Foto: Divulgação/Santur

O Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado nesta quarta-feira, 5, chama a atenção para a preservação dos recursos naturais do Estado, que para muitos, ainda são considerados inesgotáveis. A data fortalece a conscientização sobre a relevância e a responsabilidade de todos. Neste sentido, a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável promove e incentiva ações da qualidade do ar, da gestão hídrica, o monitoramento dos rios, o descarte dos resíduos sólidos e a proteção das espécies. Tudo isso, para cuidar e dar mais qualidade ao meio em que vivemos.

“O planeta é um só e depende da união de todos: órgãos públicos, instituições, empresas e sociedade, em prol de um desenvolvimento sustentável. Pensar hoje para planejar o amanhã. A Secretaria, neste contexto, tem um papel fundamental nas ações governamentais que visam promover mais qualidade de vida de forma ambientalmente correta para a população”, destaca o secretário, Lucas Esmeraldino.

Água

Com foco na preservação e na gestão hídrica do Estado, a SDS, por meio da Diretoria de Recursos Hídricos, em parceria com a Agência Nacional de Águas (ANA), apresentou os primeiros resultados do Programa de Monitoramento da Qualidade da Água dos Rios. A ação permite um maior controle da qualidade das águas dos rios de Santa Catarina, aprimorando o planejamento sobre o uso e ações de recuperação.

“O objetivo é subsidiar medidas que promovam à conservação e a sustentabilidade da qualidade da água; com suporte para o planejamento, enquadramento, outorga de direito de uso e a fiscalização referente aos usos dos recursos hídricos no domínio estadual”, destaca a diretora do órgão, Jaqueline Isabel de Souza.

A diretoria também gerencia os Planos de Recursos Hídricos que têm o objetivo de fundamentar ações para a construção da Política Estadual de Recursos Hídricos nas Bacias Hidrográficas, estabelecendo diretrizes e políticas públicas voltadas para a melhoria da oferta de água, com foco no desenvolvimento sustentável. Atualmente, o Estado possui 16 Comitês de Bacias, que atuam como base da gestão participativa e integrada da água nas regiões.

A Diretoria de Mudanças Climáticas e Desenvolvimento Sustentável (DMUC) também lançou no Estado o Programa Produtor de Água, uma iniciativa federal de pagamento por serviços ambientais (PSA) coordenada pela Agência Nacional das Águas (ANA). O objetivo é conservar e restaurar as áreas com vegetação natural dos mananciais de abastecimento público nas cidades pelo país.

“Atualmente, são executados os projetos na Bacia Hidrográfica do Cubatão; na Microbacia do Rio Vermelho – São Bento do Sul e na Microbacia do Morro da Palha – São Francisco do Sul. Como também fornecem subsídios no acompanhamento do Programa Produtor de Água do Rio Camboriú e Projeto Rio Água Doce”, destaca o diretor Luis Antônio dos Santos de Freitas.

 Foto: Divulgação / IMA

Gestão da Qualidade do Ar

Santa Catarina demonstrou seu comprometimento com o meio ambiente ao formalizar o projeto de avaliação do impacto das emissões veiculares, queimadas, industriais e naturais na qualidade do ar que se encontra no segundo, dos seis anos previstos para execução. A iniciativa é conduzida pelo Laboratório de Controle da Qualidade do Ar (LCQAr) da Universidade Federal de Santa Catarina, em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável e com a Fundação de Amparo a Pesquisa e Inovação do estado de Santa Catarina (FAPESC).

Resíduos sólidos

Santa Catarina também é referência nacional no que se refere à disposição final ambientalmente adequada, ou seja, distribuição ordenada dos resíduos sólidos em aterros sanitários, considerando que atualmente todos os municípios catarinenses apresentam contratos com aterros licenciados para realização da disposição final.

Ainda com o objetivo de garantir o atendimento das premissas às Políticas Nacionais, o Estado elaborou o Plano Estadual de Resíduos Sólidos de Santa Catarina (PERS/SC). Isso permite programar e executar atividades de melhoria da situação dos resíduos sólidos em seu território, apontando caminhos, prioridades e orientando investimentos para os próximos vinte anos.

Coleta

Em relação ao que é coletado de forma convencional, Santa Catarina atualmente apresenta uma cobertura de 93,58% sobre a população total do Estado. Já a coleta seletiva de recicláveis é realizada por 125 (42%) prefeituras do Estado, abrangendo 58,89% da população total de Santa Catarina.

 Foto: Marcelo Aceto/Arquivo Pessoal

Proteção das espécies

Outra preocupação são as espécies da fauna e flora ameaçadas de extinção. A Diretoria de Mudanças Climáticas e Desenvolvimento Sustentável e o Instituto do Meio Ambiente (IMA) participam do processo pioneiro de Estratégia Nacional para Conservação de Espécies Ameaçadas de Extinção. Essa é uma iniciativa do Ministério do Meio Ambiente (MMA) que vai alocar cerca de 13 milhões de dólares para minimizar impactos sobre a biodiversidade brasileira.

