O governador em exercício, Eduardo Pinho Moreira, o secretário de Estado da Saúde, Acélio Casagrande, e a bancada catarinense no Congresso Nacional estarão reunidos nesta segunda-feira, 19, a partir das 10h, para a solenidade em que serão destinados R$ 9.150.600,00 para 62 hospitais filantrópicos. Os recursos para custeio são provenientes de emendas parlamentares federais.

O evento será realizado no auditório Antonieta de Barros, na Assembleia Legislativa de Santa Catarina, localizado na Rua Dr. Jorge Luz Pontes, nº 310, no Centro, Florianópolis.

Esse recurso faz parte da Emenda Parlamentar da bancada catarinense referente à Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2017, que era de R$ 190 milhões destinados para municípios e hospitais filantrópicos. Como os recursos são vinculados ao Ministério da Saúde, o Governo Federal contingenciou 48% do valor da emenda impositiva, ou seja, o montante destinado para a saúde catarinense ficou em R$ 98,8 milhões. Parte já foi destinado aos municípios contemplados pela bancada no final de 2017. Agora, os hospitais filantrópicos também receberão os valores indicados pelos senadores e deputados. Além disso, R$ 3,2 milhões foram repassados para a Secretaria de Estado da Saúde.

AVISO DE PAUTA

Evento: Entrega de recursos para custeio de instituições de saúde provenientes de emendas parlamentares federais

Quando: segunda-feira, 19 de fevereiro, às 10h

Onde: auditório Antonieta de Barros, na Assembleia Legislativa de Santa Catarina/Palácio Barriga Verde, localizado na Rua Dr. Jorge Luz Pontes, nº 310, no Centro, Florianópolis/SC.

Mais informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
Secretaria de Estado da Saúde - SES
Fone: (48) 3664-8820 / 99113-6065
E-mail: imprensa@saude.sc.gov.br
Site: portalses.saude.sc.gov.br

A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE/SC) divulga o boletim n° 03/2018 sobre a situação epidemiológica da febre amarela (FA), vigilânciade epizootias de Primatas Não Humanos – PNH (macacos)e eventos adversos pós-vacinação,em Santa Catarina, com dados até o dia 14 de fevereiro de 2018. No período de 1 janeiro a 14 de fevereiro de 2018, foram notificados 19 casos suspeitos de febre amarela em Santa Catarina. Desses, um foi confirmado por critério laboratorial, 16 foram descartados (oito pelo critério laboratorial e oito pelo critério clínico epidemiológico) e dois permanecem em investigação aguardando resultado laboratorial (Tabela 1).

SITUAÇÃO EPIDEMIOLÓGICA

>>> Vigilância de casos humanos

A vigilância de casos humanos é feita por meio da notificação de casos com sintomatologia compatível com FA. Todo caso suspeito deve ser imediatamente comunicado por telefone ou e-mail às autoridades de saúde em até 24 horas, por se tratar de doença grave com risco de dispersão para outras áreas do território nacional e internacional. 

Tabela 1: Casos notificados de febre amarela, segundo classificação e evolução. SC. (01 a 14 Fev/18)

Classificação

Casos

Óbitos

n

%

n

%

Confirmados

1

5

1

50

        Autóctones

0

0

-

 -

        Importados

1

100

 -

 -

Descartados

16

84

1

50

Em investigação

2

11

 -

 -

Total Notificados

19

100

2

100

Fonte: SINAN NET (com informações até 14/02/2018).

   

Os dois casos em investigação tiveram histórico de deslocamento para Áreas Com Recomendação de Vacina nos 15 dias antes do início dos sintomas (Minas Gerais e Espírito Santo). Nenhum dos casos suspeitos em investigação tinha sido previamente vacinado contra a febre amarela. O caso confirmado de febre amarela é de um residente do município de Gaspar, com histórico de viagem para o município de Mairiporã/SP, o que caracteriza como sendo um caso importado.

