Foto: Julio Cavalheiro / Secom

O governador Eduardo Pinho Moreira inaugurou nesta quinta-feira, 24, a ampliação do Centro de Treinamento e a adequação da regional da Epagri de Tubarão. O investimento é de R$ 277.550,00 e vai aumentar a capacidade de alunos em sala de aula e melhorar o atendimento a pessoas.

“O trabalho que a Epagri faz no Estado é incontestável e esses investimentos vão atingir diretamente as famílias do meio rural que participam ativamente dos trabalhos deste espaço”, ressaltou o governador.

A Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVE) da Secretaria de Estado da Saúde (SES) divulgou o boletim atualizado (11/2018) sobre a situação da febre amarela, vigilância de epizootias de Primatas Não Humanos – PNH (macacos) e eventos adversos pós-vacinação em Santa Catarina. As informações apresentadas são referentes a dados até o dia 23 de Maio de 2018. Confira o boletim completo AQUI

 

Informações adicionais:

Patrícia Pozzo e Cristina Schulze

Núcleo de Comunicação

Diretoria de Vigilância Epidemiológica

Secretaria de Estado da Saúde

(48) 3664-7406

(48) 3664-7440

www.dive.sc.gov.br

A Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVE) da Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina (SES) e a Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina (Alesc) realizam, no dia 30 de Maio, o Fórum Catarinense sobre Hepatites Virais. Dirigido a profissionais da saúde, o evento ocorrerá das 13h às 17h, no auditório Antonieta de Barros, na Alesc, em Florianópolis.

 As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pelo site www.dive.sc.gov.br/hepatites  O evento está na sua segunda edição e reunirá autoridades federais e estaduais em saúde para debater os seguintes temas: “Políticas e Perfil das Hepatites Virais no Brasil e em Santa Catarina”, “Tratamento das Hepatites B e C” e “Visão médica, Experiências Exitosas”.

Diagnóstico e prevenção

Além de discutir a importância do controle da doença, o encontro objetiva também propor debates sobre as novas tecnologias de diagnóstico, como o teste rápido para as Hepatites B e C, já incorporado ao SUS, a vacina contra a Hepatite B, também disponível na rede pública e novos tratamentos oferecidos que garantem melhor qualidade de vida aos portadores da doença.

“Nosso interesse é a capacitação e a atualização dos profissionais de saúde em relação ao tratamento, ao diagnóstico e à prevenção das hepatites. Recentemente, o Ministério da Saúde (MS) atualizou os protocolos de tratamento da doença, em especial da Hepatite C, melhorando a qualidade da assistência, reduzindo a ocorrência de efeitos colaterais e oferecendo alternativas para os pacientes que não têm obtido resposta virológica positiva em seus tratamentos anteriores”, explica Eduardo Macário, diretor da DIVE. 

Nos últimos sete anos foram registrados em Santa Catarina 63 óbitos por Hepatite C e 22  por Hepatite B.  Para reduzir essas ocorrências é fundamental que a população em geral procure uma unidade de saúde para realização do teste rápido do diagnóstico da doença, e que as pessoas portadoras do vírus da hepatite busquem atendimento especializado e o tratamento correto o quanto antes.

Fórum

O fórum originou-se da reunião realizada em 2017 entre a Gerência de Vigilância das Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs), AIDS e Hepatites Virais da DIVE e o deputado estadual, Neodi Saretta, presidente da Comissão de Saúde da Alesc e autor do projeto que originou a Lei nº 15.615, e instituiu a Semana Estadual de Combate às Hepatites em Santa Catarina, a ser celebrada na terceira semana do mês de Maio.

PROGRAMAÇÃO

13h – Credenciamento

13h30min – Abertura do Fórum Catarinense sobre Hepatites Virais

  • Presidente da Comissão de Saúde – Deputado Neodi Saretta
  • Diretor de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina – Eduardo Marques Macário 
  • Gerente de Vigilância das DST/Aids e hepatites virais do estado – Enf.ª Dulce Maria Brandão Castro Quevedo

14h – Mesa redonda: “Políticas e perfil das hepatites virais no Brasil e em SC”

  • Gerente de Vigilância das DST/Aids e hepatites virais do estado – Enf.ª Dulce Maria Brandão Castro Quevedo 
  • Representante do Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das IST, do HIV/Aids e das hepatites virais do Ministério da Saúde – Dr.ª Elisa Catappan

15h – Mesa redonda: “Novos protocolos clínicos e diretrizes terapêuticas das hepatites B e C”

  • Médico Infectologista – Dr. Pablo Sebastian Velho

16h – Mesa redonda: “Visão médica, experiências exitosas”

