Foto: Epagri / Divulgação

A Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri) promove nesta sexta-feira, 22, o 5º Seminário Regional da Bananicultura, em Massaranduba. A qualidade do solo dos bananais e a organização e a sustentabilidade econômica da atividade serão discutidos com produtores e técnicos no salão de festas da Igreja São João Bosco, das 9h às 16h.

Será lançado o boletim “Banana, recomendações técnicas para o cultivo no litoral norte de Santa Catarina”. Também está prevista saída em campo e palestras. O evento conta com apoio da Prefeitura de Massaranduba, da Associação dos Produtores de Banana (Aprobam) e Cooperativa dos Agricultores Familiares (Cooperbam).

Joinville - Maior produtora de banana do Estado, região Norte recebe seminário sobre cultivo da fruta

Na região Norte, a cadeia produtiva da bananicultura é formada por 1.758 famílias dos municípios de Araquari, Barra Velha, Corupá, Garuva, Guaramirim, Jaraguá do Sul, Joinville, Massaranduba, São Francisco do Sul, São João do Itaperiú e Schroeder. O município com maior produção é Corupá. A safra de 2016 movimentou mais de R$ 270 milhões nas 11 cidades.

O valor bruto gerado pela produção deste setor é de 74,6% do total catarinense, já que a região Norte é a maior produtora de banana de Santa Catarina. Atualmente, é responsável por 58% da produção estadual, tendo como mais comercializadas a Caturra e a Prata 85% e 15%, respectivamente.

De acordo com o engenheiro agrônomo e gerente regional da Epagri de Itajaí Ricardo José de Negreiros, a previsão é que a safra de 2017 supere a produção de 430 mil toneladas no ano passado. “A razão do prognóstico é que as condições climáticas ajudaram no plantio este ano, com chuvas bem distribuídas e um inverno mais ameno.”

Programação

9h30: Abertura

9h45: Como manter e melhorar a qualidade dos solos dos bananais? – Rafael Ricardo Cantú, com engenheiro agrônomo da Epagri e doutor em fertilidade do solo;

10h45: Organização e Sustentabilidade Econômica da Bananicultura no Norte Catarinense, com Eliane Cristina Muller, diretora da Asbanco;

11h40: Lançamento do boletim técnico Banana – Recomendações técnicas para o cultivo no litoral norte de Santa Catarina;

13h30: Saída a campo.

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A soja invade o meio rural catarinense e avança nas áreas antes destinadas ao plantio de milho. O crescimento das lavouras de soja chega a uma média de 6% ao ano e na safra 2017/18 deve chegar a 706 mil hectares plantados – mais do que o dobro da área destinada ao milho grão, por exemplo. Os números foram apresentados pela Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca nesta quarta-feira, 20, e fazem parte das estimativas iniciais de safra elaboradas pelo Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa).

Os agricultores catarinenses devem destinar 318 mil hectares ao plantio de milho grão – 12% a menos do que na última safa. Por conta disso, a produção também ficará menor, em torno de 2,6 milhões de toneladas – 16,5% menor do que na safra 2016/17. Essa tendência é observada também nos outros estados do Sul: o Paraná já anuncia uma diminuição de 33% na área cultivada de milho e o Rio Grande do Sul espera 23% de queda.

A redução na colheita tem impacto direto no setor produtivo de carnes em Santa Catarina. Como maior produtor nacional de suínos e segundo maior produtor de aves, o estado consome em média seis milhões de toneladas de milho todos os anos. “Nós temos que pensar em alternativas para atender a demanda da cadeia produtiva de carnes. Encontrar rotas alternativas para que o milho chegue com um preço mais competitivo em Santa Catarina”, ressalta o secretário da Agricultura e da Pesca, Moacir Sopelsa

Entre os motivos que fazem os agricultores abandonarem o cultivo de milho grão estão os altos custos de produção e o preço abaixo do esperado na última safra, fatores que tornaram a soja mais atrativa. “Isso não é uma surpresa. Os agricultores também fazem suas contas e optam pelo que é mais rentável. Como o milho estava com um preço menor este ano, os produtores escolheram plantar soja”, explica Sopelsa.

