A Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) realizará a estreia do espetáculo "O Grande Circo Místico" em 26 de junho, às 20h, no Teatro Ademir Rosa, no Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis. O musical tem as participações de três grupos da Udesc (BigBandMadrigal Orquestra Acadêmica), que são ações de extensão do Departamento de Música. 

Realizado por mais de 30 acadêmicos e professores do departamento, o espetáculo é dirigido pelos docentes Cristina Emboaba e João Eduardo Titton. Em anos anteriores, os grupos da universidade já se reuniram para apresentações como "Ode a Zumbi" e "A Era do Rádio". O musical contará também com as participações dos professores  Maurício Zamith (piano) e Luiz Fiaminghi (violino). 

Saga familiar 

"O Grande Circo Místico" reúne canções de Chico Buarque e Edu Lobo do disco de mesmo nome, lançado em 1983 e baseado no poema de Jorge de Lima (1893-1953). O espetáculo se passa no início do século 20 e conta a saga da família austríaca proprietária do Grande Circo Knieps, além da história de amor entre um aristocrata e uma acrobata.

Originalmente composto como música para balé, "O Grande Circo Místico" é referência para a história da canção brasileira e já foi adaptado para várias formações vocais e instrumentais. Conforme o coordenador de Cultura da Udesc, Ivan Tonon, o espetáculo explora a interpretação vocal e a prática de conjunto.

Os arranjos vocais são de José Gustavo Julião de Camargo, e as orquestrações, de Fernando Emboaba, Lucas Galon, José Gustavo Julião de Camargo e Rafael Alexandre Fortaleza. Os cantores solistas são Grasieli Facchini, Johanna Hirschler, André Luiz Nunes e David Toledo, e as intervenções cênicas, de Fernando Bresolin.

Ingressos

Os valores e os alimentos arrecadados serão doados a três entidades assistenciais: Casa da Criança do Morro da Penitenciária, Casa São José e Creche São Francisco de Assis.

O quê: Espetáculo "O Grande Circo Místico".
Quando: 26 de junho, às 20h.
Onde: Teatro Ademir Rosa, CIC, Avenida Governador Irineu Bornhausen, nº 5.600, Bairro Agronômica, Florianópolis.
Quanto: R$ 10,00 a inteira e R$ 5,00 a meia-entrada (é preciso levar um quilo de alimento não perecível no dia do evento).

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  Foto: Sarah Goulart/ SEF

A Secretaria de Estado da Fazenda (SEF/SC) recebeu nesta segunda-feira (17), em Florianópolis, representantes do Paraná e Rio Grande do Sul para discutir os benefícios fiscais dos Estados do Sul. O objetivo do encontro foi a criação do Fórum de Benefícios dos Estados do Sul, com a apresentação dos incentivos concedidos e os respectivos impactos na economia dos três locais. Entre os temas abordados na reunião, a agroindústria, especificamente a indústria leiteira, o processo produtivo básico e produtos de informática e automação.

“Nosso trabalho é de equalização entre os três Estados, com o objetivo de trabalhar em conjunto já que algumas empresas usam a falta de articulação entre as Fazendas para não pagar impostos”, pontuou o secretário da SEF/SC, Paulo Eli.

Durante a abertura, o diretor de Administração Tributária da SEF/SC, Rogério Mello, afirmou que a criação do Fórum é importante para que a concessão dos incentivos seja padronizada. “Alguns empresários de determinados setores procuram o Governo de Santa Catarina informando a necessidade de receber benefício fiscal para continuar com a empresa instalada no Estado, mas da mesma forma fazem com Paraná e Rio Grande do Sul. Então nós iremos trabalhar para levantar os pontos em comum e assim igualar alguns benefícios fiscais”, explicou o diretor.

Além dos auditores fiscais da SEF/SC, Felipe Letsch, Ingon Rodrigues, Ramon Medeiros, Amery Nadir e Francisco Martins, estiveram presentes o inspetor geral de Fiscalização da Fazenda do Paraná (Sefa/PR), Linor Nespolo; a inspetora geral de Tributação da Sefa/PR; Aquilea Moresco, o representante do Conselho Nacional de Política Fazendária (Cotepe/ICMS) pela Sefa/PR, Mailson Costa; e o subsecretário adjunto da Fazenda do Rio Grande do Sul (Sefaz/RS), Eduardo Jaeger.

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O trânsito na terceira pista da Via Expressa (BR-282), em Florianópolis, foi liberado na manhã desta terça-feira, 18. A abertura do tráfego no acesso à Ilha de Santa Catarina ocorreu na presença do ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, e do governador Carlos Moisés.

