Foto: Divulgação / Dive

As aulas nas unidades da rede estadual de ensino em Imbituba continuarão suspensas nesta quarta-feira, 19, após a notificação da morte de uma estudante de 12 anos por meningite bacteriana, no último domingo. As atividades nas escolas estaduais foram suspensas na terça-feira, 18, para a aplicação de medidas de prevenção pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive) de Santa Catarina. 

A Coordenadoria Regional de Educação, vinculada à Secretaria de Estado da Educação (SED), seguiu todas as orientações da Dive e mantém a suspensão das aulas na quarta-feira, em alinhamento com a decisão do poder público municipal de Imbituba, que também cancelou as atividades escolares. Nas unidades estaduais, os dois dias letivos serão repostos.

A meningite bacteriana é grave e, dependendo dos casos, pode levar o paciente à morte em algumas horas após o aparecimento dos sintomas. Várias bactérias podem provocar meningite, porém o tipo mais grave - o mesmo diagnosticado na estudante de Imbituba - é causado pela bactéria chamada Neisseria meningitidis (meningococo). Essa bactéria possui diversos sorogrupos. Em Santa Catarina, os sorogrupos circulantes são o B, C ,Y e W. No caso da estudante, o resultado do exame que vai indicar o sorogrupo deve ser divulgado pelo Laboratório Central de Saúde Pública de Santa Catarina (Lacen) nesta quarta, 19.

Equipes da Dive passaram a terça-feira em Imbituba, reunidas com pais de alunos, com a Secretaria Municipal e a Regional de Saúde, com a Secretaria Municipal e a Coordenadoria Regional de Educação, para repassar orientações e definir outras medidas de prevenção. Uma delas foi o procedimento de quimioprofilaxia para evitar casos secundários e a transmissão da meningite. A medida consiste na administração de um antibiótico a quem esteve próximo da pessoa contaminada.
“Nós estivemos hoje no município e nos certificamos que todas as pessoas que tiveram contato próximo com a estudante, como familiares e colegas de escola, já foram medicadas. Portanto, não há motivo para se preocupar com a transmissão”, explica a diretora da Dive, Maria Teresa Agostini.

Transmissão

A meningite meningocócica é transmitida por meio das vias respiratórias, no contato com secreções, gotículas do nariz e da garganta expelidas pela fala, tosse e espirro. A propagação é facilitada em ambientes fechados e/ou sem ventilação. Pessoas residentes na mesma casa, que compartilham dormitórios ou alojamentos estão suscetíveis ao contágio que também pode ocorrer em creches, escolas, acampamentos ou locais em que há aglomeração de pessoas. “Importante ressaltar que a meningite bacteriana não é transmitida pelo ar, precisa haver um contato próximo”, explica o médico infectologista da Dive, Fábio Gaudenzi.

Sintomas da meningite

Os principais sinais e sintomas são: febre alta que começa abruptamente, dor de cabeça intensa e contínua, vômito, náuseas, rigidez de nuca e manchas vermelhas ou arroxeadas na pele ou mesmo hematomas. Em crianças menores de um ano de idade, esses sintomas podem não ser tão evidentes e os pais ou responsáveis devem atentar para a presença de moleira tensa ou elevada, irritabilidade, inquietação com choro agudo e persistente e rigidez corporal com ou sem convulsões. Ao apresentar qualquer um desses sinais ou sintomas procure imediatamente uma unidade de saúde. Quanto mais cedo a doença for diagnosticada e tratada, maior chance de cura, evitando complicações.

Prevenção

Além da quimioprofilaxia – administração de medicamentos capazes de prevenir a infecção - nos contatos próximo, existem outras formas de prevenção: manter os ambientes bem ventilados e, se possível, ensolarados, principalmente salas de aula, quartos, locais de trabalho e transporte coletivo; lavar as mãos frequentemente com água e sabão; manter rigorosa higiene com pratos, talheres, mamadeiras e chupetas; e evitar aglomerações. Além disso, é de extrema importância manter a carteira de vacinação em dia.

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A Secretaria de Estado da Educação e a Secretaria de Estado da Administração Prisional e Socioeducativa assinaram nesta segunda-feira, 17, o termo de cooperação que garante ações de educação para cerca de cinco mil detentos no sistema prisional catarinense. O objetivo do Termo de Cooperação Técnica é a designação de professores e o apoio pedagógico ao ensino fundamental e médio, por meio dos Centros de Educação de Jovens e Adultos (CEJA) e do Departamento de Administração Prisional (DEAP). A vigência do documento é de 40 meses.

