Chapecó - Gerência de Saúde recebe reforço no combate à dengue








As ações de combate a dengue contam com um reforço. A Gerência Regional da Saúde da Agência de Desenvolvimento Regional (ADR) Chapecó recebeu uma caminhonete Amarok, com equipamento acoplado de ultra baixo volume (UBV), utilizado na aplicação de inseticida para o controle de surtos e epidemias de dengue, Chikungunya e zika.

O veículo foi destinado pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado da Saúde e irá atender a aproximadamente 60 municípios do Oeste. A gerência Regional da Saúde conta com outras duas caminhonetes para dar este suporte.

Sgundo a biológa do setor de zoonoses da gerência, Deyse Angelini, neste ano ainda não foram registrados casos de dengue na região, mas 24 municípios estão infestados, ou seja, com a presença do mosquito Aedes aegypti, mas sem a transmissão da doença. “No ano passado tivemos um pico epidêmico, com casos da doença, mas chamamos atenção ao fato de que neste ano mais quatro municípios foram incluídos na lista de infestação, os cuidados tem que ser permanentes”, afirma Deyse.

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Pela terceira vez, a equipe de Futebol Feminino da EEB Professora Lourdes A.S Lago, de Chapecó, representa Santa Catarina no Campeonato Brasileiro de Futebol  Feminino. A competição começa nesta sexta-feira, 21, e termina no dia 27 de abril, em Belém, no Pará.

A equipe compete pela Federação Catarinense de Desporto Escolar (FCD). A EEB  Lourdes A.S Lago é referência para estudantes que buscam aliar o estudo ao esporte e já conquistou espaço em outras modalidades, entre elas o handebol e futsal.

O trabalho de incentivo ao esporte vai além das salas de aula, a escola conta com a Casa do Atleta, que abriga estudantes esportistas de outros municípios. Das 14 atletas do elenco do Futebol Feminino, cinco são de Chapecó as demais de cidades do Sul do Estado. “As meninas buscam a nossa escola para fazer parte da equipe, mas não podem ser somente boas de bola, têm que ter disciplina e boas notas”, afirma o professor de educação física, Amauri Giordan, coordenador da Associação Desportiva Lourdes Lago.

A estudante Júlia Daltoé Lordes, 15 anos, viu nesta escola uma oportunidade para levar adiante o sonho de ser atleta, hoje integra a equipe que disputa o Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino. De Encantado (RS), Júlia está em Chapecó desde  2014. “Queria ser jogadora, soube da estrutura da escola, fiz um teste e passei. Agora tenho mais experiência e estou aprendendo muito”, destaca.

Segundo a assessora de direção, Sirlene da Silva Klaus, o trabalho pedagógico e esportivo anda lado a lado. “Nossa escola tem história no esporte, isso motiva os estudantes e cria novas oportunidades aliando conhecimento ao esporte”, destaca. As atletas têm o compromisso de refletir na sala de aula o bom desempenho do campo. “Temos trabalho pedagógico, para não ter perda de conteúdos”, enfatiza.

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Esta semana está sendo dedicada para programações que evidenciam os aspectos culturais tradicionais dos indígenas de Santa Catarina. A 17ª Semana Cultural Kaingang e Guarani começou na segunda-feira, 17, e termina nesta quinta-feira, 20, em Chapecó. Nesta quarta, 19, Dia do Índio, teve apresentações na Praça Coronel Bertaso.

Na EIEF Fen nó, da aldeia Toldo Chimbangue, a programação desta semana teve apresentações cultural, dança, canto, artesanato e mostras pedagógicas de atividades. Na EIEF SapeTyko, da Aldeia Condá, haverá atividades especiais nos dias 17,18 e 19 de maio.

A gerente de Educação da Gerência Regional da Educação, Maria de Lurdes Seben, acompanhou as apresentações realizadas no Centro de Chapecó nesta quarta-feira. “Esta é uma semana de fortalecimento da cultura indígena e de valorização. O trabalho é contínuo com a conexão do conhecimento e cultura”, afirma.

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Maior comprador de milho do país, Santa Catarina diminui seu déficit e aumenta a produção em 18,6% nesta safra. Com 380,6 mil hectares plantados, a estimativa do Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Cepa/Epagri) é de que o Estado colha 3,2 milhões de toneladas de milho neste ano. A boa safra é resultado das condições climáticas favoráveis combinadas ao uso de alta tecnologia e ao aumento da produtividade, que chega a uma média de 141,6 sacas de milho por hectare.

O aumento da produtividade é o caminho para elevar a produção de milho e atender a demanda do setor produtivo de carnes. Em regiões como a de Chapecó, Canoinhas e Xanxerê os produtores estão colhendo em média 150 sacas por hectare, enquanto na região de Curitibanos a produtividade chega a 173,3 sacas por hectare. Agricultores de São Miguel do Oeste e Joaçaba também investem para aumentar o rendimento das lavouras e nesta safra a produtividade já é, respectivamente, 28,3% e 24,9% superior a do último ano.

A maior região produtora do Estado é a de Chapecó com uma safra estimada em 603 mil toneladas, 13,7% a mais do que em 2015/16. A área destinada ao grão também aumentou, com 63,4 mil hectares plantados e uma produtividade de 158,3 sacas por hectare. Em microrregiões que já se destacam na produção do grão, como Xanxerê, Joaçaba e Curitibanos, o aumento na produção é superior a 20% nesta safra.

Como o Estado se destaca na produção de carnes e leite, 75% da ração animal é formada pelo grão. Só o setor produtivo de carnes consome seis milhões de toneladas de milho/ano, ou seja, o dobro do que o estado produz.

O secretário de Estado da Agricultura e da Pesca, Moacir Sopelsa, ressalta a parceria dos produtores, cooperativas e Governo do Estado para aumentar a produção de milho em Santa Catarina e diminuir o déficit do grão. “Nós estamos ao lado dos produtores com o programa Terra-Boa, apoiando a aquisição de sementes de milho de alta tecnologia, e também com o Programa de Incentivo ao Plantio de Milho, que garante a venda antecipada do milho para as agroindústrias. São programas que dão um suporte para os produtores e incentivam o investimento em tecnologia para aumentar a produtividade. Santa Catarina é um grande produtor de carnes e não existe suinocultura e avicultura sem milho”.

Este ano, os investimentos no Terra-Boa chegam a R$ 50,9 milhões para subsidiar a aquisição de 220 mil sacos de sementes de milho, 300 mil toneladas de calcário, 1,1 mil kits forrageira e 350 kits apicultura. A expectativa é atender 70 mil agricultores em no Estado.

Cerca de 73% do milho plantado na primeira safra já foi colhido e 92% da área de milho safrinha já foi plantada. Os números sobre a produção de milho e de outras culturas em Santa Catarina estão disponíveis no Boletim Agropecuário, publicado pelo Cepa/Epagri.

Milho Silagem

A safra de milho silagem, utilizado na alimentação de bovinos de corte e leite, também teve crescimento em Santa Catarina. O Estado deve colher 9 milhões de toneladas de milho silagem 10,9% a mais do que na safra 2015/16. Com uma área plantada de 216 mil hectares, a produtividade chega a 41,9 toneladas por hectare. Até o inicio de abril, cerca de 95% da área de milho silagem já havia sido colhida em Santa Catarina.

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