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A presidência da Celesc, após reunião com as lideranças da Associação dos Municípios da Região Carbonífera (AMREC) e Associação dos Municípios do Extremo Sul Catarinense (AMESC), e em nova audiência a pedido dos deputados estaduais Ada de Luca, Rodrigo Minotto, Jessé Lopes, Luiz Fernando Vampiro e Zé Milton, chegaram a um consenso sobre a reestruturação organizacional da Celesc. Ficou acordado que, após a locação e mudança para um novo imóvel, o núcleo sul ficará em Criciúma. A diretora de Gestão Corporativa, Claudine Anchite, estima que a mudança deve acontecer em aproximadamente 60 dias.

Na reunião com as lideranças de Criciúma, que questionaram as mudanças, o presidente e diretores da Celesc apresentaram os novos investimentos para 2019 na região, que somam R$ 100 milhões (confira na imagem abaixo). Também detalharam o novo modelo organizacional sobre a atual estrutura das agências regionais que, a partir de maio, passam a ser compostas por oito núcleos e oito unidades. No modelo apresentado pela Celesc, Criciúma ficaria como unidade e o núcleo estaria em Tubarão. A presidência da empresa explicou à Comitiva que o motivo da escolha de Criciúma como unidade foi fundiária e diz respeito a um problema jurídico, envolvendo um imóvel para a instalação de uma nova sede.

Algumas sugestões foram apresentadas pelas lideranças, mas o consenso surgiu após nova audiência com os deputados estaduais. O diálogo girou em torno da busca de uma nova sede e da mudança física da regional de Criciúma antes de se transformar em núcleo. Após a mudança, Tubarão ficará como unidade e Criciúma, como núcleo.

A nova configuração surge para compatibilizar o porte das unidades administrativas com a respectiva estrutura de sistema elétrico e a dimensão do mercado consumidor. Os oito núcleos vão representar as regiões Sul, Leste, Norte, Alto Vale, Meio Oeste, Oeste, Planalto e Grande Capital. A atual estrutura das agências foi montada em 2009 e não sofreu alterações desde então. Hoje, o porte e a complexidade do sistema elétrico, em vários casos, não estão mais compatíveis com essa composição. Também há uma assimetria entre as agências, em virtude da expansão do sistema elétrico e das unidades consumidoras atendidas, que não ocorreu de forma uniforme em todas as regiões.

Em breve serão divulgados os investimentos para as demais regiões do estado.

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