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A Diretoria Estadual de Investigações Criminais (Deic) da Polícia Civil de Santa Catarina, divulgou nesta quarta-feira, 14, os resultados obtidos em 2017, considerados os mais expressivos dos últimos anos. Em comparação ao ano de 2016, em 2017 houve um crescimento de 126% do número de prisões em flagrante e 77% decorrentes do cumprimento de mandados de prisão, totalizando 546 pessoas retiradas do convívio social, representando o número de 259 prisões a mais em comparação ao ano anterior. 

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Foram cumpridos 422 ordens de busca e apreensão em 2017 expedidas pelo Poder Judiciário, decorrentes de representações realizadas pela Deic, o que revela o intenso trabalho de investigação realizado pelos grupos da Diretoria. 

Já em relação ao combate aos furtos, roubos e receptações de veículos automores, a Deic recuperou 36% a mais do que 2016, representando um acréscimo de 109 veículos e um montante próximo dos R$ 12,9 milhões, conforme tabela Fipe. A polícia catarinense é referência nacional na recuperação de veículos, apresentando o índice de 65,9% em 2017, sendo um dos melhores do país. No mesmo período, houve crescimento de 150% das apreensões de armas de fogo e 33% de munições. 

No que tange ao combate ao narcotráfico, foram realizadas as maiores apreensões de drogas já registradas em território catarinense, resultando num aumento de 266% em relação ao ano de 2016, correspondendo na ordem de R$ 25 milhões em drogas retirados de circulação, enfraquecendo assim às organizações criminosas. 

Visando apreender bens, valores e direitos alcançados com o crime, bem como o combate a lavagem de dinheiro, em 2017 foram apreendidos e/ou sequestrados mais de R$ 13,2 milhões, entre valores em espécie/depositados em contas bancárias, veículos automotores e bens imóveis. Nesse último ano tivemos um acréscimo de mais R$ 1,7 milhão em comparação ao ano de 2016.

Sobre a repressão aos crimes da era digital, a Deic com apoio e suporte da delegacia geral da Polícia Civil, desde os primeiros meses de 2017,  possui uma equipe dedicada especialmente para a função. Nos próximos dias deverá ser formalizada a criação da DRCI – Divisão Repressão aos Crimes de Informática no âmbito da Deic.

Parcerias

A Deic com atribuição em todo o território catarinense possui como foco o enfrentamento às associações e organizações criminosas, à macrocriminalidade e ainda, às investigações de alta complexidade, por meio das especializadas: Laboratório e Divisão de Lavagem de Dinheiro (LAB/LD), Divisão de Crimes Contra o Patrimônio Público (DCCPP), Divisão de Roubos e Antissequestro (Dras), Divisão de Defraudações (DD), Divisão de Furtos e Roubos de Veículos (DFRV), Divisão de Repressão ao Crime Organizado (Draco) e ainda, da Divisão Especializada de Combate ao Narcotráfico (Denarc).

Visando reprimir, de forma qualificada, a criminalidade, a Deic reforçou ao longo de 2017 as parcerias com as delegacias de polícia da ponta, especialmente com as Divisões de Investigações Criminais (DIC’s), Divisão de Inteligência da Polícia Civil (DIPC), Diretoria de Informação e Inteligência (Dini). Além da Secretaria da Segurança Pública (SSP), Diretoria de Inteligência e Informação (DINF), Secretaria de Justiça e Cidadania (SJC), Receita Federal do Brasil, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Militar, Fazenda Estadual de Santa Catarina, Tribunal de Contas de SC, Rede LAB (Laboratório de Lavagem de Dinheiro), Rede de Controle da Gestão Pública de Santa Catarina, Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp)/MP, Poder Judiciário e Ministério Público.

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O secretário de Estado da Segurança Pública, César Augusto Grubba, recebeu na tarde desta sexta-feira, 9, a visita do futuro secretário da pasta, professor Alceu de Oliveira Pinto Junior. O encontro marcou o início da transição na SSP.

Por mais de três horas, Grubba fez um diagnóstico da Segurança Pública. De acordo com o secretário, o encontro teve por objetivo colaborar para a realização de uma transição plena e transparente. Na pauta, o funcionamento e as atribuições das instituições que formam o sistema de Segurança Pública e a atual situação dos projetos e obras em andamento.

O futuro secretário ressaltou a importância da secretaria e sua atribuição de planejar a Segurança Pública para o futuro governo. A posse do professor Alceu de Oliveira Pinto Junior será realizada no final de fevereiro, em data ainda a ser definida.

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material apreendido arma

A Polícia Civil, através da Divisão de Investigação Criminal (DIC) de São Lourenço do Oeste, prendeu uma quadrilha nesta madrugada, 8, suspeita de roubos em Santa Catarina, Paraná e no Rio Grande do Sul. A ação policial ocorreu em Campo Erê e resultou na prisão de seis pessoas (de 20, de 21, de 25, de 26 e dois de 32 anos). Foram apreendidos três veículos, uma espingarda calibre 12, um revólver calibre 38 SPL, munições destes calibres e três veículos.

