Foto: Márcio Henrique Martins / FCC

A Galeria do Artesanato da Casa da Alfândega mudará de endereço temporariamente, passando a funcionar na Praça XV de Novembro, esquina com a Rua Victor Meirelles, no Centro de Florianópolis. A mudança será necessária devido às obras de restauro do antigo prédio da Alfândega, localizado ao lado do Mercado Público Municipal. Para realizar a transferência dos produtos e mobiliário, a Galeria do Artesanato ficará fechada entre os dias 20 e 27 de maio.

O entorno da Casa da Alfândega passa por processo de revitalização desde o ano passado. A obra também prevê a instalação de decks de madeira, de espelhos d’água com esguichos e de bancos de concreto com assentos de madeira e nova iluminação. Essa é uma ação Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em parceria com a Prefeitura de Florianópolis.

Com a nova localização da Galeria, junto à Praça XV de Novembro, o principal objetivo da Fundação Catarinense de Cultura (FCC), órgão que faz sua administração, é preservar o artesanato de base cultural e valorizar o saber fazer do povo catarinense. O horário de atendimento da Galeria do Artesanato permanecerá o mesmo, de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h30; e aos sábados, das 9h às 13h. A entrada é gratuita.

A Casa da Alfândega, construída em estilo neoclássico, foi inaugurada em 29 de julho de 1876, data que coincidia com o aniversário da princesa Isabel. As atividades alfandegárias duraram mais de 90 anos, encerrando-se apenas em 1964 em decorrência do fechamento do porto de Florianópolis. Desde 1988, abriga o projeto Galeria do Artesanato, comercializando trabalhos de artesãos de várias regiões do Estado, numa demonstração das diferentes etnias colonizadoras.

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Foto: Márcio H. Martins / FCC

Prestes a completar 165 anos de criação, a Biblioteca Pública de Santa Catarina (BPSC) terá programação especial na última semana de maio. As atividades comemorativas começam no dia 27, segunda-feira, com a abertura de uma exposição que conta a história da instituição cultural mais antiga do Estado.

A programação terá também rodas de conversa, visitas guiadas, oficinas, contação de histórias, teatro, lançamento de livro e declamação de poesia. Além disso, será entregue a segunda etapa da digitalização do Jornal Correio do Povo, de Jaraguá do Sul.  Será lançado, ainda, o Livro Catálogo “A imprensa catarinense no Século XIX: Catálogo descritivo e ilustrado do acervo de jornais raros da Biblioteca Pública de Santa Catarina e Hemeroteca Digital Catarinense”, do escritor e servidor da BPSC, Alzemi Machado.

:: Clique aqui e veja a programação completa de atividades em comemoração aos 165 anos da BPSC

A programação comemorativa aos 165 anos da Biblioteca é aberta ao público, mas algumas atividades têm vagas limitadas. Para fazer a inscrição é necessário entrar em contato com a administração, pelo telefone (48) 3665-6420.

A história

A Biblioteca Pública de Santa Catarina foi criada em 1854, quando o então presidente da província, João José Coutinho, sancionou a Lei nº 573, em 31 de maio. No entanto, somente em 9 de Janeiro de 1855 é que foi oficialmente inaugurada. Com base na sua data de criação, é possível supor que seja uma das bibliotecas mais antigas do Brasil.

Operando no prédio atual desde 1979, o espaço conta com um acervo formado por títulos de diversas áreas do conhecimento, em suportes variados, além de uma coleção de periódicos e uma de obras raras. Sua missão é manter, conservar e disponibilizar parte da memória cultural do Estado para a população catarinense, além de promover o hábito da leitura junto a ela.  

Está localizada na área central da Capital catarinense, na Rua Tenente Silveira, n343. O horário de funcionamento é de segunda a sexta-feira, das 8h às 19h e aos sábados, das 8h às 11h45.

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Pintada no fim do século 19, a obra Sagrada Família está submetida aos cuidados dos restauradores do Ateliê de Conservação e Restauração de Bens Culturais Móveis (Atecor) da Fundação Catarinense de Cultura (FCC). Uma característica peculiar, no entanto, estava dificultando o trabalho: a obra apresentava sensibilidade ao contato com a água, condição que não é normal em pinturas à base de óleo.

Para resolver o mistério, um estudo foi coordenado pelo doutor em química inorgânica pela UFSC e técnico da FCC, Thiago Guimarães Costa, e recebeu apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc). O resultado já repercutiu internacionalmente com a publicação de um artigo na revista Microchemical Journal, da Editora Elsevier.

