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​A retomada das obras do Sistema de Esgotamento Sanitário do Sul da Ilha de Santa Catarina foi confirmada em reunião no Ministério das Cidades, que aprovou a prorrogação por mais 12 meses da vigência do termo de compromisso para o recomeço do projeto. Os trabalhos devem recomeçar no começo de maio. 

De acordo com a secretária de Articulação Nacional, Lourdes Coradi Martini, este reinício ocorre após uma série de reuniões tanto no Ministério das Cidades quanto na Caixa Econômica Federal, em Brasília e Florianópolis. “Foi uma articulação constante nos últimos meses e, com certeza, um grande benefício aos moradores, veranistas e turistas daquela região de Florianópolis”, frisa.

PROJETO ESTÁ 55% PRONTO

Com 55% do projeto executado, as obras consistem em 52 quilômetros de extensão de rede de esgoto, além de sete estações elevatórias, uma Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) com capacidade de 202 litros de vazão por segundo e 3,2 mil ligações de esgoto. O projeto está orçado em R$ 59 milhões, sendo R$ 34 milhões somente para a construção da ETE. Dos recursos, 50% são do Orçamento Geral da União (OGU) e os demais 50% são  da Casan e do Governo do Estado.

A viabilização do Sistema de Esgotamento Sanitário atingirá em torno de 25 mil pessoas, melhorará a balneabilidade das praias e ajudará a preservar os rios da região. Segundo o engenheiro e gerente de construção da Casan, Fábio Krieger, os trabalhos levarão mais saúde e qualidade de vida aos moradores e visitantes do Sul da Ilha, que aguardam por esta conclusão há anos. “Esta é uma das áreas em constante crescimento na capital e esta obra vai beneficiar os moradores e potencializar o turismo”, observa o presidente da Casan, Adriano Zanotto

RENOVAÇÃO DA LICENÇA AMBIENTAL

Iniciada em junho de 2008, a obra foi suspensa em agosto de 2013, quando houve a necessidade de renovação da licença ambiental por causa de uma alteração no projeto da estação de tratamento. Esta mudança foi inicialmente negada diante de questionamentos do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) em relação ao lançamento do efluente tratado no Rio Tavares.

Depois deste período, o ICMBio aprovou a alteração do projeto e concedeu a anuência para a continuidade da obra em outubro de 2017, permitindo o Instituto de Meio Ambiente (IMA) liberar a licença ambiental. De acordo com o secretário de Saneamento Básico do Ministério das Cidades, Geraldo Borges, além dos 12 meses já prorrogados, as obras poderão ser estendidas por mais um ano, dependendo da necessidade para a completa execução dos trabalhos.

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Com uma capacidade de atender até 16 mil unidades consumidoras, foi inaugurada na manhã desta sexta-feira, 20, a Subestação (SE) de Bombinhas. O investimento do Governo do Estado, por meio da Celesc, foi de aproximadamente R$ 7,8 milhões e garante mais segurança no abastecimento de energia elétrica da região. O ato de inauguração contou com a presença do governador Eduardo Pinho Moreira e do presidente da Celesc, Cleverson Siewert.

A nova SE representa um incremento de cerca de 30% na rede que abastece a região. A estrutura também vai permitir mais flexibilidade na operação do sistema, que, antes, era praticamente todo concentrado na subestação de Porto Belo. “Agora, em caso de emergência, há mais uma alternativa de atendimento da demanda. Por exemplo, no caso da subestação de Porto Belo apresentar qualquer problema, a de Bombinhas assume ou vice e versa”, explicou Siewert.

Ao reconhecer e elogiar a forma como o município de Bombinhas evoluiu na vocação turística, o governador Eduardo Pinho Moreira reiterou que a oferta de energia elétrica em quantidade e qualidade é essencial para o desenvolvimento econômico e para a qualidade de vida dos moradores.

