Foto: Julio Cavalheiro/Secom

Maior importador de milho do Brasil, Santa Catarina espera um aumento de 10% na safra de milho grão. Segundo informações do Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa), os produtores devem colher 2,7 milhões de toneladas na safra 2018/19 – 261 toneladas a mais do que no último ano. O grão é matéria-prima indispensável para abastecer o setor produtivo de carnes, carro-chefe da economia catarinense.

O crescimento na safra é resultado do aumento da área plantada e da produtividade. Em Santa Catarina, serão 328,6 mil hectares cultivados com milho grão – um incremento de 7,4% em relação à safra 2017/18. O ganho de área pode ser explicado pelos preços favoráveis do grão desde o início deste ano e também pela necessidade de rotação de culturas com a soja.

Milho 10 T

O sonho catarinense de ter uma produtividade média de 10 toneladas/hectare já é realidade nas regiões de Xanxerê e Campos Novos. E expectativa é de que, até 2020, essa seja a produtividade de todo o estado.

Para a próxima safra, o rendimento das lavouras de milho grão deve ficar em 8,3 toneladas/hectare – o maior rendimento do Brasil. “Com sementes de alto valor genético e com alto padrão de produtividade, nós esperamos uma safra muito boa. Os produtores catarinenses investem cada vez mais em tecnologias e, se o clima for favorável, nós vamos fazer da safra 2018/19 um recorde na produção”, ressalta o secretário da Agricultura e da Pesca, Airton Spies.

Milho Silagem

A área de cultivo de milho com o objetivo de produção de silagem tem crescido sensivelmente em Santa Catarina. Segundo levantamentos da Epagri/Cepa, a área plantada com silagem vem aumentando 15% ao ano desde 2013. Essa expansão está diretamente relacionada ao expressivo crescimento da produção leiteira de Santa Catarina. Para a safra 2018/19 está prevista uma colheita de 9,1 milhões de toneladas em 218 mil hectares plantados.

Consumo de milho em SC

Um gigante na produção de carnes, Santa Catarina se tornou também um grande comprador de milho. Todos os anos, quatro milhões de toneladas do grão saem do Mato Grosso, Goiás e Mato Grosso do Sul para abastecer as cadeias produtivas de suínos, aves e leite em Santa Catarina.

O estado produz, em média, três milhões de toneladas de milho por ano e utiliza sete milhões na alimentação de suínos e aves – o consumo diário passa de 19 mil toneladas. Aumentar a produção de milho é um grande desafio em Santa Catarina, principalmente com o aumento de produtividade. O acompanhamento de safras é feito pelo Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa) e publicado no Boletim Agropecuário.

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Ana Ceron
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O secretário de Estado da Comunicação, Gonzalo Pereira, representou o governo de Santa Catarina nesta terça-feira, 27, no evento Inovar SC, na sede da Fecomércio, em Florianópolis. A quinta edição do encontro tem como conceito as SmartCities, com o aperfeiçoamento tecnológico voltado ao desenvolvimento urbano. Palestrantes de empresas do ramo da Tecnologia e Inovação contaram um pouco de suas experiências e da crescente importância do setor em todo o mundo.

O secretário proferiu o discurso de abertura, em que saudou os presentes e falou sobre a necessidade de o governo ser um parceiro do setor tecnológico, ajudando no desenvolvimento tanto das empresas consolidadas quanto das start-ups. No meio da tarde, o secretário voltou ao púlpito para convidar os presentes a prestigiar a campanha Compre de SC, que privilegia o consumo de produtos fabricados em Santa Catarina.

“Nosso Estado tem o maior número proporcional de start-ups. A indústria da tecnologia é próspera e cresce muito em Santa Catarina. Nós aproveitamos esse evento, que reúne as principais lideranças do segmento, para falar sobre a campanha Compre de SC, incentivá-los para que participem. Essa campanha foi desenvolvida de forma inovadora e conta com o apoio do cidadão”, disse Pereira.

Em sua fala, o secretário também relembrou que a campanha foi muito importante para ajudar a recompor as finanças do Estado depois da greve dos caminhoneiros. No caso dos produtos catarinenses, em um cálculo feito pela Secretaria de Estado da Fazenda, a recuperação nas vendas foi muito mais rápido do que no caso dos materiais feitos fora do Estado:

“Essa campanha nasceu com o propósito de buscar uma solução para o problema da queda na arrecadação, que significa menos recursos para investimento em áreas como saúde e educação e os demais serviços que o Estado presta. E a curva de recuperação do produto catarinense foi muito mais rápida e queremos que ela se estenda”.

