Foto de arquivo / Secom

As lavouras da região de Concórdia passaram por uma transformação na última safra. As extensas plantações de milho deram lugar ao cultivo de soja, que ocuparam 5,8 mil hectares na safra 2016/17 – 37% a mais do que no ano passado. Foi justamente nos 15 municípios que formam a região de Concórdia que foi observado o maior crescimento na produção de soja em Santa Catarina. De uma safra para outra a colheita foi ampliada em 56,3%, chegando a 20,7 mil toneladas.

Para dar espaço ao cultivo de soja, a área plantada de milho na região foi 21% menor do que na safra 2015/16. Diminuiu a área plantada e, consequentemente, a produção. Mesmo com uma produtividade excelente, de 8,3 toneladas/hectare, a colheita de milho encerrou em 205 mil toneladas – queda de 3%.

Por outro lado, os produtores de soja destinaram mais área para o plantio, colheram muito mais e tiveram uma produtividade bem maior em relação à última safra. Com 5,8 mil hectares plantados a colheita fechou em 20,7 mil toneladas e o rendimento médio de 3,5 toneladas/hectare.

A região de Concórdia é um exemplo do que do que vem acontecendo em Santa Catarina: para compensar a perda de área plantada para o cultivo de soja, os produtores de milho investem em tecnologias para aumentar a produtividade. “Em Santa Catarina a área plantada de milho aumentou apenas 2% e a produção cresceu mais de 17%. Isso está relacionado ao uso de tecnologia de ponta. Os produtores perceberam que o segredo está no uso de tecnologias para ampliar a produtividade e colher mais no mesmo espaço de terra”, ressalta o secretário de Estado da Agricultura e da Pesca, Moacir Sopelsa.

A produção de milho e soja é muito importante para Santa Catarina. Destaque na produção de proteína animal, o Estado é o maior consumidor de milho do país e o grão é indispensável para manter a competitividade do agronegócio catarinense. “Não existe produção de suínos e aves sem soja e milho”, destaca Sopelsa.

Os números estão disponíveis no Boletim Agropecuário do Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa) deste mês. Os municípios considerados como integrantes da região de Concórdia são: Concórdia; Seara; Irani; Ipira; Ipumirim; Peritiba; Lindóia do Sul; Xavantina; Alto Bela Vista; Piratuba; Itá; Arvoredo; Arabutã; Presidente Castelo Branco e Paial.

Milho safra 2016/17

Santa Catarina encerrou colheita de milho e tem safra 2016/17 de 3,2 milhões de toneladas. Como maior consumidor de milho do país, o Estado comemora o incremento de 17,2% na produção. Foram mais de 379 mil hectares destinados ao cultivo do grão e a produtividade média foi de 8,5 toneladas/hectare.

Soja safra 2016/17

Os produtores catarinenses colheram a maior safra de soja da história. A produção chegou a 2,4 milhões de toneladas, 13,4% a mais do que no último ano. Na safra 2016/17, o grão ocupa 660,2 mil hectares no Estado, a maior área plantada já registrada, e o rendimento médio foi de 3,6 toneladas/hectare.
A soja é ainda um grande produto na pauta de exportações de Santa Catarina. Em junho, de tudo o que o Estado exportou, 11,4% era do complexo soja. No acumulado do ano, de janeiro a junho, o volume exportado foi 15% superior ao volume exportado no mesmo período de 2016, passando de 1,2 milhão de toneladas. Os principais destinos são China, Rússia, Coreia do Sul e Tailândia.

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Foto: Jaqueline Noceti / Secom

Santa Catarina encerra colheita de milho e tem safra 2016/17 de 3,2 milhões de toneladas. Como maior consumidor de milho do país, o Estado comemora o incremento de 17,2% na produção do grão – fundamental para abastecer as cadeias produtivas de carnes e leite.  A região catarinense com maior produção é Joaçaba com 630.233 toneladas colhidas – 42% a mais do que na última safra.

A região de Joaçaba é um exemplo do que vem acontecendo em Santa Catarina: para compensar a perda de área plantada para o cultivo de soja, os produtores catarinenses investem em tecnologias para aumentar a produtividade. Na última safra, os produtores da região colheram em média 10,5 toneladas/hectare, 32,2% a mais do que na safra 2015/16, e muito mais do que a produtividade média do estado, que fechou em 8,5 toneladas/hectare.

