Foto Julio Cavalheiro/Secom

Durante dois dias, policiais militares e civis, além de bombeiros militares, passaram por um curso de preservação de local de crimes, coordenado pela Diretoria de Formação e Capacitação da Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP) e ministrado por peritos do Instituto Geral de Perícias (IGP), em Florianópolis. A iniciativa deve ser ampliada para outras regiões catarinenses até o fim do ano.

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Divididos em partes teórica e prática, o curso com 16 horas tem o objetivo de agilizar as investigações, além de trazer um resultado fiel, tanto no laudo pericial, quanto à investigação, ao que aconteceu no momento do crime.

“Essa capacitação busca envolver, principalmente, os profissionais que estão na ponta, para que a abordagem sem a alteração no local de crime possa render investigações fidedignas. Além de mais segurança para as decisões judiciárias, também ajuda na economia de recursos, evitando um retrabalho, como no caso de uma reconstituição, por exemplo”, explica o diretor de Formação e Capacitação, coronel da reserva da Polícia Militar José Aroldo Schlichting. 

As aulas foram ministradas pelos peritos Rogério Tocantins e Gelso Luiz Borba Júnior, no Centro de Ensino Bombeiro Militar. A parte prática contou com simulação de ocorrências reais. “Este curso não se destina apenas aos profissionais que estão iniciando nas corporações de segurança, mas também àqueles ativos há alguns anos, como uma forma de reciclagem”, pontua o diretor.

Durante a parte prática, Tocantins destacou a importância de cursos como este para a integração do atendimento, meta do governador Moisés para a Segurança Pública. “Pude perceber, durante a aula, que cada instituição tem um foco específico durante uma abordagem, por isso esse curso envolvendo instituições diferentes torna a troca ainda mais válida”, disse.

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Fotos: Cabo BM Fumagalli

O cão de busca e resgate Hunter, tutoreado pelo cabo Ronaldo Wagner Fumagalli Silva, do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina (CBMSC), indicou a localização de uma vítima de feminicídio na noite de quarta-feira, 8, em Florianópolis. A busca pela vítima, de 36 anos, que estava desaparecida desde 15 de abril, era feita pela Polícia Civil, com suporte do Grupo de Busca e Salvamento (GBS) do CBMSC.

Conduzido pelo cabo Fumagalli, Hunter seguiu os últimos rastros deixados pela vítima e identificou o local do crime, em uma área de mata conhecida como Caieira da Barra do Sul, no Ribeirão da Ilha. De acordo com as investigações, o corpo da vítima foi carbonizado pelo ex-companheiro. Os restos haviam sido retirados pelo assassino e, mesmo após toda a situação, o faro apurado do labrador detectou os odores resultantes da decomposição humana. Após matar e queimar a companheira, o homem guardou o resto das cinzas e as ocultou em um sítio, próximo à casa em que morava.

No dia 16 de maio, a Celesc irá realizar em sua sede, em Florianópolis, o 3º Workshop de Fornecedores. Com mais de 60 empresas de todas as regiões do país inscritas até o momento, o evento visa estreitar o relacionamento e ampliar o diálogo sobre questões estratégicas de aquisições e políticas da holding catarinense com seus fornecedores.

 Foto: Dive/SC

O bloqueio vacinal em Gravatal e região, no Sul do estado, imunizou 499 animais contra a raiva, entre cães e gatos, durante essa quinta-feira, 9. As equipes começaram o trabalho pelo Bairro Indaial, local onde o caso de raiva humana foi registrado. A partir dali, em um raio de até cinco quilômetros, os animais começaram a receber a vacina.

A ação acontece casa a casa e atinge também os municípios de Capivari de Baixo e Pescaria Brava. O trabalho deve se estender ainda na próxima semana. “O dia foi positivo. Conseguimos aplicar a vacina antirrábica em aproximadamente 373 cães e 126 gatos”, comenta João Fuck, gerente de Zoonoses da Dive.

A atividade, coordenada pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE), vinculada à Superintendência de Vigilância em Saúde (SUV) da Secretaria de Estado da Saúde, contou também com a participação de profissionais e técnicos da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), dos três municípios que fazem parte da região (Gravatal, Pescaria Brava e Capivari de Baixo), das Gerências Regionais de Saúde e de professores e acadêmicos da Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul).

