De 9 a 18 de agosto, Florianópolis será a capital nacional da economia criativa. A cidade receberá o Floripa Conecta, um conjunto de 35 eventos interconectados de tecnologia, gastronomia, design, marketing, música e turismo. Idealizada por entidades da iniciativa privada e com apoio do Governo do Estado, o projeto tem por objetivo possibilitar a troca de expertises entre todos esses segmentos, além de movimentar a economia em um mês de baixa temporada.

Os detalhes foram apresentados pelas entidades organizadoras ao governador Carlos Moisés na tarde desta sexta-feira, 12. “Estamos gerando empregos, temos uma taxa de desocupação muito menor que a dos outros estados. O Brasil está nos observando como exemplo de um estado inovador e o Floripa Conecta vem reforçar essa percepção”, enaltece Moisés.

:: CONFIRA OS DETALHES E A PROGRAMAÇÃO NO SITE FLORIPA CONECTA

A reunião também teve a participação do secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDE), Lucas Esmeraldino, e da presidente da Santur, Flavia Didomenico.

Entidades unidas na organização

Além do apoio do Estado, o evento tem como organizadores a Associação Empresarial de Florianópolis (Acif), Associação Catarinense de Tecnologia (Acate), Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Florianópolis, Fundação Certi, Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc), Sebrae e Prefeitura de Florianópolis.

Na avaliação do secretário da SDE, é essa união de esforços que vai garantir o sucesso do Floripa Conecta. “É um evento que nos chama atenção por atrair tantas entidades em um só propósito, conectando economia criativa, gastronomia, turismo, tecnologia. O Estado será um grande apoiador, por meio da SDE e da Santur. Vamos nos consolidar como referência, muita gente vai observar o que acontece aqui em Santa Catarina e negócios vão ser gerados”, projeta Esmeraldino.

Inspiração nos Estados Unidos

O Floripa Conecta é inspirado no SXSW, realizado anualmente em Austin, no Texas, Estados Unidos. O evento costuma ter 70 mil pessoas inscritas, mas atrai 400 mil visitantes durante o período, movimentando a economia local. Em Santa Catarina, a expectativa é receber até 100 mil pessoas, podendo gerar um movimento de até R$ 100 milhões.

“O objetivo é dar luz a diversas iniciativas relacionadas à economia criativa. Teremos eventos desde inovação a uma das mais importantes feiras de tatuagem da América Latina. Também haverá eventos de música, cultura, alguns pagos, outros gratuitos. Este é um pouquinho do espírito do Floripa Conecta”, explica o coordenador, Marcelo Bohrer.

Para o presidente da Acif, Rodrigo Rossoni, o projeto tem potencial para se tornar uma referência internacional. “Queremos transformar Florianópolis e Santa Catarina no hub de economia criativa para toda a América Latina. Aqui nós já temos tecnologia, uma grande força no turismo, gastronomia, cultura, esporte, música, tudo integrado. Isso nós já temos de nascimento no nosso ambiente, por isso Florianópolis é o lugar ideal para ser a economia da economia criativa na América Latina, quiçá do mundo inteiro”, considera Rossoni.

Informações adicionais para a imprensa
Renan Medeiros
Assessoria de Imprensa
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De 15 a 17 de julho, Laguna, no Litoral Sul, receberá o maior evento do setor museológico de Santa Catarina. O 5º Fórum Catarinense de Museus é organizado pela Fundação Catarinense de Cultura (FCC), por meio do Sistema Estadual de Museus de Santa Catarina, com parceria, na atual edição, da Fundação Lagunense de Cultura.

O Fórum conta com mais de 260 participantes inscritos, de todas as regiões catarinenses e de outros estados. São profissionais de museus, gestores públicos de cultura, educação, estudantes e interessados na discussão sobre patrimônio museal e a sua relação com a sociedade. Nesta edição, evento vai refletir, debater e aprovar o Estatuto Catarinense de Museus.

A programação ocorre em quatro prédios históricos de Laguna: Cine Teatro Mussi, Casa Candemil, Casa Pinto D'Ulysséa e Museu Histórico Anita Garibaldi. Estes espaços receberão conferências, relatos de experiência de museus catarinenses, painéis, oficinas, grupos de trabalho, mesas redondas, apresentações culturais e a plenária para o debate e aprovação do Estatuto Catarinense de Museus. Estão previstos ainda encontros paralelos da Rede de Educadores em Museus (REM), Associação de Conservadores e Restauradores de Bens Culturais (ACCR) e o 3º Encontro dos Museólogos da 5ª Região.