O site da campanha Compre de SC está disponível em http://campanhas.sc.gov.br/compredesc/ e a sua adesão é gratuita para empresários e todos que queiram participar.

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Leonardo Gorges
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Divulgação/SJC

Com um total de 33 alunos, a Secretaria de Estado da Justiça e Cidadania (SJC-SC) iniciou nesta segunda-feira, 26, no Complexo Penitenciário de Chapecó, o 9º Curso de Técnicas Operacionais Penitenciárias (TOP). “Cada vez mais importante para o sistema prisional, a especialização em técnicas operacionais contribui para a qualificação e o diferencial do agente penitenciário. Uma formação que já é marca da nossa Academia de Justiça e Cidadania, a Acadejuc. É o último TOP do ano e mais uma vez, quebrando barreiras e destacando nosso Estado”, ressalta o Secretário de Estado da Justiça e Cidadania, Leandro Lima.

Nesta edição,  além de alunos do Sistema Penitenciário Federal, dos estados do Acre e do Tocantins, 13 agentes penitenciários das províncias de Misiones e de Santa Fé, na Argentina, estão participando da capacitação em função de um intercâmbio de cooperação.

O 9º Curso de Técnicas Operacionais Penitenciárias (TOP) será realizado no recém  inaugurado Centro de Treinamento Tático Operacional Penitenciário da 6ª Região, um espaço com estande de tiro, sala de aula, cenário para simulações de emboscada e situações de crise em escoltas criado a partir da Coordenação Regional de Formação para a 6ª Região. “O principal objetivo é aproximar ainda mais os servidores que atuam na Região Oeste às formações de capacitações da Academia de Justiça”, explica o Diretor da Acadejuc, Rafael Fachini.

Foto: Billy Culleton/PGE

O Conselho Superior da Procuradoria Geral do Estado de Santa Catarina (PGE/SC) homologou, nesta terça-feira, 27, o acordo que permite que os municípios catarinenses recebam recursos atrasados destinados à área da Saúde. O acordo foi realizado na semana passada durante audiência judicial na 2ª Vara da Fazenda Pública da Capital entre representantes do Governo do Estado, dos municípios e do Ministério Público estadual. Pela PGE, participaram os procuradores do Estado Célia Iraci da Cunha e Marcelo Mendes.

A dívida de R$ 81 milhões com o sistema de saúde pública será paga pelo Estado em 35 parcelas mensais, a partir de março de 2019. Para receber o repasse, os municípios deverão aderir formalmente ao acordo na Secretaria Estadual da Saúde. O débito refere-se a atrasos nos repasses aos municípios, principalmente em 2017, para financiamento de programas de saúde, como Saúde da Família, Atenção Básica e Centros de Atenção Psicossocial.

O juiz Jefferson Zanini, que mediou o acordo em 22 de novembro, determinou que este, para ter validade, deveria ser homologado pela Procuradoria. Por isso, solicitou ao procurador-geral do Estado, Juliano Dossena, que o Conselho Superior da PGE deliberasse sobre o assunto. Assim, após análise dos documentos, os membros do Conselho homologaram, por unanimidade, os termos do acordo. 

Participaram da reunião o procurador-geral Juliano Dossena; o procurador-geral adjunto para Assuntos Jurídicos, Felipe Wildi Varela; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos, Francisco José Guardini Nogueira; o corregedor-geral Fernando Mangrich Ferreira; o chefe da Procuradoria do Contencioso, Ederson Pires; o chefe da Procuradoria Fiscal, Ricardo de Araújo Gama; o chefe da Consultoria Jurídica, André Emiliano Uba; a presidente da Associação dos Procuradores do Estado, Fabiana Guardini Nogueira, e as procuradoras Queila de Araújo Duarte Vahl e Carla Beatriz Debiasi.

Billy Culleton - PGE

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Billy Culleton
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Octa Fashion Udesc 2018Coleção "Benú", de Beatriz Sada para o Octa Fashion 2018. Foto de Pedro Bonacina 

O maior evento de Moda de Santa Catarina, o Octa Fashion - Observatório de Culturas e Tendências Antecipadas, realizado anualmente pelo Centro de Artes (Ceart) da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), ocorre nesta quarta-feira, 28, em Florianópolis.

Foto: Mauren Rigo/SPG

A Comissão Técnica Estadual (CTE) do Projeto Orla realizou a última reunião ordinária do ano na Secretaria de Estado do Planejamento (SPG), em Florianópolis, nesta terça-feira, 27. Representantes de órgãos estaduais, do Governo Federal e de universidades discutiram a continuidade das atividades do grupo em 2019 e falaram sobre a importância do gerenciamento costeiro e da gestão de praias em Santa Catarina. Dentro da programação do próximo ano está a elaboração do Plano de Ação Estadual do Projeto Orla e um calendário de eventos relativos aos gerenciamento costeiro. 