A soja ganha cada vez mais espaço em Santa Catarina. Em média a área destinada ao grão aumenta 6% todos os anos e já chega a 706 mil hectares na safra 2017/18. A produção também deve ser ampliada e chegar a 2,5 milhões de toneladas – ficando bem perto da produção de milho – e superando o recorde atingido na última safra. Hoje em Santa Catarina as maiores áreas destinadas ao plantio de soja estão em Campos Novos, Abelardo Luz e Mafra.

Milho Silagem

O milho destinado à produção de silagem, utilizado na alimentação de bovinos de corte e leite, também vem numa crescente em Santa Catarina. Na próxima safra é esperada uma colheita de 9,6 milhões de toneladas de massa verde em 226 hectares plantados. Com destaque para as regiões de Chapecó e São Miguel do Oeste, que juntas respondem por 48% da área plantada de milho silagem do Estado - explicado pela grande produção leiteira.

O aumento na produção de milho silagem é impactado também pelo Programa Terra-Boa, da Secretaria da Agricultura. Boa parte das sementes de milho disponibilizadas é utilizada para produção de silagem. Só este ano serão 220 mil sacas de sementes de milho liberadas pelo Programa.

Arroz Irrigado

A área plantada de arroz irrigado deve ser muito próxima do que aconteceu na última safra. Serão 148 mil hectares destinados ao cultivo do grão. Os agricultores ainda estão em ritmo de preparo de solo para semeadura, com algumas áreas mais adiantadas como no Litoral Norte. A safra deve girar em torno de 1,1 milhão de toneladas de arroz.

Feijão 1ª safra

A área plantada no Estado com feijão 1ª safra terá um pequeno aumento de 2% e deve fechar em 46 mil hectares, com 96 mil toneladas colhidas. Os principais municípios produtores são Campos Novos, Abelardo Luz e São José do Cerrito.


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Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca e Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Cepa/Epagri) lançam a estimativa inicial da safra 2017/18 em Santa Catarina. As expectativas são de queda na produção de milho e de recorde na colheita de soja – resultados que têm um impacto direto no agronegócio catarinense.

A queda na área plantada de milho grão deve chegar a 12%, em relação a ultima safra, com impacto direto na produção, que deve reduzir em 16,5% - fechando em 2,6 milhões de toneladas. Essa tendência é observada também nos outros estados do Sul: o Paraná já anuncia uma diminuição de 33% na área cultivada de milho e o Rio Grande do Sul espera 23% de queda.

Se os agricultores abandonam o cultivo de milho, normalmente, é porque optam pela soja. O grão deve ocupar 706 mil hectares das lavouras catarinenses, 7,3% a mais do que na safra 2016/17. A produção pode chegar a 2,5 milhões de toneladas – maior colheita já registrada em Santa Catarina.

Outras culturas que ganham espaço no Estado são o milho silagem, feijão e tabaco. A estimativa inicial da safra de verão será divulgada nesta quarta-feira, 20, às 9h30, no auditório da Secretaria da Agricultura, em Florianópolis.

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Otacílio Costa (12/06/2017). Foto: James Tavares/Secom

A Epagri/Ciram está instalando uma nova tecnologia que vai aprimorar a previsão de curtíssimo prazo, que consegue antecipar em até seis horas a ocorrência de eventos meteorológicos com potencial para causar prejuízos, como tempestades severas aliadas a ventos fortes, chuvas intensas e granizos, entre outros.

Trata-se de um computador de alto desempenho (servidor), no valor de R$ 60 mil, que vai unir num único produto modelos numéricos de previsão do tempo, dados meteorológicos das estações automáticas e informações geradas por radar meteorológico. Assim, será possível prever com mais precisão a ocorrência de eventos meteorológicos extremos no território catarinense.

O novo equipamento foi adquirido por meio do projeto Suporte à Previsão de Curtíssimo Prazo Através da Assimilação de Dados em Ciclo de Atualização Rápida (CAR), coordenado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações e financiado pelo CNPq. Além da Epagri/Ciram, outras instituições participam da pesquisa, entre elas o Centro de Previsão de Tempo e estudos Climáticos (Cptec) e Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), o Sistema Meteorológico do Paraná (Simepar) e até a Nasa.

