O Hospital Materno Infantil Santa Catarina, de Criciúma, lançou uma campanha para arrecadação de linhas de crochê destinadas à produção de Polvos do Amor para os bebês da Unidade de Terapia Intensiva (UTI). As linhas devem ser 100% algodão, número 6 e das marcas Barroco, Anne ou Charme. As doações podem ser entregues na UTI ou no setor de Recursos Humanos do hospital.

A campanha é uma iniciativa da Comissão de Humanização da unidade, administrada pelo Instituto de Desenvolvimento, Ensino e Assistência à Saúde (Ideas) em parceria com a Secretaria de Estado da Saúde (SES). 

“Os grupos que confeccionam e doam os polvos para a UTI estão necessitando de linhas para a produção. Para que o projeto não perca força ou se acabe, necessitamos de doações”, explica Lenita Duart da Silva de Campos, gerente de enfermagem do Materno Infantil.

Embora não exista comprovação científica, os profissionais relatam que os polvos ajudam os bebês prematuros a se sentirem mais seguros e confortáveis. Ao abraçar o brinquedo, o recém-nascido fica mais calmo e se sente mais protegido. Isto acontece porque os tentáculos do polvo lembram o cordão umbilical e oferecem uma segurança semelhante ao útero. 

O polvo também reduz a incidência de passagens de sondas, pois os tentáculos são macios e ideais para serem agarrados, evitando que o bebê puxe os fios conectados a eles.

Início

A primeira experiência no Hospital Materno Infantil com o polvo de crochê foi feita em 2 de março de 2017. Foi escolhido o bebê prematuro mais agitado entre os 10 que ocupavam os leitos da UTI da unidade. Ela era agitada, chorosa, gostava de colocar suas mãozinhas na cânula traqueal, na sonda gástrica, nos equipamentos, sempre tinha que estar envolvida na malha tubular para contenção, senão ela puxava tudo, como lembra a equipe. 

Com a presença do polvo dentro da incubadora, a bebê ficou mais calma, com boa melhora na frequência respiratória, na frequência cardíaca e iniciou com dieta no mesmo dia. Até mesmo a mãe percebeu a filha mais tranquila.
"Tivemos uma resposta imediata. Em menos de 24 horas notamos que o polvo realmente é muito importe para o desenvolvimento e tranquilidade para o bebê", relatou a enfermeira Gabriela Maciel.

*Com informações do Instituto Ideas

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O atendimento de urgência para todas as regiões catarinenses está mais ágil, equipado e seguro. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) de Santa Catarina passa a contar com 18 novas ambulâncias, renovando aproximadamente 80% da frota de suporte avançado. Os veículos foram entregues aos municípios na manhã desta sexta-feira, 19, em ato realizado no Centro de Ensino do Bombeiro Militar, em Florianópolis.

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O processo de aquisição das ambulâncias foi conduzido pelo Governo do Estado, o que resultou numa economia em razão da compra em maior quantidade e da isenção de ICMS, fatores que não existiriam se o processo fosse realizado individualmente por município. Com os custos menores, foi possível adquirir mais veículos. O governador Carlos Moisés destacou o trabalho feito pelo Estado para melhorar as licitações, tornando-as mais abertas à concorrência e vantajosas para os cofres públicos.

“O Estado compra melhor se fizer em conjunto, de uma vez só, trabalhando tecnicamente para isentar os tributos quando possível. Temos um projeto intrassecretarias que começará aqui na Capital e, dando certo, avançaremos para o Estado todo, criando grandes centros compartilhados de compras”, afirmou Moisés. Um exemplo dessa melhoria, conforme o governador, é a aquisição de oxigênio para uso medicinal, cujo custo caiu de R$ 24 milhões para R$ 12 milhões neste ano, sem mudar a quantidade comprada.

Secretários de Estado, prefeitos, deputados e vereadores acompanharam o ato de entrega.

O custeio da operação das unidades de suporte avançado do Samu, como a folha de pagamento dos profissionais e a manutenção dos equipamentos e dos veículos, é responsabilidade do Governo do Estado. Os recursos para a compra das novas ambulâncias têm origem em emendas parlamentares dos deputados Rogério Mendonça e Carmen Zanotto, além de uma destinação por iniciativa própria do Governo Federal, via Ministério da Saúde. 