A expectativa do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) é de que a terceira faixa diminua a frequência e a intensidade dos congestionamentos para entrar e sair de Florianópolis. "É uma obra importante para o acesso à Ilha e que, em face da restrição de recursos, usamos a criatividade e fizemos uma terceira faixa. Isso já é suficiente neste primeiro momento para dar um alívio no tráfego e esse efeito será percebido em breve", resumiu o ministro.

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De acordo com Gomes de Freitas, será colocado em teste o uso de uma faixa exclusiva para ônibus e caminhões, nos horários iniciais da manhã. "A gente deve ter um período experimental para ver se isso funciona e melhora a mobilidade", antecipou o ministro.

Integração do transporte

Na avaliação de Moisés, a obra torna ainda mais viável o projeto da Superintendência de Desenvolvimento da Região Metropolitana da Grande Florianópolis (Suderf) de integrar o transporte coletivo na Grande Florianópolis. "Estamos trabalhando arduamente para sensibilizar os municípios a se unirem ao projeto da Suderf de integração do transporte coletivo. Com a terceira faixa e o acesso exclusivo a ônibus, podemos potencializar os efeitos e melhorar a mobilidade urbana na região", afirmou o governador.

O superintendente do DNIT em Santa Catarina, Ronaldo Carioni Barbosa, também participou do atos, assim como parlamentares.

Acesso ao aeroporto de Florianópolis

A agenda do ministro em Santa Catarina se encerrou com uma visita às obras de acesso ao Aeroporto Hercílio Luz e do novo terminal, cuja inauguração está prevista para o dia 1º de outubro. "Estamos fazendo todos os esforços para entregar duas faixas de rolamento, uma em cada sentido, até outubro", explicou o governador. De acordo com ele, os principais desafios são as desapropriações - quase todas já judicializadas.

O secretário de Estado da Infraestrutura, Carlos Hassler, e o secretário executivo de Articulação Nacional, Diego Goulart, acompanharam o ato. O secretário nacional de Aviação Civil, Ronei Saggioro Glanzmann, também esteve presente na vistoria e elogiou o andamento das obras no aeroporto.

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O Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) acatou recurso da Procuradoria Geral do Estado (PGE) em ação movida por morador do Oeste catarinense que teve o veículo apreendido pelo Departamento Estadual de Trânsito (Detran) após a identificação de adulteração do chassi. O Tribunal julgou a apelação em favor do Estado por entender que não há responsabilidade do poder público quando o ato ilícito (adulteração) é praticado por terceiro.

O proprietário do automóvel cobrava indenização do Estado por danos materiais e morais em razão da perda do bem com a apreensão pelo Detran. Ele alegava não ter sido o responsável pela adulteração do chassi e que o Departamento Estadual já havia realizado vistorias anteriormente no veículo sem detectar a alteração no sinal identificador.

A PGE apresentou defesa sustentando que houve apenas a atuação legítima do órgão. “Diante da constatação apontada na vistoria veicular, foram adotadas as providências legais exigíveis no caso. E isto não representa nenhuma ilegalidade ou irregularidade e, sobretudo, nenhuma violação de direito subjetivo do autor”, ressaltou a Procuradoria Geral do Estado na ação.

O juiz acolheu, na primeira instância, os pedidos do autor. No entanto, em recurso apresentado pela PGE, o TJSC entendeu não haver responsabilidade do Estado. Destacou, ainda, decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) de que não há responsabilidade civil objetiva decorrente da apreensão e perda do bem nos casos em que o Detran efetuou o registro do veículo e posteriormente constatou-se a ocorrência de adulteração, em razão da inexistência do chamado “nexo de causalidade” entre a conduta estatal e o ato ilícito praticado por terceiro.

“Como no sobredito caso, o ato ilícito que reclama o autor - apreensão do veículo e anulação de negócio jurídico -, não decorreu da vistoria realizada pelo Detran, mas, sim, da adulteração pré-existente de sinal identificador do automotor por terceiros, tornando inviável a responsabilização civil do Estado, porque inexistente nexo de causalidade entre a atuação da autarquia e o prejuízo reclamado”, decidiu o desembargador Luiz Fernando Boller.

O processo já transitou em julgado e não cabe mais recurso da decisão. Atuaram na ação os procuradores do Estado Alessandra Tonelli e Giovanni Aguiar Zasso.