Clóvis Corrêa, meteorologista da Epagri/Ciram, coordena o projeto dentro da instituição. Ele explica que, normalmente, os modelos matemáticos são usados para fazer previsões de prazo mais estendido (72h, 48h e 24h), enquanto que os radares servem mais para previsões de curto prazo. Cabe ao meteorologista, com base em seu conhecimento e experiência, fazer a união dos dados gerados pelos dois sistemas, a fim de produzir a previsão, no caso de evidência de eventos meteorológicos intensos. Com a união das duas tecnologias em um único computador, essas informações serão automaticamente integradas, dando mais agilidade e precisão ao trabalho.

Clóvis conta que, por enquanto, o servidor está em fase de testes, mas deve estar operando até o final do ano. Além de ajudar na previsão operacional, o novo equipamento vai também colaborar com pesquisas que buscam detalhar os fenômenos meteorológicos que ocorrem em Santa Catarina e no Brasil.

Mais informações com Clóvis Corrêa pelo fone (48) 3665-5133.

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O Departamento Regional da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) de Campos Novos realiza nesta segunda-feira, 18, exercício simulado em doenças emergenciais voltados à febre aftosa. A ação é realizada por meio do Programa Nacional de Erradicação de Febre Aftosa e do Programa de Suínos, coordenados pelos médicos veterinários da Cidasc Flávio Pereira Veloso e Sabrina Tavares. 

O exercício teórico-prático será entre segunda, 18, e sexta-feira, 22, e contará com a presença de médicos veterinários e engenheiros agrônomos da Companhia, profissionais do serviço oficial dos estados do Paraná e Rio Grande do Sul e iniciativa privada. Serão promovidas revisões teóricas e treinamentos práticos sobre aspectos do diagnóstico, coleta de amostras, investigação epidemiológica, rastreio, biossegurança, procedimentos de controle e erradicação da febre aftosa.

O execício simulado faz parte de convênio entre Cidasc e Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). A Organização Mundial de Saúde Animal – OIE foi informada sobre a ação por meio do diretor do Departamento de Saúde Animal do Mapa, Doutor Guilherme Henrique Figueiredo Marques.

De acordo com o Departamento de Informação e Análises da Sanidade Animal da OIE, o objetivo da ação é exercitar e comprovar a capacidade de alerta, organização de resposta precoce e a gestão e organização dos serviços veterinários oficiais, conforme determinam as diretrizes do Plano de Contingência da Febre Aftosa.

Programa Nacional de Erradicação de Febre Aftosa

As ações relacionadas à vigilância epidemiológica desenvolvidas pela Cidasc, desde sua criação, contribuíram para a conquista de um status sanitário diferenciado, que culminou com o desenvolvimento do setor agropecuário de Santa Catarina, por meio da abertura de mercados internos e externos.

Desde o ano de 2007, o Estado é reconhecido como zona livre de febre aftosa sem vacinação pela Organização Mundial de Saúde Animal – OIE, sendo um dos poucos territórios sul-americanos a possuir esse status sanitário.

O último foco de febre aftosa no estado foi registrado em 1993 e desde 2000 está suspensa a vacinação contra a doença. Para garantir o status sanitário catarinense, passou a ser proibida a entrada de bovinos provenientes de outros estados, onde a vacinação é obrigatória.  No caso de ovinos, caprinos e suínos criados fora de Santa Catarina o ingresso é permitido, desde que cumpridos os requisitos sanitários previstos na legislação.

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Foto: Epagri

A Epagri lança nesta terça-feira, 19, o Sistema de Monitoramento Apícola (Apis On-line), um conjunto de tecnologias destinadas a coletar dados ambientais e gerar informações para apoiar a produção de mel no território catarinense. Esse é o primeiro sistema desta natureza desenvolvido no Brasil. O lançamento acontece às 16h, na Assembleia Legislativa, em Florianópolis, como parte de um evento da Federação das Associações de Apicultores e Meliponicultores de Santa Catarina (Faasc), que vai reunir 350 lideranças do setor.