Entre os dias 10 a 14 de junho será realizada, em Lages, a oficina de Planejamento do Plano de Ação Territorial para a Conservação de Espécies Ameaçadas de Extinção do Planalto Sul (PAN), que engloba Santa Catarina e Rio Grande do Sul, para os próximos 5 anos com metas de curto, médio e longo prazo.

Cadastro Ambiental Rural (CAR)

Santa Catarina realiza o Cadastramento Ambiental Rural de todos os imóveis rurais, sendo o primeiro passo rumo a regularidade ambiental e requisito para usufruir os benefícios do Programa de Regularização Ambiental (PRA) e das Cotas de Reserva Ambiental (CRA). Resultado da união do Governo, prefeituras e entidades ligadas ao setor produtivo, Santa Catarina ultrapassou a marca de 332 mil cadastros realizados, com mais de 7,5 milhões de hectares cadastrados. Os números comprovam o compromisso de nosso Estado com o respeito ao meio ambiente.

Conscientização 

Com o objetivo de promover o desenvolvimento com sustentabilidade, a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável realiza a participação nos Grupos de Trabalho de Educação Ambiental (GTEAs), a fim de promover e disseminar boas práticas e cuidados ao meio ambiente.
No mês em que se comemora o Dia Mundial do Meio Ambiente, parcerias com os Grupos de Trabalho de Educação Ambiental são realizadas durante todo mês de junho. Assim, são desenvolvidas atividades em diversas regiões para fortalecer o protagonismo da sociedade em preservar o meio ambiente e estimular ações, seminários e capacitações em Educação Ambiental.


Assessoria de Comunicação
Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável
Jornalista: Mônica Foltran
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Telefone: (48) 3665-2261/ 99696 1366

O Instituto do Meio Ambiente do Estado de Santa Catarina (IMA) lança nesta segunda-feira, 03 de junho, uma grande operação para o Controle de Espécies Exóticas Invasoras do Parque Estadual da Serra do Tabuleiro, a maior Unidade de Conservação do estado. O combate às invasoras, principalmente pinus, é fundamental para garantir a biodiversidade local, além de centenas de nascentes, muitas delas que abastecem a Grande Florianópolis.

A proliferação de espécies invasoras afeta consideravelmente a fauna e flora nativas. Com o intuito de garantir a preservação das espécies originalmente catarinenses e a proteção dos mananciais, o IMA realiza uma operação para a retirada das exóticas, começando pelo Cambirela.

Com 84.130 hectares, o que representa 1% do território catarinense, o Parque Estadual da Serra do Tabuleiro abriga e conserva uma rica biodiversidade, incluindo espécies endêmicas que só ocorrem na unidade. Estas espécies, porém, são ameaçadas pela presença das exóticas invasoras. Originárias de outras regiões do Brasil ou mesmo de fora do país, elas acabam dominando os ambientes e prejudicando as nativas, o que pode transformar consideravelmente os ecossistemas locais.

No Parque da Serra do Tabuleiro, o pinus é um dos maiores vilões. Levadas pelo vento, sementes do pinheiro germinam até mesmo nas áreas mais altas do Parque. Os Pinus spp., utilizados para a produção de madeira e celulose, foram introduzidos em diversos países e constam entre as 100 piores espécies invasoras no mundo. Na África do Sul passou a invadir áreas que conservam importantes nascentes. Por ocupar espaço das espécies nativas e consumir muita água para seu crescimento rápido, a espécie afetou o suprimento para consumo humano, produção de alimentos, indústrias, lazer, entre outros.

Por isso, a retirada dos pinus é essencial para garantir a preservação da biodiversidade nativa e da água. Para o corte nos pontos mais altos do Parque, onde ocorrem os campos naturais, as equipes vão realizar uma operação complexa. A primeira etapa será a de reconhecimento. Na seguinte, as equipes vão aos campos e ficam no local por cerca de três dias, o que deve ser repetido em outras ocasiões até a retirada total.

Espécies Exóticas Invasoras

Pode parecer estranho, mas algumas espécies de flora e fauna são prejudiciais ao meio ambiente. Isso acontece quando são deslocadas por humanos para lugares nos quais elas não chegariam naturalmente e passam a se reproduzir sem controle, afetando de forma negativa a biodiversidade, seus serviços ecossistêmicos ambientais, a economia e até a saúde humana.  Estas espécies são chamadas de espécies exóticas invasoras.

Uma das espécies invasoras mais conhecidas e temidas por afetar a saúde é o Aedes aegypti. O mosquito pode transmitir dengue, zyka e febre amareala urbana. Ele é nativo da África e foi trazido para América pelos navios europeus no século XVI.

