Foi aprovado na reunião do Conselho Estadual de Cultura (CEC) da última terça-feira, 5, o registro da Festa do Divino Espírito Santo do Centro de Florianópolis como Patrimônio Cultural Imaterial de Santa Catarina. O festejo popular organizado pela Irmandade do Divino Espírito Santo (Ides), que existe desde 1775 de maneira ininterrupta, completou 242 anos em 2017. Tem como local de celebração religiosa a Capela do Divino, enquanto os festejos populares são realizados na Praça Getúlio Vargas, situada em frente à Capela, no Centro da Capital.

O pedido de registro foi feito pela Ides à Fundação Catarinense de Cultura (FCC) em maio deste ano. Após análise do processo, a Diretoria de Preservação do Patrimônio Cultural da FCC aprovou o registro e enviou à apreciação do CEC. O registro será concedido definitivamente após o prazo para manifestações em contrário, que vai até o dia 27 de dezembro.

Esta é a segunda manifestação cultural que recebe o registro de Patrimônio Cultural Imaterial de Santa Catarina. A primeira, foi a Procissão do Senhor Jesus dos Passos, promovida há 251 anos pela Irmandade do Senhor Jesus dos Passos de Florianópolis. De acordo com a diretora de Patrimônio Cultural da FCC, Vanessa Pereira, há ainda outros pedidos de registro em andamento na diretoria, sendo que três deles estão em fases mais adiantadas e devem ter um desfecho já em 2018: o Queijo Serrano de Lages; a Pesca de Tainha com Auxílio de Botos, em Laguna; e o Cacumbi de Itapocu, em Araquari.

Sobre a Festa do Divino de Florianópolis

A celebração da Festa do Divino é considerada um dos eventos religiosos cristãos mais expressivos dentre inúmeros praticados no Estado. Tanto em razão da sua longevidade quanto da imensa devoção dos fiéis e da grande participação popular. As festas do Divino entrelaçam a fé à Terceira Pessoa da Santíssima Trindade. Além de diversas comunidades de Florianópolis, outras cidades catarinenses também contam com os festejos, como Penha, Barra Velha, Itajaí, Camboriú, Laguna, Imbituba, Jaguaruna, Santo Amaro da Imperatriz, São José, Palhoça, Biguaçu, Garopaba, Tijucas, Tubarão, Lages, São Joaquim e Blumenau, notadamente, em sua maioria, aquelas de grande influência do povoamento açórico-madeirense.

Em Florianópolis, a celebração chegou junto com os colonizadores açórico-medeirenses, entre os anos de 1748 e 1756. As mais antigas referências sobre a existência da Irmandade do Divino Espírito Santo (Ides) e a realização da festa na cidade datam de 1773, ano da instituição da Irmandade do Divino Espírito Santo da Paróquia Nossa Senhora do Desterro e de 1776, ano da primeira Festa do Espírito Santo. Somente em 1806 aconteceu a primeira Festa com coroação, sendo coroado o açoriano Capitão Manoel Francisco da Costa.

O período de ocorrência da celebração é sempre o tempo de Pentecostes, cuja data mais relevante se dá exatamente 50 dias depois do domingo de Páscoa e a sete dias do ato litúrgico da Ascensão de Jesus; é o domingo de Pentecostes. Neste dia, ocorre a coroação do Imperador, figura onipresente em todas as festas do Divino, e a missa solene da coroação.

Nesses 242 anos de realização da Festa do Divino Espírito Santo organizada pela IDES, a liturgia, salvo transformações tecnológicas, manteve-se inalterada na sua essência, caracterizando-se por novenas, tríduos, missa solene com coroação, entonação do hino "veni creator spiritus, te-deum" e bênçãos.

Informações adicionais para imprensa
Fernanda Peres
Assessoria de Comunicação Fundação Catarinense de Cultura
Telefone: (48) 3664-2571
E-mail: imprensa@fcc.sc.gov.br
Site: www.fcc.sc.gov.br
Twitter: www.twitter.com/fccoficial
Facebook: www.facebook.com/FundacaoCatarinensedeCultura

Estão abertas as inscrições para a palestra Fotografia Básica que a Fundação Catarinense de Cultura (FCC) oferecerá gratuitamente nos dias 20 e 21 de dezembro, das 9h às 11h, no Cinema do Centro Integrado de Cultura (CIC). Interessados devem se inscrever preenchendo o formulário disponível on-line https://goo.gl/forms/HaALblrsnTZDRVgf2

A palestra será ministrada pelo fotógrafo Sérgio Sakakibara, professor das Oficinas de Arte do CIC. Serão oferecidas 135 vagas preenchidas conforme a ordem de inscrição. Não há pré-requisitos para participar do encontro.

Sakakibara vai falar sobre noções básicas de fotografia com câmeras compactas e celulares. Entre os temas abordados estão: o que é fotografia; noções de luz e cor; controles básicos em dispositivos automáticos; descarga no computador; pequenos ajustes na imagem; armazenamento, compartilhamento e impressão; exemplos de fotografias; imagens de alguns fotógrafos.

