Com cinco frentes de trabalho focadas na instalação das tubulações de esgotamento nas vias publicas, as obras do Sistema de Esgotamento Sanitário (SES) Ingleses-Santinho prosseguem em ritmo intenso.

Os trabalhos foram iniciados em agosto, e até agora as equipes do Consórcio Trix-Infracon (responsável pelas obras) já instalaram aproximadamente 6,6 de um total de 58 quilômetros de redes coletoras previstos, o que corresponde a pouco mais de 11%. Este percentual se altera diariamente, uma vez que, em média, as equipes conseguem instalar entre 30 e 34 tubos/dia, dependendo das características de cada local.

Esta semana, em Ingleses, as equipes estão trabalhando na Servidão Portogália. No Santinho, os serviços são executados nas ruas Laurindo Silva, Andorinhas, Holegário José da Luz, Alzira Medeiros Sagaz e João de Souza Filho. Nas duas últimas, devido à extensão das vias, as obras estão programadas para se estender até dia 18.

Os trabalhos são planejados de forma a provocar o menor transtorno possível para os moradores, que são orientados a respeitar as sinalizações e telas de proteção, evitando o acesso próximo às valas.

O projeto em execução é uma ação conjunta da Casan, Governo do Estado e Prefeitura de Florianópolis. O investimento total chega a R$ 84 milhões, financiados junto à Agência de Cooperação Internacional do Japão (Jica), e quando concluído, o SES Ingleses-Santinho irá atender todo o Centro de Ingleses (áreas Norte e Sul do bairro) e a praia do Santinho, beneficiando cerca de 42 mil moradores fixos e os milhares de veranistas que visitam a região durante o verão.

Informações adicionais para a imprensa:
Arley Reis 
Gerência de Comunicação Social
Companhia Catarinense de Águas e Saneamento
E-mail: areis@casan.com.br
Fone: (48) 3221-5036 
www.casan.com.br

 


Foto: Arley Reis/Casan

A equipe do Laboratório de Análises de Efluentes da Casan de Florianópolis obteve nova comprovação de sua eficiência em testes realizados pela Rede Metrológica do Rio Grande do Sul − única no país acreditada pelo Inmetro para estes ensaios. O Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) é uma autarquia federal, vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

Na mais recente rodada da chamada “Proficiência para Testes Físico-Químicos em Análises Ambientais”, realizada em julho de 2017, com participação de 101 laboratórios do Brasil, todos os ensaios foram avaliados como bons e excelentes.

Quatro parâmetros, entre os oito avaliados, apresentaram ótima precisão e exatidão. Nesta etapa, foram avaliados ensaios de DQO (Demanda Química de Oxigênio), Nitratos, pH, Alcalinidade, Turbidímetro, Cloretos, Sulfatos e Cor aparente.  

A equipe já participou de outras duas rodadas de trabalho, obtendo ótimos resultados. Uma delas avaliou ensaios microbiológicos, envolvendo análises de colimetria quantitativa (utilizados em análises de balneabilidade) e outra de testes de coleta e amostragem – em que são avaliados os métodos utilizados para coleta de amostras, preparo de frascaria e resultados analíticos obtidos diretamente em campo. 

“O retorno obtido reafirma a qualidade de nossos ensaios laboratoriais”, destaca o chefe do Setor de Qualidade de Água e Esgoto da Casan, José Luciano Soares. "Os resultados obtidos pelo laboratório da Casan também confirmam que as estações de tratamento de esgoto da companhia trabalham com eficiência, produzindo efluentes dentro dos parâmetros técnicos adequados para ajudar a conservar o meio ambiente", disse. 

Segundo o engenheiro, atualmente 16 laboratórios da Casan realizam testes de proficiência em amostragem, ensaios físico-químicos e microbiológicos, em um processo contínuo de controle de qualidade externo. “Esse é um dos requisitos para acreditação dos nossos laboratórios pelo Inmetro, processo pelo qual estamos lutando diariamente com nosso quadro técnico e com o apoio da Divisão de Políticas da Qualidade, ligada à Gerência de Políticas Operacionais”, complementa Soares.

Proficiência

Os testes de proficiência estão entre os mecanismos de controle da qualidade previstos pela Norma Técnica NBR ISO/IEC 17025:2005, que trata de requisitos gerais para competência de laboratórios de ensaio e calibração.