A tabela 2 mostra a distribuição dos casos por Região de Saúde e município de residência. Os dois casos em investigação residem em municípios em Área Sem Recomendação de Vacina (Joinville e Trombudo Central), mas se deslocaram para áreas em que há recomendação de vacina (MG e ES).

>> Vigilância de Epizootias em Primatas Não Humanos – PNH (macacos)

A vigilância de epizootias em PNH consiste em captar informações sobre o adoecimento ou morte desses animais e investigar oportunamente, a fim de detectar precocemente a circulação do vírus amarílico e subsidiar a tomada de decisão para a adoção das medidas de prevenção e controle.

Os dados das epizootias serão divulgados conforme sazonalidade da doença e com a padronização da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde para melhor comparabilidade dos dados com os demais Estados da federação. Dessa maneira, serão considerados os períodos de julho de 2017 a junho de 2018.

Do total de mortes registradas, 31 (37,34%)tiveram a causa do óbito indeterminada (sem possibilidade de diagnóstico devido à ausência de coleta de amostras para análise), 25 (30,1%) foram descartadas por critério laboratorial (resultado negativo para febre amarela) e 27 (32,5%) permanecem em investigação.                  

Os municípios que registraram epizootias no período de monitoramento de julho 2017 a junho de 2018 estão dispostos na figura 2. Até o dia 14 de fevereiro de 2018, o estado de Santa Catarina não registrou nenhuma epizootia confirmada por FA.

Historicamente, a maior frequência de óbitos de PNH ocorre entre os meses de dezembro a maio (período sazonal), momento em que os serviços de vigilância devem estar mais sensíveis à suspeição de casos humanos e à ocorrência de epizootias. No entanto, é essencial que a população, diante do conhecimento de mortes de PNH, informe em até 24 horas as autoridades de saúde para que as coletas de amostras ocorram em tempo oportuno, visando a redução do número de epizootias indeterminadas.

>> Eventos Adversos Pós Vacinação

Evento adverso pós-vacinação (EAPV) é qualquer ocorrência médica indesejada após a vacinação e que, não necessariamente, possui uma relação causal com o uso de uma vacina ou outro imunobiológico (imunoglobulinas e soros heterólogos). Um EAPV pode ser qualquer evento indesejável ou não intencional, isto é, sintoma, doença ou um achado laboratorial anormal (CIOMS; WHO, 2012).

No período de 01 de janeiro a 14 de fevereiro de 2018, foram notificados 05 (cinco) casos suspeitos de evento adverso grave após a vacinação contra a febre amarela em Santa Catarina. Todos os casos notificados foram descartados.

>> Mais informações

Hotsite da DIVE/SC sobre Febre AmarelaHotsite da DIVE/SC sobre Febre Amarela

Página sobre febre amarela do Ministério da Saúde

Página da Anvisa sobre saúde do viajante

Informações adicionais:
Patrícia Pozzo e Cristina Schulze
Núcleo de Comunicação
Diretoria de Vigilância Epidemiológica
Secretaria de Estado da Saúde
(48) 3664-7406
(48) 3664-7440
www.dive.sc.gov.br

Para discutir as primeiras ações em 2018 contra o Aedes aegypti, ​uma videoconferência com representantes das secretarias estaduais de Saúde de todos os estados do Brasil foi realizada entre esta quarta e quinta-feira, dias 7 e 8, respectivamente. Por intermédio do Ministério da Saúde, em Brasília, o encontro abordou dados de visitas domiciliares, ações de prevenção no período de Carnaval e de parcerias com outros órgãos, como o Ministério do Turismo e do Meio Ambiente.   

Santa Catarina conta com ciclos de visitas, sendo seis por ano. As cidades mais críticas, que atualmente são 64 recebem uma atenção especial. De acordo João Augusto Fuck, da Gerência de Vigilância de Zoonoses e Entomologia da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive), em relação ao período de Carnaval, o alerta contra o mosquito ocorrerá em conjunto com a prevenção das infecções sexualmente transmissíveis (ISTs). Logo após este período, uma grande ação midiática será colocada em prática, reforçando os métodos de prevenção e conscientização para a não proliferação do inseto.

