Foto:  Márcio H. Martins

A Escolinha de Arte abrirá inscrições para o processo seletivo de alunos de 2018 na segunda e terça-feira, dias 19 e 20 de fevereiro, das 13h às 18h. Os responsáveis deverão realizar a inscrição das crianças junto à secretaria da Escolinha, localizada no Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis. 


Foto: Márcio H. Martins

Como medida de segurança, a partir de segunda-feira, 19 de fevereiro, o Museu Histórico de Santa Catarina (MHSC), sediado no Palácio Cruz e Sousa, em Florianópolis, ficará fechado para visitação, pois será feita a reforma da parte elétrica. A previsão é que se conclua essa etapa dentro de 30 e 60 dias.

Os procedimentos para recuperação e restauro das pinturas murais (internas) começaram em 2014. Os trabalhos estão sendo realizados pela servidora Marcia Regina Escorteganha, doutora em Pintura Mural pela Universidade Federal de Santa Catarina (Ufsc) em convênio com a Université Jean Mouriet de Sant Etienne.

"Já finalizamos os tetos de dois salões principais e algumas saletas. Também está concluída a restauração da marchetaria do piso", explica a administradora do MHSC, Maria José Brandão.

A restauração foi dividida em três etapas:
1ª etapa: higienização e remoção das áreas em desprendimento (concluída);
2ª etapa: recomposição da argamassa à cal deteriorada e refixação dos craquelês em desprendimento (concluída);
3ª etapa: reintegração das áreas de nivelamento com argamassa nova (em andamento).

Museu Virtual
Desde o dia 06 de janeiro é possível fazer uma visita virtual por meio de um audioguia. Com essa ferramenta, é possível saber informações sobre as principais obras, em texto e áudio, e em cinco línguas: português, inglês, espanhol, francês e italiano.

Também é possível conferir um pouco sobre o museu clicando aqui.

Assessoria de Comunicação
Fundação Catarinense de Cultura (FCC)
Fone: (48) 3664-2571 / 3664-2572
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Foto: Eduardo Correa/SOL

A Irmandade do Divino Espírito Santo (Ides), em Florianópolis, recebeu nesta quinta-feira, 8, o certificado de registro da festividade que promove como patrimônio cultural imaterial de Santa Catarina. Em ato promovido na Capela do Divino, o secretário de Estado de Turismo, Cultura e Esportes (SOL), Leonel Pavan, e o presidente da Fundação Catarinense de Cultura (FCC), Rodolfo Joaquim Pinto da Luz, entregaram ao provedor da Irmandade, Ademar Arcângelo Cirimbelli, o certificado.

A capela foi preparada para receber autoridades, membros da Ides e os festeiros que praticamente lotaram o espaço para a cerimônia de entrega do registro. Com 244 anos de existência, a Festa do Divino do Espírito Santo soma-se à outra importante e histórica manifestação religiosa, a Procissão do Nosso Senhor dos Passos, no registro de patrimônio cultural imaterial do Estado. "A FCC faz um grande trabalho, um trabalho diferenciado e junto com eles estamos conseguimos avançar em muitos pontos da cultura catarinense, com atos importantes para o nosso Estado, como este que hoje estamos consagrando como patrimônio imaterial, a Festa do Divino Espírito Santo. A Festa do Divino está entre os maiores e melhores eventos culturais do Estado. O gesto de hoje é um gesto que faz com que tenhamos uma responsabilidade enorme para o resto de nossas vidas. Só tenho de parabenizar a todos por esta grande conquista", ressaltou o secretário Leonel Pavan.

O presidente da FCC destacou os esforços da Diretoria de Preservação do Patrimônio Histórico da Fundação na análise e celeridade do processo. “Também sou membro da Irmandade do Divino Espírito Santo e me sinto pessoalmente orgulhoso por fazer esta entrega, que é um reconhecimento à potencialidade desta manifestação que representa a grandeza da cultura e da história de Santa Catarina”, disse Pinto da Luz.

