Foto: Gustavo Cabral/Ascom Udesc Esag

A Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) abre na próxima segunda-feira, 18, as inscrições para o  de ingresso nos cursos de Mestrado e de Doutorado em Administração em 2019. São 44 vagas oferecidas no campus da Udesc em Florianópolis: 15 para o Mestrado Acadêmico, 17 para o Mestrado Profissional e 12 para o Doutorado. As inscrições vão até 17 de abril.


Foto: Divulgação / SCPar Porto de Imbituba 

O Porto de Imbituba fechou janeiro e fevereiro com alta de 15% na movimentação de cargas em relação ao mesmo período do ano passado. O resultado bimestral soma um volume movimentado de cerca de 750 mil toneladas, aproximadamente 100 mil toneladas a mais do que no primeiro bimestre de 2018. A perspectiva da SCPar Porto de Imbituba, empresa pública que administra o Porto, é que o complexo portuário do Sul catarinense movimente 5,4 milhões de toneladas em 2019.

O transporte de contêineres, coque, milho, hulha betuminosa e toras de madeira representaram 73% de todas as cargas que passaram pelo Porto entre janeiro e fevereiro de 2019. Em relação à balança comercial, a importação liderou as operações, com 43,6% do total movimentado, seguida das exportações, com 38,8%. Os demais 17,6% ficaram para cabotagem, que é a navegação na costa brasileira.

Para Jamazi Alfredo Ziegler, diretor-presidente da SCPar Porto de Imbituba, o crescimento do Porto reflete o esforço empregado para a melhoria das condições operacionais e para a atração e retenção de cargas. “O desafio agora é atrair novas linhas de navegação, realizar melhorias estruturais para o recebimento e embarque de mercadorias, além de trabalhar com BI (business intelligence), tecnologias da informação e estratégias de inovação para alavancar nossa competitividade no mercado”, avalia o presidente.

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Uma das vagas do edital em Balneário Camboriú é na área de Engenharia de Petróleo - Foto: Jonas Pôrto

As inscrições sete vagas de professor substituto da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) terminam nesta quarta-feira, 13. As vagas são para  Balneário Camboriú, Chapecó, Ibirama, Joinville e Lages. Confira o edital.

 Foto: James Tavares/Secom

O governador Carlos Moisés entregou nesta segunda-feira, 11, o termo de referência para as obras preventivas na rodovia SC-390, que faz a ligação entre Orleans, Lauro Müller e Bom Jardim da Serra, passando pela na Serra do Rio do Rastro. Elaborado pela Defesa Civil, o documento permite que o Governo de Santa Catarina dê início à licitação para a escolha da empresa que executará o serviço. A entrega foi realizada no posto da Polícia Militar Rodoviária (PMRv) do Distrito de Guatá, em Lauro Müller. 

De acordo com Moisés, resolver a situação da Serra do Rio do Rastro está entre as prioridades do Governo do Estado desde janeiro. Em fevereiro, o Departamento Estadual de Infraestrutura (Deinfra) já havia feito obras emergenciais para garantir condições seguras de tráfego na rodovia, logo após uma interdição determinada pela Defesa Civil.

"Precisamos olhar para frente e tratar a Serra com o carinho de que ela precisa. O potencial de toda essa região para o turismo é infindável. Queremos que as pessoas visitem, tenham ótimas experiências e saiam com o desejo de voltar para cá", afirmou o governador.

Os prefeitos de Orleans, Jorge Koch, de Bom Jardim da Serra, Serginho Rodrigues de Oliveira, o vice-prefeito de Lauro Müller, Pedro Barp, os secretários de Estado da Casa Civil, Douglas Borba, de Infraestrutura, Carlos Hassler, e da Defesa Civil, João Batista Cordeiro Junior, estavam entre as autoridades que acompanharam o ato. A deputada federal Carmen Zanotto e o deputado estadual Volnei Webber também estiveram presentes. 