  • “Manejo clínico das hepatites B e C na visão do Infectologista”, Representante da Soc.de Infectologia – Eduardo de Oliveira Campos 
  • “Manejo clínico das hepatites B e C na visão do Gastroenterologista”, Representante da Soc. de Gastroenterologia – Telma Erotildes da Silva

17h– Debate

  • A mesa será composta pelos palestrantes e a mediação será feita pelo Representante da Soc.de Infectologia e Médico Infectologista da GEDST/DIVE – Eduardo de Oliveira Campos

Instituições convidadas

  • Sociedade Catarinense de Gastroenterologia
  • Serviço de Gastroenterologia do Hospital Universitário da Universidade Federal de Santa Catarina (HU/UFSC)
  • Associação Catarinense de Medicina (ACM)
  • Associação Catarinense para Estudo do Fígado (ACAEF)
  • Associação Catarinense de Medicina da Família e Comunidade 
  • Sociedade Brasileira de Clínica Médica (sede Blumenau)
  • Conselho Regional de Enfermagem de Santa Catarina (Coren/SC)
  • Gerência de Atenção Básica da Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina
  • Laboratório Central de Santa Catarina (LACEN/SC)
  • Municípios Prioritários (Profissionais de Saúde da rede pública)
  • Superintendência de Vigilância em Saúde da Secretaria de Estado da Saúde (SUV/SES)
  • Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (Dive/SC) por meio da Gerência de Vigilância das Doenças Imunopreveníveis, Imunização e DTHA (GEVIM), Gerência de Vigilância de Agravos Infecciosos, Emergentes e Ambientais (GEVRA) e Gerência de Vigilância de Zoonoses e Entomologia (GEZOO)
  • Diretoria de Vigilância Sanitária (DIVS)
  • Diretoria de Assistência Farmacêutica (DIAF)
  • Universidade Regional de Blumenau (FURB)
  • Hospitais da rede estadual
  • Hospitais da rede privada
  • Diretoria de Educação Permanente em Saúde por meio da Divisão do Serviço de Residência Médica
  • Universidade do Vale do Itajaí (UNIVALI)
  • Universidade do Sul de Santa Catarina (UNISUL)
  • Universidade do Oeste de Santa Catarina (UNOESC)
  • Centro Universitário Estácio de Sá de Santa Catarina
  • Universidade do Contestado (UnC)
  • Universidade do Planalto Catarinense (UNIPLAC)
  • Universidade da Região de Joinville (UNIVILLE)
  • Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC)
  • Universidade Comunitária Regional de Chapecó (Unochapecó)
  • Departamento do Centro de Ciências da Saúde da Universidade Federal de Santa Catarina (CCS/UFSC)

Municípios de Santa Catarina já estão recebendo R$ 22 milhões referentes às novas habilitações de serviços médico-hospitalares obtidas junto ao Ministério da Saúde.  As novas habilitações contemplam unidades de 14 municípios de Santa Catarina e representam a criação de novos leitos em UTI Pediátrica, leitos de retaguarda, assistência à área de cardiologia, entre outros. Foram beneficiados com R$ 22.072.100,15, apenas em 2018 os municípios de Dionísio Cerqueira, Blumenau, Rio do Sul, Lages, Chapecó, São Bento do Sul, Mafra, Joinville, Treze de Maio, Morro da Fumaça, Biguaçu, São Joaquim, Luzerna e Imbituba.

Oncologia
Apenas em relação aos serviços de oncologia estão sendo investidos R$ 9,4 milhões nas cidades de São Bento do Sul e Rio do Sul.  “É importante verificar a quantidade de pessoas e municípios atendidos com essas habilitações, evitando deslocamentos e demonstrando que a regionalização é um compromisso que o Governo do Estado mantém para oferecer qualidade no atendimento da população catarinense”, disse o secretário de Estado da Saúde, Acélio Casagrande.

A habilitação em oncologia no Hospital Sagrada Família, em São Bento do Sul, por exemplo, era uma reivindicação antiga da comunidade local. O repasse de recursos permite que a unidade se transforme em uma referência regional no diagnóstico e tratamento de câncer, atendendo uma população estimada de 230 mil pessoas de sete municípios. O Hospital Regional do Alto Vale, em Rio do Sul, também foi habilitado e deve realizar 55 cirurgias e 450 atendimentos oncológicos ao mês. Antes da habilitação, os pacientes com câncer na região precisavam se deslocar para Blumenau, Florianópolis ou Lages.

Habilitações

Grace Ella Berenhauser, Superintendente de Gestão e Planejamento do SUS na Secretaria de Saúde, explicou que todas as regiões do estado foram contempladas com as habilitações. “Foi um trabalho que significou o envolvimento dos técnicos, gestores e parlamentares. A conquista em todas as macro regiões veio ao encontro da proposta de regionalização, que é o foco do governo do Estado”, ressaltou. “Outra importante conquista foi a habilitação de leitos de retaguarda para as unidades de Treze de Maio, Morro da Fumaça e Imbituba, o que vai desafogar a porta de entrada do hospital de Tubarão. Assim, os leitos de internação atenderão aos pacientes mais graves”.