O objetivo é avaliar o desempenho dos laboratórios na realização de ensaios, medições ou calibrações, sendo confirmação de desempenho competente.

Controle de qualidade e monitoramento ambiental

O Laboratório de Efluentes da Casan em Florianópolis produz análises para acompanhamento da operação de 10 estações de tratamento de esgotos da região metropolitana: Canasvieiras, Barra da Lagoa, Lagoa da Conceição, Saco Grande/João Paulo, Parque Tecnológico, Insular, Potecas, Santo Amaro da Imperatriz e Rancho Queimado.

Também realiza o monitoramento ambiental da qualidade das águas das Baías Norte e Sul, dos rios do Braz, Capivari e Rio Tavares. Além disso, realiza análises que permitem o controle do lençol freático na região das ETEs Potecas, Barra da Lagoa e Lagoa da Conceição. 

Como funciona a proficiência para laboratórios

A Rede Metrológica do Rio Grande do Sul organiza o programa e envia amostras teoricamente iguais (contra-provas) a todos os laboratórios participantes do Brasil inscritos. 

Também determina quais parâmetros deverão ser analisados. O laboratório realiza os ensaios e encaminha apenas os resultados. A rede metrológica, que possui acreditação no Inmetro para avaliação, realiza o trabalho estatístico para avaliação dos resultados - quanto mais afastado da média, maior o erro (resultado incompatível).

Benefícios da participação em ensaios de proficiência

● Confirmação do desempenho competente 
● Identificação de problemas de ensaio ou medição 
● Comparação de métodos e procedimentos 
● Melhoria do desempenho 
● Treinamento da equipe
● Inspiração de confiança nos funcionários, na gerência e nos usuários externos de serviços de laboratório 
● Comparação de capacidades de operadores 
● Geração de materiais de referência 
● Determinação da precisão e exatidão dos métodos 
● Satisfação de agências reguladoras e de organismos de acreditação 
● Fornecimento de gestão adicional de riscos aos laboratórios

Mais informações para a imprensa:
Gerência de Comunicação Social da Casan
Fones: (48) 3221-5034 | 3221-5035 | 3221-5036
Arley Reis 
E-mail: areis@casan.com.br
Suzete Antunes
E-mail: santunes@casan.com.br
Ricardo Stefanelli 
E-mail: ristefanelli@casan.com.br
Fone: (48) 9136-9345
www.casan.com.br

 

 

A Casan está executando mais uma importante estrutura do sistema de esgotamento sanitário que está em implantação para atender moradores dos bairros Floresta, Nossa Senhora do Rosário e Bela Vista, em São José. As equipes de trabalho realizam a escavação e o escoramento da última elevatória do sistema, que será implantada na Rua Gisela, Bairro Bela Vista. É nessa elevatória que o esgoto coletado nas residências será bombeado para depuração na Estação de Tratamento de Potecas. A construção deve ser realizada no período de três a quatro meses.

As obras de esgotamento sanitário em São José prosseguem também com implantação de emissário (tubulação de grande porte) e de redes coletoras na Avenida das Torres, entre as ruas Manoel Eduardo Cardoso e Valmor Schoroeder.

Há ainda frentes de trabalho para assentamento de rede coletora de esgoto e ligações domiciliares entre as ruas Joaquina e Içara. Na Rua José Antônio Thomaz os trabalhos estão concentrados na implantação de ligações domiciliares.

A Casan lembra que os moradores não podem ainda conectar seu esgoto ao sistema público que está em implantação. No momento adequado a Companhia fará um comunicado, orientando sobre a ligação dos imóveis à rede de coleta e sobre a necessidade de aterramento das fossas e sumidouros individuais.

Aproximadamente 68% da rede coletora prevista para atendimento dos bairros Floresta, Nossa Senhora do Rosário e Bela Vista já estão implantados. 

Investimentos em São José

O investimento no Sistema de Esgotamento Sanitário de São José nos bairros Floresta, Nossa Senhora do Rosário e Bela Vista é de R$ 13,1 milhões, prevendo 1.227 ligações domiciliares, mais de 10 quilômetros de redes coletoras, quatro quilômetros de emissários terrestres e duas estações elevatórias de esgotos.