Na ocasião, também foi aprovado o parecer técnico da análise formal do Plano de Gestão Integrada (PGI) de Itajaí. O plano é o principal instrumento de gestão do Projeto Orla, pois traz um diagnóstico da faixa litorânea do município e reúne as medidas necessárias para o uso e ocupação da orla de forma sustentável. 

De acordo com a gerente de Apoio à Gestão das Cidades da SPG, Cristina Mara Couldrey, a Prefeitura de Itajaí teve a primeira análise formal do plano rejeitada, mas os coordenadores municipais corrigiram as pendências para uma nova apreciação do grupo de trabalho da Secretaria do Planejamento. A segunda análise formal mostrou que o documento contém os itens, nomenclatura e pré-requisitos em conformidade com os Manuais do Projeto Orla do Ministério do Meio Ambiente (MMA).

“Com a aprovação da análise formal, o PGI de Itajaí segue para a próxima e última etapa, que é a análise de conteúdo”, explica. A gerente ainda reforça que está sendo elaborada uma Instrução Normativa para ajudar os municípios a tirar dúvidas sobre os PGIs. 

>>> Saiba mais sobre o Projeto Orla
 

Os eventos voltados ao gerenciamento costeiro também foram tema da reunião. A professora Marinez Scherer, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), falou sobre a realização do 11º Encontro Nacional de Gerenciamento Costeiro (Encogerco), em outubro, na Capital. O evento ocorreu de forma integrada ao 2º Simpósio Brasileiro de Praias Arenosas (SBPA). Segundo ela, ambos foram uma grande oportunidade para debates técnicos e científicos relativos às praias e à gestão costeira.

Participaram da reunião representantes da Secretaria de Estado do Planejamento, Secretaria do Patrimônio da União (SPU), Iphan, Udesc, UFSC, Unisul, Epagri/Cedap, Univali, Polícia Militar Ambiental, IMA e Cepsul.

Mais informações para a imprensa:
Mauren Rigo
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Foto: Jonas Pôrto/UDESC

Nesta quarta-feira, 28, serão encerradas as inscrições do Processo Seletivo nº 09/2018 da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc). São oferecidas 20 vagas de professor substituto em Lages, Joinville, Ibirama, Chapecó, Pinhalzinho, Laguna e Florianópolis. Confira o edital


As oportunidades são temporárias, com prazo de até quatro anos, em áreas como História do Brasil e de Santa Catarina, Administração, Tecnologia do Pescado, Informática, Psicologia, Ciências Contábeis, Ciências da Terra, Programação, Projetos Mecânicos, Engenharia Ambiental e Sanitária, e Patologia Clínica Veterinária. 

As inscrições podem ser feitas no site oficial e pagas por boleto, no valor de R$ 100. Entre 10 e 12 de dezembro, os candidatos realizarão uma prova escrita e outra didática, além de passarem por avaliação de títulos.

Mais informações

Os salários variam de acordo com a titulação e as horas contratadas. Mais informações sobre vagas, endereços e horários de atendimento podem ser obtidas no edital.

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Assessoria de Comunicação da Udesc
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Foto: Simone Sartori/Secom

O governador Eduardo Pinho Moreira assinou, nesta terça-feira, 27, convênio no valor de R$ 1,8 milhão com o prefeito de Laguna, Mauro Candemil, no Centro Administrativo, em Florianópolis. Os investimentos do Fundo de Apoio aos Municípios (Fundam) serão aplicados na pavimentação da rodovia municipal João Batista Wendhausen Moraes, beneficiando comunidades ribeirinhas e mais de três mil pessoas ao longo do trecho. 
 
“É um projeto de extrema importância e de grande reivindicação. Essa obra, além de melhorar a qualidade de vida dos lagunenses dessa região, vai fomentar o turismo, gerando emprego e renda”, comentou o governador.
 
A obra consiste na pavimentação asfáltica de 2,2 quilômetros da estrada que pertence ao Distrito de Ribeirão Pequeno, na altura da Ponta do Daniel até a Localidade de Parobé. A construção é uma continuação da pavimentação asfáltica de outros 4,8 quilômetros, também contemplados com recursos do Governo do Estado, que já está em fase de execução entre a comunidade de Bananal até a Ponta do Daniel.
 