A médica veterinária da Dive, Alexandra Schlickmann Pereira, lembra que a forma mais eficaz de proteção contra a raiva é a vacinação dos animais. “O ideal seria ter um veterinário de confiança e ele indicar qual o calendário de vacinas mais adequado para o seu animal de estimação”, ressalta.

Raiva

Após 38 anos sem registrar casos de raiva humana no estado, a Dive confirmou no início desta semana, um óbito de uma paciente de 58 anos, residente em área rural do município de Gravatal, por conta da doença.

Já os últimos casos de raiva em cães e gatos em Santa Catarina foram registrados em 2006, nos municípios de Xanxerê (um cão e um gato), Itajaí (um cão), e em 2016, em Jaborá (um cão).

A raiva é uma doença transmissível que atinge mamíferos como cães, gatos, bois, cavalos, macacos, morcegos e também o homem, quando a saliva do animal infectado entra em contato com a pele ou mucosa por meio de mordida, arranhão ou lambedura do animal.

O vírus ataca o sistema nervoso central, levando à morte após pouco tempo de evolução. A raiva não tem cura estabelecida (há apenas três casos de cura conhecidos no mundo, um deles no Brasil) e a única forma de prevenção é por meio da vacina.

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Fotos: James Tavares / Secom

Recursos disponíveis do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) foram pauta de reunião entre o governador Carlos Moisés, secretários de Estado da Educação, Natalino Uggioni, da Casa Civil, Douglas Borba, e representantes municipais de Santa Catarina realizada nesta quinta-feira, 9. Ao todo, são R$ 183 milhões de investimentos para Santa Catarina.

Promovido pelo Governo do Estado, o encontro teve como objetivo informar e esclarecer dúvidas sobre recursos de diferentes finalidades que estão à espera de utilização por parte dos municípios desde 2018. Da rede estadual, são R$ 102 milhões que estão sendo investidos em programas pedagógicos, transporte, alimentação escolar, infraestrutura e aquisição de equipamentos. Para as cidades, são R$ 81 milhões no FNDE.

 Foto: Cristiano Estrela/Secom

Contribuintes catarinenses com débitos no Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD) têm até o dia 28 de junho para quitar as pendências fiscais com até 90% de desconto sobre multas e juros. O benefício, garantido pelo Programa Catarinense de Recuperação Fiscal (Prefis), é válido para pagamentos em cota única.

“Esta é a última oportunidade de quitar as dívidas com desconto sobre multas e juros pelos próximos quatro anos. O pagamento, mesmo com a redução, encerra discussões administrativas, cíveis e criminais”, explica o secretário de Estado da Fazenda (SEF), Paulo Eli.

Poderão participar do Programa os contribuintes com débitos não constituídos de ofício (não notificados) vencidos até 30 de setembro de 2018, ou constituídos (notificados) até a mesma data; inscritos ou não em dívida ativa, inclusive ajuizados. No caso de crédito tributário decorrente de descumprimento de obrigações acessórias, composto apenas de multa, a redução será de 70% e, nos demais casos, será de 90% (multa e juros).

O diretor de Administração Tributária da SEF/SC, Rogério Mello, reforça que o objetivo da medida é fomentar a economia catarinense. “Este movimento faz com que a arrecadação cresça, garantindo a geração de novos empregos. O Prefis é uma destas medidas que visa desenvolver ainda mais a economia do Estado, pois auxilia os contribuintes que encontram dificuldades em pagar as dívidas de anos anteriores. É uma oportunidade para que as obrigações legais e fiscais sejam cumpridas”, afirma.

Os interessados devem acessar a página da SEF (com certificado digital) ou comparecer a uma unidade da Gerência Regional da Fazenda Estadual.

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Fotos: James Tavares/Secom

O Governo do Estado planeja dobrar os investimentos na manutenção de vias estaduais e municipais com a aplicação de aproximadamente R$ 74 milhões em um Fundo de Infraestrutura ainda neste ano, a partir de junho. Esses recursos serão repassados aos consórcios municipais, com os quais o Estado manterá diálogo constante para a definição das prioridades específicas de cada região. Batizado de Projeto Recuperar, ele foi lançado nesta quinta-feira, 9, em uma parceria entre o Estado, a Federação Catarinense dos Municípios (Fecam) e as 21 associações municipais.