Investimento de R$ 19 milhões

O Ministério do Desenvolvimento Regional (antigo Ministério da Integração Nacional) aprovou um investimento de R$ 19 milhões para as obras. A licitação ficará sob responsabilidade da Secretaria de Estado da Infraestrutura. O termo de referência, que servirá como base para o edital, foi elaborado pela Defesa Civil, e descreve ao longo de 542 páginas os trabalhos de engenharia que precisam ser feitos na rodovia. Serão 25 pontos de intervenção. Dois deles na localidade de Pindotiba, em Orleans, e os outros em Lauro Müller, na Serra do Rio do Rastro

"A gestão dos riscos relacionados a deslizamentos e rolamento de rochas na rodovia é uma necessidade antiga, que com o estudo minucioso e a busca de financiamento para as intervenções necessárias, por parte da Defesa Civil Estadual, começa agora se concretizar", afirma o secretário da Defesa Civil, João Batista Cordeiro Júnior.

Desde fevereiro de 2018, foram registradas 12 ocorrências, entre queda e rolamento de blocos rochosos, de árvores, rebaixamento da pista de rolamento e enxurradas. As intervenções para prevenir novas ocorrências e garantir a segurança consistem em ações como a instalação de telas metálicas de alta resistência e estruturas de concreto para conter as rochas em pontos estratégicos, supressão de árvores e limpeza de canaletas e bueiros para melhorar o escoamento da água da chuva. Os trabalhos levam em conta a preservação da paisagem da Serra.

A próxima etapa antes do início das obras é a licitação para a escolha da empresa que executará o serviço. O processo será conduzido pela Secretaria de Estado de Infraestrutura. "Com união, integração e trabalho sério, conseguimos fazer a coisa acontecer. A partir de agora, vamos trabalhar na licitação para a obra sair do papel", concluiu o secretário de Infraestrutura, Carlos Hassler.

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  Fotos: Peterson Paul/Secom

O governador Carlos Moisés, acompanhado dos secretários da Casa Civil, Douglas Borba, da Educação, Natalino Uggioni, e da Articulação Nacional, Diego Goulart, cumprem agenda no Sul do Estado, nesta segunda-feira, 11. Em Criciúma, primeira parada da visita, Moisés e a comitiva participaram de atos de liberação de recursos para o transporte escolar e a inauguração de um laboratório móvel para análises da água. O governador percorre ainda os municípios de Lauro Müller e Tubarão durante a tarde desta segunda-feira.

Em Criciúma, o governador foi recebido pelo prefeito Clésio Salvaro, que apresentou as principais demandas do município, especialmente relacionadas à infraestrutura. Na sequência, em visita ao Cedup Abílio Paulo, unidade que concentra o maior número de estudantes da rede pública estadual na cidade, o governador e o secretário de Estado da Educação assinaram o convênio que prevê o repasse de R$ 2,8 milhões para o transporte escolar.

Ao reforçar a importância da Educação como instrumento capaz de minimizar as diferenças regionais, o governador Carlos Moisés disse que "qualquer movimento do Governo no sentido de apoiar a Educação é investir na vida, no despertar de novas gerações para o compromisso de transformar para melhor a realidade do lugar onde vivem e de construir um futuro com oportunidades iguais para todos."

Este ano, o incremento do transporte escolar é de quase R$ 8 milhões, passando de R$ 87,6 milhões, em 2018, para R$ 95,5 milhões. Ao todo, cerca de 119 mil estudantes dos 295 municípios catarinenses serão atendidos.

"O valor será repassado mês a mês, conforme a prestação de contas dos municípios", informou Uggioni. O secretário destacou ainda que a escola, por onde o Estado inicia a distribuição dos recursos destinados ao transporte escolar tem um dos melhores IDEB do Estado.

Laboratório Móvel no IMA

Outro ato que contou com a participação do governador Carlos Moisés em Criciúma foi a inauguração do Laboratório Móvel do Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA). O presidente do IMA, Valdez Rodrigues Venâncio, explicou ao governador que o laboratório vai atuar principalmente nas unidades de conservação do Estado, analisando a qualidade da água.