Mais informações podem ser obtidas diretamente com a organização do evento pelos telefones (48) 3664-2604 / 3664-2605 / 3664-2606, e-mail 5forumcatarinensedemuseus@fcc.sc.gov.br ou no site oficial do Fórum.

Serviço:

O quê: 5º Fórum Catarinense de Museus
Quando: de 15 a 17 de julho de 2019
Onde: Laguna (SC) - Cine Teatro Mussi, Casa Candemil, Casa Pinto D'Ulysséa e Museu Histórico Anita Garibaldi
Informações: (48) 3664-2604 / 3664-2605 / 3664-2606 / 5forumcatarinensedemuseus@fcc.sc.gov.br / cultura.sc.gov.br/forum-de-museus

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Fundação Catarinense de Cultura - FCC
(48) 3664-2571 e 3664-2572
E-mail: imprensa@fcc.sc.gov.br 


Foto: Cristiano Estrela / Secom

O lançamento do Mural Cisne Negro, obra do projeto Street Art Tour assinada pelo artista Rodrigo Rizo, será na próxima quinta-feira, 11, no Jardim do Museu Histórico de Santa Catarina – Palácio Cruz e Sousa, Centro da Capital. O evento terá participação do ator João Batista Costa, o JB, com performance e leitura de poemas de Cruz e Sousa (1861 - 1898), ícone da literatura catarinense e precursor da poesia simbolista no Brasil.

O mural de 900 metros quadrados começou a ser feito no começo de junho no paredão do edifício João Moritz, localizado ao lado do jardim do Museu. O artista contou com o apoio de um elevador externo, que o levou a uma altura de até 30 metros. A pintura é parte do Street Art Tour, projeto que está movimentando a cena de arte urbana de Florianópolis, e representa visualmente características marcantes na obra do poeta.

Street Art Tour: app oferece tour guiado pelas obras de arte urbana da cidade

O projeto Street Art Tour desenvolve um trabalho de valorização dos ícones culturais de Florianópolis por meio de murais que homenageiam a vida e a obra de nomes importantes para a cidade. Dentro da plataforma do Street Art Tour (aplicativo disponível para iOS e Android), inclusive, é possível mapear e organizar um roteiro para conhecer obras de arte urbana de grandes dimensões: um deles é o mural assinado pelo artista Thiago Valdi em homenagem a Franklin Cascaes, no edifício Atlas, localizado de frente para a esquina da Rua Vidal Ramos com a Deodoro. Outra grande obra é o mural Leão da Terra, pintado por Rizo, em paredão ao lado do edifício Ceisa Center, na Avenida Osmar Cunha.

A pintura de Cruz e Sousa é também parte de uma segunda etapa do projeto, idealizado pelo artista Rodrigo Rizo e pelos produtores Marina Tavares e Arturo Valle Junior, do Studio de Ideias. Além de registro e catalogação em plataforma digital (aplicativo e site) de mais de 100 murais que compõem o acervo de street art de Florianópolis, prevê exposições, pintura de murais em grande formato, festivais, oficinas e debates.

O Street Art Tour é patrocinado pelo município de Florianópolis e pela Fundação Cultural de Florianópolis Franklin Cascaes por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura. O projeto tem o apoio cultural da Floripa Airport e do Corporate Park. Apoio da Fundação Catarinense de Cultura (FCC) e do Museu Histórico de Santa Catarina – Palácio Cruz e Sousa. A coordenação geral é do Studio de Ideias.

Agende-se

O quê: lançamento do Mural Cisne Negro, obra do projeto Street Art Tour
Quando: quinta-feira, 11, das 18h às 20h
Onde: Jardim do Museu Histórico de Santa Catarina – Palácio Cruz e Sousa (Praça XV de Novembro, Centro, Florianópolis)
Quanto: gratuito

Informações adicionais para a imprensa
Raquel Santi 
Assessoria de Imprensa
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Fone: (48) 3665-7436 / 98843-2061
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 Foto: Cristiano Estrela/ Secom

No domingo, 30, os jardins do Palácio Cruz e Sousa, sede do Museu Histórico de Santa Catarina, receberão um grande evento gratuito e aberto ao público: uma aula de yoga com o professor indiano Sanjay Kumar. A atividade será realizada para marcar a passagem do Dia Internacional da Yoga, comemorado em 21 de junho. A data foi declarada pela Assembleia Geral das Nações Unidas (UNGA/ONU) em 2014 e, desde então, tem sido promovida pela missão diplomática indiana e parceiros por meio de eventos em todo o mundo. 

