O governador Eduardo Pinho Moreira participará da cerimônia de posse dos novos ministros nesta terça-feira, 10, no Palácio do Planalto, em Brasília. O ato, marcado para as 15h, ocorre após as alterações do ministério do presidente da República, Michel Temer, tendo em vista que os titulares deixaram os cargos até o último sábado, 7, para disputar as eleições em outubro deste ano.

O afastamento diz respeito ao período de desincompatibilização do cargo ou função determinado pela lei eleitoral. Na última sexta-feira, 6, o governo publicou, no Diário Oficial da União, a exoneração de sete ministros. No entanto, outros ministros já haviam deixado os seus postos.

Na lista dos ministros exonerados estão: do Planejamento, Dyogo Oliveira; de Minas e Energias, Fernando Coelho Filho; do Meio Ambiente, José Sarney Filho; dos Esportes, Leonardo Picciani; do Turismo, Marx Beltrão; da Educação; Mendonça Filho; do Desenvolvimento Social, Osmar Terra; da Saúde, Ricardo Barros; dos Transportes, Maurício Quintella; da Fazenda, Henrique Meirelles; e da Integração Nacional, Helder Barbalho.

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Douglas Saviato
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Foto: Divulgação / SDC

O Centro Integrado de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cigerd) de Rio do Sul, no Alto Vale do Itajaí, foi inaugurado na tarde desta segunda-feira, 9. O evento contou com a presença de lideranças regionais e do secretário de Estado da Defesa Civil, Rodrigo Moratelli.

O Balanço Geral do Estado 2017, em meio digital, foi entregue nesta segunda-feira, 9, no Tribunal de Contas do Estado (TCE). A publicação, prevista em lei, traz a prestação de contas das ações realizadas pelo Estado no ano passado.


Foto: FCC

Um dos principais prédios de Florianópolis será iluminado à altura de sua magnitude e relevância histórica: o Museu Histórico de Santa Catarina, sediado no Palácio Cruz e Sousa, será reaberto ao público na terça-feira, dia 10, às 19h. O espaço ficou aproximadamente 45 dias fechado ao público para realização de uma reforma completa na parte elétrica.

Toda a fiação foi substituída e as arandelas internas e externas tiveram a estrutura modernizada e, assim, poderão ser ligadas novamente. A última grande reforma da parte elétrica havia sido realizada há cerca de 40 anos, conforme a administradora do espaço, Maria José Brandão. “Os lustres, por serem peças antigas, foram higienizados e restaurados e agora ficarão acesos – o que antes não acontecia”, informa.

Durante a obra, o acesso ao local ficou restrito aos servidores e trabalhadores da empresa que realizou a reforma. 

“Ao reabrir esse importante espaço que foi cenário de vários episódios da história de Santa Catarina, oferecemos ao público mais conforto e segurança. A reforma do exterior do Palácio Cruz e Sousa já foi concluída, assim como a parte elétrica e a marchetaria. Ainda vamos trabalhar no restauro das pinturas murais, de forma a preservar esse patrimônio dos catarinenses”, completa o presidente da Fundação Catarinense de Cultura, Rodolfo Pinto da Luz.

O Museu Histórico reabre com duas exposições na Sala Martinho de Haro: uma delas com obras do pintor Hassis e a outra de Jone Cesar Araújo, com a temática dos 270 anos da chegada dos açorianos ao litoral catarinense. 

Museu Virtual

Quem visitar o Museu Histórico poderá fazer uma tour virtual com o auxílio de um audioguia (clique aqui). Com essa ferramenta, o público pode obter informações sobre as principais obras, em texto e áudio, e em cinco línguas: português, inglês, espanhol, francês e italiano.

O Museu

Criado pela Lei Estadual nº 5.476, de 4 de outubro de 1978, o Museu Histórico de Santa Catarina (MHSC) teve sua abertura na Casa da Alfândega, em Florianópolis, realizada em 2 de março de 1979, conforme termo de abertura assinado pelo secretário da Educação e Cultura, professor Márcio Cesar Moraes.  