Com o Laboratório Móvel será possível coletar e analisar imediatamente as amostras, verificando locais em que água passa e recebe possível influência poluidora. A unidade vai realizar análises bacteriológicas para a determinação de contaminação por agentes de origem fecal e análises físicas como temperatura, oxigênio dissolvido, condutividade, pH, cor, transparência e sólidos sedimentáveis.

Somente no Parque Estadual da Serra do Tabuleiro, a maior Unidade de Conservação de Santa Catarina, por exemplo, existem centenas de nascentes, responsáveis pela formação de mananciais que abastecem a região da Grande Florianópolis, como o Rio da Madre, Cubatão, Maciambu, Capivari e Rio Duna.

O veículo foi doado por meio de Termo de Ajustamento de Conduta realizado pelo Ministério Público e o IMA. A transformação da van em laboratório foi realizada com recursos de compensações ambientais.

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 Foto: Mauricio Vieira/ Secom

A Operação Veraneio 2018/19 se encerrou nesta segunda-feira, 11, com bons resultados para Santa Catarina. Enquanto as ações preventivas do Corpo de Bombeiros Militar saltaram 22%, passando de 4,1 milhões na temporada passada para pouco mais de 5 milhões neste verão, houve queda nas principais estatísticas da criminalidade, com redução de 43% no número de homicídios, 32% nos roubos e 21% nos furtos. Os dados foram apresentados pela cúpula da Segurança Pública durante coletiva de imprensa, em Florianópolis.

Comandante-geral da Polícia Militar e atual secretário de Estado da Segurança Pública, o coronel Araújo Gomes atribuiu a melhora dos índices ao aumento da integração das corporações, formalizada com a criação do Colegiado Superior de Segurança Pública. De acordo com ele, o foco está totalmente voltado para a entrega de resultados. “Quando falamos dos homicídios, foram 62 a menos do que na Operação Veraneio do ano passado. Tivemos também aproximadamente 600 roubos e quase 3 mil furtos a menos. Isso demonstra que os esforços foram bem-sucedidos e resultados positivos foram alcançados para tornar o turismo de Santa Catarina atrativo”, salientou Araújo Gomes.

O coronel Edupércio Pratts, comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar, destacou principalmente o aumento das ações preventivas, de 22%, que levaram a uma queda de 25% nos resgates a banhistas (de 2,8 mil para 2,1 mil). O militar ressaltou a relaçao entre essas duas estatísticas: “Isso faz com que a necessidade de intervenção diminua. São ações do guarda-vidas de orientação, de atuação antes das ocorrências. A prevenção teve que ser trabalhada fortemente também porque tivemos um verão ensolarado, com grande afluxo de turistas.”

Por parte da Polícia Civil, o principal destaque ficou com o aumento da instalação de inquéritos (procedimentos que apuram a autoria de crimes). Conforme o delegado-geral, Paulo Koerich, trata-se de um aumento da produtividade policial, uma vez que os agentes ficam focados na solução dos casos. “A Polícia Civil atingiu os objetivos que lhe foram confiados. Esse aumento da produtividade, mesmo com 30 dias a menos de Operação Veraneio para a Polícia Civil, levou também à diminuição dos índices de violência. A tradução disso na prática: mais segurança para os cidadãos catarinenses e para aqueles que nos visitam”, afirmou Koerich.

Integração com a polícia argentina

Pelo segundo ano consecutivo, policiais da província de Misiones, na Argentina, participaram da Operação Veraneio catarinense. Eles ajudaram no atendimento aos turistas estrangeiros — não apenas do país vizinho, mas também de outras nações de língua espanhola. O tenente-coronel Claudio Ludke comemorou os dados de redução da criminalidade e afirmou que o objetivo nas próximas temporadas é aumentar o número de militares argentinos em terras catarinenses.

