Foto de arquivo: James Tavares / Secom

A Campanha Nacional de Multivacinação para atualização da caderneta de crianças e adolescentes termina nesta sexta-feira, 22. No total, 16 vacinas estão à disposição para completar a proteção de crianças e adolescentes de até 15 anos contra doenças como Sarampo, Caxumba, Varicela, Rubéola, Poliomielite, Tétano, Coqueluche, Meningite C e HPV.

No último sábado, ‘Dia D’ da campanha, foram atendidos 71.884 crianças e adolescentes nas 1,2 mil salas de vacina da rede pública de saúde nos 295 municípios catarinenses, com aplicação de 23.647 doses de vacina. “Ao todo, 32% das crianças e 35% dos adolescentes estavam com alguma vacina em atraso”, observa Vanessa Vieira da Silva, gerente de Imunização da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVE) da Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina (SES). Entre os dias 11 e 16 de Setembro, 140.619 crianças e adolescentes foram às unidades de saúde. Destes, 47.009 possuíam alguma vacina em atraso e foram imunizados. Foram aplicadas 77.922 doses de vacina naquele período.

Quem deve se vacinar

Todas as crianças e adolescentes menores de 15 anos devem comparecer a uma das 1,2 mil salas de vacina da rede pública de saúde do Estado com a caderneta de vacinação. Após avaliação, aqueles que não tenham tomado alguma vacina indicada para sua faixa etária, ou que precisem completar o esquema de doses, serão imunizados.

Saiba mais sobre a campanha e onde encontrar uma sala de vacina em www.dive.sc.gov.br/multivacinacao.

Confira quais vacinas são oferecidas durante a Campanha de Multivacinação e as faixas etárias alvo correspondentes:

  • BCG (formas graves de tuberculose)  – menores de 5 anos;

  • Hepatite A – menores de 5 anos;

  • Penta (hepatite B, difteria, tétano, coqueluche e haemophilus influenzae B) – menores de 7 anos;

  • Hepatite B – crianças de até 30 dias de idade; crianças e adolescentes entre 7 anos e menores de 15 anos; 

  • VIP (vacina inativada contra a poliomielite)– menores de 5 anos;        VOPb (vacina oral contra a poliomielite) – menores de 5 anos;

  • Rotavírus humano – primeira dose: de 2 meses a 3 meses e 15 dias de idade; Segunda dose: de 4 meses a 7 meses e 29 dias de idade;

  • Pneumocócica 10 valente – menores de 5 anos;

  • Meningocócica C conjugada – crianças a partir de 3 meses de idade a menores de 5 anos e adolescentes de 12 e 13 anos;

  • Tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) – crianças a partir de 12 meses de idade e adolescentes menores de 15 anos;

  • Tetraviral (sarampo, caxumba, varicela e rubéola) ou tríplice viral + varicela (atenuada) – menores de 5 anos;

  • DTP (difteria, tétano e coqueluche) – até menores de 7 anos;

  • dT (difteria e tétano) – para crianças a partir de 7 anos e adolescentes menores de 15 anos;

  • dTpa (difteria, tétano e coqueluche acelular) – para gestantes menores de 15 anos de idade;

  • HPV (papiloma vírus) – meninas de 9 a 14 anos e meninos de 11 a 14 anos;

  • Febre amarela - criança a partir de nove meses e adolescente menor de 15 anos residente ou viajante das áreas com recomendação de vacinação ou com recomendação temporária de imunização não vacinada ou sem comprovante de vacinação; e criança e adolescente indígena, independente da área onde reside, não vacinada ou sem comprovante de vacinação. 

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    Letícia Wilson e Patrícia Pozzo
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O vice-governador Eduardo Pinho Moreira participa nesta quinta-feira, 21, às 17h, em Joinville, da inauguração da nova sede dos institutos Senai de Inovação em Sistemas de Manufatura e em Processamento a Laser. A solenidade contará com a presença dos presidentes da Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc), Glauco José Côrte, e da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Róbson Braga de Andrade.