Atualmente, a Diretoria de Preservação analisa outras solicitações de registros, como a pesca da tainha com auxílio de golfinhos em Laguna, a pesca artesanal da tainha em Bombinhas, o o Cacumbi do Itapocu, uma tradição centenária de afirmação da identidade negra na região de Araquari; e o queijo serrano de Lages. 

A concessão do registro para a Festa do Divino foi precedida pela aprovação, pelo Conselho Estadual de Cultura (CEC), do parecer da FCC que ressaltou o “profundo embasamento originário de uma pesquisa histórica, mostrando que a Irmandade do Divino Espírito Santo de Florianópolis foi criada em 1773 e reflete as tradições da cultura dos povoadores açorianos da Ilha de Santa Catarina”. Além disso, foi destacado que “a manifestação ocorre não apenas em Florianópolis, mas também em dezenas de outros municípios catarinenses, expondo seu caráter relevante para a cultura de nosso Estado”.

Tradição e religiosidade

As tradições açorianas como a Festa do Divino estão presentes na cultura catarinense até hoje e chegaram juntas com os colonizadores entre os anos de 1748 e 1756. A Irmandade sempre manteve o período de ocorrência da Festa durante o Pentecostes, cuja data mais relevante se dá exatamente 50 dias depois do domingo de Páscoa e a sete dias do ato litúrgico da Ascensão de Jesus; é o domingo de Pentecostes. Neste dia, ocorre a coroação do Imperador, figura onipresente em todas as festas do Divino, e a missa solene da coroação. Inclusive a IDES possui em seu acervo histórico coroa e cetro que datam de 1774, trazidos diretamente dos Açores e que são utilizados na liturgia da festa desde 1776.

Fundada em 1773, a Ides é uma organização não-governamental, sem fins lucrativos, que tem por missão "abrir portas, resgatar esperanças e encorajar crianças, adolescentes, jovens e suas respectivas famílias, para que sejam protagonistas de suas vidas, transformando a realidade e o meio em que vivem, a partir da promoção da cidadania e do desenvolvimento social.”

Atualmente os programas da Ides atendem cerca de 750 crianças e adolescentes diariamente através dos seus três núcleos de atendimento. Onde elas participam de atividades diferenciadas que possibilitam o exercício da autonomia, liberdade e criatividade.

 

Informações adicionais para a imprensa

Marcos Espíndola
Fundação Catarinense de Cultura (FCC)
Fone: (48) 3664-2571/2572

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Museu Etnográfico Casa dos Açores em Biaguaçu que estará aberto sábado e domingo - Foto: Márcio Henrique Martins / FCC

Neste Carnaval, os espaços administrados pela Fundação Catarinense de Cultura (FCC) estarão com horários diferenciados de atendimento ao público. Alguns espaços, como a Casa da Alfândega, o Museu Histórico de Santa Catarina e a Biblioteca Pública, no Centro de Florianópolis onde acontece parte das festas de rua da Capital, estarão fechados durante todo o período, de sábado a terça-feira (10 a 12/2). Todos os espaços voltam a funcionar normalmente na Quarta-feira de Cinzas (13/2).

Centro Integrado de Cultura (CIC)

Sábado e domingo (10 e 11/2): abre normalmente, das 10h às 21h.
Segunda-feira (12/2): fechado.
Terça-feira (13/2): abre normalmente, das 10h às 21h.
Quarta-feira (14/2): abre a partir das 12h.

Endereço: Avenida Governador Irineu Bornhausen, 5600 - Agronômica - Florianópolis.
Contato: (48) 3664-2555.

Cinema do CIC

Terá sessões de quinta-feira a domingo (8 a 11/2), normalmente.

Endereço: Avenida Governador Irineu Bornhausen, 5600 - Agronômica - Florianópolis.
Contato: (48) 3664-2555.

Museu Histórico de Santa Catarina - Palácio Cruz e Sousa

De sábado e terça-feira (10 a 13/2): fechado.
Quarta-feira (14/2): abre a partir das 13h.

