Fotos: Mauricio Vieira / Secom

Santa Catarina registrou em julho o segundo melhor mês da história em doação de órgãos. Foram 34 doações no período, desempenho inferior apenas ao registrado em dezembro de 2017 (38 doações). Foi a quarta vez que a SC Transplantes contabilizou mais de 30 doações em um único mês.

Em comparação ao mesmo período de 2018, o número de doações é duas vezes maior, de acordo com as informações do coordenador estadual de Transplantes, Joel de Andrade. “É um dado muito importante e que nos deixa muito felizes. Se analisarmos historicamente o mês de julho, o máximo de doações efetivas de órgãos que havíamos conquistado foi 21, no ano de 2014”, afirma. “Em 2019 o desempenho foi duas vezes maior do que ano passado, quando registramos 16 doações”, complementa.

A SC Transplantes vive um ano histórico. Além de completar 20 anos em outubro, a unidade da Secretaria de Estado da Saúde ainda conquistou o melhor desempenho em um mês de fevereiro, com 24 doações de múltiplos órgãos, sendo que nos anos anteriores a média era de 20.

“São números importantes para as famílias dos receptores, pois existe uma oferta maior de órgãos para transplante. Além disso, é uma oportunidade de experiência gratificante para as famílias dos doadores, que estão podendo devolver qualidade de vida e ajudar o próximo”, destaca Joel.

Outro ponto importante é o número de doadores que vem crescendo desde 2005, inclusive com acréscimo de 50% na taxa de doadores efetivos nos últimos seis anos. Isso representou um salto de 27,2 doações por milhão de pessoas (2013), para 40,9 em 2018.

De acordo com o secretário de Estado da Saúde, Helton de Souza Zeferino, é importante o engajamento de todos nesse processo. “A solidariedade das famílias, que transformam um momento de perda em uma oportunidade para salvar vidas é essencial. Também é fundamental o trabalho realizado pelos profissionais dos hospitais na identificação dos potenciais doadores e na abordagem junto às famílias. Além disso, temos a parceria com corporações como a Polícia Militar, Civil e o Corpo de Bombeiros, que oferecem apoio rápido e eficaz com suas aeronaves no deslocamento dos órgãos de diversas regiões”, destaca o secretário.

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 Foto: Mario Bianchini Filho/Ciasc

A lei 13.709 foi sancionada em agosto de 2018 e trouxe mudanças relacionadas ao uso de dados por parte de empresas públicas e privadas. Considerando isso, o Centro de Informática e Automação do Estado de Santa Catarina (Ciasc) realizou nesta sexta-feira, 16, uma palestra sobre a aplicação da Lei Geral de Proteção de Dados nos órgãos estaduais, ministrada por José Ricardo Maia Moraes, business development executive da Neotel.

Na ocasião, o presidente do Ciasc, Sérgio André Malicescki, reforçou que esse é um assunto que está em alta e é de extrema importância que todos os órgãos do governo estejam atentos ao cumprimento da lei. “Este momento é acima de tudo uma troca para que todos estejam a par das mudanças e tirem suas dúvidas sobre o que cabe a cada secretaria”, afirmou.

O palestrante chamou atenção para o fato das informações, agora, serem inteiramente de propriedade do indivíduo e as empresas que desejarem utilizá-las terão que deixar claro a razão, como irão usar os dados, onde e por quanto tempo. Segundo José Ricardo, a partir de agora as empresas deverão ficar atentas ao armazenamento de dados e à segurança dos mesmos. “Existem consequências para o mau uso dos dados e elas vão da suspensão do uso, à exposição pública e prejuízos financeiros. Mesmo pensando como empresa pública, no caso de descumprimento da lei, quem paga a conta é o Estado”, ressaltou. 

A palestra realizada nesta sexta-feira é a continuação de uma série de eventos destinados aos servidores públicos, reiterando que os governos são os principais mantenedores de informações dos cidadãos. O Ciasc, como principal fornecedor de tecnologia ao Estado, tem trabalhado a fim de construir alicerces para que o governo catarinense esteja inteiramente adequado à lei.

 


Foto: Aires Mariga / Epagri

O mel de melato da bracatinga, considerado um dos melhores do mundo, deve se tornar uma marca registrada do Brasil. Produzido nas regiões mais altas de Santa Catarina e com características bem específicas, o mel de melato é candidato para obtenção de uma Indicação Geográfica (IG), se tornando um patrimônio regional. A documentação foi entregue para a Secretaria de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural nesta sexta-feira, 16, durante o 34º Encontro Catarinense de Apicultores e Meliponicultores (ECA), em São Joaquim.

