapeamento de rede da Kobe City Waterworks Bureau, com um cadastro que inclui até as instalações hidráulicas de edifícios e residências.

O curso "Operation and Maintenance of Urban Water Supply" (Operação e Manutenção de Sistemas Urbanos de Abastecimento de Água) foi organizado e financiado pela JICA (Agência Internacional de Cooperação do Japão), em parceria com a Osaka Municipal Waterworks Boureau, empresa que trata e distribui água na cidade de Osaka, a terceira maior do Japão. O objetivo da JICA e da Osaka Waterworks Bureau foi apresentar técnicas utilizadas no Japão que possam auxiliar países em desenvolvimento a reduzir perdas físicas de água, aumentar o faturamento das empresas e possibilitar assim novos investimentos no próprio sistema.

"Mesmo que nem tudo seja aplicável neste momento, muitas técnicas e procedimentos são adaptáveis a nossa realidade, desde que com disciplina e esforço", diz Trennepohl. O engenheiro da Casan acredita que muitos procedimentos de controle dos Sistemas Integrados de Água (SIA) e das estações de tratamento (ETAs), bem como alguns critérios de operação e manutenção de redes de distribuição e eletromecânica, são bem aplicáveis em Santa Catarina.

Chamou a atenção dos brasileiros os materiais empregados no Japão, como o aço inoxidável utilizado em ETAs, que garantem vida mais longa ao sistema apesar do custo inicial bem mais elevado. Também se destaca no Japão - embora não surpreenda – o grau de informatização, com informações disponíveis permanentemente em sistemas remotos sobre os controles de pressão, vazão e da qualidade da água na rede de distribuição. “Os japoneses valorizam muito o gerenciamento das informações”, observa Paulo Elias. “O cadastro da rede de abastecimento de água é constantemente atualizado e as informações sobre manutenção e substituição de tubulações e válvulas, bem como a implantação de novas redes, são enviadas à área de mapeamento para atualização permanente de cadastro”.

No Brasil - também pelas distâncias maiores entre pontos de captação e pontos de distribuição - a tecnologia utilizada nos sistemas de captação, tratamento e distribuição de água ainda está distante desses números do pequeno Japão, sendo que as perdas físicas são de aproximadamente 30% (as perdas comerciais, ou seja, a água não faturada comercialmente, ainda confundem as estatísticas no Brasil). Em Santa Catarina, as perdas físicas estão em um patamar na ordem de 26 a 28% de perdas, números ainda indesejados, mas equivalentes ao de países como México, Rússia, China e Espanha e menores que os do Uruguai e da Noruega.

PALESTRA - CONGRESSO CATARINENSE DE SANEAMENTO / ENCONTRO TÉCNICO

A palestra “Sistemas de Água no Japão - Breve Relato de Experiência Prática” será apresentada às 10h do dia 1º/9 (sexta-feira), na Sala 1 do Centro de Eventos Luiz Henrique da Silveira, Canasvieiras/Florianópolis

Mais informações para a imprensa:
Gerência de Comunicação Social da Casan
Fones: (48) 3221-5034 | 3221-5035 | 3221-5036
Arley Reis 
E-mail: areis@casan.com.br
Suzete Antunes
E-mail: santunes@casan.com.br
Ricardo Stefanelli 
E-mail: ristefanelli@casan.com.br
Fone: (48) 9136-9345
www.casan.com.br

 

 


Foto: James Tavares/Secom

A sexta-feira, 25, será de sol com algumas nuvens em todas as regiões do estado, com temperaturas elevadas principalmente no Oeste e Litoral Norte. O tempo fica mais encoberto do Meio-Oeste ao Litoral Norte e com maior presença de nuvens e chuva fraca por alguns momentos na Grande Florianópolis, devido à circulação marítima.

Para sábado, 26, a previsão da equipe de meteorologistas do Epagri/Ciram também é de sol entre nuvens em Santa Catarina, especialmente do Planalto ao Litoral. Há condições para nevoeiros e chuva fraca no início do dia na Grande Florianópolis, no Litoral Norte e na Vale do Itajaí. As temperaturas estarão altas para a época do ano em todas as regiões, sobretudo no Oeste e Meio-Oeste.

No domingo, 27, a previsão é de variação de nebulosidade em todas as regiões de SC. E na segunda-feira, 28, o dia será de sol com algumas nuvens, com chances de chuvas especialmente à tarde no Litoral Sul e Planalto Sul. As temperaturas seguem elevadas para a época do ano.

