O primeiro boletim epidemiológico com dados da situação do mosquito Aedes aegypti, divulgado pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE/SC), vinculada à Superintendência de Vigilância em Saúde (SUV), alerta que foram identificados 727 focos do mosquito em 75 municípios do Estado até o dia 12 de janeiro deste ano. O número representa 28,4% a mais do que o registrado no mesmo período do ano passado.
 
Além do alto número de focos, o boletim alerta para uma queda de 42% no número de notificações no início deste ano, comparado com o mesmo período de 2018 (até 12 de janeiro). De acordo com o gerente de zoonoses da DIVE/SC João Fuck, as notificações alertam para possíveis casos suspeitos de dengue, zika e chikungunya, o que facilita as ações de controle vetorial na região. “Os serviços de saúde precisam ficar atentos e notificar os casos suspeitos. É através das notificações que são desencadeadas as ações de controle ao mosquito”, destaca.
 
Diante do risco de epidemias das doenças transmitidas pelo mosquito, especialmente agora no verão, as ações devem ser intensificadas. A Secretaria de Estado da Saúde conta com profissionais de saúde, laboratórios, veículos, equipamentos e materiais informativos de forma a prestar apoio aos municípios nas ações locais. “Mas mesmo assim, é fundamental o envolvimento de todos para o controle do número de focos do mosquito”, salienta Maria Teresa Agostini, diretora da DIVE/SC.
 
Cenário epidemiológico
Em 2019, até o momento (dados atualizados em 12/01/2019), Santa Catarina registrou 56 notificações de dengue, oito foram descartadas e 48 continuam em investigação. Já em relação à chikungunya, oito casos foram notificados e continuam como suspeitos. Até a data de atualização do boletim, nenhum casos de zika foi notificado.

 
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Durante o verão, período mais quente e mais chuvoso do ano, aumenta o número de acidentes com animais peçonhentos, tanto em áreas urbanas quanto rurais. Por isso, a Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE/SC), vinculada à Superintendência de Vigilância em Saúde (SUV), orienta a população em relação aos riscos dessa época.

“A maioria dos acidentes é registrada no verão, porque existe um aumento da realização de atividades ao ar livre, como ir à praia e fazer trilhas, e de limpezas de habitações, quintais e terrenos, coincidindo com o período em que há deslocamento dos animais peçonhentos para alimentação e reprodução”, explica Alexandra Pereira,  médica veterinária da Gerência de Vigilância de Zoonoses da DIVE/SC. Além disso, ela também alerta que em regiões onde há enchentes o risco também é grande, pois esses animais são obrigados a deixarem seus habitats em busca de um novo local, refugiando-se, muitas vezes, dentro das casas.

Em Santa Catarina, na temporada de verão de 2018 (entre os meses de dezembro de 2017 a março de 2018), foram notificados 4.108 acidentes por animais peçonhentos, o que representa 44,7% do total notificado entre dezembro/2017 a dezembro/2018. Sendo 63,9% deles causados por aranhas, seguidos pelos acidentes por abelhas (10%), lagartas (9,9%), serpentes (7,3%) e por escorpiões (4,1%). As lesões por águas-vivas registradas pelo Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina chegaram a 37.863 ocorrências durante a Operação Veraneio 2017/2018. Na Operação Veraneio 2018/2019, foram regitrados 28.658 lesões por água viva até o momento.

No caso de picadas ou mordeduras, a vítima deve procurar atendimento médico no serviço de saúde mais próximo nas primeiras horas após a ocorrência. A referência para atendimento de acidentes por animais peçonhentos no estado é o Centro de Informação e Assistência Toxicológica de Santa Catarina (CIATox/SC), com funcionamento 24 horas pelo telefone 0800 643 5252.