Serviço:
O quê: Palestra Fotografia Básica
Ministrante: Sérgio Sakakibara
Inscrições: https://goo.gl/forms/HaALblrsnTZDRVgf2
Quando: 20 e 21 de dezembro, das 9h às 11h
Local: Cinema do Centro Integrado de Cultura (CIC)
Av Gov Irineu Bornhausen 5600 - Agronômica - Florianópolis- SC
Informações: (48) 3664-2636
Participação gratuita

Informações adicionais para a imprensa
Fernanda Peres
Assessoria de Imprensa 
Fundação Catarinense de Cultura - FCC
E-mail: fernanda@fcc.sc.gov.br
Fone: (48) 3664-2571/ 98802-1822
Site: www.fcc.sc.gov.br

Começa no próximo sábado, 9, a programação do Estação Cultural, projeto itinerante da Fundação Catarinense de Cultura (FCC) que levará oficinas e apresentações artísticas a até 50 cidades de Santa Catarina. Na primeira etapa, os municípios de Ituporanga, Quilombo, São Lourenço do Oeste e Lages vão receber os espetáculos que terão entrada gratuita.

Cada cidade terá uma apresentação artística, como teatro, música e circo e ocorrerá em praças e teatros. A FCC se encarrega da seleção dos projetos e contratação das atrações, tendo os municípios como parceiros na divulgação das ações e disponibilização de espaços, datas e horários para as apresentações. Das cinco ações iniciais, três se concentrarão no sábado, 9, e domingo, 10, ficando para Lages, no dia 16, o encerramento da primeira etapa.

Para a seleção das atrações, foram levadas em consideração aquelas com melhor classificação no edital promovido pela FCC, também, a disponibilidade dos municípios em receber as atividades. Os demais projetos que foram selecionados serão incluídos em agenda, que tem execução prevista para 2018. ”O Estação é um projeto de circulação, integração e de estímulo à produção cultural catarinense. São mais de 150 projetos selecionados, mobilizando todas as regiões catarinenses, levando as mais variadas formas de expressão artísticas e também de conhecimento, por meio de oficinas. O que o projeto busca é a valorização do nosso artista, da sua produção e também a formação de público no Estado”, explica o presidente da FCC, Rodolfo Joaquim Pinto da Luz.

O projeto da Fundação Catarinense de Cultura ocorrerá em até 50 municípios de Santa Catarina. A iniciativa é embrião de uma política pública que visa à democratização do acesso às atividades culturais, com atrações de abrangência estadual. 

Inicialmente programado para ser executado em outubro deste ano, o Estação Cultural sofreu alterações em seu cronograma orçamentário, de seleção e qualificação dos projetos, culminando com o lançamento em dezembro de 2017 e realização ao longo de 2018. “Em virtude dessas alterações, trabalhamos com a construção de um novo calendário que concilie a disponibilidade de agenda de artistas, oficineiros e dos municípios a serem atendidos”, adianta o presidente da FCC.

O piloto do projeto, intitulado Verão Cultural, ocorreu no Centro Integrado de Cultura, em Florianópolis, em janeiro e fevereiro de 2017. O projeto atingiu um público de aproximadamente 21 mil pessoas.

Programação Estação Cultural 2017

Cidade: Ituporanga
Data: 09/12/2017
Horário: Das 9h às 12h
Local: Praça Frei Gabriel - Centro
Atração: “Coisas que fazem o coração correr mais rápido”. Nesta intervenção artística, a atriz Paula Bittencourt oportuniza aos participantes – de forma confidencial – recordações importantes de suas vidas. Durante a performance, a atriz fica caracterizada com a personagem “Velha”, permanecendo por três horas dentro da casinha, onde o público é convidado a entrar, de forma individual, em seu mundo e compartilhar de um universo lúdico, sendo a única coisa que importa é dividir “o afeto e as coisas que fazem o coração correr mais rápido”. Vencedor do Prêmio Funarte Artes na Rua 2013, o espetáculo estreou em dezembro de 2014 em Florianópolis e, desde então, já realizou mais de 34 apresentações em diferentes cidades catarinenses.

Cidade: Quilombo
Data: 10/12/2017
Horário: 20h
Local: Praça Municipal Helio Antônio Farezin - Centro
Atração: “La Conquista - A Conquista da Prima Vera”, da Cia Dalecirco. O casal de palhaços Pitucada Rosa e Chico Chan apresenta seu repertório repleto de habilidades circenses, mas isso é só um pretexto para uma sequência de situações raras e hilárias que parece não ter fim. As personalidades dos dois vão se modificando, renovando a atenção do espectador de tal maneira que parece que a apresentação acaba de começar. A participação ativa do público traz ao espetáculo a expansão do novo, mágico, e exclusivos momentos, vivenciados com intensidade e entrega. Com seus jogos cômicos, demonstram a bagagem adquirida pela dupla nesses seis anos de realizações, nos quais, sem querer contar uma historia, retratam a vida a partir do olhar do palhaço e sua lógica de fazer rir e refletir