A Casan trabalha também na licitação do projeto de implantação do esgotamento sanitário no Centro Histórico de São José e a Ponta de Baixo, o que permitirá que o município chegue a um índice de 50% de coleta e tratamento. A Casan está investindo R$ 88,6 milhões em São José, incluindo projetos de esgotamento sanitário e abastecimento de água.

Mais informações para a imprensa:
Gerência de Comunicação Social da Casan
Fones: (48) 3221-5034 | 3221-5035 | 3221-5036
Arley Reis 
E-mail: areis@casan.com.br
Suzete Antunes
E-mail: santunes@casan.com.br
Ricardo Stefanelli 
E-mail: ristefanelli@casan.com.br
Fone: (48) 9136-9345
www.casan.com.br

 

 


Fotos: Gerência de Construção / Casan

A Casan começou a mais uma importante obra do Plano de Melhorias Operacionais do Sistema de Abastecimento de Água de São José. No alto da Servidão Osni Valter José Pereira, no Bairro Forquilhinhas, é intenso o fluxo de caminhões e máquinas para terraplenagem da área que receberá um reservatório de 5 milhões de litros de água.

A entrada em operação deste reservatório está prevista para o Verão 2019, ampliando o abastecimento não apenas para o Forquilhinhas, mas também Potecas, Forquilhas, Flor de Nápolis, Picada do Sul, Sertão do Maruim e Distrito Industrial.

A Casan dá início a etapa final das obras de assentamento da adutora de 1.200 mm na Rua Luiz Fagundes, na Praia Comprida, em São José. Na segunda-feira, 23, começam as obras no trecho entre as ruas João C da Rosa e Jaci Schlinchting de Lins, que é a via marginal da BR-101. Para evitar transtornos no intenso trânsito da região, os trabalhos serão executados no período noturno, entre 20h e 5h da manhã. Durante o dia o trânsito de veículos fica liberado no trecho.

A Casan informa ainda que caso haja necessidade de alguma detonação de rocha o trabalho será feito durante o dia, com aviso à comunidade antecipadamente.

Ainda na Rua Luiz Fagundes o trecho entre as ruas Dona Leonildes Coelho e João C da Rosa, que está em obras desde a semana passada, o trânsito de veículos continua interrompido. A Casan e a Prefeitura de São José estão distribuindo folhetos informando as alterações nas vias e orientando para rotas alternativas no trajeto. Os mapas também podem ser encontrados nas redes sociais da Prefeitura e da Csan.

A adutora de 1.200 vai aumentar a oferta de água tratada para os bairros Serraria, Barreiros e Areias, de São José, ampliar o abastecimento da área continental de Florianópolis e regularizar a distribuição para a Bacia do Itacorubi, que abrange os bairros Itacorubi, Santa Mônica, Parque São Jorge, Jardim Anchieta e Pantanal. Seu traçado se estende da ETA Cubatão até a entrada de Florianópolis, numa extensão de 15,6 quilômetros.

Mais informações para a imprensa:
Gerência de Comunicação Social da Casan
Fones: (48) 3221-5034 | 3221-5035 | 3221-5036
Arley Reis 
E-mail: areis@casan.com.br
Suzete Antunes
E-mail: santunes@casan.com.br
Ricardo Stefanelli 
E-mail: ristefanelli@casan.com.br
Fone: (48) 9136-9345
www.casan.com.br

 

 

 


Foto: Divulgação / Casan

Com a presença de lideranças políticas, empresariais e comunitárias, foi assinado na manhã desta quarta-feira, 11, edital para recuperação da balneabilidade da Baía-Norte, em Florianópolis.

O projeto é uma ação conjunta entre Casan e Prefeitura Municipal. A meta é tornar balneável − ainda em 2018 − a região da Beira-Mar Norte, em uma extensão de três quilômetros e meio, entre a Guarnição de Buscas e Salvamento do Corpo de Bombeiros (próximo à Ponte Hercílio Luz) e a Ponta do Coral.

>>> Conheça o projeto 

Semelhante ao bem-sucedido processo que está ajudando a recuperar o Rio do Braz, no Norte da Ilha, a ação voltada à Baía Norte está focada no controle dos poluentes conduzidos pela rede de drenagem (a rede de águas das chuvas).

