Jaraguá do Sul - Primeira reunião do Conselho de Desenvolvimento Regional
Foto: Ana Cenatti / ADR Jaraguá do Sul

O secretário de Estado da Defesa Civil, Rodrigo Moratelli, reforçou na tarde desta segunda-feira, 24, durante reunião do Conselho de Desenvolvimento Regional (CDR) de Jaraguá do Sul, a importância da construção do Centro Regional de Operação em Jaraguá do Sul. Segundo Moratelli, em agosto a estrutura deve estar pronta e em outubro deve entrar em funcionamento.

O Centro faz parte do novo sistema de proteção e Defesa Civil que está em fase de implantação com a construção de 20 unidades no Estado. A unidade de Jaraguá do Sul será construída em frente à Arena Jaraguá. A estrutura vai contar com o Centro de Monitoramento e Alerta, Meteorologia, Sistema de Hidrometeorologia, Geologia, Mapeamento de Áreas de Risco, Planos de Contingência, Planos de Ações Emergenciais, Gestão de Crise e Respostas a Desastres para os municípios de abrangência da coordenadoria regional de Defesa Civil (Barra Velha, Corupá, Guaramirim, Jaraguá do Sul, Massaranduba, São João do Itaperiú e Schroeder).

“Depois da estrutura pronta, vamos iniciar seminários e oficinas regionais para a criação de colegiados regionais de Defesa Civil e elaboração do plano de contingenciamento”, explicou Moratelli. Para isso, o secretário frisou que precisa da ajuda dos municípios para a coleta de dados. “O plano de ação do município em conjunto com o Estado, forma o plano de contingência”, falou.

Além do secretário Moratelli, o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, Carlos Chiodini participou da primeira reunião deste ano do CDR. O secretário Chiodini destacou as ações desenvolvidas por sua pasta para a região, como o plano da Bacia Hidrográfica do Rio Itapocu, que conta com investimento de R$ 1,3 milhão do Governo do Estado e está sendo elaborado pela Unisul, por meio da Associação dos Municípios do Vale do Itapocu (AMVALI), as obras do Centro de Inovação em andamento, investimento de mais de R$ 5 milhões, obras de pavimentação dos acessos e obras do Centro UP.

As reuniões do CDR acontecerão a cada três meses.

O que é CDR?

O Conselho de Desenvolvimento Regional é formado pelos prefeitos e presidentes das Câmaras municipais dos municípios de abrangência da ADR (Corupá, Guaramirim, Jaraguá do Sul, Massaranduba e Schroeder), considerados membros natos, e dois representantes, por município, da sociedade civil organizada, assegurando a representatividade dos segmentos mais expressivos da região.

Ao CDR compete apoiar a ADR na elaboração do Plano de Desenvolvimento Regional, do Plano Plurianual e do Orçamento Anual, discutir e encaminhar os planos e programas relativos ao desenvolvimento regional para as Secretarias de Estado responsáveis por sua implementação, incentivar, orientar e apoiar programas de novos empreendimentos na região, definir as prioridades de intervenção das funções públicas de interesse comum e debater a instituição e propor as regras de funcionamento de consórcios em âmbito regional.

Informações adicionais para a imprensa:

Ana Cenatti
Assessoria de imprensa
Agência de Desenvolvimento Regional de Jaraguá do Sul
E-mail:anacenatti@jgs.sdr.sc.gov.br
Telefone: (47) 3276-9241 / (47) 9-8861-2652
Site:www.adrs.sc.gov.br/adrjaraguadosul

A Agência de Desenvolvimento Regional (ADR) de Jaraguá do Sul realizará na próxima segunda-feira, 24, às 14 horas, a primeira reunião deste ano do Conselho de Desenvolvimento Regional (CDR). O CDR é formado pelos prefeitos e presidentes das Câmaras municipais dos municípios de abrangência da ADR (Corupá, Guaramirim, Jaraguá do Sul, Massaranduba e Schroeder), considerados membros natos, e dois representantes, por município, da sociedade civil organizada, assegurando a representatividade dos segmentos mais expressivos da região.

Ao CDR compete apoiar a ADR na elaboração do Plano de Desenvolvimento Regional, do Plano Plurianual e do Orçamento Anual, discutir e encaminhar os planos e programas relativos ao desenvolvimento regional para as secretarias de Estado responsáveis por sua implementação, incentivar, orientar e apoiar programas de novos empreendimentos na região, definir as prioridades de intervenção das funções públicas de interesse comum e debater a instituição e propor as regras de funcionamento de consórcios em âmbito regional. As reuniões acontecerão a cada três meses.

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Jaraguá do Sul - Reunião para organização do Programa Mulher, Viver Sem Violência
Foto: Ana Cenatti / ADR Jaraguá do Sul

A unidade móvel do Programa “Mulher, Viver Sem Violência”, da Secretaria de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação, estará em Guaramirim, Jaraguá do Sul e Schroeder, entre os dias 8 e 12 de maio. O objetivo do programa é integrar e ampliar os serviços públicos existentes voltados às mulheres em situação de violência, mediante articulação dos atendimentos especializados no âmbito da saúde, justiça, segurança pública, rede socioassistencial e promoção de autonomia financeira. O cronograma e roteiro da unidade móvel foram definidos na manhã desta quarta-feira, 19, na Agência de Desenvolvimento Regional (ADR) de Jaraguá do Sul, com representantes dos três municípios.