Cidade: São Lourenço do Oeste
Data: 10/12/2017
Horário: 20h30
Local: Teatro Professor Arno Ignácio Etges - Anexo ao Centro de Eventos Luiz Henrique da Silveira
Atração: “A Mariana e a Benzedeira da Ilha”, da Cia Sandra Baron. Espetáculo de teatro de formas animadas inspirado nas narrativas de homens e mulheres sobre bruxas e benzedeiras, onde a cultura açoriana apresenta de um lado a mulher que faz o bem, que cura, que reza e de outro a mulher que faz o mal, que ameaça, tão poderosa quanto, mas também feminina. Duas versões do feminino, como se ressalta nas narrativas locais, demonstrando um poder de domínio das mulheres. A concepção do espetáculo apresenta Ana Francisca, uma benzedeira interpretada por uma boneca de espuma em tamanho natural; Mariana, neta de Ana Francisca; Suzana, melhor amiga de Mariana e Zecão, pretendente de Mariana; todos interpretados pela atriz manipuladora Sandra Baron.

Cidade: Lages
Data: 16/12/2017
Horário: 20h
Local: Teatro Marajoara - Rua Presidente Nereu Ramos, 64 - Centro
Atração: Espetáculo “Imagens de Ópera”, do Grupo de Teatro O Dromedário Loquaz. Alicia Cupani (soprano) e Eugênio Menegaz (piano) apresentam o espetáculo/recital de árias interpretadas numa perspectiva lúdica e imaginária. Em seus aposentos, um jovem pianista conversa diretamente com o público, revelando sua paixão pela ópera. Este pianista narrador vai abordando aspectos importantes do gênero lírico de maneira simples e bem humorada. Com linguagem atual, vai recorrendo sobre a história da ópera, suas principais características, os compositores, os enredos, os personagens, as vozes, entre outros temas. À medida que os assuntos vão se desenvolvendo, a soprano interpreta diversas árias, com sutis mudanças de figurino e adereços, para ilustrar cada tema tratado.

Informações: (48) 3664-2556/ 3664-2636
E-mail: estacaocultural@fcc.sc.gov.br

Informações adicionais para a imprensa
Fernanda Peres
Assessoria de Imprensa 
Fundação Catarinense de Cultura - FCC
E-mail: fernanda@fcc.sc.gov.br
Fone: (48) 3664-2571/ 98802-1822
Site: www.fcc.sc.gov.br



F
oto: Tatina Tomazini / FCC

A Fundação Catarinense de Cultura (FCC), por meio da Gerência de Pesquisa e Tombamento da Diretoria de Preservação do Patrimônio Cultural, divulgou o resultado da pesquisa realizada entre os dias 21 de setembro e 8 de outubro sobre o patrimônio cultural, mais especificamente os bens tombados, do município de Urussanga, no Sul de Santa Catarina. O questionário contou com 213 respostas de pessoas de variadas faixas etárias, sendo a mais representativa entre 26 e 40 anos, que correspondeu a 48% dos participantes.

Confira um resumo dos resultados

O objetivo do projeto, do qual a pesquisa faz parte, é lançar um novo olhar sobre o patrimônio cultural catarinense. O projeto piloto em Urussanga vai promover o estudo específico de preservação de conjunto urbano/arquitetônico dos bens já tombados pelo Governo do Estado. A partir daí será desenvolvido um projeto que subsidie uma normativa clara de intervenção nestas áreas, deixando os processos mais transparentes, e que ao mesmo tempo permita uma proteção patrimonial mais efetiva.

Resultados

A proposta do questionário foi compreender como a população residente e não residente de Urussanga percebe seus espaços, seus elementos construídos e naturais, e se existem dificuldades ou necessidades diante de tais elementos. A partir dele é possível embasar tal projeto-piloto de requalificação das edificações históricas da cidade.

A palavra mais citada na questão que solicitava que fossem elencadas as três palavras que melhor referenciavam a cidade foi vinho, remetendo à forte conexão que a cidade possui com a produção e comercialização do produto tradicional da região. As demais palavras relacionam-se também ao patrimônio histórico cultural material e imaterial da cidade tais como: cultura, Itália, história" e tradição.

Entre ambientes edificados de importância coletiva, foram citados os casarões históricos ao redor da Praça, a própria Praça Anita Garibaldi, a Igreja Matriz Nossa Senhora da Conceição. Percebe-se que tais edificações segundo as respostas recebidas, de alguma forma estão desvalorizadas, não sendo utilizados da maneira mais adequada a todos os possíveis usuários. Novos usos para as edificações foram propostos pela população e também novos horários de utilização e programações especiais, como shows e eventos, o que remete a um potencial econômico latente voltado à prestação de serviços ligados ao lazer, cultura e gastronomia.