A mudança efetiva da Alfândega para o Palácio Cruz e Sousa ocorreu antes mesmo que a lei que transferia o MHSC para a nova casa fosse sancionada. No dia 5 de dezembro de 1986, ocorreu a solenidade em que o governador Esperidião Amin sancionou a lei que transferia definitivamente o MHSC e o IHGSC para o Palácio Cruz e Sousa. Na Lei n. 6.900, de 5 de dezembro de 1986, o Palácio passa aos cuidados do MHSC. 

A História

Em meados do século XVIII, época em que foi criada a Capitania da Ilha de Santa Catarina e nomeado seu primeiro governador, o brigadeiro José da Silva Paes, foi também construído junto à praça da Vila de Desterro um prédio de três seções e dois pavimentos para ser a nova "Casa de Governo". Durante mais de um século, o Palácio passou por diversas modificações, até que na mudança republicana uma grande reforma (1894–1898) foi realizada, adquirindo as características arquitetônicas preservadas até o presente.

Dez estátuas alegóricas esculpidas pelo artista italiano Gabriel Silva ornamentam a parte externa do prédio, coroando as platibandas. Entre elas, a padroeira do estado, Santa Catarina; a ninfa evocativa dos mares, Anfitrite; e o deus mitológico Mercúrio, compondo com duas barricas, alegoria alusiva ao comércio e à indústria catarinenses, respectivamente, sendo o último localizado no alto da fachada lateral, à direita. Os ladrilhos da calçada à frente do palácio foram importados e assentados no ano de 1910.

Posteriormente, nas obras de manutenção, foram realizados inúmeros acréscimos e modificações internas, além de repinturas que se acumularam em várias camadas com o passar dos anos. Em 1977, deu-se início a um grande trabalho de restauração do edifício, que passou a denominar-se, em 1979, Palácio Cruz e Sousa, em homenagem ao grande poeta catarinense.

Em 1984, o prédio é tombado como patrimônio histórico do Estado e iniciam-se novas obras de restauração, as quais lhe devolvem as características arquitetônicas originais da reforma feita pelo governador Hercílio Luz em 1898. Em 1986, reaberto, passa a sediar o Museu Histórico de Santa Catarina.

A partir de 2005, foram retomados os trabalhos de restauração das pinturas decorativas das paredes internas e dos forros de estuque, tratamento emergencial necessário, que vem sendo realizado por uma equipe de profissionais qualificados, dentro de rigorosos critérios técnicos. Quem visita o Museu pode acompanhar as etapas da restauração. 

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Marcos Espíndola
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Foto: Agência de Notícias/Embrapa

O setor produtivo de carnes ganha espaço no mercado internacional e Santa Catarina amplia vendas para China e Hong Kong. Em março, os dois países foram os principais destinos das carnes produzidas no Estado e garantiram o aumento no faturamento com as exportações. No último mês, as vendas internacionais de carne suína e de frango geraram uma receita de US$ 194,9 milhões.

Em março, Santa Catarina exportou 83,6 mil toneladas de carne de frango, faturando US$ 143,9 milhões, um incremento de 23,7% em relação a fevereiro. O resultado positivo pode ser explicado pelo aumento das vendas para China, Hong Kong e México. Os três países estão na lista dos dez principais compradores da carne de frango catarinense e, juntos, responderam por 22,7% do valor das exportações.

No acumulado do ano, Santa Catarina já recebeu US$ 380,3 milhões pela venda de 219,4 mil toneladas de carne de frango. O desempenho é 12,7% menor do que o observado no mesmo período de 2017.

Segundo o secretário da Agricultura e da Pesca, Airton Spies, as carnes continuam sendo o principal produto da pauta de exportações do agronegócio catarinense. “As expectativas são do retorno das exportações de frango para União Europeia nos próximos meses e de um provável aumento das compras da China em decorrência do aumento das tributações para carne suína americana”, ressalta.

Carne suína

As vendas internacionais de carne suína também seguem em crescimento. Em março, foram embarcadas 25,5 mil toneladas do produto, com receitas que passam de US$ 51 milhões (28% e 22,2% a mais do que em fevereiro). O principal mercado da carne suína catarinense é a China, que ampliou em 108,9% as compras do produto, em relação a março de 2017.

No último mês, o país importou 9,6 mil toneladas de carne suína – 109,8% a mais do que no ano passado. Hong Kong e Chile também aumentaram as compras e acabaram minimizando os impactos do embargo temporário da Rússia para as carnes brasileiras.