A atividade será realizada nos jardins, mas, em caso de chuva, será realizada no auditório do museu. O encontro se inicia às 10h30.

Professor indiano ministra aula

Vindo diretamente da Índia, o professor Sanjay Kumar dará aula de yoga com intro talk, músicas e meditações. A atividade será ministrada pelo professor em conjunto com os voluntários de Florianópolis, da Organização Internacional Arte de Viver.

Organizado pelo Consulado da Índia e o Centro Cultural Swami Vivekananda, em parceria com a Organização Internacional Arte de Viver, Museu Histórico de Santa Catarina (MHSC), Fundação Catarinense de Cultura (FCC), Santur e Governo de Santa Catarina, o evento contará com atividades para todas as idades. O cônsul Amit Kumar Mishra estará presente.

Sobre o Centro Cultural Swami Vivekananda
Aberto sob o nome de Centro Cultural da Índia em 2011, o Centro Cultural Swami Vivekananda é um polo oficial de cultura indiana em São Paulo mantido pelo Consulado Geral da Índia, e é parte do Indian Council for Cultural Relations, Governo da Índia. Oferece cursos regulares de yoga e três estilos diferentes de Dança Clássica Indiana, além das atividades culturais, palestras e oficinas culinárias e artísticas, celebrações de festivais indianos, serviço de biblioteca, (todos gratuitos) bem como shows de artistas indianos em grandes casas de espetáculo da cidade.

Sobre a Organização Internacional Arte de Viver
Fundada em 1981, a Arte de Viver é uma organização internacional de caráter educacional, social e humanitário. Possui status de consultora do Conselho Econômico e Social das Nações Unidas, seus programas de autodesenvolvimento e eliminação do estresse são credenciados pela Organização Mundial de Saúde. Em seu principal objetivo de contribuir para uma sociedade livre de estresse e violência, atua por meio do trabalho voluntário em mais de 160 países.

Serviço:

O quê: Dia Internacional da Yoga
Data: 30 de junho
Horário: das 10h30, às 13h
Local: Museu Histórico de Santa Catarina / Palácio Cruz e Sousa
Entrada: gratuita
Classificação indicativa: livre

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Raquel Santi 
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Foto: Mauren Rigo/Casa Civil

A Casa Civil está coordenando os trabalhos de elaboração de uma lei específica para regulamentar o apoio do Governo do Estado na realização de eventos em Santa Catarina. O chefe da Casa Civil, Douglas Borba, reuniu-se com o secretário da Fazenda, Paulo Eli, e os presidentes da Fesporte, Rui Godinho, da Santur, Flávia Didomênico, e da Fundação Catarinense de Cultura (FCC), Ana Lúcia Coutinho, para discutir a proposta, na manhã desta terça-feira, 25. O encontro ocorreu no Centro Administrativo, em Florianópolis.

“Precisamos fazer o regramento adequado do encaminhamento de recursos para eventos no Estado, no intuito de aumentar a segurança jurídica e a transparência nos repasses”, afirmou Douglas Borba. 

Desde o advento da Lei federal n.º 13.019/2014, que estabelece o regime jurídico das parcerias voluntárias entre administração pública e organizações da sociedade civil para atividades de interesse público, e a sua regulamentação no Governo do Estado em 2017, o Poder Executivo de Santa Catarina carece de um regramento jurídico adequado aos projetos que compreendem o repasse de recursos financeiros para a realização de eventos. Tal necessidade ficou mais latente com a nova estrutura implantada com a Reforma Administrativa, e o Governo pretende resolvê-la com um projeto de lei que será encaminhado ao Parlamento em breve.

Segundo o assessor técnico da Casa Civil, Névelis Scheffer Simão, o novo modelo propõe uma análise mais criteriosa dos eventos patrocinados pelo Estado e traz conceitos da legislação federal. A iniciativa deve ser ampliada para as demais áreas do Governo. “Durante a reunião com os setores de Turismo, Cultura e Esporte, concordamos que a nova política de apoio deveria se estender a eventos de todos os setores, como Tecnologia e Agricultura, por exemplo”, afirmou Névelis.