Essa consulta foi extremamente relevante para que a equipe de técnicos da FCC pudesse entender a importância da identidade local para a população, e ajudará a tomar importantes decisões quanto às diretrizes de intervenção para edificações tombadas.

A experiência adquirida em Urussanga, através do projeto piloto, servirá de base para o desenvolvimento de uma metodologia de trabalho a ser aplicada futuramente nas demais cidades do Estado, uma nova política de preservação do patrimônio cultural catarinense. 

Informações adicionais para a imprensa
Fernanda Peres
Assessoria de Imprensa 
Fundação Catarinense de Cultura - FCC
E-mail: fernanda@fcc.sc.gov.br
Fone: (48) 3664-2571/ 98802-1822
Site: www.fcc.sc.gov.br


Fotos: Rafael Paulo/SAI

O bailarino e coreógrafo russo Vladimir Vasiliev recebeu, nesta sexta-feira, 1º de dezembro, a Medalha do Mérito Governador Luiz Henrique pela sua contribuição para a instalação da Escola do Teatro Bolshoi no Brasil em Santa Catarina. A homenagem foi entregue pelo secretário de Assuntos Internacionais, Carlos Adauto Virmond, na sede da instituição em Joinville.

“A Escola do Teatro Bolshoi no Brasil representa uma ponte que ligará para sempre Rússia a Santa Catarina e a Joinville. Temos muito orgulho no Governo do Estado por Santa Catarina sediar a Escola fora da Rússia”, disse Virmond.

Considerado no mundo do balé como o “Deus da Dança”, Vasiliev agradeceu a homenagem enaltecendo o trabalho da Escola para a divulgação do balé no Brasil. “Essa homenagem entendo como homenagem conjunta a todos os colaboradores da Escola ao longo dos anos. Muitos formados [na Escola] estão espalhados pelo muito inteiro trazendo glória para a Escola e para o Brasil, hoje famoso não só pelo futebol, mas também pelo seu balé”.

Joinville - Medalha homenageia bailarino que ajudou a trazer o Bolshoi para o Brasil

A Escola do Teatro Bolshoi no Brasil funciona em Joinville desde o ano 2000. “A escola se tornou um rio florescente que une o Brasil, a Rússia e o mundo”, classificou Vasiliev. O presidente da Escola do Teatro Bolshoi no Brasil, Valdir Steglich, concorda com a visão de coreógrafo russo. Steglcih destacou que a instituição “tanto orgulha as relações das duas nações”.

A Medalha do Mérito Governador Luiz Henrique da Silveira foi criada pela Secretaria Executiva de Assuntos Internacionais em 2015. “Esta é a sexta medalha que entregamos para aqueles que engrandecem as relações internacionais de Santa Catarina”, lembrou o secretário Virmond, que narrou o processo conduzido pelo governador Luiz Henrique e por Vasiliev entre 1996 e 1999, culmindando com a instalação da Escola na cidade catarinense.

Em 1996, o Cia. Do Teatro Bolshoi se apresentou no Festival de Dança de Joinville. Na ocasião, Luiz Henrique da Silveira se aproximou de Vasiliev, então diretor do balé na Rússia. Após três anos de conversas, os catarinenses superaram americanos e japoneses de conseguiram conquista a fial da escola. “Se não fosse por Luiz Henrique da Silveira, hoje não estaríamos aqui. Ele e vocês deram uma vida para muitas gerações de bailarinos”, recordou Vasiliev. A viúva de Luiz Henrique da Silveira, Ivete Apel da Silveira, também participou da homenagem.

Mais informações para a imprensa:
Rafael Paulo
Assessoria de Comunicação
Secretaria Executiva de Assuntos Internacionais
E-mail: rafael@sai.sc.gov.br
Fone: (48) 3665-2214 / 99952-4504

Dando continuidade às comemorações dos 156 anos de nascimento do poeta João da Cruz e Sousa, o Museu Histórico de Santa Catarina promove no dia 5 de dezembro, às 18h, uma Conversa no Museu, com as curadoras e os artistas das exposições Dizer e Ver Cruz e Sousa e Abalo. A entrada é gratuita.

Haverá também apresentações artísticas com performance do artista Franzoi; poemas recitados pelo ator João Batista Costa (JB); e as versões musicais cantadas pelo músico Pepê Machado.

A exposição “Dizer e Ver Cruz e Sousa” segue aberta até 10 de dezembro, na Sala Martinho de Haro. A coletiva reúne obras de 29 artistas, como Cássia Aresta, Carlos Asp, Raquel Stolf, Diego de Los Santos, Sandra Alves, Rubens Oestroem, Silvana Leal, Pedro Driin, e que dialogam com aspectos da vida e obra do simbolista. A curadoria é das professoras do Centro de Artes (Ceart) da Udesc Rosângela Cherem e Juliana Crispe.