“Cerca de 400 professores atuam dentro do sistema prisional, com uma demanda por alfabetização de dois mil detentos em um universo de 23 mil em Santa Catarina. O aumento da escolarização é um benefício à sociedade e vemos campo para ampliar nosso trabalho”, avaliou o secretário da Educação Natalino Uggioni.

Juntamente com o adjunto da pasta da Administração Prisional, Edemir Alexandre Camargo Neto, o secretário Leandro Lima destacou que a oferta do ensino formal é parte importante nas estratégias de segurança. Um dos resultados percebidos quando o preso ingressa no ensino formal é a decisão por se submeter a exames nacionais como o Enade e o Enceja. Assim, ele muda a autopercepção em meio ao processo de aprendizagem. “A educação associada ao trabalho e políticas de assistência em saúde compõem um todo que melhora o quadro da segurança nas unidades prisionais”.

Trabalho de detentos é contrapartida

Para a Secretaria de Estado da Educação, uma das contrapartidas é outro convênio, que irá viabilizar a mão de obra dos apenados para reformas de carteiras e cadeiras do mobiliário escolar da rede estadual, em oficinas do sistema prisional do estado. Também está em tratativas a atuação de apenados em algumas funções para unidades educacionais, ligadas à limpeza e à manutenção.

As ações de fortalecimento para o atendimento educacional aos apenados em Santa Catarina são fundamentadas pelo Plano Estadual de Educação em Prisões, atualizado em 2016 e com vigência prevista de dez anos. “A maior parte da comunidade desconhece a relevância deste trabalho da educação dentro do sistema prisional. Quando percebemos os números de atendimentos e de projetos, assim como as oportunidades geradas, somos motivados a divulgar e a prosseguir nessa tarefa”, ressalta a diretora de Gestão da Rede Estadual, Isabela Fornari Müller.

A gerente de Modalidades, Programas e Projetos Educacionais, Beatris Clair Andrade, justifica a visão por trás das iniciativas. “Se, por um lado, é triste uma sociedade em que uma pessoa se alfabetiza dentro da prisão, por outro, com um trabalho pedagógico e não assistencialista, criamos oportunidades em algum momento da vida dessa pessoa, para que ela conclua a educação básica”.   

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Fotos: Osvaldo Nocetti / SED

Santa Catarina deu mais um passo importante para a qualidade da educação nesta segunda-feira, 17, com a aprovação do Currículo Base da Educação Infantil e Ensino Fundamental do Território Catarinense pelo Conselho Estadual de Educação (CEE). O documento elaborado de forma participativa e democrática vai refletir diretamente no conteúdo ensinado em sala de aula.

Até 2020, o Currículo será implementado nas escolas das redes estadual e municipal e irá nortear os projetos político-pedagógicos das unidades. Para isso, a partir da próxima semana começam os seminários que irão qualificar 550 profissionais da educação, entre eles, gestores e professores de Santa Catarina, que serão multiplicadores para a implementação do documento nas unidades escolares.

O Currículo padroniza o conteúdo do estudante nas redes de ensino. Com isso, o aprendizado se torna mais igualitário e um aluno que muda de escola ou rede de ensino consegue acompanhar os trabalhos em sala de aula, sem prejuízo ou dificuldade na aprendizagem.

Um passo histórico para a educação catarinense foi como o secretário de Estado da Educação, Natalino Uggioni, definiu a aprovação. O secretário acredita que o Currículo pode ser um instrumento a mais para trazer os pais para dentro da escola e dar aos estudantes um sentimento de pertencimento. “Quando os pais participam da vida escolar dos filhos, aumenta a qualidade de ensino. E se o estudante se sente parte da escola, ele vai querer estar na escola”, ressaltou Uggioni.

A secretária adjunta da Educação, Carla Bohn, observou que o desafio agora é tornar o currículo realidade em cada unidade escolar. “São mais de cinco mil escolas, mais de 140 mil professores que precisamos sensibilizar, para que eles se apropriem e tornem vivo o documento em sala de aula." ressaltou.

O presidente do CEE, Osvaldir Ramos, considerou o Currículo uma maneira importante de melhorar a educação catarinense. “Ele é um instrumento de transformação das etapas de ensino, de equidade na aprendizagem, de vozes e oportunidades iguais”.