Integração dos suportes básico e avançado

De acordo com o secretário de Estado da Saúde, Helton de Souza Zeferino, as unidades de suporte básico, que hoje estão sob responsabilidade dos municípios, também passarão a integrar o Samu estadual, sob gestão da Secretaria de Estado da Saúde (SES) e do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina, da mesma forma como já ocorre com o suporte avançado. “É um processo que vai fazer com que a população tenha um ganho expressivo no atendimento, com mais organização”, avalia o secretário.

Ele lembrou que o número de atendimentos cresce a cada ano. No primeiro semestre de 2019, foram registradas mais de 170 mil ocorrências, das quais 80 mil precisaram de deslocamento de ambulância. “Tanto o suporte básico quanto o suporte avançado prestam um serviço de muita importância num momento em que a população precisa. Os novos veículos trazem maior segurança e confiabilidade”, acrescenta Zeferino.

Municípios beneficiados

As cidades que contam com os novos veículos são Araranguá, Blumenau, Caçador, Canoinhas, Chapecó, Criciúma, Curitibanos, Florianópolis, Itajaí, Jaraguá do Sul, Joinville, Lages, Mafra, Palhoça, Rio do Sul, São Joaquim, São José e São Miguel do Oeste. O investimento em cada ambulância foi de aproximadamente R$ 199 mil, totalizando cerca de R$ 3,3 milhões.

Conforme o diretor do Samu, Giovanni Augusto Kemper, a renovação da frota ajuda num processo de melhoria do atendimento que começou já com a reforma administrativa, quando a gerência estadual do serviço foi elevada a diretoria. "Após a reforma administrativa, adotou-se resoluções que estipularam maior congregação entre porta móvel, que são as ambulâncias, e porta fixa, que são os hospitais. Com a qualidade dos novos veículos, além do profissional, o catarinense que necessita do Samu é acolhido da melhor forma possível", considera.

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O Hospital Regional Hans Dieter Schmidt (HRHDS), de Joinville, colocou em funcionamento a nova subestação de energia elétrica abrigada da unidade. As obras tiveram início em 2016 e representaram um investimento de R$ 3,2 milhões por parte do Governo de Santa Catarina, através da Secretaria de Estado da Saúde (SES) e envolveu, além dos equipamentos, a construção de um novo prédio para a casa das máquinas. Os testes foram realizados durante a última semana e todo o hospital já está em pleno funcionamento na nova rede elétrica. A antiga subestação já foi desativada.

O hospital enfrentou um sério problema de energia em maio deste ano, quando o rompimento de um cabo acabou deixando a unidade sem energia. O diretor do HRHDS, Evandro Godoy, explica que os novos equipamentos irão proporcionar extrema segurança aos pacientes. “A nova subestação, além de ser mais robusta e modernizada, traz extrema segurança ao aporte de energia elétrica do nosso hospital, pois evita situações como a ocorrida no final de maio, onde o rompimento do cabeamento entre o gerador e a antiga subestação deixou a instituição funcionando somente em uma fase de energia por 35 horas até o reparo completo”, completou.

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Servidores de carreira em funções estratégicas da Secretaria de Estado da Saúde (SES), critérios técnicos na alocação de recursos públicos, redução da dívida e melhorias nos processos de compra são algumas das marcas implantadas pelo setor nos primeiros 200 dias de gestão. Apenas nos primeiros seis meses deste ano, as unidades da Saúde estadual realizaram mais de 1 milhão de atendimentos. Para debater os resultados já alcançados e projetar os próximos passos na melhoria do atendimento ao cidadão, a SES organizou um seminário nesta terça-feira, 16, em Florianópolis. 

O governador Carlos Moisés participou da abertura do seminário, parabenizou os servidores pelos resultados já alcançados e reiterou que as melhorias precisam continuar. “Nossos sistemas muitas vezes ficaram isolados. Sempre houve muita crítica quanto à transparência na saúde. Este foi um grande desafio, melhorar o controle e o acesso aos dados da saúde. Também temos avançado muito na melhoria das compras”, avaliou o governador. “Quero que as pessoas que estão sendo atendidas sintam o resultado disso tudo, que sintam uma melhoria real, com profissionais cumprindo horários, hospitais limpos, organizados, sem faltar insumos, sem filas”, projetou Moisés.

