Fotos: James Tavares / Secom

Ideias inovadores já começaram a tomar forma com apoio do Órion Parque de Lages. Entre os projetos está um aplicativo voltado para  pessoas com intolerância a algum tipo de alimento, que funciona como uma rede social na qual os usuários compartilham reações ao consumir determinados alimentos. Ainda em fase de testes, já reúne mil usuários. 


Fotos: James Tavares / Secom

Há 11 anos, o Órion Parque era apenas uma ideia na cabeça de empresários. Com a concretização do projeto de construção dos 13 Centros de Inovação pelo Estado, a proposta ganhou força, saiu do papel e Lages, uma das maiores áreas de oportunidades para desenvolvimento do setor tecnológico e empreendedor, recebeu o primeiro Centro de Inovação do Estado.

O Governo de Santa Catarina, por meio da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável e Fapesc, tem sido parceiro, disponibilizando recursos financeiros para subsidiar atividades estratégicas, operacionais e projetos de pesquisa ao longo destes dois anos de funcionamento do Parque.

"Em Santa Catarina, o setor da Tecnologia e Inovação já representa 5% do PIB, e é fundamental que o serviço e a governança públicos estejam conectados com os avanços do setor para garantir eficiência e mais qualidade de vida ao cidadão catarinense", destacou o governador Eduardo Pinho Moreira, durante a inauguração do Centro de Inovação de Jaraguá do Sul, no último dia 15.

Investimentos de R$ 2 milhões

De acordo com o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico e Sustentável (SDS), Adenilso Biasus, foram repassados recursos do Governo do Estado, por meio da SDS, em 2016 e 2018.



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“Após a conclusão, o Governo do Estado já repassou cerca de R$ 2 milhões com o orçamento da SDS para operação, gestão e equipamentos. São investimentos em desenvolvimento, pois os Centros de Inovação são os ambientes ideais para união da tríplice hélice: o Estado, as universidades e o setor produtivo. Tudo o que for desenvolvido nestes locais é revertido em receita com valor agregado, geração de emprego, renda e na entrega de serviços públicos de melhor qualidade", destaca Biasus.

Na avaliação do diretor de Desenvolvimento de Ciências Tecnologia e Inovação, Jean Vogel, após dois anos de operação do primeiro Centro de Inovação do Estado, os resultados já são bem expressivos. “Lages teve o privilégio de inaugurar o primeiro CI da Rede de 13 que o Governo está construindo. Nestes dois anos o modelo já se mostra com êxito e necessário, pois leva desenvolvimento e insere o interior do Estado na economia do conhecimento, oferecendo condições para que a academia, empresas e governo, encontrem sinergia e criem um ambiente de oportunidades para a economia da cidade e região”, avalia Vogel.

>>> Conheça alguns projetos  desenvolvidos no Órion Parque

O diretor executivo do Órion Parque, Claiton Camargo, lembra que a Serra Catarinense possui um vasto campo de oportunidades para inovação, como as áreas da biotecnologia, marketing e tecnologia da informação, aliada á atividade madeireira, agropecuária, gastronomia e turismo. “Nossas vocações tradicionais devem servir de base para novas possibilidades por meio de modelos ágeis de gestão, empreendedorismo, inovação e tecnologia”, avalia Camargo.


Diretor executivo, Claiton Camargo

Novo cenário em Lages

Ao completar dois anos da sua inauguração, no último dia 24 de junho, a iniciativa de formar um ecossistema de inovação decolou e abriu portas para um novo cenário em Lages. Articulador do sistema tecnológico, passou a atrair empresas consolidados e a servir de suporte para aquelas que ainda estavam apenas no papel.

Novas startups passaram a se instalar no Órion Parque e atrair projetos inovadores conectando uma rede de inovação na serra catarinense. A ideia tomou fôlego e hoje o Centro de Inovação Luiz Henrique da Silveira abriga 37 empresas virtuais, 23 residentes e incontáveis projetos inovadores. Tornou-se um verdadeiro cartão de visitas para empresas que despontam no cenário nacional, e até mesmo internacional, e um habitat acolhedor e inspirador para jovens empreendedores.