Outras espécies podem afetar a economia. É o caso do javali (Sus scrofa). A forma selvagem do porco doméstico foi trazida para o Brasil para a produção de carne e caça. Ele se adaptou aos ambientes brasileiros, o que fez com que as populações crescessem e passassem a atacar plantações de milho, entre outros grãos, em busca de alimento. Atualmente, representa um dos principais problemas dos agricultores no Oeste catarinense. Na região, já são realizadas ações para o controle da espécie.

As exóticas invasoras também podem afetar a biodiversidade, como no caso da uva-do-japão (Hovenia dulcis). A espécie asiática, trazida para produção de lenha, foi incentivada para o sombreamento de aviários e granjas de suínos. Por se desenvolver muito rápido, impede as nativas de crescerem e produz químicos capazes de interferir no crescimento e germinação de outras plantas. Além disso, possui a capacidade de germinar e se estabelecer em florestas mais fechadas.

As espécies exóticas invasoras causam diversos efeitos como perda de biodiversidade e homogeneização das espécies. Com o avanço delas, grande variedade de organismos têm desaparecido, substituídos por poucas espécies. Um dos exemplos mais cotidianos está nas grandes cidades. Onde antes havia impressionante biodiversidade, atualmente existem, principalmente, espécies como pombos, ratos, baratas, entre outros.

O Parque Estadual da Serra do Tabuleiro

O Parque Estadual da Serra do Tabuleiro, maior unidade de conservação de proteção integral do Estado, foi criado em 1975, com base nos estudos dos botânicos Pe. Raulino Reitz e Roberto Miguel Klein, com o objetivo de proteger a rica biodiversidade da região e os mananciais hídricos que abastecem as cidades da Grande Florianópolis e do Sul do Estado.

O Parque Estadual da Serra do Tabuleiro ocupa cerca de 1% do território catarinense. Abrange áreas dos municípios de Florianópolis, Palhoça, Santo Amaro da Imperatriz, Águas Mornas, São Bonifácio, São Martinho, Imaruí e Paulo Lopes. Fazem parte do Parque as ilhas do Siriú, dos Cardos, do Largo, do Andrade e do Coral, e os arquipélagos das Três Irmãs e Moleques do Sul.

O nome da Unidade de Conservação é emprestado de uma das serras da área do Parque que possui um cume de formato tabular, bastante visível da região de Florianópolis: a Serra do Tabuleiro.

Localizado em uma região estratégica, única e muito especial da Mata Atlântica, o Parque Estadual da Serra do Tabuleiro possui uma ampla diversidade de habitats. Cinco das seis grandes formações vegetais do bioma Mata Atlântica encontradas no Estado estão representadas no Parque. Por essa razão, ele abriga uma biodiversidade ainda maior que seus 84.130 hectares poderiam sugerir.

No litoral, sob forte influência marítima, são encontradas as formações de restinga e manguezal. A Floresta Ombrófila Densa, riquíssima em plantas epífitas, cobre as serras e ocupa a maior parte da área do Parque. Nas encostas superiores da serra, envolta em neblina formada pela condensação da umidade que chega do mar, aparece a matinha nebular. Nas partes mais altas do Parque se faz presente a Floresta Ombrófila Mista (Floresta com Araucárias) e os campos de altitudes. Cada ecossistema tem sua fauna e flora características, assim como suas espécies dominantes. As ilhas costeiras que fazem parte da unidade também apresentam suas singularidades.

Essencial para a proteção desses ecossistemas e toda sua biodiversidade, o Parque Estadual da Serra do Tabuleiro também é de extrema importância por outros motivos. Protegidas pela exuberante vegetação da unidade estão as nascentes de rios como o da Vargem do Braço, do Poncho, Cubatão e D’Una. Esses rios fornecem água para grande parte dos domicílios da Grande Florianópolis e do litoral sul do Estado. O Parque atua ainda, devido a suas características de solo, relevo e vegetação, como um importante regulador climático para essas regiões. Mas, além da infraestrutura física da Unidade de Conservação que recebe milhares de visitantes todos os anos, o principal atrativo são as riquezas naturais. A imensidão de espécies e vegetação praticamente intocáveis torna o Parque Estadual da Serra do Tabuleiro um dos principais tesouros catarinenses.

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Claudia Xavier
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O Instituto do Meio Ambiente do Estado de Santa Catarina (IMA) lança nesta terça-feira, 04 de junho, às 10h, durante a Câmara de Qualidade Ambiental da FIESC, o 21º Prêmio Fritz Müller, que tem como finalidade reconhecer as empresas e organizações que desenvolvem projetos voltados à preservação do meio ambiente. O lançamento integra a programação da Semana do Meio Ambiente do IMA.

Concedido anualmente, o Prêmio Fritz Müller é o principal reconhecimento ambiental do estado de Santa Catarina. O nome da honraria é uma homenagem ao famoso naturalista alemão Johann Friedrich Theodor Müller, que viveu em Blumenau por 45 anos. Considerado um revolucionário, estudioso do meio ambiente e precursor da ecologia, Fritz Müller foi aclamado como príncipe dos observadores da natureza.