Em 2018, o Estado já exportou 70,6 mil toneladas de carne suína, com receitas que passam de US$ 144 milhões. Os valores são inferiores aos registrados nos primeiros meses de 2017. O faturamento foi 10,5% menor e a quantidade teve uma queda de 1,53%.

“Os primeiros três meses do ano foram turbulentos para o mercado externo de carnes, mas com o fim do inverno no Hemisfério Norte é provável que as demandas aumentem, reequilibrando a produção de Santa Catarina”, explica Airton Spies. O secretário lembra ainda que a proteína animal é o carro-chefe da agropecuária catarinense e responde por 60% do PIB da Agopecuária.

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Ana Ceron
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O advogado Adriano Zanotto inicia sua gestão como presidente da Casan nesta segunda-feira, 9. Desde a tarde de sexta-feira, quando assinou o Termo de Posse, ele é o presidente da empresa.

Presidente da OAB/SC em duas oportunidades, no período 2001-2003 e 2003-2006, Zanotto sempre foi mais conhecido no Estado pela extensa lista de serviços prestados à entidade. Na Ordem, foi presidente da Comissão do Direito ao Consumidor, membro e presidente da 4ª Câmara Julgadora da entidade, tesoureiro, secretário-geral, presidente da Caixa de Assistência, sócio e instalador da Cooperativa de Crédito e membro do Conselho de Curadores do Instituto Assistencial dos Advogados de Santa Catarina.

De janeiro de 2007 a março de 2008, Zanotto ocupou o cargo de Procurador-Geral do Estado (PGE), quando apresentou, entre outras propostas, um programa de adimplência geral para cobrar a dívida ativa do Estado devida por grandes devedores de tributos. Entre 2011 e 2015, presidiu o Instituto de Previdência de Santa Catarina (IPREV), convidado pelo governador Raimundo Colombo e pelo então vice Eduardo Pinho Moreira. 

Perfil

Natural de Florianópolis, 51 anos, Zanotto é casado com a empresária e também advogada Cátia Kempf Zanotto, pai da cineasta Adriana, 25 anos, e da pequena Manuela, de 6 anos. Encantado pela literatura, já publicou "Poemas de Amor e Solidariedade", pela editora Garapuvu, "Antologia Poética", pela Sociedade dos Poetas Advogados, e "A Cor das Palavras", em coautoria com o artista plástico Zélio Andrezzo.

Contumaz colaborador da seção de artigo dos jornais e revistas de Santa Catarina, o advogado Zanotto é frequentemente convidado para palestras e aulas inaugurais, quando em geral aborda temas no terreno da ética. 

Zanotto substitui na Presidência da empresa ao engenheiro Valter José Gallina, que deixa o cargo para concorrer a uma vaga na Assembleia Legislativa. Gallina ingressou em 2011 na Companhia como diretor de Operação e Meio Ambiente, sendo alçado à presidência em abril de 2014.

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Ricardo Stefanelli 
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Nesta segunda-feira, 9, às 14h, a Polícia Civil, em parceria com a prefeitura de Florianópolis e o Instituto Padre Wilson Groh, inicia um programa educativo para jovens e adolescentes em situação de vulnerabilidade, no Norte da Ilha. Nesta primeira fase, 30 jovens e adolescentes com idades entre 13 e 17 anos vão participar de oficinas e atividades interdisciplinares na sede da Acadepol, em Canavieiras. Os participantes foram selecionados pelos integrantes do CRAS do Norte da Ilha.

Nesta segunda-feira à tarde, os pais dos alunos irão acompanhar o início das atividades. Após a solenidade de abertura, eles vão fazer um tour pela Acadepol e conhecer um pouco do trabalho dos policiais. Cada dia haverá uma atividade diferente, que começa e termina com uma roda de conversa.

Atividades do programa

ATIVIDADES POLICIAIS: Momento destinado à aproximação dos jovens e servidores da polícia de trocarem experiências através de um diálogo comunitário e apresentação de ofícios destinados a essa profissão.

ATIVIDADES ESPORTIVAS: Ofertar através do esporte, a aquisição de competências cognitivas e sociais.

O MUNDO DO TRABALHO: Abertura para possibilidades de maiores reflexões sobre a importância dos estudos como base para melhores oportunidades de trabalho e renda. Viabilizar mais desempenho em futuras carreiras com almejo de melhores salários e qualidade de vida. Discutir as relações de trabalho e produção, empreendedorismo, cooperativismo e associativismo.