Com oito mil metros quadrados de área construída, a nova sede está adequada ao atendimento das necessidades tecnológicas. A obra tem sistemas que impedem a trepidação dos equipamentos de alta precisão provocada pelo trânsito nas imediações. A instalação dos dois institutos recebeu investimentos de R$ 59,7 milhões, sendo R$ 25 milhões em obras e R$ 34,7 milhões em máquinas e equipamentos, com recursos da iniciativa privada em parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Antes da solenidade, o vice-governador Pinho Moreira, acompanhado da secretária da Agência de Desenvolvimento Regional de Joinville, Simone Schramm, e a diretora da Vigilância Sanitária Estadual, Raquel Ribeiro Bittencourt, visita as instalações do Catarinense Pharma. A indústria farmacêutica se concentra em Joinville e tem na presidência o empresário Adriano Bornschein Silva. Em 2017 produzirá mais de 10 milhões de unidades de medicamentos fitoterápicos, vitamínicos e suplementares e atende todo o mercado nacional.

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Ana Paula Keller
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O novo bloco do Hospital Regional do Oeste (HRO) em Chapecó está com a obra física 98% concluída e já começa a receber o mobiliário. Nesta quarta-feira, 20, foi descarregada a primeira carga de módulos especiais em MDF, devidamente preparadas para o ambiente hospitalar, cerca de 8,5 toneladas. A montagem inicia pelo sétimo andar - destinado à oncologia. A estimativa é que até a primeira quinzena de dezembro seja finalizada a instalação em todo o prédio. O investimento do Governo do Estado no mobiliário é de aproximadamente R$ 1,5 milhão, com recursos via Badesc.

A expectativa é que os módulos sejam transportados em nove cargas, no total serão 55 toneladas. A montagem em cada andar deve levar até 10 dias. A empresa vencedora da licitação é a Bentec, de Joaçaba, com polo industrial em Bento Gonçalves.

O bloco cirúrgico terá cortinas de ar no campo cirúrgico, que garantem a purificação do ambiente e segurança do paciente. Este é um sistema adotado em grandes hospitais de referência em alta complexidade.

A secretária executiva da Agência de Desenvolvimento Regional (ADR) Chapecó, Astrit Savaris Tozzo, avalia que a obra trará muitos benefícios com atendimento na alta complexidade. “É um hospital moderno, com muita qualidade, trazendo mais segurança para os usuários”, destaca.

Chapecó - Novo bloco do Hospital Regional do Oeste recebe primeira parte dos mobiliários

A obra

O Governo do Estado já garantiu o investimento de aproximadamente R$ 40 milhões, sendo cerca de R$ 28,2 milhões na obra física, R$ 1,5 milhão no mobiliário e R$ 9,2 milhões em equipamentos nacionais – em fase de convênio. 

Segundo o presidente da diretoria executiva da Associação Hospitalar Lenoir Vargas Ferreira, Severino Teixeira da Silva Filho, este investimento fará uma grande diferença para toda a população regional, com aumento na capacidade de atendimento em até 60%. “Com esta nova obra vamos poder fazer muito mais em várias áreas onde há necessidade, em que hoje os pacientes têm que buscar esta solução em outras cidades e regiões”, destaca.

De acordo com o Plano de Trabalho, a obra física compreende a construção do novo bloco, implantação do preventivo de incêndio e urbanismo da rua Florianópolis. A construção do novo bloco foi concluída, os sistemas de climatização estão em fase final de testes. A implantação do preventivo de incêndio que liga a ala nova a antiga do hospital está com processo para licitação em tramitação, compreende duas passarelas, hall de escada e sistema preventivo de incêndio.

A nova ala tem nove andares, irá aumentar a capacidade de atendimento com mais 156 novos leitos. O HRO contará com novos leitos para UTI Geral, UTI pediátrica, para o setor de coronária, salas cirúrgicas, leitos para tratamento intensivo de alta complexidade, para oncologia de longa duração, leitos para quimioterapia de curta duração e para recuperação pós-cirúrgica.