“A apicultura catarinense é reconhecida como destaque nacional e internacional pela suas características familiares, pela história dos produtores e pela qualidade do mel produzido no Estado. A Indicação Geográfica do mel de melato da bracatinga será um grande diferencial para a apicultura brasileira. Irá agregar valor à produção, trazendo mais renda para os apicultores, contribuindo para a preservação do meio ambiente e fortalecendo a economia local”, destaca o secretário adjunto da Agricultura, Ricardo Miotto.

O mel de melato é também sucesso no mercado internacional e 90% da produção catarinense é destinada para abastecer a Europa. Em Santa Catarina, são cerca de 800 apicultores dedicados à extração desse mel em municípios da Serra e Planalto Norte. É no Estado também que se concentra 80% de toda produção nacional do produto, uma média de 500 toneladas.

O grande benefício da IG é agregar valor à produção local, diferenciando o mel produzido na região devido a suas qualidades únicas. A partir de um selo, os consumidores saberão que o produto possui características especiais relacionadas com aspectos geográficos, de clima, cultivo e manejo.

“A Indicação Geográfica do mel de melato será uma oportunidade para quem pertence a esse território. Nessa região teremos melhorias na infraestrutura de produção e na renda, com um produto diferenciado no mercado. O mel de melato já é reconhecido mundialmente pela qualidade, é muito importante a concretização desse projeto”, destaca o presidente da Federação das Associações de Apicultores e Meliponicultores de Santa Catarina, Ênio Frederico Cesconetto.

O consultor técnico do Sebrae/SC, Rogério Ern, explica que a Indicação Geográfica trará não só o reconhecimento do produto, mas também deve incentivar a organização da cadeia produtiva e o turismo na região. “A tendência é criar uma reserva de mercado, gerando mais investimentos na cadeia produtiva, pesquisa e equipamentos. A economia da região se fortalece muito”.

Diferenciais

O mel de melato da bracatinga possui algumas peculiaridades: a produção é feita apenas em anos pares, durante os meses de janeiro a maio, em algumas áreas de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul.

Para sua fabricação são necessárias as abelhas, um inseto chamado de cochonilha e a árvore de bracatinga. É justamente essa associação que faz o produto ser tão especial. Ele é produzido pelas abelhas, em épocas de escassez de néctar, a partir do líquido açucarado que a cochonilha expele ao se alimentar da seiva da bracatinga. Esse fenômeno ocorre apenas em regiões com altitudes acima de 700 metros no Planalto Sul Brasileiro.

O mel de melato é mais escuro, tem menos açúcares e mais minerais do que o mel convencional, sendo assim ele dificilmente cristaliza. Em 2017 foi reconhecido como um dos quatro melhores méis do mundo no 45º Congresso Internacional de Apicultura, em Istambul, na Turquia.

Indicação Geográfica

O processo para Certificação é baseado em dossiês técnicos e científicos da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri), em parceria com o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), a Federação das Associações de Apicultores de Santa Catarina (Faasc) e a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). A intenção dos estudos é demonstrar que a produção do mel de melato da bracatinga está relacionada às condições naturais do Planalto Sul Brasileiro.

Com o resultado em mãos, os produtores da região encaminharão o dossiê ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi) para obter o selo de Indicação Geográfica, na modalidade Denominação de Origem. A expectativa é de que o Inpi analise e homologue o processo em até 2022. O IG estabelecerá as normas que deverão ser cumpridas pela cadeia produtiva do mel de melato, desde a extração até a comercialização.

A Secretaria da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural é uma das responsáveis por analisar os documentos e reconhecer oficialmente a delimitação geográfica da região formada pela Serra e Planalto Norte como produtora exclusiva do Mel de Melato.

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Mais 16 cidades catarinenses aderiram ao Projeto Recuperar, voltado à manutenção de rodovias estaduais. A parceria entre o Governo do Estado, por meio da Casa Civil e da Secretaria de Estado da Infraestrutura, e o Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento Regional (Conder) foi oficializada nesta quinta-feira, 15, em São Miguel do Oeste. 

Segundo o coordenador da Central de Atendimento aos Municípios (CAM), Gabriel Arthur Loeff, houve adesão de 100% das cidades que integram a Associação Municipal do Extremo Oeste de Santa Catarina (Ameosc). Para a manutenção dos 305 quilômetros de malha rodoviária da região, o Governo do Estado vai investir cerca de R$ 502 mil por mês. As rodovias atendidas são as SCs 161, 305, 492, 163, 496, 386 e 283. 