Aprenda mais sobre esses animais e como proceder em caso de acidente com animal peçonhento:

O QUE FAZER EM CASO DE ACIDENTES

  • • Manter a vítima calma e deitada;
  • • Tentar manter a área afetada no mesmo nível do coração ou, se possível, abaixo dele;
  • • Evitar que a vítima se movimente para não favorecer a absorção do veneno;
  • • Localizar a marca da mordedura e limpar o local com água e sabão;
  • • Cobrir com um pano limpo;
  • • Remover anéis, pulseiras e outros objetos que possam garrotear (apertar a circulação), em caso de inchaço do membro afetado;
  • • Levar a vítima imediatamente ao serviço de saúde mais próximo, para receber o tratamento necessário; e
  • • Se possível, levar o animal para que seja identificado e para que a vítima receba o soro antiveneno específico.

O QUE NÃO FAZER

  • • Não fazer torniquete -  isso impede a circulação do sangue e pode causar gangrena ou necrose local;
  • • Não cortar o local da ferida, para fazer 'sangria'; e
  • • Não aplicar folhas, pó de café ou terra sobre a ferida, pois poderá provocar infecção.

COMO EVITAR ACIDENTES

  • • Utilizar equipamentos de proteção individual (EPIs) no manuseio de materiais de construção, lenhas, móveis, em atividades rurais, limpeza de jardins, quintais e terrenos, etc.;
  • • Observar com atenção os locais de trabalho e de passagem;
  • • Não colocar as mãos em tocas, buracos e espaços entre lenhas e pedras (utilizar ferramenta);
  • • Evitar aproximação de vegetação rasteira ao amanhecer e ao anoitecer (período de maior atividade de serpentes);
  • • Não mexer em colmeias e vespeiros (contatar autoridade local);
  • • Inspecionar antes do uso roupas, calçados, roupas de cama e banho, panos, tapetes, e afastar camas das paredes;
  • • Não depositar lixo, entulho e materiais de construção junto às habitações;
  • • Evitar que plantas e folhagens se encostem nas casas;
  • • Fazer controle de roedores (servem de alimento para serpentes);
  • • Evitar acampar em áreas onde é sabido que há roedores e serpentes;
  • • Não fazer piquenique às margens de rios, lagos e lagoas, e não se encostar em barrancos durante pescarias;
  • • Limpar regularmente e com EPIs móveis, cortinas, quadros, paredes e terrenos baldios;
  • • Vedar frestas, buracos, portas, janelas e ralos;
  • • Manter limpos jardins, quintais, paióis e celeiros;
  • • Combater insetos (especialmente baratas que servem de alimento para escorpiões e aranhas); e
  • • Preservar predadores naturais dos animais peçonhentos.

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A Ouvidoria da Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina (SES/SC) registrou uma taxa de resposta superior a 95% das demandas apresentadas pela população. O índice supera a média nacional, que é de 75%. Com uma estrutura que alcança todas as unidades próprias da SES e municípios por meio das Regionais de Saúde, a Ouvidoria atendeu, até novembro de 2018, 7.352 demandas. Dentre elas, 5.123 foram cadastradas no sistema e encaminhadas para análise dos setores responsáveis, sendo que, 95,5% delas foram respondidas. As demais, 2.229, foram concluídas no ato da ligação, em que o atendente repassou a informação solicitada e finalizou o atendimento.

Além dessas, foram recebidas pela Ouvidoria da SES/SC 540 demandas, oriundas de outras instituições, como Departamento de Ouvidoria Geral do SUS/MS e algumas secretarias municipais.

O canal de comunicação mais utilizado pelos cidadãos é o telefone 0800 482 800. Praticamente metade das demandas (3.641) foram registradas pelas atendentes. A ligação é gratuita e os atendimentos são feitos de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h, ininterruptamente. Porém, a Ouvidoria também recebe manifestações por meio de formulário disponível no site, por e-mail (ouvidoria@saude.sc.gov.br) ou carta.

Quanto ao tipo de demanda, a maior parte delas foi classificada como “solicitação” (4.119 – 80,4%), pois contém, ainda que implicitamente, um pedido do cidadão. As demais foram classificadas como reclamação (9,7%), denúncia (4,4%), informação (4,2%), elogio (0,9%) e sugestão (0,4%).