A intenção também é intensificar as ações das agentes de saúde comunitárias e junto às escolas, inserindo esta conscientização no plano pedagógico das instituições. Um grande aliado para esta inserção é o Programa Saúde na Escola (PSE), que surgiu como um indutor de políticas entre as áreas de saúde e educação, na perspectiva da prevenção, promoção, atenção e formação à saúde de crianças, adolescentes e jovens da educação básica pública.

De acordo com o analista técnico de Políticas Públicas e Sociais do Ministério da Saúde, Marcílio Ferrari, o programa pode ser inserido de forma voluntária nas instituições e está presente em 90% dos municípios brasileiros, atingindo quase 120 milhões de pessoas. O coordenador das doenças do Aedes aegypti (dengue, zica e chicungunha) do Ministério da Saúde, José Brás Padilha, ressalta também que ao longo do ano parcerias com o Ministério do Turismo em eventos, regiões e datas especificas serão intensificadas, bem como com o Ministério do Meio Ambiente, principamente na questão dos resíduos sólidos.

Entre os dias 31 de dezembro de 2017 e 3 de fevereiro de 2018, o Estado apresentou um crescimento no número de focos do inseto de 71,7% em relação ao mesmo período do ano anterior. De acordo com a Dive, foram identificados 2.073 focos do mosquito em 91 municípios. Destes, 64 já são considerados infestados, o que representa um aumento de 20,7% em relação ao mesmo período de 2017, quando Santa Catarina registrou 53 municípios nessa condição. Além de profissionais da secretaria de Saúde e da Casa Civil, técnicos da secretaria de Articulação Nacional do Estado também participaram da videoconferência.

Informações adicionais para a imprensa
Douglas Saviato
Assessoria de Imprensa 
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Fone: (61) 3101-0900 / 99304-0198
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Fotos: Julio Cavalheiro / Secom

O governador Raimundo Colombo e o secretário da Saúde, Acélio Casagrande, inauguraram nesta quinta-feira, 8, em Joinville, a reforma e ampliação de 43 leitos de recuperação clínica e cirúrgica do Hospital Regional Hans Dieter Schmidt. Também foi autorizado o edital de licitação para 20 novos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do centro hospitalar, sendo 10 para cardiologia e 10 gerais.

“É uma conquista importante da comunidade. Uma obra que avança em tecnologia, melhora a estrutura da saúde e os serviços se ampliam e se qualificam. Há necessidade de ampliar e modernizar porque a maior reivindicação da população é a melhoria da saúde. E nós temos que oferecer essa proteção para as pessoas”, disse o governador ao contextualizar os avanços na expectativa de vida dos catarinenses e na redução da mortalidade infantil.

Os novos quartos são mais amplos, possibilitam ventilação com luz natural e as camas têm capacidade para pacientes de até 260 quilos. Os banheiros também foram completamente reestruturados e tiveram tamanho ampliado para acesso de macas e cadeirantes. Dos novos leitos, 18 passam a ser utilizados na sexta-feira, 9, e o restante da ala entra em funcionamento depois de concluída a higienização.

>>> Mais imagens na galeria

O investimento do Governo do Estado é de R$ 8,9 milhões somados aos 42 leitos entregues em outubro de 2015. Essa quantia também foi destinada à construção de salas de estar e áreas de estudo e reuniões, uma forma de humanizar a ala de recuperação. Além disso, todo o setor está climatizado, inclusive corredores e postos de enfermagem.

“Essas melhorias significam a humanização para aqueles que necessitam. É uma obra fundamental, pois a demanda de atendimentos é grande. E a população precisa de mais leitos. Vamos conseguir proporcionar para a população uma qualidade melhor na assistência à saúde. É um grande ganho”, salientou o secretário Casagrande.