“Temos atualmente R$ 400 milhões de investimentos somente em Florianópolis, e este projeto será a cereja do bolo em termos de qualidade de vida na Capital”, destacou o diretor-presidente da Casan, engenheiro Valter Gallina.

Realizado no gabinete do prefeito Gean Loureiro, o ato foi acompanhado por representantes do Movimento Floripa Sustentável, Associação Floripa Amanhã, Sindicato dos Engenheiros no Estado de Santa Catarina, Sindicato da Indústria da Construção, Associação Comercial e Industrial de Florianópolis, secretários municipais e vereadores. Diretores, gerentes e engenheiros do quadro técnico da Casan também participaram do momento que marca o início de desenvolvimento do projeto.

O plano de trabalho contempla a instalação de uma Unidade Complementar de Recuperação Ambiental (URA) junto à Estação Elevatória da Casan na Avenida Beira-Mar (área conhecida como Bolsão). A URA Beira-Mar vai tratar a água contaminada da rede de drenagem e lançar ao mar efluente livre de coliformes fecais. O equipamento terá capacidade de tratar até 150 litros por segundo, o equivalente a quase 13 milhões de litros por dia.

O projeto prevê também que cada uma das saídas da rede de drenagem pluvial (tubulações de cimento) receberá um sistema próprio de captação e bombeamento. Serão, assim, cerca de 15 a 20 pequenas estações elevatórias conduzindo a mistura de chuva com esgoto até a URA Beira-Mar. Desinfetada e clarificada, a água será lançada na Baía Norte.

“Fico tranquilo com a consistência da apresentação feita aqui nesta manhã. É um projeto que nos trará o resgate de uma área muito importante, proporcionará uma cidade para todos e de frente para o mar”, disse o prefeito Gean Loureiro. “É uma ação que favorece a cidade, e uma das provas disso é a presença de das entidades aqui neste momento”, complementou o prefeito.

Poluição da Baía é localizada

Apesar de a área central de Florianópolis contar com 100% de rede de coleta e tratamento de esgoto, diferentes fatores ainda causam a poluição da praia. Entre eles, a ocupação desordenada e o altíssimo adensamento urbano. Para agravar, Casan e Prefeitura estimam que cerca de 50% dos imóveis da região apresentam alguma irregularidade na instalação com a rede coletora de esgoto.

“Esse conjunto de fatores faz com que os canais pluviais arrastem com a água da chuva uma alta carga de esgoto, gerando a contaminação que impede o banho de mar na zona mais populosa da Capital", explica o diretor-presidente da Casan, engenheiro Valter Gallina. "A rede de esgoto instalada resolve o problema sob o ponto de vista sanitário, mas não permite a balneabilidade."

Análises realizadas pelo Laboratório de Efluentes da Casan para monitoramento da Baía Norte apresentam resultados que deram suporte ao projeto de despoluição da região. Esse acompanhamento mostra que a menos de 200 metros da areia da praia a água se apresenta dentro dos parâmetros de balneabilidade da FATMA.

Essa boa condição da água comprova que a poluição da Baía está localizada nas galerias de água da chuva. “Solucionado estes focos, a balneabilidade poderá ser recuperada”, complementa o engenheiro Alexandre Trevisan, da Gerência de Meio Ambiente e Recursos Hídricos da Casan.

O projeto está orçado em R$ 24,5 milhões e deverá permitir que o sistema de captação, elevatórias e a Unidade Complementar de Recuperação Ambiental (URA) estejam em operação antes do início do Verão 2019.

Mais informações para a imprensa:
Gerência de Comunicação Social da Casan
Fones: (48) 3221-5034 | 3221-5035 | 3221-5036
Arley Reis 
E-mail: areis@casan.com.br
Suzete Antunes
E-mail: santunes@casan.com.br
Ricardo Stefanelli 
E-mail: ristefanelli@casan.com.br
Fone: (48) 9136-9345
www.casan.com.br

 

 


Foto: Divulgação / Casan

Com mais de 60% das redes de coleta assentadas, as obras do Sistema de Esgotamento Sanitário de São José continuam avançando para novas ruas nos próximos dias. Nesta semana as obras de implantação de redes de coleta chegam a duas novas vias do Bairro Bela Vista: Rua Itaguaçu e Rua José Antônio Thomaz.