Novas habilitações já estão em andamento e, segundo informou Grace, após a realização de vistorias os processos devem ser encaminhados ao Ministério da Saúde.

Prioridade

Os números obtidos apenas nos primeiros meses de 2018 refletem a decisão do governador Eduardo Pinho Moreira de eleger a Saúde como prioridade da sua gestão e, em consequência, o esforço do Governo do Estado, através da Secretaria da Saúde, no intuito de estabelecer uma política de regionalização e qualidade nos serviços oferecidos.

“A saúde é a nossa prioridade. Temos trabalhado sem descanso para melhorar a gestão e sensibilizar o Governo Federal, para melhorar e ampliar a assistência a toda a população, e os primeiros resultados já estão aparecendo. Vamos fazer muito mais!”, afirmou o governador.

Confira a lista de municípios e serviços habilitados em 2018

 

Dionísio Cerqueira (Instituto Santé) – Habilitação para laqueadura

Lages – Hospital Seara do Bem – Reabilitação de leitos

Blumenau – Hospital Santa Isabel – 10 leitos para pacientes de AVC – R$ 1.099.786,10

Blumenau – Hospital Santo Antônio – Qualificação de 5 leitos – R$ 615.068,90

Chapecó – Associação Lenoir Vargas Ferreira – 5 leitos UTI Pediátrica – R$ 698.931,20

Mafra – Hospital São Vicente de Paulo – Unidade de Assistência Neurocirurgia – R$ 779.922,00

Treze de Maio – Fundação Médica São Sebastião – Leitos de retarguada – R$ 620.500,00

Joinville – Hospital Municipal São José - Leitos UTI – R$ 525.600,00

Morro da Fumaça – Hospital de Caridade São Roque – 10 leitos de retaguarda – R$ 775.625,00

Biguaçu – Hospital Regional Helmuth Nass – 12 leitos de retaguarda – R$ 930.750,00

Lages – Hospital Nossa Senhora dos Prazeres – Cardiologia – R$ 3.245.474,20

São Joaquim – Hospital de Caridade Coração de Jesus – 15 leitos - R$ 1.070.362,50

Chapecó - Associação Lenoir Vargas Ferreira – Expansão Oncologia/Radioterapia – R$ 392.085,33

Luzerna – Hospital São Roque – 15 leitos unidade de cuidados prolongados – R$ 1.070.362,50

Imbituba – Hospital São Camilo – 10 leitos de retaguarda – R$ 775.625,00

Rio do Sul – Hospital Regional do Alto Vale – Oncologia – R$ 4.736,003,76

São Bento do Sul – Hospital Sagrada Família – Oncologia – R$ 4.736,003,76

Fabrício Escandiuzzi - Saúde - SES

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Fabrício Escandiuzzi
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Foto: Paulo Goeth/SES

Santa Catarina é um dos estados beneficiados com recursos do Governo Federal para ações de prevenção ao suicídio. O anúncio foi feito nesta segunda-feira, 21, pelo Ministério da Saúde (MS) e a portaria já foi publicada no Diário Oficial da União.

O montante de R$ 1,4 milhão deve ser aplicado em ações realizadas em seis capitais, sendo Manaus (AM), Campo Grande (MS), Boa Vista (RR), Teresina (PI), Porto Alegre (RS) e Florianópolis (SC).  Os locais são considerados prioritários para as ações da Rede de Atenção Psicossocial devido ao alto índice de suicídio registrado na última década.

Dados

De acordo com o Ministério da Saúde, o Brasil tem apresentado taxas crescentes, o que configura um problema grave de saúde pública. Os recursos, que variam entre R$ 220 mil e R$ 250 mil, serão repassados em parcela única do Fundo Nacional de Saúde para o Fundo Estadual de Saúde. Esse montante pode ser usado pelos Serviços da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), tais como os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), ambulatórios, Unidades Básicas de Saúde (UBS) e em serviços de urgência e emergência.

Em 2017, o Ministério da Saúde divulgou dados que constam em um diagnóstico sobre casos de suicídios no país. A alta taxa registrada na região sul é preocupante. Embora representem 14% da população nacional, os três estados da região registraram 23% dos casos de suicídio. Entre 2010 e 2016 foram registrados 3867 óbitos em Santa Catarina, principalmente entre a faixa etária de 40 a 59 anos. Alto Uruguai e o Extremo Oeste foram as regiões com maior número de ocorrências.

Plano Estadual de Prevenção ao Suicídio

A psiquiatra e coordenadora estadual de Saúde Mental, Álcool e Outras Drogas, Deisy Mendes Porto, esclarece que o crescimento do número de suicídios acompanha a expansão de doenças como a depressão, além do abuso de drogas.