Assistência Farmacêutica lidera

Os assuntos mais abordados dizem respeito à Assistência Farmacêutica – que trata basicamente da falta de medicamentos ou indeferimento de pedidos; Assistência à Saúde – que engloba as demandas sobre Fila de Espera para consultas, exames e cirurgias; e Gestão – que contém assuntos como demora no atendimento em estabelecimento de saúde, insatisfação em recursos humanos, entre outros.

A Ouvidoria da SES/SC funciona como canal de mediação entre a população, usuários do SUS, e o poder público. Acatando, portanto, demandas oriundas de todas as localidades do Estado de Santa Catarina, no que diz respeito ao atendimento em Saúde na rede pública.

Para isso, conta com uma rede instalada em cada uma das unidades próprias, bem como nas Regionais de Saúde e alguns municípios com acesso ao sistema somente para responder demandas, caso de Palhoça, Biguaçu, Joinville e mais recentemente Laguna e Imbituba. Em cada uma dessas bases, há um profissional capacitado, apto a utilizar o Sistema Ouvidor SUS, desenvolvido pelo DataSUS.

Atualmente, a equipe da Ouvidoria conta com uma equipe de 5 servidores efetivos, que atuam na chefia e área técnica, além de dois terceirizados que realizam o atendimento por telefone com o apoio de dois estagiários.

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Lavar frequentemente as mãos com água e sabão é um dos cuidados para evitar os fatores de risco da doença. Foto: James Tavares/Secom 

As altas temperaturas do verão chegam com o alerta para os casos de doenças diarreicas agudas, especialmente nas cidades litorâneas e turísticas do Estado. De acordo com a Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE/SC), os casos de diarreia tendem a crescer nesta época do ano em função do aumento do consumo de alimentos e bebidas contaminados, contato com água imprópria para banho e aumento na circulação de vírus, bactérias e parasitas que causam a doença. Em 2018, foram notificados 241 surtos de Síndrome Diarreica Aguda, sendo 39 de Doenças Transmitidas por Alimentos (DTA) e 202 de Doenças Diarreicas Agudas (DDA).

As causas da doença estão relacionadas a diversos patógenos, entre eles o Rotavírus e Norovírus, as bactérias Escherichia coli (enteropatôgenicas), Salmonella e Shigella e os parasitas Cryptosporidium, Cyclospora e Giárdia. Em geral, eles são transmitidos devido ao preparo e acondicionamento incorreto de alimentos, ao consumo de bebidas (água, sucos, gelo) de procedência duvidosa e à ausência de cuidados com a higiene pessoal (lavagem das mãos), que facilitam a transmissão de patógenos causadores da diarreia. A principal manifestação da doença é o aumento do número de evacuações, com fezes aquosas ou de pouca consistência, podendo ser acompanhadas de náusea, vômito, febre e dor abdominal. Em alguns casos, há presença de muco e sangue nas fezes.

A DIVE/SC salienta a importância dos cuidados durante o verão para evitar casos e surtos de diarreia. Segundo o médico infectologista da DIVE/SC, Fábio Gaudenzi, caso sejam identificados sintomas da doença, a indicação é não se automedicar e procurar uma unidade de saúde mais próxima para tratamento adequado, bem como para que a vigilância epidemiológica possa iniciar uma investigação, com coleta de material biológico, para tentar identificar os possíveis alimentos e agentes causadores da diarreia.