O Sistema de Monitoramento Apícola é desenvolvido pelo Centro de Informações de Recursos Ambientais e de Hidrometeorologia de Santa Catarina (Epagri/Ciram) com o apoio de outras unidades da Epagri. Ele é composto por uma plataforma digital que reúne informações relacionadas ao setor. Lá, já é possível encontrar publicações e links úteis, entre outros dados.

A plataforma é colaborativa. Caberá a cada produtor cadastrar os dados de seu apiário, informando nome, localização e os seus produtos. Esses dados são disponibilizados em forma de mapa, no qual, com um clique, o consumidor poderá saber onde comprar o produto que deseja na região de seu interesse. Já estão cadastradas na plataforma todas as associações.

O site também vai contar com a colaboração dos apicultores no link Floração. Ali estão descritos os tipos de plantas existentes no estado e as datas esperadas de sua floração. O apicultor poderá identificar e informar diretamente no site datas antecipadas ou atrasadas de florações em sua região, enriquecendo o sistema.

Monitoramento

O grande diferencial da plataforma é o campo Monitoramento, onde estarão disponíveis as informações de coletas nas colmeias conectadas a estações agrometeorológicas que medem chuva, molhamento foliar, temperatura e umidade relativa do ar. Sensores instalados dentro da colmeia vão medir temperatura e umidade do ar interna. Ainda dentro da colmeia será medida, com uma balança de precisão, a quantidade de mel produzido. Esses dados se unirão aos medidos pela estação agrometeorológica e serão transmitidos automaticamente em tempo real para o banco de dados da Epagri/Ciram, em Florianópolis, e inseridos no sistema. Com base nesses dados, pesquisadores da área poderão observar quais condições meteorológicas influenciam na produção de mel.

Éverton Blainski, pesquisador da Epagri/Ciram na área de monitoramento ambiental e coordenador do projeto, explica que entre setembro e outubro serão instaladas nas diferentes regiões agroclimáticas do estado seis unidades de monitoramento apícola, formadas pelo conjunto de colmeia monitorada e estação agrometeorológica. Esses equipamentos foram adquiridos com recursos do Programa SC Rural, num total de R$ 300 mil. A instalação e operação da rede será custeada com verba da Epagri. Cada unidade terá como responsável um técnico da Epagi com conhecimento em apicultura.

Blainski explica que a Epagri já firmou convênio com o curso de graduação em engenharia em telecomunicação do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC) para desenvolvimento de unidades de monitoramento apícola de baixo custo, que serão usadas para adensar a rede. Ele informa também que será preciso coletar pelo menos um ano de dados para que seja possível avaliar quais condições meteorológicas influenciam na produção de mel.

Após um ano de avaliação, a Epagri/Ciram poderá emitir, a partir da plataforma, avisos específicos aos apicultores. Com base na previsão do tempo, eles serão alertados sobre quais providências podem tomar para evitar queda na produção, como arejar as colmeias ou oferecer alimentação complementar às abelhas. A plataforma também vai formar um banco de dados histórico com informações de épocas floradas e os dados coletados pelas unidades de monitoramento apícola.

Além da plataforma colaborativa e o do monitoramento, o sistema se completará com o desenvolvimento de um aplicativo para dispositivos móveis a ser usado pelos apicultores. Além de ver os dados disponíveis no site, o produtor poderá interagir com o aplicativo, por exemplo, fotografando e informando ao sistema sobre uma florada antecipada ou tardia. A Epagri já submeteu às entidades financiadoras projeto para desenvolvimento do aplicativo, em busca da verba necessária para execução da proposta. 

Todo esse conjunto de tecnologia estará disponível para livre consulta, mas é preciso mais que equipamentos para que o Sistema de Monitoramento Apícola tenha êxito. “A Epagri está colocando a ferramenta à disposição do setor apícola, mas o sucesso depende da adesão e boa utilização por parte dos integrantes dessa cadeia produtiva”, alerta Ivanir Cella, chefe da divisão de estudos apícolas da Epagri.