Professores representados

A presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) em SC, Patrícia Lueders, destacou a participação dos professores na elaboração do documento. “A gente quis dar vez e voz para os profissionais que estão em sala de aula. Esse currículo tem a alma e a vivência destes profissionais”, concluiu.

A coordenadora estadual da BNCC da Undime-SC, Sonia Regina Fachini, também chamou a atenção para o papel dos educadores na construção do Currículo. “O trabalho de todos está representado no documento, que traz um retrato da educação catarinense”, disse.

O representante do Colegiado Estadual de Educação da Federação Catarinense de Municípios (Fecam), Maurício da Silva, salientou a parceria entre estados e municípios na elaboração do Currículo. “Essa articulação precisa ser multiplicada na etapa de implementação, que será ainda mais importante e trabalhosa”, ponderou.

Como foi feito

O documento foi escrito em regime de colaboração entre a Secretaria de Estado de Educação (SED), a União dos Dirigentes Municipais de Santa Catarina (Undime), o Conselho Estadual de Educação (CEE), a União Nacional de Conselhos Municipais de Educação (UNCME) e a Federação Catarinense de Municípios (Fecam). Também contou com a participação de professores e com uma consulta pública.

O Currículo foi norteado pela Base Nacional Comum Curricular do MEC, que estabelece conhecimentos, competências e habilidades para que os estudantes desenvolvam ao longo da escolaridade básica.

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 Foto: Divulgação/ SED

Com objetivo de mobilizar e conscientizar sobre a importância do Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil, estudantes da rede estadual participaram da Feira de Aprendizagem realizada nas regiões de Itajaí, São Bento do Sul, Rio do Sul, Videira e Tubarão nesta quarta-feira, 12.


Foto: Divulgação / EEB Julia Miranda de Souza

Se colocar no lugar do outro. Assim que os alunos do 2º ano do Ensino Médio da EEB Julia Miranda de Souza, em Navegantes, interpretaram como vivem autistas após a criação de uma sala sensorial, que simula alguns sentidos como o tato e a audição. Além da participação de aproximadamente de 900 estudantes, a atividade foi atração para comunidade escolar envolvendo visitas de familiares e profissionais da área da saúde.

A iniciativa faz parte do projeto Meu Mundo Azul e foi trabalhada de modo interdisciplinar envolvendo aulas de artes, sociologia, educação física e língua portuguesa. Por meio de apresentações e demonstrações práticas, os estudantes receberam orientação e também foram avaliados pelos professores de cada disciplina.

“Tentamos enxergar como essas pessoas autistas se sentem, mesmo tendo características e, às vezes, até limitações. Por exemplo, ficou mais claro para mim como podemos viver no mesmo mundo de maneiras diferentes”, conta a aluna e também uma das idealizadoras do projeto, Nicoly Cipriano.

Para demonstrar o nível de sensibilidade dos autistas, foi preparada uma sala com atividades envolvendo toque de gelo e pena. Também foi realizada apresentação com tom alto de chocalho, pandeiro e tambor intensificando o barulho para a demonstração da sensibilidade auditiva.

Segundo a professora do Atendimento Educacional Especializado da escola e orientadora da atividade, Ruth de Cássia Rodrigues, o objetivo foi conhecer e compreender as características dos autistas. “A ideia partiu dos próprios alunos, por terem uma colega com autismo. Foi emocionante ver a participação deles e o mais legal foi que conseguiram entender a realidade do colega, entendendo como uma questão de respeito”, explica.


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Em continuidade à abertura de cursos do Programa de Bolsas Universitárias de Santa Catarina (Uniedu), a Secretaria de Estado da Educação (SED) está com editais abertos para o credenciamento das Instituições de Ensino Superior. São 1.620 bolsas que contemplam cursos de Licenciatura e Especialização. O prazo termina no próximo dia 22 de junho.

Conforme o diretor de Políticas e Planejamento Educacional da SED, Altir Webber de Mello Neto, para participar do processo, as instituições devem ser credenciadas pelo Ministério da Educação, possuir sede em Santa Catarina e já ofertar cursos de graduação. “Nosso objetivo é ampliar cada vez mais o acesso dos estudantes catarinenses ao Ensino Superior. O empenho foi voltado a entender o cenário estadual e suprir necessidades regionais”, enfatiza.