“Santa Catarina é Estado pequeno e com uma produção agrícola muito diversificada. Os produtores perceberam que o segredo está no uso de tecnologias para ampliar a produtividade e colher mais no mesmo espaço de terra. É incrível o que produzimos em apenas 1,12% do território nacional”, ressalta o secretário de Estado da Agricultura e da Pesca, Moacir Sopelsa.

Outro grande celeiro catarinense é a região de Curitibanos, que ampliou em 16,5% a produção e colheu mais de 239,5 mil toneladas na safra 2016/17. Na última safra, os produtores da região colheram em média 11 toneladas/hectare, 21% a mais do que na última safra. O grande destaque é o município de Campos Novos, com oito mil hectares plantados e uma colheita de 96 mil toneladas – um rendimento médio de 12 toneladas/ hectare.

O maior crescimento na produção aconteceu na região de Xanxerê. Os produtores colheram 41% a mais na safra 2016/17 – foram 292,8 mil toneladas. Os 17 municípios da região destinam 28 mil hectares ao plantio do milho e tiveram um rendimento médio de 10,4 toneladas/hectare.

Os produtores da região de Campos de Lages também vêm se dedicando ao plantio de milho. A produção aumentou 13% na região e a safra encerrou em 264 mil toneladas. A produtividade média da região foi de 7,3 toneladas/hectare, 11,4% a mais do que na safra 2015/16 e um pouco abaixo da produtividade média do estado.

Aumentar a produção de milho é uma grande preocupação da Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca. Destaque na produção de proteína animal, Santa Catarina é o maior consumidor de milho do país e o grão é indispensável para manter a competitividade do agronegócio no Estado. “Somos grandes produtores de suínos e aves e queremos manter esse setor consolidado em Santa Catarina, para isso precisamos de milho. Não existe suinocultura e avicultura sem milho”, ressalta Sopelsa.

Os números estão disponíveis no Boletim Agropecuário do Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa) deste mês.

Milho Silagem

A safra de milho silagem, utilizado na alimentação de bovinos de corte e leite, teve um aumento de 18% em Santa Catarina. O Estado colheu 9,5 milhões de toneladas de milho silagem na safra 2016/17. Com uma área plantada de 221,6 mil hectares, a produtividade chega a 43 toneladas de massa verde por hectare.

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Foto: SOL/Arquivo

A Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte de Santa Catarina (SOL) lançou edital de licitação, na modalidade pregão presencial, para contratar empresa especializada para formatação de duas Rotas de Turismo Rural na Agricultura Familiar (TRAF), atendendo objetivos pactuados junto ao Programa SC Rural.

As propostas serão aceitas até as 14h do dia 27 de julho, no protocolo da SOL, em Florianópolis. O edital está disponível no Portal de Compras do Governo do Estado.

A formatação das rotas envolverá duas Unidades Territoriais de Planejamento (UTP): UTP de Concórdia, que abrange os municípios de Piratuba, Ipira, Peritiba, Alto Bela Vista, Concórdia, Itá e Seara; e a UTP dos Cânions, que abrange os municípios de Morro Grande, Timbé do Sul, Jacinto Machado e Praia Grande.

O trabalho que será desenvolvido pela empresa contratada inclui, entre outros itens, o diagnóstico detalhado dos territórios que irão compor as rotas, a análise estratégica das propriedades rurais e a construção de diretrizes para elaboração de um futuro plano de marketing.

“A expectativa é que, ao final, tenhamos subsídios para a criação de uma identidade e de material promocional para divulgação dessas rotas enquanto produtos turísticos, de modo a estimular o turismo rural e configurá-lo como mais uma alternativa de trabalho e renda para as famílias agricultoras”, acrescenta o diretor de Políticas Integradas do Lazer da SOL, Carlos Cappelini.

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Foto: Secom

Centrais de Abastecimento do Estado de Santa Catarina S/A (Ceasa/SC) terminou o semestre com alta na comercialização e queda no preço médio dos hortifrutigranjeiros. De janeiro a junho deste ano, foram comercializados 172 mil toneladas de alimentos, 3,66% a mais do que no mesmo período do ano anterior, movimentando R$ 292 milhões.

O preço médio por quilo dos alimentos caiu quase 22% no primeiro semestre de 2017, fechando em R$ 1,69. Os preços mais baixos acabaram estimulando o consumo in natura de frutas, verduras e legumes e aumentaram as vendas no atacado e varejo.