A crise financeira que atinge o país vizinho reduziu a presença de argentinos nesta temporada em Santa Catarina. Mesmo assim, o diretor de planejamento e desenvolvimento turístico da Santur, Leandro “Mané” Ferrari, destaca que a queda nos índices de criminalidade contribui para uma melhora da imagem de Santa Catarina, tanto no exterior quanto dentro do Brasil.

“Não tenha dúvida de que as pessoas que procuram um lugar para passar as férias e descansar buscam um lugar seguro. Esses números ajudam a aumentar esse público. Trabalhar o turismo nacional nesse aspecto é um dos motes da Santur. Mas também fazemos isso no exterior, em lugares, como Uruguai e Paraguai. Temos que buscar turistas em todas as partes”, afirmou Ferrari.

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 Foto: Divulgação / Epagri

O Centro de Desenvolvimento em Aquicultura e Pesca da Epagri (Epagri/Cedap) realiza, nos dias 12 e 14 de março, mais uma etapa do projeto de pesquisa para cultivo da macroalga Kappaphycus alvarezii em Santa Catarina. A macroalga produz matéria-prima para as indústrias química e de alimentos e pode representar uma importante fonte de renda para os maricultores do Estado.

A nova etapa do estudo, que vai acontecer na comunidade do Ribeirão da Ilha, em Florianópolis, consiste na medição das macroalgas para acompanhar o desenvolvimento do vegetal na localidade. Há dez anos essa pesquisa vem sendo desenvolvida no Sambaqui, outra comunidade maricultora tradicional da capital catarinense. A ampliação dos estudos de cultivo da Kappaphycus alvarezii para o Ribeirão da Ilha aconteceu em dezembro. “Em fevereiro fizemos a primeira biometria nas algas do Ribeirão e o crescimento foi surpreendente”, comemora Alex Alves do Santos, pesquisador da Epagri/Cedap responsável pelo projeto.

Há dez anos a macroalga vem sendo cultiva no Sambaqui com bons resultados. Entre março e abril o pesquisador pretende instalar cultivos experimentais em Governador Celso Ramos e na Penha. “Tais ampliações estão sendo realizadas por determinação do Ibama, órgão licenciador de espécies exóticas, como condicionante para a liberação dos cultivos comerciais da Kappaphycus alvarezii em Santa Catarina. Atualmente, apenas Rio de Janeiro e São Paulo estão liberados para cultivos comerciais” esclarece Alex.

A macroalga em estudo pela Epagri produz a carragenana, usada como espessante pelas indústrias química e alimentícia. Só em 2015 o Brasil importou 1.836 toneladas de carragenana ao custo de 16 milhões de dólares.

“Como estratégia, pretendemos iniciar os cultivos comerciais da Kappaphycus alvarezii integrados ao de moluscos, diversificando a produção e aumentando a renda dos produtores. Não queremos que ninguém deixe de produzir moluscos. As algas serão a segunda espécie. No futuro, cada produtor poderá avaliar o que é melhor para si, ou seja, continuar com a integração ou partir para o monocultivo de algas”, justifica o pesquisador da Epagri.

Em busca de autorização para cultivo comercial

“Os maricultores estão ansiosos para iniciar na nova atividade, nos cobram semanalmente notícias sobre o assunto”, revela Alex. Para atender a essa expectativa, Epagri e UFSC, parceiras no projeto, atuam também na obtenção da autorização para os cultivos comerciais. Em dezembro de 2018 a Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca de Santa Catarina e a reitoria da UFSC encaminharam ofícios ao governo federal solicitando liberação da atividade. A pedido da Epagri e UFSC, os maricultores, através de suas associações, realizaram a mesma ação. A Câmara Setorial da Maricultura, foi outra que se manifestou. O próximo passo será acionar a bancada catarinense em Brasília para uma cobrança política, exigindo tratamento igualitário ao Rio de Janeiro e São Paulo. Enquanto essas ações burocráticas são levadas a cabo, os pesquisadores estão realizando a secagem das algas e o armazenamento de um volume maior, que será encaminhado a uma empresa brasileira de processamento, para extração da carragenana.