Desde 2014, o HRHDS, referência em cardiologia, apresenta um crescimento gradativo do número de atendimentos. Em 2017, entre serviços de pronto socorro, ambulatoriais, internações e cirurgias, foram prestados 101.176 atendimentos.

A diretora da unidade de saúde, Tânia Eberhardt, destacou que as melhorias representam um grande avanço, oferece ainda mais eficiência e qualidade para a saúde de Joinville e todas as regiões que atende. “Aqui era uma ala antiga deste hospital, onde funcionava a pediatria e quando abriu o hospital infantil esses leitos ficaram fechados. Então, efetivamente o que estamos abrindo hoje são 43 novos leitos para atender a comunidade. E a nossa expectativa é de que o pronto socorro possa diminuir o número de pessoas internadas nele, bem como pacientes que hoje ficam um ou dois dias aguardando vagas no hospital.”

Também participaram da inauguração a secretária Regional Simone Schramm o prefeito de Joinville, Udo Döhler , deputados federais e estaduais, funcionários e comunidade.

Mais investimentos

O Hospital Regional Hans Dieter Schmidt é referência para o Ministério da Saúde em procedimentos cardíacos. Possui 20 leitos de UTI e com o edital de licitação terá sua capacidade dobrada – 10 novos leitos de cardiologia e 10 gerais. O projeto orçado em R$ 8,9 milhões atende a parte estrutural, elétrica, hidrossanitária, climatização, exaustão, renovação de ar e tratamento de gases medicinais.

O Governo do Estado conclui nos próximos meses a reforma e readequação da subestação de energia elétrica do hospital que inclui a construção de um novo prédio para receber toda a casa de máquinas. A entrega está prevista para o mês de março com investimento de R$ 2,5 milhões.

Além disso, cinco novas salas do centro cirúrgico estão na fase final, investimento de R$ 11,5 milhões. Neste mesmo valor está incluída a nova central de materiais esterilizados (CME), concluída e em funcionamento desde o ano passado.

Investimentos entregues

Sistemas de iluminação e condicionamento de ar e refrigeração mais eficientes, viabilizados em abril de 2015 pelo Programa de Eficiência Energética da Celesc Distribuição, num investimento de R$ 670 mil. O trabalho contemplou substituição de 2.798 lâmpadas, 1.546 luminárias, quatro refrigeradores e 114 condicionadores de ar.

Três focos cirúrgicos de uso móvel com LED, quatro eletrocardiógrafos de quatro canais e 60 carros auxiliares para banho e curativo. Novo ultrassom ecocardiógrafo, duas novas ambulâncias. Aquisição de 130 camas hospitalares para os novos leitos do hospital com capacidade para pacientes de até 260 quilos e contam com três regulagens.

O Governo do Estado investe aproximadamente R$ 21,8 milhões por mês no funcionamento manutenção dos três hospitais públicos em Joinville: o Hospital Regional Hans Dieter Schmidt, a Maternidade Darcy Vargas e o Hospital Infantil Jeser Amarante Faria. Neste valor está incluído o custeio e pagamento de servidores.

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Elisabety Borghelotti
Assessoria de Imprensa 
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A Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive) da Secretaria de Estado da Saúde (SES) alerta para o número de focos do Aedes aegypti que, entre os dias 31 de dezembro de 2017 e 3 de fevereiro de 2018, apresentou um crescimento de 71,7% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Foram identificados 2.073 focos do mosquito em 91 municípios. Destes, 64 já são considerados infestados, o que representa um aumento de 20,7% em relação ao mesmo período de 2017, quando Santa Catarina registou 53 municípios nessa condição. A definição de infestação é realizada de acordo com a disseminação e manutenção dos focos.