Depois de análises químicas detalhadas, os pesquisadores descobriram a causa do problema. “O uso de pigmentos sem o necessário tratamento na época da produção da obra levou a essa sensibilidade. É um mecanismo até então inédito na literatura, ainda não mencionado em nenhum outro trabalho científico, que auxiliará conservadores restauradores no Brasil e no mundo”, concluiu Costa.

Além dele, o trabalho tem a autoria dos pesquisadores Diogo Alexandre Siebert, Gustavo A.Micke, Bruno Szpoganicz e Antônio Salvio Mangrich, Beatriz Feliz Pimenta da Silva e Lucas Palma Mattos, da UFSC. Beatriz e Mattos trabalharam na pesquisa graças a bolsas concedidas pela Fapesc.

Publicado em inglês, o artigo “An original molecular approach to the use of clay minerals in the formulation of oil-based dyes and their sensitivity toward polar solvents – A case study” resultou do projeto intitulado “Química aplicada ao patrimônio cultural: análise dos materiais constituintes de pinturas do século XIX”. O material pode ser acessado no endereço “bit.ly/sagradafamilia2019”.

Como funciona o restauro

O trabalho de restauro da Sagrada Família está sendo executado pelos conservadores e restauradores Karen Kremer e Marcelo do Amaral, da FCC. A tarefa é complexa e precisa respeitar alguns requisitos. De acordo Amaral, a intervenção não pode alterar características da obra, mas também não deve ser uma reprodução exata da original. A tarefa é meticulosa. “O trabalho deve permitir a leitura do todo da obra, mas é preciso que um observador leigo perceba que houve uma restauração. Não podemos omitir o histórico da obra. Também é necessário que o trabalho de restauro seja reversível”, explica.

Uma das técnicas é usar uma tinta de composição diferente da original. Como a Sagrada Família é uma pintura à base de óleo, uma solução seria utilizar uma solução à base de água nas áreas de restauro. É aí que a pesquisa apoiada pela Fapesc tem importância: como a pintura feita no século 19 é sensível a solventes em água, uma futura intervenção nas áreas restauradas poderia danificar aspectos originais da obra. A próxima etapa é definir a composição da tinta a ser usada de modo que fique garantida a qualidade do restauro. A obra pertence ao município de Biguaçu, na Grande Florianópolis.

 

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O Sistema Estadual de Museus (SEM) abriu nesta quinta-feira, 2, as inscrições gratuitas para o 5º Fórum Catarinense de Museus, que ocorrerá de 15 a 17 de julho em Laguna, no Sul do Estado. Esta edição do evento tem como tema Políticas Museológicas em Perspectiva e faz parte das comemorações pelos 40 anos da Fundação Catarinense de Cultura (FCC).

:: Inscreva-se no site oficial do evento

A programação do Fórum foi divulgada na última terça-feira, 30, e conta com conferências, relatos de experiência de museus catarinenses, painéis, oficinas, grupos de trabalho, mesas redondas, apresentações culturais e plenária para o debate e a aprovação do Estatuto Catarinense de Museus.
Estão previstos ainda encontros paralelos da Rede de Educadores em Museus, Associação de Conservadores e Restauradores de Bens Culturais e o 3º Encontro dos Museólogos da 5ª Região.

O 5º FCM é organizado pela Fundação Catarinense de Cultura (FCC), por meio da coordenação do SEM, tendo na atual edição a parceria da Fundação Lagunense de Cultura. O encontro é o maior evento do segmento em SC, reunindo profissionais de museus, gestores públicos de cultura, educação, estudantes e interessados na discussão sobre patrimônio museal e a sua relação com a sociedade. A programação faz parte das atividades comemorativas dos 40 anos da FCC.

Mais informações podem ser obtidas diretamente com a organização do Fórum pelos telefones (48) 3664-2604 / 3664-2605 / 3664-2606 ou pelo e-mail 5forumcatarinensedemuseus@fcc.sc.gov.br 

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 Foto: James Tavares/Secom (arquivo)

Duas comunidades pesqueiras do litoral catarinense que praticam a pesca artesanal de tainhas receberão o registro de patrimônio imaterial catarinense nesta semana. A primeira delas, que recebe o certificado nesta quarta-feira, 1º de maio, é a Praia do Campeche, em Florianópolis, no dia da abertura oficial da safra. Na sequência, na sexta, 5, é a vez do município de Bombinhas receber a certificação de reconhecimento. O registro de patrimônio imaterial será entregue pela Fundação Catarinense de Cultura (FCC), conforme o Decreto 2.504/2004, como parte das comemorações por seus 40 anos.   