Endereço: Praça XV de Novembro, 227 - Centro - Florianópolis.
Contato: (48) 3665-6363

Museu da Imagem e do Som de Santa Catarina (MIS/SC)

Sábado e domingo (10 e 11/2): abre normalmente, das 10h às 21h.
Segunda-feira (12/2): fechado.
Terça-feira (13/2): abre normalmente, das 10h às 21h.
Quarta-feira (14/2): abre a partir das 12h.

Endereço: no Centro Integrado de Cultura (CIC) – Avenida Governador Irineu Bornhausen, 5600 – Agronômica – Florianópolis
Contato: (48) 3664-2650

Museu de Arte de Santa Catarina (Masc)

De sábado a terça-feira (10 a 13/2): abre normalmente, de terça-feira a domingo, das 10h às 21h.
Quarta-feira (14/2): abre a partir das 12h.

Endereço: no Centro Integrado de Cultura (CIC) – Avenida Governador Irineu Bornhausen, 5600 – Agronômica – Florianópolis
Contato: (48) 3664-2629

Museu Nacional do Mar - Embarcações Brasileiras

Sábado e domingo (10 e 11/2): abre ao público das 10h às 18h.
Segunda-feira (12/2): fechado.
Terça-feira (13/2): abre ao público das 10h às 18h.
Quarta-feira (14/2): abre ao público das 13h às 18h.

Endereço: Rua Manoel Lourenço de Andrade, 133 - Centro - São Francisco do Sul
Contato: (47) 3481-2155

Casa de Campo do Governador Hercílio Luz

Sábado e domingo (10 e 11/2): abre ao público das 10h às 17h.
Segunda e terça-feira (11 e 12/2): fechado.
Quarta-feira (14/2): abre ao público a partir das 13h.

Endereço: Rua Paulo Sell, 428 - Taquaras - Rancho Queimado
Contato: (48) 3275-1453

Biblioteca Pública de Santa Catarina

De sábado a terça-feira (10, 11, 12 e 13/2): fechada.
Quarta-feira (14/2): abre a partir das 12h30.

Endereço: Rua Tenente Silveira, 343 - Centro - Florianópolis
Contato: (48) 3665-6422

Casa da Alfândega

De sábado a terça-feira (10 a 13/2): fechada.
Quarta-feira (14/2): reabre a partir das 13h.

Endereço: Rua Conselheiro Mafra, 141 - Centro - Florianópolis
Contato: (48) 3665-6097

Museu Etnográfico Casa dos Açores

Sábado e domingo (10 e 11/2): abre normalmente, das 9h às 12h30 e das 13h30 às 18h.
Segunda e terça-feira (12 e 13/2): fechada.
Quarta-feira (14/2): abre a partir das 13h.

Endereço: BR-101, km 189 - Balneário São Miguel - Biguaçu
Contato: (48) 3665-6195

Informações adicionais para imprensa
Fernanda Peres
Assessoria de Comunicação Fundação Catarinense de Cultura
Fone: (48) 3664-2571
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Foto arquivo: Henrique Martins / FCC

Um roteiro virtual pelas principais instalações e obras do Museu Histórico de Santa Catarina (MHSC) será possível com o lançamento de um aplicativo para smartphones e tablets. No Tour Top 10 do Museu Histórico foi criado um itinerário que conduz o visitante pelas 10 obras imperdíveis do local. Será disponibilizado gratuitamente ao público em cinco línguas: português, espanhol, inglês, francês e italiano. 

O lançamento do aplicativo será nesta terça-feira, 6, às 16h30, no Museu Histórico. "É uma ferramenta que guia o visitante, oferecendo a possibilidade obter mais informações sobre cada atração por meio de um áudio explicativo. Os detalhes também estão descritos em texto, caso o visitante prefira", esclarece a administradora do MHSC, Maria José da Costa Brandão. O aplicativo está disponível para sistemas Android, Windows e iOS. Para utilizá-lo, é necessário baixar o aplicativo izi.Travel e em seguida procurar o Tour Palácio Cruz e Sousa.

