Escola recebe quadra poliesportiva com piso mais resistente

Foto: Gisele Vizzotto/ADR São Miguel do Oeste

A Escola Estadual Sara Castelhano Kleinkauf de Guaraciaba vai começar o ano de 2018 com melhorias na quadra do ginásio de esportes e no passeio público. Nesta quarta-feira, 17, a Agência de Desenvolvimento Regional (ADR) de São Miguel do Oeste e a Construtora Possamai de São José, vencedora da licitação, assinaram a ordem de serviço para início dos trabalhos que já começaram a ser executados pela empresa.

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O total de R$ 180 mil será aplicado nas melhorias que traz uma inovação: uma quadra poliesportiva com piso modular em polipropileno, que é um material que garante maior resistência, permanência de cores e tem a finalidade de absorver impactos e prevenir lesões.

“É a primeira escola estadual de Santa Catarina que recebe esse material. Temos aqui em Guaraciaba uma unidade escolar que muito se dedicou ao voleibol. O Governo precisa reconhecer e dar condições para que o trabalho continue sendo realizado. Além de um direito, a obra é um prêmio para a comunidade escolar”, afirma o secretário em exercício da ADR, Claudemir Parmigiani.

“A situação da nossa quadra estava precária. Ela foi reconstruída após o tornado de 2009 que atingiu a cidade e a escola e estava com os tacos todos soltos, gerando um risco para os alunos”, lembra a diretora da EEB Sara Castelhano, Elisabet Grando. A nova quadra, além de baixo custo em manutenção, também tem longa duração. A empresa tem 60 dias para executar a obra.

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O Hospital Regional Terezinha Gaio Basso de São Miguel do Oeste realiza, neste mês de janeiro, a seleção de fornecedores para a aquisição de equipamentos que irão estruturar o Setor Regional de Oncologia. A Secretaria de Estado da Saúde (SES) liberou no início do ano o valor de R$ 2,3 milhões para a ação que vai atender 30 municípios.

O Instituto Santé, responsável pela gestão do Hospital, tem até 90 dias para realizar as compras. “Estamos com o processo bem avançado e pretendemos efetuar as primeiras aquisições na primeira quinzena de fevereiro”, afirma o diretor, Jeferson Gomes, lembrando que esta é apenas mais uma etapa para a implantação do serviço, e que outras ainda estão em andamento.

Segundo Jeferson, a próxima fase é a alteração do contrato com a SES, incluindo os valores para a prestação do serviço na região. “A reforma e ampliação do Hospital, que aumenta a capacidade de leitos e dá outras condições estruturais para a oncologia, também é uma importante ação. Além disso, a preparação da equipe, a contratação de profissionais e organização dos protocolos hospitalares são ações que estão sendo planejadas há bastante tempo”, explica.

O secretário em exercício da Agência de Desenvolvimento Regional de São Miguel do Oeste, Claudemir Parmigiani, frisa que o contato com a Secretaria de Estado da Saúde já está sendo feito, tanto pela Regional, quanto pela gestão do Hospital e várias autoridades da região. “As fases do processo estão sendo superadas, uma a uma, e os nossos esforços agora se voltam para a próxima. Esperamos, em breve, nos reunirmos com a Saúde, para tratarmos do aditivo do contrato”, finaliza.

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O serviço de mapeamento das áreas de risco nos municípios começou em Santa Catarina. Nesta terça-feira, 16, técnicos da Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM) chegaram em São Miguel do Oeste para iniciar a coleta de dados para o trabalho de prevenção. O serviço foi contratado pela Secretaria de Estado da Defesa Civil SC por meio de um convênio com a companhia.

O coordenador Regional da Defesa Civil de São Miguel do Oeste, Daniel Caron, destaca que os serviços devem ser realizados em duas, no máximo três semanas. “São 10 municípios com duas equipes”, explica. Bandeirante, Barra Bonita, Paraíso e Guaraciaba fazem parte do primeiro grupo que já recebem nesta quarta-feira, 17, os profissionais da CPRM. Belmonte, Descanso, Iporã do Oeste, Santa Helena, São João do Oeste e Tunápolis terão os trabalhos iniciados também nesta semana. Os demais municípios ficam para a próxima etapa.