Confira as medidas que devem ser tomadas para evitar os fatores de risco da doença diarreica aguda:

- Não consuma alimentos que estejam fora do prazo de validade estabelecido pelo fabricante, mesmo que sua aparência seja normal;

- Mesmo dentro do prazo de validade, não consuma alimentos que pareçam deteriorados, com aroma, cor ou sabor alterados;

- Não consuma alimentos em conserva cujas embalagens estejam estufadas ou amassadas;

- Evite comer carne crua e mal passada, qualquer que seja sua procedência;

- Só tome leite fervido ou pasteurizado;

- Embale adequadamente os alimentos antes de colocá-los na geladeira;

- Higienizar frutas, legumes e verduras com solução de hipoclorito a 2,5% (diluir uma colher de sopa de água sanitária para um litro de água por 15 minutos, lavando em água corrente em seguida para retirar resíduos);

- Lave os utensílios de cozinha, especialmente depois de ter lidado com alimentos crus;

- Lavar frequentemente as mãos com água e sabão, especialmente após utilizar o sanitário e antes de se alimentar, preparar ou manipular alimentos;

- Lavar e desinfetar superfícies que tenham sido contaminadas com vômito e fezes de pessoas doentes, usando água e sabão e desinfecção com água sanitária.

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O governador Eduardo Pinho Moreira recebeu do secretário da Saúde, Acélio Casagrande, um balanço da gestão no setor nos últimos 10 meses. Os números mostram o aumento de cirurgias eletivas, a melhora do estoque de medicamentos, que passou de 36% para 90%, e a diminuição e regularização da dívida do setor. Pela primeira vez em mais de 10 anos, todas as despesas da pasta foram empenhadas. Com o fortalecimento da regionalização, atualmente mais de 85% dos pacientes são atendidos em suas respectivas regiões. No Norte, o número chega a 97,17%. Ações como o Projeto Ver zeraram a fila da cirurgia de cataratas em Santa Catarina: foram mais de 23 mil procedimentos neste ano. 

Ao assumir a secretaria, Acélio Casagrande encontrou uma dívida de R$ 1,084 bilhão, sendo R$ 592 milhões de dívida contabilizada e R$ 492 milhões não contabilizadas. Em 10 meses, mais de 80% da dívida foi regularizada. Do total de R$ 1,084 bilhão, mais de R$ 500 milhões foram pagos e R$ 400 já estão empenhados. Ainda dentro do passivo da secretaria, um acordo na Justiça possibilitou que R$ 81 milhões de pendências com os municípios de Farmácia Básica e Cofinanciamento da Atenção Básica serão pagos, com intermediação do Ministério Público.

“Entregamos um avanço extremamente significativo para o próximo governador. Enfrentamos a dívida, melhoramos nossos estoques e aumentamos os procedimentos, levando mais segurança e tranquilidade às pessoas. A regionalização da Saúde está melhorando a qualidade de vida daqueles que precisam dos serviços”, destaca o governador Eduardo Moreira.

Ao todo, em 2018, foram realizadas em média 91.137 cirurgias emergenciais e 18.588 eletivas por mês em todo o estado. Santa Catarina tem o melhor desempenho de cirurgias eletivas do país. O Estado também é pioneiro em doação e transplantes de órgãos, tendo realizado 1.139 procedimentos até novembro.

Com gestão eficiente, o Estado reduziu o tempo das licitações do setor de 258 para 105 dias, comprando mais e por melhor preço. A Saúde responde atualmente por 67% de todas as compras do executivo estadual. “Hoje Santa Catarina tem um projeto de Estado, um plano regional de atenção à saúde. Buscamos a eficiência da gestão, fazendo mais com menos, reduzindo dispensas e buscando alternativas junto ao Ministério da Saúde e fortalecendo a parceria com os municípios”, ressalta Casagrande. 

Números

- O estoque de insumos e medicamentos passou de 36% para 90%. Com mais medicamentos, o número de cirurgias eletivas nos 13 hospitais públicos aumentou. Foram 10 mil a mais na atual gestão. Neste anos, os 13 hospitais próprios receberam R$ 88 milhões, as sete organizações sociais R$ 40 milhões e os 4 hospitais terceirizados R$ 4,1 milhões.

- A folha de pagamento dos servidores da Saúde caiu de R$ 80,4 milhões para R$ 77,6 milhões.