A criação do aplicativo foi um trabalho voluntário idealizado pela arquiteta Maria Gabriela Cherem Luft e desenvolvido em parceria com o Núcleo Educativo do MHSC. Gabriela é natural de Florianópolis e estudou em Florença, na Itália, onde aprendeu recursos para fazer o plicativo. As locuções do audioguia foram viabilizados com a ajuda de voluntários estrangeiros. A iniciativa faz parte do projeto Floripa Audioguiada, que consiste em audioguias temáticos em locais importantes da capital. Além do Tour Top 10 no MHSC, já há um projeto piloto de roteiro de visitação da Catedral Metropolitana.


Imagem 1:
Aparência do aplicativo (o prorgrama está disponível para download nos sistemas Android, Windows e iOS);



Imagem 2:Tela inicial.
No Tour Top 10 foi criado um itinerário que conduz o visitante por dez obras do local.


Imagem 3: Exemplo de espaço a ser explorado. Para ouvir o áudio com as informações do local, basta clicar no ícone.
 

As 10 atrações:

1) Teto da nave central
Imponente teto trabalhado em gesso onde estão retratados os nomes dos primeiros 44 municípios de Santa Catarina (1940). Três dos municípios não existem mais:
- Armonia que passou a ser chamada de Ibirama
- Parati que passou a ser chamada de Araquari
- Cruzeiro que passou a ser chamada de Joaçaba


2) Pintura “Vista do Desterro”: Tela pintada à óleo pelo pintor viajante alemão Joseph Bruggemann, em 1866, que procura retratar de forma panorâmica a área central da cidade de Nossa Senhora do Desterro, atual Florianópolis, situada na Ilha de Santa Catarina, pintada do ângulo em cima do Morro do Antão (atual Morro da Cruz).
A cidade de Desterro, como era chamada, também era a capital da Província de Santa Catarina, que na época integrava o Império Brasileiro (1822-1889). A pintura “Vista do Desterro”demonstra e exemplifica o contexto da produção artística que circulava pelo Brasil naquele período, em especial aquela preocupada em retratar paisagens urbanas e naturais.

3) Pintura “O extermínio da família Dias Velho”:
Óleo sobre tela (1927) de autoria de Darkir Parreiras (1894 – 1967).
Cena de ataque de vingança dos Piratas à família de Dias Velho.
A obra retrata o bandeirante paulista, Francisco Dias Velho e sua família. Partindo de São Paulo em 1628, o bandeirante vem em direção à Ilha de Santa Catarina para efetivar a fundação do povoado. Na ocasião ergue uma cruz (1678) e dá início à construção da capela da Nossa Senhora do Desterro representada na obra, onde séculos mais tarde deu lugar a atual Catedral Metropolitana de Florianópolis.

4) 1ª. Lâmpada residencial acesa em Florianópolis
Em 1º de outubro de 1910 foi acesa na residência do governador Gustavo Richard –governou Santa Catarina de 1906 a 1910. Nossa Senhora do Desterro viveu às escuras até 1837, quando foram inaugurados os primeiros 50 candeeiros, abastecidos com óleo de baleia e acesos manualmente , através de pavios, por encarregados para esta função – os acendedores de lampiões. Este primeiro sistema de iluminação pública foi disposto em locais estratégicos para que a população – que não chegava a cinco mil habitantes- pudesse sair à noite pelas ruas com mais segurança mesmo com o inconveniente do vento sul que apagava os lampiões. Em 1880 a cidade passou a ser iluminada pelo sistema gás-globo, com 150 combustores. No século XX, em 1907 é construída a usina de Maroim, no município de São José, que forneceria energia elétrica, através de cabo submarino, para a capital - Florianópolis. A iluminação pública foi inaugurada na Praça XV de Novembro em 27 de setembro de 1910.

5) "Janela" na parede – estrutura original
Pequena abertura na parede onde é possível ver a estrutura original das paredes do segundo pavimento em pau-a-pique.
O que é pau-a-pique?
Pau-a-pique, taipa de sebe, taipa de mão, barro armado ou taipa de sopapo, são diversos nomes para uma espécie de parede feita com varas entrecruzadas e barro. Um dos sistemas mais utilizados tanto nos tempos da colônia como ainda hoje em construções rurais, devido a suas qualidades – baixíssimo custo (todos os materiais são naturais), resistência e durabilidade. 