A Softecsul, no mercado há 25 anos, foi a primeira a se instalar no Órion Parque. A empresa desenvolve soluções e aplicativos para levar e analisar o perfil dos clientes em supermercados. “Fomos chamados como empresa âncora. O fato de estar aqui já abre um sorriso no rosto. É nosso cartão de visitas, todos ganham. Lages é uma ótima cidade para se desenvolver a tecnologia e inovação, com uma posição privilegiada no Estado, relativamente perto da Capital, da região Oeste, a cidade tem potencial para crescer ainda mais”, avalia o CEO da empresa, Athos Rodrigo Branco.


CEO da Softecsul, Athos Rodrigo Branco

Lages entra no cenário inovador de Santa Catarina

O presidente do Centro de Inovação de Lages, Valmir Tortelli, que substituiu o primeiro presidente e fundador, Roberto Amaral, destaca que com o impulsionamento do setor de tecnologia por meio da implantação do Órion Parque, Lages já apresenta resultados positivos e passa a fazer parte do contexto de inovação de Santa Catarina.

“Nestes dois anos de atuação podemos ver mais de 40 empresas envolvidas diretamente no Centro de Inovação. Com as centenas de ações que já passaram por aqui podemos ver o envolvimento e a motivação das pessoas buscando conhecimento e oportunidades inovadoras. Dentro deste atual cenário de inovação, além de estimular a tríplice hélice conseguimos desenvolver nas pessoas a criatividade em seus projetos, como por exemplo, os mais de 120 projetos apresentados no último Sinapse da Inovação. Centro de Inovação como referência e apoio ao empreendedorismo está trazendo a região de Lages para dentro do contexto de cidades de inovação de Santa Catarina”, afirma o presidente.

Tortelli, que também é empresário responsável por uma das maiores empresas do setor tecnológico da região, estima que com o lançamento dos demais Centros de Inovação que estão ocorrendo em todo Estado haverá a partir de agora um processo acelerado, bem como a instalação e incremento de novas empresas dentro e ao entorno do Parque Tecnológico em Lages. “Algumas já estão iniciando suas obras ainda este ano, transformando em um grande polo tecnológico de inovação na região”, observa.

Sinapse da Inovação

E de fato a cidade despontou desde a instalação do Órion. Saltou da penúltima posição no ranking do Sinapse da Inovação para o terceiro lugar no Estado. O programa é considerado um dos mais completos de incentivo ao empreendedorismo do Brasil. O Sinapse da Inovação identifica ideias inovadoras e com potencial de se tornarem negócios de sucesso, dando suporte necessário para colocá-las em prática.

“Lages era mais atrasada em relação ao setor de inovação, nosso trabalho aqui é de justamente fomentar a inovação e ser um articulador do ecossistema. É um local onde as pessoas recebem todo tipo de orientação e apoio e ainda a articulação para materializar o que na maioria das vezes, são apenas ideias”, explica Claiton Camargo, diretor executivo do Órion Parque Tecnológico.

Eventos

Nestes dois anos, o Centro de Inovação de Lages foi palco de 264 eventos, sendo 239 próprios do Órion e 25 externos. Ao total foram 272 dias de eventos que reuniram diferentes públicos, empresários, empreendedores, gestores, academia e jovens estudantes – todos mergulhados em um ambiente único de inovação.

O local também foi palco de um dos maiores eventos nacionais no setor: o 3º Seminário Catarinense de Núcleos de Inovação Tecnológica (NITs), importante ferramenta para conectar o conhecimento das universidades, com a sociedade e empresas. O evento agregou debate entre Instituições científicas, tecnológicas, inovação, governo, empresas e sociedade civil, para o planejamento de ações conjuntas e a formação de uma rede em apoio as ações dos demais atores do Estado. Atualmente, 25 núcleos no estado, estimulam a interação do ecossistema da inovação.

Também foi no Órion Parque o 3º Congresso Catarinense das Cidades Digitais, onde gestores públicos de mais de 100 cidades catarinenses e representantes de outros sete estados estiveram reunidos para discutir inovação nas cidades.