Com o incentivo financeiro do Ministério da Saúde para o Plano Estadual de Prevenção ao Suicídio, o foco da Secretaria de Estado da Saúde (SES) é a capacitação de profissionais e criação de estratégias para divulgação de informações para incentivar aqueles que têm doenças ou transtornos mentais procurarem ajuda. “Isso envolve também o investimento em oferta de assistência nos Centro de Atenção Psicossocial, ampliação de leitos e de toda a rede de atenção psicossocial”, comenta Deisy, ressaltando que é compromisso do Estado trabalhar de forma preventiva para reduzir o número de suicídios. “Reduzir o estigma e melhorar o acesso das pessoas ao tratamento são as metas atuais da SES. O objetivo é reduzir em 20% até 2020”, reforça a psiquiatra.

Ainda segundo a coordenadora, não há uma única causa para o suicídio. Mais de 90% das vítimas apresenta pelo menos um transtorno psiquiátrico, especialmente a depressão, considerada um dos principais fatores de risco. “Pais e escolas devem estar atentos e capacitados para identificar as transformações que apontam para condutas de risco. Profissionais de Saúde precisam estar aptos a manejar os casos de risco e tentativas de suicídio”, observa.

SES

O secretário de Estado da Saúde, Acélio Casagrande, lembra que a pressão social também impacta os jovens. Para o bom atendimento em Saúde Mental, a SES conta com o apoio dos municípios, que sediam os CAPS. “Por meio da parceria entre Estado, Município e União temos condições de atender estas pessoas que procuram os serviços nas unidades de saúde. Nos hospitais também existem equipes preparadas para dar o suporte. O Plano Estadual de Prevenção ao Suicídio vem para mostrar a atenção que o Estado tem dado a este problema”, acrescenta o secretário.

Entre as atividades programadas para este ano pela Secretaria está a realização do Setembro Amarelo com a iluminação de prédios públicos, palestras nas comunidades, além de outras ações com base científica e de forma continuada.

Disque 188: Centro de Valorização à Vida

Ainda para prevenção do suicídio, o Ministério da Saúde assinou em 2017 um termo de cooperação técnica com o Centro de Valorização à Vida (CVV) para que as ligações telefônicas da população para o número 188 sejam gratuitas. A partir disso, houve aumento significativo da procura, sendo que, em 2017, o CVV recebeu dois milhões de ligações de cidadãos em busca de ajuda, o dobro do registrado em 2016. Atualmente, 23 estados do Brasil estão contemplados e já podem contar com o atendimento, por meio do número 188, em suas localidades e até 30 de Junho de 2018 todo o território nacional poderá contar com o atendimento gratuito do CVV.

O telefone ainda é o meio mais utilizado pela população para acessar o apoio emocional oferecido pelo CVV. O atendimento é realizado por voluntários e permite falar sobre sentimentos, em um ambiente acolhedor e seguro. Esse apoio alivia a ansiedade, o desespero e conduz ao afastamento de eventuais pensamentos suicidas.

Saber, agir, prevenir

Em setembro de 2017, o Ministério da Saúde lançou a campanha de prevenção do suicídio com o tema: “Saber, Agir e prevenir”. O objetivo foi esclarecer que, apesar de sua complexidade, o suicídio pode ser prevenido. Materiais informativos, como cartilhas, folhetos e orientações de onde procurar ajuda foram divulgados no site do Ministério da Saúde e em toda a imprensa nacional. É importante saber, por exemplo, quais são os sinais de alerta, o que podemos fazer e o que não podemos sob uma situação de risco de suicídio, entre outras informações:

Sinais de alerta que precisam ser observados:

- Alteração inexplicada do comportamento;

- Isolamento;

- Tristeza persistente;

- Alterações do sono e apetite;

- Queda no rendimento escolar;

- Mensagens com conteúdo suicida em mídias sociais. É preciso manter a atenção no que crianças e jovens fazem na internet;

- Pais e responsáveis precisam ficar atentos, respeitando a privacidade sem negligenciar os riscos;

- Os recentes acontecimentos trazem à tona uma realidade comum: o assédio virtual ou cyberbullying.

Mais informações podem ser encontradas no site da Associação Catarinense de Psiquiatria (www.acp.med.br) e os locais de atendimento na rede pública estão disponíveis na página da Secretária Estadual de Saúde (www.saude.sc.gov.br).

Fabrício Escandiuzzi - Saúde - SES

Mais informações para a imprensa:
Fabrício Escandiuzzi
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Na próxima terça-feira, 29, à 13h, o Centro de Ciências da Saúde e Esporte (Cefid), da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), realiza a palestra ''Cuidados na nutrição para indivíduos com doença de Parkinson", com os nutricionistas Alice Erwig e Mahmud Yehya Mahmud Saleh Isid, acadêmicos de Educação Física na instituição.