Campeche

O processo de registro teve início em 2017 quando uma equipe de pesquisadores do Instituto Federal de Santa Catarina  (IFSC/Continente) reportou à FCC a intenção da comunidade do Campeche que, por meio da Associação dos Pescadores Artesanais, gostaria de ter formalmente reconhecida sua tradição como patrimônio catarinense.

A pesca artesanal da tainha no Campeche ocupará o registro de número três, no livro I, Dos Saberes, sendo a segunda comunidade pesqueira em Santa Catarina a ter seus costumes formalmente registrados pela Fundação, órgão gestor do patrimônio no âmbito estadual.

A cerimônia para entrega do certificado será realizada no Rancho do Senhor Getúlio, às 11h. A programação no local, porém, começa cedinho, às 8h, com um café da manhã comunitário, seguido de procissão e, em seguida, missa. A partir do meio-dia, haverá atrações culturais, recreativas e musicais, além da participação do Projeto Tamar e muito mais. 

Bombinhas

A pesca artesanal da tainha praticada no município de Bombinhas, cuja comunidade pesqueira reconhece essa manifestação cultural como "Pesca Artesanal da Tainha com Canoas de um Pau Só", teve seu processo de registro iniciado em 2017 quando a Fundação Municipal de Cultura do Município entregou à FCC um ofício, endossado pelo Conselho Municipal de Cultura, dando ciência à Diretoria de Preservação do Patrimônio Cultural do órgão sobre a intenção da comunidade em ter reconhecida sua tradição como patrimônio catarinense.

Assim, foi elaborado um dossiê - com a anuência e acompanhamento dos pescadores artesanais - até a conclusão no trâmite de registros de patrimônios culturais. A "Pesca Artesanal da Tainha com Canoas de um Pau Só" ocupará o registro de número quatro, no livro I, Dos Saberes, sendo a terceira comunidade pesqueira em Santa Catarina a ter sua tradição formalmente registrada pela FCC.

O certificado será entregue em cerimônia na Praia de Bombas (acesso pela Rua Tucano), às 10h.

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Fotos: Mauricio Vieira / Secom

A valorização e a preservação das tradições dos povos indígenas foi tema de projeto pedagógico durante o mês de abril da Escola Indígena de Ensino Fundamental Taguato, da Aldeia Guarani Itanhaém, localizada no Morro da Palha, entre os municípios de Biguaçu e Tijucas, Grande Florianópolis. 

Fotos: Julio Cavalheiro/ Secom

Protetora do patrimônio cultural, fomentadora da arte e guardiã da memória artística em Santa Catarina, a Fundação Catarinense de Cultura (FCC) comemora os 40 anos em um momento de renovação e fortalecimento. O aniversário de quatro décadas da entidade, celebrado na noite de quarta-feira, 24, foi marcado por apresentações artísticas, anúncio de editais de fomento e pelo compromisso reiterado do Governo de Santa Catarina de garantir autonomia à Fundação. Todas as solenidades ocorreram no Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis.
 
Durante a programação de aniversário, a presidente da FCC, Ana Lúcia Coutinho, anunciou quatro editais, sendo dois de fomento à arte em Santa Catarina e dois para melhorias de espaços destinados à cultura (confira mais detalhes abaixo). “Colocar o extraordinário patrimônio cultural a serviço da sociedade, gerando emprego e renda, é medida capaz de produzir grandes resultados para os catarinenses”, enalteceu Ana Lúcia.
 
 
De acordo com o secretário de Estado da Administração, Jorge Eduardo Tasca, a reforma administrativa proposta pelo Governo do Estado assegura à FCC a autonomia para que as ações do Executivo voltadas à cultura sejam tratadas por pessoas ligadas à área. “Esta foi uma das primeiras determinações do governador Carlos Moisés. Quando uma fundação chega aos 40 anos, nada é por acaso. É fruto do trabalho de muitas pessoas, muitas entidades, várias mãos. Em Santa Catarina, agora, quando falamos em cultura, é da Fundação Catarinense de Cultura. Tudo vai se concentrar na FCC e ela sairá fortalecida”, assegurou o secretário. Ele representou o governador Carlos Moisés no ato.
 