Informações adicionais à imprensa
Mauren Rigo
Assessoria de Comunicação
Casa Civil
E-mail: comunicacao@casacivil.sc.gov.br
Fone: (48) 3665-2005 / 98843-3497
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Acervo do Museu Nacional do Mar, em São Francisco do Sul - Foto: Divulgação / FCC

Alguns dos espaços culturais administrados pela Fundação Catarinense de Cultura (FCC) terão horários especiais de funcionamento nesta quinta-feira, 20, devido ao feriado de Corpus Christi. Já Centro Integrado de Cultura, Museu de Arte de Santa Catarina, Museu da Imagem e do Som, Teatro Álvaro de Carvalho e Teatro Ademir Rosa, todos em Florianópolis, estarão abertos em horário normal durante todo o feriado.

Centro Integrado de Cultura (CIC)

De quinta-feira a domingo (20 a 23/6): abre normalmente, das 10h às 21h.

Endereço: Avenida Governador Irineu Bornhausen, 5600 - Agronômica - Florianópolis.
Contato: (48) 3664-2555.


Cinema do CIC

Terá sessões de quinta-feira a domingo (20 a 23/6), às 20h.

:: Consulte a programação aqui

Endereço: Avenida Governador Irineu Bornhausen, 5600 - Agronômica - Florianópolis.
Contato: (48) 3664-2555.


Museu de Arte de Santa Catarina (Masc)

De quinta-feira a domingo (20 a 23/6): abre normalmente, das 10h às 21h.

:: Confira a programação do espaço

Endereço: no Centro Integrado de Cultura (CIC) – Avenida Governador Irineu Bornhausen, 5600 – Agronômica – Florianópolis
Contato: (48) 3664-2629

Museu da Imagem e do Som de Santa Catarina (MIS/SC)

De quinta-feira a domingo (20 a 23/6): abre normalmente, das 10h às 21h.

:: Confira a programação do espaço

Endereço: no Centro Integrado de Cultura (CIC) – Avenida Governador Irineu Bornhausen, 5600 – Agronômica – Florianópolis
Contato: (48) 3664-2650

Museu Histórico de Santa Catarina - Palácio Cruz e Sousa

Quinta-feira (20/6): horário de feriado, das 10h às 16h.
Sexta-feira (21/6): abre normalmente, das 10h às 18h.
Sábado e domingo (22 e 23/6): abre normalmente, das 10h às 16h.

:: Confira a programação do espaço

Endereço: Praça XV de Novembro, 227 - Centro - Florianópolis.
Contato: (48) 3665-6363


Museu Nacional do Mar - Embarcações Brasileiras

 Quinta-feira (20/6): horário de feriado, das 10h às 18h (última admissão às 17h30)
Sexta-feira (21/6): abre normalmente, das 9h às 18h (última admissão às 17h30).
Sábado e domingo (22 e 23/6): abre normalmente, das 10h às 18h (última admissão às 17h30).

Endereço: Rua Manoel Lourenço de Andrade, 133 - Centro - São Francisco do Sul
Contato: (47) 3481-2155

Casa de Campo do Governador Hercílio Luz

Quinta-feira (20/6): horário especial, das 13h às 17h.
Sexta-feira (21/6): abre normalmente, das 13h às 18h.
Sábado e domingo (22 e 23/6): abre normalmente, das 10h às 17h.

Endereço: Rua Paulo Sell, 428 - Taquaras - Rancho Queimado
Contato: (48) 3275-1453

Biblioteca Pública de Santa Catarina

De quinta-feira a domingo (20 a 23/6): fechada.

Endereço: Rua Tenente Silveira, 343 - Centro - Florianópolis
Contato: (48) 3665-6422

Casa da Alfândega

Quinta-feira (20/6): fechada. 
Sexta-feira (21/6): abre normalmente, das das 9h às 18h30min.
Sábado (22/6): abre normalmente, das 9h às 13h.

Endereço: Rua Conselheiro Mafra, 141 - Centro - Florianópolis
Contato: (48) 3665-6097

Museu Etnográfico Casa dos Açores

Quinta-feira (20/6): fechado.
Sexta-feira, sábado e domingo (21 a 23/6): abre normalmente, das 8h às 12h e das 13h às 17h.