Gratuito e sem necessidade de inscrição, o encontro será realizado no Auditório da Udesc Cefid, no Bairro Coqueiros, em Florianópolis. Voltado a acadêmicos da Udesc e demais interessados, o evento é promovido pelo programa de extensão Ritmo e Movimento e pelo Laboratório de Pesquisa em Lazer e Atividade Física (Laplaf).


Mais informações sobre a palestra podem ser obtidas pelo e-mail extensao.laplaf@hotmail.com.

Acompanhe as novidades da Udesc pelo FacebookInstagramTwitterWhatsApp e YouTube. Se você é estudante, acesse office.udesc.br para ativar sua conta de e-mail e ter o pacote Office 365 gratuitamente.

Serviço:
O QUÊ: Palestra "Cuidados na nutrição para indivíduos com doença de Parkinson'', com Alice Erwig e Mahmud Yehya Mahmud Saleh Isid.
QUANDO: Terça-feira, 29, à 13h.
ONDE: Auditório da Udesc Cefid, Rua Pascoal Simone, nº 358, Bairro Coqueiros, Florianópolis.
QUANTO: Gratuito, sem necessidade de inscrição. 

Informações adicionais para a imprensa
Assessoria de Comunicação da Udesc
E-mail: comunicacao@udesc.br
Telefones: (48) 3664-7935/8010

A Celesc repassou, neste mês, mais R$ 55 mil para o Centro de Pesquisas Oncológicas (Cepon), referente às doações arrecadadas na 4ª edição do Bônus Eficiente Linha Eletrodomésticos. O programa, que teve início em novembro do ano passado, promoveu a substituição de mais de 8 mil geladeiras, freezers e aparelhos de ar-condicionado antigos por novos e eficientes, com 50% de desconto, além da troca de 58 mil lâmpadas fluorescente por LED.


Em contrapartida, os consumidores beneficiados realizaram uma doação de R$ 50 a ser revertida para o Cepon. Em janeiro deste ano, a Celesc fez a entrega do primeiro cheque com as doações arrecadadas até o fim de dezembro, no valor de R$ 400 mil. Os R$ 55mil entregues agora foram arrecadados com a comercialização de mais mil eletrodomésticos, realizada na etapa final do projeto.

Equipamentos

De acordo com a gerente do Cepon, Rosineide Sant’Ana, os recursos disponibilizados foram fundamentais para complementação do parque de equipamentos e para ativação de novos serviços. Com a primeira parte do valor, foram adquiridos itens indispensáveis para realização de procedimentos de alta complexidade no novo Centro Cirúrgico, que ajudam no diagnóstico de câncer no laboratório de anatomia patológica do Centro de Pesquisas, bem como nos cuidados assistenciais aos pacientes internados na UTI e demais unidades do local. Com o valor disponibilizado em maio, será adquirido um mediastinoscopio, equipamento para o diagnóstico de doenças mediastinais, que acometem a cavidade torácica, bem como para determinar o estadiamento - a extensão - do câncer de pulmão.

O Bônus Eficiente tem contribuído, efetivamente, para o combate ao desperdício de energia elétrica. Nas quatro edições realizadas até aqui, foi possível promover a redução de 64GWh de energia elétrica por ano com a substituição dos equipamentos antigos por novos e eficientes, volume que corresponde ao consumo de cerca de 320 mil residências por um mês, em Santa Catarina.

 

Celesc - assinatura geral

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Fotos: Julio Cavalheiro/Secom

Com a presença do governador Eduardo Pinho Moreira e do secretário de Estado da Saúde, Acélio Casagrande, foi inaugurado na manhã desta terça-feira o Centro Cirúrgico de Alta Complexidade do Centro de Pesquisas Oncológicas, o Cepon, em Florianópolis. A unidade é especializada em tratamento contra o câncer. A nova ala conta com quatro salas de cirurgia, 10 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), cinco leitos de recuperação pós-anestésica, 18 leitos de internação pós-operatória e uma Central de Materiais Esterilizados (CME).

“É uma conquista para Santa Catarina. Os pacientes serão tratados com muita dignidade. O câncer é uma doença que fragiliza as famílias e ainda mais os pacientes, que precisam de um atendimento humanizado. A estrutura que nós estamos inaugurando vai proporcionar exatamente isso. O Cepon agora oferecerá atendimento completo, do diagnóstico aos procedimentos cirúrgicos, ainda melhores para o nosso Estado”, afirmou o governador durante a visita às instalações.