Comemorações de aniversário
 
 
O evento foi marcado, ainda, pela apresentação da Orquestra Acadêmica da Udesc, que brindou o público com uma bela apresentação de música erudita. Antes da solenidade, o público pode conferir, no Espaço Lindolf Bell, a abertura da exposição Coleção em Pauta - Obras do Acervo do Governo do Estado de Santa Catarina, com obras pertencentes ao Centro Administrativo que estão sendo expostas pela primeira vez. Durante a abertura, o artista plástico Silvio Pléticos, autor de uma das 31 obras expostas, foi homenageado pela FCC por seus quase 95 anos de vida e arte.
 
Logo depois, às 20h30min, houve a volta do "CIC 8:30 - Grandes Encontros" à programação do Teatro Ademir Rosa com um show especial de homenagem ao cantor e compositor Jorge Coelho. Ao longo do ano serão realizados outros eventos comemorativos dos 40 anos da FCC, como saraus, Fórum Catarinense de Museus, exposições e apresentações artísticas.
 
Confira os editais anunciados para a cultura:
 
- A quinta edição do Edital Elisabete Anderle deve distribuir R$ 5,6 milhões a projetos de sete categorias: artes populares, artes visuais, dança, letras, música, patrimônio cultural e teatro. O Edital tem o objetivo de constituir programa de estímulo, fomentar os segmentos básicos da economia da cultura; apoiar iniciativas culturais e artísticas no Estado, buscando a ampliação das oportunidades de criação, distribuição e fruição dos bens culturais e a construção permanente de cidadania que incorpore a memória e a diversidade da sociedade catarinense, bem como ampliar o acesso à cultura e ao interesse social; e fomentar a produção e a difusão da cultura no Estado, estimulando a multiplicidade e a diversidade de tendências e de linguagens em suas variadas modalidades de manifestação, possibilitando o incentivo às realizações inerentes ao campo da cultura e das artes.
 
- Já para a edição de 2019 do Prêmio Catarinense de Cinema, é previsto o aporte de R$ 4.260.000,00 milhões via Governo do Estado. Além desse valor, a previsão é que R$ 15 milhões sejam viabilizados pela Agência Nacional do Cinema (Ancine), do Governo Federal, que aguarda definição do Tribunal de Contas da União. O Prêmio traz novas categorias que beneficiam toda a cadeia produtiva do audiovisual. O intuito é dar apoio financeiro a projetos audiovisuais, nas áreas de produção, desenvolvimento, fogos eletrônicos, festivais, circuito de exibição, capacitação e pesquisa, entre outros, oportunizando o desenvolvimento do setor.
 
- O edital de concessão administrativa de uso do Memorial Cruz e Sousa para uma cafeteria, visa à revitalização da edificação por parte da iniciativa privada. Todo o processo de reforma será custeado pelo empreendedor que apresentar a melhor proposta financeira para locação do espaço. Os restos mortais do poeta simbolista continuarão abrigados no interior do Palácio, sede do Museu Histórico de Santa Catarina.
 
- No edital para requalificação do espaço expositivo da Casa dos Açores - Museu Etnográfico serão investidos R$ 225 mil em parceria com o Ministério Público de Santa Catarina (MPSC). A intenção é desenvolver o projeto de requalificação do espaço expositivo, com revisão e adequação do acervo existente e recebido em doação, de acordo com a linha conceitual da instituição. Além disso, deve-se rediscutir os trajetos de visitação, a utilização dos espaços internos e externos, aprimorar os suportes e a comunicação expositiva, a iluminação e demais elementos físicos que compõem a expografia, bem como elaborar orçamento de execução desta exposição. O objetivo é fazer do Museu uma referência na salvaguarda da cultura açoriana no litoral catarinense.
 
 

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A Fundação Catarinense de Cultura (FCC) completa 40 anos este ano. Para comemorar a data de criação do órgão, nesta quarta-feira, 24, será realizada a abertura da exposição Coleção em Pauta - Obras do Acervo do Governo do Estado de Santa Catarina, com obras pertencentes ao Centro Administrativo e que estão sendo expostas ao público pela primeira vez. A programação começa às 17h30, no Espaço Lindolf Bell, no Centro Integrado de Cultura (CIC).

“A história catarinense é contada de muitas maneiras, e uma das mais bonitas se dá por meio da arte. A exposição que marca os 40 anos da FCC revela uma parte significativa dessa história”, destaca o governador de Santa Catarina, Carlos Moisés da Silva.