O seminário seguiu durante toda a tarde, com apresentações das diretorias e superintendências da Secretaria de Estado da Saúde. De acordo com o secretário, Helton de Souza Zeferino, o principal avanço nesses 200 dias foi a valorização dos servidores com experiência dentro do setor, que passaram a ocupar cargos de gestão. “Eles apresentaram várias ideias, apontaram situações que não eram conduzidas da melhor forma e nos ajudaram em processos vitoriosos, como a digitalização dos processos licitatórios”, mencionou o titular da pasta. “Estamos pensando no futuro, com uma política de investimentos bem desenhada, nos pilares da transparência, da eficiência e da produtividade. Seguiremos avançando. Melhorar sempre continua sendo a meta”, completou o secretário.

No período, conforme Zeferino, também houve maior agilidade na realização de cirurgias eletivas, R$ 200 milhões em dívidas quitadas e a passagem do gerenciamento do Fundo Estadual de Saúde à própria pasta, trazendo mais autonomia para o setor.

Números da saúde

Conforme balanço da Secretaria de Estado da Saúde, foram realizados mais de 1 milhão de atendimentos apenas nos primeiros seis meses de 2019. Os números se referem às cirurgias, atendimentos ambulatoriais ou de emergência, exames de imagem e internações. Os detalhes podem ser conferidos aqui.

Entre janeiro e junho foram realizadas 70 mil cirurgias nas unidades estaduais. O número de exames de imagem (raios X, ultrassonografia, entre outros) passou de 333 mil e as internações hospitalares somaram mais de 46 mil.

A SES ainda atendeu 281 mil pessoas em casos de emergências e registrou 31 mil atendimentos ambulatoriais. Além disso, foram registrados 9.202 nascimentos em unidades estaduais.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) registrou cerca de 170 mil ocorrências no primeiro semestre de 2019. A média total de atendimento de uma Unidade de Suporte Avançado é de menos de 15 minutos.

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Santa Catarina registrou a segunda morte em humanos por febre amarela. O paciente era um homem, de 40 anos, residente em Itaiópolis, no Planalto Norte. Ele não tinha registro de vacina no Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações (SIPNI) e morreu no dia 29 de junho de 2019. Os resultados da investigação epidemiológica, aliados à confirmação laboratorial da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) do Paraná, referência para Santa Catarina, atestam, portanto, o segundo caso autóctone com óbito registrado no estado.

A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE/SC), vinculada à Superintendência de Vigilância em Saúde, da Secretaria de Estado da Saúde, informa que, como se tratava de suspeita de febre amarela, foi realizada uma investigação conjunta entre a Gerência Regional de Saúde de Mafra e a Secretaria Municipal de Saúde de Itainópolis, utilizando o Protocolo de Investigação de Óbitos Febre Amarela do Ministério da Saúde (MS). Os exames foram encaminhados pelo Laboratório Central de Saúde Pública (LACEN) de Santa Catarina.

Para evitar novos casos, foi realizado um mutirão de vacinação contra a febre amarela em um raio de dois quilômetros da residência do paciente, totalizando 492 doses. Depois da confirmação da morte, a procura por vacinas também aumentou nas unidades de saúde.

O primeiro óbito confirmado em humanos por febre amarela foi em um paciente de 36 anos não vacinado, residente em Joinville, no dia 12 de março. Antes disso, Santa Catarina não registrava casos de febre amarela em humanos desde 1966.

Prevenção

 Foto: Dóia Cercal/Secom

Santa Catarina se tornou Área com Recomendação de Vacinação contra a febre amarela (ACRV) no segundo semestre de 2018. Desde então, as campanhas para vacinação contra a doença foram intensificadas em Santa Catarina com o objetivo de atingir a cobertura vacinal de 95% dentro do público-alvo. Até agora, o estado atingiu 74,15% da cobertura vacinação. O índice atualmente do município de Itaiópolis é de 88,40%.

