O Ministro Interino da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Eumar Novacki, estará em Santa Catarina nesta segunda-feira, 14. A agenda será acompanhada pelo secretário de Estado da Agricultura e da Pesca, Airton Spies, e prevê compromissos em Chapecó, São Miguel do Oeste e Guaraciaba.

Às 14h50, a comitiva do ministro conversa com lideranças de São Miguel do Oeste em evento na Câmara de Vereadores do município. Logo depois, Eumar Novacki vai para Guaraciaba, onde, às 16h20, visita a indústria de queijos Gran Mestri – a maior fábrica de queijos grana padano da América Latina.

Na manhã de terça-feira, 15, às 8h, o ministro interino encontra a diretoria da Associação Comercial e Industrial de Chapecó no Hotel Lang Palace.

A comitiva conta ainda com a presença do secretário de Defesa Agropecuária, Luis Eduardo Rangel; da superintendente do Mapa em Santa Catarina, Uellen Colatto; do diretor do Departamento de Promoções Internacionais do Agronegócio, Evaldo da Silva Júnior; e de deputados federais da bancada catarinense.

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Foto: Cidasc Xanxerê/Arquivo

As agroindústrias de Santa Catarina estão ampliando as exportações para China, Chile e Argentina. Em abril, os três países foram os principais destinos da carne suína produzida no Estado – respondendo por 70,3% do faturamento com as exportações do produto. O incremento nas vendas para outros países têm minimizado os efeitos do embargo russo para as carnes brasileiras.

No último mês, Santa Catarina respondeu por 52,8% do faturamento brasileiro com as exportações de carne suína. O Estado embarcou 20,4 mil toneladas do produto, gerando US$ 49,1 milhões em receita. A quantidade vendida foi 20,2% menor do que em março e o faturamento teve uma pequena queda de 3,7% - explicada pelas compras de produtos com maior valor agregado.

Segundo o secretário da Agricultura e da Pesca, Airton Spies, a tendência é de reacomodação de mercados, o que contribui para restabelecer os volumes exportados pelo Brasil e Santa Catarina. “Como o Brasil exporta carnes para mais de 150 países, enquanto algumas portas se fecham, outras se abrem. Temos carnes de alta qualidade, com custos competitivos e empresas com sólido relacionamento e tradição no mercado internacional, as expectativas são de continuidade no crescimento das exportações a médio e longo prazo”, ressalta.

No acumulado do ano, o Estado vendeu 91 mil toneladas de carne suína com receitas de US$ 193,2 milhões. Santa Catarina responde por 46,7% do total exportado pelo país em 2018.

Principais mercados

O principal destino para carne suína catarinense é a China, que ampliou o valor das importações em 232,6% em abril – em relação ao mesmo período de 2017. O país adquiriu 8,5 mil toneladas do produto por US$ 22,4 milhões. Aliás, a China vem se consolidando como o maior comprador de carne suína de Santa Catarina. Só este ano foram 81,6 mil toneladas vendidas para o país asiático.

O Chile e a Argentina também aumentaram as importações da carne suína catarinense. Em abril, as vendas para os dois países geraram faturamento de, respectivamente, US$ 6,5 milhões (aumento de 81,5%) e de US$ 5,6 milhões (aumento de 153,1%).

Carne de frango

Em abril, Santa Catarina exportou 59,8 mil toneladas de carne de frango, gerando US$ 133,3 milhões em receitas. Uma retração de 28,6% na quantidade e de 7,3% no faturamento em relação ao mês anterior. Os principais destinos foram Japão, China e Países Baixos.

O desempenho abaixo do esperado é resultado da queda nas vendas para a Europa. Em abril, os países europeus compraram 7,3 mil toneladas de carne de frango, rendendo US$ 21,2 milhões – uma diminuição de 53% na quantidade e de 37,8% no faturamento em relação a abril de 2017. Airton Spies explica que esses são os primeiros reflexos da suspensão de algumas plantas frigoríficas pela União Europeia.

No acumulado do ano, o Estado já embarcou 279,2 mil toneladas de carne de frango, faturando mais de US$ 514 milhões. Santa Catarina responde por 22,4% das exportações brasileiras do produto.