A produção catarinense manteve sua participação de 45% nas vendas da Ceasa/SC, com o grande diferencial de ter preços mais competitivos em relação aos hortifrutigranjeiros importados. No primeiro semestre deste ano, o preço médio por quilo dos alimentos produzidos em Santa Catarina foi de R$ 1,51, valor 17% menor do que de outros estados.

Para o secretário de Estado da Agricultura e da Pesca, Moacir Sopelsa, mesmo com os números positivos do primeiro semestre ainda existe um mercado enorme a ser explorado pelos agricultores e atacadistas catarinenses. Um dos desafios que a Companhia de Abastecimento tem pela frente é conquistar compradores das regiões Meio-Oeste e Oeste, que ainda buscam hortifrutigranjeiros em outros estados. “Precisamos ampliar e aprimorar nossas estruturas de logísticas e divulgar as vantagens de comprar na Ceasa/SC, porque temos preços competitivos e a qualidade de nossos produtos é destaque no cenário nacional”, afirma.

Em busca de parcerias para ampliar a participação catarinense na Ceasa/SC, a diretoria da empresa fará reuniões com Associações de Produtores, Cooperativas, Sindicatos Rurais e prefeituras. “Nosso Estado tem confirmado a força do agronegócio, mesmo tendo um espaço geográfico pequeno pra o cultivo em relação a outros estados. Nem por isso deixamos de produzir com qualidade e preços justos. A agricultura tem mostrado ser um grande gerador de renda e cidadania para o povo catarinense”, ressalta o diretor presidente da Ceasa/SC, Agostinho Pauli

Ceasa/SC

As Centrais de Abastecimento do Estado de Santa Catarina S/A são uma empresa vinculada à Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca e funcionam como um elo entre o produtor e o consumidor por meio da comercialização atacadista e varejista de pescado, produtos hortifrutigranjeiros, alimentos e insumos orgânicos, produtos ornamentais e de floricultura e artesanais.

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Foto: Julio Cavalheiro / Secom

Maior produtor de cebola do país, Santa Catarina investe em tecnologias e tem safra recorde de 630 mil toneladas. Os produtores catarinenses ampliaram a produtividade chegando a uma média de 29,7 toneladas por hectare, e não é raro encontrar produtores que colheram mais de 50 toneladas por hectare. Os números foram divulgados pelo Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Cepa/Epagri) no Boletim Agropecuário deste mês.


Foto: Ascom/Cidasc.

O médico veterinário da Cidasc, Fábio de Carvalho Ferreira, responsável pelo Programa Controle da Raiva e Vigilância para Encefalopatias Transmissíveis, esteve Colégio Arte e Vida na tarde da última quinta-feira, 13, falando sobre morcegos. 

Crianças com idade entre 5 e 10 anos conheceram mais sobre a vida desses animais, hábitos, características e curiosidades. Com foco na premissa de conhecer para proteger, Fábio abordou questões como “Por que temos medo de morcegos?” e explicou às crianças mais sobre os únicos mamíferos capazes de voar.

Cidasc realiza palestra em colégio de Florianópolis
Foto: Ascom/Cidasc

As crianças participaram ativamente da palestra, fazendo perguntas e trocando relatos com o médico veterinário. Para Fábio, a desmistificação dos morcegos é muito importante. "Nossos amigos voadores têm um papel fundamental para a manutenção do nosso ecossistema. São importantes reflorestadores, polinizadores e imprescindíveis no controle da população de insetos na cidade e no campo”.

Ações com essa reiteram o compromisso da Cidasc com a Educação Sanitária. Proporcionam às crianças momentos de aprendizagens, assim como despertam o interesse e respeito pelos assuntos tratados.

Educação Sanitária

A Educação Sanitária em Defesa Agropecuária é atividade estratégica e instrumento da defesa agropecuária, para garantir o comprometimento dos integrantes da cadeia produtiva agropecuária e da sociedade em geral no cumprimento dos objetivos.

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Foto: Marco Lucini/Epagri

Produtores catarinenses colhem em média 10 toneladas de alho por hectare na safra 2016/17. O aumento na produtividade levou a uma safra 63,2% maior este ano, mesmo com a redução da área plantada. Ao todo, na safra 2016/17 os agricultores colheram 20,2 mil toneladas do produto, com expectativa de crescimento para próxima safra. Os números são divulgados pelo Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Cepa/Epagri) no Boletim Agropecuário deste mês.