“Energia é insumo fundamental para o desenvolvimento social e econômico, e Bombinhas, que tem parte da sua captação de riqueza voltada para o Turismo, precisa dessa infraestrutura para atrair mais visitantes, especialmente, durante a temporada de verão. A finalidade desse empreendimento é assegurar que não vai faltar energia para o município continuar se desenvolvendo”, afirmou o governador.

De acordo com a Celesc, com o incremento do sistema, a demanda de energia elétrica na região de Bombinhas estará suprida nos próximos dez anos.

Subestação Bombinhas

A SE Bombinhas conta com investimentos de R$ 7,8 milhões e está construída entre as praias de Bombas e Zimbros. O valor inclui desde a compra do terreno até a infraestrutura que conecta a unidade ao sistema em operação em Bombinhas.

A Subestação conta com três alimentadores que além do município, garantem energia para as praias do Mariscal, Canto Grande, e as da região Sul de Bombinhas onde estão as praias da Tainha, Conceição e Quatro Ilhas.

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O advogado Adriano Zanotto inicia sua gestão como presidente da Casan nesta segunda-feira, 9. Desde a tarde de sexta-feira, quando assinou o Termo de Posse, ele é o presidente da empresa.

Presidente da OAB/SC em duas oportunidades, no período 2001-2003 e 2003-2006, Zanotto sempre foi mais conhecido no Estado pela extensa lista de serviços prestados à entidade. Na Ordem, foi presidente da Comissão do Direito ao Consumidor, membro e presidente da 4ª Câmara Julgadora da entidade, tesoureiro, secretário-geral, presidente da Caixa de Assistência, sócio e instalador da Cooperativa de Crédito e membro do Conselho de Curadores do Instituto Assistencial dos Advogados de Santa Catarina.

De janeiro de 2007 a março de 2008, Zanotto ocupou o cargo de Procurador-Geral do Estado (PGE), quando apresentou, entre outras propostas, um programa de adimplência geral para cobrar a dívida ativa do Estado devida por grandes devedores de tributos. Entre 2011 e 2015, presidiu o Instituto de Previdência de Santa Catarina (IPREV), convidado pelo governador Raimundo Colombo e pelo então vice Eduardo Pinho Moreira. 

Perfil

Natural de Florianópolis, 51 anos, Zanotto é casado com a empresária e também advogada Cátia Kempf Zanotto, pai da cineasta Adriana, 25 anos, e da pequena Manuela, de 6 anos. Encantado pela literatura, já publicou "Poemas de Amor e Solidariedade", pela editora Garapuvu, "Antologia Poética", pela Sociedade dos Poetas Advogados, e "A Cor das Palavras", em coautoria com o artista plástico Zélio Andrezzo.

Contumaz colaborador da seção de artigo dos jornais e revistas de Santa Catarina, o advogado Zanotto é frequentemente convidado para palestras e aulas inaugurais, quando em geral aborda temas no terreno da ética. 

Zanotto substitui na Presidência da empresa ao engenheiro Valter José Gallina, que deixa o cargo para concorrer a uma vaga na Assembleia Legislativa. Gallina ingressou em 2011 na Companhia como diretor de Operação e Meio Ambiente, sendo alçado à presidência em abril de 2014.

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A Casan realizará na tarde desta segunda-feira, 2, a primeira inspeção técnica nas obras do projeto de Balneabilidade da Beira-Mar Norte. Engenheiros da companhia vão vistoriar o estágio dos trabalhos do consórcio construtor (CFO/FAST), que está instalando a rede que vai coletar a drenagem da chuva.

Liderada pelo presidente da Casan, engenheiro Valter Gallina, a equipe técnica se reúne às 14h, junto ao Trapiche da Beira-Mar.