Mais informações para a imprensa:
Andréia Cristina Oliveira
Assessoria de Comunicação
Agência de Desenvolvimento Regional de Chapecó
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Fotos: Julio Cavalheiro/Secom

Líder entre os estados brasileiros na doação de órgãos, Santa Catarina consolidou um sistema de transplantes que é referência também internacional. Dados deste ano, consolidados até julho, revelam que o índice catarinense de doadores de múltiplos órgãos por milhão de população (pmp) é de 36,8, mais do que o dobro da média nacional, que é de 14,6.

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O bom desempenho catarinense supera até mesmo o modelo espanhol, que serviu de inspiração para o sistema implantado em Santa Catarina. Na Espanha, as doações envolvem casos de mortes encefálicas e de mortes ocorridas a partir de paradas cardiorrespiratórias. Em SC, são abordados exclusivamente casos de mortes encefálicas.

“Em 2016, Santa Catarina superou inclusive o desempenho da própria Espanha, quando comparadas apenas as doações efetivadas a partir de mortes encefálicas. Se fosse um país, Santa Catarina estaria entre os maiores do mundo”, avalia o coordenador da SC Transplantes, Joel de Andrade. 

Em agosto e setembro, os resultados de captação continuam em crescimento. No período de 11 a 15 de setembro, a SC Transplantes obteve a captação de 45 órgãos no território catarinense. Nos cinco dias, foram registradas 19 notificações de óbito, resultando em 15 doadores. O coordenador Andrade considera o resultado inédito no estado. “Em menos de uma semana conseguimos captar 27 rins, 12 fígados, três corações, dois pâncreas e um pulmão”, destaca.

A SC Transplantes, vinculada à Secretaria de Estado da Saúde, é quem administra o sistema catarinense. A equipe fixa é enxuta, composta por 24 profissionais, entre médicos, enfermeiros e administradores, além de 11 estudantes, sendo nove de Medicina e dois de Administração. Mas Andrade explica que um dos principais motivos do sucesso do sistema foi justamente a organização de uma rede de colaboradores dentro de todos os hospitais catarinenses, ampliando o alcance. “Adotamos algumas medidas inspiradas na Espanha a partir de 2008. Entre as novas ações, passamos a contar com um coordenador de transplante em cada hospital do estado. Trata-se de uma pessoa que concilia a função executada dentro do hospital com o trabalho de captação junto às famílias”, explica.

Ao mesmo tempo, o Governo do Estado passou a oferecer um programa educacional para diferentes profissionais dos hospitais, que consiste em treinamento para identificação de potenciais doadores e abordagem junto às famílias. Hoje, são cerca de 800 profissionais atuando em todos os hospitais do estado, públicos e particulares, que já receberam esse tipo de treinamento. “São enfermeiros ou atendentes de UTI, por exemplo. E os resultados do respeito, da educação e de todo o cuidado no relacionamento com as famílias refletiram-se em um aumento expressivo das doações”, destaca. Em 2007, a média era de 70% de negativas nas entrevistas para doação. Em 2017, está em 30%;

A rede catarinense atualmente trabalha com transplantes de órgãos como coração, fígado, rim, córneas e medula óssea, além de fazer transplante de pele e enxerto ósseo.

>>> Conheça mais sobre a rede no site da SC Transplantes

Para atendimento no tempo necessário nas diferentes regiões do estado, o coordenador Andrade destaca a importância da parceria com corporações como a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros, que oferecem apoio com suas aeronaves.

Andrade ressalta também a importância solidariedade das famílias ao transformarem um momento de perda em uma oportunidade para salvar vidas. E reforça a orientação para quem deseja ser doador: “A única forma legal de ser doador de órgãos é conversar com a sua família e manifestar esse desejo. Quando essa vontade fica clara, a família respeita e acata a decisão caso a pessoa venha a ser um potencial doador”.