Aumento da estrutua

Até o fim do ano, será possível realizar 200 cirurgias por mês no novo centro, mais que dobrando a capacidade do Cepon. Atualmente são feitos 150 procedimentos cirúrgicos por mês, porém apenas de baixa e média complexidade. Para trabalhar no local, serão contratados mais 104 trabalhadores, o que fará com que o quadro de funcionários da unidade passe de 580 para 684.

Também serão aumentados os repasses estaduais para a Fundação de Apoio ao Hemosc e Cepon (Fahece), que administra a unidade. O valor mensal, que hoje é de R$ 6 milhões, será de R$ 7,5 milhões a partir de junho.


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Missão cumprida

Acélio Casagrande ressaltou o fato do Governo do Estado estar repassando todos os meses, desde fevereiro, ao menos 14% da receita para a área da Saúde, conforme determina uma emenda aprovada pela Assembleia Legislativa. O secretário afirmou que a decisão de priorizar a pasta foi um “ato de coragem” de Eduardo Pinho Moreira. “Com esses 14% e mais os recursos extras que vêm do Ministério, de Brasília, seremos capazes de manter e ampliar os nossos serviços. A nossa maior recompensa é ver o sorriso de quem será atendido aqui. E o melhor diagnóstico é aquele que chega cedo”, disse Casagrande.

A diretora do Cepon, Maria Tereza Evangelista Schoeller, foi muito aplaudida pelos funcionários ao ser chamada para discursar. Em sua fala, ela contou um pouco da trajetória do Cepon, que começou numa sala dentro do hospital Celso Ramos, idealizada pelo médico Alfredo Daura Jorge, e disse que a inauguração representa a realização de um sonho. “Sem dúvidas, vamos salvar muitas vidas. Essa unidade apenas reforça o nosso lema, que é o paciente em primeiro lugar. Agora nós já podemos dizer: missão cumprida”, frisou Schoeller.

Outro a comemorar o início das operações — as primeiras cirurgias devem ocorrer no dia 18 de junho — foi o presidente da Associação dos Amigos e Pacientes de Câncer (Aspac-SC), João Vianei, quem lembrou da longa luta para que o espaço se tornasse uma realidade . "Temos mais uma arma poderosa para enfrentar esse inimigo cruel, que é o câncer. O paciente tem um horizonte muito curto e, por isso, quem tem câncer tem pressa”, afirmou Vianei.

Alívio para outras unidades

Além de reduzir o tempo de espera para a realização das cirurgias oncológicas, o novo centro cirúrgico do Cepon também contribuirá para melhorar o serviço prestado em outras unidades, como o Hospital Celso Ramos, o Regional de São José, o Hospital Universitário e a Maternidade Carmela Dutra.

Presente à inauguração, o diretor do Hospital Regional de São José, Valdir Ferreira, conta que em sua unidade são realizadas quatro cirurgias diárias de pacientes com câncer. Com o tempo, a maior parte delas será encaminhada ao Cepon, gerando um efeito positivo em cascata. “Hoje esses pacientes estão competindo com os politraumatizados, por exemplo. Tem gente que espera meses na fila. Com essa política de vocacionar os hospitais, é possível que o paciente se trate no melhor lugar para isso”, afirmou.

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O governador Eduardo Pinho Moreira inaugura nesta terça-feira, 22, às 9h30, o Centro Cirúrgico de Alta Complexidade, a Unidade de Terapia Intensivo e o Centro de Material e Esterilização do Centro de Pesquisa Oncológica (Cepon). O secretário de Estado da Saúde, Acélio Casagrande, o presidente do Conselho Curador da Fahece, Aluísio Dobes, e a diretora do Cepon, Maria Tereza Schoeller, participam do evento junto com o governador.

"O Cepon, que já presta um serviço de excelência para a população, agora fica completo. É uma satisfação muito grande poder entregar aos pacientes, que passam por um momento extremamente delicado, um serviço que trará mais alento e efetividade no tratamento do câncer", ressaltou Eduardo Pinho Moreira.

Estrutura

Com a inauguração da nova ala, o crescimento da estrutura será substancial: serão quatro salas de cirurgia, mais 10 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), cinco leitos de recuperação pós-anestésica, 18 leitos de internação pós-operatória e uma Central de Materiais Esterilizados (CME). O investimento estadual foi de R$ 14,2 milhões, com recursos do programa Pacto por Santa Catarina.

O número de funcionários saltará dos atuais 580 para 684, o que significa 104 novos postos de trabalho. A área construída também vai aumentar em 1,5 mil metros quadrados, passando para um total útil de 13,7 mil metros quadrados.

A primeira cirurgia da ala de alta complexidade está marcada para ocorrer no dia 18 de junho. Antes, no dia 4, começam os treinamentos dos 104 funcionários. No começo, serão realizados 120 procedimentos ao mês nessa nova estrutura, mas a expectativa é que esse número cresça gradativamente e chegue a 200 por mês até o fim do ano, mais do que dobrando a capacidade do Cepon.