Os números foram divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e analisados pelo Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa) considerando os valores exportados de carne in natura, industrializada e miudezas.

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Os três estados do Sul querem ampliar os mercados para o leite produzido na região, com foco na exportação. Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul produzem 38% do leite brasileiro e a intenção é que o produto conquiste também o mercado externo. Para tratar de desafios e oportunidades para a exportação de leite, os secretários da Agricultura dos estados do Sul estarão reunidos nesta terça-feira, 8, em Chapecó. A reunião da Aliança Láctea Sul Brasileira será às 14h, no auditório do Holiday & Business Hotel.

Os membros da Aliança Láctea acreditam que a região Sul é capaz de produzir o leite mais competitivo do mundo. Para isso, o setor deve passar por uma grande transformação, principalmente, na organização logística da cadeia produtiva e na redução de custos de produção.

Segundo o secretário da Agricultura de Santa Catarina, Airton Spies, a produção de leite é a atividade agropecuária que tem os maiores ganhos a incorporar. “Esse é o setor onde as coisas vão mudar muito e para melhor nos próximos anos, é o setor em que o ponteiro mais vai se mexer, em termos de modernização, com aumento de eficiência e produtividade”, ressalta.

Para ser competitivo, é necessário que o leite produzido tenha simultaneamente três atributos: produto de alta qualidade, produzido a custo baixo e uma cadeia produtiva com logística eficiente. De acordo com Spies, esse é o tripé que sustenta qualquer atividade econômica sob regras de livre mercado. “Aqui temos muitas vantagens comparativas que podem ser transformadas em vantagens competitivas. Temos mais sol, mais chuva, solos férteis e um clima favorável para ocorrer fotossíntese e produzir biomassa, que é o alimento básico das vacas durante os doze meses do ano. Além disso, temos ainda a valorosa capacidade de trabalho dos agricultores familiares, que já têm muita tradição e habilidades na lida com os animais”.

Com a meta de transformar a região Sul em exportadora de leite, os membros da Aliança Láctea se unem para resolver os problemas comuns e aproveitar as oportunidades para o setor. Em Santa Catarina, único Estado brasileiro livre de febre aftosa sem vacinação, os principais desafios citados pela entidade são: controlar a brucelose e tuberculose e organizar a produção com adoção de tecnologia de ponta para reduzir os custos e competir com os preços internacionais de lácteos.

Leite na Região Sul

Os três estados do Sul produziram 12,8 bilhões de litros de leite em 2017 – 38% do total produzido no país. E as expectativas são de que até 2025 a região produza mais da metade de todo leite brasileiro.

A região formada pelo Sudoeste do Paraná, Oeste Catarinense e Noroeste do Rio Grande do Sul pode ser chamada de a “Nova Meca” do leite no Brasil já que apresenta o maior crescimento na produção e é também onde as indústrias de lacticínios têm feito os maiores investimentos nos últimos 10 anos.

Em Santa Catarina, o leite já é a atividade agropecuária com o maior crescimento. Envolvendo 45 mil produtores em todo o Estado, a produção girou em torno de 3,4 bilhões de litros em 2017 – um incremento de 8% em relação a ano anterior. Os números consolidaram o estado como o quarto maior produtor de leite do país.

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Colheita de milho em Campos Novos. Foto: Julio Cavalheiro/Secom

A valorização nos preços de milho e soja é comemorada pelos agricultores do Estado. Os produtores que decidiram investir na plantação de grãos já recebem em torno de R$ 77 pela saca de soja e R$ 35 pela saca de milho - os maiores preços desde dezembro de 2016.

Principal insumo para abastecer as cadeias produtivas de carnes, o milho é o grão de ouro de Santa Catarina. Com um consumo de 6 milhões de toneladas por ano e uma produção que gira em torno de 3 milhões de toneladas, Santa Catarina é o maior importador de milho do país.