>>> Mais informações no Boletim Epidemiológico

Diante do risco de epidemias das doenças transmitidas pelo mosquito – dengue, zika e chikungunya, especialmente durante o Verão, estão sendo intensificadas as ações de prevenção e controle do Aedes aegypti em todo o território catarinense. Destaque para as reuniões mensais da Sala Estadual de Situação, a supervisão e assessoria aos municípios e distribuição de material informativo para ações de educação em saúde.

“As condições climáticas contribuem para o aumento do número de focos no Verão. Combinações de chuvas e altas temperaturas propiciam a proliferação do mosquito”, observa João Augusto Fuck, da Gerência de Vigilância de Zoonoses e Entomologia da DIVE.”Entretanto, a prevenção é responsabilidade de todos, uma vez que locais com água parada são perfeitos para reprodução do mosquito”, complementa Fuck.

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Patrícia Pozzo
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A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE/SC) divulga o boletim n° 02/2018 sobre a situação epidemiológica da febre amarela (FA), vigilânciade epizootias de Primatas Não Humanos – PNH (macacos) e eventos adversos pós-vacinação,em Santa Catarina, com dados de 1º de janeiro a 6 de fevereiro de 2018.

SITUAÇÃO EPIDEMIOLÓGICA

>>> Vigilância de casos humanos

A vigilância de casos humanosé feita por meio da notificação de casos com sintomatologia compatível com FA. Todo caso suspeito deve ser imediatamente comunicado por telefone ou e-mail às autoridades de saúde em até 24 horas, por se tratar de doença grave com risco de dispersão para outras áreas do território nacional e internacional.

No período de 1º janeiro a 6 de fevereiro de 2018, foram notificados 16 casos suspeitos de febre amarela em Santa Catarina. Desses, 1 foi confirmado pelo critério laboratorial, 12 foram descartados (seispelo critério laboratorial e seis pelo critério clínico epidemiológico) e 3 permanecem em investigação, aguardando resultado laboratorial (Tabela 1).

Tabela 1: Casos notificados de febre amarela, segundo classificação e evolução. Santa Catarina. (01 a 06 Fev/18)

Classificação

Casos

Óbitos

n

%

n

%

Confirmados

1

6

1

50

        Autóctones

0

0

        Importados

1

100

-

Descartados

12

75

1

50

Em investigação

3

19

Total Notificados

16

100

2

100

 Fonte: SINAN NET (com informações até 06/02/2018).

   

Dos três casos em investigação, um teve histórico de deslocamento para Minas Gerais nos 15 dias anteriores ao início dos sintomas, e dois tiveram histórico de deslocamento para áreas com recomendação de vacina dentro do Estado. O caso confirmado de febre amarela é de um residente do município de Gaspar, com histórico de viagem para o município de Mairiporã/SP, o que caracteriza como sendo um caso importado.

A tabela 2 mostra a distribuição dos casos por Região de Saúde e município de residência. Dos 3 casos em investigação, dois residem em municípios que fazem parte da Área Com Recomendação de Vacina (Lages e Nova Itaberaba) e um reside em Área Sem Recomendação de Vacina (Joinville).

Tabela 2. Casos notificados para febre amarelapor região de saúde e município de residência.SC, 2018.

Região de Saúde

Município de Residência

Notificados

Em Investigação

Confirmados

Descartados

Óbitos

Médio Vale do Itajaí

Gaspar

1

-

1

-

1

Timbó

1

-

-

1

-

Alto Vale do Itajaí

Agrolândia

1

-

-

1

-

Carbonífera

Criciúma

1

-

-

1

-

Grande Florianópolis

Florianópolis

3

-

-

3

-

Nordeste

Joinville

2

1

-

1

-

Serra Catarinense

São Joaquim

1

-

-

1

-

Lages

1

1

-

-

-

Xanxerê

Lageado Grande

1

-

-

1

1

Oeste

Palmitos

1

-

-

1

-

Nova Itaberaba

1

1

-

-

-

Meio Oeste

Joaçaba

2

-

-

2

-

 

TOTAL

16

3

1

12

2

 Fonte: SINAN NET (com informações até 06/02/2018)

>>> Vigilância de Epizootias em Primatas Não Humanos – PNH (macacos)

A vigilância de epizootias em PNH consiste em captar informações sobre o adoecimento ou morte desses animais e investigar oportunamente, a fim de detectar precocemente a circulação do vírus amarílico e subsidiar a tomada de decisão para a adoção das medidas de prevenção e controle.