Para os cursos de Inglês, Química e Física, está garantida a oferta de 910 bolsas. Outras 200 serão para habilitação em Pedagogia, destinadas às comunidades Quilombolas, Indígenas Kaigang (Aldeia Kondá) e Laklãnõ Xokleng (Terra Indígena Ibirama Laklãnõ).

Novos cursos em SC

A oferta das Especializações em Inovação na Educação e Educação e Segurança Humana totaliza 510 vagas. Os novos cursos são propostas da equipe da SED, com base nas linhas de trabalho da nova gestão direcionadas ao fomento do empreendedorismo, inovação e ambiência escolar.

Conforme anunciado em maio pelo governador Carlos Moisés e pelo secretário de Estado da Educação, Natalino Uggioni, em 2019 o Uniedu recebe aporte de R$ 204 milhões, sendo R$ 110 milhões já investidos no primeiro semestre. As bolsas incluem cursos de Graduação, Licenciatura, Especialização, Mestrado e Doutorado. O processo de credenciamento dos cursos de Mestrado e Doutorado está previsto para início de julho.

Confira as vagas por região

Cursos de Inglês, Física e Química 

REGIÃO

INGLÊS

     FÍSICA

    QUÍMICA

    TOTAL

Blumenau

 

35

 

35

Brusque

35

35

35

105

Campos Novos

35

   

35

Criciúma

 

35

 

35

Florianópolis

35

35

35

105

Ibirama

35

35

 

70

Itajaí

35

35

35

105

Ituporanga

35

   

35

Jaraguá do Sul

35

   

35

Joaçaba

 

35

35

70

Joinville

35

35

 

70

Laguna

35

   

35

São Bento do Sul

   

35

35

Timbó

35

35

 

70

Tubarão

35

   

35

Videira

35

   

35

TOTAL

420

315

175

910

 Curso de Licenciatura Quilombola - Habilitação Pedagogia

Comunidade de Remanescente
dos Quilombos a ser atendida

    Município

     Região

Número máximo 
de bolsas

 

Areias Pequenas e Itapocú

Araquari

Joinville

40

 
 

Beco do Caminho Curto

Joinville

 

Tapera

São Francisco
do Sul

São Francisco
do Sul

30

 

Toca e Santa Cruz

Paulo Lopes

Garopaba

35

 
 
 

 Curso de Licenciatura Indígena Kaingang – Habilitação Pedagogia

Povo Indígena

Comunidade a
ser atendida

Município de oferta
do curso

Número máximo
de bolsas

Kaingang

Aldeia Kondá

Chapecó

50

Curso de Licenciatura Indígena Xokleng – Habilitação Pedagogia

Povo Indígena

Comunidade a
ser atendida

Município de oferta
do curso

Número máximo
de bolsas

Laklãnõ Xokleng

   Terra Indígena
   Ibirama Laklãnõ

     Ibirama

 45

 Curso de Pós-Graduação Lato Sensu - Especialização em Educação e Segurança Humana

Regiões 

Número 
de Bolsas

Blumenau

22

Chapecó

22

Criciúma

22

Joinville

22

Grande
Florianópolis

22

 Curso de Especialização em Inovação na Educação

Regiões 

Nº de Bolsas

Araranguá

25

Campos Novos

25

Concórdia

25

Curitibanos

25

Itajaí

25

Jaraguá do Sul

25

Joaçaba

25

Lages

25

Mafra

25

Maravilha

25

Rio do Sul

25

São Lourenço do Oeste

25

São Miguel do Oeste

25

Tubarão

25

Videira

25

Xanxerê

25

Saiba tudo sobre o Uniedu neste site. 

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 Fotos: Peterson Paul/ Secom

O governador Carlos Moisés garantiu ao reitor da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), Marcus Tomasi, que todos os recursos necessários para o custeio e para os investimentos já planejados na instituição de ensino superior estão assegurados, mesmo com a proposta de reduzir o percentual de repasse aos poderes, prevista no projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). O assunto foi discutido na manhã desta segunda-feira, 20, na Casa d'Agronômica, em Florianópolis.

De acordo com o governador, a previsão de incremento da arrecadação do Governo do Estado para 2019 é superior a 10%, mesma proporção da redução do duodécimo, que passaria de 2,49% para 2,24%. "Nosso objetivo é garantir recursos para os investimentos nas áreas essenciais para os catarinenses, sem que haja excessos de sobras com os poderes. O dinheiro público precisa ser usado a favor do cidadão", afirma Moisés.