O coordenador lembra que anualmente, sempre em setembro, o Ministério da Saúde realiza a Campanha Nacional de Doação de Órgãos, com base na Lei Federal 15.463, que criou o “Setembro Verde”, fazendo referência à cor do laço que é símbolo mundial da doação de órgãos e tecidos para transplantes.

Números da SC Transplantes

Total de pacientes em lista de espera
Dez/2012 – 1.401
Dez/2013 – 1.206
Dez/2014 – 850
Dez/2015 – 637
Dez/2016 – 535

Doadores efetivos de múltiplos órgãos (morte encefálica)

2012 – 165
2013 – 170
2014 – 202
2015 – 203
2016 – 251

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Alexandre Lenzi
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O Conselho Estadual de Saúde (CES) e a Secretaria de Estado da Saúde (SES) abriram na manhã desta terça-feira, 19, a etapa estadual da 1ª Conferência de Vigilância em Saúde de Santa Catarina. O evento, com o tema “Vigilância em Saúde: Direito, Conquista e Defesa de um SUS Público de Qualidade”, segue até quarta-feira, 20.

Na pauta constam 178 propostas consolidadas pela relatoria. As 12 mais votadas serão apresentadas na 1ª Conferência Nacional de Vigilância em Saúde (CNVS), que ocorrerá de 28 de novembro a 1º de dezembro de 2017, em Brasília.

Tais propostas foram construídas e aprovadas durante as cinco etapas municipais (macrorregionais), realizadas em Criciúma nos dias 20 e 21 de julho, com a aprovação de 70 propostas, seguido de Mafra nos dias 24 e 25 de julho, com 69 propostas. Em Rio do Sul, o evento foi realizado nos dias 27 e 28 de julho, com 27 propostas, e em Blumenau, nos dias 10 e 11 de agosto, com 77 propostas aprovadas. A última etapa ocorreu no município de Chapecó, nos dias 15 e 16 de agosto, com 36 propostas aprovadas.

Todos os 295 municípios catarinenses foram representados nos debates sobre as responsabilidades do estado e dos governos com a Vigilância em Saúde. As etapas macrorregionais reuniram aproximadamente 1.320 delegados, entre profissionais da saúde, usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) e gestores.

O objetivo foi discutir e propor novas diretrizes para a formulação da Política Nacional de Vigilância em Saúde, debatendo a integração dos programas de todas as vigilâncias, sendo: epidemiológicas, sanitárias, em saúde ambiental, do trabalhador e dos laboratórios de saúde pública.

“A conferência é muito importante, pois traz propostas para fortalecer os programas e ações de vigilância em saúde de todo o estado e país. Entre os desafios, buscamos estabelecer propostas voltadas para a atenção à saúde, onde a promoção, proteção e prevenção ocupem o mesmo patamar e recebam a mesma importância do que a recuperação e a assistência. Nosso objetivo foi alcançado. As 12 propostas aprovadas serão encaminhadas para apreciação na Conferência Nacional, onde estaremos representados por 48 delegados”, comenta o superintendente de Vigilância em Saúde da SES e médico infectologista, Fábio Gaudenzi.

A 1ª Conferência Nacional de Vigilância em Saúde (CNVS) surgiu a partir dos resultados da 15ª Conferência Nacional de Saúde, realizada em 2015, e em decorrência de diversos debates ocorridos no Conselho Nacional de Saúde (CNS) em torno de variadas agendas, e tem como principal objetivo propor diretrizes para a formulação da Política Nacional de Vigilância em Saúde e o fortalecimento de ações de promoção e proteção à saúde.  