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Para garantir qualidade de vida e proteção ao meio ambiente, começou nesta quinta-feira, 15, uma obra muito esperada em Florianópolis: a recuperação ambiental da Beira-Mar Norte. O governador Eduardo Pinho Moreira, acompanhado do presidente da Casan, Valter José Gallina, e do prefeito Gean Loureiro, autorizou o início da obra, que prevê o controle dos efluentes conduzidos pela rede de drenagem (que coleta a água das chuvas) em 3,5 quilômetros de praia, da Ponte Hercílio Luz à Ponta do Coral. A obra, que tem previsão de término em oito meses, terá investimento de R$ 17 milhões do Governo do Estado, por meio da Casan.

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“É uma técnica moderna e inovadora já usada em outros países. A obra gera uma grande expectativa, e eu serei mais um fiscalizador da efetividade desta ação. Os estudos técnicos apresentados são revolucionários. Esperamos que, ainda neste ano, a recuperação ambiental deste, que é um dos lugares mais bonitos do Brasil, seja entregue à população”, explicou o governador.

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Água contaminada

O plano de trabalho contempla a instalação de uma Unidade Complementar de Recuperação Ambiental (URA) junto à Estação Elevatória da Casan na Avenida Beira-Mar (área conhecida como Bolsão da Casan). A URA vai tratar a água contaminada da rede de drenagem e lançar ao mar efluentes livres de coliformes fecais. O equipamento terá capacidade de tratar até 13 milhões de litros por dia.

Serão 15 pequenas estações conduzindo a mistura de chuva com esgoto até a URA Beira-Mar. O presidente da Casan, Valter Gallina, disse que o projeto consolida os investimentos da empresa de saneamento na saúde e na qualidade de vida da Capital catarinense. “Estamos investindo mais de R$ 400 milhões em rede de esgoto na cidade. Já solucionamos o problema da falta de água e, agora, vamos devolver à população esta que é uma das áreas mais nobres. Os técnicos da Casan tiveram que buscar capacitação e consultoria internacional e farão uma obra parecida com a que foi feita na praia de Santa Monica, na Califórnia, e que é exemplo para todo o mundo”, explicou.

Já o prefeito afirma que muitos não acreditavam que a recuperação ambiental da Beira-Mar Norte fosse possível. "Agora temos tecnologia, projeto definido, recursos e acompanhamento técnico. Isto traz uma nova perspectiva para Florianópolis, com mais pessoas usufruindo a Beira-Mar e com novas opções para eventos culturais, esportivos e até para uma futura marina na cidade”, destacou o prefeito.

Benefício para comunidade

Moradora há 76 anos em Florianópolis, Soeli Neves de Carvalho (foto) lembrou que frequentava a praia da Beira-Mar durante sua juventude. “As famílias se reuniam aqui, em toda a orla. Era um lugar romântico e familiar. Estou muito feliz com o início desta obra, que é aguardada há muitos anos. Para nós, idosos, é muito importante ter um local para sentar, tomar um suco e contemplar esta vista maravilhosa", afirmou.

Frequentador da academia ao ar livre da Beira-Mar, João Catarina Barbosa, morador há 64 anos na cidade, também está na expectativa pela conclusão da obra. “Vai melhorar muito o nosso lazer. Será uma grande conquista para todos os florianopolitanos”, comemorou.

“A recuperação ambiental desta área é um sonho antigo de todos os moradores de Florianópolis. Imagino como será maravilhoso tomar um banho de mar aqui, assim como meus avós faziam”, relatou a representante da Associação de Amigos da Praça Celso Ramos (AMAPraça), Patrícia Saldanha de Vasconcelos.

Poluição da Baía é localizada

Apesar de a área central de Florianópolis contar com 100% de rede de coleta e tratamento de esgoto, diferentes fatores ainda causam a poluição da praia. Entre eles, a ocupação desordenada e o altíssimo adensamento urbano. Para agravar, Casan e Prefeitura da Capital estimam que cerca de 50% dos imóveis da região apresentam alguma irregularidade na instalação com a rede coletora de esgoto.

Esse conjunto de fatores faz com que os canais pluviais arrastem com a água da chuva uma alta carga de esgoto, gerando a contaminação que impede o banho de mar na zona mais populosa da Capital. A rede de esgoto instalada resolve o problema sob o ponto de vista sanitário, mas não permite a balneabilidade.