Os dados das epizootias serão divulgados conforme sazonalidade da doença e com a padronização da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde para melhor comparabilidade dos dados com os demais Estados da federação. Dessa maneira, serão considerados os períodos de julho de 2017 a junho de 2018.

No período de julho de 2017 até 6 de fevereiro de 2018, foram notificadas 61 epizootias acometendo 83 PNH em 26 municípios de Santa Catarina (tabela 3). 

Dos 83 PNH acometidos, 04 (4,8%) permanecem vivos e 79 (95,2%) foram a óbito. Do total, 23 (27,7%) tiveram a causa do óbito indeterminada (sem possibilidade de diagnóstico devido à ausência de coleta de amostras para análise), 31 (37,3%) foram descartadas por critério laboratorial (resultado negativo para febre amarela) e 29 (35,0%) permanecem em investigação.

Os municípios que registraram epizootias no período de monitoramento de julho 2017 a junho de 2018 estão dispostos na figura 2. Até o dia 06 de fevereiro de 2018, o estado de Santa Catarina não registrou nenhuma epizootia confirmada por FA.

Historicamente, a maior frequência de óbitos de PNH ocorre entre os meses de dezembro a maio (período sazonal), momento em que os serviços de vigilância devem estar mais sensíveis à suspeição de casos humanos e à ocorrência de epizootias. No entanto, é essencial que a população, diante do conhecimento de mortes de PNH, informe, em até 24 horas, as autoridades de saúde, para que as coletas de amostras ocorram em tempo oportuno, visando a redução do número de epizootias indeterminadas.

>>> Eventos Adversos Pós Vacinação

Evento adverso pós-vacinação (EAPV) é qualquer ocorrência médica indesejada após a vacinação eque, não necessariamente, possui uma relação causal com o uso de uma vacina ou outro imunobiológico (imunoglobulinas e soros heterólogos). Um EAPV pode ser qualquer evento indesejável ou nãointencional, isto é, sintoma, doença ou um achado laboratorial anormal (CIOMS; WHO, 2012).

No período de 1º de janeiro a 6 de fevereiro de 2018, foram notificados cinco (cinco) casos suspeitos de evento adverso grave após a vacinação contra a febre amarela em Santa Catarina. Desses, 4 foram descartados e 1, residente em Itajaí, continua em investigação aguardando resultado laboratorial

>>> Mais informações

Hotsite da DIVE/SC sobre Febre Amarela: http://dive.sc.gov.br/febre-amarela/

Página sobre febre amarela do Ministério da Saúde: http://portalms.saude.gov.br/saude-de-a-z/febre-amarela-sintomas-transmissao-e-prevencao

Página da Anvisa sobre saúde do viajante: http://portal.anvisa.gov.br/dicas-de-saude-para-viagem

Informações adicionais para a imprensa:
Patrícia Pozzo
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Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive)
Secretaria de Estado da Saúde
Fone: (48) 3664-7406 | 3664-7402
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Reunião SES HRA
Foto: Paulo Goeth/SES

O secretário executivo da Agência de Desenvolvimento Regional (ADR) de Araranguá, Heriberto Afonso Schmidt, a gerente Regional de Saúde, Patrícia Gomes Jones Paladini e a secretária de Saúde de Araranguá, Evelyn Elias, participaram de uma audiência nesta quarta-feira, 7, na Secretaria de Estado da Saúde, em Florianópolis, com o secretário Acélio Casagrande e equipe técnica da SES, sobre o Hospital Regional de Araranguá.