Segundo o delegado Eduardo Mattos, a organização criminosa é responsável por cerca de 20 roubos em residências, comércios e ônibus, nos últimos meses. “Inclusive, iriam realizar um roubo, nos próximos dias, em Campo Erê”, explica.

De acordo com o delegado, os policiais estão empenhados na captura de um sétimo integrante da quadrilha, que conseguiu fugir. As buscas contam com apoio do helicóptero do SAER/FRON. “Dos sete presos, cinco são do Rio Grande Sul e os outros dois são das cidades catarinenses de Modelo e Chapecó. Um dos presos, de 26 anos, natural de Erechin/RS, tinha dois mandados de prisão, pelo crime de roubo. Outro preso, de Chapecó, de 25 anos, era foragido da penitenciária do Paraná, onde cumpria pena pelo crime de roubo. Outro comparsa, de 32 anos, estava com mandado de prisão em aberto, pelo crime de contrabando”, relata.

Os presos foram autuados em flagrante pelos crimes de organização criminosa, porte ilegal de munição e porte de arma com sinal identificador, suprimido ou adulterado.

A ação contou com apoio de policiais civis das delegacias de comarca de Campo Erê, Quilombo, canil São Lourenço do Oeste, SAER FRON e SIC de Maravilha.

Uma coletiva está prevista para esta sexta-feira, 9, às 10h, na sede da Divisão de Investigação Criminal (DIC) de São Lourenço do Oeste.

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O secretário de Estado da Segurança Pública, César Augusto Grubba e o procurador chefe da Procuradoria da República em Santa Catarina, Darlan Airton Dias, assinaram acordo de cooperação técnica para disponibilizar acesso ao banco de dados do Sistema Integrado de Segurança Pública, o SISP,  aos membros e servidores da Procuradoria da República. A Diretoria de Informação e Inteligência da SSP, gestora do SISP, será a responsável pela disponibilização dos acessos de seu sistema aos servidores da PR.

Pelo termo de cooperação são obrigações da SSP fornecer apoio técnico especializado para os usuários da PR, autorizar os Procuradores da República e servidores do órgão federal a utilizar o SISP além de outros pontos definidos no termo de cooperação. É de responsabilidade da PR comunicar a DINI identificação dos usuários autorizados a acessar o sistema, fornecer apoio técnico especializado para os servidores da SSP dentre outras obrigações.

A assinatura do documento foi realizada na tarde desta quarta-feira, 7, no gabinete do secretário César Augusto Grubba, que destacou a importância do compartilhamento das informações, já que fortalece o vínculo entre as duas instituições, em prol da segurança dos catarinenses.

Participaram do ato o diretor de Informação e Inteligência da SSP, delegado Daniel Sá Fortes Régis; diretor de Integração da SSP, coronel PMRR, Rogério Martins, o agente de Polícia Emerson Licio Silva e servidores da Procuradoria da República.

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João Carlos Mendonça Santos
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As regiões Leste e Sul de Florianópolis contam desde segunda-feira, 06, com uma Central de Investigação Leste e Sul (CILS), que irá funcionar nos moldes da Central de Investigação do Norte da Ilha, (Cini) e Central de Investigação do Continente, (Cicon). O anúncio foi feito pelo diretor de Polícia da Grande Florianópolis, delegado Verdi Furlanetto.

De acordo com o delegado, o objetivo desta unidade é a investigação das facções e organizações criminosas, tráfico de armas, tentativa de homicídio e crimes patrimoniais. A CILS também dará apoio para a 2ª e 10ª delegacias da Capital. 

A 2ª delegacia abrange os bairros de Saco dos Limões, Costeira do Pirajubaé, Rio Tavares, Pantanal, Tapera, Pântano do Sul, Caieira Sul, Ribeirão da Ilha, Carianos entre outros bairros do Sul da ilha. A 10ª delegacia atende os bairros da Lagoa da Conceição, Barra da Lagoa, Joaquina, Campeche, Novo Campeche, Rio Tavares, entre outros da região Leste.

A CILS será formada por um delegado, um escrivão e quatro agentes de polícia, semelhante à estrutura da Cini e Cicon. Esta unidade policial trabalhará juntamente com as demais delegacias especializadas, como a Delegacia de Repressão a Roubos (DRR), Delegacia de Combate às Drogas (Decod), Delegacia de Homicídios (DH), Central de Investigação do Norte da Ilha (Cini), Central de Investigação do Continente (Cicon),  e Delegacia de Polícia da Criança, Adolescente, Mulher e Idoso (DPCAMI).