- Com serviços de teleconsultoria, 6.920 pacientes não tiveram que sair de suas regiões para obter seus diagnósticos. Cerca de 80% das consultas foram respondidas em menos de 72 horas.

- A integração do Samu e do Corpo de Bombeiros Militar permitiu mais agilidade aos atendimentos, que caíram em média de 14 para 12 minutos. A junção permitiu também uma redução de R$ 365 para R$ 315, economia de R$ 50 reais em cada uma das 315 mil ocorrências deste ano.

Farmácia Básica

- Ao atender mais e ampliar os estoques de medicamentos, passando de 36% para 90%, em 2018, a judicialização da saúde caiu. Os números da farmácia básica passaram de R$ 9,7 milhões em 2017, para mais R$ 22,4 milhões neste ano.

Municípios

– O cofinanciamento de atenção primária, recurso repassado aos municípios pelo Estado, passou de R$ 19 milhões, em 2017, para R$ 61 milhões em 2018.

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A saúde da cidade de Içara, no Sul do Estado, recebeu uma boa notícia neste sábado. Após anos de espera, foram inaugurados os 10 primeiros leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do município, localizados no último andar do Hospital São Donato. A conquista foi possível por meio de um investimento de aproximadamente R$ 5 milhões por parte do Governo do Estado. A reestruturação do espaço incluiu também uma nova Central de Materiais e Esterilização (CME) e outros equipamentos.

Presente à cerimônia de inauguração, o governador Eduardo Pinho Moreira disse que o setor de cuidados intensivos coloca o Hospital São Donato em um novo patamar. “Essa é uma conquista que deve ser comemorada. São 10 novos leitos que vão dar mais conforto, tranquilidade e segurança aos pacientes”, disse Moreira. 

O secretário de Estado da Saúde, Acélio Casagrande, lembrou que o Hospital São Donato hoje só realiza atendimentos de média complexidade e a entrega da UTI permite que o local realize procedimentos de alta complexidade em um futuro próximo.“Essa é uma das obras mais importantes que essa região recebe. Vou dar um exemplo: no caso de um acidente grave na BR-101, não havia como realizar o atendimento aqui. Agora vai passar a ser feito no São Donato”,  falou Casagrande. 

O prefeito de Içara, Murialdo Gastaldon, salientou que a inauguração auxiliará a saúde de toda a região Sul do estado, uma vez que os leitos atenderão a pacientes de diferentes cidades, desde Tubarão até Passo de Torres: “Aqui na nossa região carbonífera, tínhamos apenas 20 leitos de UTI pelo SUS. Com a ampliação do São Donato, passa para 30, um aumento de 50%. É uma conquista vital para a vida e a cidadania dos nossos moradores”. 

Já o diretor-geral da unidade, Júlio César de Luca, fez um agradecimento especial ao governador Eduardo Pinho Moreira, que permitiu fazer do hospital uma referência. “Vai existir um hospital São Donato antes e outro depois, agora com a realização desse sonho da UTI, que é uma coisa completamente nova e muda as características da unidade de saúde”, agradeceu De Luca.

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O Governo de Santa Catarina conseguiu importantes avanços em 2018 na Saúde. A maior parte das conquistas se deve ao fortalecimento de uma das mais importantes bandeiras assumidas pelo governador Eduardo Pinho Moreira, a regionalização. Considerando que o volume de demandas da sociedade é sempre superior à capacidade que o Estado tem de atendê-las, era fundamental direcionar, desde o início da nova gestão, o foco para necessidades mais urgentes, elegendo a pasta como prioridade.

“Concentramos nossos esforços na valorização da vida e do bem-estar dos cidadãos. Garantimos à Saúde o repasse dos 14% da receita líquida e investimos 14,07% a mais que em 2017, mantendo os repasses aos municípios em dia. Conseguimos reduzir parte da dívida que nos aguardava no início do ano por meio de uma gestão financeira técnica e com o rigoroso controle de gastos. Foram muitas conquistas nesses meses de gestão, motivos de muito orgulho a todos que se dedicaram ao trabalho de cuidar das pessoas com dignidade e respeito”, afirma o governador. 