Endereço: BR-101, km 189 - Balneário São Miguel - Biguaçu
Contato: (48) 3665-6195

Teatro Álvaro de Carvalho

Bilheteria: de quinta-feira a domingo (20 a 23/6), abre normalmente, das 13h às 19h.

:: Consulte a programação para o feriado aqui

Endereço: Rua Marechal Guilherme, 26 - Centro - Florianópolis
Contato: (48) 3665-6401.

Teatro Ademir Rosa

Bilheteria: de quinta-feira a domingo (20 a 23/6), abre normalmente, das 13h às 19h.

:: Consulte a programação para o feriado aqui

Endereço: Localizado no Centro Integrado de Cultura (CIC)
Avenida Gov. Irineu Bornhausen, 5600 - Agronômica - Florianópolis
Contato: (48) 3664-2628

Informações adicionais para imprensa
Assessoria de Comunicação Fundação Catarinense de Cultura
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A Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) realizará a estreia do espetáculo "O Grande Circo Místico" em 26 de junho, às 20h, no Teatro Ademir Rosa, no Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis. O musical tem as participações de três grupos da Udesc (BigBandMadrigal Orquestra Acadêmica), que são ações de extensão do Departamento de Música. 

Realizado por mais de 30 acadêmicos e professores do departamento, o espetáculo é dirigido pelos docentes Cristina Emboaba e João Eduardo Titton. Em anos anteriores, os grupos da universidade já se reuniram para apresentações como "Ode a Zumbi" e "A Era do Rádio". O musical contará também com as participações dos professores  Maurício Zamith (piano) e Luiz Fiaminghi (violino). 

Saga familiar 

"O Grande Circo Místico" reúne canções de Chico Buarque e Edu Lobo do disco de mesmo nome, lançado em 1983 e baseado no poema de Jorge de Lima (1893-1953). O espetáculo se passa no início do século 20 e conta a saga da família austríaca proprietária do Grande Circo Knieps, além da história de amor entre um aristocrata e uma acrobata.

Originalmente composto como música para balé, "O Grande Circo Místico" é referência para a história da canção brasileira e já foi adaptado para várias formações vocais e instrumentais. Conforme o coordenador de Cultura da Udesc, Ivan Tonon, o espetáculo explora a interpretação vocal e a prática de conjunto.

Os arranjos vocais são de José Gustavo Julião de Camargo, e as orquestrações, de Fernando Emboaba, Lucas Galon, José Gustavo Julião de Camargo e Rafael Alexandre Fortaleza. Os cantores solistas são Grasieli Facchini, Johanna Hirschler, André Luiz Nunes e David Toledo, e as intervenções cênicas, de Fernando Bresolin.

Ingressos

Os valores e os alimentos arrecadados serão doados a três entidades assistenciais: Casa da Criança do Morro da Penitenciária, Casa São José e Creche São Francisco de Assis.

O quê: Espetáculo "O Grande Circo Místico".
Quando: 26 de junho, às 20h.
Onde: Teatro Ademir Rosa, CIC, Avenida Governador Irineu Bornhausen, nº 5.600, Bairro Agronômica, Florianópolis.
Quanto: R$ 10,00 a inteira e R$ 5,00 a meia-entrada (é preciso levar um quilo de alimento não perecível no dia do evento).

Assessoria de Comunicação da Udesc
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Telefones: (48) 3664-7935/8010  


Foto: Marcelo Pakinha / PML

O governador Carlos Moisés participou do primeiro fim de semana da 31ª Festa Nacional do Pinhão, neste sábado, 15, em Lages, e aproveitou para dar uma boa notícia aos lageanos. Ao lado do prefeito Antonio Ceron, Moisés assinou a liberação de R$ 4 milhões para finalizar a revitalização do Mercado Público da cidade. A verba será repassada em três parcelas.

Segundo o governador, o repasse faz parte do compromisso assumido ainda no começo do ano de honrar os 108 convênios assinados desde 2014 por gestões anteriores.

“São compromissos firmados pelo Estado de Santa Catarina e vamos honrar todos. Neste momento de escassez de recursos, temos focado no repasse de verbas para as obras que mais impactam a população catarinense, a exemplo do Mercado Público Municipal de Lages”, afirmou Moisés.

Na ocasião, o governador também liberou para a prefeitura R$ 200 mil para o custeio da Festa do Pinhão. As festividades seguem até o dia 23 de junho no Parque Conta Dinheiro e devem atrair entre 200 mil e 250 mil pessoas neste ano.

