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A Secretaria de Estado da Saúde (SES) inaugurou o Escritório de Qualidade do Hospital Governador Celso Ramos (HGCR) nesta terça-feira, 7. O objetivo é padronizar os processos e condutas da entidade com foco na melhoria de produtos e serviços, para garantir a satisfação dos clientes (pacientes e funcionários). O HGCR é a quarta unidade a implantar o escritório. O primeiro foi o Hospital Infantil Joana de Gumão, depois o Hospital Regional de São José e, na sequência, o Hospital Hans Dieter Schmidt, em Joinville.

O secretário-adjunto de Estado da Saúde, André Motta Ribeiro, começou falando que era uma satisfação voltar ao Celso Ramos, onde atuava como médico na emergência. “Se não abordarmos o processo e o fluxo de forma eficaz, nada irá melhorar. É preciso nos abraçar e entregar um produto cada vez melhor ao nosso paciente. As dificuldades são imensas e esta ação é um passo importante. Espero que esse projeto seja o início da melhora”, complementou.

O Escritório de Qualidade Hospitalar será responsável por sistematizar as ações do programa de Qualificação Hospitalar, desenvolvido pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), dentro da unidade. “Sua função será coordenar essas ações junto ao comitê gestor, fazer os protocolos em parceria com as áreas, os procedimentos operacionais padrão e seguir as diretrizes da qualificação hospitalar”, explica Márcia Pauli, uma das referências do programa no Estado. O escritório funcionará junto do Núcleo de Educação Permanente do HGCR, localizado no térreo.

 

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A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (Dive), vinculada à Superintendência de Vigilância em Saúde da Secretaria de Estado da Saúde (SES), informa que foi confirmado pelo Laboratório Instituto Pasteur (IP) o diagnóstico laboratorial de raiva para o óbito de uma paciente de 58 anos, residente em área rural do município de Gravatal, ocorrido no último sábado (4 de maio).

As amostras foram encaminhadas para São Paulo pelo Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen). Santa Catarina não registrava casos de raiva em humanos desde 1981, quando um paciente de Ponte Serrada foi vítima da doença. Já os últimos casos de raiva animal foram registrados em 2006, nos municípios de Xanxerê (um cão e um gato), Itajaí (um cão), e em 2016, em Jaborá (um cão).

Técnicos da Dive estiveram nesta segunda-feira, 6,d no município e Tubarão reunidos com a Gerência Regional de Saúde, a Secretaria Municipal de Saúde de Gravatal e Capivari de Baixo, Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) e a Unisul para o desenvolvimento de ações, conforme o protocolo do Ministério da Saúde, considerando que Santa Catarina é área controlada para raiva animal no ciclo urbano.

As ações envolvem a vacinação casa a casa de cães e gatos em um raio de cinco quilômetros a partir da residência da paciente, bem como busca ativa de animais doentes e mortos e orientação à população. “Além disso, se a pessoa for agredida por um cão ou qualquer outro animal, é muito importante que procure um serviço de saúde mesmo se o ferimento não for grave, pois pode haver a necessidade de tomar a vacina contra a raiva", afirma João Fuck, gerente de Zoonoses da Dive.

A vacinação de todos os cães e gatos é a forma mais eficaz de proteção contra a doença. A ação está prevista para começar dia 9 de maio, quinta-feira. A população de Gravatal e Capivari de Baixo podem procurar por informações mais detalhadas sobre a ação diretamente na Secretaria Municipal de Saúde. A Dive já solicitou 10 mil doses de vacina antirrábica para o esquema de vacinação. Segundo a médica veterinária da Dive, Alexandra Schlickmann Pereira, a população deve ficar atenta ao comportamento estranho dos seus animais de estimação. “Qualquer alteração de comportamento como inquietação, aumento de agressividade, paralisias dos membros e fotofobia (medo da luz) deve ser observada e comunicada para a Secretaria Municipal de Saúde”, alerta.

Raiva humana

A raiva é uma doença transmissível que atinge mamíferos como cães, gatos, bois, cavalos, macacos, morcegos e também o homem, quando a saliva do animal infectado entra em contato com a pele ou mucosa por meio de mordida, arranhão ou lambedura do animal. O vírus ataca o sistema nervoso central, levando à morte após pouco tempo de evolução. A raiva não tem cura estabelecida (há apenas três casos de cura conhecidos no mundo, um deles no Brasil) e a única forma de prevenção é por meio da vacina.