Os detalhes do projeto foram apresentados pelo governador Carlos Moisés e os secretários de Estado Douglas Borba (Casa Civil) e Carlos Hassler (Infraestrutura) durante reunião de trabalho com os prefeitos e técnicos das associações. A iniciativa foi aprovada por unanimidade.

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De 2020 em diante, a previsão é que projeto receba R$ 120 milhões por ano, o que representa um crescimento de 124% em relação aos R$ 53,5 milhões aplicados em 2018. “Estamos separando esses recursos, com apoio da Secretaria da Fazenda, graças ao esforço de economia que temos feito de enxugamento da máquina pública. São valores extras, além daqueles com os quais a Secretaria de Infraestrutura já trabalha”, projeta Moisés.

Estado contratará engenheiros

Caberá aos consórcios executarem os serviços. Eles poderão contratar equipes ou aproveitar servidores das prefeituras, seguindo as condições mais adequadas para a realidade de cada região. O Estado fiscalizará a execução, com a contratação de pelo menos 30 engenheiros já aprovados em concurso público. 

A expectativa do governador é que a contratação no modelo de consórcio resulte em uma redução de 40% a 50% dos custos para a manutenção das rodovias em comparação aos valores de mercado. Dessa forma, a aplicação dos recursos tende a ter um efeito ainda maior na prática.

“A partir de junho, os municípios que já têm consórcio formado poderão receber os recursos. Os demais terão que acelerar esse processo, com apoio da Fecam”, observa Moisés. Na avaliação dele, os investimentos na manutenção das rodovias, além de melhorarem a qualidade de vida dos catarinenses, vão resultar em mais economias para os cofres do Estado. “Dentro das cidades, circulam viaturas policiais, ambulâncias do Samu, bombeiros. Se as vias municipais não estiverem bem conservadas, o Estado também será atingido”, lembra o governador.

Os detalhes técnicos do modelo começaram a ser tratados ainda na tarde desta quinta-feira em reuniões com a Fecam. O próximo passo é definir um critério para os valores a que cada consórcio fará jus, baseado na quilometragem de rodovias pavimentadas e não pavimentadas das cidades que integra. Os valores poderão ser aplicados para recuperação da pista, roçada, sinalização e desobstrução da drenagem.

Formação de consórcios

De acordo com o presidente da Fecam e prefeito de Tubarão, Joares Ponticelli, hoje já há pelo menos seis consórcios ativos, que envolvem entre 60 e 70 municípios, prontos para aderir ao Recuperar. “A tendência é que tenhamos 21 consórcios, um por associação de municípios, mas é possível que haja junção de uma ou mais associações em um único consórcio”, afirma.

O projeto é um desdobramento da desativação das Agências de Desenvolvimento Regional (ADRs), que acarreta num protagonismo maior por parte das entidades que representam os municípios. Ponticelli valorizou o esforço do Governo do Estado em fazer as economias necessárias para investir mais em infraestrutura. “O valor praticamente dobra, é um incremento substancial. Executando na própria região, há a garantia de qualidade e um preço menor”, frisa o presidente da Fecam.

Reunião nesta sexta

Na manhã sexta-feira, 10, a Secretaria de Estado da Casa Civil inicia as discussões individuais com cada consórcio já formado. O prefeito de Videira e presidente da Associação dos Municípios do Alto Vale do Rio do Peixe (Amarp), Dorival Carlos Borga, foi convidado para a primeira reunião de trabalho, na Central de Atendimento aos Municípios.

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A partir de agora, o Hospital Regional de São José Homero de Miranda Gomes (HRSJ) terá uma sala própria para o serviço de ouvidoria. O atendimento no novo espaço, localizado ao lado do setor de Estatística, está ocorrendo das 13h às 18h, pelo telefone (48) 3271-9011, sob a responsabilidade da ouvidora Elzira Izaura Martins.

No período da manhã, o serviço ainda está funcionando no setor de Humanização, localizado próximo à entrada de visitantes, pelo (48) 3271-9019.

Segundo Elzira Martins, a instalação do novo local vai promover maior satisfação das necessidade do usuário do hospital e garantir a prestação do serviço público de qualidade.