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Algumas fotografias do acervo estão disponíveis pela internet - Imagem / Reprodução

Conhecer o que guarda o Arquivo Público de Santa Catarina pode ser feito de maneira virtual. A ideia partiu dos servidores que integram o Arquivo Público do Estado, que inscreveram a instituição na 3° Semana Nacional de Arquivos Públicos, organizada pelo Arquivo Nacional e pela Fundação Casa Rui Barbosa, realizada entre os dias 3 e 8 de junho, nos arquivos de todo o país.

O objetivo da Semana Nacional de Arquivos Públicos é promover a divulgação dos arquivos históricos brasileiros e despertar nas pessoas a curiosidade e a importância da preservação destes importantes acervos nacionais.

De acordo com a supervisora do processamento técnico do arquivo catarinense, Juçara Nair Wollf, esta é a primeira exposição estritamente virtual organizada pelo grupo. “Por meio de um link disponibilizado no site da secretaria da Administração, os visitantes podem conhecer mais sobre a história do Arquivo Público catarinense. Desde a organização dos primeiros documentos em acervo, até o reconhecimento como instituição responsável pela guarda histórica dos documentos que fizeram parte da administração pública e de marcos temporais do Estado” explica.

A ideia da equipe foi organizar os marcos históricos de forma bastante didática ao público. Por isso, a exposição foi desenhada em três seções, onde em cada uma, por meio de fotos e dos próprios documentos do acervo, é possível acompanhar a evolução histórica da constituição do arquivo.

Para conhecer mais o acervo do Arquivo Público de SC neste link. 

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Krislei Oechsler
Assessoria de Imprensa
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M 4 maria da penhaFoto: Gabriel Bonfim

A mostra M.– Meu Lugar na Sociedade, do artista Gabriel Bonfim, estará em cartaz no Museu da Imagem e do Som de Santa Catarina (MIS/SC) entre os dias 29 de maio e 21 de julho. O título da exposição é uma referência à mulher e, também, a Maria, nome feminino mais popular na América do Sul. São retratos de 12 mulheres, entre elas Maria da Penha e Luiza Brunet, que se tornaram ícones em diferentes contextos, mas sob a mesma ótica, na luta contra o preconceito, a violência e o machismo.

Os retratos são acompanhados de uma videoinstalação artística com 11 telas de tablets. Nelas, Gabriel Bonfim expõe cenas de diálogos de diversas mulheres. No registro da transexual na Escadaria Selarón, no Rio de Janeiro, ou da Ialorixá na Igreja da Ordem Terceira de São Francisco, em Salvador, as imagens descortinam histórias que levam o espectador a perceber algumas das diversas dificuldades enfrentadas por essas mulheres.

“Busquei resgatar a história de luta destas mulheres a partir de onde as fotografei. É como se, ao retratá-las ali, nos mais belos e importantes locais no centro dessa sociedade, pudéssemos ressignificar aquele espaço e, assim, como protagonistas de suas próprias histórias, elas retomariam o seu lugar na sociedade que as marginalizou. Meu trabalho tem como objetivo trazer um pouco desse incômodo para que toque as pessoas e as leve a pensar”, declara o fotógrafo e artista.

Outra grande atração de M é a coleção Portraits, do acervo de arte de Gabriel Bonfim, que conta com uma série de 12 retratos realizados pelo mundo. Revelam-se pessoas comuns, modelos, empresários, políticos e celebridades. Para o artista, "é crucial conhecer a vida, os arredores e a rotina de cada uma das pessoas selecionadas para serem retratadas". Portraits, uma antiga expressão de arte, é utilizada desde os tempos dos faraós, césares e reis, passando por grandes nomes em tempos distintos, como Leonardo da Vinci, Picasso e Andy Warhol, e tem como ícone o museu inglês National Portrait Gallery, que possui uma centenária coleção de artistas.