Até 25 de maio, o Museu da Escola Catarinense (Mesc), da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), recebe a mostra "Atomic Shadows", dos artistas gráficos Marcos Ramos e Olavo Kucker, com montagens artísticas de registros fotográficos da vida em centros urbanos.

Gratuita e aberta ao público, a exposição reúne imagens tratadas graficamente por Ramos e Kucker.  Duas das obras expostas contaram com intervenções da artista Juliana Hoffmann. Para os autores do projeto, as fotografias revelam como a estrutura atual de sobrevivência coletiva é insustentável e nociva à qualidade de vida da população.

De acordo com a coordenadora do Mesc, Sandra Makowiecky, além de mostrar o cotidiano urbano e a natureza escondida nas avenidas, no asfalto e no concreto, as imagens revelam um resultado perturbador. "As obras mostram o relacionamento das pessoas com as cidades e provocam uma reflexão acerca da vida atual que levamos nos grandes centros urbanos", afirma Sandra. 

Criado em 1992, o Mesc está situado, desde 2007, no antigo prédio que abrigou a Escola Normal Catharinense, o Instituto Estadual de Educação e o Centro de Ciências Humanas e da Educação (Faed), no Centro de Florianópolis.

comunicacao@udesc.brTelefones: (48) 3664-7935/8010

A Fundação Catarinense de Cultura (FCC), por meio do Museu da Imagem e do Som de Santa Catarina (MIS/SC), abre inscrição para os cursos de Fotografia em Acervos Culturais e de Fotografia de Grande Formato. As aulas, ministradas pelo professor Sérgio Sakakibara, serão realizadas nas dependências do Centro Integrado de Cultura (CIC), durante os meses de maio e junho.

Saiba mais sobre as oficinas:

:: Fotografia em Acervos Culturais
Conteúdo: Oficina teórica e prática abordando o uso da fotografia em acervos culturais, arquivos, bibliotecas, museus. A imagem fotográfica como objeto e como registro, catalogação, armazenamento, digitalização, difusão. Metadados, taxonomias, recuperação.
Programas para gestão e difusão de acervos. Operação básica de câmeras fotográfica e scanners.
Ministrante: Sérgio Sakakibara
Público-alvo: prioritariamente profissionais que atuam em instituições culturais; se restarem vagas serão admitidos estudantes de áreas afins, uma vez que será formada lista de espera. 

São 12 vagas e a seleção será feita por dois critérios: 1 - vínculo institucional; 2 - ordem de inscrição. Vale destacar que a falta na primeira aula (ou duas faltas) provocará ocancelamento da vaga e essa informação servirá de critério de seleção para os próximos cursos. Será fornecido certificado de 20h. 

Período do curso: às segundas-feiras do mês de maio e nos dias 3 e 10 de junho, das 8h30 às 11h50
Local: Museu da Imagem e do Som de Santa Catarina / Centro Integrado de Cultura (CIC)
Av. Gov. Irineu Bornhausen 5600 - Agronômica / Florianópolis-SC.

Inscrições pelo formulário abaixo até 29 de abril às 18h.  A divulgação dos selecionados será informada no dia 30 de abril.
Curso gratuito. Formulário: https://forms.gle/diLdq1bddDsyvNL86

:: Fotografia de Grande FormatoConteúdo:
professores de fotografia, fotógrafos e artistas com alguma experiência e, ao menos, um conhecimento básico em fotografia e um portfólio online de trabalhos.

Serão oferecidas seis (6) vagas. A seleção se dará pelos critérios: 1 - currículo e portfólio; 2 - ordem de inscrição. Vale destacar que a falta na primeira aula (ou duas faltas) provocará o cancelamento da vaga e essa informação servirá de critério de seleção para os próximos cursos. Será fornecido certificado de 20h. 

Obs.: Os custos do material de consumo, filme e reveladores serão divididos entre os alunos (aproximadamente R$30)
Período do curso: 7, 9, 14, 16, 21 e 23 de maio (terças e quintas), das 8h30 às 11h50
Local: Museu da Imagem e do Som de Santa Catarina / Centro Integrado de Cultura (CIC)
Av. Gov. Irineu Bornhausen 5600 - Agronômica / Florianópolis-SC.
Inscrições pelo formulário abaixo até 29 de abril às 18h.  A divulgação dos selecionados será informada no dia 30 de abril.
Formulário: https://forms.gle/yF453ZibU4R1hM7W8

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