Em apenas onze meses diante da pasta, o secretário Acélio Casagrande destaca que o fortalecimento da regionalização e das vocações hospitalares proporcionou à população que necessita de serviços médicos atendimento na própria região onde vive. As novas habilitações de serviços médicos garantiram aos municípios catarinenses o recebimento de R$ 29 milhões em 2018, com destaque para Oncologia em São Bento do Sul, Blumenau, Rio do Sul e São Miguel do Oeste. Atualmente, de 84% a 98% dos procedimentos são realizados na região onde o paciente reside, gerando maior resolutividade regional com relação à assistência ambulatorial e hospitalar.

“Não existe fórmula mágica para tirar pessoas ou ambulâncias de estradas. A única forma é a regionalização dos serviços”, explica Casagrande, que completa: “O Governo de Santa Catarina vem buscando preencher os vazios assistenciais e, com isso, estamos implementando serviços médicos perto das pessoas. Isso é regionalizar e democratizar a saúde”.

Ainda de acordo com Acélio, a redução da dívida com fornecedores permeou a atual gestão, que adotou práticas para viabilizar processos licitatórios. Em setembro de 2017, o Tribunal de Contas apurou que a dívida da Secretaria de Estado da Saúde era de R$1,083 bilhão. “O levantamento realizado em setembro de 2018 já aponta uma redução de 27% no déficit”, afirma.

Contratação de novos pregoeiros e ampliação nos descritivos de editais licitatórios possibilitaram, entre outras coisas, a ampliação de estoques de medicamentos e suprimentos da pasta. Entre as medidas estão a contratação de pregoeiros, ampliação dos descritivos de editais de compra e busca ativa por fornecedores. “Nosso estoque de medicamentos saltou de 36% quando assumimos para perto de 90% devido à adoção dessas medidas”, ressalta.

2018 também foi o ano de consolidação e aprimoramento do portal Lista de Espera SUS, considerado modelo nacional e que possui uma média de mil acessos diários. A ferramenta online tem garantido transparência das ações regulatórias. Com o conhecimento público e claro da situação de filas, foi possível traçar medidas estratégicas, como a criação do mutirão de cirurgias de catarata. Mais de 50 mil pessoas aguardavam na fila por cirurgias e, até novembro do ano corrente, Santa Catarina conseguiu atender 22 mil pacientes, devolvendo a visão para quem aguardava há cinco anos pelo procedimento.

Santa Catarina ainda conquistou o primeiro lugar na Campanha Nacional de Cirurgias Eletivas realizada pelo Ministério da Saúde, o que representou 18.761 procedimentos, ou seja, 184% da meta proposta. O Governo Federal estendeu a campanha até dezembro, o que deve proporcionar pelo menos mais 15 mil cirurgias em 2018.

A pasta também encerrou o ano com o pagamento em dia do Cofinanciamento Estadual das ações de atenção primária à saúde, repassando aos municípios em torno de R$ 84 milhões.

O Núcleo de Telessaúde de Santa Catarina é referência nacional para a oferta de serviços que respondem às necessidades de apoio assistencial, de educação permanente aos profissionais de saúde e à organização do processo de trabalho da rede de atenção em parceria com o Ministério da Saúde e Universidade Federal de Santa Catarina. Entre janeiro e setembro de 2018, foram 195 mil exames laudados e 22 mil teleconsultorias, o que reduz o tempo de espera em filas.

Regionalização

Os catarinenses contam com tratamentos, cirurgias especializadas e eletivas na própria região de residência, diminuindo a necessidade de se deslocar para outras localidades. Em 2018, foram habilitados 25 novos serviços de alta e média complexidade em todo o estado.