Já Abalo é uma intervenção artística nos jardins do Palácio Cruz e Sousa que vai até 4 de março de 2018. Tendo à frente 16 artistas, entre elas Andreza Guerner, Rosana Bortolin, Marta Martins e Anete George, a mostra consiste em duas instalações: uma com troncos de madeira e outra com tijolos. Na primeira, os troncos exibirão colagens e trechos de poemas do simbolista para construir uma espécie de “paisagem humana do Brasil”. A segunda terá como matéria-prima tijolos de cerâmicas que trarão impressos palavras extraídas dos poemas “Livre!”, “Litania dos Pobres”, “Tortura Eterna” e “Invulnerável”. Cada tijolo representará uma palavra e eles serão colocados nos jardins do palácio para que sejam manipulados pelo público, formando novos versos.

Serviço:

O quê: Conversa no Museu sobre as exposições Dizer e Ver Cruz e Sousa e Abalo
Quando: 5 de dezembro, às 18h
Onde: Museu Histórico de Santa Catarina - Sediado no Palácio Cruz e Sousa
Praça XV de Novembro - Centro - Florianópolis (SC)
Entrada gratuita
Mais informações: (48) 3665-6363
Evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/132217194129253/

Informações adicionais para a imprensa
Fernanda Peres
Assessoria de Imprensa 
Fundação Catarinense de Cultura - FCC
E-mail: fernanda@fcc.sc.gov.br
Fone: (48) 3664-2571/ 98802-1822
Site: www.fcc.sc.gov.br


Obra Macunaiara, de Fernando Lindote. Foto: Reprodução

Em visita a Florianópolis para acompanhar os vencedores do 6º Prêmio Marcantonio Vilaça para as Artes Visuais, Marcus Lontra - coordenador do prêmio - se reunirá com o artista Fernando Lindote e o curador Josué Mattos, ambos ganhadores da edição 2017, no Museu de Arte de Santa Catarina (Masc), para um debate aberto sobre as próximas etapas do evento. O encontro será na próxima quarta-feira, 6, às 19h, com entrada gratuita.

Na ocasião, Lontra fará uma apresentação sobre a história deste que é considerado o principal prêmio de artes visuais do Brasil. Fernando Lindote e Josué Mattos apresentarão suas respectivas pesquisas, desenvolvidas para as exposições do Prêmio, que ocorrerão a partir de março de 2018 em Goiânia, Rio de Janeiro, Fortaleza e Porto Alegre.

Sobre os participantes

Marcus Lontra é crítico de arte e curador independente. Foi diretor dos Museus de Arte Moderna, de Brasília, do Rio de Janeiro e de Recife. Foi curador, entre outras, das mostras: “Como vai você, geração 80?” (junto com Sandra Magger e Paulo Roberto Leal); “Infância perversa”, no MAM- RJ. Atualmente é curador da exposição “Amélia Toledo: lembrei que esqueci”.

Fernando Lindote é artista visual. Faz uso de diversas linguagens em seu trabalho – instalações, performances, pintura, fotografia, vídeo, desenho e escultura. Já expôs individualmente, entre outros espaços, no Centro Cultural Banco do Brasil no Rio de Janeiro; Instituto Tomie Ohtake (SP) e MAM - Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.

Josué Mattos é diretor e curador do Masc. Graduou-se em História da Arte e Arqueologia na Université Paris X Nanterre e concluiu mestrados em História da Arte contemporânea (Paris X) e Práticas Curatoriais (Paris I Panthéon-Sorbonne). A convite do Sesc Sorocaba, concebeu o projeto “Frestas - Trienal de Artes” e assumiu a curadoria da primeira edição.

Informações adicionais para a imprensa
Fernanda Peres
Assessoria de Imprensa 
Fundação Catarinense de Cultura - FCC
E-mail: fernanda@fcc.sc.gov.br
Fone: (48) 3664-2571/ 98802-1822
Site: www.fcc.sc.gov.br

O secretário de Estado de Assuntos Internacionais, Carlos Adauto Virmond Vieira, entrega a Medalha do Mérito Governador Luiz Henrique da Silveira ao coreógrafo russo Vladimir Vasiliev pela sua contribuição na instalação da Escola do Teatro Bolshoi no Brasil, localizada em Joinville e a única filial do renomado balé fora da Rússia. A entrega ocorrerá nesta sexta-feira, 1º de dezembro, às 10h30, na sede da Escola em Joinville.

"A Medalha é uma homenagem pela contribuição que o coreógrafo Vladimir Vasiliev deu à cena cultural do nosso estado. A Escola do Teatro Bolshoi no Brasil nos orgulha muito não só pelo alto nível do trabalho que é realizado, descobrindo e lapidando talentos, mas por todo o projeto social que acompanha este trabalho”, comentou o governador Raimundo Colombo.