6) Mesa de Jantar
A imponente mesa de jantar está aparelhada como era utilizada na época, sendo originais os cinzeiros, o sino e a licoreira. Após 1954 passou a ser utilizada como mesa de reuniões. Foi comprada no ano 2000, em um antiquário.

7) Vitral: Inspirado no estilo Art Nouveau executado pela Casa Conrado-SP,1913, divide a Sala de Jantar e o saguão principal. O Movimento Art Nouveau ocorreu entre 1895 e 1914 e fundiu e sintetizou diversas tendências artísticas, criando uma relação orgânica entre o ornamento e a função do objeto e do espaço. A beleza da forma é produzida através de linhas que nascem umas das outras, baseadas na observação da natureza.

8) Assoalho em marchetaria: Piso com desenhos em marchetaria com vários tipos e cores diferentes de madeiras (1898). A marchetaria é uma técnica italiana de ornamentar as superfícies planas através da aplicação de diversos materiais como, metais, pérolas, marfim, pedras, madeira e outros. Destaque para o Salão de Música e o Salão Nobre.

9) Teto do Salão Nobre: teto em estuque, com flores em relevo e o Brasão das Armas da República, onde a estrela representa o Estado, a águia a força moral, intelectual e física do povo, a chave representa a posição política e geográfica (segundo Abreu Lima, "A Ilha de Santa Catarina é a chave do Brasil Meridional"), a âncora, o gênio marítimo catarinense, o café e o trigo, a riqueza agrícola do Estado.
Destaque para as datas esculpidas no teto:
- 7 de setembro de 1822 = Independência do Brasil
- 13 de maio de 1888 = Abolição da Escravatura
- 15 de novembro de 1889 = Proclamação da República
- 24 de fevereiro de 1891= é promulgada a Constituição Republicana e as antigas Províncias passam a ser Estados.

10) Sacada onde João Figueiredo acenou para o povo na Novembrada
A janela próxima a porta que leva ao Hall da Escada foi a janela pela qual o Presidente João Figueiredo acenou para o povo no episódio da Novembrada.
A Novembrada é o nome pelo qual ficou conhecida a grande manifestação popular contra o Regime Militar implantado em 1964 no Brasil. Ocorreu no movimentado centro de Florianópolis em 30 de novembro de 1979. Na época o Brasil estava passando por um momento de grande instabilidade política e econômica e conseqüente alto custo de vida.


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De 4 a 7 de fevereiro, Florianópolis será palco de programação cultural intensa e gratuita, com mais de 90 atrações de música, dança, artes cênicas e visuais, audiovisual, design, moda, cultura popular, exposições e feiras, além de oficinas, encontros, palestras, workshops e rodas de conversa.

O Festival Internacional de Arte e Cultura José Luiz Kinceler (FIK 2018), realização do Centro de Artes (Ceart) da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), será voltado ao público de todas as idades, oferecerá agenda específica direcionada a estudantes, profissionais, educadores, artistas e crianças e contará com convidados do México, Chile, Argentina, Uruguai e Peru. A abertura no domingo, 4, será marcada por shows musicais, com a apresentação de A Banda Mais Bonita da Cidade, de Curitiba, além de bandas locais formadas por alunos e egressos da Udesc.

O Governo do Estado, por meio da Fundação Catarinense de Cultura, entregará oficialmente no dia 8 de fevereiro o Certificado de Registro da Festa do Divino Espírito Santo, reconhecendo a manifestação como patrimônio cultural imaterial de Santa Catarina. O ato de entrega do certificado à Irmandade do Divino Espírito Santo (IDES) ocorrerá às 16h na Capela Do Divino, situada na Praça Getúlio Vargas, no Centro de Florianópolis, e contará com a presença do presidente da FCC, Rodolfo Joaquim Pinto da Luz, e do provedor da Irmandade, Ademar Arcângelo Cirimbelli.