“Realizamos uma assembleia em São Miguel do Oeste nesta quinta-feira para esclarecer todas as dúvidas que ainda havia sobre o funcionamento do projeto. O que o Governo propõe é um novo modelo de gestão da manutenção das estradas estaduais por meio de cooperação interfederativa. Isso significa que o Estado continua responsável pelo serviço e ainda permite uma participação maior das associações na tomada de decisão”, disse.  

Os trabalhos incluem recuperação da pista, roçada, sinalização e desobstrução da drenagem. Os municípios beneficiados são Anchieta, Bandeirante, Barra Bonita, Belmonte, Descanso, Guaraciaba, Iporã do Oeste, Itapiranga, Mondaí, Palma Sola, Princesa, Santa Helena, São João do Oeste, São José do Cedro, São Miguel do Oeste e Tunápolis. 

Grande abrangência 

Este é o 11º consórcio a aderir ao Projeto Recuperar e a 18ª associação de municípios contemplada. Com isso, 201 cidades do Estado, com 4,2 mil quilômetros de malha rodoviária, passam a utilizar esse modelo de serviço. O total de investimentos com os 11 consórcios chega a R$ 7,4 milhões mensais. 

Com o Recuperar, o Governo projeta dobrar a aplicação de recursos com manutenção de estradas. A partir do ano que vem, a previsão é que projeto receba R$ 120 milhões por ano, o que representa um crescimento de 124% em relação aos R$ 53,5 milhões aplicados em 2018.

Segundo o chefe da Casa Civil, Douglas Borba, a iniciativa está alinhada ao novo momento em que vive o Governo, priorizando e fortalecendo os municípios. “O Estado fará o aporte financeiro por meio dos consórcios, e os municípios decidem a melhor aplicação da verba em cada região. Isso é uma demonstração clara do perfil municipalista do Governo”, afirma Borba.

Além de viabilizar financeiramente o serviço, o Executivo Estadual fiscalizará a execução. Cabe aos prefeitos decidirem as prioridades conforme a demanda de cada cidade, enquanto os consórcios ficam responsáveis pela execução dos serviços. 

Cessão de veículo

O Governo do Estado também cedeu, nesta quinta-feira, 16, um caminhão para o Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento da Infraestrutura Rodoviária (CIDIR). O veículo era um pleito de cidades que integram as associações dos Municípios do Entre Rios (AMERIOS) e do Oeste de Santa Catarina (AMOSC). O caminhão será usado para pintura de faixas em ruas e estradas municipais e estaduais. 

CONFIRA OS CONSÓRCIOS JÁ CONTEMPLADOS

  1. Consórcio Intermunicipal Catarinense (CIM/CATARINA)
    Associação dos Municípios do Alto Irani (AMAI)
    Associação dos Municípios do Meio Oeste Catarinense (AMMOC)
    Associação dos Municípios do Alto Vale do Rio do Peixe (AMARP)
    Associação dos Municípios do Noroeste Catarinense (AMNOROESTE)
    Associação dos Municípios do Planalto Sul de Santa Catarina (AMPLASC)
    Com municípios da Associação de Municípios do Nordeste de Santa Catarina (AMUNESC) e da Associação dos Municípios da Região da Grande Florianópolis (GRANFPOLIS)
  1. Consórcio LAMBARI
    Associação dos Municípios do Alto Uruguai Catarinense (AMAUC)
  1. Consórcio Intermunicipal da AMAVI (CIM/AMAVI)
    Associação dos Municípios do Alto Vale do Itajaí (AMAVI)
  1. Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento da Infraestrutura Rodoviária (CIDIR)
    Com municípios da Associação dos Municípios do Entre Rios (AMERIOS) e da Associação dos Municípios do Oeste de Santa Catarina (AMOSC)
  1. Consórcio Intermunicipal da AMFRI (CIM/AMFRI)
    Associação de Municípios da Região da Foz do Rio Itajaí (AMFRI)
  1. Consórcio para o Desenvolvimento Econômico do Planalto Norte (CODEPLAN)
    Associação dos Municípios do Planalto Norte Catarinense (AMPLANORTE)
  1. Consórcio Intermunicipal da AMUREL (CIM/AMUREL)
    Associação dos Municípios da Região de Laguna (AMUREL)
  1. Consórcio Intermunicipal Serra Catarinense (CISAMA)
    Associação dos Municípios da Região Serrana (AMURES)
  1. Consórcio Intermunicipal de Gestão Pública do Vale do Itapocu (CIGAMVALI)
    Associação dos Municípios do Vale do Itapocu (AMVALI)
  1. Consórcio Intermunicipal Multifinalitário de Gestão Pública da AMESC (CIMGEPA)
    Associação dos Municípios do Extremo Sul Catarinense (AMESC)
  1. Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento Regional (CONDER)
    Associação Municipal do Extremo Oeste de Santa Catarina (AMEOSC)

