Representantes de cinco indústrias cerâmicas catarinenses estiveram na Secretaria de Estado da Fazenda (SEF), nesta quinta-feira (21), com o objetivo de discutir medidas para impulsionar o setor. “O Governo do Estado está abrindo as portas para discutir melhorias para o desenvolvimento econômico de Santa Catarina. Para isso, estamos recebendo diversos segmentos, ouvindo as propostas e criando grupos de trabalho para, em conjunto, pensarmos em alternativas que estimulem a competitividade e o crescimento da economia”, afirma o secretário da SEF, Paulo Eli.

Produção

A produção anual do setor cerâmico em Santa Catarina é de 130 milhões de metros quadrados de pisos e azulejos, com faturamento superior a R$ 3,8 bilhões, gerando impostos estaduais na faixa de R$ 270 milhões e empregando 6,5 mil trabalhadores de forma direta, além de 15 mil indiretos. “Ficamos felizes com a receptividade do Governo do Estado com o setor industrial e pelo comprometimento em buscar alternativas para minimizar os impactos da crise e, mais recentemente, a greve dos caminhoneiros”, disse o presidente do Sindicato das Indústrias Cerâmicas de Criciúma, Paulo César Benetton.

Participaram da reunião as empresas Cecrisa, Eliane, Portobello, Portinari e Elizabeth, além do secretário da ADR de Criciúma, João Fabris, e o presidente da Associação Empresarial de Criciúma (Acic), Moacir Dagostin.

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A Secretaria de Estado da Educação abre, a partir da próxima segunda-feira (25), as inscrições para curso de pós-graduação lato sensu em Fundamentos e Organização Curricular mantidos pelo Programa de Bolsas do Fundo de Apoio à Manutenção e ao Desenvolvimento da Educação Superior - UNIEDU/FUMDES. A especialização é oferecida pelas 10 instituições credenciadas nas 21 regiões do Estado onde estão instaladas as Gerências Regionais de Educação e a Coordenadoria Regional da Grande Florianópolis. As inscrições podem ser realizadas até o dia 20 de julho. Clique aqui para obter mais informações.

Bolsas

A sistemática do curso foi discutida em reunião realizada na SED na última quarta-feira (20) com os gestores das instituições credenciadas pelo Uniedu e o secretário-adjunto Gildo Volpato. A gerente de políticas e programas de educação superior da SED, Daiane de O. Censi Marcos, explica que são 630 vagas de bolsas no valor de R$ 750. Segundo consta no edital 1.536/SED/2018, a mensalidade do curso não pode ser superior a R$ 520 e a bolsa é depositada diretamente na conta do bolsista (decreto 2.672/2009). "O objetivo desta ação, que é compartilhada com a Gerência de Políticas da Educação Básica, é trazer a BNCC e o currículo do território catarinense para a formação continuada dos profissionais de educação de Santa Catarina", explica a gerente.

Entre os critérios que serão avaliados na seleção dos candidatos à bolsa estão ter cursado o ensino médio em escola pública ou privada com bolsa parcial ou integral e morar há pelo menos dois anos em Santa Catarina. O candidato que estiver atuando no serviço público em território catarinense na área da Educação terá prioridade na seleção.

Uniedu

Para democratizar e facilitar o acesso às informações de cada edital, o programa conta com o portal www.uniedu.sed.sc.gov.br. O Uniedu é uma iniciativa do Governo do Estado, administrado pela Secretaria de Estado da Educação, sendo voltado a programas de atendimento aos estudantes do ensino superior para bolsas de estudo, de pesquisa e extensão e licenciaturas, com amparo nos artigos 170 e 171 da Constituição Estadual.

 

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Santa Catarina tem posição de destaque no cenário econômico nacional e é líder em muitos setores produtivos, tanto na indústria, no comércio ou na agropecuária. Um dos ramos de maior relevância é o setor cerâmico. Em todo Estado, a produção cerâmica representa 4,5% dos empregos, com 32.729 trabalhadores e 4,7% da indústria, com 2.407 estabelecimentos. As mesorregiões de maior destaque são o Sul com 37,8% e Vale do Itajaí com 21,7%, conforme dados de 2017 da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc). 