Um dos assuntos tratados em mais de 4 horas de reunião foi o plano operativo para o Hospital, com metas de serviços a serem prestados pelo novo gestor, como consultas com especialistas, cirurgias, exames, entre outros. “Estamos alinhando importantes itens que devem constar no novo edital de chamamento que será lançado pela Secretaria de Estado da Saúde para a contratação do novo administrador do Regional e da Policlínica Sul”, disse Schmidt.

O secretário da ADR explica que ficou agendada para sexta-feira, 16, uma reunião em Florianópolis às 10h, com o Secretário de Estado da Saúde, e os três representantes das entidades araranguaenses para conversar sobre a inclusão do Conselho Consultivo no edital de chamamento, que já tem parecer favorável pela consultoria jurídica da SES.

O edital de chamamento para o novo gestor, que a partir de junho administrará o Hospital Regional de Araranguá e a Policlínica, será publicado na última semana de fevereiro. “Quero agradecer a atuação da gerente regional Patrícia Paladini e da secretária de Saúde Evelyn Elias, representando as 15 Secretarias de saúde do Extremo-Sul, que não medem esforços, e junto com equipe técnica da Secretaria Estadual, estão analisando todos os itens do edital”, concluiu Schmidt.

Informações adicionais para a imprensa
Leneza Della Krás
Assessoria de imprensa
Agência de Desenvolvimento Regional de Araranguá
E-mail: imprensa@aru.sdr.sc.gov.br
Telefones: (48) 3529-0100
Site: www.sc.gov.br/regionais/ararangua
Facebook: www.facebook.com/regional.ararangua

 

 

 

O governador Raimundo Colombo inaugura nesta quinta-feira, 8, às 15h, a reforma e ampliação de 43 leitos de recuperação clínica e cirúrgica do Hospital Regional Hans Dieter Schmidt. Durante a cerimônia será autorizado o edital de licitação para os 20 novos leitos de UTI do centro hospitalar. A solenidade ocorre depois de visita às obras concluídas da Escola de Ensino Médio Governador Celso Ramos, às 14h15.

Os novos quartos são mais amplos, possibilitam ventilação com luz natural e as camas têm capacidade para pacientes de até 260 quilos. Os banheiros também foram completamente reestruturados e tiveram tamanho ampliado para acesso de macas e cadeirantes. Dos novos leitos, 18 passam a ser utilizados na sexta-feira, 9, e o restante da ala entra em funcionamento depois de concluída a higienização.

Joinville -  Hospital Regional ganha 43 leitos

O investimento do Governo do Estado é de R$ 8,9 milhões somados aos 42 leitos entregues em outubro de 2015. Essa quantia também foi destinada a construção de salas de estar e áreas de estudo e reuniões, uma forma de humanizar a ala de recuperação. Além disso, todo o setor está climatizado, inclusive corredores e postos de enfermagem.

Com a abertura de mais leitos, as vagas ofertadas à comunidade aumentam e o serviço prestado se torna mais eficiente. Desde 2014, o HRHDS, referência em cardiologia, apresenta um crescimento gradativo do número de atendimentos. Em 2017, entre serviços de pronto socorro, ambulatoriais, internações e cirurgias, foram prestados 101.176 atendimentos.

Joinville -  Hospital Regional ganha 43 leitos

Mais investimentos

O Hospital Regional Hans Dieter Schmidt é referência para o Ministério da Saúde em procedimento cardíacos. Possui atualmente 20 leitos de UTI, com o edital de licitação terá sua capacidade dobrada – 10 novos leitos de cardiologia e 10 gerais. O projeto orçado em R$ 8,9 milhões atende a parte estrutural, elétrica, hidrossanitária, climatização, exaustão, renovação de ar e tratamento de gases medicinais.

O Governo do Estado conclui nos próximos meses a reforma e readequação da subestação de energia elétrica do hospital que inclui a construção de um novo prédio para receber toda a casa de máquinas. A entrega está prevista para o mês de março com investimento de R$ 2,5 milhões.