Se de um lado as agroindústrias, suinocultores e avicultores pagam mais caro pelo grão, do outro, os produtores de milho comemoram a alta nos preços. O cenário da produção de milho no país é complexo, e fatores como o crescimento das exportações brasileiras de grãos, o milho destinado à fabricação de etanol e a perda de área plantada na safra de verão levaram os preços do insumo aos maiores patamares desde 2016. “No setor produtivo de proteína animal, produtores e consumidores de grãos devem formar uma parceria que se fortaleça quando existe rentabilidade para ambos”, ressalta o secretário da Agricultura e da Pesca, Airton Spies.

Os preços de hoje costumam interferir também na próxima safra de milho. Normalmente, em anos em que o preço é baixo, como foi em 2017, os produtores acabam não investindo na produção de milho e buscando culturas mais rentáveis – o que diminui a oferta do grão no país. E foi justamente isso que aconteceu em Santa Catarina. Esta safra tem uma área plantada 14,4% menor e a produção deve cair 20,5% em relação ao ano anterior.

Déficit de milho

“A recuperação dos preços da soja e do milho dá ao produtor rural um incremento na renda e, como conseqüência, estimulará o aumento na produção na próxima safra, com uma maior área plantada e com emprego de tecnologias que impulsionam a produtividade. Quando os preços estão muito baixos, certamente há uma preocupação no setor, pois isso pode contribuir para o aumento do déficit de milho em Santa Catarina”, explica Airton Spies.

Segundo o analista do Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa), Haroldo Elias, o comportamento do clima na segunda safra brasileira e o andamento da safra americana irão influenciar os preços do milho nos próximos 30 dias. Por enquanto, a tendência é que o preço se mantenha estável.

Incentivo do Governo do Estado

Santa Catarina, além de consumir todo milho que produz, ainda traz de outros estados e países mais de 3 milhões de toneladas do grão para suprir a necessidade do setor produtivo de carnes. Por isso, os estímulos ao aumento da produção local são fundamentais.

A Secretaria da Agricultura e da Pesca continua investindo em programas de fomento, como o Terra-Boa, para ampliar a produção de milho no estado dando sustento às cadeias produtivas de proteína animal. Só este ano, o Terra-Boa irá apoiar a aquisição de 220 mil sacas de sementes de milho.

Soja

Principal concorrente do milho nas lavouras catarinenses, a soja ganha cada vez mais espaço no Estado. Nesta safra, Santa Catarina deve chegar a 706 mil hectares cultivados, com uma produção de 2,5 milhões de toneladas – 4,7% a mais do que no último ano.

A região Oeste – principalmente em torno de Xanxerê – concentra a maior produção do Estado com 522 mil toneladas em 148,2 mil hectares. É também nesta região que se observa uma diminuição de 25,5% na área plantada de milho.

Os preços da saca de soja são os maiores desde julho de 2016 e já chegam a uma média de R$ 77/ saca. Haroldo Elias comenta que a alta nos preços da soja são resultado da queda na produção no Sul do país e também das relações entre China e Estados Unidos, que acabaram contribuindo para a valorização da soja brasileira.

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Fotos: Jeferson Baldo/Secom

Na 16ª Festa Catarinense do Arroz (Fecarroz), em Massaranduba, na manhã desta terça-feira, 1º de maio, o governador Eduardo Pinho Moreira assinou um convênio da primeira edição do Fundo de Apoio aos Municípios (Fundam). Os recursos de R$ 381 mil do Governo do Estado e a contrapartida de R$ 256 mil da prefeitura serão aplicados na pavimentação asfáltica, drenagem pluvial e sinalização da Rua Alberto Holtz. O governador também visitou o parque de exposições do evento e participou do desfile agrícola na Rua 11 de Novembro.

“A festa mostra a mobilização dos produtores e da comunidade. É muito bem organizada e mostra a integração, a capacidade de produção e a força do município. Santa Catarina tem no agronegócio uma atividade econômica importante, então nós temos que estimular. O Governo do Estado é parceiro. Também assinamos convênio para pavimentação de ruas, com isso, a cidade se desenvolve ainda mais. É um orgulho estar em Massaranduba”, disse Eduardo Pinho Moreira, que também parabenizou todos os catarinenses pelo Dia do Trabalho. 