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Como forma de consolidar a política pública contínua de incentivo a um dos setores econômicos que mais crescem em Santa Catarina, o governador Eduardo Pinho Moreira inaugurou nesta sexta-feira, 15, o Centro de Inovação Jaraguá do Sul. É o segundo de 13 centros que serão implantados no Estado com foco na geração de desenvolvimento a partir das ideias inovadoras. “Em Santa Catarina, o setor da Tecnologia e Inovação já representa 5% do PIB, e é fundamental que o serviço e a governança públicos estejam conectados com os avanços do setor para garantir eficiência e mais qualidade de vida ao cidadão catarinense”, frisou Eduardo Pinho Moreira.

O secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico e Sustentável, Adenilso Biasus, reforçou que SC tem o dever de compartilhar e fomentar a produção e o acesso ao conhecimento. “Os centros de inovação são os ambientes ideais para isso, já que unem o Estado, as universidades e o setor produtivo. Tudo o que for desenvolvido aqui será revertido em receita com valor agregado, geração de emprego, renda e na entrega de serviços públicos de melhor qualidade”, discursou.

INVESTIMENTOS DE R$ 7 MILHÕES

O segundo Centro de Inovação do Estado, na cidade de Jaraguá do Sul, conta com investimento de R$ 7,426 milhões, dos quais R$ 7 milhões são do Governo do Estado e R$ 426 mil do município.



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Os Centros de Inovação abrigarão aceleradoras de empresas, incubadoras, laboratórios de pesquisa, de capacitação e de consultoria para novos negócios. Cada unidade prioriza a vocação econômica da região em que está inserida, sendo que a de Jaraguá do Sul será direcionada para o setor de energia.

“Os 13 Centros de Inovação consolidarão a cultura inovadora e do empreendedorismo nas regiões. Contarão com incubadora, aceleradora, coworking, laboratórios de ponta, orientação/mentoria para empreendedores, Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), eventos com escopo em inovação, centro de treinamento e diversos espaços de convivência”, ressalta o diretor de Desenvolvimento de Ciências Tecnologia e Inovação, Jean Vogel.

2,7 MIL METROS QUADRADOS

Segundo o prefeito de Jaraguá do Sul, Antídio Lunelli, o município irá fortalecer o seu DNA de inovação. “Temos uma força industrial, gente qualificada, empresas de renome mundial, por isso acredito que o Centro de Inovação é um ambiente que vai fomentar ideias novas, fortalecer o setor de tecnologia, de inteligência. É uma aposta para o futuro, que já esta dando certo”, enfatizou.

Em Jaraguá do Sul, o prédio tem uma área de aproximadamente 2.700 metros quadrados, composto por térreo, mezanino, primeiro pavimento e ático. Com espaço para showroom, auditório, salas de reuniões e treinamentos. Ainda salas para as empresas, coworking, coffee break e áreas para descanso interno e externo.

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Lançado no último dia 8 de junho pelo governador Eduardo Pinho Moreira o movimento “Compre de SC” ganha a cada dia mais adesões. De prefeituras, a entidades empresariais e empresas dos mais diferentes setores produtivos, cresce o apoio pelo consumo de produtos catarinenses e consequente fortalecimento da economia de Santa Catarina. “Temos produtos que agradam a todos os gostos, paladares, uma indústria diversificada e de qualidade, então por que não dar preferência aos produtos catarinenses?”, argumentou o governador durante o lançamento do movimento.

Responsável por aproximadamente 5% da riqueza do Estado e principal arrecadador de impostos da cidade de Florianópolis, o setor de tecnologia é um apoiador da campanha “Compre de SC”. Na opinião do presidente da Associação Catarinense de Tecnologia (Acate), Daniel Leipnitz, as soluções criadas pelas empresas locais são capazes de atender a uma gama variada de outros segmentos.

“O setor de tecnologia é um grande apoiador de qualquer iniciativa para o desenvolvimento econômico do nosso Estado. Queremos que as pessoas comprem daqui não só por questões de preço, mas porque nós temos produtos de qualidade. Apoiamos essa campanha e somos muito orgulhosos daquilo que produzimos”, diz Leipnitz.