Com 244 anos de existência, a Festa do Divino da IDES soma-se à outra importante e histórica manifestação religiosa, A Procissão do Nosso Senhor dos Passos, no registro de patrimônio cultural imaterial do Estado. A Diretoria de Preservação do Patrimônio Histórico da FCC analisa outros processos de registro, como a pesca da tainha com auxílio de golfinhos em Laguna, o Cacumbi de Araquari e o queijo serrano de Lages. “Trata-se de um esforço pelo reconhecimento não só do patrimônio material, que hoje chegamos a 351 bens tombados, mas também do imaterial, a partir do registro destas fundamentais manifestações da nossa cultura e história”, explica o presidente da FCC.

A concessão do registro foi precedida pela aprovação, pelo Conselho Estadual de Cultura (CEC), do parecer da FCC que ressalta o “profundo embasamento originário de uma pesquisa histórica, mostrando que a Irmandade do Divino Espírito Santo de Florianópolis foi criada em 1773 e reflete as tradições da cultura dos povoadores açorianos da Ilha de Santa Catarina”. Além disso, é destacado que “a manifestação ocorre não apenas em Florianópolis, mas também em dezenas de outros municípios catarinenses, expondo seu caráter relevante para a cultura de nosso Estado”. “Assim, a FCC, o Conselho e o Governo do Estado, manifestam sua profunda atenção a essa manifestação que atravessou dois séculos por meio da Irmandade do Divino Espírito Santo e que transcende a questão religiosa, valorizando suas ações culturais, filantrópicas e sociais”, disse Rodolfo Joaquim Pinto da Luz.

Reconhecimento da FCC, do CEC e do Governo da importância das festividades da Irmandade do Divino Espírito Santo e sua indiscutível tradição histórica que envolve a comunidade há mais de 200 anos. Elas celebram ao longo destes séculos a tradição da matriz portuguesa e se perpetua não só em Florianópolis mas em todo litoral catarinense. Por isso entendemos ser de extrema importância o reconhecimento, pela FCC, CEC e Governo do Estado, deste patrimônio imaterial catarinense e que consolida também a todas as ações, não só de cunho religioso, mas também filantrópico e social que a Irmandade do Espírito Santo dedica à cidade.

A manifestação da Diretoria de Preservação do Patrimônio Cultural da Fundação Catarinense de Cultura, “fundamentada na pesquisa histórica” que ratificou a relevância do registro desta manifestação cultural, deu embasamento ao registro. A partir de agora, a Festa do Divino, também chamada de Divina Festa da IDES, estará inserida no Livro das Celebrações, conforme dispõe o Decreto Estadual 2.504/2004. É o segundo evento a merecer este registro. Considerada um dos eventos religiosos cristãos mais importantes, dentre muitos praticados no Estado. As tradições açorianas como a Festa do Divino estão presentes em nossa cultura até hoje chegaram juntas com os mesmos, entre os anos de 1748 e 1756. A Irmandade sempre manteve o período de ocorrência da Festa durante o Pentecostes, cuja data mais relevante se dá exatamente 50 dias depois do domingo de Páscoa e a sete dias do ato litúrgico da Ascensão de Jesus; é o domingo de Pentecostes. Neste dia, ocorre a coroação do Imperador, figura onipresente em todas as festas do Divino, e a missa solene da coroação. Inclusive a IDES possui em seu acervo histórico coroa e cetro que datam de 1774, trazidos diretamente dos Açores e que são utilizados na liturgia da festa desde 1776.

Sobre a Irmandade do Divino Espírito Santo

Fundada em 1773, a IDES é uma organização não-governamental, sem fins lucrativos, que tem por missão "Abrir portas, resgatar esperanças e encorajar crianças, adolescentes, jovens e suas respectivas famílias, para que sejam protagonistas de suas vidas, transformando a realidade e o meio em que vivem, a partir da promoção da cidadania e do desenvolvimento social.” Atualmente os programas da IDES atendem cerca de 750 crianças e adolescentes diariamente através dos seus três núcleos de atendimento. Onde elas participam de atividades diferenciadas que possibilitam o exercício da autonomia, liberdade e criatividade.

