De acordo com o último boletim epidemiológico divulgado pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (Dive), o Estado tem 74 municípios infestados pelo Aedes aegypti. No mesmo período do ano passado, eram 61 municípios infestados. O dado atualizado no início de setembro revela um aumento de 21,3% no número de cidades infestadas pelo mosquito transmissor da dengue, febre chikungunya e zika vírus.

>>> Boletim completo disponível neste link

A Dive esclarece que os municípios infestados pelo mosquito Aedes aegypti são aqueles com disseminação e manutenção do vetor nos domicílios. Ou seja, quando um foco é encontrado nas atividades de vigilância do vetor (realizadas por meio de armadilhas distribuídas nos municípios e por monitoramento de locais considerados pontos estratégicos, como: ferros-velhos, borracharias, depósitos de veículos etc) uma ação de varredura é desencadeada na região, dentro de um raio de 300 metros, para identificar e eliminar recipientes com água nos imóveis, locais onde o mosquito deposita seus ovos.

Além disso, é realizada a coleta de larvas na ação, com o intuito de detectar outros focos. Após dois meses dessa atividade inicial, retorna-se à área para fazer identificação e eliminação de recipientes com água. Caso novos focos forem encontrados, o local passa a ser considerado infestado. O município só deixa de ser considerado infestado após um período de oito meses sem a identificação de novos focos na área.

Informações adicionais para a imprensa:
Patrícia Pozzo e Cristina Schulze
Núcleo de Comunicação
Diretoria de Vigilância Epidemiológica
Secretaria de Estado da Saúde
(48) 3664-7406
(48) 3664-7440
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A Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive) informa que os municípios de Santa Catarina que não alcançaram a meta de 95% de cobertura vacinal contra o sarampo e a poliomielite podem prorrogar a campanha até o dia 14 de setembro, conforme orientação do Ministério de Saúde.

O público-alvo são crianças de um ano a menores de 5 anos de idade. A Dive orienta a todos os pais e responsáveis manterem a caderneta de vacinação dos seus filhos em dia. São 18 vacinas disponíveis gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) que protegem contra mais de 30 diferentes tipos de doenças.

A Campanha começou no dia 6 de agosto, e a média de cobertura alcançada por Santa Catarina foi mais de 103%. O percentual é baseado numa estimativa populacional do Ministério da Saúde.

Informações adicionais:
Patrícia Pozzo, Amanda Mariano e Bruna Matos
Núcleo de Comunicação
Diretoria de Vigilância Epidemiológica
Secretaria de Estado da Saúde
(48) 3664-7406
(48) 3664-7440
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Foto: Divulgação/Secom

O avanço de uma intensa massa de ar polar vinda da Argentina chega ao Estado e deve derrubar as temperaturas a partir deste sábado, 25. A previsão da Epagri/Ciram é que as temperaturas mantenham-se baixas, inclusive com possibilidades negativas, até a segunda-feira, 27.

A massa de ar polar deve passar ainda pelo Uruguai e pelo Rio Grande do Sul. Chega em Santa Catarina pelo oeste e deve se intensificar , principalmente, na madrugada de segunda-feira.

Para quem espera a neve, existe pequena possibilidade no sábado, 25, entre a tarde e a noite, seguindo pela madrugada de domingo, aliada a um fenômeno chamado de chuva congelada, que é a mistura entre os flocos de neve com gotículas de chuva, trazendo gelo visível na vegetação.

A atenção deve voltar-se para o vento sudoeste, já que a presença de um ciclone extratropical próximo à costa do Rio Grande do Sul deve afetar Santa Catarina, trazendo rajadas moderadas a fortes.

A partir de domingo a frente fria, que traz as chuvas, se afasta, dando condições de tempo firme e frio intenso, seguindo assim na segunda-feira.

Atenção para as recomendações da Defesa Civil

A Defesa Civil de Santa Catarina recomenda que em situações climáticas adversas a população siga as seguintes instruções:

Ventos fortes: proteja-se em local abrigado e distante das janelas, ao ar livre longe de placas, de árvores, de postes de energia e de objetos que podem ser arremessados.

Frio intenso: atenção com população mais vulnerável, como enfermos, moradores de rua, idosos e crianças. Além disso, abrigar animais domésticos nas noites mais frias. De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde, em virtude das doenças causadas pelo frio (gripe, resfriados, pneumonia, meningite) é essencial tomar medidas simples como manter-se bem agasalhado, beber bastante água e evitar locais fechados e de grande circulação de pessoas, além da higiene frequente das mãos. Essas medidas são de grande valia na prevenção destas doenças, ressaltando que crianças e pessoas idosas são mais suscetíveis às doenças agravadas pelo frio e devem estar mais atentas.

Geada: agricultores deverão tomar medidas preventivas.

Informações adicionais para a imprensa:

Melina Cauduro
Assessoria de Imprensa
Secretaria de Estado da Comunicação - Secom
(48) 3665-3009 / (48) 9 9938-9839
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Vacinação Florianópolis
Foto: Jaqueline Noceti/Secom

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e o Sarampo começa no dia 6 de agosto e vai até o dia 31. Devem ser vacinadas crianças de um ano até quatro anos e 11 meses e 29 dias. O Dia D será no dia 18, das 8h às 17h. Em todo o território catarinense estarão abertas 1.102 salas de vacina durante este período Em Santa Catarina, são 339.800 crianças dessa faixa etária, e a meta é vacinar 95% delas, o que representa 322.810. 