INCLUSÃO DIGITAL: Possibilitar o acesso às Tecnologias da Informação, de forma a permitir a inserção de todos na sociedade da informação. Simplificar a sua rotina diária, maximizar o tempo e as suas potencialidades. Um incluído digital não é aquele que apenas utiliza a nova linguagem, mas que usufrui deste suporte para melhorar as suas condições de vida.

ÉTICA, CULTURA E SAÚDE: Promover oficinas voltadas ao fortalecimento de vínculos comunitários. Dialogar com os jovens sobres os novos direitos, promoção da cidadania, enfrentamento das desigualdades sociais.

TEATRO DO OPRIMIDO: Tem por objetivo tanto trabalhar com questões subjetivas dos participantes da oficina, como também elencar elementos políticos de seus contextos sociais para que sejam trabalhadas no decorrer dos encontros.

PROTAGONISMO CULTURAL: Estimular a participação e o protagonismo em ações culturais de interesse dos próprios jovens. Produzir projetos e eventos como encontros de grafiteiros e campeonatos esportivos.

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Jacqueline Iensen
Assessoria de Comunicação
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Lançamento do site e logo do NAE da Udesc

A Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) lançou o site e a logomarca do Núcleo de Acessibilidade Educacional (NAE), órgão criado na instituição em fevereiro deste ano, com a finalidade de desenvolver e executar ações de apoio pedagógico que promovam a acessibilidade de estudantes com deficiência e/ou com necessidades educacionais específicas.


Fotos: SED

Pais e filhos de todas as regiões de Santa Catarina participaram neste sábado, 7, do Dia da Família na Escola. A data foi celebrada nas escolas municipais e estaduais, além da rede escolar da Fiesc (Sesi e Senai), Fecomércio (Sesc e Senac), Faesc (Senar) e Fetrancesc (Sest e Senat). A professora Djanira Müller, por exemplo, tem uma ligação muito forte com a Escola João Widemann, em Blumenau. Seu pai foi professor ali, sua mãe foi aluna, ela mesma cursou todo o ensino básico e, agora, acompanha o primeiro ano do seu filho, João Guido, de 6 anos. “Essa escola fez parte da vida do meu pai, da minha mãe e para mim foi muito importante. Agora, com o meu filho, a gente passa a ter mais contato com todo o desenvolvimento e aprendizagem dele”, conta. 

Essa relação entre família e escola se repete no caso de Francine Balduíno, professora da APAE de Blumenau. Ela também foi aluna da Escola João Widemann e, agora, participa da vida escolar do seu filho Raul, de 9 anos. “É uma emoção muito grande voltar aqui porque a gente vê a evolução da escola, que já teve seus altos e baixos, mas hoje está maravilhosa. Oferece vários recursos e estou satisfeita com o ensino do meu filho”, relata Francine, que sempre marca presença na escola. 

Neiva Kruger é mãe de duas crianças, de 3 e 7 anos, estudantes da Escola Básica Municipal Almirante Tamandaré. Ela também participa de várias atividades na unidade escolar e acha que é uma oportunidade inclusive de integração com a comunidade. “É bom ter o privilégio que muitos não têm de brincar e se envolver mais, inclusive com o pessoal do bairro. Sempre participo das atividades na escola dos meus filhos e conheço as professoras deles”, fala a dona de casa orgulhosa.  

Projeto de vida

É esse vínculo entre família e escola que a data estimula, lembrou o presidente da Fiesc, Glauco José Côrte, que acompanhou as atividades em escolas públicas de Blumenau e no Sesi. “Os pais são atores importantes na formação e na melhoria da qualidade do ensino. O tema deste ano justamente visa criar condições para que os estudantes possam escolher o seu projeto de vida e os pais têm uma participação muito importante. Não no sentido de conduzir ou de determinar a profissão que o filho vai escolher, mas criando condições para que as crianças, os estudantes, os seus filhos possam escolher livremente a profissão e o trabalho que se revela como um dom e um desejo pessoal”, destacou.