Na safra de alho já encerrada, a área plantada foi reduzida em 10,4%, ficando com 1.952 hectares destinados ao cultivo. Com o rendimento espetacular da colheita, 82,3% superior à safra 2015/16, a queda na área plantada não teve impactos na produção. Isso é resultado da adoção de novas tecnologias, cultivares e manejo da cultura.

Para a próxima safra, as expectativas são de um novo crescimento na colheita, principalmente pelo aumento na área plantada. Com os preços compensadores do alho na safra anterior e a boa produtividade alcançada, os produtores tendem a voltar a investir nessa cultura. Para a safra 2017/18, o Cepa/Epagri projeta uma produção de 25 mil toneladas de alho em 2.415 hectares.

O secretário de Estado da Agricultura e da Pesca, Moacir Sopelsa, destaca o bom desempenho da agricultura nesta safra. “Tivemos uma safra extraordinária em vários produtos como soja, alho, cebola e arroz. Esse é um diferencial de Santa Catarina, um estado pequeno, com agricultores dedicados, que sempre buscam tecnologias para produzir mais e melhor. Esse é o grande segredo do nosso agronegócio”.

As principais regiões produtoras de alho no estado são Curitibanos e Joaçaba, que tiveram uma produção estimada de, respectivamente, 15 mil toneladas e 5 mil toneladas na safra 2015/16 e esperam um avanço na produção para a próxima safra. As estimativas do Cepa/Epagri são de que em 2017/18, a produção aumente 27% em Curitibanos e 14% em Joaçaba, chegando a 19,1 mil toneladas e 5,9 mil toneladas colhidas.

Para manter a competitividade do alho produzido em Santa Catarina, o Governo do Estado anunciou a redução do ICMS para a comercialização do produto. A alíquota de 12% passa para 1,2% no período de 1ª de abril a 31 de dezembro de 2017. A redução é de 90% na base de cálculo de alho nobre roxo nacional in natura produzido no estado.

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Foto: Divulgação/SOL

A Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte (SOL), por meio do Programa SC Rural, promove no próximo dia 20 de julho o Seminário para Desenvolvimento do Turismo Rural na Agricultura Familiar (Traf), no Cetrédia, em Concórdia. A capacitação é direcionada a agricultores familiares, prefeituras e entidades do setor.

Serão abordadas no evento questões da agricultura familiar que impactam no desenvolvimento do turismo rural, como linhas de crédito para a atividade, inspeção de produtos de origem animal, vigilância sanitária e nota do produtor. A programação contará com profissionais da Fatma, Epagri, Cidasc, Banco do Brasil, BRDE, Secretaria da Saúde e da Fazenda.

As vagas são limitadas. Interessados em participar devem entrar em contato pelo telefone (48) 3665-7450 ou pelo e-mail turismo.scrural@sol.sc.gov.br .


Confira a programação completa:
8h30 – Abertura - LEONEL PAVAN – Secretário de Estado de Turismo, Cultura e Esporte (SOL) (a confirmar)
Palestra: A importância do TRAF: Orientações e Incentivos;

9h - ARI JOSÉ PRITSCH - Auditor da Secretaria da Fazenda
Palestra: O Micro Produtor Rural e a Nota Fiscal do Produtor Lei n. 16.791 de 26/07/2016

11h - PATRÍCIA DOS S. COUTINHO – Médica Veterinária da Inspetoria Reg. da CIDASC/Concórdia
Palestra: Inspeção de Produtos de Origem Animal

12h - Intervalo para almoço

13h - Dirª. RAQUEL BITTENCOURT - Secretaria da Saúde
Palestra: Vigilância Sanitária - Resolução N. 006/DIV/SES

14h45 - LUIZ A. CIPRANDI - Banco do Brasil e PAULO C. ANTONIOLLO – BRDE
Palestra: Crédito para desenvolvimento do TRAF.

15h45 - Intervalo

16h - CARLOS A. CASSINI Coord. da FATMA
Palestra: Parque Estadual Fritz Plaumann

16h30 - CÉLIO HAVERROTH Coord. Est. da EPAGRI EPAGRI
Palestra: Produção Orgânica, Gastronomia Local, Produção de Pescado - Crédito


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A Centrais de Abastecimento do Estado de Santa Catarina S/A (Ceasa/SC) planeja reformas na unidade de São José para melhor atender os agricultores e comerciantes. Entre as melhorias estão adequação do pátio, aquisição de equipamentos e maquinário, além de reformas estruturais. O projeto foi apresentado ao secretário de Estado da Agricultura e da Pesca, Moacir Sopelsa, nesta quarta-feira, 12, durante reunião com o presidente e o diretor técnico da Companhia, Agostinho de Pauli e Albanez de Sá, além de representantes da Associação dos Usuários Permanentes da Ceasa.