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Letícia Wilson e Patrícia Pozzo
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Para comemorar seus 28 anos de atividades, o Grupo de Estudos da Terceira Idade (Geti), da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), fará uma programação especial e gratuita nesta terça-feira, 19, das 14h às 16h30, no Auditório do Centro de Ciências da Saúde e do Esporte (Cefid), no Bairro Coqueiros, em Florianópolis. Aberto ao público, o evento terá apresentações do grupo de canto e da trajetória do Geti e trará depoimentos de alunos, bolsistas de extensão e da coordenadora do programa, professora Giovana Zarpellon Mazo. Outro destaque da programação será a homenagem ao professor Sérgio Eduardo Parucker, um dos fundadores do grupo.

Criado em 1989, o Geti oferece 17 ações de extensão com atividades físicas, socioeducativas, culturais e fisioterapêuticas a mais de 300 idosos da Grande Florianópolis. No programa, os participantes podem, por exemplo, fazer aulas de hidroginástica, natação, informática e teatro, além de contar com atendimento psicológico.

Mais de quatro mil idosos já foram beneficiados pelas atividades, que são específicas para esse público. "Aqui, eles fazem novas amizades. Também é um grupo de convívio, além dos ganhos das atividades físicas, terapêuticas e culturais. Através do Geti, a Udesc tem uma grande contribuição com a comunidade idosa", destaca a professora Giovana.

Conscientização sobre envelhecimento

O Geti também desenvolve o projeto Universidade Aberta para a Terceira Idade, que oferece informações sobre o processo de envelhecimento humano. Os objetivos incluem refletir sobre o idoso na sociedade atual, promover grupos de estudos voltados à àrea de Gerontologia, conscientizar a sociedade sobre a valorização da pessoa idosa e oferecer atividades privilegiando a autonomia e respeitando a cidadania das pessoas idosas. 

Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (48) 3664-8569 e pelo e-mail geti.cefid@udesc.br.

Serviço:
O quê: 28 anos do Geti da Udesc Cefid
Quando: Terça-feira, 19, das 14h às 16h30
Onde: Auditório da Udesc Cefid, Rua Pascoal Simone, nº 358, Bairro Coqueiros, Florianópolis
Quanto: Evento gratuito

Mais informações para a imprensa: 
Rodrigo Brüning Schmitt
Assessoria de Comunicação da Udesc
E-mail: comunicacao@udesc.br / rodrigo.schmitt@udesc.br
Telefones: (48) 3664-7935/8010
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Fotos: Jaqueline Noceti / Secom

Santa Catarina tem indicadores abaixo da média brasileira em relação à mortalidade materna, conforme dados do Sistema de Informação de Mortalidade (SIM). Enquanto o Brasil, em 2015, teve 57,6 óbitos por 100 mil nascidos vivos de mulheres por causas ligadas à gestação, SC teve 30,9 óbitos por 100 mil nascidos vivos. Com relação à mortalidade infantil, Santa Catarina apresenta queda nos casos: 11,7 óbitos por mil nascidos em 2011 para 9,9 em 2015. Os números de 2015 também estão abaixo da média no Brasil, que teve 12,4 óbitos de menores de um ano de idade em cada mil nascidos vivos. 

“Nosso desafio é melhorar ainda mais estes indicadores, atuando nas mortes ainda evitáveis por atenção no pré-natal e parto”, disse a coordenadora das Áreas Programáticas da Secretaria de Estado da Saúde e representante do grupo condutor da Rede Cegonha, Carmem Regina Delziovo.

Os hospitais estaduais estão entre os que têm as menores taxas de cesariana do Estado. Alinhado à política de parto humanizado, em SC também é permitida presença do acompanhante e da doula. As maternidades estaduais são as que realizam o maior número de partos por ano pelo SUS. A Darcy Vargas, de Joinville, por exemplo, em 2016, fez mais de 6  mil partos, e a Maternidade Carmela Dutra, de Florianópolis, quase 4 mil partos.

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Carmem Regina Delziovo informou que os hospitais estaduais contam com atendimento ambulatorial de pré-natal de alto risco, atendimento de urgências e emergências obstétricas e atenção ao parto. Tem no seu quadro efetivo médicos obstetras, pediatras, neonatologistas e enfermeiros obstetras, que são especializados na atenção ao pré-natal e ao parto de baixo risco. 