Compre de SC

Por acreditar no potencial de crescimento do Estado e para fomentar ainda mais a cadeia produtiva catarinense, o presidente do Sindicato das Indústrias Cerâmicas de Criciúma (Sindiceram), Paulo César Benetton, informou que a entidade e o setor estão apoiando o movimento “Compre de SC”, lançado no último dia 8 de junho pelo governador Eduardo Pinho Moreira.

“O movimento é muito importante, pois ao incentivar o consumo do produto catarinense, seja ele cerâmico ou outros, estamos ajudando no emprego e no desenvolvimento. É um esforço adicional, pois fomos muito afetados com a greve dos caminhoneiros. É um grande movimento que só tem a contribuir e nós somos apoiadores”, afirmou.

Há 30 anos atuando no setor cerâmico, o presidente destacou que os produtos catarinenses, em termo de qualidade, se equiparam com os que são produzidos internacionalmente. “Nós competimos em igualdade de condições. Temos um parque fabril moderno, empregados, colaboradores e funcionários com capacidade técnica e todas as condições de termos os melhores produtos. Em diversos setores somos sempre destaque em qualquer lugar que vamos”, salientou.

Segundo Paulo César Benetton, na região Sul o faturamento com as cerâmicas planas representa R$ 3 bilhões por ano, principalmente com porcelanatos, com 5,4 mil empregos diretos.

 

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A análise de desempenho da 1ª Delegacia Regional de São José revelou que as constantes operações policiais, principalmente na repressão ao tráfico de drogas, estão impactando os índices de crimes, reduzindo em 35% o número de roubos e em 14% os furtos. A avaliação se refere aos dados coletados entre  março e junho de 2018, em relação a igual período do ano passado. O índice de homicídios caiu 4,5% e o volume de resolução de crimes aumentou em 20%.

“Os números indicam que as mudanças realizadas com o apoio da Diretoria de Polícia da Grande Florianópolis e da Delegacia Geral, com a reorganização do efetivo e a criação dos Setores de Investigação e Capturas (SIC) em todas as delegacias de área, têm dado bons resultados já no curto prazo”, observou o delegado Daniel Régis.


Fotos: Divulgação /  CBMSC

A aeronave Arcanjo 04 começou a operar em nova base, localizada no aeroporto Serafim Enoss Bertaso, em Chapecó nesta quinta-feira, 21. É a primeira base do Corpo de Bombeiros Militar na região do Oeste do Estado. O Aarcanjo 04 é um avião de asa fixa, com tripulação composta por profissionais do Samu e do Corpo de Bombeiros Militar e suas principais atividades são o transporte aeromédico especializado de vítimas graves e apoio a SC Transplantes.

O serviço é gratuito, disponibilizado pelo Governo do Estado e gerenciado pelo Corpo de Bombeiros Militar em parceria com a Secretaria de Estado da Saúde, por intermédio do Samu. Entre as ocorrências que serão atendidas pela aeronave, estão as transferências de pacientes entre unidades hospitalares e os transportes de órgãos a serem transplantados. A logística do transporte com uso das aeronaves é uma forma de otimizar recursos públicos, aumentando a sobrevida humana e favorecendo, inclusive, a disponibilidade de utilização dos leitos de UTIs disponíveis nos hospitais do estado.

 
 

A base de Chapecó é a terceira dos Arcanjos em Santa Catarina. Além da sede em Florianópolis, onde operam um helicóptero e um avião (Arcanjos 01 e 02) e uma base em Blumenau, com o helicóptero Arcanjo 03.

Texto: Capitão BM André Hack Pratts

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Proprietários de veículos com placa final 6 que quiserem pagar o imposto em cota única têm até o dia 2 de julho. O prazo para parcelamento do imposto terminou no dia 10 de junho.

