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Fotos: James Tavares / Secom

O município de Lages, na Serra Catarinense, foi o penúltimo visitado nesta terça-feira, 6, pelo governador Raimundo Colombo, para avaliar os estragos causados pelas chuvas. Durante encontro com o prefeito de Lages, Antônio Ceron, na sede municipal da Defesa Civil, foi relatada, ao governador, a situação atual da cidade que acumulou 160 milímetros de chuvas em 24 horas causando deslizamentos de terra, enxurradas e inundações, além de deixar famílias desalojadas e desabrigadas.

“Aqui em Lages estão chegando todos os kits da Defesa Civil. A malha viária está comprometida e precisa que as águas baixem para imediatamente se tomar as medidas. Com todo esse volume de chuva, realmente o estrago é grande. O município de Lages é o maior em extensão territorial do Estado. Então agora é esperar a água baixar e reconstruir tudo. O povo catarinense é forte, trabalhador, sabe superar essas dificuldades e sobretudo, ele é solidário”.

Foram 7,5 mil pessoas afetadas na cidade, sendo 406 desabrigados, que foram para seis abrigos da cidade. Os bairros mais atingidos por inundações foram Universitário, Ferrovia, Bom Jesus, Vila Nova, Caça e Tiro, Habitação, Várzea, Caravágio e Cruz de Malta. Por enxurrada foram Guarujá, Vila Esperança, Tributo, Pisani, Santa Helena, Centro, Sagrado Coração de Jesus, São Sebastião, São Vicente e Gethal.



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Sobre a situação, Colombo explicou que o rio que corta a cidade, chamado de Carahá, é represado pelo rio Caveiras e que é necessário obras para melhorar o escoamento das águas. “Aqui em baixo do rio ele tem duas alças que limitam o escoamento das águas. Uma alça já foi eliminada, por isso ele está dando uma resposta mais rápida do que dava há 20 anos atrás. Mas ainda tem uma outra que precisa fazer um canal de um quilômetro na rocha. Uma obra cara que ainda depende de projeto atualizado, mas seria a forma de dar agilidade no escoamento da água”.

Colombo destacou a importância do Fundo da Defesa Civil para auxiliar as pessoas em casos de catástrofes. “Temos um fundo, que foi criado em 2011. Esse dinheiro está disponível e é com ele que nós estamos operando e entregando tudo que, nesta fase, é necessário”.

Depois do encontro a comitiva visitou áreas atingidas pela enchente nos Bairros Várzea e Caça e Tiro, seguindo para o município de Correia Pinto, também atingido pelas enchentes. Conversou com o prefeito Celso Rogério para saber da situação atual, onde 270 pessoas foram atingidas, com 210 desalojadas e 88 desabrigadas. O secretário executivo da ADR Lages, João Alberto, acompanhou as visitas.

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Rafael Vieira de Araújo 
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