O Prêmio Fritz Müller é destinado a projetos e iniciativas que vão além da legislação ambiental e que resultam em benefícios para a conservação do meio ambiente. Podem participar empresas públicas e privadas, instituições, órgãos governamentais, cooperativas, ONGs, institutos e organizações que atuam em Santa Catarina, com projetos desenvolvidos no estado.  

21º Prêmio

Assim como ocorreu em 2018, as inscrições do Prêmio, que ocorrem de 04 de junho a 06 de agosto, devem ser feitas exclusivamente pela internet no site www.premios.ima.sc.gov.br.

O Prêmio mantém 15 categorias diferentes voltadas a projetos e ações desenvolvidos nas áreas de agricultura sustentável, conservação de insumos como água e energia, controle da poluição, tratamento de efluentes, reciclagem e resíduos sólidos, educação ambiental, gestão ambiental, turismo ecológico, entre outros.

Certificado IMA de Gestão Ambiental

Além do troféu Fritz Müller, os projetos premiados nas 15 categorias receberão o Certificado IMA de Gestão Ambiental. Com esse certificado, o Instituto reconhece que os resultados ambientais da organização contemplada estão fazendo a diferença na preservação ambiental catarinense.

Premiação

Os interessados podem se inscrever até 06 de agosto. A divulgação dos vencedores deve ocorrer em 14 de outubro e a solenidade de entrega da premiação está marcada para 07 de novembro, na FIESC. 

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 Imagem aérea da Reserva Biológica Estadual do Aguaí, em Siderópolis - Foto: Carlos Cassini/IMA

O Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA) realiza, em várias regiões do estado, uma extensa programação em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado no dia 05 de junho. Unidades de Conservação administradas pelo Instituto e campanhas pelas redes sociais, além da distribuição de canudinhos inox, marcam as festividades. 

A programação começa no Oeste do estado, no Parque Estadual Fritz Plaumann, em Concórdia. No local, a Trilha Noturna, realizada no dia 30 de maio, às 19h, dá a largada às atividades da semana. Em Florianópolis, a abertura ocorre no sábado, 1º de junho, no Camping do Parque Estadual do Rio Vermelho, com a realização de diversas atividades como teatro de fantoches, aulão de dança, gincana ecológica, apresentações musicais, oficina sobre reciclagem, observação de aves, entre outros.

Ainda na região da Grande Florianópolis, o Parque Estadual da Serra do Tabuleiro realiza diversas ações em meio à natureza e todas gratuitas. No sábado e domingo, 1º e 2 de junho, o Parque será palco de várias atrações que buscam envolver a população da região. Estão previstas aulas de Tai Chi Chuan, prática de yoga, oficina de musicalização e de osteologia, capoeira, prática de danças circulares, trilhas, entre outros. A diversão segue após o pôr do sol, com a realização da Trilha Noturna, observação e roda de conversa sobre os astros.

Também no dia 1º, outros parques como o Serra Furada, no Sul, e Fritz Plaumann, no Oeste, também abrem suas programações ao receber estudantes de escolas do entorno da Unidade que irão percorrer as trilhas e participar de atividades de educação ambiental.

Na segunda-feira, 3 de junho, o IMA lança a campanha de combate às espécies exóticas no Parque Estadual da Serra do Tabuleiro, a maior Unidade de Conservação de Santa Catarina, que abriga e conserva grande parte da biodiversidade catarinense, além de ser a fonte de centenas de nascentes, muitas delas que abastecem a Grande Florianópolis.

A proliferação de espécies invasoras afeta consideravelmente a fauna e flora nativas, o que pode comprometer, inclusive, a biodiversidade local e as nascentes. Com o intuito de garantir a preservação das espécies originalmente brasileiras e a proteção dos mananciais, o IMA vai realizar uma operação para a retirada das exóticas, começando pelo Cambirela.

No dia seguinte, o Instituto lança a 21ª edição do Prêmio Fritz Müller, com a finalidade de reconhecer as empresas e organizações que desenvolvem projetos voltados à preservação do meio ambiente. As inscrições seguem de 04 de junho a 06 de agosto.

No Dia Mundial do Meio Ambiente, 05 de junho, o órgão ambiental catarinense lança o vídeo “Mais que Meio, o Ambiente é Inteiro, é tudo”, para conscientizar a população sobre a importância da preservação da natureza, fundamental para o presente e futuro dessa e de todas as próximas gerações.

Pelas mídias sociais, o IMA vai divulgar cada dia uma ação diferente buscando esclarecer dúvidas sobre os processos realizados pelo órgão, como licenciamento, e aproximar a população não apenas do Instituto, mas do meio ambiente, visando sempre a conscientização e a preservação dos recursos naturais.