A Secreatria de Estado da Fazenda (SEF), responsável pelo recolhimento do Imposto, lembra que os vencimentos dependem do final da placa do veículo, mas os contribuintes podem antecipar o pagamento a qualquer momento. A guia de pagamento, taxas, multas e seguro DPVAT podem ser emitidos na internet e paga nas agências bancárias conveniadas: Banco do Brasil, Bradesco, Itaú, Santander, Caixa Econômica Federal, Sistema Bancoob/Sicoob, HSBC, Sicredi e Cecred.

A quitação é um dos requisitos para licenciar o veículo. O não pagamento também implica em Notificação Fiscal, com multa de 50% do valor devido, mais juros SELIC ao mês ou fração. Para saber qual o valor do IPVA do seu carro, acesse a tabela disponível no site da Secretaria da Fazenda, clicando aqui.

Para pagar, clique aqui.

Imposto está 2,47% menor em SC

Os proprietários de veículos emplacados em Santa Catarina irão pagar em média 2,47% a menos de IPVA em 2018. O Índice representa a desvalorização dos veículos em relação a 2017 de acordo com a tabela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), utilizada pela Secretaria de Estado da Fazenda como base de cálculo. A exceção fica por conta dos proprietários de caminhões. Para 2018, os valores das carrocerias foram incorporados ao valor venal desses veículos, conforme previsto em lei.  

CALENDÁRIO DE PAGAMENTO

FINAL DE PLACA

COTA ÚNICA

PARCELAMENTO-COTAS

     1ª

     2ª

    3ª

1

último dia do mês de janeiro

10.01

10.02

10.03

2

último dia do mês de fevereiro

10.02

10.03

10.04

3

último dia do mês de março

10.03

10.04

10.05

4

último dia do mês de abril

10.04

10.05

10.06

5

último dia do mês de maio

10.05

10.06

10.07

6

último dia do mês de junho

10.06

10.07

10.08

7

último dia do mês de julho

10.07

10.08

10.09

8

último dia do mês de agosto

10.08

10.09

10.10

9

último dia do mês de setembro

10.09

10.10

10.11

0

último dia do mês de outubro

10.10

10.11

10.12

IPVA mais caro - R$ 72.328,52

I/LAMBORGHINI AVENTADOR, ano de fabricação 2016

 - IPVA mais barato - R$ 1,42

AGRALE RXT 16.5, ano de fabricação 1987

IPVA SC - Alíquotas vigentes

  • 2% para veículos de passeio, utilitários e motor-casa, nacionais ou estrangeiros;
  • 1% para veículos de duas ou três rodas e os de transporte de carga ou passageiros (coletivos), nacionais ou estrangeiros;
  • 1% para veículos destinados à locação, de propriedade de locadoras de veículos ou por elas arrendados mediante contrato de arrendamento mercantil.

Grupo

Tipo de veículo

Variação no valor venal entre 2014 e 2015

A

Automóveis

- 4,9%

B

Camionetas e utilitários

- 4,8%

C

Caminhões

- 8,1%

D

Ônibus/Microônibus

- 5,5%

E

Motos e Similares

-2,5%

F

Motor-casa

- 6,3%

Média

 

 - 4,4%

Caso tenha dúvidas, entre em contato com a Central de Atendimento Fazendária neste link ou pelo telefone 0300-645-1515.

O agronegócio catarinense tem um grande desafio: criar uma logística eficiente para a importação de milho. Um gigante na produção de carnes, Santa Catarina se tornou também um grande comprador de milho. Todos os anos, quatro milhões de toneladas do grão saem do Mato Grosso, Goiás e Mato Grosso do Sul para abastecer as cadeias produtivas de suínos, aves e leite em Santa Catarina. Nesta quinta-feira, 21, representantes do setor público e privado e lideranças do agronegócio estiveram na Fiescpara debater os desafios na logística do milho.

Santa Catarina produz em média três milhões de toneladas de milho por ano e utiliza sete milhões na alimentação de suínos e aves – o consumo diário passa de 19 mil toneladas. “Temos um déficit que ultrapassa 55% da demanda, que tem sido suprida com milho que vem de longe. Temos buscado no norte do Mato Grosso, com distâncias que chegam a dois mil quilômetros e o transporte é feito via caminhões”, ressalta o secretário da Agricultura e da Pesca, Airton Spies.