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O prefeito de Massaranduba, Armindo Sesar Tassi, agradeceu ao governador pela presença na Fecarroz e pelos recursos do Fundam. “A obra de pavimentação permitirá a melhoria da infraestrutura em um dos principais acessos de entrada do município. E vai trazer mais segurança a todos os que trafegam pela via”, informou. 

O governador desfilou ao lado de mil pessoas na Rua 11 de Novembro. Cerca de cinco mil espectadores acompanharam o evento, que também contou com carroças, cavalos e máquinas. 

Capital catarinense do arroz

A Fecarroz marca o fim da safra de arroz no município que produz aproximadamente 54 mil toneladas ao ano. Massaranduba, que é considerada a Capital Catarinense do Arroz, está localizada na microrregião do Vale do Itapocu, entre as cidades de Blumenau, Guaramirim e Jaraguá do Sul. 

A festa, que começou no dia 26 de abril e segue até o final da tarde desta terça-feira, contou com 150 expositores, atrações culturais, musicais e exposição agrícola. Na gastronomia, o que não poderia faltar é o arroz, por isso os visitantes puderam conferir cerca de 40 pratos elaborados com o produto. 

"A Fecarroz traz em evidência o arroz, um produto importante da economia catarinense. Esta região de Massaranduba é referência em tecnologia, produtividade e qualidade do arroz. Quando a cidade e o campo se juntam para uma grande celebração se promove o consumo e a cultura do produto”, disse o secretário da Agricultura, Airton Spies.

Produção em SC

Santa Catarina é o segundo maior produtor de arroz do país. Produzido em 83 municípios do Estado, o produto se concentra no Sul catarinense, com 61,9%, seguido pela região do Médio/Baixo Vale do Itajaí e Norte, com 25,2%, Alto Vale do Itajaí, com 9,04% e Litoral Centro com 3,9%. Atualmente, mais de 30 mil pessoas dependem economicamente desta atividade no Estado, conforme dados da Secretaria de Estado da Agricultura.

Estimativa da safra

Neste ano, Santa Catarina tem 147.809 hectares de área plantada de arroz, com uma produção estimada de 1,16 milhão de toneladas. A produtividade prevista é de 7,8 toneladas/hectare. 

Dados da Secretaria de Estado da Agricultura apontam que o mês de março fechou com cerca de 85% da área plantada com arroz irrigado no Estado colhidos. Até a segunda semana de abril, esse percentual aumentou para aproximadamente 88%. A expectativa dos produtores é de que esta seja uma boa safra, embora um pouco menor em relação ao ano anterior. 

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Foto: Divulgação / Epagri 

O Programa de Fomento à Produção Agropecuária, da Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca, que apoia investimentos no meio rural de Santa Catarina, deve destinar neste ano R$ 11,5 milhões em crédito para 600 famílias catarinenses. Com o programa, agricultores e pescadores têm acesso a financiamentos para aquisição de equipamentos, para projetos e até mesmo para compra de animais. 

São disponibilizados até R$ 35 mil para projetos que agreguem valor ao negócio e até R$ 25 mil para aquisição de bens ou serviços. Em caso de cooperativas, associações formais ou informais, o limite é de R$ 200 mil pra aquisição de bens ou serviços e de até R$ 280 mil para projetos.

SEM JUROS

O empréstimo pode ser pago em até cinco anos, sem juros. São permitidos projetos para aquisição de máquinas e equipamentos, construção de estruturas e de pequenas agroindústrias, pomares, turismo rural e projetos de irrigação. Segundo o secretário da Agricultura e da Pesca, Airton Spies, o Programa é fundamental para apoiar os agricultores familiares a investir em tecnologias que de fato fazem uma grande diferença para produzir mais, melhor e com rentabilidade.


Foto arquivo: Pablo Gomes

“O produtor rural é estimulado a fazer as mudanças no seu negócio e acompanhar a evolução tecnológica que é imprescindível para se manter na atividade agropecuária. Os financiamentos são direcionados para áreas que contribuam para aproveitar as oportunidades e resolver os problemas das propriedades rurais”, ressalta.