Além disso, cinco novas salas do centro cirúrgico estão na fase final, investimento de R$ 11,5 milhões. Neste mesmo valor está incluída a nova central de materiais esterilizados (CME), concluída e em funcionamento desde o ano passado.

Informações adicionais para a imprensa:
Ana Paula Keller
Assessoria de imprensa
Agência de Desenvolvimento Regional de Joinville
E-mail: anakeller@jve.adr.sc.gov.br / imprensa@jve.adr.sc.gov.br
Telefone: (47) 3461-1225 / 99240-8064
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O cuidado na prevenção das infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) deve ser o ano todo, mas no período de Carnaval a atenção deve ser redobrada. Para ressaltar a importância do uso de preservativos em todas as relações sexuais, a Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive) repassou cerca de 3 milhões de preservativos (femininos e masculinos) para que os municípios distribuam antes e durante todo período do Carnaval.

Também foram enviados 100 mil sachês de gel lubrificante e 85 mil leques informativos. O leque lista as ISTs mais comuns, como cancro mole, HIV/Aids, donovanose, gonorreia, tricomoníase, sífilis, HTLV, hepatites virais, LGV, herpes genitais, DIP e HPV, além de abordar a gravidez indesejada como consequência do sexo inseguro. 

Para Eduardo Campos de Oliveira, médico infectologista da Dive, o uso de camisinha é a forma mais simples e efetiva de garantir proteção durante as relações sexuais. “Além de evitar uma gravidez indesejada, ela reduz os riscos de doenças como a infecção pelo HIV, a sífilis e as hepatites virais”, afirma o médico. O médico reforça a necessidade de rapidamente buscar auxílio médico nas unidades básicas de saúde se houver a presença de sintomas de qualquer uma das ISTs. 

Para os que se expuseram ao risco do contato com o HIV, por meio de relação sexual desprotegida, existe a Profilaxia Pós-Exposição (PEP). “Trata-se de um tratamento com medicação antirretroviral, que deve ser iniciado em até 72 horas após a provável exposição ao vírus e deve ser continuado por 28 dias, sempre sob orientação médica”, explica o diretor da Dive, Eduardo Macário. Esta é uma das medidas de prevenção que se associa à tradicional orientação pelo uso regular de camisinha ou o uso de medicamentos anti-HIV. 

Para saber os locais que oferecem a PEP e o Teste Rápido para HIV, sífilis, hepatites B e C no estado, basta acessar www.aids.sc.gov.br.

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Patrícia Pozzo e Cristina Schulze
Núcleo de Comunicação
Diretoria de Vigilância Epidemiológica
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(48) 3664-7440
www.dive.sc.gov.br

 


Foto: Paulo Goeth Ascom/Arquivo SES

A Saúde pública catarinense perdeu o pediatra gastroenterologista Carlos Schoeller, ex-diretor do Hospital Infantil Joana de Gusmão (HIJG), que faleceu neste domingo, 4, aos 60 anos, em Florianópolis. Carlos Shoeller foi velado das 8h às 11h desta segunda-feira, 5, na Capela B do Cemitério São Francisco de Assis, no Itacorubi. Logo após, o corpo foi levado para cremação em Palhoça.

O médico nasceu em 11 de Fevereiro de 1957 e era casado com a oncologista Maria Tereza Schoeller, diretora do Centro de Pesquisas Oncológicas (Cepon). Formado pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) em 1980, foi também professor da instituição.

Carlos Schoeller era médico de carreira do HIJG há 34 anos. Foi secretário de Saúde de Santa Catarina do governador Paulo Afonso, entre 1995 e 1999. O Hospital Joana de Gusmão, referência no atendimento a crianças e adolescentes em Santa Catarina, teve o pediatra como diretor duas vezes, primeiro em 1995 e, depois, de Janeiro de 2015 a Agosto de 2017. 

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