Evento

O lançamento do Sistema de Monitoramento Apícola faz parte de um evento promovido ao longo de todo o dia 19 pela Faasc. A programação inicia pela manhã, com a inauguração da sede da federação, na Capital. Na parte da tarde, no Auditório Antonieta de Barros da Alesc, acontecem as palestras técnicas.

O ciclo de palestras será aberto às 14h30, com o tema Previsão Meteorológica X Apicultura, que será abordado pelo agrometeorologista Marcio Sônego, pesquisador Estação Experimental da Epagri em Urussanga. Às 16h, acontece o lançamento do sistema, com palestra proferida pelo pesquisador Blainski e, a partir das 16h30, Cella fala sobre os principais fatores de produtividade do mel.

Às 19h, começa uma sessão solene na Alesc em homenagem ao associativismo apícola e entidades com expressiva atuação no setor apícola no estado. A Epagri será uma das homenageadas.

Mel em SC

Santa Catarina conta atualmente com quase nove mil apicultores de diferentes portes que vão se beneficiar com a implantação do Apis On-line. Na safra 2016/1017 ,foram produzidas oito mil toneladas de mel, um recorde no estado. A produção ficou em 25Kg por colmeia, superior à média dos últimos anos, que foi de 20,42kg. No Brasil, essa média fica em 10Kg por colmeia. Há cinco anos, a média catarinense era de 13kg por colmeia. As condições de clima, o empenho dos apicultores e o forte trabalho de assistência técnica da Epagri na área foram fatores decisivos para o resultado expressivo.

Serviço:

O quê: lançamento do Sistema de Monitoramento Apícola
Quando: terça-feira, 19, às 16h
Onde: auditório Antonieta de Barros, da Assembleia Legislativa, em Florianópolis
Informações e entrevistas: Éverton Blainski, pelo fone (48) 99929-6053 / Ivanir Cella pelo fone (48) 98801-8269

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Fotos: James Tavares / Secom

Para fortalecer o potencial agrícola da Serra Catarinense, o Governo do Estado entregou, nesta sexta-feira, 15, duas pontes construídas no interior do município de Correia Pinto. Uma estrutura foi construída sobre o rio Invernadinha e a outra sobre o rio Tributos, na localidade de Perau. Juntas, as duas pontes somam um investimento de aproximadamente R$ 300 mil.

O governador Raimundo Colombo destacou que a região pode crescer ainda mais, naquilo que considera uma das mais sólidas vocações econômicas da Serra: o agronegócio. "Pra se ter uma ideia, na produção de grãos, em 2011, a região colhia 49,9 mil toneladas em 2017 passou a colher 302 mil, é muito expressivo e tem espaço pra crescer", comparou o governador.



O agronegócio é uma das forças que move Santa Catarina e é inegável a importância da produção de grãos para o Estado. Os agricultores já iniciaram o plantio de grãos e a safra 2017/18 deve ter uma nova queda na área plantada de milho em benefício da cultura da soja. A Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca e o Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Cepa/Epagri) lançam a estimativa inicial da safra de verão na quarta-feira, 20, em Florianópolis.

Segundo as informações que vêm do interior do Estado, a próxima safra terá uma diminuição na área plantada de milho grão e um aumento na área destinada ao milho silagem, utilizado na alimentação de bovinos de corte e leite. Os agricultores optaram ainda pelo cultivo de soja e feijão e as expectativas são de uma produtividade ainda maior do que na última colheita, demonstrando a incorporação de novas tecnologias no campo.

A estimativa inicial da safra de verão será divulgada na próxima quarta, às 9h30, no auditório da Secretaria da Agricultura, em Florianópolis.

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ADR de Timbó recebe presidente da Cidasc no Dia de Ação de Governo
Fotos: Bruna Laline Ramos/34ª ADR Timbó

A 34ª Agência de Desenvolvimento Regional (ADR) Timbó recebeu nesta quarta-feira, 13, o presidente da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), Enori Barbieri. A visita faz parte do Dia de Ação de Governo, uma proposta que visa integrar as equipes de Governo com os municípios e facilitar o debate com autoridades e sociedade civil de todas as regiões do estado.