Na próxima semana, no período de 16 a 20 de outubro, prossegue a implantação de redes de coleta na Rua Itaguaçu e serão também executados serviços de assentamento do emissário terrestre na Avenida das Torres, entre as ruas Manoel Eduardo Cardoso e Julia Schoroeder.


Foto: Gerência de Construção/Casan

Integrada ao Plano de Investimentos da Casan, que prevê R$ 1,6 bilhão somente em esgotamento sanitário, a cidade de Araquari receberá ainda este ano o sistema que vai garantir coleta e tratamento para 34% de sua população. O município conta com dois projetos em implantação: o sistema de esgotamento sanitário do Centro e o SES do Bairro Itinga. 

No caso do SES Araquari Centro, 90% dos trabalhos já foram executados. O investimento de R$ 20,2 milhões foi viabilizado pelo PAC2 do Governo Federal, com contrapartida da Casan. O sistema de coleta e tratamento vai atender 2.433 habitantes, com 603 ligações domiciliares. 

Foram assentados 4.524 metros de rede de coleta de esgotos, além de um emissário terrestre com mil metros de extensão. Compõem o sistema ainda duas estações elevatórias e uma Estação de Tratamento de Esgotos compacta com vazão para 12 litros por segundo. As obras iniciaram em março do ano passado e a previsão é que sejam concluídas ainda em outubro. 

Também na localidade de Itinga, as obras do Sistema de Esgotamento Sanitário estão avançadas, com previsão de conclusão até dezembro. Lá serão beneficiados 5.611 moradores em 1.345 ligações domiciliares. A rede de coleta tem 15.990 metros de extensão e um emissário terrestre com 4.763 metros. 

Serão nove estações elevatórias que levarão o esgoto coletado até a Estação de Tratamento de Esgotos compacta com vazão para 30 litros por segundo. Também com recursos do PAC2 e contrapartida, a Casan está investindo R$ 13.213.286,00 no Itinga. 

Com os dois projetos, 34% da população (aproximadamente oito mil moradores) de Araquari terão coleta e tratamento de esgoto. Atualmente a única rede pública de coleta de esgoto que opera no município atende 400 residências. “Com os investimentos em coleta e tratamento de esgoto, a população terá melhorias em sua qualidade de vida, teremos avanços na área ambiental, valorização dos imóveis e redução nos problemas de saúde”, destaca o engenheiro Fábio Krieger, gerente de Construção da Casan.   

Ranking de saneamento 

Araquari é uma das 30 cidades onde atualmente a Casan desenvolve obras de esgotamento sanitário. A meta é elevar a cobertura de coleta e tratamento, levando Santa Catarina, que atualmente ocupa a 18ª posição, a um dos primeiros lugares do ranking nacional de saneamento. 

Ligações domiciliares só com autorização

A Casan alerta que os usuários ainda não podem interligar seus imóveis à rede coletora implantada em Araquari. A companhia vai informar quando e como essa interligação deverá ser feita, depois que as Estações de Tratamento de Esgoto estiverem totalmente concluídas e em operação. Até lá, os usuários devem continuar utilizando seus sistemas individuais de esgoto (fossa e sumidouro).

Mais informações para a imprensa:
Gerência de Comunicação Social da Casan
Fones: (48) 3221-5034 | 3221-5035 | 3221-5036
Arley Reis 
E-mail: areis@casan.com.br
Suzete Antunes
E-mail: santunes@casan.com.br
Ricardo Stefanelli 
E-mail: ristefanelli@casan.com.br
Fone: (48) 9136-9345
www.casan.com.br

 

 

Devido às altas perdas do sistema de água e aos altos vazamentos de esgoto em vias públicas, a Agência de Regulação de Serviços Públicos de Santa Catarina (Aresc) junto com o Centro de Informática e Automação do Estado de Santa Catarina (Ciasc) desenvolveu um aplicativo que permitirá a população avisar quando houver esses problemas. O app será lançado nesta terça-feira, 26, quando estará disponível para download. 