No Estado

O valor total é de R$ 4.712.596,00 e a atividade deve durar 18 meses em todo o Estado. O serviço produzido pelos profissionais resultará no mapeamento completo, tanto para setorização de risco quanto para a suscetibilidade a movimento de massa e inundação. É um fato inédito para Santa Catarina e Brasil, como afirma o secretário adjunto da Defesa Civil SC, Fabiano de Souza. "Não existe nenhum Estado que tenha o território completo com esses produtos", destaca.

A chefe da Divisão de Geologia Aplicada da CPRM, Sandra Fernandes da Silva, diz que o mapeamento vai caracterizar o comportamento do Estado frente ao perigo. "Facilita muito a gestão dos desastres. O gestor público vai saber exatamente as regiões que deve evitar no município para não perder vidas e materiais", explica.

Serviços realizados durante o mapeamento

- Setorização de risco geológico alto e muito alto frente a movimentos de massa e eventos destrutivos  da natureza geológica, em nível muito alto e alto;
- Elaboração de pré-cartas de suscetibilidade a movimentos gravitacionais de massa e eventos de natureza hidrológica (enchentes, inundação e enxurrada);
- Mapeamento de perigo de acordo com os aspectos metodológicos preconizados no manual de mapeamento do Projeto Gides;
- Elaboração de cartas finais de suscetibilidade a movimentos gravitacionais de massa e eventos de natureza hidrológica (enchente, inundação e enxurrada).

Saiba mais

Setorização de Risco: mapa com mais detalhes onde já existe risco definido.

Carta de suscetibilidade a movimento de massa e inundação: serve para verificação de aptidão para a urbanização do município, elaborar o plano diretor.

Projeto Gides: Projeto de Fortalecimento da Estratégia Nacional de Gestão Integrada de Riscos e Desastres numa parceria entre Brasil e Japão. Tem como objetivo reduzir os riscos de desastres geológicos através de medidas preventivas não estruturais. Os principais resultados são melhoria dos sistemas de avaliação e mapeamento de riscos, previsão e alerta e também o planejamento urbano na atuação de prevenção de desastres.

Utilidade na prevenção

Os produtos servem como base para o município planejar o crescimento de forma preventiva e diminuir os riscos de desastres naturais. Pode ser usado para realizar um plano de redução de risco; área prioritária do município; local recomendado para investir numa obra de infraestrutura de redução de risco; fundamental para os planos diretores municipais.

Utilidade na resposta

Com relação à resposta, o mapeamento é direcionado onde já existe risco. Ele dá suporte para elaborar o plano de contingência municipal mais seguro e também auxilia para a emissão de alertas. 

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Foto: Gisele Vizzotto/ADR São Miguel do Oeste

Nesta quarta-feira, 10, o secretário em exercício da Agência de Desenvolvimento Regional de São Miguel do Oeste, Claudemir Parmigiani; o gerente de Infraestrutura, Leonardo Miola e representantes da empresa W.W. Construções, de Concórdia, visitaram o terreno que receberá a construção do Centro de Referência Especializado em Assistência Social (Creas) de São Miguel do Oeste.

A ordem de serviço foi dada no dia 20 de dezembro de 2017, em Florianópolis. Agora a empresa se organiza para iniciar os trabalhos que serão fiscalizados pelo setor de Infraestrutura da Regional de São Miguel do Oeste. “Os projetos seguem um padrão do Estado. A prefeitura irá elaborar o projeto de locação da área que é a adaptação do terreno ao projeto. Em seguida, a empresa poderá começar os trabalhos”, afirma o engenheiro civil, Leonardo Miola.

Parmigiani, que também atua como gerente de Planejamento e Apoio a Políticas Públicas da ADR de São Miguel do Oeste, explica que a unidade terá 220 metros. “O atual Creas do Município tem a despesa do aluguel. A sede própria irá diminuir os custos e proporcionar um espaço adequado para todas as atividades”, destaca o secretário em exercício. O terreno, contrapartida do município, está localizado nas proximidades do Senac.

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