Perfil do artista 

Gabriel Bonfim nasceu em São Paulo, em 1990, e desde cedo revelou amor pela arte. Após formar-se em Direito, decidiu dedicar-se permanentemente à fotografia. Como fotógrafo de moda, desenvolveu sua habilidade profissional e técnica. Depois de anos de aprendizado e viagens pela Holanda, Alemanha e Bélgica, mudou-se para a Suíça. Juntamente com o entusiasta da arte e fotografia Thomas Kurer, atual gerente de seu acervo, fundou a Gabriel Bonfim Collection. Seu talento para observar pessoas em seus arredores resultou em ambiciosos retratos e séries: sobre os dançarinos de fitness de rua ”Bar-Barians” em Nova York, a série ”Angels” sobre o tenor Andrea Bocelli em Istambul em 2014 e, em 2016, sobre o bailarino solista Denis Vieira, em Zurique. “Gabriel Bonfim tem um olhar excepcional para o ser humano e seu ambiente. Esse talento é o que o eleva de um fotógrafo de alta performance de pessoas para um Fotógrafo de Arte”, afirma Kurer. Sua obra também pode ser conferida no Museu Histórico de Santa Catarina, sediado no Palácio Cruz e Sousa, na mostra De Fotografia à Tactography ™.

As personagens 

Naiana Ribeiro, 23 anos, jornalista. Desde cedo tem sido vítima constante de discursos gordofóbicos que, por tempos, a convenceram de que seu corpo era uma limitação. Quando adolescente, sofreu pela ausência de representatividade na mídia, o que reforçava a visão de seu corpo como inadequado para a sociedade. Hoje, ativista em Salvador/BA em movimentos como o “Vai ter gorda na praia”, Naiana se vê plena e fortalecida a ponto de posar para ensaios sensuais. Além disso, está à frente da revista e portal Plus, trazendo visibilidade para sua causa e de muitas outras mulheres.

Melissa Rodrigues, 23 anos, modelo transexual. Iniciou seu processo de transição ainda na adolescência quando a sua feminilidade já era alvo de ataques sexistas. Além de sofrer transfobia na busca por trabalho, percebeu ser entendida como ‘’bizarra’’ no espaço público. Após vencer as batalhas, inclusive internas, por aceitação, contando com o apoio de sua mãe, hoje considera ter conquistado algo que sempre desejou. Fotografada na Escadaria Selaron (RJ), de visibilidade internacional, mas que era considerada “bizarra” no seu processo de evolução, Melissa se vê completa e digna do mesmo reconhecimento pela sociedade.

Andréia Marques, 38 anos, recepcionista. Sua história como mulher sempre esteve marcada ao fato de sua cor e gênero a colocarem na base de uma pirâmide de preconceito estrutural. Inúmeros episódios reforçaram a ideia racista de que sua presença no espaço público era uma ameaça. No entanto, influenciada pela representatividade de outras cantoras negras, descobriu o poder da sua própria voz para cantar e para reivindicar seu espaço na sociedade. Plena e segura, ao ser fotografada no Mercadão de São Paulo, polo turístico e cultural, Andréia figura como protagonista do espaço público.

Maria da Penha, 73 anos, farmacêutica. Em 1983, ficou paraplégica devido às tentativas de assassinato que sofreu por parte de seu companheiro. Foram 19 anos de luta para que ele fosse condenado, mas ela conseguiu levar sua causa à Comissão Interamericana dos Direitos Humanos da OEA. Em 2006, seu nome passou a batizar a lei 11.340/06 que torna crime a violência doméstica contra a mulher. Hoje ela preside o Instituto Maria da Penha, que fomenta a conscientização das mulheres sobre seus direitos e o fortalecimento da Lei Maria da Penha. Sua força está aqui também representada pela ponte de ferro onde foi fotografada.

Jaciara Ribeiro, 50 anos, ialorixá. O racismo e a intolerância às religiões de matriz africana atingiram não apenas Jaciara, mas motivaram também o falecimento de sua mãe, conhecida como Mãe Gilda, em virtude da publicação de sua foto com título ofensivo no jornal Folha Universal. Jaciara ganhou o processo contra a Igreja Universal e a data da morte de sua mãe, 21 de janeiro, foi instituída como o Dia de Luta contra a Intolerância Religiosa. Hoje, Jaciara é considerada um ícone na luta pela convivência harmônica entre as religiões, o que a fotografia tirada na Igreja da Terceira Ordem do Pelourinho busca sublinhar.