O secretário explica ainda que esse milho, que chegava ao Estado a um preço relativamente competitivo, encontrou outros destinos: a exportação e a fabricação de etanol. O corredor de exportação do Arco Norte deu mais competitividade para a saída dos grãos do Mato Grosso pelos portos do Amazonas, Maranhão e Pará e o Mato Grosso está investindo em usinas flex que produzem etanol a partir de milho. “Realmente, Santa Catarina tem que se preocupar e agir diante do grande desafio que é o abastecimento do milho”, declara.

Segundo Spies, há algumas alternativas que devem ser trabalhadas para minimizar os efeitos do déficit de milho: aumentar a produção do milho no estado através da elevação da produtividade, investir no aumento da capacidade de armazenagem; usar outros grãos para completar a alimentação dos animais, como trigo e cevada, e investir em ferrovias.

Ameaça à competitividade das agroindústrias

“Ou viabilizamos a oferta de milho para Santa Catarina ou o Estado irá perder a competitividade”, afirma o diretor de relações institucionais da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA,) Ariel Mendes. Para dar continuidade ao modelo do agronegócio catarinense, a ABPA criou um grupo técnico que estuda a questão do milho e da logística catarinense.

“Partimos da avaliação de que se não for resolvido o problema do milho, Santa Catarina vai perder competitividade. Aqui estão as melhores plantas, que exportam para os melhores mercados mundiais. Este é um patrimônio que temos que preservar”, destaca. Ariel reforça ainda a importância de pensar em rotas alternativas para a importação do grão e também da organização das agroindústrias para a compra antecipada de milho.

De acordo com o presidente da Câmara de Assuntos de Transporte e Logística da Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc), Mario Cezar de Aguiar, a discussão sobre o abastecimento de milho passa obrigatoriamente pela melhoria da infraestrutura na região Oeste. “Certamente um componente importante é a infraestrutura e temos que ampliá-la para que possamos manter e fortalecer a nossa agroindústria”.

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Ana Ceron
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O Governo do Estado lançou nesta quinta-feira, 21, uma campanha de combate à violência contra as mulheres em Santa Catarina. A ação está focada no ambiente digital, com peças para redes sociais e produção de matérias especiais sobre o tema. Foram elaborados vídeos informativos e imagens para alertar sobre os números que, nas redes sociais, serão marcados com a hashtag #nadajustifica.

“É um assunto que merece bastante atenção. Essa campanha complementa outras ações já existentes em Santa Catarina para atenção às mulheres”, afirma a secretária estadual de Assistência Social, Trabalho e Habitação, Romanna Remor. Ela cita como exemplo os Centro de Referência de Assistência Social (Cras) e os Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) - que são administrados pelos municípios mas que contam com a parceria estadual - onde as mulheres podem buscar ajuda.

Violência dentro de casa

Em 2018, conforme a Secretaria de Estado de Segurança Pública, foram registrados 1.382 estupros no Estado entre os meses de janeiro e abril. Também nesse período foram 6,9 mil casos de lesão corporal – sendo que quase 65% ocorreram dentro de casa.

Em relação ao feminicídio - crime praticado contra a mulher em decorrência de violência doméstica, familiar ou, ainda, menosprezo ou discriminação à condição de mulher – no primeiro trimestre desse ano foram registradas oito ocorrências em Santa Catarina. Em metade dos casos, as vítimas tinham até 30 anos e tinham filhos com o autor do crime. Três vítimas registraram boletim de ocorrência contra o criminoso. E quase todos os casos ocorreram dentro de casa.