SC tem 2,9 mil empresas de TI

Atualmente, o Estado possui 2,9 mil empresas de Tecnologia da Informação (TI), com cerca de com 5,3 mil sócios empreendedores e quase 50 mil funcionários. Os números são de um estudo recente feito a pedido da própria Acate. Segundo Leipnitz, aproximadamente 90% da produção do Estado é comercializada fora de Santa Catarina, seja em outras unidades da federação ou até mesmo fora do Brasil. É por conta disso que ele acredita haver espaço para que mais catarinenses passem a ser clientes do setor tecnológico do Estado.

“No médio e longo prazo a tecnologia se transformará na maior economia do nosso Estado. Muitas empresas que hoje são de outros setores vão acabar se transformando em negócios voltados para a tecnologia. E vale destacar que Santa Catarina tem uma característica peculiar: a maioria absoluta das nossas empresas foi criada aqui, diferentemente de outros estados, onde há muitas multinacionais”, opina Leipnitiz.

No início, o setor de tecnologia em Santa Catarina era caracterizado por pequenas empresas. Com o tempo, cresceu o número de companhias médias e grandes. Um exemplo é a Softplan, com sede em Florianópolis. A empresa hoje possui 1,7 mil colaboradores e tem clientes em vários estados do Brasil.

Oportundade para ampliar vendas internas

Para Moacir Antônio Marafon, diretor-executivo da Softplan, a campanha “Compre de SC” é extremamente positiva, já que o Estado tem destaque em diversos setores e isso coloca em evidência os produtos catarinenses, ajudando a gerar renda e desenvolvimento dentro do nosso território. No caso da empresa de Marafon, apenas 12% do faturamento é fruto de vendas internas, e ele acredita que há espaço para crescimento nesse sentido.

“Nós mantemos 73% dos nossos colaboradores no Estado. São empregos de alto nível, que exigem uma formação de qualidade. Mas, ao mesmo tempo, não conseguimos ter a mesma performance de venda aqui do que em outros lugares. Acredito que esse programa foi muito bem acertado. Valorizar a prata da casa é importante”, diz Marafon.

Ainda segundo o empresário, os produtos catarinenses possuem um selo de qualidade, e portanto o consumidor pode ter a certeza de estar adquirindo algo de alto padrão: “O que nos diferencia é que as empresas de Santa Catarina tornaram-se especialistas em segmentos distintos, ofertando produtos altamente especializados. Por que não compramos mais daqui?”

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“Políticas de inovação para o setor energético e aplicação nos municípios” foi o tema da palestra ministrada pelo assistente de direção de distribuição da Celesc, Pablo Cupani, durante o Congresso de Prefeitos que vai até quinta-feira, 14, em Florianópolis, realizado pela Federação Catarinense dos Municípios (Fecam). Na tarde de terça-feira, 12, Cupani também falou sobre as oportunidades da participação dos municípios no Programa de Eficiência Energética Aneel/Celesc, por meio de projetos que visam a redução do consumo de energia elétrica nos prédios e nos sistemas de iluminação da administração pública.

De acordo com o gerente da área de Eficiência Energética, Thiago Jeremias a Celesc publica anualmente uma Chamada Pública de Projetos de Eficiência Energética, por meio da qual qualquer cliente da Empresa pode submeter projetos que visam a redução do consumo de energia elétrica, como a troca de sistemas de iluminação, troca de sistemas de climatização, modernização do sistema de iluminação pública e instalação de sistemas de geração incentivada de energia, como é o caso dos Sistemas Fotovoltaicos.

Somente em 2018, a Celesc investirá R$45 milhões em Projetos de Eficiência Energética, dos quais destacam-se os projetos de Iluminação Pública dos municípios de Itá e Santo Amaro da Imperatriz, que juntos somam um montante de aproximadamente R$3 milhões. Outro caso de sucesso é o projeto de eficientização do prédio da Polícia Federal em Florianópolis, onde foi feita a troca de toda a iluminação por lâmpadas LED e a instalação de sistemas de geração fotovoltaica na cobertura do edifício.