O secretário de Educação, Eduardo Deschamps, salientou que escolas onde os pais são atuantes, são mais efetivas. “O diretor consegue realizar um trabalho melhor e os professores conseguem ter um feedback daquilo que estão fazendo. Pesquisas internacionais mostram isso. Escolas onde a família tem uma participação efetiva são escolas com melhores resultados”, afirmou. 

Para Ari Rabaioli, presidente da Fetrancesc, o Dia da Família na Escola tem importância enorme porque integra pais, professores, alunos e direção da escola com as entidades empresariais. “A Fetrancesc apoia porque sabe da importância dessa integração, de cada vez mais convencer o jovem de que ele precisa completar os cursos regulares para chegar ao mercado de trabalho mais bem preparado”, disse.

O anfitrião da escola João Widemann, diretor Cornélio Pereira dos Santos Neto, afirmou que o evento auxilia a aproximação entre família e escola. “A gente sempre diz que a escola e as famílias são parceiras. Quanto mais presentes as famílias estão, temos a clareza de que o estudante rende melhor, flui melhor e tem um melhor andamento dentro da escola”, avaliou.

Temas 

Saúde, esporte, cultura e a relação da família com a escola foram os temas destaques do Dia da Família na Escola em diferentes regiões do Estado. No Instituto Estadual de Educação, a maior escola estadual da América Latina, os pais levaram os filhos e se divertiram juntos. Jogos de raquete, peteca, perna de pau, dobraduras, simuladores de remo e muita música e dança marcaram a manhã de sábado na escola. Gisela dos Santos Lima é mãe do Luan, 10 anos, da Laura, 6, e da Laís, 2, e sempre está presente na vida deles. “Acho importante este acompanhamento. Vai ficar na memória deles, afinal, a família é a base de tudo”, destaca a mãe.

No Alto Uruguai um dos destaques da programação foi a apresentação do ensino da matemática por meio da robótica, atividade oferecida pelo Sesi na Escola de Educação Básica Deodoro, de Concórdia. Muitos alunos demonstraram interesse em conhecer as ferramentas de fabricação digital, que facilitam o processo de aprendizagem. O projeto desenvolve competências linguísticas, matemáticas, científicas e tecnológicas, instigando as crianças a buscarem novos conhecimentos. Na Escola Vidal Ramos Junior ocorreram palestras, apresentações musicais e momentos de interação entre pais alunos e professores. O Dia da Família na Escola também teve atividades culturais, teatro, dança e jogos.

Joinville

Na Regional de Joinville, 38 escolas realizaram atividades com o intuito de aproximar pais e estudantes no ambiente de ensino. Palestras de conscientização sobre saúde da mulher, sexualidade e adolescência, acidentes na infância, aulas de ginástica e horta medicinal integraram a programação de algumas escolas, que teve ainda exposição do conteúdo pedagógico e conversa sobre o desempenho dos estudantes. A programação diversificada incluiu também contação de histórias, apresentação de danças, declamação de poesias e campeonatos esportivos entre pais e filhos. “A presença dos pais na escola, além de colaborar com os múltiplos aspectos, inclusive o disciplinar, é uma valiosa ferramenta para o professor se achegar e conhecer melhor o seu aluno, compreendê-lo e então ajustar o processo pedagógico e fazer com que aprendizagem se torne concreta e eficaz. Esse dia é um estimulo a participação de todos os envolvidos na comunidade escolar”, destaca a gerente de Educação, Lorena Rothbarth.

Dia da Família na Escola

A proposta da criação do Dia da Família na Escola, que chega ao seu terceiro ano, surgiu da Campanha Pais pela Educação, lançada pelo Movimento SC pela Educação em 2014. Um dos estímulos é uma pesquisa do Instituto Ayrton Senna, em parceria com a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), segundo a qual os estudantes que recebem apoio e atenção dos pais na sua vida escolar estão, em média, quatro meses à frente no aprendizado em comparação com os que não recebem essa atenção. O objetivo da iniciativa é estimular a participação dos pais na vida escolar dos filhos.

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Desembargadora da Bahia falou sobre adesão do Judiciário aos Ciras estaduais - Foto: Billy Culleton / PGE

A contribuição do Poder Judiciário no combate à sonegação fiscal foi um dos principais temas abordados no 1º Seminário Estadual do Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos (Cira) em Santa Catarina, que se encerrou nesta sexta-feira, 6, em Florianópolis. O evento foi organizado conjuntamente pela Procuradoria Geral do Estado (PGE), Ministério Público Estadual (MPE) e Secretaria Estadual da Fazenda (SEF), que compõem o Cira.