“Ainda precisamos evoluir nas relações entre os casais e as famílias. Enquanto houver a sensação de propriedade um do outro, em especial do homem que se sente dono da mulher, teremos ocorrências de violência”. É o que relata a delegada de Polícia Civil, Patrícia Zimmermann D'Ávila, coordenadora das Delegacias de Atendimento à Criança, Adolescente e Idosos.

tabela 1
Para o enfrentamento desse problema, em algumas cidades são oferecidos tratamentos psicológicos para o agressor, no sentido de trabalhar a compreensão das relações e combater a violência. As mulheres vítimas de agressão também são encaminhadas a grupos de apoio para entenderem que não estão sozinhas e que precisam agir para mudar a realidade em que vivem. “As mulheres não podem aceitar situações de violência. Precisam tocar adiante os inquéritos policiais”, destaca a delegada ao lembrar que muitas vítimas se sentem intimidadas e retiram as queixas ou então mudam seus depoimentos nas audiências.


A delegada Patrícia Zimmermann destaca ainda a evolução ocorrida em Chapecó: a cidade foi a que mais teve prisões preventivas como medida protetiva de urgência. Isso foi motivado por uma parceria entre a Polícia Civil e a Polícia Militar (Patrulha Maria da Penha). “Foi um mecanismo que deu resultado. As mulheres começaram a perceber que o sistema é eficiente. Então passaram a se sentir amparadas e com mais coragem para fazer as denúncias”, explica.

tabela 2

Nada justifica. Nada.

Segundo levantamento realizado pelo Instituto Maria da Penha, a cada dois segundos uma mulher é vítima de violência física ou verbal no Brasil. E a cada dois minutos, uma mulher é vítima de arma de fogo. Para denunciar esses casos, foi criado em 2005 o Dique 180 – Central de Atendimento à Mulher. Por meio desse canal as mulheres são orientadas sobre os serviços disponíveis para o enfrentamento do problema. É um serviço gratuito e anônimo. As atendentes são mulheres e são treinadas para dar o devido encaminhamento.

No exterior o 180 também funciona na Espanha (basta ligar para 900 990 055, discar opção 1 e, em seguida, informar em Português o número 61-3799.0180, em Portugal (pelo número para 800 800 550, discando 1 e informando o número 61-3799.0180) e na Itália (pelo número 800 172 211, discar 1 e, depois, informar em Português o número 61-3799.0180).

Em Santa Catarina as vítimas também podem fazer denuncias à Polícia Civil pelo número 181.

Outras dores

Conforme a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) de 2016, 26,1% das mulheres entre 14 e 29 anos que não frequentavam a escola faltavam às aulas porque precisavam executar tarefas domésticas ou cuidar de crianças, idosos ou pessoas com necessidades especiais. A PNAD 2017 revelou que o número de horas gastas por mulheres com afazeres domésticos é de 20,9 horas por semana, enquanto que a média entre os homens era de 10,8 horas semanais.

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Raquel Santi
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A Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVE) da Secretaria de Estado da Saúde (SES) divulgou o boletim atualizado (12/2018) sobre a situação da Influenza em Santa catarina. As informações apresentadas são referentes ao período que compreende as semanas epidemiológicas (SE) 1 a 25 de 2018, ou seja, casos com início dos sintomas de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em 31 de dezembro de 2017 até os registrados em no dia 20 de junho de 2018. Confira o boletim completo AQUI.

Informações adicionais:

Patrícia Pozzo e Cristina Schulze
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Para ampliar a segurança do Sistema Penitenciário catarinense investindo em novas tecnologias, 15 servidores da Secretaria de Estado da Justiça e Cidadania (SJC), representados pela Diretoria de Inteligência (DINF) e Centro de Ações Penitenciárias (CAP), participaram nos dias 19 e 20 de junho do Curso de Formação de Pilotos e Observadores de RPAS/VANT (Aeronave Remotamente Pilotada/ Aeronave Autônoma), popularmente conhecidos como drones.

O curso foi ministrado pelo Instituto do Meio Ambiente (IMA) como resultado de uma parceria entre as duas instituições. Com um total de 16 horas de aula, os servidores irão receber agora um certificado, devidamente registrado nos órgãos competentes, para operarem os equipamentos.

Informações adicionais para a imprensa
Denise Lacerda
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