Entre as campanhas que serão veiculadas pelas redes sociais, destacam-se o Desmistificando o Licenciamento, que vai apresentar com detalhes como ocorre o processo de emissão de licenças ambientais em Santa Catarina; o projeto Espécies Exóticas, que tem o intuito de mostrar as plantas e animais que não são naturais do país e que ameaçam as espécies nativas; e o “E se não fosse a natureza”, fazendo um alerta à população sobre como seria o universo sem os recursos naturais, essenciais para a sobrevivência do homem.

A Reserva Biológica Estadual do Aguaí, em Siderópolis, vai participar de ações em celebração ao Dia do Meio Ambiente, comemorado em 05 de junho em todo o mundo. Mesmo sendo Reserva Biológica, Unidade de Conservação em que não é permitida a visitação, o IMA, por meio da Rebio, apoia diversos projetos ambientais em torno da Unidade como o Instituto Felinos do Aguaí, Instituto Alouatta e Observadores de Aves que promovem eventos na região em alusão à data.

Completando a programação, nos dias 06 e 07 de junho, ocorrem atividades nos Parques como no Camping do Rio Vermelho, em Florianópolis, onde trilhas, jogos de educação ambiental e exibição de curtas sobre meio ambiente devem entreter os visitantes. Todas as atrações são gratuitas.

Dia Mundial do Meio Ambiente

Comemorado em 05 de junho, o Dia do Meio Ambiente foi criado pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 1972, durante a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente, com o objetivo de chamar a atenção para a importância da preservação.

Durante muito tempo, o homem acreditou que os recursos naturais eram inesgotáveis e, portanto, não se preocupou com a conservação da natureza. Após o entendimento de que o meio ambiente pede socorro, entidades em todo o mundo iniciaram ações para reverter a realidade já instalada. Infelizmente, muitos dos recursos já estavam profundamente comprometidos e muitos extintos.

O Dia do Meio Ambiente é mais que uma data comemorativa, é um alerta para todo o mundo. Um sinal para a mudança de hábitos, para a proteção dos ecossistemas, para a recuperação e preservação das espécies, para a perpetuação da vida, inclusive, da humana.

Muitos são os problemas que devem estar em evidência neste 05 de junho e em todos os dias, como a destinação inadequada dos resíduos, falta de coleta seletiva e reciclagem, desmatamento, inserção de espécies exóticas, poluição dos mares, desperdício de água, entre outros.

A data 05 de junho existe para lembrar a todos os habitantes do planeta que todos os dias o meio ambiente deve ser comemorado, lembrado, valorizado, respeitado, preservado. É um dia para ser repetido e expandido em todos os outros dias do ano. É uma reflexão que deve moldar os hábitos, as ações, os pensamentos. A conscientização sobre a importância do meio ambiente é muito mais do que uma atitude, é uma escolha de vida que tem como finalidade a preservação da vida, desta e das futuras.

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  Foto: reprodução/ IMA

O Instituto do Meio Ambiente do Estado de Santa Catarina (IMA) realiza em 20 de maio, às 19h, a Audiência Pública para apresentação e discussão do Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) do projeto de Sistema de Disposição Oceânica do Sul da Ilha, mais conhecido por emissário submarino. O encontro ocorre no Colégio do Campeche, localizado na SC 405.

O Emissário Submarino é uma tubulação que leva o efluente final de uma Estação de Tratamento de Esgotos até um local que tenha condições ambientais favoráveis para sua assimilação pela natureza. O sistema não é uma estação de tratamento, mas sim um equipamento para disposição final de efluente tratado.

O projeto apresentado pela Casan ao IMA para o Sistema de Disposição Oceânica do Sul da llha  visa possibilitar a ampliação da rede de esgotamento sanitário de Florianópolis e das Estações de Tratamento de Esgoto (ETE), por meio da implantação de tubulação subterrânea com comprimento de aproximadamente 5 mil metros, em um eixo perpendicular à linha da costa localizado ao norte da Ilha de Campeche e distante 5.300 metros da mesma.

Os emissários terrestres e submarinos de um Sistema de Disposição Oceânica são destinados a conduzir efluentes de forma hidráulica, desde a Estação de Tratamento de Esgoto até a tubulação difusora. A câmara ou chaminé de equilíbrio, um dos componentes do sistema, garante a estabilidade do bombeamento do esgoto tratado em regime contínuo e uniforme. O trecho difusor possui orifícios (difusores) convenientemente espaçados, pelos quais os esgotos são lançados com vazão e velocidade dimensionados para que haja uma diluição inicial adequada.

O Projeto

De acordo com o Estudo de Impacto Ambiental (EIA), a construção do sistema será feita pelo método não-destrutivo Pipe Jacking, que tem um menor impacto socioambiental. Na faixa inicial, entre as dunas e a zona de arrebentação, a tubulação é de concreto. Após a zona de arrebentação, a tubulação inserida será de Polietileno de Alta Densidade (PEAD), ancorada no assoalho marinho com a ajuda de blocos de concreto.