A programação iniciou com a visita na Fricar, um frigorífico instalado no município de Timbó, que atua no abate e na produção de frios, defumados e comercialização de carne suína, contando atualmente com mais de 100 produtos registrados. Também participaram da visita o secretário em exercício da ADR de Timbó, Jefferson Fernando Grande, o gerente regional da Cidasc de Blumenau, Gilmar Nolli, gerentes e assessores da ADR de Timbó, servidores da Cidasc e veterinários. 

Durante a visita, os participantes foram recepcionados pelos proprietários do frigorífico e tiveram a oportunidade de conhecer a empresa e trocar informações a respeito do trabalho da Cidasc no Estado.

Em seguida, o presidente se reuniu com lideranças da região no Centro Empresarial de Timbó. Estiveram presentes o prefeito de Timbó, Jorge Augusto Krüger, Prefeito de Rio dos Cedros, Marildo Domingos Felippi, vice-prefeito de Indaial Zelir Nezi, o gerente regional da Fatma de Blumenau, Percy João de Borba Neto, secretários municipais e representantes de Sindicatos, Associações Empresariais e Cooperativas da região.

ADR de Timbó recebe presidente da Cidasc no Dia de Ação de Governo

Durante o encontro, o presidente da Cidasc explanou sobre o trabalho da Companhia no Estado, ressaltando as ações de fiscalização e a criação de selos de qualidade. “Estamos trabalhando muito forte na área de inspeção de produto origem animal”, disse. Barbieri comentou ainda sobre a exportação. “A operação Carne Fraca, da Polícia Federal, oportunizou ao Estado mostrar para o mundo a qualidade dos nossos produtos. Somente a exportação de porco aumentou 48% neste ano em Santa Catarina”, afirmou.

Para o secretário em exercício da ADR de Timbó, Jefferson Fernando Grande, o Dia de Ação de Governo é uma forma de aproximar o Governo do Estado dos municípios, proporcionando debates para que todos cresçam juntos.

Após o encontro com as lideranças da região, o presidente Barbieri, acompanhado do secretário em exercício da ADR de Timbó e do gerente regional da Cidasc, visitaram duas obras do Governo do Estado na cidade de Timbó: o novo quartel do Corpo de Bombeiros Militar, que será inaugurado ainda neste mês, com investimento de aproximadamente R$ 1,2 milhão e o novo Centro de Educação Profissional (Cedup), que está em fase de conclusão, com investimento superior a R$ 7,6 milhões.

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Bruna Laline Ramos
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Foto: Fernanda Rodrigues/SAN

O vice-governador Eduardo Pinho Moreira se reuniu nesta quarta-feira, 13, em Brasília, com o secretário Nacional de Portos, Luiz Otávio Oliveira Campos, que garantiu o repasse de R$ 1,5 milhão, para a recuperação da fábrica de gelo do Porto de Laguna, no Sul do Estado. Também confirmou liberação de montante para dragagem e retificação do canal de acesso dos barcos. “São obras que irão impulsionar a economia de Laguna e de toda a região”, salientou Pinho Moreira.

Outro assunto da reunião foi o pedido para construção de Instalação Portuária Pública no Rio Mampituba, município de Passo de Torres, região do extremo-sul catarinense. Atualmente, os molhes existentes no local, fixados nos anos 70, não possibilitam a navegação segura, tendo em vista o constante assoreamento do canal. “O município solidificou-se nos últimos anos como o terceiro maior pólo pesqueiro de Santa Catarina, e o impacto da obra na economia do litoral sul catarinense e norte gaúcho será expressivo após a obra”, comentou o vice-governador.  Conforme o secretário, sua equipe está analisando e encaminhando o pleito e, no prazo de duas semanas, dará o parecer.

Centro de Eventos

Eduardo Pinho Moreira se reuniu ainda com o ministro da Casa Civil da Presidência da República, Eliseu Padilha, para solicitar a liberação dos recursos restantes do convênio para conclusão do Centro de Eventos de Balneário Camboriú. Padilha autorizou o ministro do Turismo, Marx Beltrão, a incluir o valor de R$ 16 milhões no orçamento da pasta. Acompanhou as agendas o secretário de Articulação Nacional, Acélio Casagrande.

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