Criada pela Secretaria Executiva de Assuntos Internacionais em 2015, a Medalha do Mérito Governador Luiz Henrique da Silveira é destinada a pessoas e instituições que deram contribuições de valor para as relações internacionais de Santa Catarina. “Vasiliev é considerado um dos patronos fundadores da Escola do Teatro Bolshoi, um dos cases de maior sucesso em relações internacionais do Governo do Estado”, lembrou o secretário Virmond. “Nada mais justo do que homenageá-lo com uma medalha com o nome do ex-governador Luiz Henrique da Silveira que liderou, do lado catarinense, a conquista do Bolshoi para Santa Catarina”, disse.

Para o presidente da Escola do Teatro Bolshoi do Brasil essa honraria endossa o trabalho da Escola Bolshoi e desse grande artista, na construção da Cultura no Estado e no país. “Vladimir Vasiliev junto com Luiz Henrique deixaram um legado cultural imensurável para o nosso país e um presente para nossas crianças brasileiras, que por meio da Escola Bolshoi, mudaram suas histórias, e além de uma profissão, conquistaram um aprendizado para toda a vida. E isso se deve a esses dois grandes incentivadores da arte”, comenta Valdir Steglich.

Currículo

Vladimir Vasiliev tem fama internacional como “Deus da Dança” e “Dançarino do Século”. Sua contribuição para o desenvolvimento da dança masculina no século 20 é considerada de valor inestimável. Após se formar pela Escola do Balé Bolshoi em 1958 juntou-se ao Balé Bolshoi e em breve virou a estrela. Após deixar o palco do Bolshoi em 1988 foi ativo como artista convidado em muitas companhias de balé expressivas. Durante quase 30 anos de sua carreira de 50 anos dançou para e com o Teatro Bolshoi.

Além de dançarino de balé, ao longo da carreira trabalhou como coreógrafo, diretor e professor. Entre 1986-1995 foi professor e chefe do Departamento Coreográfico do Instituto de Arte Teatral do Departamento de Estado. Vasiliev também foi diretor geral do Teatro Bolshoi. Como diretor geral, foi dele a palavra final para fundar uma escola do Balé Bolshoi no Brasil em 2000. Desde sua aposentadoria do Bolshoi em 2000 continuou sua atividade artística com coreógrafo visitante.

Mais informações para a imprensa:
Rafael Paulo
Assessoria de Comunicação
Secretaria Executiva de Assuntos Internacionais
E-mail: rafael@sai.sc.gov.br
Fone: (48) 3665-2214 / 99952-4504

Em dezembro, a Sessão Cinemática exibe o documentário Arpilleras: atingidas por barragens bordando a resistência sobre 10 mulheres das cinco regiões do país. A sessão ocorre no dia 13, às 19h, no Cinema do Centro Integrado de Cultura (CIC), com entrada gratuita. O projeto Sessão Cinemática é promovido pela Cinemateca Catarinense ABD-SC em parceria com o Museu da Imagem e do Som de Santa Catarina (MIS/SC).

A produção do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) foi finalizada em 2017 e assinada pelo Coletivo de Mulheres do MAB. Entre as personagens estão Claídes Kowald, antes moradora da linha Água Verde, interior de Marcelino Ramos, conta sua trajetória de atingida pela Hidrelétrica de Itá, em Santa Catarina. Ela foi uma das responsáveis pelo surgimento da Comissão de Atingidos por Barragens, hoje o MAB. Atualmente vivendo em Marmeleiro, no Paraná, Claídes sempre traz à pauta a fala: “Os sentimentos eles nunca irão indenizar”.

Arpilleras: atingidas por barragens bordando a resistência é um projeto de documentário que retrata histórias de mulheres atingidas por barragens no Brasil, através das arpilleras, uma técnica de bordado utilizada por mulheres chilenas para denunciar as violações cometidas pela ditadura militar no país. O longa-metragem tem foco em 10 mulheres atingidas residentes nas diferentes regiões do país. .

Após a exibição do filme, haverá debate mediado pela diretora de comunicação da Cinemateca Catarinente, Cristine Larissa Clasen, e os convidados Adriane Canan (jornalista, feminista, roteirista e documentarista da equipe de produção do filme); Rodrigo Timm (militante do MAB - SC, formado em Direito pela UFSC e membro do Coletivo DH do MAB Nacional); Schirley Azevedo (militante do Movimento de Mulheres Trabalhadoras Urbanas de Santa Catarina, assessora da bancada do Partido dos Trabalhadores na Alesc, fazendo a relação da bancada com o movimento sindical e movimentos sociais); e Elaine Sallas (militante, ativista, mestranda em Artes Cênicas da Universidade do Estado de Santa Catarina).

Serviço:

O quê: Sessão Cinemática - Arpilleras: atingidas por barragens bordando a resistência
Quando: 13/12/2017, às 19h
Onde: Cinema do Centro Integrado de Cultura (CIC)
Av. Governador Irineu Bornhausen, 5600 - Agronômica - Florianópolis (SC)
Entrada gratuita
Evento no Facebook

Informações adicionais para a imprensa
Fernanda Peres
Assessoria de Imprensa 
Fundação Catarinense de Cultura - FCC
E-mail: fernanda@fcc.sc.gov.br
Fone: (48) 3664-2571/ 98802-1822
Site: www.fcc.sc.gov.br



Foto: Márcio Henrique Martins / FCC

Literatura, música, teatro, dança, patrimônio, antropologia e gestão cultural foram as áreas representadas na entrega da Comenda do Mérito Cultural Cruz e Sousa de 2017, realizada na sexta-feira, 24, no cinema do Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis. A comenda é conferida pelo Conselho Estadual de Cultura (CEC) e Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte (SOL).