Segundo Maria Teresa Agostini, diretora da DIVE/SC, para ficarmos seguros contra a doença é preciso alcançarmos a meta de vacinação: “A gente reforça a necessidade da população procurar as unidades de saúde para fazer a vacina e, em caso de sintomas da doença, procurar atendimento imediato para aplicação do protocolo de manejo clínico e classificação de risco frente a um caso suspeito de febre amarela”.

A febre amarela é uma doença grave, transmitida por mosquitos em áreas de matas e urbana. A única forma de se proteger é por meio da vacinação. Todos os moradores de Santa Catarina, com mais de nove meses de idade e que ainda não foram vacinados, devem procurar uma unidade de saúde para se imunizar contra a doença. Uma única dose é suficiente para proteger por toda a vida. As doses estão disponíveis em 1.104 salas de vacinação de todos os 295 municípios catarinenses.

Morte de macacos

No começo de abril, a Dive/SC confirmou a primeira morte de macaco por febre amarela no estado. O macaco (bugio) foi encontrado morto no dia 20 de março em uma área de mata no município de Garuva, no Norte do estado. Já o registro do segundo macaco morto pela doença aconteceu em junho, em Pirabeiraba, em Joinville. E o terceiro foi no município de Indaial, no Vale do Itajaí, o macaco era da espécie bugio e morreu no dia 31 de maio. “Importante ressaltar que a morte de macacos indica que o vírus da febre amarela está circulando pelo estado de Santa Catarina. Os macacos, assim como os humanos, são picados pelo mosquito que transmite a doença e adoecem”, explica a bióloga Renata Gatti.

FEBRE AMARELA: transmissão, sintomas e formas prevenção 

Assinatura Dive

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 Fotos: Maila Klegien Barbi/ SES

Servidores do Hospital Regional Hans Dieter Schmidt,em Joinville, participaram nesta quinta-feira,12, de uma palestra ministrada dentro da instituição pela jornalista e escritora Vanessa Bencz. O tema foi empatia.

A ideia partiu da gerente administrativa Scheila Medeiros Fernandes. "Acredito que é muito importante para nossos servidores participarem não só de palestras técnicas,como também de atividades que abordem nossas vivências e conscientizem sobre a importância de se colocar no lugar do outro", explicou.

Durante a palestra, Vanessa falou sobre sua trajetória em escolas e explicou como o assunto do bullying e da falta de empatia ainda é recorrente. "Há pesquisas que mostram que um em cada cinco estudantes brasileiros se automutilam. Esse é um assunto muito sério", pontua.

Vanessa é autora de cinco livros e já realizou mais de 1400 palestras em todo o país. O primeiro trabalho da escritora, um livro de contos e crônicas, foi publicado em 2011. Já o trabalho com foco no combate ao bullying iniciou em 2014 com o lançamento da história em quadrinhos "A Menina Distraída".

Atualmente, Vanessa é referência em temas como combate ao bullying e ao preconceito. A escritora também já foi convidada a trabalhar com Maurício de Souza, criador da Turma da Mônica. "Sempre foi meu sonho de infância trabalhar com o Maurício, mas, por enquanto, acredito que minha missão é falar sobre a importância destes temas", ressalta.

O objetivo da palestra foi reforçar o sentimento de confraternização entre os funcionários. "Não só nossos pacientes, mas também nossos servidores precisam ser cuidados", ressalta o diretor geral Evandro Rodrigues Godoy.

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Mais economia, segurança e agilidade. São esses os objetivos da mudança de procedimento administrativo realizada pelo plano de saúde do servidor catarinense, SC Saúde, ligado à Diretoria de Saúde do Servidor – DSAS. A novidade é a implantação do contrato digital, celebrado entre o plano com os prestadores de serviços que compõem a rede de atendimento ao segurado.

De acordo com o diretor de Saúde do Servidor, Cláudio Fontes, todos os contratos, que antes eram impressos, e seguiam para tramitação de assinaturas via Correios, passam agora a serem geridos via processo digital.  “Automatizar o processo de assinatura dos contratos e sua tramitação reflete em economia de papel, impressão, transporte e controles internos, além de agilidade na homologação para que o prestador comece a atender o nosso segurado”, afirmou.