O grande entrave para iniciar a produção comercial do vegetal marinho em Santa Catarina está nas exigências do Ibama. A preocupação do Instituto é que essa alga, por ser exótica, se alastre pelo mar. No entanto, Alex afirma que já foi amplamente comprovado que esta possibilidade não existe. Diversos artigos científicos de vários pesquisadores nacionais e o próprio experimento em Santa Catarina, que já dura dez anos, embasam essa afirmação. Ele ressalta ainda que esta alga foi introduzida no Brasil em 1995, na região Sudeste do país, e nunca foi observada a emissão de qualquer estrutura reprodutiva.

A alga é nativa de regiões tropicais do continente asiático, como Indonésia e Filipinas, que são maiores produtores mundiais, por isso ela não conseguiu se reproduzir no Brasil. A propagação dela no Brasil é vegetativa. Os plantios e replantios são realizados com pequenos ramos retirados do vegetal. Os ramos rebrotam e crescem em ciclos que variam de 30 a 60 dias, dependendo da época do ano. No verão os ciclos são menores e vão aumentando à mediada que esfria.

“É de conhecimento público que as médias de temperaturas da água do mar dos estados de São Paulo e Rio de Janeiro são mais elevadas do que em Santa Catarina. Então, se podem cultivar algas lá, deveríamos poder cultivar aqui também. Este é nosso principal argumento técnico quanto à segurança ambiental de cultivo”, descreve Alex. Ele conta que as temperaturas da água do litoral catarinense não permitem cultivo do vegetal durante os meses de junho, julho e agosto. “Se por um lado, isso é um problema do ponto de vista de cultivo, por outro é uma segurança ambiental. As algas simplesmente param de crescer e morrem em temperaturas inferiores a 18°C. Em nossos estudos, registramos temperaturas de até 13°C no mar de Santa Catarina, momento em 100% das algas morreram”, finaliza o pesquisador.

Serviço

  • O que: medição das macroalgas Kappaphycus alvarezii
  • Quando: dias 12 e 14 de março, preferencialmente das 9h às 12h*
  • Onde: Fazenda Marinha Atlântico Sul, na Rodovia Baldicero Filomeno, número 10.180, Ribeirão da Ilha
  • Informações e entrevistas: Alex Alves dos Santos, pesquisador da Epagri/Cepad, fones (48) 3665-5051 / 98414-6129

(*)Em caso de chuvas ou ventos fortes, a atividade será cancelada. Recomendamos a ida da imprensa ao local pela manhã, porque no período da tarde há mais probabilidade de uma mudança brusca no tempo.

Informações para a imprensa
Gisele Dias, jornalista: (48) 99989-2992 / 3665-5147
Cinthia Freitas, jornalista: (48) 3665-5344
Isabela Schwengber, jornalista: (48) 3665-5407

Foto: Antonio Prado/Fesporte

O respeito às diferenças, combinado com a responsabilidade e compromisso com a comunicação, deu origem ao projeto de inclusão voltado ao atendimento às pessoas com necessidades especiais na Fundação Catarinense de Esporte. A Assessoria de Comunicação e Marketing (Ascom) da Fesporte desenvolve uma estratégia que beneficia, inicialmente, os deficientes visuais.

Desde a primeira semana de março, matérias institucionais publicadas no site oficial da Fundação, as ditas “matérias faladas”, já contam com sonorização. O texto produzido pela equipe de jornalistas da Ascom é publicado e, em seu rodapé, uma mídia de áudio é adicionada com a narração do conteúdo escrito. A reprodução é por meio de um aplicativo (SoundCloud) que permite visualizar o tempo de reprodução bem como compartilhá-lo instantaneamente em redes sociais (Facebook, Twitter) e até mesmo enviá-lo por e-mail.