O diâmetro da tubulação será de 90 cm. Os últimos 175 metros serão utilizados para alocação de 50 difusores, dispostos em dupla, espaçados a cada sete metros, que farão a dispersão do efluente tratado de forma a evitar passivos à hidrodinâmica local. Neste contexto, estima-se que a construção do Sistema de Disposição Oceânica tenha um custo de R$ 190.000.000,00 e um prazo de 27 meses de construção.

A audiência

A audiência pública é uma das primeiras etapas do processo de licenciamento ambiental e serve, entre outros, para a apresentação do projeto, esclarecimento de dúvidas por parte da população, além de dar embasamento aos técnicos sobre as demandas, sugestões e preocupações da comunidade com relação ao empreendimento.

“É neste momento que os moradores e demais setores envolvidos podem dialogar e sanar as dúvidas sobre os projetos. Também é uma fase essencial para o licenciamento, pois é por meio deste encontro que o órgão ambiental conhece a realidade local e as percepções sobre a instalação do empreendimento”, destaca o presidente do IMA, Valdez Rodrigues Venâncio.

O EIA/RIMA que apresenta as características do projeto está acessível em http://www.ima.sc.gov.br/index.php/licenciamento/consulta-eia-rima

Etapas

Ainda de acordo com o projeto, a implantação do sistema vai ocorrer em quatro fases distintas:

1ª Etapa – Fase Rio Tavares

Atendimento com rede coletora de esgoto: Campeche, Ribeirão da Ilha,Tapera,Trevo da Seta ao Trevo do Rio Tavares, Ressacada e Carianos com tratamento terciário dos efluentes e lançamento final previsto para o Rio Tavares.

2ª Etapa – Fase Sistema de Disposição Ocêanica

Construção de tubulações terrestres, Sistema de Disposição Oceânica e equipamentos complementares para esse sistema; ampliação da ETE Campeche para lançamento do efluente final no oceano e integração do Sistema de Esgotamento Sanitário da Lagoa da Conceição ao Sistema de Disposição Oceânica.

3ª Etapa – Fase Setor Sul da llha

Construção de novas redes coletoras, elevatórias e tubulações terrestres para interligar as demais regiões do Sul da Ilha ao Sistema de Disposição Oceânica (SDO). Contempla ainda a complementação do SES Ribeirão da Ilha e das redes da região do Rio Tavares em direção à Lagoa, implantação no Morro das Pedras, Armação e Pântano do Sul; e ampliação do atendimento com rede coletora na Planície do Campeche.

4ª Etapa – Fase Setor Centro-Oeste da Ilha

Instalação de novas redes coletoras, elevatórias e tubulações terrestres para interligação no SDO, abrangendo as regiões de Sambaqui, Santo Antônio, Cacupé, Monte Verde, João Paulo, Saco Grande, Trindade, Pantanal, Saco dos Limões e Costeira.

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 Fotos: Julio Cavalheiro/ Secom

Nesta terça-feira, 30 de abril, dez pinguins-de-Magalhães (Spheniscus magellanicus) voltaram ao seu habitat natural. Eles foram soltos após período de reabilitação na praia de Moçambique, em Florianópolis. Os animais estavam no Centro de Pesquisa, Reabilitação e Despetrolização de Animais Marinhos (CePRAM), localizado no Parque Estadual do Rio Vermelho, em Florianópolis, Unidade de Conservação administrada pelo Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA).

As aves marinhas são remanescentes da temporada do ano passado. O pinguim que estava há mais tempo em reabilitação chegou em setembro de 2018. Os animais passaram por tratamento e não foram soltos antes porque estavam em período de muda de penas. “Durante a muda, o pinguim perde a impermeabilização das penas o que impossibilita a soltura”, explica a médica–veterinária Cristiane Kolesnikovas da Associação R3 Animal e Coordenadora do PMP-BS em Florianópolis.


Parque das Araucárias - Foto: Eduardo Mussatto / IMA

Feriado prolongado é o motivo ideal para sair da rotina. E a natureza tem centenas de encantos para entreter, divertir e relaxar. Em Santa Catarina, algumas das opções são as Unidades de Conservação Estaduais. Em diferentes regiões do Estado, os Parques oferecem trilhas, muito verde e sossego. Para quem deseja passar os dias de folga junto à natureza, o Instituto do Meio Ambiente (IMA) divulga os horários de funcionamento dos Parques neste feriadão de Páscoa.



Parque Estadual Rio Canoas – Campos Novos
Quinta e sexta – 9h às 17h
Sábado e domingo – 13h às 17h
Entrada gratuita

O local oferece duas trilhas ecológicas: Trilha das Águas (4.400 metros de extensão) e a Trilha do Cemitério (600 metros). A primeira passa por pontos recheados de belezas e riquezas naturais. No segundo trajeto o diferencial são os aspectos históricos.