Mais informações para a imprensa:
Fabrício Escandiuzzi
Assessoria de Comunicação
Secretaria de Estado da Saúde - SES
Fone: (48) 3664-8820 / 99913-0316
E-mail: imprensa@saude.sc.gov.br
Site: portalses.saude.sc.gov.br

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) está com inscrições abertas para novas vagas para médicos na região metropolitana de Florianópolis. As inscrições podem ser realizadas via internet até o dia 31 de julho.

O processo seletivo 40 /2018 prevê a contratação de três médicos pediatras e três neonatologistas para atuarem em unidades da região. 

Mais informações no link.

Mais informações para a imprensa:
Fabrício Escandiuzzi
Assessoria de Comunicação
Secretaria de Estado da Saúde - SES
Fone: (48) 3664-8820 / 99913-0316
E-mail: imprensa@saude.sc.gov.br
Site: portalses.saude.sc.gov.br

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) divulgou processo seletivo. Os editais podem ser acessados neste link.



O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Comunicação, emitiu – em 25 de maio de 2018 – a Instrução Normativa nº 001/2018. A Instrução dispõe sobre a suspensão da publicidade dos órgãos e das entidades da administração pública estadual direta e indireta no período eleitoral de 2018, e pode ser lida na íntegra neste link.

Em atendimento à legislação eleitoral, a Secretaria de Estado da Comunicação informa que as áreas de notícias das páginas de internet de todos os órgãos estaduais, incluindo postagens em redes sociais e sites de programas específicos, devem ser interrompidas.

A suspensão também se aplica a perfis de programas, projetos e ações desenvolvidas pelos órgãos estaduais. O mesmo vale para os perfis de departamentos, diretorias, setores, coordenadorias regionais e a toda e qualquer subdivisão vinculada a órgãos estaduais.

Os websites das instituições públicas ligadas ao Executivo deverão destacar, em sua página inicial, a seguinte mensagem informando a suspensão de atualizações: "Em atendimento à legislação eleitoral, a partir do dia 7 de julho e até o final do período eleitoral, estão suspensas as atualizações deste site. Para mais informações, consulte o site www.sc.gov.br".

A divulgação das informações de interesse público e dos serviços de todos os órgãos estaduais caberá apenas ao portal do Governo do Estado, acessado no endereço www.sc.gov.br. Este será o único site de governo que permanecerá com atualizações em sua área de notícias. As notícias serão publicadas após análise da Diretoria de Imprensa da Secretaria de Estado da Comunicação. Em casos específicos, caberá à Secretaria de Estado da Comunicação consultar a Procuradoria Geral do Estado (PGE) para garantir a legalidade da publicação.


Foto: Paulo Goeth/SES

A poliomielite ou “paralisia infantil” é uma doença infectocontagiosa viral aguda, caracterizada por um quadro de paralisia flácida, de início súbito. O déficit motor instala-se repentinamente e sua evolução, frequentemente, não ultrapassa três dias. Atinge, em geral, os membros inferiores, de forma assimétrica, tendo como principal característica a flacidez muscular, com sensibilidade conservada e arreflexia no segmento atingido.

No Brasil, não há circulação de poliovírus selvagem desde 1990, em virtude do êxito da política de prevenção, vigilância e controle desenvolvida pelos três níveis do Sistema Único de Saúde (SUS). No entanto, a baixa taxa de vacinação fez com que o Ministério da Saúde antecipasse para agosto o início da campanha de vacinação.

Como é a transmissão?

A transmissão ocorre por contato direto pessoa a pessoa, pela via fecal-oral (mais frequentemente), por meio de objetos, alimentos e água contaminados com fezes de doentes ou portadores, ou pela via oral-oral, por meio de gotículas de secreções da orofaringe (ao falar, tossir ou espirrar). A falta de saneamento, as más condições habitacionais e a higiene pessoal precária constituem fatores que favorecem a transmissão do poliovírus.

Existe tratamento?

Não há tratamento específico para a poliomielite. Todos os casos devem ser hospitalizados, procedendo-se ao tratamento de suporte, de acordo com o quadro clínico do paciente.

Quais as complicações?

Sequelas paralíticas. Parada respiratória devido à paralisia muscular.

Como se prevenir?

A vacinação é a única forma de prevenção da poliomielite. Todas as crianças menores de cinco anos de idade devem ser vacinadas conforme esquema de vacinação de rotina e na campanha nacional anual. Confira o esquema de proteção no Calendário Nacional de Vacinação.

Como é o esquema vacinação?

Vacina poliomielite 1, 2 e 3 (inativada) – VIP

Administrar aos dois, quatro e seis meses de idade, com intervalo de 60 dias. Em situação epidemiológica de risco, o intervalo mínimo pode ser de 30 dias entre as doses. Completar o esquema de vacinação com a vacina poliomielite 1 e 3 (atenuada).

Vacina poliomielite 1 e 3 (atenuada) – VOP

Este esquema é um reforço que deve ser feito aos 15 meses de idade, e o segundo reforço deve ser aos quatro anos de idade.

Atenção aos viajantes!

Recomenda-se a vacinação para quem se deslocar para países com circulação de poliovírus selvagem e/ou derivado da vacina, conforme a situação vacinal.

Situação da doença no país

No Brasil, a realização de duas campanhas anuais de vacinação, a partir de 1980, reduziu a incidência da poliomielite de 2,2/100.000 hab. para 0,2/100.000 hab. em 1985. Em 1989, ano em que ocorreu o último caso de pólio no país, a incidência foi de 0,03/100.000 hab. Foram implementadas medidas que tornaram o sistema de vigilância epidemiológica mais sensível, permitindo um controle mais eficaz da doença.

Informações adicionais para a imprensa:
Patrícia Pozzo
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