O delegado Rodrigo Moretto coordenará os trabalhos da CILS. Moreto trabalhava no Tribunal de Justiça de Santa Catarina, como Coordenador de Inteligência Institucional.

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A Polícia Civil recebeu informações na tarde desta sexta-feira, 2, de que menores estariam sendo explorados pelo próprio pai em uma carvoaria, no interior de Mafra. Após apuração das informações, os policiais civis, acompanhados pelo delegado Cassiano Tiburski, se deslocaram até a localidade de Avencal de Cima e confirmaram a denúncia.

De acordo com o delegado, no local foi encontrado um menino de 11 anos, sujo de resíduos de carvão, usando uma sandália aberta, aparentando exaustão física pelo trabalho e calor. “A criança apresentava, ainda, as mãos calejadas e com queimaduras provenientes do trabalho na carvoaria. Indagamos à criança sobre os fatos, sendo que respondeu que trabalhava no local”, explica.

Segundo o delegado, a criança ainda informou que não usava nenhum equipamento individual de proteção para trabalhar, que seu pai a obrigava a trabalhar no local, sob ameaças e agressões. “O menino revelou que se ele não fosse trabalhar, o pai brigava, batia nele e nos outros dois irmãos de 14 e 15 anos, que também exerciam a função exaustiva no local”, afirma.

O delegado disse, ainda, que a vitima revelou que normalmente começava a trabalhar às 7h até as 20h. “Só paravam para comer. O menino tinha marcas de queimaduras nas pernas e nas mãos”, diz. Durante a conversa com a criança, chegou o pai, de 42 anos, que se surpreendeu com a presença dos policiais. “Neste momento, a vítima, imediatamente, calou-se por medo de sofrer agressões”, afirma.

No local, os policiais constataram a presença de fornos para a produção de carvão e um depósito para estocagem, próximas da casa da família. “Além da criança encontrada no local, dois irmãos desta também eram submetidos ao trabalho análogo ao de escravo. Todas as vítimas receberam atendimento do psicólogo policial da delegacia de Mafra, o qual extraiu informações que confirmaram que os três menores eram explorados ilegalmente”, revela.

Diante dos fatos, o pai das vítimas foi conduzido à delegacia, onde foi autuado em flagrante pelo crime de “redução à condição análoga à de escravo”, que prevê pena de dois a oito anos de prisão. “Na delegacia, o indiciado negou os fatos, alegando que não obrigava os filhos a trabalhar, nem batia ou ameaçava, e que o trabalho com carvão não era tão pesado assim”, concluiu o delegado. O preso foi encaminhado ao Presídio Regional de Mafra, onde permanece a disposição do Poder Judiciário.

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O vice-governador Eduardo Moreira entregou nesta quinta-feira, 1º, em Criciúma, o novo helicóptero do Serviço Aeropolicial (Saer) da Região Sul do Estado. “Ele é mais moderno e permitirá maior agilidade nos serviços de atendimento e com mais segurança para os policiais que o operam. Além do serviço aeromédico e do policial, há também dispositivo para enfrentar incêndios. São avanços que refletem em mais segurança para todo o Sul de Santa Catarina”, disse Eduardo Moreira. A aeronave anterior foi fabricada em 1994; a atual, em 2014.

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Foto: Jeferson Baldo/GVG

O modelo AS-350 B2 conta com diferenciais como sistema digital, que traz mais segurança no voo, além de facilitar o planejamento e interação do piloto com o equipamento de voo. Vem acompanhado de um rádio policial que melhora a comunicação com equipes em solo de todas as instituições que o Saer auxilia, principalmente na área policial. Conta também com um Bambi Bucket, material de combate a incêndios com capacidade para transportar, de forma ágil e segura, 500 litros de água, informou o delegado-geral-adjunto da Polícia Civil, Marcos Flávio Ghizoni Júnior.

Com mais de 353 horas de voo em 2017, o Saer vem atuando em importantes operações policiais e já contabilizou mais de 30 transportes aeromédicos. “O novo helicóptero representa mais segurança e tecnologia no dia a dia do policial”, explicou o comandante do Saer em Criciúma, delegado Gilberto Mondini. Também participaram da solenidade os sercretários Luiz Fernando Vampiro (Infraestrutura) e João Fabris (Desenvolvimento Regional em Criciúma) e o comandante da Polícia Militar Rodoviária, coronel José Norberto de Souza Filho, deputados, prefeitos e vereadores.

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O mês de janeiro teve o menor número de homicídios dolosos registrados em Santa Catarina desde 2016. Reforço no policiamento ostensivo, área de inteligência atuando de forma integrada e manutenção das principais lideranças criminosas na prisão são as justificativas para essa queda nas estatísticas criminais neste primeiro mês de 2018.