Parque Estadual Fritz Plaumann – Concórdia
Quinta e Sexta-feira - 14h às 17h (período da manhã com agendamento)
Sábado - 09h às 17h
Domingo - 13h às 18h
Entrada gratuita

O Parque conta com excelente infraestrutura para atender moradores e turistas da região. Além das belezas naturais do Parque, os visitantes recebem acompanhamento dos grupos e trabalhos de interpretação e educação ambiental nas quatro trilhas, as quais dispõem de estruturas como: decks, pontilhões, ponte pênsil, mirante, perfazendo mais de seis quilômetros de percurso em trilhas. Os guias contam detalhes da história do Parque, da criação, das espécies encontradas na região e do ambientalista naturalista que dá nome ao local. Na sequência, é hora de estar bem perto da natureza. O visitante escolhe a trilha mais adequada para fazer e, além de contemplar a natureza, pode se divertir na ponte pênsil ou apreciar a vista em belos mirantes.



Parque Estadual das Araucárias – São Domingos e Galvão
Quinta e sexta – 9h às 17h
Sábado e domingo – 13h às 17h
Entrada gratuita

A Unidade de Conservação oferece infraestrutura para os visitantes (centro de visitantes, sala de ambientação), eventos (auditório e espaço aberto) e pesquisadores (casa de alojamento). Conta com três trilhas ecológicas: Trilha do Mirante das Araucárias, Trilha da Cascata e Trilha da Corredeira do Rio Araçá.



Parque Estadual do Rio Vermelho – Florianópolis
Quinta, sexta, sábado e domingo - 9h às 17h
Valor dos ingressos: R$ 12,00 (inteira) e R$ 6,00 (estudantes, idosos e moradores do entorno), crianças com até 5 anos de idade são isentas de pagamento.

A visitação pública ao Parque é livre nas trilhas e nos acessos à praia do Moçambique e à Lagoa da Conceição. Os visitantes podem passear pela Trilha Aquática, lançada recentemente, ou pela Trilha Ecológica, guiada, onde é possível conhecer animais silvestres tratados no Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) e que não podem voltar à natureza.



Parque Estadual da Serra do Tabuleiro – Grande Florianópolis
Quinta, sexta, sábado e domingo - 9h às 16h
Entrada gratuita

O Parque tem sua sede em Palhoça, na Baixada do Maciambu. O local conta com um centro de visitantes e trilhas educativas. Possui anda dois centros temáticos na sede dos municípios de Imarui e de São Bonifácio. A imensidão de espécies e vegetação praticamente intocáveis tornam a Serra do Tabuleiro um dos principais tesouros catarinenses.

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Fone: (48) 3665 4177 / (48) 99172 8277
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O Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA) lança, nesta segunda-feira, 8 de abril, o Prêmio IMA de Educação Ambiental, que tem por finalidade premiar escolas de ensino de Santa Catarina que desenvolvem projetos de conscientização e mudança de comportamento para a preservação do meio ambiente. As inscrições ocorrem de 08 de abril a 05 de julho pelo site premios.ima.sc.gov.br

O prêmio busca descobrir e reconhecer iniciativas que sejam aliadas do IMA na preservação do meio ambiente por meio da mudança de hábitos, da implantação de ações sustentáveis, criação de soluções com menos impactos à natureza, conscientização sobre o uso dos recursos naturais e da construção de uma sociedade mais consciente.

A seleção dos trabalhos levará em consideração critérios como criatividade, inovação, resultados alcançados, abrangência do projeto (público envolvido e atingido), material e metodologia utilizados, cidadania, interdisciplinaridade e parcerias. A avaliação dos inscritos será feita pela equipe de Educação Ambiental do IMA. 

Premiação

Ao todo serão premiados 16 projetos, sendo um para cada área de abrangência das Gerências Regionais de Meio Ambiente do IMA. Por isso, é fundamental que a escola selecione, no momento da inscrição, a Regional adequada. 

Os vencedores receberão troféu e uma premiação em dinheiro no valor de R$ 1.000,00 (mil reais), que deve ser utilizada para o aprimoramento do projeto.

A solenidade de premiação ocorre em Florianópolis no mês de outubro. O IMA promove ainda dois outros prêmios, o Fritz Müller que reconhece organizações que desenvolvem ações sustentáveis e o Prêmio IMA de Jornalismo, voltado a premiar reportagens que tenham como foco o meio ambiente.

Todas as informações em premios.ima.sc.gov.br.

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 Foto: Julio Cavalheiro/Secom

As ações do Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA) e da Polícia Militar Ambiental terão maior efetividade a partir de agora com as assinaturas digitais da revisão da Portaria 170/2013 do órgão ambiental e de uma cooperação técnica com a Associação dos Laboratórios de Santa Catarina (Alasc) para o desenvolvimento de uma plataforma online que permitirá um diagnóstico da situação ambiental do estado. O ato, realizado na sede do Conselho Regional de Contabilidade, em Florianópolis, durante reunião dos diretores e gerentes do IMA, teve a participação do governador Carlos Moisés.