Serviço

O quê: inauguração do Centro Cirúrgico de Alta Complexidade do Cepon
Quando:terça-feira, 22 de maio, 9h30
Onde: Cepon – Rodovia Admar Gonzaga – SC 404 – nº665 – Itacorubi - Florianópolis

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Fotos: Julio Cavalheiro / Secom

Um clima de ansiedade tem tomado conta dos funcionários do Centro de Pesquisas Oncológicas, o Cepon, em Florianópolis. Com a finalização das obras do Centro Cirúrgico de Alta Complexidade e a chegada dos equipamentos hospitalares, faltam apenas detalhes para a entrada em operação da nova ala da principal unidade de tratamento de câncer em Santa Catarina. E a espera já tem data para terminar: o governador Eduardo Pinho Moreira inaugura o Centro na próxima terça-feira, 22, às 9h30. O investimento estadual foi de R$ 14,2 milhões, com recursos do programa Pacto por Santa Catarina.

"O Cepon, que já presta um serviço de excelência para a população, agora fica completo. É uma satisfação muito grande poder entregar aos pacientes, que passam por um momento extremamente delicado, um serviço que trará mais alento e efetividade no tratamento do câncer", ressaltou o governador Eduardo Pinho Moreira.

Para a diretora Maria Tereza Schoeller, à frente do Cepon nos últimos cinco anos, o novo centro cirúrgico representa o fechamento de um ciclo, já que agora será possível oferecer o que ela chama de um atendimento global, desde o diagnóstico, passando pelas terapias sistêmicas até os procedimentos cirúrgicos mais complicados.


Diretora do Cepon, Maria Tereza Schoeller

“São cirurgias grandes, com abertura de cavidades, que podem levar de quatro a seis horas. O mais importante é que agora vamos ter a retaguarda dos 10 leitos de UTI, que permitirão a esses pacientes se recuperarem mais rapidamente e começarem o tratamento auxiliar da forma mais acelerada possível”, diz a diretora.

CIRURGIA NECESSÁRIA EM 40% DOS TRATAMENTOS

O Cepon já conta com ambulatório geral, onde são feitos consultas e exames, e ambulatório de intercorrência oncológica, um local para atendimento de pacientes com complicações em função do câncer. Também há um centro para realização de cirurgias de baixa e média complexidade. Com a inauguração da nova ala, o crescimento da estrutura será substancial: serão mais 10 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), cinco leitos de recuperação pós-anestésica, 18 leitos de internação pós-operatória e uma Central de Materiais Esterilizados (CME).



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“A cirurgia é um braço fundamental no tratamento do câncer, aplicada em mais de 40% dos casos. O novo centro vai não apenas aumentar o tempo de vida dos pacientes, mas também melhorar a qualidade, permitindo que essa cirurgia seja feita no tempo ideal”, conta Schoeller.

MAIS RECURSOS

O número de funcionários saltará dos atuais 580 para 684, o que significa 104 novos postos de trabalho. A área construída também vai aumentar em 1,5 mil metros quadrados, passando para um total útil de 13,7 mil metros quadrados. A manutenção dessa estrutura será possível por conta de um aditivo no contrato do Governo do Estado com a Fundação de Apoio ao Hemosc e Cepon (Fahece), que administra a unidade. Hoje, são repassados R$ 6 milhões todos os meses, valor que passará para R$ 7,5 milhões a partir de junho.

A primeira cirurgia da ala de alta complexidade está marcada para ocorrer no dia 18 de junho. Antes, no dia 4, começam os treinamentos dos 104 funcionários. No começo, serão realizados 120 procedimentos ao mês nessa nova estrutura, mas a expectativa é que esse número cresça gradativamente e chegue a 200 por mês até o fim do ano. Isso significa mais do que dobrar a capacidade do Cepon, já que hoje são realizadas, em média, 150 operações ao mês.

Na opinião da diretora Maria Tereza Schoeller, o centro cirúrgico possibilitará, no médio prazo, zerar a lista de espera do Cepon para cirurgias, considerado até então um gargalo no atendimento.

NOVO CENTRO VAI DESAFOGAR OUTRAS UNIDADES

O secretário de Estado da Saúde, Acélio Casagrande, conta que a inauguração é um sonho de muitos anos e possibilitará uma melhoria no serviço prestado também em outras unidades públicas, especialmente da Grande Florianópolis, já que hoje elas realizam os procedimentos de alta complexidade. Entre as unidades que terão menos demanda, destacam-se o Hospital Celso Ramos, o Hospital Regional de São José, o Hospital Universitário e a Maternidade Carmela Dutra.