A ouvidoria é o meio oficial e legítimo para o cidadão levar suas questões ao conhecimento dos gestores e por meio do qual recebe esclarecimentos e informações. É um canal de comunicação e um elo entre a população e o poder público. O serviço é responsável por receber reclamações e/ou sugestões sobre os serviços prestados à população.

Para atender aos usuários dos hospitais administrados pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), a Ouvidoria Estadual do Sistema Único de Saúde (SUS) atua por meio de sub-redes localizadas em cada unidade. No HRSJ, o serviço funcionava integralmente junto com o setor de Humanização.

Mais informações sobre a Ouvidoria Estadual do SUS neste link.

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Gabriela Ressel
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A Fundação Catarinense de Educação Especial (FCEE) anuncia a abertura das inscrições para o Processo Seletivo Simplificado nº 001/2019, para profissionais de nível médio e superior para atuação no campus da instituição em São José por um período de até 12 meses, prorrogável por mais 12 meses. As inscrições são gratuitas e ficam abertas até 23 de maio neste link.

Os cargos de nível médio incluem vagas para Técnico em Atividades Administrativas, Motorista e Instrutor I (panificador). Já as vagas de nível superior são para Assistente Social, Fisioterapeuta, Fonoaudiólogo, Psicólogo, Terapeuta Ocupacional, Bibliotecário, Enfermeiro, Médico Oftalmologista, Professor / Ensino de Libras, Professor / Interpretação de Libras, Professor / Transcrição de Braille, Professor / Adaptação em Relevo, Professor / Adaptação em Tinta e Professor/Revisão Braille.

Mais informações no edital disponível neste link.

Informações adicionais para a imprensa:
Aline Buaes
Assessoria de Imprensa 
Fundação Catarinense de Educação Especial - FCCE
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 Foto: Divulgação/ Epagri

A Epagri encerrou no início de maio a primeira etapa de um estudo que visa entender como ocorre a dispersão da contaminação fecal transportada por rios para regiões costeiras usadas para o cultivo de moluscos e recreação. O estudo está sendo realizado no estuário do rio Camboriú e região costeira de Balneário Camboriú. A boa notícia é que, em análise preliminar, não foi constatada presença de E. coli na água do cultivo de moluscos.

Durante a primeira etapa do projeto, iniciada em abril de 2018, os pesquisadores da Epagri coletaram, a cada 15 dias, 10 amostras da água do estuário e do mar da região. O trabalho, encerrado no início de maio, resultou na coleta de 240 amostras. Foram coletadas amostras sob condições ambientais diversas: diferentes estações do ano, períodos de chuvas intensas e de estiagem, no início da subida da maré e no início da decida da maré, etc.  

As amostras foram enviadas a um laboratório para fazer a contagem das bactérias indicadoras de poluição fecal (E. coli e coliformes termotolerantes). Agora, o estudo entra na segunda etapa, que segue até 2020 e consiste na modelagem dos dados coletados.

Os pesquisadores da Epagri vão usar os dados para desenvolver modelos estatísticos que permitirão relacionar a condição ambiental verificada na coleta (chuva, maré, etc) com o índice de poluição medido. Em outra frente de trabalho, os pesquisadores vão fazer a modelagem hidrodinâmica da região, que permitirá entender com grande detalhe como ocorre a dispersão dos contaminantes na água, considerando as características físicas da região, como profundidade, relevo do fundo do mar, velocidade de circulação da água, etc.

O projeto “Estudo da qualidade de água do estuário do rio Camboriú sob influência antrópica e seus efeitos no cultivo de moluscos” é financiado pelo CNPq e desenvolvido pelos pesquisadores Luis Hamilton Pospissil Garbossa e Robson Ventura de Souza. Eles atuam, respectivamente, no Centro de Informações de Recursos Ambientais e de Hidrometeorologia de SC (Epagri/Ciram) e no Centro de Desenvolvimento em Aquicultura e Pesca (Epagri/Cedap).

Informações e entrevistas

Luis Hamilton Pospissil Garbossa, pesquisador da Epagri/Ciram, pelo fone (48) 3665-5162.

Informações para a imprensa
Gisele Dias, jornalista: (48) 99989-2992 / 3665-5147
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