O conteúdo também pode ser baixado na mesma plataforma que foi publicado. Trata-se de uma alternativa importante que permite às emissoras de rádio, dependendo da importância e conteúdo da informação, reproduzirem o arquivo na grade diária de suas programações esportivas: “Fizemos uma pesquisa e não encontramos algo semelhante. Qualificamos a iniciativa de inovadora e, principalmente, extremamente respeitosa às pessoas com necessidades especiais”, afirma o presidente Rui Godinho. 

A primeira iniciativa voltada ao atendimento de pessoas com deficiências visuais (DV) faz parte de um grande projeto implantado em 2019 durante as ações esportivas previstas no calendário da Fesporte. Nos Jogos Abertos Paradesportivos (Parajasc), que têm a participação de atletas com inúmeras deficiências, a equipe Ascom projeta implantar outros métodos de comunicação.

Produções em vídeo, por exemplo, vão dispor de legenda integral no rodapé da mídia ou descrição na linguagem de Libras para atender as necessidades dos surdos. Outra inovação para 2019 será a aplicação, no sistema de escrita em Braille, da identificação dos troféus e medalhas distribuídas em todas as competições. O modelo permitirá gravar, em relevo, a colocação obtida pelos atletas.

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Foto: James Tavares / Secom

Lages, cuja economia sempre esteve ligada à pecuária, registra agora um crescimento em novo tema: os ecossistemas de inovação, por intermédio do Orion Parque Tecnológico. O Centro de Inovação, construído com recursos do Estado, tem sido um dos impulsionadores deste novo momento. Em dois anos, o Orion cresceu mais de 70%,saltando de quatro para 29 empresas residentes, restando apenas 10% para ocupação. O número foi apresentado ao Secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDS), Lucas Esmeraldino, durante visita à região serrana.

Foto: Michelle Nunes/SEF 

Os secretários de Estado da Fazenda (SEF), Paulo Eli, e da Agricultura e Pesca (SAR), Ricardo de Gouvêa, estiveram reunidos nesta sexta-feira, 8, com as entidades que representam a agricultura e pecuária em Santa Catarina. Segundo Eli, o objetivo foi esclarecer o novo modelo tributário adotado no Estado e a revisão dos benefícios fiscais. “Queremos aumentar a renda média dos produtores rurais. Por isso, estamos construindo um projeto para valorizar a cadeia produtiva, beneficiando os agricultores e incentivando na produção”, explicou.

A revisão dos benefícios fiscais está sendo realizada por meio do Grupo de Trabalho de Benefícios Fiscais (GTBF), criado em fevereiro. O objetivo é atender as diretrizes da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), que prevê redução gradual da renúncia fiscal, fixando no limite máximo de 16% da receita bruta até 2022. “Estamos retirando os benefícios de muitos produtos importados, que concorrem diretamente com os catarinenses, prejudicando o setor produtivo local”, salientou Eli.

O secretário Ricardo de Gouvêa destacou a importância de reconstruir um modelo tributário para o agronegócio catarinense, focando sempre na receita dos produtores rurais. “Aumentar a renda dos produtores rurais é o grande foco do Governo do Estado e nós estamos muito alinhados nesse sentido”, disse.

O governador Carlos Moisés encaminhou para a Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc), nesta quinta-feira, 7, dois projetos de lei para isentar o ICMS do medicamento Spinraza, utilizado em pacientes com Atrofia Muscular Espinhal (AME), e diminuir a alíquota de diversos produtos da cesta básica, além dos suínos vivos, alho, erva-mate e madeira serrada.

Participaram do encontro representantes da Federação das Cooperativas Agropecuárias de Santa Catarina (Fecoagro), Federação da Agricultura e Pecuária de Santa Catarina (Faesc), Federação dos Trabalhadores na Agricultura de Santa Catarina (Fetaesc) e Organização das Cooperativas de Santa Catarina (Ocesc).

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