Uma desembargadora e um procurador de Justiça da Bahia mostraram as vantagens da integração da magistratura nos Ciras estaduais, trazendo a experiência exitosa do estado nordestino. O Tribunal de Justiça baiano começou a colaborar com o Comitê em 2016. Desde então, além de participar das reuniões, realizou atos concretos buscando agilizar as ações envolvendo devedores contumazes de tributos. “Em cada comarca da Bahia foi capacitado um juiz para se encarregar das ações de fraude fiscal. Caso esse magistrado não esteja envolvido diretamente no processo, ele faz a orientação e intermediação com os outros juízes”, explicou o procurador de Justiça Geder Luiz Rocha Gomes.

Ao mesmo tempo, o Judiciário baiano determinou a tramitação prioritária das execuções fiscais abrangendo os 300 maiores devedores tributários do estado. “Para isso, houve um trabalho integrado com os órgãos do Cira para separar os créditos podres, com poucas chances de cobrança, das demais ações”, disse a desembargadora Maria de Lourdes Pinho Medauar. Segundo ela, o TJ reformulou várias varas da Fazenda em Salvador e no interior baiano, saneando as unidades para dinamizar o andamento das ações. “A título de exemplo, em Salvador, no ano 2016 foram baixados 14,5 mil execuções e, no ano seguinte, foram 82,5 mil. Um crescimento de 568%”.

A magistrada também mostrou que o protesto em cartório e a inclusão no Serasa, inovações na cobrança de devedores, desafogou a Justiça: foram 200 mil Certidões de Dívida Ativa a menos que chegaram aos juízes baianos. Para ela, o Judiciário não deve se preocupar pelo fato de colaborar com o Cira. “Os procuradores, promotores e auditores mostram os argumentos para executar um devedor e o juiz vai julgar, de forma imparcial, de acordo com a legislação”, enfatizou Medauar, informando que o Tribunal de Justiça da Bahia tem incentivado os magistrados a participar de seminários para aperfeiçoar os conhecimentos sobre a temática fiscal.

O Sistema de Inteligência Fiscal (SIF), que combate as fraudes fiscais estruturadas, também foi abordado pelo auditor fiscal da Secretaria da Fazenda do Rio Grande do Sul Telmo Damiani. Ele, que é coordenador da SIF, defendeu o uso da inteligência fiscal nas investigações e mostrou as fraudes mais comuns feitas por empresas devedoras, como blindagem patrimonial, ocultação de bens e dissimulação de atos. O SIF foi criado em 2009 e todos os estados do país aderiram ao programa que permite a troca de informações e experiências.

Mais tarde foi a vez do auditor fiscal da Receita Federal Bernardo Fiúza falar na recuperação de ativos de devedores contumazes. Ele mostrou três casos emblemáticos, nos quais participou no Rio Grande do Sul, envolvendo um grande supermercado, uma empresa de madeiras e uma empresa de vestiário e expôs como foi feita a investigação que resultou na penalização desses contribuintes. Fiúza, que atua no Escritório de Pesquisa e Investigação na 10º Região Fiscal, em Porto Alegre, salientou que a Receita Federal “pode e deve ser acionada” pelo Cira para obter informações sobre devedores de tributos.

Ao falar sobre Execução fiscal na recuperação judicial e falências, o procurador do Rio Grande do Sul Max Möller defendeu a integração dos órgãos envolvidos na cobrança. “Devem se comunicar entre si e passar informações sobre as empresas devedoras. Por exemplo, quando o contribuinte solicitar a recuperação, o juiz deve informar o Ministério Público e a Procuradoria”, disse. Ele sugeriu alguns procedimentos para aumentar o cerco aos devedores.

O Cira, que busca fortalecer o combate à sonegação fiscal e implementar medidas que facilitem a recuperação de valores suprimidos do Estado, é uma iniciativa das procuradorias dos estados, tribunais de Justiça, ministérios públicos estaduais, secretarias da fazenda e de segurança pública de todo o país e já foi implantado no Pará, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Bahia, Amazonas, São Paulo e Minas Gerais, além de Santa Catarina.

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