Processo 300630-86.2015.8.24.0042

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A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE/SC), vinculada à Superintendência de Vigilância em Saúde, da Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina confirmou nesta terça-feira, 18, a morte de uma estudante, de 12 anos, moradora de Imbituba, por meningococcemia. A doença é uma forma extremamente grave de disseminação da bactéria por todo o organismo, causando manchas pelo corpo e podendo levar rapidamente ao óbito.

Equipes da DIVE/SC estão em Imbituba reunidos com equipes da Secretaria Municipal de Saúde, de Educação, Regional de Saúde e pais de alunos para repassar orientações e definir outras medidas de prevenção. Todas as escolas das redes municipal e estadual de Imbituba estão fechadas e os Jogos Estudantis de Imbituba (JEIMB) que estavam sendo realizados na cidade foram suspensos. A medida foi tomada para evitar a aglomeração de pessoas em locais fechados.

 Foto: Osvaldo Nocetti/ SED

A Secretaria de Estado da Educação e a Secretaria de Estado da Administração Prisional e Socioeducativa assinaram nesta segunda-feira, 17, o termo de cooperação que garante ações de educação para cerca de cinco mil detentos no sistema prisional catarinense. O objetivo do Termo de Cooperação Técnica é a designação de professores e o apoio pedagógico ao ensino fundamental e médio, por meio dos Centros de Educação de Jovens e Adultos (CEJA) e do Departamento de Administração Prisional (DEAP). A vigência do documento é de 40 meses.

“Cerca de 400 professores atuam dentro do sistema prisional, com uma demanda por alfabetização de dois mil detentos em um universo de 23 mil em Santa Catarina. O aumento da escolarização é um benefício à sociedade e vemos campo para ampliar nosso trabalho”, avaliou o secretário da Educação Natalino Uggioni.

Juntamente com o adjunto da pasta da Administração Prisional, Edemir Alexandre Camargo Neto, o secretário Leandro Lima destacou que a oferta do ensino formal é parte importante nas estratégias de segurança. Um dos resultados percebidos quando o preso ingressa no ensino formal é a decisão por se submeter a exames nacionais como o Enade e o Enceja. Assim, ele muda a autopercepção em meio ao processo de aprendizagem. “A educação associada ao trabalho e políticas de assistência em saúde compõem um todo que melhora o quadro da segurança nas unidades prisionais”.

Trabalho de detentos é contrapartida

Para a Secretaria de Estado da Educação, uma das contrapartidas é outro convênio, que irá viabilizar a mão de obra dos apenados para reformas de carteiras e cadeiras do mobiliário escolar da rede estadual, em oficinas do sistema prisional do estado. Também está em tratativas a atuação de apenados em algumas funções para unidades educacionais, ligadas à limpeza e à manutenção.

As ações de fortalecimento para o atendimento educacional aos apenados em Santa Catarina são fundamentadas pelo Plano Estadual de Educação em Prisões, atualizado em 2016 e com vigência prevista de dez anos. “A maior parte da comunidade desconhece a relevância deste trabalho da educação dentro do sistema prisional. Quando percebemos os números de atendimentos e de projetos, assim como as oportunidades geradas, somos motivados a divulgar e a prosseguir nessa tarefa”, ressalta a diretora de Gestão da Rede Estadual, Isabela Fornari Müller.

A gerente de Modalidades, Programas e Projetos Educacionais, Beatris Clair Andrade, justifica a visão por trás das iniciativas. “Se, por um lado, é triste uma sociedade em que uma pessoa se alfabetiza dentro da prisão, por outro, com um trabalho pedagógico e não assistencialista, criamos oportunidades em algum momento da vida dessa pessoa, para que ela conclua a educação básica”.   

Sicilia Vecchi - Educação

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Fotos: Osvaldo Nocetti / SED

Santa Catarina deu mais um passo importante para a qualidade da educação nesta segunda-feira, 17, com a aprovação do Currículo Base da Educação Infantil e Ensino Fundamental do Território Catarinense pelo Conselho Estadual de Educação (CEE). O documento elaborado de forma participativa e democrática vai refletir diretamente no conteúdo ensinado em sala de aula.

Até 2020, o Currículo será implementado nas escolas das redes estadual e municipal e irá nortear os projetos político-pedagógicos das unidades. Para isso, a partir da próxima semana começam os seminários que irão qualificar 550 profissionais da educação, entre eles, gestores e professores de Santa Catarina, que serão multiplicadores para a implementação do documento nas unidades escolares.