“Esses locais passam a ter uma folga para atender outras demandas. A partir disso, será possível ter uma maior organização do fluxo, tanto no Cepon quanto do resto da rede. Vale destacar também que nós vamos ampliar a proposta da regionalização, pois os pacientes continuarão a receber atendimento oncológico em cidades como Chapecó, Rio do Sul e São Bento do Sul”, destaca.

Casagrande também faz questão de salientar que o Cepon já realiza um serviço de excelência, com 10 mil atendimentos mensais. Ele também lembra que o centro foi considerado pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE), no fim de 2017, como a unidade da rede pública estadual com a melhor gestão.

PACIENTES COMEMORAM

Principais beneficiados com a conclusão da nova ala, os pacientes também demonstram otimismo que a construção ajudará a salvar vidas. É o caso do pescador Lucenir Alvim Marques, 54 anos, que luta contra um tumor ulcerado no intestino. Ele descobriu a doença em 2017, depois de começar a sentir fortes dores no reto quando estava trabalhando embarcado, no meio do oceano.


Paciente Lucenir Alvim Marques

Após o diagnóstico, ele passou por uma cirurgia no Hospital Regional de São José, porém não foi possível retirar todo o tumor. Na última sexta-feira, 18, ele foi ao Cepon para realizar tratamento quimioterápico. Ainda precisa de uma nova cirurgia, que já deve ser realizada no centro de alta complexidade.

“Esse centro cirúrgico, para nós que precisamos, vai ser muito útil. Muito bom mesmo. Quanto mais hospitais, melhor”, diz o pescador, natural de Governador Celso Ramos.

A dona de casa Marilene Oliveira Nunes, 59, teve um câncer de mama e realizou a operação, de média complexidade, no próprio Cepon em 2016. Agora, ela conta com o acompanhamento da equipe médica da unidade para saber se poderá operar também o coração, já que está com duas válvulas obstruídas.


Paciente Marilene Oliveira Nunes

Ela destaca a excelência no atendimento sempre que precisou se deslocar ao Cepon e acredita numa maior agilidade com a inauguração da nova ala. No caso dela, a espera foi de pouco mais de um mês. Além do tratamento adequado, Marilene diz que o paciente com câncer não deve jamais se entregar para a doença. “Ter câncer é complicado. Temos que entregar na mão de Deus. Mas, se já era bom, agora o atendimento aqui vai melhorar ainda mais, principalmente para quem está esperando”, opina a dona de casa.

DESGASTE MENOR NO TRATAMENTO

No Cepon há sete anos, o médico equatoriano Diego Alvarez Naranjo é especialista em cirurgias de cabeça e pescoço. Trata principalmente de casos de câncer de tireoide, cujo principal desencadeante é a radiação. Normalmente, as suas operações ocorrem no Hospital Celso Ramos. Agora, ele conta os dias para poder trabalhar em tempo integral dentro do Cepon.


Médico Diego Alvarez Naranjo

“Por ser um hospital de grande porte, no Celso Ramos a resolução dos casos é um pouco mais devagar. Esse é um Centro muito esperado, que vai nos dar a facilidade de trabalhar em um só lugar, com um percentual de resolução de casos muito melhor. Agora vamos conseguir fazer o que a literatura mundial diz a respeito das cirurgias”, conta Naranjo.

Assim como a diretora do Cepon, o médico também destaca que a centralização completa dos serviços na unidade do bairro Itacorubi fará com que haja um desgaste menor por parte dos pacientes. “Às vezes tínhamos que optar por tratamentos alternativos, como quimio e radioterapia, quando não tinha a opção de fazer grandes cirurgias”.

O TRABALHO DOS VOLUNTÁRIOS

Sonia Maria Silveira Mastella tem 74 anos, mas a disposição é de uma adolescente. Quase todos os dias, ela se desloca a uma edificação em frente ao complexo do Cepon. É ali que fica a sede da Associação dos Voluntários do Cepon (Avoc), da qual Sonia é a tesoureira. Mas o trabalho dela vai muito além da mera captação de recursos para ajuda aos pacientes. A principal atribuição de um voluntário é a ajuda física e espiritual aos enfermos.


Maria Silveira Mastella é tesoureira da Avoc

“Fazemos visitas nas salas de espera e terapia, acompanhamos os pacientes internados e damos uma palavra de apoio quando se faz necessário. Às vezes o paciente precisa de xampu, creme dental e nós oferecemos também um serviço social”, explica.

Nas últimas semanas, ela conta que tem um visto uma animação maior por conta da proximidade da inauguração do novo centro cirúrgico. A esperança é um alento para quem aguarda nas listas de espera:

“Câncer é uma doença que tem urgência, não espera. Quanto mais rápido você cuidar e tratar, são dias de vida que o paciente ganha. Essa ala cirúrgica vai ajudar muito”.

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