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Está de volta a programação do projeto itinerante Estação Cultural, promovido pela Fundação Catarinense de Cultura (FCC), que leva 150 atividades entre apresentações artísticas e oficinas a 50 cidades de Santa Catarina de fevereiro a abril de 2018. A iniciativa é uma parceria entre a FCC e as prefeituras municipais que receberão as atrações.

A programação de fevereiro passará por 23 municípios a partir do dia 15. Receberão as atividades do Estação Cultural neste primeiro mês as cidades de São Miguel do Oeste, Fraiburgo, Rancho Queimado, Brusque, São Francisco do Sul, Imbituba, Urubici, Criciúma, Balneário Camboriú, Chapecó, Caçador, São Joaquim, Lages, Irani, Jaraguá do Sul, Palmitos, Taió, São Bento do Sul, Treze Tílias, Ituporanga, Garopaba, Canoinhas e Quilombo.

:: Confira a programação de fevereiro de 2018

O Estação Cultural deu início às suas atividades com apresentações culturais no mês de dezembro de 2017 em cinco cidades: Garopaba, Ituporanga, Quilombo, São Lourenço do Oeste e Lages. Agora, os municípios receberão, também, oficinas com foco em diversos segmentos artísticos como música, literatura, dança, patrimônio, entre outros. Para participar das oficinas, os interessados devem entrar em contato diretamente com o departamento de Cultura de cada município para mais informações.

A iniciativa da FCC é embrião de uma política pública que visa à democratização do acesso às atividades culturais, com atrações de abrangência estadual. O objetivo da FCC é contribuir para atrair diversos tipos de públicos, valorizando ações que fomentem a reflexão e a discussão dos temas abordados e possibilitando a troca de linguagens artísticas e culturais entre as regiões catarinenses. ”O Estação é um projeto de circulação, integração e de estímulo à produção cultural catarinense. São mais de 150 projetos selecionados, mobilizando todas as regiões catarinenses, levando as mais variadas formas de expressão artísticas e também de conhecimento, por meio de oficinas. O que o projeto busca é a valorização do nosso artista, da sua produção e também a formação de público no Estado”, explica o presidente da FCC, Rodolfo Joaquim Pinto da Luz.

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Museu da Escola Catarinense (Mesc), da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) em Florianópolis, apresentará a exposição "Fazendo poesia, esculpindo corpos", da escultora Cristina Almeida, entre 2 de fevereiro, com abertura às 19h, e dia 28. A mostra tem curadoria da coordenadora do museu, professora Sandra Makowiecky, e da doutoranda Francine Goudel, do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais do Centro de Artes (Ceart).


Foto: Divulgação

Em fevereiro, a Escolinha de Arte abrirá inscrições para seu processo seletivo de alunos em 2018. Nos dias 19 e 20 de fevereiro, das 13h às 18h, os responsáveis deverão realizar a inscrição das crianças junto à secretaria da Escolinha, localizada no Centro Integrado de Cultura (CIC).

O sorteio de vagas ocorrerá no dia 22 de fevereiro, às 14h, no Cinema do CIC. Neste ano não é obrigatória a presença de pais ou responsáveis legais durante a realização do sorteio. O resultado será fixado na porta da Escolinha de Arte e publicado no site da Fundação Catarinense de Cultura (FCC), no dia 23 de fevereiro de 2018. Não haverá divulgação do resultado por telefone.

Os pais ou responsáveis dos alunos contemplados no sorteio deverão efetuar a matricula nos dias 26 e 27 de fevereiro (segunda e terça-feira), das 13h às 18h. Caso não compareça perderá automaticamente a vaga.

Informações adicionais podem ser obtidas pelo telefone (48) 36642648 ou e-mail escolinhadeartefcc@fcc.sc.gov.br.

Sobre a Escolinha

A Escolinha de Arte de Florianópolis foi criada em agosto de 1963, quando suas atividades ficavam no mesmo espaço do Museu de Arte Moderna de Florianópolis, hoje Museu de Arte de Santa Catarina (Masc). A proposta, que já tem mais de meio século, oferece cursos gratuitos de Artes Visuais, Música e Teatro para crianças com idades entre 5 e 12 anos. Também oportuniza e estimula experiências artístico-estéticas nas diversas linguagens.

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