A coordenadora ressaltou ainda que Rede Cegonha está presente em 100% dos municípios. Nesta rede, o pré-natal é realizado pelas equipes de Atenção Básica nos municípios. Segundo dados do Programa de Melhoria do Acesso e da Qualidade na Atenção Básica (PMAQ), de 848 equipes pesquisadas, 94,8% ofertam consultas de pré-natal na Unidade Básica de Saúde nos municípios catarinenses.

Pioneiro

Santa Catarina foi o primeiro Estado brasileiro a assegurar a presença das doulas durante o período de trabalho de parto e pós-parto imediato em maternidades e hospitais da rede pública e privada e foi pioneiro ao sancionar a lei estadual contra a violência obstétrica. 

Lei das Doulas

A Lei Nº 16.869, de 15 de janeiro de 2016, diz que as maternidades, casas de parto e estabelecimentos hospitalares congêneres, da rede pública e privada do Estado de Santa Catarina, ficam obrigados a permitir a presença de doulas durante todo o período de trabalho de parto, parto e pós-parto imediato, sempre que solicitadas pela parturiente. A presença das doulas não se confunde com a presença do acompanhante instituído pela Lei federal nº 11.108, de 7 de abril de 2005.

De acordo com Carmem, o volume de partos acompanhados por doulas nos hospitais em SC ainda é pequeno e este acompanhamento ainda não está incluído como um procedimento custeado pelo Sistema Único de Saúde.

Lei da Violência Obstétrica

O Estado é um dos pioneiros no país a criar legislação sobre a violência obstétrica a Lei Nº 17.097, de 17 de janeiro de 2017. Na redação da lei, considera-se violência obstétrica todo ato praticado pelo médico, pela equipe do hospital, por um familiar ou acompanhante que ofenda, de forma verbal ou física, as mulheres gestantes, em trabalho de parto ou, ainda, no período puerpério.

O decreto regulamentador estabelece que cabe a Vigilância Sanitária nas vistorias para liberação de Alvará Sanitário fiscalizar a existência de informações para o público nas instituições de saúde e a Ouvidoria manter  canal aberto para receber denúncias e também pedidos de  informação.

Processos de educação permanente

A coordenadora ressaltou que a humanização do parto e nascimento tem sido pauta das ações estaduais desde a publicação da Política Nacional de Atenção Humanizada ao Parto e Nascimento. Mais recentemente, a partir de 2012, o Estado aderiu à Rede Cegonha e vem trabalhando para a implementação dos planos de ação que foram construídos regionalmente.

“Neste momento, estamos trabalhando em Santa Catarina com processos de formação dos profissionais de saúde para o fortalecimento do pré-natal na Atenção Básica”, destacou.

Quanto aos hospitais e maternidades, neste ano, um novo projeto está sendo iniciado no estado com a participação dos hospitais/maternidades certificados como hospitais de ensino. O projeto Apiceon – Aprimoramento e Inovação no Cuidado e Ensino em Obstetrícia e Neonatologia. Este projeto tem como objetivo ampliar a implementação das boas praticas de atenção ao parto e nascimento baseadas em evidências científicas e qualificar a formação no ensino da obstetrícia e neonatologia.

Estão no projeto - que terá duração de dois anos e começou em setembro de 2017 – a Maternidade Darcy Vargas, Maternidade Carmela Dutra, Hospital Universitário de Florianópolis e Hospital Nossa Senhora da Conceição de Tubarão.

Também é importante destacar as ações de capacitação dos profissionais que atuam no pré-natal e nos hospitais para a redução da sífilis congênita e para a redução de óbitos evitáveis maternos, infantis e fetais. “Estas ações são importantes para que possamos diminuir ainda mais as mortes maternas, infantis e fetais em SC”, finalizou Carmem.