“Essa obra é esperada há muitos anos e é um compromisso que o governador assegurou com todos nós de Laguna, principalmente com os munícipes das comunidades do Bananal, Morro Grande, Figueira e Parobé. Além disso, o convênio nos permitirá fazer a continuação de uma pavimentação asfáltica em execução e que vai beneficiar muitas famílias, num total de mais de três mil pessoas em toda extensão”, revelou o prefeito. 
 
Obra fomentará o turismo
 
Ao longo de quase nove quilômetros de extensão em seu total, a rodovia de mais de 60 anos é cercada por comunidades ribeirinhas formada de famílias de agricultores e pescadores da Lagoa de Santo Antônio. Além de melhorar o tráfego dos moradores, a obra também deverá atrair turistas, tendo em vista que a localidade está se desenvolvendo no setor gastronômico e já recebe visitantes nos fins de semana.
 
“Sem dúvida essa obra vai beneficiar uma belíssima região que precisava ser contemplada, principalmente no incremento do turismo, pois é uma área com pousadas e restaurantes”, complementou Candemil.
 
O programa de investimentos já beneficiou o município em um convênio de R$ 14 milhões, que proporcionou a pavimentação da Avenida Marronzinho. A via é uma das principais avenidas de Laguna e liga a BR-101 via SC-436 às praias do Mar Grosso e Gi e também dá acesso ao Centro Histórico via Morro da Glória.
 
Desde o início do programa, já foram somados 476 convênios em um total de R$ 606 milhões, dos quais já foram efetivamente pagos às prefeituras R$ 596 milhões. Em 2018, foram assinados 12 convênios com 12 municípios totalizando R$ 10,8 milhões.

Mais informações para a imprensa:
Paula Darós Darolt
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O 4º Curso de Homeopatia Agropecuária, promovido pela Epagri em parceria com a Udesc, forma uma turma de 40 alunos nesta sexta-feira, 30, no Centro de Treinamento de Araranguá (Epagri/Cetrar). A turma é composta por 14 agricultores e 26 técnicos que atuam com assistência técnica e extensão rural. O evento inicia de manhã com a apresentação de estudos de caso dos alunos e, à tarde, será realizada a formatura com uma palestra do médico homeopata Artur Zingano.

“O objetivo do curso é capacitar técnicos e agricultores em homeopatia para desenvolver uma produção agropecuária mais limpa, sem o uso de drogas veterinárias e insumos químicos utilizados na agricultura”, explica Marcelo Silva Pedroso, coordenador do curso e médico-veterinário homeopata da Epagri. Um dos projetos estratégicos nessa área é a produção de leite orgânico, que está em implantação no Sul do Estado.

O curso tem um total de 110 horas entre aulas presenciais e estudos de caso em campo, com Certificação Acadêmica, demonstrando a importância do tema para a comunidade científica. Os alunos aprendem sobre filosofia homeopática, matérias médicas homeopáticas, farmacotécnica homeopática e aplicação na produção animal e vegetal. “Eles também praticam o uso da homeopatia em seus estudos de caso, de forma a sentirem-se aptos a desenvolver essa terapêutica após a formatura”, acrescenta Marcelo.

A homeopatia agropecuária está em franco desenvolvimento em Santa Catarina. Prova disso é o Laboratório de Homeopatia e Saúde Vegetal na Estação Experimental da Epagri de Lages, que se tornou referência para outras empresas públicas do País. Lá, são desenvolvidas diversas pesquisas na área, com envolvimento de alunos de mestrado e doutorado e uma série de trabalhos publicados.

Na extensão rural, após a Epagri possibilitar a especialização de sete médicos veterinários, a região do Litoral Sul foi onde a homeopatia mais se desenvolveu, principalmente na produção leiteira. “O maior desafio que a homeopatia tem enfrentado, com excelentes resultados, é a mastite clínica e subclínica. A doença tem sido controlada a níveis inferiores aos dos métodos convencionais, combinando a vantagem de não necessitar descartar o leite durante os tratamentos”, detalha Marcelo Pedroso.

O Curso de Homeopatia Agropecuária também recebe apoio do Laboratório de Homeopatia e Sanidade Vegetal da Estação Experimental da Epagri de Lages, da Farmácia Homeopática Ávila, de Criciúma, e da Farmácia Homeopática Maria Rocha, de Tubarão. O curso foi realizado com recursos do Programa SC Rural, da Fapesc e do Cnpq.

Mais informações:

Marcelo Silva Pedroso, coordenador do curso, médico-veterinário homeopata na Gerência Regional da Epagri de Criciúma: mpedroso@epagri.sc.gov.br, (48) 3403 1084/1070.