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Os chefes dos poderes Executivo, Legislativo, Judiciário, do Tribunal de Contas e do Ministério Público de Santa Catarina se reuniram na manhã desta segunda-feira, 6, em Florianópolis, para debater formas de mitigar o déficit da saúde estadual e garantir a manutenção dos serviços essenciais aos cidadãos. Na opinião do governador Carlos Moisés, o tema deve ser tratado como uma prioridade absoluta, e o encontro é uma demonstração da vontade de todos para encontrar uma solução.

“Herdamos uma dívida milionária resultado da má gestão na área da saúde, mas todos nós que hoje estamos à frente dos poderes do Estado vamos nos unir para resolver estes problemas e garantir os serviços de saúde aos catarinenses”, enfatizou o governador.

Entre as alternativas discutidas, está a criação de um fundo específico - concentrando diversas fontes de recursos - para o pagamento da dívida, hoje reconhecida em R$ 334 milhões. Essa proposta será analisada por todos os participantes do encontro, com o objetivo de chegar a uma conclusão em uma próxima reunião.

Em relação ao pagamento dos fornecedores em atraso, o governador Carlos Moisés afirmou que está chamando todos os credores para conversar e sugeriu a criação de um mecanismo que permita que aqueles que também devem ao Estado possam abater parte dessas dívidas com o valor que governo estadual deve a eles. Ainda segundo o governador, o foco agora está nos chamados grandes credores, aqueles que possuem valores maiores para receber. Inicialmente, centraram-se forças nos que tinham menos para receber.

De acordo com o procurador-geral de Justiça do Estado, Fernando Comin, embora o problema não tenha sido criado pelos poderes nem pelo atual governo, uma resposta precisa ser dada.

“Hoje nós discutimos algumas questões mais abrangentes e genéricas. Nós vamos fazer uma análise do que foi proposto e voltarmos a nos reunir com as considerações do Executivo e de todos os demais intervenientes”, destacou Comin.

Além de Moisés, Comin e do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Julio Garcia, também participaram do encontro o presidente do Tribunal de Justiça de SC, Rodrigo Collaço, e o presidente do Tribunal de Contas de Santa Catarina, Adircélio de Moraes Ferreira Júnior.

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Profissionais do Hospital Infantil Joana de Gusmão (HIJG) realizaram mais um mutirão de cirurgias pediátricas neste sábado, 4 de maio, em Florianópolis. No total, foram feitas 21 procedimentos de hernioplastia na ação, que envolveu mais de 25 servidores da unidade.

As cirurgias integram o 13º Mutirão de Cirurgias Pediátricas e praticamente zeraram a fila no HIJG. Inicialmente, 25 pacientes estavam inscritos, mas 21 tiveram condições clínicas para realizar a intervenção, por orientação médica.

A moradora do município de Palhoça, Bruna Garcez, levou o filho de nove meses para cirurgia no início da manhã de sábado. O procedimento foi realizado em alguns minutos e significou o fim de uma espera de cinco meses.

”Foi ótimo esse mutirão. Achei que iríamos esperar mais tempo na fila. Agora a vida segue e meu filho terá uma vida normal”.

A ação envolveu cinco cirurgiões, três anestesistas, três enfermeiras e 14 técnicos de enfermagem. Foram realizados procedimentos de hernioplastia crural (unilateral), epigástrica, inguinal bilateral e unilateral.

 

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No último sábado, 4 de maio, foi realizado o Dia D de Vacinação contra a gripe em todo o país. Em Santa Catarina, 199.930 pessoas que fazem parte dos grupos prioritários procuraram as unidades de saúde para tomar a dose contra a doença. O número de aplicações foi consideravelmente maior do que no ano passado, quando apenas 75.380 pessoas foram imunizadas contra a doença.

A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina, vinculada à Superintendência de Vigilância em Saúde, da Secretaria de Estado da Saúde, comemora o resultado positivo. "Ficamos felizes com os números alcançados neste dia D, resultado do trabalho conjunto entre Estado e municípios, mas sabemos que ainda temos muito o que fazer", ressalta a gerente de imunização da DIVE/SC, Lia Quaresma Coimbra.