Análises realizadas pelo Laboratório de Efluentes da Casan para monitoramento da Baía Norte apresentam resultados que deram suporte ao projeto de despoluição da região. Esse acompanhamento mostra que a menos de 200 metros da areia da praia a água se apresenta dentro dos parâmetros de balneabilidade da Fatma. Essa boa condição da água comprova que a poluição da Baía está localizada nas galerias de água da chuva.

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O governador do Estado, Eduardo Pinho Moreira, entrega à comunidade de Içara, nesta quinta-feira, 15, o reservatório de água do Bairro Aurora, modernizado pela Casan e que vai beneficiar todo do Sistema de Abastecimento de Água da cidade. A cerimônia de inauguração está marcada para as 17h30 no local, na Rua Hercílio Vieira da Silva, ao lado da igreja.

Desativado no período em que a administração municipal operava o sistema de abastecimento da cidade, o reservatório em concreto foi recuperado pela Companhia e tem capacidade para 750 mil litros. A Casan ainda pressurizou a rede com um motor-bomba mais potente, pintou toda a estrutura da unidade e providenciou na reurbanização completa da área. 

Serão beneficiados principalmente moradores dos Bairros Aurora, Poço 3, Poço 8 e Barreira, além da 2a e 3a Linhas. Com o novo reservatório, Içara passa a contar com oito unidades em operação, uma reservação total de 3,1 milhões de litros de água.

O reservatório soma-se a outros investimentos recentes nos sistemas de abastecimento de água tratada, como o Reservatório do Jardim Elisabete, entregue ao município no ano passado, no valor de R$ 1,2 milhão.

Além dos investimentos em água, a Casan também investiu R$ 14 milhões em sistema de esgotamento sanitário do município.

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O governador Eduardo Pinho Moreira, o prefeito Gean Loureiro, e o presidente da Casan, Valter José Gallina, autorizam o início nesta quinta-feira, 15, às 9h30, da obra que pretende recuperar a balneabilidade da Beira-Mar Norte, em Florianópolis. O projeto prevê a recuperação ambiental de 3,5 quilômetros de praia, da Ponte Hercílio Luz à Ponta do Coral.

A ação está focada no controle dos poluentes conduzidos pela rede de drenagem (a rede de águas das chuvas). O plano de trabalho contempla a instalação de uma Unidade Complementar de Recuperação Ambiental (URA) junto à Estação Elevatória da Casan na Avenida Beira-Mar (área conhecida como Bolsão).

A URA vai tratar a água contaminada da rede de drenagem e lançar ao mar efluente livre de coliformes fecais. O equipamento terá capacidade de tratar até 13 milhões de litros por dia.

O projeto prevê também que cada uma das saídas da rede de drenagem pluvial (tubulações de cimento que saem na areia) receberá um sistema próprio de captação e bombeamento. Serão 15 pequenas estações conduzindo a mistura de chuva com esgoto até a URA Beira-Mar. Desinfetada e clarificada, a água será devolvida à Baía Norte. O projeto está orçado em R$ 24,5 milhões.

Serviço:

O quê: Lançamento da obra de balneabilidade da Beira Mar-Norte
Onde: Bolsão da Casan, na Avenida Rubens de Arruda Ramos (Beira-Mar Norte)
Quando: quinta-feira, 15 de março, às 9h30

Atenção, jornalista: a partir das 9h, no local, será disponibilizado aos jornalistas o audiovisual inédito, de 5 minutos, que explica o Projeto de Balneabilidade de forma didática e antecipa em imagens 3D como será a obra.

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Foto: Casan Divulgação

Ainda neste semestre estará em operação a Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) que está sendo erguida no bairro Poço Rico, às margens da rodovia SC-114, em Otacílio Costa. 