JOVENS AGRICULTORES

Dentro do Programa de Fomento, existem duas linhas voltadas para os jovens agricultores catarinenses. A Secretaria da Agricultura concede financiamentos para aquisição de um Kit Informática e também para que os jovens possam investir na sua propriedade rural.


Foto: Divulgação / Epgari

Para compra de computadores, notebooks, impressoras e kit internet, os agricultores, com idade entre 16 a 29 anos, podem pegar empréstimo de até R$ 3 mil, com três anos de prazo para pagar, com parcelas anuais e sem juros. O Programa oferece ainda 50% de desconto para cada parcela paga até a data do vencimento.

Os financiamentos para o Projeto de Vida dos Jovens, que contempla investimentos na produção agropecuária, melhorando o processo produtivo, agregação de valor, desenvolvimento da pesca e da aquicultura são de até R$ 15 mil. Caso, os agricultores formem um grupo, o valor passa para R$ 45 mil.

O prazo para pagamento será de até cinco anos, com parcelas anuais, sem juros. E a Secretaria da Agricultura concederá desconto de 10% para cada parcela paga até a data do vencimento.

Para acessar o Kit Informática ou o Programa Projeto de Vida é necessário que o agricultor tenha idade entre 16 e 29 anos e participe dos cursos de Liderança, Gestão e Empreendedorismo da Epagri.

AQUISIÇÃO DE ANIMAIS

Para estimular o melhoramento genético do rebanho catarinense, o Programa de Fomento apoia a aquisição de matrizes leiteiras, bovinos de raças de corte e reprodutores ovinos.

Para matrizes leiteiras, o limite é de três animais por família, quando adquiridos em feiras agropecuárias, e de quatro animais, quando adquiridos fora de feiras. Os financiamentos são de até R$ 7 mil para matrizes PO (Puro de Origem) de raças leiteiras e de até R$ 5 mil para matrizes PCOC (Puro por Cruza de Origem Conhecida) de raças leiteiras. Os produtores têm um prazo de três anos para pagar o empréstimo, com parcelas semestrais e sem juros.


Foto Arquivo: Helena Marquardt

Os produtores rurais que quiserem adquirir reprodutores de ovinos em feiras agropecuárias têm um limite de até R$ 2,1 mil para macho reprodutor PP (Registro de Puro de Pedigree); até R$ 1,8 mil para macho reprodutor PC (Puro por Cruza); até R$ 1.350,00 para macho reprodutor SO (Seleção Ovina); até R$ 1.500,00 para fêmea de reprodução, que comprove ter sido revisada por técnico credenciado pela Associação Catarinense de Criadores de Ovinos.  O máximo a ser financiado é de R$ 20 mil por família. O prazo máximo para pagamento dos recursos será de 36 meses, parcelado em até 6 parcelas semestrais, iguais e sem juros.

Para aquisição de reprodutores de raças de corte, os pecuaristas catarinenses contam com financiamentos de até R$ 10 mil para PO (Puro de Origem); até R$ 8 mil para PC (Puro por Cruza). O limite é de 20 mil por família, com um prazo de até cinco anos para pagamento, sem juros.

PISCIULTURA

O Programa de Fomento incentiva ainda os piscicultores catarinenses, que podem contrair financiamentos para aquisição de um kit formado por equipamentos necessários para produção de peixes no Estado.

O valor por kit não poderá ser superior a R$ 3.750,00 e o pagamento será feito em duas parcelas anuais sem juros. Se o produtor optar em adiantar o pagamento da segunda parcela para a mesma data de vencimento da primeira, ele terá um desconto de 60% sobre o valor da segunda parcela.

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Com o objetivo de auxiliar a retomada do cultivo catarinense de camarões marinhos, o Centro de Educação Superior da Região Sul (Ceres), da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) em Laguna, criou o Grupo de Interesse em Carcinicultura, voltado a produtores, técnicos, extensionistas, professores, pesquisadores, estudantes e demais interessados no tema.