Luiza Brunet, 55 anos, empresária e modelo. Após uma vida humilde, chegando a trabalhar como babá e empregada doméstica, Luiza tornou-se uma modelo de sucesso. Isso não impediu que fosse agredida brutalmente pelo ex-marido em 2016. A divulgação de seus hematomas deu visibilidade à recorrência da violência contra a mulher, e Luiza, ativista junto ao Instituto Avon pela proteção à mulher, conseguiu a condenação do companheiro graças à Lei Maria da Penha. A fotografia une as duas mulheres como símbolo dos avanços conquistados com essa lei, mas sem deixar de destacar o horizonte de lutas que ainda devem ser travadas pelas mulheres.

Andreza Aguida, 38 anos, engenheira, modelo e artista. Sua infância e adolescência foram marcadas por comentários maldosos e pelo incômodo do olhar daqueles que a julgavam “estranha” por ser albina. A baixa visão também a fazia sentir-se em um contexto diferente dos demais e o sentimento de exclusão se agravou quando decidiu estudar engenharia elétrica, sendo uma das poucas mulheres do curso. Trabalhando há 13 anos na disseminação de informações sobre o albinismo, Andreza aprendeu a lidar com o olhar “curioso” dos outros, a reconhecer a si mesma como “diferente” e a aceitar o branco em sua arte, trazendo aqui sua cor para colorir o Parque do Ibirapuera.

Sissi Prates, 39 anos, empresária. Conheceu Trancoso em uma viagem e decidiu nunca mais sair de lá. Para se manter, resolveu virar empreendedora. Seu primeiro empreendimento não trouxe bons resultados, também por conta do adoecimento e falecimento de seu pai. Mas Sissi não deixou que as dificuldades a impedissem de investir em seu projeto, fazendo de sua tristeza a força para prosperar como mulher empreendedora. Sissi foi fotografada à frente de seu empreendimento, uma doceria que é ponto de referência em Trancoso, conciliando leveza e determinação no reconhecimento de seu lugar na sociedade.

Juliana Caldas, 30 anos, atriz. A discriminação por ser anã atingiu-a de diversas formas, inclusive no mercado de trabalho. Seja por julgarem-na incapaz, por limitarem seu trabalho ao humor pejorativo ou por tratarem-na como digna de pena. Sentindo-se frequentemente inferiorizada, Juliana precisou, ainda, enfrentar um mundo não adaptado à sua realidade e que dificulta o acesso de pessoas com nanismo a direitos garantidos por lei. Hoje, nacionalmente famosa por seu papel na novela das 9, Juliana dá visibilidade às dificuldades dos anões e fomenta a conscientização sobre suas capacidades. Suas conquistas estão simbolizadas na magnanimidade da paisagem que ela ocupa de forma plena e confiante.

Tamiris Neves, 27 anos, enfermeira, e Maiara Moazzi, 26 anos, estagiária de Direito. As duas jovens apaixonaram-se à primeira vista, mas a família de Tamiris mostrou um posicionamento contrário ao relacionamento. Tamiris precisou abandonar sua casa para morar com a companheira e as duas passaram por muitas dificuldades até conseguirem uma situação mais estável. Aqui, a natureza que as circunda figura toda a naturalidade de um relacionamento homoafetivo. Vemos também o gesto de acolhimento de Maiara, simbolizando a atitude de abrir seu coração e sua casa para receber Tamiris e, juntas, mostrarem que merecem ocupar o lugar que escolherem.

Gabriela Caldas, 22 anos, estudante de arquitetura. Gabriela foi estuprada por uma pessoa em quem confiava e por quem tinha muita consideração. Seguiram-se a isso diversas outras violências, todas estruturais da cultura do estupro que vitimiza uma mulher a cada 11 minutos no Brasil: duvidaram de sua palavra, ela perdeu amizades, entrou em depressão e o agressor não foi condenado. Hoje, familiarizada com o feminismo, Gabriela reconhece ter encontrado apoio não na justiça, mas na solidariedade de outras mulheres. Para ela, ser mulher não é ser “frágil” ou algo “descartável”, como a sociedade prega. É ser forte e resiliente, como ela aqui figura nas ruas de Salvador. 

SERVIÇO:

Exposição: M. – Meu Lugar na Sociedade, de Gabriel Bonfim
Local: Museu da Imagem e do Som de Santa Catarina (MIS/SC) - Localizado no Centro Integrado de Cultura (CIC)
Av.  Gov. Irineu Bornhausen, 5600, Agronômica, Florianópolis.
Visitação: de 29 de maio a 21 de julho de 2019. De terça-feira a domingo, das 10 às 21h.
Classificação indicativa: livre
Entrada Gratuita. 


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