A construtora responsável pela obra acredita que até abril ou maio a unidade estará pronta para entrar em regime de pré-operação, quando a população começa a ser convocada para fazer a ligação dos imóveis à rede pública de esgoto.

Mais de 90% das obras do Sistema de Esgotamento Sanitário de Otacílio Costa estão executados, com redes de coleta, ligações domiciliares, emissários e estações elevatórias já instalados.

O investimento em Otacílio Costa é de R$ 21,1 milhão, com recursos obtidos junto à Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD). Aproximadamente 6 mil moradores dos bairros Centro Administrativo, Pinheiros, Poço Rico e Santa Catarina serão beneficiados.

A rede coletora de esgoto possui quase 30 quilômetros e a ETE terá capacidade para depurar 25 litros de esgoto por segundo. “Essa primeira etapa vai proporcionar uma cobertura de 40% de esgotamento sanitário para a cidade”, destaca o gerente de Construção da Casan, Fábio Krieger.

A Companhia executa obras de esgotamento sanitário em mais de 30 cidades. A meta é levar Santa Catarina a um dos primeiros lugares do ranking de saneamento em 2019. O SES Otacílio Costa faz parte do Plano de Investimentos da Casan, que prevê 1,6 bilhão somente para esgotamento sanitário.

Ligação ao sistema somente com orientação da Casan

A Casan alerta moradores de Otacílio Costa para que não realizem ainda a conexão de seus imóveis à rede coletora do Sistema de Esgotamento Sanitário em implantação.

A liberação para que os imóveis sejam conectados ao sistema público será comunicada e orientada pela CASAN no momento adequado (provavelmente em maio), quando todo o sistema estiver concluído.

A conexão ao sistema antes do início de operação pode gerar problemas para moradores (retorno de esgoto às residências) e também à cidade, como mau cheiro nas ruas.

Responsabilidades da Casan e de moradores

Em frente de cada um dos imóveis beneficiados a Casan implantou uma Caixa de Inspeção (CI), que é o local onde o proprietário deve fazer a ligação de seu imóvel à rede de coleta do sistema público de esgoto sanitário. Esse também é o ponto que marca até onde a CASAN terá responsabilidade sobre o sistema.

Na parte interior dos imóveis, os proprietários devem conhecer as tubulações do seu sistema individual de tratamento de esgoto e, quando a CASAN autorizar, direcionar o fluxo para a Caixa de Inspeção (CI). Os custos de mão de obra e com materiais hidráulicos usados internamente são responsabilidade do morador.

“O proprietário deve buscar o auxílio de um encanador ou de um instalador hidráulico para verificar a sua tubulação de esgoto e para realizar a conexão com o sistema da Casan quando receber essa orientação”, explica o gerente de construção da Casan.

“Serão necessários alguns gastos iniciais por parte do proprietário, mas é importante lembrar que os moradores não terão mais problemas com fossas entupidas, nem terão que gastar com serviços de caminhões limpa-fossa. Além disso, os imóveis serão valorizados e os moradores serão beneficiados com mais saúde e qualidade de vida”, complementa.

Saiba Mais:

Esgotamento Sanitário: entenda a importância do serviço público de coleta e tratamento:

O que é esgoto?
Chamamos de esgoto a água que resulta do banho, da descarga do vaso sanitário, da lavação de louças e de roupas, entre outras atividades. Os resíduos líquidos das residências formam os esgotos domésticos, e os de fábricas recebem o nome de esgotos industriais.

O que há no esgoto doméstico?
O esgoto das residências é composto por 99,9 % de água, 0,1% de sólidos e inúmeros organismos vivos, como bactérias, vírus, vermes e protozoários, que são liberados junto com os dejetos humanos.

Por que o esgoto precisa ser tratado?
O sistema de coleta e tratamento evita a contaminação das pessoas e a transmissão de doenças. Além disso, é fundamental tratar o esgoto para conservar os ambientes naturais, pois o despejo de esgoto nas águas dos rios ou no mar provoca poluição e pode provocar a morte de peixes e de outros seres aquáticos. A destinação inadequada de esgotos sanitários é uma das principais causadoras da poluição do solo, de águas subterrâneas, de mananciais de superfície e de cursos d’água.