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    Mauren Rigo
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Foto: Divulgação / Imas

Pela primeira vez em Santa Catarina, foi realizada uma cirurgia de prótese ortopédica de joelho em um paciente hemofílico de 26 anos. Outros 14 procedimentos semelhantes já estão agendados. 

A cirurgia é fruto da parceria inédita entre a Secretaria de Estado da Saúde, Fundação de Apoio ao Hemosc/Cepon (Fahece), Hemosc, Casa dos Hemofílicos e Hospital Florianópolis (HF), integrante da rede hospitalar estadual e atualmente é administrado pelo Instituto Maria Schmitt (Imas), além do Ministério Público do Trabalho da 12ª Região.

O procedimento, realizado no último sábado, 10, contou com a participação de aproximadamente 15 profissionais, entre enfermeiros, bioquímicos e médicos de diferentes especialidades, além das equipes do centro cirúrgico, Unidade de Terapia Intensiva (UTI), enfermaria e fisioterapia.

Entre os nomes de destaque estão o cirurgião ortopedista do Hemosc e do HF, Darci Duarte, e o médico Luciano Pacheco, que atua há mais de 20 anos em cirurgias ortopédicas em hemofílicos.

O procedimento marca o início de uma importante parceria viabilizada pela Fahece, que concebeu e articulou o projeto; pelo Hemosc, disponibilizando a equipe multidisciplinar especializada; pelo Hospital Florianópolis, cedendo as instalações e também equipe multidisciplinar; e pelo Ministério Público do Trabalho, o responsável por canalizar os recursos necessários.

Para que a experiência fosse exitosa e permitisse a continuidade do projeto, a equipe do Hospital Florianópolis participou de seminários e treinamentos junto aos especialistas das outras instituições.

De acordo com Walmiro Charão, diretor geral do HF, foi um passo muito importante para o hospital. “Essa iniciativa passou por várias etapas e estou muito feliz por finalmente conseguirmos desempenhá-la. Me sensibilizei pela causa e o nosso hospital, que já era referência em ortopedia, agora está ainda mais completo”, destacou.

“Como profissionais, os membros da equipe ganham muito ao adquirir essa experiência no manejo cirúrgico deste perfil de pacientes”, afirma a médica hematologista responsável pelo programa de Hemofilia no Estado, Vivian Franco. “Esperamos que essa tenha sido a primeira de muitas outras cirurgias ortopédicas voltadas a hemofílicos no Hospital Florianópolis”, complementa.

Saiba mais

A hemofilia é uma doença congênita, a pessoa nasce com a doença. É caracterizada pela deficiência em proteínas do sangue responsáveis pela coagulação, sobretudo, os fatores VIII e IX. Como consequência, o portador de hemofilia tem tendências a sangramentos crônicos, principalmente nas articulações (joelhos, cotovelos e tornozelos), provocando desgastes articulares, chamados de Artropatia Hemofílica, sintomas que aparecem ainda na juventude e que, muitas vezes, obriga muitos desses pacientes a passar por procedimentos cirúrgicos, entre eles, as próteses ortopédicas.

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 | Foto: Júlio Cavalheiro/Secom

Até 2016, toda água da chuva que caía sobre a Escola de Ensino Fundamental Homero de Miranda Gomes, em São José, encharcava o pátio e dificultava as atividades ao ar livre. Foi quando um projeto trabalhado nas aulas de ciências virou a solução para o problema. A água poderia ser captada nas calhas, armazenada em uma cisterna e aproveitada para molhar a horta e fazer limpezas das calçadas.

“A partir de um projeto da professora de ciências, tivemos a ideia de fazer a escola toda abraçar essa causa”, lembra Luci Carla, assistente técnico-pedagógica da unidade escolar. De acordo com ela, a implantação da cisterna custou menos de R$ 2 mil, para a compra do material e a mão de obra, com recursos do Governo Federal, resultado de uma premiação da qual o projeto de sustentabilidade da escola foi vencedora.