>>> Veja a previsão desta sexta-feira por região:

Previsão para HOJE - Sexta-feira, dia 25/08/2017
REGIÃO: LITORAL NORTE  26ºC
 15ºC
Fenômenos Vento
Direção Médio Rajada
  Sem ocorrência
NE 15 Km/h 30 Km/h
Manhã: Nebulosidade variável e chuva isolada
Tarde: Nebulosidade variável
Noite: Nebulosidade variável e chuva isolada
REGIÃO: PLANALTO NORTE  24ºC
 11ºC
Fenômenos Vento
Direção Médio Rajada
  Sem ocorrência
N/NE 17 Km/h 34 Km/h
Manhã: Nebulosidade variável
Tarde: Nebulosidade variável
Noite: Céu com muitas nuvens
REGIÃO: GRANDE FLORIANÓPOLIS LITORÂNEA  24ºC
 15ºC
Fenômenos Vento
Direção Médio Rajada
  Sem ocorrência
NE/N 14 Km/h 53 Km/h
Manhã: Nebulosidade variável e chuva isolada
Tarde: Nebulosidade variável
Noite: Nebulosidade variável e chuva isolada
REGIÃO: GRANDE FLORIANÓPOLIS SERRANA  24ºC
 12ºC
Fenômenos Vento
Direção Médio Rajada
  Sem ocorrência
NE/N 26 Km/h 50 Km/h
Manhã: Nebulosidade variável e chuva isolada
Tarde: Nebulosidade variável
Noite: Nebulosidade variável e chuva isolada
REGIÃO: VALE DO ITAJAÍ  25ºC
 12ºC
Fenômenos Vento
Direção Médio Rajada
  Sem ocorrência
NE/E 18 Km/h 41 Km/h
Manhã: Nebulosidade variável e chuva isolada
Tarde: Nebulosidade variável
Noite: Nebulosidade variável e chuva isolada
REGIÃO: LITORAL SUL  32ºC
 16ºC
Fenômenos Vento
Direção Médio Rajada
  Sem ocorrência
NE 20 Km/h 52 Km/h
Manhã: Sol com algumas nuvens
Tarde: Sol com algumas nuvens
Noite: Céu com algumas nuvens
REGIÃO: PLANALTO SUL  25ºC
 8ºC
Fenômenos Vento
Direção Médio Rajada
  Sem ocorrência
NE 22 Km/h 41 Km/h
Manhã: Nebulosidade variável
Tarde: Nebulosidade variável
Noite: Céu com muitas nuvens
REGIÃO: MEIO OESTE  27ºC
 14ºC
Fenômenos Vento
Direção Médio Rajada
  Sem ocorrência
NE 20 Km/h 41 Km/h
Manhã: Nebulosidade variável
Tarde: Nebulosidade variável
Noite: Céu com muitas nuvens
REGIÃO: OESTE  29ºC
 16ºC
Fenômenos Vento
Direção Médio Rajada
  Sem ocorrência
NE/N 24 Km/h 35 Km/h
Manhã: Sol com algumas nuvens
Tarde: Sol com algumas nuvens
Noite: Céu com algumas nuvens
REGIÃO: EXTREMO OESTE  35ºC
 18ºC
Fenômenos Vento
Direção Médio Rajada
  Sem ocorrência
NE 17 Km/h 42 Km/h
Manhã: Sol com algumas nuvens
Tarde: Sol com algumas nuvens
Noite: Céu com algumas nuvens
Mais informações para a imprensa:

Central de Meteorologia
Epagri/Ciram
Fone: (48) 3665-5007 e (48) 3665-5172
E-mail: contatociram@epagri.sc.gov.br
Site: www.ciram.epagri.sc.gov.br
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Foto: Jaqueline Noceti / Secom

Após a confirmação nesta quarta-feira da liberação de recursos para o Fundam 2, o governador Raimundo Colombo participou nesta quinta-feira, 24, em Brasília, de reunião na Secretaria do Tesouro Nacional (STN), no Ministério da Fazenda, para tratar da operacionalização da segunda edição do programa. A comitiva catarinense foi recebida pela subsecretária de Relações Financeiras Intergovernamentais, Priscila Santana, e equipe técnica.