A principal demanda dos usuários da Ceasa/SC é a ampliação da estrutura para atender à crescente demanda dos compradores. Segundo o presidente Agostinho do Pauli, a intenção é consolidar a comercialização de hortifrutigranjeiros, melhorando as condições de trabalho e a estrutura de compras.

“Nós vamos ouvir quem frequenta a Ceasa para buscar a melhor solução frente aos problemas apresentados. Nós precisamos pensar em um Ceasa mais moderno, com mais conforto para os comerciantes, produtores rurais e consumidores”, ressalta o secretário Sopelsa.

A Ceasa tem mais de mil produtores cadastrados e 170 boxes que comercializam pescados, produtos hortifrutigranjeiros, alimentos e insumos orgânicos, produtos ornamentais e de floricultura e artesanais. Os números da Companhia impressionam: todos os dias quatro mil veículos circulam pelo pátio e quase cinco mil pessoas passam pela Ceasa, além disso, são dois mil empregos diretos e aproximadamente 1,5 mil toneladas de alimentos comercializados diariamente. 

Segundo o secretário Sopelsa, a Ceasa é um patrimônio do agronegócio catarinense e funciona como uma importante ligação entre os produtores e consumidores. “A produção catarinense pode ocupar ainda mais espaço dentro da Companhia, essa pode ser uma importante fonte de renda para os produtores. Ainda importamos muito hortifrutigranjeiros de outros estados, principalmente do Paraná e de São Paulo, e podemos ocupar esse espaço com os produtos catarinenses”.

Ceasa/SC 

A Ceasa/SC é uma empresa vinculada à Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca e funciona como um elo entre o produtor e o consumidor por meio da comercialização atacadista e varejista de. Em 2016, foram comercializadas 354 mil toneladas de hortifrutigranjeiros com uma movimentação financeira de R$ 717 milhões.

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Foto: Aires Mariga/Epagri/Arquivo

Santa Catarina colheu 1.176.235 toneladas de arroz na safra 2016/17, um número 14,57% superior à safra passada, quando foram colhidas 1.026.633 toneladas do grão. Os números são  do Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola da Epagri (Epagri/Cepa).

A produtividade também foi alta, de 7.931 quilos por hectare em média no Estado. Na safra anterior esse índice ficou em 6.998 quilos por hectare, um número 13,33% menor. A área plantada foi de 148.316 hectares, 1,1% maior que no período 2015/16.

Segundo a Analista de Socioeconomia e Desenvolvimento Rural da Epagri/Cepa, Glaucia Padrão, o crescimento de quase 15% no total produzido reflete o bom clima da última safra. Por outro lado, ela destaca que essa expansão ainda reflete a colheita desfavorável do período anterior, quando problemas climáticos provocaram quebra de produção, principalmente na região do Alto vale do Itajaí.

A Epagri/Cepa divide o Estado em microrregiões para analisar a safra do arroz. A microrregião de Ituporanga foi a que apresentou maior aumento no total produzido (38,48%), justamente por ter sido mais impactada pelo mau tempo na safra 2015/16.  Outra microrregião que também apresentou crescimento expressivo entre as duas safras foi a de Joinville: 32,73%.

A tecnologia ajudou e influenciou os índices alcançados neste ano agrícola. O cultivar de arroz SCS 121, lançado pela Epagri há cerca de três anos, foi o mais plantado nessa safra e colaborou para os bons resultados da colheita. Desenvolvido inicialmente para ser resistente ao arroz daninho, ele vem ano a ano provando que pode ser muito produtivo e tem ganhado a preferência do produtor.

A boa safra já influencia os preços pagos ao rizicultor catarinense. De acordo com Gláucia, a saca de arroz está sendo comercializada em média ao preço de R$ 40,00. Na safra passada, com menos oferta, esse valor chegou a R$ 50,00. A Epagri não avalia os preços praticados no varejo.

Mais informações e entrevistas
Glaucia Padrão, pelo fone (48) 3665-5079.

Informações para a imprensa
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