 Foto: Divulgação/ SES

O Hospital Tereza Ramos (HTR), de Lages, passa a contar com um novo equipamento para exames mais sofisticados e precisos. Trata-se de uma torre de vídeo no valor de R$ 430.670,11, composta por um conjunto de equipamentos utilizados para visualização de órgãos ou cavidades corporais com uso de uma câmera de vídeo acoplada a um sistema ótico. Possui monitor de alta resolução, câmera, fonte de luz de LED, insuflador e endoscópios rígidos.

O aparelho, adquirido por meio de uma emenda parlamentar da deputada federal Carmem Zanotto, possibilitará a melhoria e ampliação do atendimento dos pacientes da região serrana de Santa Catarina.

“Em alta resolução, o equipamento proporcionará procedimentos mais precisos nos exames de laparoscopia, urologia e ginecologia do centro cirúrgico desta unidade”, afirma Andreia Maia Berto, diretora do HTR.

De acordo com o médico cirurgião José Roberto Pontin, o novo equipamento é capaz de realizar procedimentos menos invasivos, o que representa uma série de benefícios ao paciente como menor tempo de internação, menor risco de infecção e dor pós operatória. “Com exceção ao que vemos na robótica, esse equipamento é o que há de mais moderno na cirurgia. Chamamos de minimamente invasiva , ou seja sem necessidade de grandes cortes você faz as mesma cirurgias”, destaca. “Esta torre é uma das melhores da região”.

Mudanças no atendimento

Alterações no funcionamento da unidade vinculada à Secretaria de Estado da Saúde (SES) vem proporcionando mais agilidade no atendimento à comunidade local. Já está em pleno funcionamento a nova ala criada no quinto andar da unidade após trabalho de readequação realizado pela atual gestão. 

Foram abertos 18 leitos no local, sendo oito deles de curta duração e destinados a pacientes com até 24 horas de internação. Esses oito leitos funcionarão de segunda a sábado. Outros oito leitos estão sendo utilizados para cirurgias eletivas que necessitem de até quatro dias de internação e outros dois para pacientes que precisam ficar em isolamento.

Na nova readequação, a direção optou por maior disponibilidade no centro cirúrgico para atender uma demanda reprimida em cirurgias eletivas. Em apenas uma semana de atendimento, 24 pessoas foram atendidas neste novo espaço. “Na nova readequação, a direção optou pela abertura de maior disponibilidade de salas cirúrgicas e a consequente abertura destes leitos cirúrgicos nas instalações do quinto andar”, afirma Andreia Berto.

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Foto: Arquivo / Secom  

As salas de vacinação das unidades de saúde de Santa Catarina estarão abertas no próximo sábado, 4, durante o dia, para vacinar os grupos prioritários contra a gripe. A Campanha de Vacinação começou no dia 10 de abril, mas até o momento apenas 17,83% do público-alvo se imunizaram contra a doença. O prazo final para tomar a dose é dia 31 de maio.

A meta estabelecida pelo Ministério da Saúde (MS) é de vacinar, ao menos, 90% da população total dos grupos prioritários que, em Santa Catarina, é de mais de dois milhões de pessoas (2.000.034).

 Fotos: Cristiano Estrela/ Secom

O governador Carlos Moisés autorizou, na manhã desta terça-feira, 30, a licitação de aquisição de equipamentos necessários para o funcionamento da nova ala do Hospital Regional do Oeste (HRO), em Chapecó. O investimento de R$ 10 milhões irá garantir a entrada em operação da estrutura de nove andares, com capacidade de atendimento a 156 leitos adicionais.

"É um hospital importante não só para Chapecó, mas para todo o Oeste. Precisamos que essa ala entre em funcionamento para destravar os gargalos na saúde pública de toda a região", destacou o governador.

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O Hospital Regional do Oeste atua em regime de alta complexidade, atendendo a pacientes de cerca de 120 municípios. A nova ala contará com novos leitos para UTI Geral, UTI pediátrica, setor de coronária, salas cirúrgicas, leitos para tratamento intensivo de alta complexidade, oncologia de longa duração, quimioterapia de curta duração e para recuperação pós-cirúrgica.