Nascidos Vivos por região em SC

Período: 2012-2016

Regiao Resid

2012

2013

2014

2015

2016

TOTAL

88.739

89.840

93.246

97.232

95.294

4201 Extremo Oeste

2.751

2.667

2.891

2.971

2.898

4202 Xanxerê

2.615

2.675

2.735

2.985

2.853

4203 Oeste

4.590

4.881

4.966

5.115

5.033

4204 Alto Uruguai Catarinense

1.714

1.693

1.873

1.920

1.778

4205 Meio Oeste

2.351

2.399

2.443

2.567

2.605

4206 Alto Vale do Rio do Peixe

4.110

4.327

4.299

4.480

4.390

4207 Foz do Rio Itajaí

8.744

9.095

9.689

10.399

10.276

4208 Alto Vale do Itajaí

3.771

3.792

3.752

4.046

3.888

4209 Médio Vale do Itajaí

9.218

9.135

9.613

9.750

9.654

4210 Grande Florianópolis

14.062

14.484

15.027

15.831

15.617

4211 Laguna

4.325

4.368

4.425

4.595

4.596

4212 Carbonífera

5.397

5.428

5.727

5.791

5.691

4213 Extremo Sul Catarinense

2.406

2.396

2.548

2.581

2.629

4214 Nordeste

13.591

13.454

13.927

14.691

14.023

4215 Planalto Norte

5.152

5.063

5.196

5.378

5.123

4216 Serra Catarinense

3.942

3.982

4.135

4.131

4.239

           

 

Fonte:Sinasc/SES/SC

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Foto: Julio Cavalheiro / Secom

A edição dessa semana do programa Com a Palavra, o Governador, Raimundo Colombo falou da atual situação da saúde, as ações que são executadas e as projeções para o futuro econômico de Santa Catarina. “Não é um problema de má gestão, não é isto. É que aumentaram realmente o volume e os custos dos serviços que são oferecidos à sociedade”, ressaltou Colombo.

“Nós estamos investindo bastante recurso na Saúde e é claro que houve um aumento muito grande de demanda. Primeiro porque muitas pessoas que tinham um emprego tranquilo, que tinham um plano de saúde, perderam o emprego, perderam o plano e se obrigaram a usar o serviço de saúde pública, o que é natural”, explicou.


Foto de arquivo: James Tavares / Secom

Neste sábado, 16 de setembro, os postos de vacinação da rede pública de saúde de Santa Catarina estarão abertos das 8h às 17h para o ‘Dia D’ da Campanha Nacional de Multivacinação para atualização da caderneta de crianças e adolescentes. Iniciada no último dia 11, a campanha vai até o dia 22 de setembro, em todo o país. No total, 16 vacinas estarão à disposição para completar a imunização de crianças e adolescentes contra doenças como sarampo, caxumba, varicela, rubéola, poliomielite, tétano, coqueluche, meningite C e HPV. 

Todas as crianças e adolescentes menores de 15 anos devem comparecer a uma das 1,2 mil salas de vacina da rede pública de saúde do Estado com a caderneta de vacinação. Após avaliação, aqueles que não tenham tomado alguma vacina indicada para sua faixa etária, ou que precisem completar o esquema de doses, serão imunizados. Considerando os dados acumulados até o momento e as vacinas que apresentam os índices mais baixos de cobertura em Santa Catarina, em torno de 60 mil crianças devem receber as vacinas contra hepatite A, rotavírus, meningite C e pólio ainda este ano. 

“Em relação aos adolescentes, a baixa adesão às vacinas Meningocócica C conjugada e HPV é preocupante, especialmente daqueles novos grupos e faixas etárias incluídas este ano no calendário de vacinação”, diz Vanessa Vieira da Silva, gerente de Imunização da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive) da Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina (SES/SC).

Ela refere-se aos 152.434 adolescentes de 12 e 13 anos que ainda não tomaram a vacina Meningo C e aos 106.449 meninos entre 11 e 14 anos que precisam receber a vacina contra o HPV ainda este ano. “Se os pais ou responsáveis estiverem em dúvida quanto à atualização, recomendamos que compareçam a uma sala de vacina para que o profissional faça a devida avaliação”, reforça Vanessa.