O crime de latrocínio (matar para roubar) também apresentou redução. Em janeiro de 2017 foram sete (7) casos registrados contra um (1) registro no primeiro mês deste ano.

Os 85 homicídios dolosos aconteceram em 35 cidades catarinenses. Destas 19 registraram um homicídio; 14 cidades tiveram de 2 a 5 assassinatos e duas fecharam o mês com mais de 10 crimes – Florianópolis com 13 e Joinville com 12 homicídios.

O perfil de vítima e autor não teve alteração. A estatísticas mostram que 74,7% das vítimas possuíam antecedentes policiais e 67,9% dos autores tinham passagem policial. Em 261 municípios não houve registro de homicídio dolosos neste primeiro mês de 2018.

Roubos

Os crimes de roubo também tiveram queda neste primeiro mês de 2018. No quadro geral a redução chegou a 30,2%. Em janeiro de 2017 foram registradas 1545 ocorrências e este ano este número apresentou redução com 1079 queixas.

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Proteção à Criança, ao Adolescente, à Mulher e ao Idoso (DPCAMI) de Itajaí, realiza nesta quinta-feira, 1º, a partir das 9h, a apresentação do projeto “Polícia Civil por Elas”, na sede da DPCAMI, na rua Brusque, 367.

O objetivo é promover acolhimento e autonomia para mulheres em situação de vulnerabilidade social, por meio de atendimento especializado, que beneficiará, a princípio, 15 mulheres, em encontros três vezes por semana. Essa iniciativa irá convidar profissionais da Rede de Serviços de Atendimento a Mulheres em Situação de Violência (CREAS, CRAS, Saúde, ONGs, Defensoria Pública, Poder Judiciário, UFSC, entre outras) para realizar esclarecimentos sobre as demandas levantadas pelo grupo. A parceria busca resgatar o autoconhecimento e contribuir para a sua autonomia e seus direitos estimulando a mulher a pensar nos desafios contemporâneos e seu bem estar.

Assim, o grupo de mulheres, por meio das trocas de experiências, possibilitará a reflexão sobre a questão da violência, promovendo o acolhimento e contribuindo para a reconstrução de seus projetos de vida. Nesta primeira etapa, o projeto será implantado na cidade de Itajaí e já está em processo de implementação em Balneário Camboriú e Joinville.

O projeto foi originalmente elaborado pela coordenadoria das DPCAMs de SC, através da delegada Patrícia Zimmermann D’Ávila e pelo psicólogo policial Antônio Carlos Britto. Já as adaptações para a realização na DPCAMI em Itajaí foram pelas psicólogas policiais, Danielle Cadan e Gabriela Chrestani. “O objetivo é melhorar o atendimento a mulher, vítima de violência e também para aquelas mulheres que têm receio de procurar ajuda, acham que não tem como mudar a questão da violência. É uma forma de olhar para a mulher, mãe de família, para tentar tratar diretamente este problema, que atinge muitas famílias. Nós buscamos através deste projeto a redução de todas as formas de violência doméstica contra a mulher”, afirma a delegada Patrícia.

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O vice-governador Eduardo Pinho Moreira e o ministro da Justiça, Torquato Jardim, inauguraram nesta terça-feira, 30, a Penitenciária Feminina de Criciúma, a primeira exclusiva para mulheres condenadas no Estado. “É uma nova etapa no sistema prisional, pois, até agora, todas as unidades eram espaços criados para custódia de presos masculinos”, declarou Eduardo Moreira. “Santa Catarina, uma vez mais, apresenta o que há de mais moderno e humano no setor para o país. Mais eficaz do que aplicar a sanção é a esperança, a certeza, da ressocialização das pessoas”, acrescentou o ministro.


Foto: Jeferson Baldo/GVG

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“Outras três penitenciárias semelhantes estão em construção no Estado: Chapecó, Joinville e Itajaí. Junto com a de Criciúma, totalizarão 1.144 vagas, num universo de quase mil mulheres presas. Nosso planejamento prevê a extinção dos presídios mistos em todo o Estado até 2019”, acrescentou a secretária de Justiça, Ada de Luca.

A penitenciária oferecerá toda a infraestrutura necessária para atender a mulher presa de acordo com o que determina a Lei de Execuções Penais (LEP), como fraldário, lactário, briquedoteca e sala de estudo. A transferência de condenadas para esta unidade começará na próxima semana. Inicialmente, serão da região Sul e, em seguida, de outras regiões, adiantou o secretário-adjunto de Justiça, Leandro Lima.


Foto: Jeferson Baldo/GVG

De acordo com a diretora da penitenciária, há plano de atividade laboral montado para contemplar todas as presas. “Primeiramente, serão 100 pessoas trabalhando com confecções, mediante convênio. Também haverá educação formal em parceria com o Ceja e a Secretaria de Estado da Educação e cursos profissionalizantes”.

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Vitor Louzado
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