Rio em Águas Mornas. Foto: James Tavares/Secom

Diante do baixo volume de chuva dos últimos dias em todas as regiões de Santa Catarina, a Casan mantém o pedido de economia no consumo de água. A companhia monitora seus mananciais e atende casos pontuais de dificuldade de abastecimento em regiões altas e pontas de rede, mas conta com infraestrutura que permite a manutenção do fornecimento de água na grande maioria das cidades atendidas pelo sistema Casan.

Como o consumo está diretamente relacionado à cultura de cada família e a hábitos construídos ao longo do tempo, a companhia reforça a necessidade de uso responsável da água. No Brasil, segundo dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento, o consumo per capita é de aproximadamente 162 litros/habitante por dia. Em Santa Catarina, cada pessoa gasta, em média, aproximadamente 154 litros de água por dia. “Porém, em Florianópolis, a média do consumo diário chega a 186 litros para cada habitante, o que, com certeza, pode ser reduzido em um momento preocupante de estiagem como o que estamos passando”, informa o chefe do Setor e Operação e Manutenção de Água da Superintendência Metropolitana da Grande Florianópolis, Bruno Kossatz.

“O desperdício de água varia de acordo com a cultura da região, pois os hábitos de cada sociedade interferem diretamente no elevado ou baixo consumo em suas atividades diárias”, complementa o engenheiro.

Segundo Kossatz, aproximadamente 75% da água consumida numa casa são gastos nos banheiros. Por isso, uma dica importante é evitar tomar banhos prolongados, já que o chuveiro é um dispositivo de consumo significativo de água. Estima-se que a cada minuto no banho há um consumo de dez litros de água. Utilizar descargas com caixa acoplada nos vasos sanitários reduz o gasto de 20 a 30 litros para 6 a 12 litros por descarga.

Também é importante observar todas as torneiras da casa, prevenindo e consertando goteiras e vazamentos. “Uma torneira gotejando pode desperdiçar até 46 litros de água por dia. E, se a água estiver gotejando rapidamente ou em forma de filete, perde-se de 180 a 720 litros diários”, alerta o engenheiro, lembrando outras dicas básicas, como fechar a torneira ao escovar os dentes e fazer a barba, reutilizar a água da máquina de lavar para limpar calçadas ou quintal, evitando a prática de “varrer” o chão com água potável.

“Se cada habitante economizar dez litros de água por dia em uma cidade de 400 mil habitantes, teríamos um ganho essa economia de 400 mil litros, quantidade que pode abastecer uma população de até 20 mil habitantes”, exemplifica o engenheiro da Casan.

Dicas de economia de água:
- Tome banhos rápidos e feche o chuveiro ao se ensaboar. Chuveiro aberto por 15 minutos consome 150 litros de água
- Feche a torneira ao escovar os dentes e ao fazer a barba
- Não lave a louça com água corrente: passe rapidamente água nas louças, ensaboe os pratos e utensílios. Abra a torneira apenas para enxaguar
- Não lave roupa com água corrente. Trabalhe utilizando o tanque
- Só ligue a máquina de lavar louça ou a de lavar roupa com capacidade total: o consumo é igual se ela não estiver cheia
- Não use água como vassoura. Em calçadas e áreas pavimentadas, primeiro varra a sujeira, depois lave com a utilização de um balde.
- Com mangueira, em 15 minutos são desperdiçados cerca de 280 litros de água
- Não use mangueira, mas balde e pano para lavar o carro. E em épocas de estiagem evite lavar seu automóvel
- Reaproveite a água usada para outros fins, como lavar calçadas
- Molhe o jardim com regador, sempre ao amanhecer ou à noite, assim elas aproveitarão melhor a água. Regar as plantas nas horas quentes resulta em elevadas perdas por evaporação
- Não jogue água nas ruas: água não é pavimentação
- Regule a válvula de descarga: esse cuidado pode reduzir o consumo pela metade

Mais informações para a imprensa:
Gerência de Comunicação Social da Casan
Fones: (48) 3221-5034 | 3221-5035 | 3221-5036
Arley Reis 
E-mail: areis@casan.com.br
Suzete Antunes
E-mail: santunes@casan.com.br
Ricardo Stefanelli 
E-mail: ristefanelli@casan.com.br
Fone: (48) 9136-9345
www.casan.com.br