“O Fundam é um programa que fortalece principalmente os pequenos municípios e, com isso, preserva a boa distribuição demográfica catarinense. É uma iniciativa democrática e apartidária que distribui recursos para todos os municípios do Estado, e sem necessidade de contrapartidas das prefeituras. Após a confirmação da liberação dos recursos, agora trabalhamos as questões burocráticas e a operacionalização desta nova edição”, explicou Colombo. Os primeiros contratos devem ser assinados a partir de setembro.


Foto: Rafael Paulo/SAI

Pela primeira vez Santa Catarina recebeu uma delegação da Colômbia com fins comerciais. Nesta quinta-feira, 24, o diretor da Procolombia, Alejandro Pelaez, e a gerente da Agência de Cooperação e Investimentos (ACI) de Medellín, Paola Caballero, participaram do Seminário Oportunidades de Negócios, Parcerias e Investimento entre Santa Catarina e Colômbia, organizado pela Investe SC, agência de atração de investimentos formada pelo Governo do Estado e pela Fiesc.

“Este primeiro contato em solo catarinense apresentará as possibilidades de investimentos, comércio e cooperação entre a Colômbia, um país que vem demonstrando muita força em seu desenvolvimento, e Santa Catarina, o melhor estado no Brasil para se fazer negócio atualmente”, disse o secretário de Assuntos Internacionais, Carlos Adauto Virmond.

O presidente da Fiesc, Glauco José Côrte, vê grande potencial de crescimento no comércio com a Colômbia. Hoje, o país vizinho ocupa a 23º colocação nas exportações catarinenses e a 16º posição entre as importações. “Há espaço para aumentarmos o fluxo comercial e de investimento, tanto nosso para a Colômbia, quando de lá para Santa Catarina”, avaliou Côrte.

Amizade na tragédia

Na abertura, o secretário Virmond lembrou da tragédia com a delegação da Chapecoense em Medellín em 29 de novembro de 2016. “Naquele dia, recebi a missão do Governador Colombo de ir a Medellín em razão do acidente aéreo e lá pude observar toda solidariedade e amizade do povo colombiano, algo poucas vezes demonstrado com tamanho vigor”, lembrou. O diretor da Procolombia reforçou a amizade surgida a partir do acidente. “Foi uma tragédia que aproximou duas regiões: a Antioquia e Santa Catarina.

O foco da visita foi justamente a apresentação da Departamento de Antioquia e sua capital, a cidade de Medellín. “Normalmente o foco dos investidores está nas capitais dos países, mas não é o caso da Colômbia”, disse Pelaez. “Medellín é a casa das principais indústrias do País e do principal banco da Colômbia que agora está se internacionalizando”, elencou. De acordo com a gerente da ACI de Medellín, a “Antioquia é um dos departamentos mais importantes para o desempenho econômico da Colômbia”.

Os colombianos apontaram ainda, como áreas de interesse em cooperações e comércio, os setores agrícola, têxtil e de tecnologia. Para eles, a proximidade e a semelhanças culturais fazem do Brasil e de Santa Catarina locais muito competitivos para parcerias.

Mais informações para a imprensa:
Rafael Paulo
Assessoria de Comunicação
Secretaria Executiva de Assuntos Internacionais
E-mail: rafael@sai.sc.gov.br
Fone: (48) 3665-2214 / (48) 99952-4504


Fotos: Jaqueline Noceti / Secom

O governador Raimundo Colombo, acompanhado de equipe técnica do Departamento de Infraestrutura do Estado (Deinfra), participou de audiência com o presidente do ICMBio, Ricardo Soavinski, nesta quinta-feira, 24, em Brasília, para tratar de ajustes no traçado da obra do novo acesso ao Sul da Ilha de Santa Catarina.

O pedido do governo estadual é para rever o traçado do contorno viário que faz parte de um dos lotes do complexo de obras. “O traçado original tem um custo muito mais alto com desapropriações, um valor de cerca de R$ 100 milhões teria que ser aplicado. Nossa proposta é mudar apenas um trecho específico, garantindo uma importante economia e sem alterações significativas em relação à proximidades da área de mangue”, explicou Colombo. No lugar de passar por áreas ocupadas por residências, o traçado proposto margearia o mangue, o que no entendimento do Deinfra funcionaria também como uma delimitação para evitar invasões na área de vegetação.

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