As unidades móveis são destinadas a atender mulheres do campo. “É um programa novo, pioneiro e vamos levar às mulheres da área rural, os serviços de enfrentamento à violência”, explicou o administrador da Gerência de Apoio Operacional da Secretaria de Estado da Casa Civil, Cláudio Gama. O ônibus possui dois ambientes individualizados com consultório completo, ar-condicionado e cadeiras. “O ônibus leva acolhimento para estas mulheres”, falou a coordenadora Estadual de Mulher, Aretuza Larroyd.

O secretário executivo da ADR de Jaraguá do Sul, Leonel Pradi Floriani, estava com agenda marcada em Florianópolis, mas fez questão de passar antes na reunião. “Os índices de violência são preocupantes e pela importância do tema, não poderia deixar de passar aqui para registrar o apoio da nossa equipe no programa e sugerir que ações como esta também sejam desenvolvidas na área urbana”, sugeriu Floriani. A coordenadora explicou que a unidade móvel é exclusiva para atender mulheres do campo, mas o programa de acolhimento pode ser executado em qualquer ambiente.

A atividade é organizada pela Coordenadoria da Mulher, vinculada à Secretaria de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação, em parceria com a Agência de Desenvolvimento Regional de Jaraguá do Sul e prefeituras dos municípios de Guaramirim, Jaraguá do Sul e Schroeder. Representantes da Ordem dos Advogados do Brasil – OAB subseção Jaraguá do Sul, Ministério Público, Polícia Militar, Polícia Civil e Epagri participaram da reunião e são parceiros para a realização das atividades. 

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A Agência de Desenvolvimento Regional (ADR) de Jaraguá do Sul, por meio da Gerência de Saúde, confirmou nesta terça-feira, 18, a primeira morte deste ano por gripe A, tipo H3, em Jaraguá do Sul. O diagnóstico é de um homem de 58 anos, portador de doença crônica, falecido no dia 11 deste mês, no Hospital e Maternidade Jaraguá. Segundo a gerente de Saúde da ADR de Jaraguá do Sul, Aline Mainardi, o material coletado, para confirmar a suspeita, foi encaminhado para o Lacen (Laboratório Central de Saúde Pública), que comunicou o resultado nesta terça-feira. Em Jaraguá do Sul, este foi o primeiro caso suspeito e confirmado com óbito, entre os demais municípios de abrangência da ADR, apenas Guaramirim registrou um caso suspeito no início do ano.

Campanha de Vacinação

A ADR de Jaraguá do Sul abrange cinco municípios (Corupá, Guaramirim, Jaraguá do Sul, Massaranduba e Schroeder) e deve vacinar mais de 61 mil pessoas durante a Campanha Nacional de Vacinação contra Influenza (gripe), que teve início no último dia 17 e segue até o dia 26 de maio. Até o dia 21 deste mês, apenas as pessoas com 60 anos ou mais e os portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais serão vacinadas. "É na faixa etária acima dos 60 anos que as pessoas estão mais suscetíveis às complicações de uma gripe, porque estão com o sistema imunológico mais fraco", explicou a gerente de Saúde da ADR Jaraguá do Sul, Aline Mainardi.

Saiba mais:

A doença

A influenza, normalmente conhecida como gripe, é uma doença grave que causa danos à saúde das pessoas há muitos séculos. Existem três tipos de vírus influenza: A, B e C. Os vírus A e B apresentam maior importância clínica. Estima-se que, em média, o tipo A causa 75% das infecções, mas em algumas temporadas, ocorre predomínio do tipo B. Os tipos A e B sofrem frequentes mutações e são responsáveis pelas epidemias sazonais e, também, por doenças respiratórias com duração de quatro a seis semanas. Em geral, essas são associadas ao aumento das taxas de hospitalização e de mortes por pneumonia, especialmente em pacientes que apresentam doenças crônicas e fatores de risco. O vírus C raramente causa doença grave.

Transmissão

O vírus é transmitido a partir das secreções respiratórias, podendo também sobreviver algumas horas em diversas superfícies tocadas frequentemente, de madeira, aço e tecidos. A partir do contato com um doente ou com uma superfície contaminada, o vírus pode penetrar pelas vias respiratórias, causando lesões pulmonares, que podem ser graves e até fatais, se não tratadas a tempo. Os vírus influenza circulam durante todo o ano, intensificando-se principalmente no período de inverno, quando as pessoas buscam se abrigar do frio em ambientes fechados, o que favorece a transmissão. A transmissão ocorre principalmente em ambiente domiciliar, creches, escolas e em ambientes fechados ou semifechados. Estima-se que uma pessoa infectada seja capaz de transmitir o vírus para até dois contatos não imunes.

Os sinais e sintomas, em geral, são:

-Febre alta

-Calafrios

-Tosse, que pode ser seca ou com expectoração

-Dor de cabeça

-Dor de garganta

-Cansaço

-Dor muscular

-Coriza

Complicações

Pessoas de todas as idades são susceptíveis à infecção pelo vírus influenza. Porém, a evolução geralmente tem resolução espontânea em sete dias, embora a tosse, o mal-estar e a fadiga possam permanecer por algumas semanas. Alguns casos podem evoluir com complicações. As complicações mais comuns são: pneumonia bacteriana e por, outros vírus, sinusite, otite e desidratação. Alguns indivíduos estão mais propensos a desenvolverem complicações graves, especialmente aqueles com condições e fatores de risco para agravamento, entre esses: gestantes, adultos com idade maior que 60 anos, crianças com idade menor que dois anos e indivíduos que apresentem doença crônica, especialmente doença respiratória crônica, cardiopatia, obesidade (IMC ≥ 40), diabetes descompensada, síndrome de Down e imunossupressão e imunodepressão.

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