A Chamada Pública 2018 será lançada no final do terceiro trimestre. A cada ano o edital de seleção passa por algumas melhorias, contudo, os aspectos principais das exigências continuam as mesmas. Dessa maneira, o cliente que pretende participar desse processo pode consultar os editais dos últimos anos, que se encontram disponíveis neste link.

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Sapiens Parque quer ampliar sistema Infravia
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A segunda etapa do projeto Infravia, a ser implantada no Sapiens Parque, em Florianópolis, foi detalhada nesta segunda-feira, 11, em reunião do secretário de Estado do Planejamento, Francisco Cardoso de Camargo Filho, com a direção do parque tecnológico. O secretário ainda testou o projeto por meio de um aplicativo de realidade aumentada, criado especialmente para o sistema.

A proposta do Infravia é substituir as redes de infraestrutura hoje construídas embaixo das ruas e as concentrar sob a calçada e ciclovia.O sistema subterrâneo no passeio público tem baixo custo e reúne, de forma organizada, as redes de gás natural, água, telefonia, TV a cabo e eletricidade. Atualmente, o cabeamento e a tubulação ficam embaixo do asfalto de maneira desordenada, exigindo profundas escavações e interdições de ruas.

Sistema inteligente

O projeto-piloto do Infravia está instalado no Sapiens Parque desde 2016. Porém, a coordenação do parque quer dar continuidade ao trabalho, instalando o sistema em um trecho de 600m - que compreende uma via de pedestre que irá interligar dois eixos do Sapiens Parque. A intenção é que esta via faça parte de um futuro parque, que contará com ciclovia, quiosques e lago. 

“Temos uma pequena calçada com o Infravia no Sapiens Parque, porém não queremos mais o projeto-piloto, precisamos de um projeto real, com tudo interligado. Hoje, a gente faz duas escavações, uma em cada lado da rua. Isso seria desnecessário se tivéssemos um sistema inteligente como este, em que está tudo sob a calçada em um único local”, disse a diretora de operações do Sapiens Parque, Carolina Menegazzo, que também participou da reunião. 

Sapiens Parque quer ampliar sistema Infravia

O secretário do Planejamento acredita no potencial do Infravia como ferramenta para a construção de uma cidade inteligente e sustentável. “Precisamos pensar e preparar a nossa cidade com projetos que busquem a harmonia entre a infraestrutura e as necessidades da sociedade”, disse. 

Camargo Filho viu como funciona o sistema a partir de um aplicativo desenvolvido recentemente pelo Centro de Inovação do Senai, no qual é possível conferir, a partir de realidade aumentada, a disposição do fios e canos abaixo do chão. 

Infravia 2.0 

A apresentação do projeto foi feita pelo engenheiro civil Aloisio Pereira da Silva, que desenvolveu o estudo e integra a equipe da Superintendência de Desenvolvimento da Região Metropolitana da Grande Florianópolis (Suderf), órgão vinculado à Secretaria do Planejamento. “O interesse do Sapiens Parque em continuar com o Infravia só nos faz acreditar que estamos no caminho certo e que vale investir em soluções inovadoras”, afirmou Aloisio.

Segundo o engenheiro, o sistema foi se modernizando nos últimos dois anos e ganhou uma versão 2.0. Agora, o Infravia também prevê, por exemplo, a implantação de fibra ótica ao longo das valas técnicas onde estão as redes com um sistema de gestão de segurança, tornando possível monitoramento em tempo real de movimentações no pavimento das calçadas e ciclovias, como escavações não autorizadas, vandalismo e furto, bem como vazamentos e anomalias nas redes. Essas informações podem ser acessadas com equipamentos como celulares, tablets e computador.

 

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Terminam neste domingo, às 17h, as inscrições de cases para o Prêmio Excelência em Governo Eletrônico 2008 – e-Gov. Criado em 2002, pela Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Tecnologia da Informação e Comunicação (ABEP) e pelo Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, o prêmio reconhece e incentiva o desenvolvimento de projetos e soluções de governo eletrônico nas administrações públicas federais, estaduais e municipais.

As inscrições podem ser realizadas neste link nas categorias e-Serviços Públicos e e-Administração Pública.