Em torno de 1,2 milhão de doses de vacinas, recebidas do Ministério da Saúde, foram enviadas para as Gerências Regionais de Saúde e para os municípios para a Campanha de Multivacinação. A distribuição já está normalizada em todo o Estado, superando o período de desabastecimento das vacinas Pentavalente e Rotavírus humano ocorrido este ano. 

O Dia D da campanha envolverá atuação de cerca de 4,5 mil profissionais de saúde dos 295 municípios catarinenses, além da equipe estadual.

Saiba mais sobre a campanha e onde encontrar uma sala de vacina em www.dive.sc.gov.br/multivacinacao.

Confira quais vacinas são oferecidas durante a Campanha de Multivacinação e as faixas etárias alvo correspondentes:

• BCG (formas graves de tuberculose) – menores de 5 anos;
• Hepatite A – menores de 5 anos;
• Penta (hepatite B, difteria, tétano, coqueluche e haemophilus influenzae B) – menores de 7 anos;
• Hepatite B – crianças de até 30 dias de idade; crianças e adolescentes entre 7 anos e menores de 15 anos; 
• VIP (vacina inativada contra a poliomielite)– menores de 5 anos;

Informações adicionais para a imprensa:
Letícia Wilson e Patrícia Pozzo
Núcleo de Comunicação
Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive)
Secretaria de Estado da Saúde
Fone: (48) 3664-7406 | 3664-7402
E-mail: divecomunicacao@saude.sc.gov.br
www.dive.sc.gov.br

 

 

 

O quinto episódio da websérie “FCEE em Flashes” apresenta o trabalho realizado no Serviço de Reabilitação Visual e Adaptação de Prótese Ocular (SRV) da Fundação Catarinense de Educação Especial (FCEE), o qual presta atendimento ambulatorial a usuários de todo o Estado encaminhados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) deficientes visuais (cegos e baixa visão) e com perdas ou atrofias oculares. Único no Estado, o SRV atende uma média de 120 pessoas por mês. Confira o vídeo neste link ou no canal de vídeos do site da FCEE

O SRV funciona no campus da FCEE, localizado em São José, na Grande Florianópolis, e é realizado por uma equipe multidisciplinar, composta por médicos oftalmologistas especialistas em Baixa Visão, optometrista, assistente social, psicólogo e professores especialistas em Reabilitação Visual, Avaliação Funcional da Visão e Orientação e Mobilidade.

Instituído no início década de 1990 através de convênio firmado com a Organização Nacional dos Cegos da Espanha (ONCE), que possibilitou a capacitação de profissionais em Madri, bem como a aquisição de equipamentos e recursos ópticos especiais para o atendimento as pessoas com baixa visão, o Serviço de Reabilitação Visual da FCEE sempre foi uma referência no Brasil, tendo tornado o Estado de Santa Catarina um dos pioneiros neste tipo de atendimento.

Desde 2005 passou a atender pacientes do SUS, quando foi firmado um convênio entre a Secretaria de Estado da Saúde (SES) e o Ministério da Saúde e a FCEE passou a ser credenciada como centro de referência em Santa Catarina na área de Reabilitação Visual, realizando atendimento a usuários do SUS de todo o Estado de Santa Catarina.

A webserie “FCEE em Flashes” da Fundação Catarinense de Educação Especial (FCEE) tem como objetivo apresentar em vídeos curtos e informativos o trabalho da instituição. Saiba mais em www.fcee.sc.gov.br.

Informações adicionais para a imprensa:
Aline Buaes
Assessoria de Imprensa 
Fundação Catarinense de Educação Especial - FCCE
E-mail: imprensa@fcee.sc.gov.br
Fone: (48) 3381-1693 / 99115-8918
Site: www.fcee.sc.gov.br