Novos serviços

• Aumento de 109 novos leitos (2 UTIs, 18 gerais pediátricos e 89 gerais)
• Abertura da Unidade de Apoio a Emergência (UAE) no Hospital Celso Ramos: 14 novos leitos e incremento médio mensalde 423 atendimentos
• Abertura do Ambulatório de atendimento pré-natal de alto risco na Maternidade Dona Catarina Kuss, em Mafra
• Ampliação dos serviços de Hemodinâmica no Instituto de Cardiologia e abertura de 4 leitos pós anestesia
• Credenciamento de transplante Tecido Músculo Esquelético no Hospital Regional de São José (Portaria n° 1300/2018 -23/08/2018)
• Aquisição de novos equipamentos: aparelho de Raios-X, aparelho de videoendoscopia, 2 autoclaves e 4 incubadoras
• Redução de tempo de espera e otimização do atendimento dos pacientes desde a sua entrada na Emergência Geral atéa transferência para a unidade de internação em 16,7%, ou seja, passou de 80 para 66 horas
• O Hospital Regional Homero de Miranda Gomes, de São José, é a unidade com melhor eficiência na Emergência, desdea entrada do paciente até o encaminhamento para internação. O hospital conquistou o melhor desempenho entre seishospitais que participaram da consultoria do Hospital Sírio-Libanês

Integração

Em pouco mais de um ano de integração entre SAMU e Bombeiros Militares é possível ver os resultados dessa parceria. A primeira delas foi a unificação das sedes físicas de atendimento para os quartéis. Além disso, houve a iminuição do tempo de resposta das USAs em 1' 18'', sendo a média estadual 12'48'' em  2018. Em média, são realizados 27 mil atendimentos ao mês.

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A campanha "Juntos pela Prevenção", promovida pela Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) em referência ao Outubro Rosa e ao Novembro Azul, arrecadou 1.408 donativos para o Centro de Pesquisas Oncológicas (Cepon), em Florianópolis. A ação da Coordenadoria de Desenvolvimento Humano (CDH) ganhou apoio em todos os centros de ensino e arrecadou itens diversos, como lenços umedecidos, sabonetes, xampus, condicionadores, hidratantes corporais, papel higiênico, escovas e pastas de dente.

Foto: Julio Cavalheiro/Secom

Se a expectativa de vida dos moradores de Santa Catarina é a maior do país, segundo levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2017, isso se deve também ao empenho do poder público e das lideranças da sociedade civil organizada no apoio aos idosos. Nesta segunda-feira, 3, o governador Eduardo Pinho Moreira realizou mais uma ação e firmou uma parceria com a Associação Maçonica de Apoio à Terceira Idade (Amati), autorizando a doação de um terreno do Estado para a construção de um instituto de longa permanência para idosos.  

"É um trabalho nobre o que foi proposto pelas potências maçônicas de Santa Catarina. Todas se uniram para proporcionar um local adequado para os idosos, e nós temos um terreno do Governo do Estado que não tem uso neste momento. Essa doação ou cessão à maçonaria vai ao encontro de uma parceria com o voluntariado que é exemplar. São 100 vagas para idosos que vão passar a ter um local adequado, principalmente àqueles que são abandonados pelas suas famílias, e que o Estado será parceiro”, assegurou o governador.

O terreno, localizado no Pântano do Sul, em Florianópolis, pertence ao Governo de Santa Catarina e está sem utilização. Com um projeto arquitetônico em elaboração, a Maçonaria catarinense pretende erguer um prédio de 6.000 m² para receber inicialmente 100 idosos, maçons ou não, em um ambiente confortável e adequado para tratar e acolher o cidadão em idade avançada.

Segundo o presidente da Amati, Anísio Pedro Camilo, o projeto nasceu há quatro anos com o objetivo dar uma vida digna a essa parcela da população. “Não temos dinheiro para comprar um terreno e depois construir. Viemos até o Governo do Estado e fomos prontamente atendidos pelo Governador Eduardo Pinho Moreira, que recebeu nosso projeto e nos possibilitou a parceria para Instituí-o”, comemorou.