O Infravia, sistema que organiza e compartilha as redes de gás natural, telecomunicações, água, energia elétrica, iluminação pública, esgoto e drenagem urbana em valas subterrâneas instaladas sob os passeios públicos, será apresentado nesta quinta-feira, 7, às 10h, durante o Congresso Catarinense de Saneamento (Concasan), no Centro de Eventos Luiz Henrique da Silveira, no Bairro Canasvieiras, em Florianópolis. O engenheiro da Secretaria de Estado do Planejamento, Aloisio Pereira da Silva, falará sobre ordenamento e compartilhamento em redes de infraestrutura e sua importância e impacto para o saneamento.

Segundo dados de 2015 da Casan, as perdas de água em Santa Catarina chegam a 28% do volume distribuído, representando um prejuízo de milhões de reais todos os anos. Muitas vezes essas perdas ocorrem devido à dificuldade de acesso ao local do vazamento ou em função de entraves para realizar a manutenção da rede, geralmente instalada sob as ruas.


Foto: Douglas Saviato / SAN

O cientista Felipe Reitz, idealizador de um equipamento produzido em Santa Catarina, com apoio do Governo do Estado, e capaz de mensurar a dor de um paciente, buscou informações nesta terça-feira, 5, no Ministério da Saúde, em Brasília, para integrar este aparelho de avaliação ao SUS e às unidades de saúde em todo o território nacional. Através de um software e tecnologia avançada, o ReitzScan identifica, avalia e quantifica a dor em três estágios: suave, moderada ou severa. A secretária de Articulação Nacional, Lourdes Coradi Martini, também esteve presente e intermediou a audiência.

“Estamos na fase final de um projeto em construção há mais de 12 anos, iniciado na Irlanda. Chegamos a um método avançado que permite identificar a dor que uma pessoa está sentindo. É algo inédito desenvolvido no Brasil”, frisa Reitz. O aparelho foi elaborado através da empresa de inovação, Reitz Innovation, incubada no Sapiens Parque, em Florianópolis. 

O secretário executivo do Ministério da Saúde, Adeilson Loureiro Cavalcante, destacou o excelente desenvolvimento do equipamento e o apoio do Governo do Estado neste projeto. A equipe técnica do ministério ressaltou que é possível auxiliar em relação ao desenho metodológico para que se consiga um estudo que contemple as características de registros sanitários da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e as questões de incorporação do SUS, através da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias do SUS (Conitec).

De acordo com o administrador da empresa, Adonai Zanoni, que apresentou o aparelho aos técnicos do Ministério da Saúde, busca-se com o equipamento a comprovação e a medição da dor, além da presença de lesão. Além disso, mais de 80% das etapas de medição do sistema serão realizadas automaticamente pelo próprio aparelho, sendo que o resultado é obtido em 30 minutos.

Outros segmentos, conforme os idealizadores, serão beneficiados com o propósito, como ciência, tecnologia e inovação. No caso das relações de trabalho, a inovação poderá apontar se os sintomas do colaborador são compatíveis com uma dor ou não passam de uma invenção. Os idealizadores também cumpriram agenda no Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações e no Instituto Nacional de Seguro Nacional (INSS).

Lançamento

Próximo do lançamento, o projeto avançou passos importantes nos últimos meses, como a homologação do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) e o registro da patente junto ao Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI). “Um relatório científico pela Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul) também foi produzido e conquistamos uma excelente aceitação médica”.

Benefícios

O aparelho diminui custos assistenciais e auxilia nas atividades de saúde de interesse do Governo Federal, bem como contribui com o modelo de saúde pública adotada pelo Brasil e diminui os gastos com prescrições repetitivas e fraudulentas. Além disso, oferece aos médicos peritos uma ferramenta ágil e precisa, aumenta a eficiência do sistema de avaliação de acidentes de trabalho. 

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O Centro de Ciências Tecnológicas (CCT), da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) em Joinville,  está com 83 vagas gratuitas em cursos de pós-graduação. São seis cursos de mestrado e um de doutorado nas áreas de Engenharia Civil; Ciência e Engenharia de Materiais; Computação Aplicada; Física; Engenharia Mecânica e Química Aplicada.