O que é sistema coletivo de esgoto?
Em um grande número de residências o que ocorre é o tratamento individual do esgoto, que é feito nas fossas e sumidouros. Nos sistemas coletivos administrados pela CASAN, o esgoto é coletado em cada imóvel, passa por uma rede de tubulações e é levado para ser depurado em uma estação de tratamento. Só depois retorna à natureza.

Qual a importância de um sistema público de esgotamento sanitário?
São diversos benefícios, especialmente para a saúde. Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) revelam que 70% da mortalidade infantil até cinco anos é motivada por doenças que poderiam ser evitadas com uma adequada estrutura de saneamento.

Além disso, o tratamento em larga escala nas cidades é fundamental para preservação dos mananciais, onde a água é coletada para abastecimento da população.

Há ainda benefícios do ponto de vista econômico, com valorização dos imóveis, redução dos gastos com tratamento de doenças (estudos apontam que para cada R$ 1 investido em saneamento básico há uma redução de cerca de R$ 4 a R$ 5 nos gastos com medicina curativa) e estímulo a atividades de lazer e de turismo.

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Foto: Casan/Divulgação

Com o objetivo de demonstrar à população como é realizado o tratamento e o controle de qualidade da água, a Casan de Indaial abre sua Estação de Tratamento à visitação pública nesta sexta-feira, 26. A visita poderá ser realizada das 9h às 12h e das 14h às 17h. Profissionais da Companhia acompanharão a visitação, mostrando o caminho da água desde a captação até a distribuição à população. Demonstrarão também como são feitas as análises realizadas na unidade para controle de qualidade.

O pré-agendamento da visita pode ser realizado pelo telefone (47) 3333-1913 (em horário comercial) ou pelo e-mail jbrassiani@casan.com.br

A estação está localizada ao lado da agência de Indaial, na Avenida Brasil, nº 1449, Bairro Rio Morto. A unidade tem capacidade para tratar até 200 litros por segundo da água bruta captada no rio Itajaí Açu.

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Para contribuir com a reconstrução das áreas mais afetadas pelas chuvas dos últimos dias, a Casan disponibilizou equipes de engenheiros e técnicos à força-tarefa coordenada pela Prefeitura de Florianópolis.

Liderada pelo próprio presidente da empresa, engenheiro Valter Gallina, as equipes estão desde a manhã de quinta-feira realizando levantamentos das áreas destruídas no Bairro Ratones, em especial das pontes levadas pelas águas. Técnicos também estão fazendo levantamentos topográficos das áreas mais afetadas.

Durante o fim da semana, sob a coordenação do engenheiro Fábio Krieger, as equipes tentarão concluir os relatórios que vão subsidiar os pedidos de recursos à Defesa Civil nacional.

Na tarde desta sexta-feira, o presidente Gallina acompanhou o prefeito Gean Loureiro em vistoria à Ratones. Em meio à inspeção, o dirigente e funcionários da Casan receberam o reconhecimento de moradores, do intendente do bairro, Vilmo Hercílio Laurindo, e da presidente do Conselho Comunitário, Nilda de Oliveira.

“As equipes da Casan estão sendo muito ágeis nos consertos emergenciais das redes rompidas pela enxurrada”, disse Nilda. “Assim, ficamos poucas horas desabastecidos, mesmo com as imensas crateras que se formaram na região e que ainda dificultam o tráfego local”, completou. Laurindo também fez um agradecimento especial ao que qualificou de “agilidade e disposição” da Casan. “Esse tipo de postura minimiza os dramas das famílias”, disse.

“Estamos fazendo o que está ao nosso alcance para minimizar os estragos e dramas desta chuva. Essa é a nossa obrigação e contribuição para com a maior cidade do Sistema Casan”, disse o engenheiro Gallina. 

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