O Currículo padroniza o conteúdo do estudante nas redes de ensino. Com isso, o aprendizado se torna mais igualitário e um aluno que muda de escola ou rede de ensino consegue acompanhar os trabalhos em sala de aula, sem prejuízo ou dificuldade na aprendizagem.

Um passo histórico para a educação catarinense foi como o secretário de Estado da Educação, Natalino Uggioni, definiu a aprovação. O secretário acredita que o Currículo pode ser um instrumento a mais para trazer os pais para dentro da escola e dar aos estudantes um sentimento de pertencimento. “Quando os pais participam da vida escolar dos filhos, aumenta a qualidade de ensino. E se o estudante se sente parte da escola, ele vai querer estar na escola”, ressaltou Uggioni.

A secretária adjunta da Educação, Carla Bohn, observou que o desafio agora é tornar o currículo realidade em cada unidade escolar. “São mais de cinco mil escolas, mais de 140 mil professores que precisamos sensibilizar, para que eles se apropriem e tornem vivo o documento em sala de aula." ressaltou.

O presidente do CEE, Osvaldir Ramos, considerou o Currículo uma maneira importante de melhorar a educação catarinense. “Ele é um instrumento de transformação das etapas de ensino, de equidade na aprendizagem, de vozes e oportunidades iguais”.

Professores representados

A presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) em SC, Patrícia Lueders, destacou a participação dos professores na elaboração do documento. “A gente quis dar vez e voz para os profissionais que estão em sala de aula. Esse currículo tem a alma e a vivência destes profissionais”, concluiu.

A coordenadora estadual da BNCC da Undime-SC, Sonia Regina Fachini, também chamou a atenção para o papel dos educadores na construção do Currículo. “O trabalho de todos está representado no documento, que traz um retrato da educação catarinense”, disse.

O representante do Colegiado Estadual de Educação da Federação Catarinense de Municípios (Fecam), Maurício da Silva, salientou a parceria entre estados e municípios na elaboração do Currículo. “Essa articulação precisa ser multiplicada na etapa de implementação, que será ainda mais importante e trabalhosa”, ponderou.

Como foi feito

O documento foi escrito em regime de colaboração entre a Secretaria de Estado de Educação (SED), a União dos Dirigentes Municipais de Santa Catarina (Undime), o Conselho Estadual de Educação (CEE), a União Nacional de Conselhos Municipais de Educação (UNCME) e a Federação Catarinense de Municípios (Fecam). Também contou com a participação de professores e com uma consulta pública.

O Currículo foi norteado pela Base Nacional Comum Curricular do MEC, que estabelece conhecimentos, competências e habilidades para que os estudantes desenvolvam ao longo da escolaridade básica.

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 Chico Ribeiro/Governo do Estado do Mato Grosso do Sul

A vice-governadora Daniela Reinehr participa nesta segunda e terça-feira, 17 e 18, em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, da reunião de trabalho da Comissão Permanente de Políticas Públicas para Mulheres e Segurança Pública do Codesul (Conselho de Desenvolvimento e Integração Sul). O encontro é realizado com objetivo de discutir o diagnóstico e a construção de propostas para o enfrentamento à violência que atinge mulheres e meninas que vivem nas áreas de fronteiras.

Santa Catarina já tem constituído um grupo de trabalho que auxilia no desenvolvimento do Projeto SC Fronteiras, que realizou um mapeamento e diagnóstico dos tipos de violência.

Para a vice-governadora, o encontro abrange um dos assuntos de grande preocupação da sociedade. “É cada vez mais urgente discutir a violência contra a mulher em todos os âmbitos, com o desenvolvimento de políticas públicas ainda mais eficazes. Precisamos incentivar a independência das mulheres por meio da qualificação, empregabilidade e empreendedorismo e criar um ambiente seguro para todas”, disse.

Na reunião de trabalho estão sendo organizadas propostas a serem apresentadas em audiência pública prevista para 11 de julho, na Comissão de Relações Exteriores do Senado da República, em Brasília.  Além de Santa Catarina, projetos também estão sendo realizados nos estados que possuem área de fronteiras: Mato Grosso do Sul, Paraná e Rio Grande do Sul.

Em Santa Catarina fazem parte das áreas de fronteiras os municípios de Bandeirante, Belmonte, Dionísio Cerqueira, Guaraciaba, Itapiranga, Paraíso, Princesa, Santa Helena, São José do Cedro, São Miguel do Oeste e Tunápolis. Nesses municípios, em 2017, foram registradas 1.176 ocorrências de violência contra a mulher, sendo três casos de feminicídios. Em 2018, foram quatro casos de feminicídios. “Minimizar esses números é papel de toda a sociedade”, finalizou Daniela Reinehr.