Fotos: Jeferson Baldo / Secom

Consolidada como uma das maiores feiras multissetoriais do Sul do Brasil, a ExpoFemi 2018, que começou neste sábado, 28, em Xanxerê, no Oeste do Estado, mais uma vez celebra o trabalhador rural e a vocação no cultivo de milho. A abertura oficial do evento, no parque de exposições Rovilho Bortoluzzi, contou com a presença do governador Eduardo Pinho Moreira, que destacou o potencial da região na produção de milho e a capacidade industrial de Xanxerê. 

Para este ano, são esperadas aproximadamente 200 mil pessoas e a movimentação de cerca de R$ 150 milhões até o dia ‪6 de maio‬, quando encerra a programação. O Estado é parceiro do evento, e, durante a abertura, o governador oficializou o repasse de R$ 150 mil para a realização da feira.

O governador Eduardo Pinho Moreira confirmou presença na abertura oficial da ExpoFemi, em Xanxerê, no Oeste, a partir das 18h deste sábado, 28. A Festa Estadual do Milho – ExpoFemi 2018, é uma das maiores feiras multissetoriais do Sul do Brasil.  São cerca de 300 expositores em diferentes setores que movimentam a economia regional. Novidades no agronegócio, comércio, prestação de serviço e tecnologia fazem parte da feira que deve atrair aproximadamente 200 mil pessoas de 28 de abril a 6 de maio.

O setor do agronegócio da ExpoFemi 2018, contará com atividades diferenciadas nesta edição da feira. Uma das novidades é a Mostra de Gado Regional que acontece no primeiro final de semana. Cerca de 100 animais da raça Jersey e Holandesa, farão parte da mostra que prevê provas morfológicas e negociações. A programação também conta com shows nacionais e infantis, mostras de equinos e pequenos animais.

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Os principais desafios e oportunidades para o setor da produção de leite em Santa Catarina foram apresentados, nesta quinta-feira, 26, em audiência pública organizada pela Comissão de Agricultura e Política Rural da Assembleia Legislativa de Santa Catarina, em Pinhalzinho, no Oeste catarinense. O evento contou com a presença do secretário de Estado da Agricultura e da Pesca, Airton Spies, lideranças do agronegócio e produtores rurais de mais de 20 municípios da região.

A produção de leite vem numa crescente em Santa Catarina e em 10 anos, o Estado ampliou em 82% a sua capacidade produtiva - chegando a 3,1 bilhões de litros produzidos em 2016.  Atualmente, Santa Catarina é o quarto maior produtor de leite do país e estimativas da Epagri/Cepa apontam para uma produção de 3,4 bilhões de litros de leite em 2017.

Segundo o secretário da Agricultura Airton Spies, a queda nos preços pagos ao produtor, em especial a partir do segundo semestre de 2017, se deve principalmente a um desequilíbrio entre oferta e demanda. Com uma grande oferta de leite e derivados no mercado e uma queda no consumo devido à redução na renda de milhares de famílias brasileiras, os preços do leite despencaram.

Já com uma tendência de aumento nos preços, observada em maio, o setor tem grandes desafios pela frente. De acordo com o secretário Spies, as perspectivas para a produção leiteira são positivas, com expectativa de aumento no consumo em todo o mundo.

 "Para o crescimento consistente de sua produção de lácteos, o Brasil precisa conquistar o mercado externo. E para isso, ainda temos muito dever de casa a fazer. É preciso combinar três fatores: produto de alta qualidade, produzido a custo baixo e organizado em uma cadeia produtiva com logística eficiente. É o tripé que sustenta qualquer atividade econômica sob regras de livre mercado. Não há como imaginar que o Brasil se torne um player importante no mercado mundial de lácteos sem satisfazer essas premissas”.

Frente Parlamentar do Leite

Ao final da audiência, os participantes decidiram criar um grupo com representantes da cadeia produtiva do leite e parlamentares para avançar nas demandas do setor. Entre elas, estão a redução do ICMS, visando igualar a alíquota praticada pelos estados vizinhos, e mudanças no PIS Cofins que incide sobre o setor. A criação de uma frente parlamentar do leite também ficou acertada.

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Marcelo Espinoza
AGÊNCIA AL

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