A honraria é um reconhecimento à personalidades do meio cultural em SC. Os homenageados de 2017 foram (da esquerda para a direita): Ilka Boaventura (antropologia), Roselaine Vinhas (gestão), Anna Lindner (patrimônio), Bia Mattar (dança), Alzemi Machado (patrimônio), Edla Van Steen (letras), Zenirma Martins (patrimônio) e Yonara e Reveraldo, do Grupo de Teatro Cirquinho do Revirado.

O presidente do Conselho, Marcondes Marchetti, destacou o processo de escolha dos agraciados, que contou com a participação da sociedade no levantamento inicial de nomes a serem homenageados. O método foi adotado pela primeira vez em 2016, sob a coordenação da então presidente do órgão, Roselaine Vinhas, uma das condecoradas neste ano exatamente na área de gestão cultural. Roselaine ocupa agora a função de secretária de Cultura de Chapecó. “Único município do estado a contar com uma pasta exclusiva para a cultura”, enfatizou Marchetti.

A cerimônia contou com a participação da Orquestra de Choro do Campeche, coordenada pelo bandolinista Geraldo Vargas, da cantora Maria Helena e do artista JB Costa, que deu vida ao poeta Cruz e Sousa e interpretou alguns de seus poemas.

Além dos membros do colegiado, estavam presentes o presidente da Fundação Catarinense de Cultura (FCC), Rodolfo Pinto da Luz, a presidente da Fundação Cultural de Florianópolis Franklin Cascaes, Roseli Pereira, o diretor de Políticas Integradas do Lazer da SOL, Amarildo Kanitz, familiares e amigos dos homenageados.

Agraciados de 2017

Alzemi Machado - Graduado em Biblioteconomia e mestre em Educação e Cultura pela Universidade do estado de Santa Catarina (UDESC), com formação técnica em encadernação e conservação de acervos pela FUCAT. Atualmente é coordenador técnico da Hemeroteca Digital da Biblioteca Pública de Santa Catarina. Foi militante estudantil e sindical nos anos 1980/90, além de atuar como conselheiro nos Conselhos dos Direitos da Criança e do Adolescente, de Assistência Social e de Política Cultural de Florianópolis. Fundador e coordenador do Fórum Setorial de Bibliotecas, foi secretário executivo da Comissão de Análise e Incentivo Cultural, parecerista de Cultura Popular na Fundação Franklin Cascaes e membro da Comissão de Organização e Acompanhamento do Prêmio Elisabete Anderle de Cultura/2014. É autor de livros e catálogos técnicos.

Anna Lindner Von Pichler - Nasceu em 1938, em Joaçaba, filha de imigrantes austríacos. Participa, desde 1961, do Lions Clube Joaçaba Centro e, em 1970, viabilizou a fundação da APAE nesse município. Em 1994 foi cofundadora da Associação de Turismo de Treze Tílias. Em 1999 fez parte da fundação da Associação Consular do Estado de Santa Catarina em Florianópolis. Desde 1990 participa da diretoria da Sociedade de Cultura Artística de Joaçaba e Herval d’Oeste (SCAJHO). Em 2002 teve importante atuação na reconstrução do Teatro Alfredo Sigwalt de Joaçaba, assumindo a presidência entre 2004 e 2006. Em 2005 integrou o Conselho Estadual de Cultura. Durante 28 anos, de 1988 a 2016, dedicou-se incansavelmente às funções consulares, atendendo, como Consulesa Honorária da Áustria, todos os imigrantes e seus descendentes do Estado de Santa Catarina, na cidade de Treze Tílias.

Ana Beatriz Magalhães Mattar (Bia Mattar) - Bailarina, professora e coreógrafa, iniciou seus estudos de dança em São Paulo. Há 38 anos exerce a profissão, dos quais 28 em Santa Catarina. Destaca-se pelo seu trabalho pioneiro em sapateado com a criação da primeira escola especializada no gênero no estado. Jurada e professora convidada em diversos festivais de dança por todo o Brasil, como o Festival de Dança de Joinville e Passo de Arte. Em Florianópolis é curadora artística do Prêmio Desterro desde sua primeira edição. Proprietária do escritório de projetos da economia criativa -EPEC, é produtora cultural, consultora em elaboração e gestão de projetos em empreendimentos criativos. Em 2017, assumiu a diretoria de Interação Cultural da Fundação Cultural de Balneário Camboriú. É membro atuante da Aprodança (Associação Profissional De Dança de SC) da qual já foi presidente. Em política cultural foi integrante de conselhos municipais e estadual, atualmente é membro do Conselho Nacional de Políticas Culturais vinculado ao Ministério da Cultura.