O governo também confirmou a renovação do repasse de R$ 1,8 milhão mensais para o HRO por mais três meses. O prazo serve para que a equipe técnica da Secretaria de Estado da Saúde conclua os estudos que definirão o apoio dado à associação hospitalar para o custeio das atividades, baseado na produtividade. Esse processo está ocorrendo em todas as regiões.

"Precisamos ser justos, corrigir distorções. Há hospitais que recebem R$ 200 mil, outros que recebem R$ 1 milhão, outros que recebem muito mais. Esses valores devem ser baseados em critérios técnicos. A gente acredita que ser justo e imparcial em todas as nossas ações é melhor, porque assim as pessoas vão confiar mais em investir em Santa Catarina", afirmou Moisés.

O secretário do Estado de Saúde, Helton de Souza Zeferino, que acompanhou o ato destacou que somados aos valores da licitação para compra de equipamentos, os investimentos do governo do Estado no HRO somam R$ 60 milhões, o que inclui a edificação e instrumentação da ala. "Esta é mais uma etapa importante para que a nova ala entre em funcionamento e passe a atender a população", destacou.

O presidente da Associação Hospitalar Lenoir Vargas Ferreira (ALVF), responsável pela gestão do hospital, Rogério Getúlio Delatorre,  destacou a importância do investimento. "Só temos a agradecer a presença e a atenção. Estamos realizando parte de um sonho que já é de 15 anos", resumiu Delatorre.

O ato foi realizado na unidade hospitalar e acompanhado pelo prefeito de Chapecó, Luciano Buligon, o secretário de Estado da Saúde, Helton de Souza Zeferino, os deputados estaduais Maurício Eskudlark e Altair Silva, o presidente da Associação Hospitalar Lenoir Vargas Ferreira (ALVF), gestora do hospital, Rogério Getúlio Delatorre, além de outros representantes da diretoria, profissionais e voluntários do hospital.

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Dois projetos de extensão de alunos da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) levam muita música e histórias para os pequenos pacientes internados no Hospital Infantil Joana de Gusmão, em Florianópolis. As ações são feitas em parceria com o Setor de Pedagogia Hospitalar da unidade, vinculada à Secretaria de Estado da Saúde (SES).

Esta semana ocorreu o encontro entre os dois projetos, o Música Para Quem Precisa, realizado por estudantes de Música e o Literatura no Leito Hospitalar, integrado por estudantes de Pedagogia. A apresentação ocorreu em diversas alas do HIJG. As duas ações ocorrem isoladamente na unidade e, uma vez ao mês, os estudantes dos dois projetos se unem para atender pacientes e acompanhantes.

 Fotos: Maurício Vieira/ Arquivo/ Secom

O Supremo Tribunal Federal (STF) anulou a emenda constitucional que alterava o percentual mínimo de repasse para a área da saúde, mas o governador Carlos Moisés assegura que os investimentos no setor em Santa Catarina estão garantidos. O objetivo da administração estadual, assegura Moisés, é melhorar a qualidade do serviço prestado na área não apenas com o repasse dos recursos necessários, mas também com a qualificação da gestão.

"Se as gestões anteriores tivessem, de fato, investido 12% na saúde, não haveria R$ 750 milhões em dívidas como recebemos e que agora estamos pagando. A saúde precisa de investimentos, mas também de gestão competente. A decisão do STF veio para corrigir uma ilegalidade, uma inconstitucionalidade, mas a saúde continua com atenção prioritária do Estado", reforça o governador.

 

Na avaliação de Moisés, a decisão do Supremo tem valor simbólico para deixar claro que o governador precisa ter participação em todas as propostas que tratem do orçamento. Do contrário, as eventuais leis aprovadas pelo Legislativo são inconstitucionais, já que não é função dos deputados estaduais editar normas relativas a matérias orçamentárias.

Ao mesmo tempo em que assegura os investimentos necessários para a saúde, o Governo do Estado tem atuado em outras frentes para qualificar a gestão. A dívida herdada pelo setor já foi reduzida, e mais da metade dos credores teve os pagamentos regularizados.

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