"O IMA está rumando para os destinos que a gente preconiza para Santa Catarina, que é um Estado mais leve e digital. O Estado não pode mais ser visto como uma entidade que persegue os cidadãos. Precisamos ser parceiros e trabalhar pelos catarinenses", discursou o governador.

O ato foi acompanhado pelo presidente do IMA, Valdez Rodrigues Venâncio, pelo comandante da Polícia Militar Ambiental, coronel Adilson Schlickmann Sperfeld, pelo representante da Alasc, Marco Ronchi, e pelo deputado estadual Ricardo Alba, além de servidores do órgão ambiental e da PMA.

A revisão da Portaria 170 aprimora a integração entre os trabalhos desenvolvidos pelo Instituto e pela Polícia em Santa Catarina. O objetivo é fazer com que as atividades sejam cada vez mais coesas. No mesmo ato, o órgão ambiental lançou o projeto "IMA em Movimento", que prevê uma série de visitas constantes às gerências regionais para unificar a forma de atuação em todo o estado.

O termo de cooperação com a Alasc vai melhorar o gerenciamento online de dados georreferenciados como qualidade de águas superficiais, subterrâneas e de efluentes tratados, emissões atmosféricas e qualidade do ar. "Essas ações possibilitam que em todos os lugares do estado as pessoas tenham o mesmo tratamento, para que juntos possamos fazer a proteção ambiental em Santa Catarina como se deve", colocou o presidente do IMA.

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  Foto: Renan Medeiros/Arquivo

O calor continua em Santa Catarina na sexta-feira e no sábado, dias 8 e 9, com pancadas de chuva e trovoadas na tarde e noite, típicas de verão. A partir de domingo, 10, a chegada de uma frente fria diminui as temperaturas em todas as regiões.

Ainda nesta sexta-feira, de acordo com os meteorologistas Marcelo Martins e Gilsânia Cruz, da Epagri/Ciram, há previsão de pancadas de chuva com descarga elétrica e risco de temporais isolados, acompanhados de rajadas de vento acima de 60 km/h e queda de granizo nas regiões Oeste, Meio-Oeste, Planalto Sul, Planalto Norte e Vale do Itajaí.

No sábado, as temperaturas permanecem altas em todas as regiões. O dia começa com nebulosidade nas áreas próximas à divisa com o Rio Grande do Sul. A partir da tarde, o tempo fica nublado em todo o estado. Há previsão de pancadas de chuva com temporais localizados entre a tarde e noite.

O céu continua encoberto na maior parte de Santa Catarina no domingo, quando as temperaturas começam a diminuir nas áreas mais próximas ao litoral. Entre sábado e domingo, a máxima cai de 30°C para 25°C em Florianópolis, de 29°C para 23°C em Criciúma e de 35°C para 27°C em Brusque. O fim de semana encerra com um domingo nublado e pancadas de chuva a qualquer hora do dia. A temperatura continua amena ao menos até terça-feira.

Recomendações da Defesa Civil

Tempestades: Proteja-se em local abrigado, longe de placas, de árvores, de postes de energia e de objetos que podem ser arremessados. Se não encontrar um abrigo, agache-se com os pés juntos, com a cabeça encostada em seu peito ou entre os joelhos e as mãos cobrindo suas orelhas ou apoiadas em seus joelhos. Se estiver na praia, jamais fique na água. Se estiver em casa ou qualquer outro local abrigado, desligue os aparelhos eletrônicos, não use o telefone, fique longe das janelas e lembre-se: o banheiro em alvenaria é o melhor local durante uma tempestade.

Alagamentos/inundações: evitar o contato com as águas e não dirigir em lugares alagados. Evitar transitar em pontilhões e pontes submersas e cuidado com crianças próximas de rios e ribeirões.

Enxurradas: Não fique próximo às margens de rios e ribeirões, principalmente em regiões de relevo acentuado, montanhoso e pequenos vales, pois muitas vezes há temporais intensos sobre os topos e cabeceiras, gerando repentinamente grande quantidade de água num curto espaço de tempo. Este tipo de evento adverso apresenta grande poder destrutivo, podendo arrastar veículos, pessoas, animais e mobílias por vários quilômetros. A força das águas pode ainda provocar o rolamento de blocos de pedras, arrancar árvores, destruir edificações e causar deslizamentos de terra nas margens.

Deslizamentos de terra: deve ser observada qualquer movimento de terra ou rochas próximas a suas residências, inclinação de postes e árvores e rachaduras em muros ou paredes. Neste caso, é recomendável que a família saia de casa e acione a Defesa Civil Municipal 199 ou Corpo de Bombeiros 193.