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A capacidade de armazenamento, hoje, é limitada apenas ao tamanho da caixa d’água. Os mil litros são preenchidos em menos de dez minutos nos dias de chuva mais intensa, e são suficientes para vários dias de limpeza e cuidados com a horta. Mesmo sem chuva significativa há quase três meses, a cisterna ainda tem uma quantidade considerável de água. Para o futuro, a direção da escola pretende ampliar o sistema, captando água do outro lado do prédio e direcionando diretamente para a horta.

“É importante para que as crianças percebam que tudo tem um custo e que todos pagam, além de preparar o futuro deles, para que não falte água, que é escassa”, explica Luci. Além da cisterna para captação de água da chuva, a escola vem trabalhando com economia de papel e estimulando outras medidas de sustentabilidade.

 Escola de São José instalou cisterna para captar água da chuva | Foto: Júlio Cavalheiro/Secom

Alerta para o uso racional da água

Depois de quase três meses sem chuva significativa na Grande Florianópolis, o abastecimento tem se mantido dentro da normalidade praticamente em toda a região graças a um esforço conjunto entre a população, que está colaborando com o uso racional de água, e a Casan, que mantém equipes trabalhando em tempo integral para superar os desafios do período.

Como ainda não há previsão de chuva significativa para a região nos próximos dias, a colaboração de todos ainda é fundamental para que toda a Grande Florianópolis continue com o abastecimento dentro da normalidade. O Norte do estado também começa a entrar em estado de alerta. 

Confira algumas dicas para poupar água e ainda diminuir a conta ao fim do mês:

  • Reduza seu tempo no chuveiro. Tome banhos rápidos e, se possível, feche o chuveiro ao se ensaboar. A cada 15 minutos de chuveiro aberto, são 135 litros de água que descem e uma conta de água que sobe.  
  • Ao escovar os dentes e ao barbear, mantenha a torneira fechada.
  • Não lave a louça com água corrente. Passe rapidamente água nas louças, ensaboe os pratos e utensílios. Abra a torneira apenas para enxaguar. 
  • Não lave roupa com água corrente. Trabalhe utilizando o tanque.
  • Ao usar a máquina de lavar, só ligue a de lavar louça ou a de lavar roupas com capacidade total. O consumo de água é o mesmo se você lavar uma peça de roupa apenas ou várias ao mesmo tempo.
  • Água não é vassoura. Em calçadas e áreas pavimentadas, primeiro varra a sujeira, depois lave com a utilização de um balde. A cada 15 minutos de mangueira jorrando, são 280 litros de água (e dinheiro) desperdiçados. 
  • Não é preciso lavar seu carro por causa de qualquer poeirinha. Quando for necessário, o jeito mais eficiente e econômico é usar um balde e pano. Não use mangueira. Use bom senso, principalmente em períodos de estiagem, como agora.
  • Você sabia que se regar as plantas em horários mais quentes faz com que elas aproveitem menos água? Isso mesmo. Se a temperatura está alta, a maior parte da água se perde na evaporação. Por isso, o melhor é regar pela manhã cedinho ou à noite, assim elas aproveitam melhor a água. Use regador e não mangueira.
  • Regule a válvula da descarga. A válvula regulada pode diminuir o consumo de água pela metade.
  • Invista na economia. Hoje, há vários produtos no mercado que ajudam a economizar água. Empresas do ramo de materiais hidráulicos e cerâmicas pesquisam para criar alternativas viáveis e eficientes de usar água. Gastar um pouquinho a mais na hora de fazer a instalação, na maioria das vezes, pode trazer retorno para você e para o meio ambiente no médio e longo prazo.

Chuva abaixo do normal

De acordo com a Epagri/Ciram, é normal que chova menos entre o outono e o inverno, mas, neste ano, choveu em volume ainda menor do que o habitual. Em julho, por exemplo, a precipitação esperada era de 90 a 110 milímetros, mas apenas 55 foram registrados. A previsão, agora, é que só a partir de setembro as chuvas voltem com mais intensidade. Até lá, a conscientização e o uso racional de água será fundamental na Grande Florianópolis.

:: Leia também: Com inverno seco, Corpo de Bombeiros orienta sobre risco de incêndio em vegetação

Ações para garantir o fornecimento

Para garantir o fornecimento neste momento pontual de estiagem, a Casan está instalando um bombeamento sequencial para captação de água no Rio Cubatão, já que o Rio Vargem do Braço (Pilões) está mais afetado pela estiagem. Três bombas instaladas no Rio Cubatão estão ampliando em 360 litros por segundo a captação de água que é distribuída no Sistema Integrado, que atende Florianópolis, Santo Amaro, São José, Biguaçu e Palhoça. Este último município não é atendido pela Casan, mas a água é comprada da estatal. 