Nos próximos dias, a Casa Civil fará o trâmite legal e encaminhará o projeto para aprovação na Assembleia Legislativa de Santa Catarina.

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Paula Darós Darolt
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Foto: Maurício Vieira/Secom

Com a presença do governador Eduardo Pinho Moreira e do secretário de Estado da Saúde, Acélio Casagrande, foi inaugurada a reforma e ampliação do Hospital Materno Infantil Santa Catarina, na manhã deste sábado, 1 de dezembro, em Criciúma. Trata-se de uma conquista esperada há mais de 20 anos pela comunidade do Sul, que agora conta com maternidade e hospital infantil no mesmo espaço. O investimento total passa dos R$ 5 milhões, sendo R$ 3,6 milhões provenientes do governo do Estado.

Nessa nova fase, a unidade passará a contar com 109 leitos, mais do que o dobro dos atuais 39. O Estado também assume o custeio do hospital, com repasses mensais de R$ 3,2 milhões, ajudando a desafogar o caixa da prefeitura de Criciúma.

Durante o ato de inauguração da nova ala, o governador Eduardo Pinho Moreira relembrou que atuou como médico na unidade há mais de 30 anos e que a entrega da ampliação representa um serviço importante para toda a região Sul.

“Essa foi uma conquista coletiva. Teve a ideia lá atrás e agora se concretiza porque houve a união do município, do Estado, das forças comunitárias e de todo mundo que defende a saúde pública de qualidade”, afirmou Moreira.

O governador ainda ressaltou que o hospital Santa Catarina passa a ser um referência no atendimento de gestantes de alto risco no Sul do Estado, o que contribui para que se aprofunde o processo de regionalização da saúde, com o objetivo de reduzir deslocamentos para que as pessoas sejam atendidas mais perto de seus domicílios.

O secretário Acélio Casagrande, que estava de aniversário no sábado, também ressaltou o trabalho coletivo que possibilitou a entrega do espaço. Em sua avaliação, a nova ala permitirá salvar vidas.

“É um sonho realizado, uma ação necessária dentro do processo de regionalização. Estamos trabalhando forte para levar os serviços onde existem vazios. Há 21 anos, quando a prefeitura adquiriu esse hospital, a sua concepção era de ser um hospital materno infantil e agora isso acontece. Vamos trabalhar de maneira forte com as cirurgias e salvar muitas vidas”, disse Casagrande.

Diretor da unidade, o médico Leon Iotti ajudou até mesmo na limpeza nos últimos dias para que a inauguração fosse possível. Ele diz que, como pediatra, sente o fechamento de um ciclo.

“Nós tínhamos nascimentos críticos, separando mãe e filho. A partir desse momento, com a inauguração da maternidade e a ampliação das unidades neonatais, isso não ocorrerá mais. Essa é a principal conquista”, diz Iotti.

O prefeito Clesio Salvaro ressaltou a parceria com o governo do Estado e disse que a vontade política do governador foi essencial para a conclusão dos trabalhos.

“Isso é um projeto de Estado, não de governo. A partir de agora, esse hospital passa a ser de fato materno, porque a maternidade não era aqui. É um hospital público para toda a macrorregião, e Criciúma tinha que ser protagonista”, afirmou Salvaro.

Como ficará a unidade

A partir de agora, o Hospital Materno Infantil Santa Catarina passa a contar com Clínica da Mulher, banco de leite e agência transfusional. O Banco de Olhos da Região Sul também faz parte da estrutura e já está em funcionamento, anexo ao hospital.

Com a ampliação, a unidade passa a ter 109 leitos, incluindo 25 na maternidade (alojamento conjunto para a mãe e bebê), três na UTI Pediátrica e 13 para UTI Neonatal.

A partir de agora, hospital funcionará como uma maternidade de alto risco, além de manter o pronto atendimento.

O hospital é gerido pelo Instituto Desenvolvimento Ensino e Assistência à Saúde (Ideas), qualificado como Organização Social em Criciúma.

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Leonardo Gorges
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