Além disso, todos a documentação gerada anteriormente com os segurados está em processo de digitalização. São mais de um milhão de páginas de papel que estão passando para o formato digital, deixando de ocupar espaços físicos nos setores públicos.

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 Hospital Regional Hans Dieter Schmidt, de Joinville | Foto: Arquico / Secom 

Dois hospitais de Santa Catarina foram escolhidos para compor o terceiro ciclo do Projeto Lean nas Emergências, que tem como principal objetivo reduzir a superlotação dos serviços de urgência no Sistema Único de Saúde (SUS). O Hospital Regional Hans Dieter Schmidt, de Joinville, e o Hospital Governador Celso Ramos, em Florianópolis, estão entre os 20 escolhidos em todo o território nacional para mais essa etapa do projeto. O anúncio ocorreu na última sexta-feira, 5.

A iniciativa é uma parceria do Ministério da Saúde (MS) com o Hospital Sírio Libanês e faz parte do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS (PROADI-SUS) para o triênio de 2018 a 2020. Outros 39 hospitais já passaram pelo processo de intervenção.

No Hospital Hans Dieter, a primeira fase do projeto iniciou em novembro de 2018 e já apresenta resultados consideráveis. "Conseguimos diminuir o tempo de espera do paciente da recepção até a triagem e diminuímos também o tempo de decisão médica pela internação até a transferência do leito", afirma o diretor geral Evandro Rodrigues Godoy. De acordo com ele, o objetivo agora com o terceiro ciclo é otimizar ainda mais o atendimento, sem perder a qualidade.

Para alcançar esses resultados, a instituição passou a implementar ferramentas do Lean, como o 5S, diagrama de espaguete, diagrama de Ishikawa e daily huddle. 5S é uma das ferramentas da Metodologia Lean que ajuda a criar a cultura da disciplina, identificar problemas e gerar oportunidades para melhorias.

Daily Huddle é o termo para definir reuniões de curta duração com equipe multidisciplinar que avalia a gestão da rotina. Já o diagrama de espaguete consiste em uma planta de um determinado local para indicar o caminho percorrido durante a realização de algum processo. O objetivo é ter um melhor entendimento sobre o fluxo de pessoas para identificar onde há perdas de tempo/processo na estrutura.

Ao final de 2020, o Ministério da Saúde esperar chegar a 100 serviços de emergência no Brasil com o Lean, o que significa mais de 450 profissionais treinados e 180 protocolos clínicos nos serviços de emergência implementados. O Governo Federal ainda pretende implementar a metodologia Lean nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), com o objetivo de melhorar a qualidade dos serviços de saúde, a acessibilidade e qualificação da atenção em cada território.

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Foto: Genilton José Vieira / Fiocruz

A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (Dive) confirma o registro da terceira morte de macaco por febre amarela no Estado. O animal morreu em Indaial no dia 31 de maio. A Dive reforça que os macacos não transmitem a febre amarela.

“Eles são vítimas da doença e sinalizam a circulação do vírus na região. Por isso, ao encontrar um macaco doente ou morto, a Secretaria Municipal de Saúde deve ser comunicada imediatamente”, afirma Renata Gatti, bióloga da Dive.

Conforme orientação do programa de Vigilância da Febre Amarela, a partir do local onde ocorreu o óbito, será aberto um raio de 300 metros para busca ativa de pessoas não vacinadas contra a doença e outras evidências de morte de macacos no entorno.

A vacinação casa a casa em Indaial já deve começar neste final de semana. Até o momento, a cobertura vacinal contra febre amarela no município está em 55,75%.
“Precisamos que aquelas pessoas que ainda não se imunizaram contra a febre amarela, procurem um posto de saúde o quanto antes para receber a dose. Essa é a melhor forma de prevenirmos a doença”, explica Lia Quaresma, gerente de imunização da Dive.

Vacinação

A febre amarela é uma doença grave, transmitida por mosquitos em áreas de matas e urbana. A única forma de se proteger é através da vacinação. Todos os moradores de Santa Catarina, com mais de 9 meses de idade e que ainda não foram vacinados, devem procurar uma unidade de saúde para se imunizar contra a doença. Uma única dose é suficiente para proteger por toda a vida. No Estado, até o momento, a cobertura vacinal está em 74%. O ideal é vacinar, ao menos, 95% da população dentro do público-alvo.