Para o médio prazo, a Casan projeta triplicar a captação de água no Rio Cubatão, passando a 3 mil litros por segundo. A previsão é que a obra seja licitada ainda neste ano, para ser executada em 2020.

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São Miguel do Oeste, Concórdia e Chapecó receberão, nos dias 19, 21 e 23 de agosto, o Seminário Rede de Proteção aos Imigrantes e Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas. Realizado em conjunto por diversas instituições e executado pela Secretaria de Desenvolvimento Social (SDS) e Polícia Rodoviária Federal (PRF), o Seminário tem como objetivo debater formas de combater as violações dos direitos humanos nas regiões de fronteira e capacitar servidores públicos federais, estaduais e municipais, além de estudantes e imigrantes. Em São Miguel do Oeste, a vice-governadora Daniela Reinehr também participará do evento.

“Vamos trabalhar direto com as pessoas que atendem todos os dias as possíveis vítimas de tráfico, profissionais que atuam no acolhimento aos imigrantes em Santa Catarina, explica Karina Euzébio Gonçalves, diretora de direitos humanos da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Social. O Seminário está também inserido na agenda preventiva do Programa Agosto Lilás, que visa alertar e conscientizar sobre a violência contra meninas e mulheres que vivem na região de fronteira.

Segundo Arthur Luba, policial rodoviário federal e coordenador nacional do Projeto Mapear, “O objetivo das capacitações é desenvolver a habilidade dos atores, a partir de casos concretos, para criação de soluções em Rede, reconhecendo os fatores de vulnerabilidade ao tráfico de pessoas e as competências institucionais para a prevenção de crimes contra os direitos humanos”.

Projeto Mapear ETP - O Projeto Executivo Mapear do Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas da Polícia Rodoviária Federal (Mapear ETP) se desenvolve a partir da construção de parcerias, com um piloto em Santa Catarina para criar a metodologia de coleta de dados que será replicada no restante do país. A capacitação faz parte do Projeto e tem como objetivo fortalecer a rede intersetorial que atua na região oeste do estado e de fronteira, no atendimento aos imigrantes e pessoas vulneráveis aos crimes de tráfico de pessoas com a finalidade do trabalho análogo ao escravo e exploração sexual. Segundo Arthur Luba, policial rodoviário federal e coordenador nacional do Projeto Mapear ETP, “O objetivo das capacitações é desenvolver a habilidade dos atores, a partir de casos concretos, para criação de soluções em Rede, reconhecendo os fatores de vulnerabilidade ao tráfico de pessoas e as competências institucionais para a prevenção de crimes contra os direitos humanos”.

Dados - O tráfico de pessoas é a terceira indústria criminosa mais rentável do mundo e movimenta US$ 32 bilhões ao ano, perdendo apenas para o tráfico de drogas e armas, conforme relatórios do Escritório das Nações Unidas para o Combate às Drogas e ao Crime (UNODC). Mulheres e crianças representam 82% das vítimas no mundo.

Segundo dados do Observatório de Erradicação do trabalho Escravo e do Tráfico de Pessoas do Ministério Público do Trabalho, as regiões do Meio-Oeste e Planalto catarinense possuem um potencial elevado para o de tráfico de pessoas por estarem localizadas na fronteira com outros países e estados, tornando-se pontos de vulnerabilidade.

Parceria - Participam como parceiros na organização do Seminário o Ministério Público Federal, Ministério Público do Trabalho, Defensoria Pública da União, Polícia Federal, Universidade Federal da Fronteira Sul, o Instituto Federal de Santa Catarina, além da Polícia Rodoviária Federal.

Entre as instituições que participarão como convidadas estão o Ministério da Economia, Defensoria Pública Estadual, Organização Internacional de Migração (OIM), Serviço Pastoral do Migrante, Rede Um Grito Pela Vida, OAB/SC, Universidade Aberta do Brasil, Universidade do Vale do Itajaí, Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Associação Haitiana e Amigos de Imigrantes Concórdia e Região, Associação de Imigrantes de Chapecó e Comunidade de Imigrantes de São Miguel do Oeste.

SERVIÇO
DATA E LOCAL DOS SEMINÁRIOS

São Miguel do Oeste: 19 de agosto
Local: Instituto Federal de Santa Catarina. Rua Vinte e Dois de Abril, 2440 - São Luiz, São Miguel do Oeste/SC.