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O Ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, e o Governador do Estado de Santa Catarina, Carlos Moisés, visitaram na tarde desta segunda-feira, 17, o canteiro de obras do Contorno Viário de Florianópolis. Eles percorreram um trajeto de quase 14 quilômetros para avaliar o andamento dos trabalhos e projetaram cerca de três anos para a entrega das obras.

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“As intervenções necessárias para a conclusão da obra estão sendo aprovadas pela Agência Reguladora e os licenciamentos já foram liberados. Então, teremos 36 meses de trabalho a partir de hoje. Sendo assim, devemos concluir o Contorno Viário de Florianópolis no segundo semestre de 2022”, disse o ministro. 

Depois da visita, o Governador Carlos Moisés sinalizou que está ainda mais confiante com relação à qualidade da obra e a entrega dos 50 quilômetros de estradas que devem desviar o fluxo de veículos da região e facilitar a mobilidade na BR-101, na Grande Florianópolis. 

“O Governo Federal também está mobilizado para melhorar a infraestrutura do nosso estado. Mas, é claro, não se pode vender ilusões e prazos curtos. Por isso, precisamos desses 36 meses para garantir a entrega de um bom trabalho”, comentou Carlos Moisés.  

Freitas também se comprometeu a dar prioridade nas aprovações de projetos e do orçamento  necessário, além de cobrar celeridade da empresa responsável: “Já temos à disposição deste canteiro de obras mais de 270 equipamentos e vamos contratar quase duas mil pessoas, em alguns momentos do trabalho, para garantir que o prazo seja cumprido”.

Sobre o Contorno Viário  

O Contorno Viário será uma rodovia duplicada nos dois sentidos com 50 quilômetros de extensão. O início é no km 175 da BR-101, no limite entre Governador Celso Ramos e Biguaçu, e termina no km 220 da rodovia, próximo ao posto da Polícia Rodoviária Federal (PRF), em Palhoça.

A proposta é que os motoristas usem o novo trecho para desviar da BR-101 na região da Grande Florianópolis.  Assim, sem tantos veículos pesados, o tráfego de automóveis pode fluir melhor na rodovia federal e, principalmente, no perímetro urbano de Palhoça. Atualmente, 34,4 quilômetros, dos 50 que compõem o Contorno, estão com frentes de obras simultâneas, representando 70% do traçado. 

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A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (Dive), vinculada à Superintendência de Vigilância em Saúde (SUV), confirma o registro da segunda morte de macaco por febre amarela no estado. A coleta do material para análise foi realizada no dia 4 de maio, após moradores do Bairro Canela, localizado no distrito de Pirabeiraba, em Joinville, notificarem à Secretaria Municipal de Saúde sobre a morte do animal. As amostras do bugio foram encaminhadas para o Laboratório Central de Saúde Pública de Santa Catarina (LACEN) e seguiram para a Fiocruz, no Paraná, laboratório de referência para o estado.

João Fuck, gerente de zoonoses da Dive, explica que os macacos não transmitem a febre amarela. “Eles são vítimas da doença e sinalizam a circulação do vírus na região. Por isso, ao encontrar um macaco doente ou morto, a Secretaria Municipal de Saúde deve ser comunicada imediatamente. Com essa notificação, são desencadeadas as ações na região”, explica.

Vacinação

A febre amarela é uma doença grave, transmitida por mosquitos em áreas de matas e urbanas. A única forma de se proteger é através da vacinação. Todos os moradores de Santa Catarina, com mais de 9 meses de idade e que ainda não foram vacinados, devem procurar uma unidade de saúde para se imunizar contra a doença. Uma única dose é suficiente para proteger por toda a vida. No Estado, até o momento, a cobertura vacinal está em 74%. O ideal é vacinar, ao menos, 95% da população dentro do público-alvo.

Febre amarela em SC

No dia 28 de março de 2019, Santa Catarina já havia confirmado o primeiro caso de febre amarela autóctone (contraída dentro do estado) em humano. O paciente era um homem, de 36 anos, que não havia se vacinado e evoluiu para óbito. Ele morava na localidade de Pirabeiraba, em Joinville, no Norte do Estado.

No começo de abril, a DIVE/SC também confirmou a primeira morte de macaco por febre amarela no estado. O macaco (bugio) foi encontrado morto no dia 20 de março em uma área de mata no município de Garuva, no Norte do estado. 

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