Durante a reunião, o reitor destacou a importância da Udesc para o ensino superior e a pesquisa em Santa Catarina. Moisés reiterou que não apenas a universidade, mas todos os poderes terão plenas condições de exercer na íntegra suas atividades, sem prejuízos. "Todos os gestores públicos precisam fazer o dever de casa e melhorar a gestão, assim como estamos fazendo no Executivo e como os catarinenses fizeram em suas casas durante a crise econômica", destaca o governador.

Investimento em áreas essenciais

Pela proposta do Governo do Estado, a projeção é que haja aproximadamente R$ 400 milhões a mais para investimento em áreas essenciais como saúde, segurança, infraestrutura e educação. O projeto recebeu apoio de entidades da sociedade civil organizada.

"O Tesouro é um só, o do Estado. Precisamos priorizar os gastos, decidir se queremos gastar mais com quem exerce o poder ou mais com o cidadão. Nós estamos do lado dos catarinenses, e acredito que os deputados também estarão", frisa Moisés.

O projeto da LDO está na Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc). Atualmente, 21,88% da Receita Líquida Disponível do Estado é repassada à Alesc, Tribunal de Justiça, Tribunal de Contas do Estado, Ministério Público de Santa Catarina e Udesc. Pelo projeto, esse percentual seria reduzido a 19,69%.

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Renan Medeiros
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Em 13 de junho, o Observatório do Ensino Médio em Santa Catarina (Oemesc), ligado à Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), fará um ano de existência. O objetivo do Oemesc é compreender o ensino médio catarinense, sobretudo o de caráter público estadual. Coordenado pelo professor Norberto Dallabrida, do Centro de Educação a Distância da Udesc (Cead), o observatório realiza, a cada semestre, uma jornada de estudos sobre o ensino médio no Estado, contextualizada em níveis nacional e global.

A primeira das jornadas foi realizada pela universidade em junho de 2018, a segunda ocorreu em outubro do mesmo ano, e a mais recente teve programação em maio de 2019.

A próxima jornada do Oemesc ocorrerá em 8 de novembro, na Universidade Regional de Blumenau (Furb). De acordo com Dallabrida, a programação do evento prevê a realização de palestras e mesas-redondas sobre escolhas dos jovens no ensino médio, propostas curriculares e formação de professores.

Para Dallabrida, "o fato de as jornadas do Oemesc serem itinerantes tem contribuido muito para fomentar o debate sobre o ensino médio em diversas regiões de Santa Catarina. De outra parte, este fato indica que o observatório trabalha em rede, envolvendo diversas universidades catarinenses."

Editoriais mensais

Mensalmente, o Oemesc publica no seu site um editorial sobre questões do ensino médio. Escritos por pesquisadores que compõem o observatório, os textos abordam as principais questões relacionadas à etapa final da educação básica.

Mais informações sobre o Oemesc podem ser obtidas pelo e-mail ensinomedioemsc@gmail.com e pelo site.

Assessoria de Comunicação da Udesc
E-mail: comunicacao@udesc.br
Telefones: (48) 3664-7935/8010

Maria Cristina Bertinetti/SED

Os alunos do 6ª ano da Escola de Educação Básica Hilda Teodoro Vieira, no bairro Trindade, em Florianópolis, receberam nesta semana um conjunto de materiais para aprender linguagem computacional. Um manual didático e a placa programável BBC Micro:bit, desenvolvida pela Micro:bit Educational Foundation, da BBC, de Londres, fazem parte do kit fornecido pelo projeto de pesquisa Inventura Experience, criado na Inglaterra e implementado na Dinamarca e no Brasil.

06 06a Ações de gestão e inovação da SED são apresentadas em evento do FNDE Foto: Oswaldo Nocetti/ SED

A Secretaria de Estado da Educação (SED) apresentou parte de suas ações de gestão e inovação para cerca de 700 representantes municipais, participantes do evento Mais Brasil – FNDE em Ação Pela Educação, realizado nesta semana em Florianópolis. Na palestra Gestão e Inovação na Educação, na terça-feira, 4, o secretário Natalino Uggioni destacou a gestão da SED para obter os melhores resultados, fundamentada em objetivos, metas e indicadores para todas as ações, no comprometimento dos profissionais e na liderança.