Concórdia: 21 de agosto
Local: Universidade Aberta do Brasil (ao lado do CEJA). Travessa Irmã Leopoldina 136 - Centro, Concórdia/SC.

Chapecó: 23 de agosto
Local: Auditório do Ministério Público Federal (Edifício Lázio). Avenida Porto Alegre, 427-D Centro, Chapecó/SC.

PROGRAMAÇÃO
8h às 8h30: Recepção com café da manhã e registro de presença
8h30 às 9h30: Mesa de Abertura
9h30 às 11h: Mesa Política Nacional Migratória e Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas
11h às 12h: Oficinas temáticas (Regularização da documentação para Migrantes e Visto e Residência)
12h às 13h30: Almoço
13h30 às 15h45: Oficina temática do Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas
16h às 17h: Oficina de Metodologia para Assistência a Migrantes em Situação de Vulnerabilidade

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  Foto: Saul Oliveira Filho/ Santur

Santa Catarina passará a contar com uma Rede de Inteligência do Turismo, composta inicialmente pela Fecomércio SC, Fecam e UFSC, em parceria com a Santur. O protocolo de intenções foi assinado nesta quarta-feira, 14, durante a reunião da Câmara Empresarial de Turismo da Fecomércio SC, na 32° Encatho & Exprotel, no CentroSul.

O objetivo da Rede é promover a cooperação entre as entidades do Estado para trabalharem em conjunto na geração de inteligência de mercado para o turismo, com produção de estudos e pesquisas, além da sistematização, análise e monitoramento de indicadores do setor.

O compartilhamento de dados e conhecimento vai gerar valor para toda a cadeia do turismo. “Trata-se de um momento importante para todo o setor, principalmente para a competitividade, projeção de novos negócios e a organização de todas as instituições envolvidas na cadeia do turismo do nosso Estado”, pontua a presidente da Santur, Flavia Didomenico.

Conforme o diretor-presidente da ABIH-SC, Osmar José Vailatti, esta iniciativa dará uma visão clara sobre o setor, com dados mais precisos e atualizados através da rede de informações entre as entidades do trade. “A ABIH-SC é parceira e terá uma participação importante tanto para contribuir com dados, quanto para receber e distribuir estas informações aos associados”, comenta.

Painel de indicadores

Durante a reunião da Câmara também foi apresentado em primeira mão um dashboard de indicadores compilados pelo Observatório do Turismo, plataforma em operação desde janeiro deste ano que será incorporada à rede. No painel interativo é possível visualizar informações completas sobre o mercado do turismo no Estado, desde dados sobre número de empresas a tráfego da aviação civil nos aeroportos do estado. O painel será atualizado constantemente com informações compartilhadas por entidades parceiras e o trade turístico.

As Instâncias de Governança Regionais (IGRs) do Turismo, que representam 12 regiões do Estado, também apresentaram as ações que estão sendo desenvolvidas no projeto Turismo Catarinense em Movimento.

 

Informações adicionais para a imprensa:
Ana Paula Flores
Assessoria de Imprensa 
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 Foto: Maurício Vieira/Secom

Estarão abertas nesta sexta-feira, 16, as inscrições para o Programa de Apoio a Núcleos Emergentes (Pronem), da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc). O lançamento da iniciativa ocorreu nesta quinta-feira, 15, com a presença do governador Carlos Moisés. O projeto irá destinar R$ 4,5 milhões para incentivar a pesquisa científica, tecnológica e inovadora com foco em grupos formados por pesquisadores com destaque na área de conhecimento e experiência na coordenação de projetos. A intenção do Pronem é induzir a formação de novos núcleos de excelência em pesquisa no estado.

“É através da pesquisa que nós conseguimos soluções para as nossas empresas e também para Santa Catarina. O Estado tem um papel nesse assunto e por isso precisa fomentar a inovação”, frisou Moisés. 

De acordo com o presidente da Fapesc, Fábio Zabot Holthausen, pesquisa e inovação caminham lado a lado. Sem incentivos, a pesquisa acaba sendo mais lenta e prejudicando toda a sociedade: “Estamos fortalecendo núcleos emergentes de pesquisa. Isso é um recado de que a inovação é essencial para o nosso Estado. O grande desafio é fazer com que as instituições percebam e se fortaleçam”. 

A submissão dos projetos deverá ser feita online, no site da Fapesc, até o dia 17 de setembro. A contratação dos projetos aprovados irá ocorrer até a metade de janeiro de 2020. 