Santa Catarina se tornou Área com Recomendação de Vacinação contra a febre amarela (ACRV) no segundo semestre de 2018. O município de Indaial estava no cronograma de ampliação do mês de outubro do ano passado. Além disso, foi realizada uma campanha de vacinação em todo o Estado entre os meses de março a abril.

“Diante do contexto epidemiológico, nós já esperávamos que o vírus da febre amarela estivesse circulando pela região do Vale do Itajaí desde o início do ano”, explica Maria Teresa Agostini, diretora da Dive.

Febre amarela em SC

No dia 28 de março de 2019, Santa Catarina confirmou o primeiro caso de febre amarela autóctone (contraída dentro do Estado) em humano, com morte. O paciente era um homem, de 36 anos, que não se vacinou. Ele morava em Joinville, no Norte do Estado.

No começo de abril, a Dive também confirmou a primeira morte de macaco por febre amarela no Estado. O macaco (bugio) foi encontrado morto no dia 20 de março em uma área de mata no município de Garuva, no Norte do Estado. Já o registro do segundo macaco morto pela doença aconteceu em junho, em Pirabeiraba, em Joinville.

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Santa Catarina receberá investimento de R$ 3,9 milhões do Governo Federal para expansão da cobertura de Atenção Primária à Saúde. O anúncio foi feito pelo ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, na abertura do 35º Congresso Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), em Brasília.

No  Estado, serão credenciadas 190 novas equipes ou serviços da Atenção Primária em 46 municípios. Além disso, haverá mais 106 agentes comunitários de Saúde, seis equipes de Saúde da Família, 41 equipes de Saúde Bucal, cinco polos de Academia da Saúde, dois Centros Especializados em Odontologia, 30 Laboratórios de Próteses Dentárias.

SC conta com 1.794 equipes de saúde da família em atuação. “Esse anúncio do Governo Federal vem ao encontro da estratégia de gestão adotada pelo Governo do Estado”, afirma o secretário de Estado da Saúde, Helton de Souza Zeferino. “Entendemos que essa atividade da Atenção Primária precisa ser potencializada. O objetivo é que a população perceba que o atendimento está próximo de sua residência, os serviços de saúde estão sendo entregues e suas demandas atendidas em sua plenitude”.

Os recursos começam a ser repassados aos estados e municípios a partir do momento em que as novas equipes e serviços credenciados iniciarem o atendimento à população. As contratações serão feitas pelos gestores locais.

Expansão da Saúde da Família no Brasil

Em todo o país, a expansão da cobertura da Estratégia Saúde da Família (ESF) terá investimento de R$ 233,7 milhões neste ano e de quase R$ 400 milhões a partir de 2020. A partir deste mês de julho, o Ministério da Saúde começa o credenciamento de mais 9.987 equipes e serviços, em 1.213 municípios brasileiros. O objetivo é ampliar e qualificar o atendimento prestado à população com mais consultas, exames e medicamentos disponíveis.

Com a iniciativa, cerca de 10 milhões de pessoas passam a ser assistidas pela Atenção Primária, principal porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS) para garantia do acesso a cuidados fundamentais para promoção da saúde e prevenção de doenças. O objetivo é atender e resolver os problemas de saúde comuns e frequentes da população. Estima-se que seja possível resolver até 85% dos problemas de saúde da população nas Unidades de Saúde da Família.

Essa é uma das primeiras medidas adotadas pelo Ministério da Saúde, neste ano, para alcançar a meta de 50 mil equipes de Saúde da Família em funcionamento, cobrindo 70% da população brasileira até o ano de 2020.

O Programa Saúde da Família mantém equipes de saúde que atendem à população brasileira nas Unidades de Saúde da Família (USF). Cada equipe é formada por um médico, um enfermeiro, técnico de enfermagem, dentista e agente comunitário de saúde e de combate às endemias. A Equipe de Saúde da Família está ligada à Unidade de Saúde da Família local. São 43 mil equipes de Saúde da Família no país responsáveis pelo atendimento a cerca de 63% da população.

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