Informações para a imprensa:
Gisele Dias, jornalista: (48) 9989-2992 / 3665-5147
Cinthia Freitas, jornalista: (48) 3665-5344
Isabela Schwengber, jornalista: (48) 3665-5407


Imagem: Ascom / Cidasc

A Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina – Cidasc, vinculada à Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca, celebra 39 anos de história e grandes conquistas para os catarinenses. Desde que foi criada, em 27 de novembro de 1979, a Cidasc trabalha para promover o agronegócio catarinense e o desenvolvimento das cadeias produtivas por meio da sanidade animal, vegetal e inspeção de produtos de origem animal, com o objetivo garantir a excelência sanitária dos rebanhos e lavouras do Estado.

Muitas conquistas marcaram a sua trajetória. Destacam-se os dois certificados internacionais, concedidos pela Organização Mundial de Saúde Animal – OIE, como Área Livre de Febre Aftosa sem vacinação e de Zona Livre de Peste Suína Clássica – PSC, status que possibilitaram aos produtos de origem animal catarinenses alcançarem os mercados mais exigentes do mundo em termos de sanidade animal

O Presidente da Cidasc Luiz Alberto Rincoski Faria destaca que, além da responsabilidade, é um grande desafio presidir a Companhia responsável pela defesa agropecuária em um Estado como Santa Catarina, referência nacional e mundial no assunto. “Temos o compromisso de manter a credibilidade que a Companhia adquiriu ao longo dos anos em função de uma equipe técnica qualificada e dedicada. Precisamos  manter e ampliar o status adquirido pelo estado, em que o setor agropecuário é responsável por 29% do Produto Interno Bruto e o de carnes, 60% desse PIB. Cerca de 17% do PIB catarinense refere-se a proteína animal. Esse indicador está diretamente relacionado às ações da Cidasc durante todos estes 39 anos de trabalho”, ressalta.

Em 39 anos de atuação em todo o Estado de Santa Catarina, a Companhia  criou um modelo de trabalho para resguardar o produtor rural e a saúde da população. Por meio de orientação, promoção de ações de combate, controle e prevenção de doenças e pragas que acometem os setores da agropecuária, assegura-se a condição sanitária diferenciada do Estado como referência nacional e internacional. A qualidade dos nossos rebanhos e pescados têm atraído continuamente a atenção de vários países, impulsionando a economia e fortalecendo o agronegócio. Os benefícios econômicos obtidos pelos resultados dessas conquistas fomentam a economia do Estado, geram emprego, renda e a abertura dos mercados mais competitivos do mundo.

De acordo com o Secretário de Estado da Agricultura, Airton Spies, o trabalho que a Cidasc desenvolve é de fundamental importância para a política sanitária no Estado.  “São 39 anos de muita dedicação, tanto do Governo do Estado, Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca, quanto de todos os empregados da Companhia e produtores rurais. Avançamos muito, somos referência em sanidade animal, vegetal e inspeção, favorecendo os produtores e a agropecuária catarinense. Hoje os nossos produtos são destaque nos mercados interno e externo, e a Cidasc tem um papel primordial nesse processo”, afirma o secretário.

Santa Catarina é um Estado diferenciado no processo de controle e fiscalização da inspeção de produtos de origem animal. As parcerias entre instituições privadas, poder público e o nosso exercício profissional têm propiciado à inspeção chegar em todos os estabelecimentos. O trabalho conjunto com as  prefeituras, de papel fundamental, merece destaque por convênios com a Cidasc, visando adesão ao Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal – SISBI e ao Serviço de Inspeção Estadual – SIE.

Na área vegetal, o sistema constitui-se num trabalho estratégico e sistemático de monitoramento, vigilância, inspeção e fiscalização da produção e do comércio de plantas, partes de vegetais ou outros produtos de origem vegetal veiculadores de pragas, que possam colocar em risco o patrimônio agrícola e a condição sócio-econômica de Santa Catarina. “A implementação do sistema e-Origem é outra conquista da Cidasc no que se refere à identificação de origem e rastreabilidade dos produtos que chegam à mesa das famílias catarinenses. O programa possibilita a inserção do pequeno produtor no mercado de produtos com origem identificada, de forma gratuita. Fator diferencial para a produção e distribuição de frutas e hortaliças”,destaca o presidente da Companhia, Luiz Alberto  Rincoski Faria.

Estrutura

Para atender as demandas de aproximadamente 500 mil produtores rurais, a Companhia conta com 1.500 colaboradores distribuídos nas unidades presentes nos 232 municípios do Estado, com 19 Departamentos Regionais, um escritório central, um Terminal Graneleiro em São Francisco do Sul e 63 barreiras sanitárias fixas.

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Jaqueline Vanolli
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