Cirquinho do Revirado – Criado por Yonara e Reveraldo, o Grupo de Teatro Cirquinho do Revirado na cidade de Criciúma/SC comemora 20 anos em 2017. São duas décadas marcadas por ações de constante resistência artística e perseverança para viverem exclusivamente do Teatro, vivenciando-o como profissão. Decidiram comprar uma pequena lona de circo para apresentar teatro de fantoches e mergulharam na pesquisa e estudos sobre diferentes técnicas presentes na linguagem teatral. A partir do ano 2000, o grupo iniciou a produção de espetáculos onde o circo já não era a atração principal, mas sim, a rua! Nestes vinte anos o grupo já foi contemplado cinco vezes pelo Prêmio Nacional de Teatro Myriam Muniz, bem como foram reconhecidos em diferentes festivais, mostras e editais pelo Brasil a fora. Atualmente é composto por: Yonara, Reveraldo, Luan e Marcella.

Edla Van Steen - Nasceu em Florianópolis, em 12 de julho de 1936. É autora de trinta livros publicados, entre contos, romances, entrevistas, peças de teatro, livros de arte. Prêmios Molière e Mambembe "Melhor Autor", pela peça “O Último Encontro”; Prêmio Coelho Neto da Academia Brasileira de Letras e Prêmio Nacional do Pen Club, com o romance Madrugada; Prêmio Nestlé de Literatura Brasileira, categoria autor consagrado, com a obra Cheiro de Amor – contos; publicou nos Estados Unidos os livros: A bag of stories, Village of the ghost bells, Early mourning e Scent of love, todos traduzidos por David S. George. Desde 1980, dirige várias coleções literárias na Global Editora.

Ilka Boaventura Leite - Professora do Departamento e do Programa de Pós-Graduação em Antropologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) desde 1986. Fundadora e coordenadora do Núcleo de Estudos de Identidades e Relações Interétnicas. É filiada à Associação Brasileira de Antropologia e pesquisadora do CNPq desde 1986. Tem formação em História (UFMG, 1980) e Antropologia (USP, 1986). Concluiu estágios de pós-doutorado na Universidade de Chicago (1997), na Universidade Nova de Lisboa (2007) e na Universidade de Buenos Aires (2014/15). Tem se dedicado aos estudos afro-brasileiros através de pesquisas sobre territorialidades negras, quilombos e direitos territoriais. Autora de diversas publicações entre livros e artigos científicos. Suas pesquisas situam-se nas áreas de teoria da literatura de viagem, etnologia afro-brasileira, arte e etnicidade, diásporas africanas e direitos territoriais. Tem publicado artigos sobre narrativas de viagens, cultura e identidade negra no Brasil, quilombos e comunidades quilombolas, direitos étnicos, perícias antropológicas, pensamento afro-social e arte afro-contemporânea.

Roselaine Barboza Vinhas - Especialista em Ensino da Arte, Fundamentos Estéticos e Metodológicos pela Fundação Universidade Regional de Blumenau, licenciada em Educação Artística - Habilitação em Artes Plásticas pela UNOESC - Campus Chapecó, cursou Bacharelado em Música - Habilitação em Canto pela UFPEL - Universidade Federal de Pelotas. É secretária de Cultura de Chapecó, coordenadora do Colegiado de Cultura da AMOSC e conselheira do CONGESC. Constituiu a comissão de criação do Conselho Estadual de Gestores Municipais de Cultura de Santa Catarina (CONGESC - órgão colegiado FECAM), do qual foi diretora executiva e presidente. Foi conselheira e presidiu o Conselho Estadual de Cultura de Santa Catarina. Tem experiência na área de arte e cultura, com ênfase em gestão cultural, arte educação, regência para canto coral e preparação vocal.

Zenirma Martinha Martins – Conhecida como Nida, é rendeira na Casa da Cultura Açoriana de Palhoça - Casarão de Enseada de Brito. Aprendeu a fazer renda com sua mãe há mais de 50 anos. Convidada pela Casa da Cultura Açoriana de Palhoça, há três anos ensina jovens e adultos na arte de produzir rendas de bilro do tipo tramoia. Segundo alguns estudiosos este tipo de renda é o original trazido do Arquipélago dos Açores para o Estado de Santa Catarina, um saber e fazer com risco de desaparecimento em nosso estado. Nida, hoje com 74 anos, encanta a todos que passam na Casa da Cultura, com sua maneira de ensinar e explicar como é feita a renda de bilro tramoia. Tem orgulho em dizer que sua mãe aprendeu com sua avó e ela com sua mãe, tradição passada de geração a geração.

Informações adicionais para a imprensa

Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte - SOL
Fone: (48) 3665-7436
E-mail: imprensa@sol.sc.gov.br
Site: www.sol.sc.gov.br