Recursos

Dos R$ 4,5 milhões destinados pelo Pronem, R$ 3 milhões são do orçamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e R$ 1,5 milhão da Fapesc. Os projetos receberão financiamento de até R$ 400 mil em despesas de custeio, capital e até duas bolsas de mestrado.

O que são Núcleos Emergentes? 

Núcleo Emergente é um grupo de pesquisa já estabelecido, preferencialmente cadastrado no Diretório de Grupos de Pesquisa no Brasil (DPG/CNPq). Deve ser liderado por pesquisador e deve ser constituído por pelo menos cinco pesquisadores, podendo ser de instituições distintas, com reputação técnico-científica reconhecida e com linha de pesquisa comum ou complementar, que tenham histórico de colaboração, por meio de projetos, publicações e orientações comuns.

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 Foto: Antonio Prado/Fesporte

Quatro competições classificatórias para a etapa estadual da 19ª edição da Olimpíada Estudantil Catarinense (Olesc) vão movimentar quatro municípios do estado. Entre os dias 16 a 20, Tubarão será sede da etapa Sul e no mesmo período Ibirama recebe os competidores para a etapa Centro-Oeste. Depois, entre os dias 23 a 27 de agosto, será a vez de Camboriú sediar a etapa Leste-Norte e, Xaxim, a regional Oeste. A média para cada regional é de 750 atletas entre 12 a 17 anos, totalizando três mil. 

Estarão nas disputas os títulos das modalidades coletivas: futsal, handebol, voleibol e basquete, sendo que os três primeiros colocados garantem vaga para a etapa estadual da Olesc a ser realizada em Videira entre os dias 12 a 21 de setembro. A Olimpíada Estudantil Catarinense é uma promoção do Governo de Santa Catarina, por intermédio da Fesporte, em parceria com as prefeituras dos municípios sedes.

Veja os municípios participantes de cada regional:

Regional Sul – Tubarão (27 municípios): Antônio Carlos, Biguaçu, Braço do Norte, Cocal do Sul, Criciúma, Ermo, Florianópolis, Forquilhinha, Garopaba, Grão Pará, Içara, Imbituba, Meleiro, Morro da Fumaça, Orleans, Palhoça, Paulo Lopes, Rio Fortuna, São Joaquim, São José, São Martinho, Siderópolis, Sombrio, Santo Amaro da Imperatriz, Timbé do Sul, Tubarão e Turvo.

Centro-Oeste – Ibirama (26 municípios): Agrolândia, Anita Garibaldi, Caçador, Campos Novos, Celso Ramos, Curitibanos, Erval Velho, Fraiburgo, Herval D’Oeste, Ibirama, Jaborá, Joaçaba, Lages, Lebon Régis, Lontras, Luzerna, Mirim Doce, Otacílio Costa, Ponte Alta do Norte, Rio das Antas, Rio do Campo, Rio do Sul, Salete, São Cristovão do Sul, Taió e Tangará.

Regional Oeste – Xaxim  (32 municípios): Águas de Chapecó, Arvoredo, Caibi, Chapecó, Concórdia, Coronel Freitas, Cunha Porã, Cunhataí, Faxinal dos Guedes, Flor do Sertão, Galvão, Guaraciaba, Iporã do Oeste, Iraceminha, Itá, Itapiranga, Maravilha, Nova Erichin, Palmitos, Passos Maia, Piritiba, Pinhalzinho, Colombo, São João do Oeste, São José do Cedro, São Miguel do Oeste, Saudades, Seara, Tunápolis,  Xanxerê e Xavantina.

Regional Leste-Norte – Camboriú (30 municípios): Araquari, Balneário Camboriú, Balneário Piçarras, Barra Velha, Blumenau, Brusque, Camboriú, Canelinha, Garuva, Gaspar, Guaramirim, Indaial, Itajaí, Itapema, Jaraguá do Sul, Joinville, Mafra, Massaranduba, Navegantes, Nova Trento, Papanduva, Pomerode, Porto União, Rio Negrinho, Rodeio, São Bentos do Sul, São Francisco do Sul, São João Batista, Schroeder e Timbó. 

Na etapa estadual, cuja faixa etária abrange atletas de 8 a 17 anos, dependendo da modalidade, além dos esportes coletivos, estarão em disputa o atletismo, caratê, ciclismo, ginástica artística, ginástica rítmica, judô, natação, tênis, tênis de mesa e xadrez, no masculino e feminino. Nas provas individuais, os municípios montam suas seleções com atletas mais bem ranqueados para disputar a etapa estadual sem necessidade de passar pelas regionais. 

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