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Coronavírus: sintomas e prevenção



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Foto: Robson Valverde / SES

Pesquisadores catarinenses têm até o dia 31 de março para se inscrever na chamada internacional “Desenvolvimento de terapêutica e diagnóstico para combater infecções por coronavírus”, realizada pela União Europeia. A Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação de Santa Catarina (Fapesc) já aderiu ao edital e será apoiadora de quatro projetos, de até 40 mil euros cada, que tenham profissionais de Santa Catarina na equipe. A seleção é voltada para pesquisadores com doutorado.

O objetivo é identificar novas formas de tratamento e de diagnóstico precoce. “Sabemos que as soluções de grandes problemas e desafios da humanidade, como esta pandemia de Covid-19, não acontecem da noite para o dia, mas é preciso estarmos atentos. É preciso investirmos em pesquisas, tecnologias e inovação e avançarmos no conhecimento humano. Pensando nisso a Fapesc, juntamente com o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), aderiu a proposta para instituições brasileiras se associarem a essa Chamada”, observa o presidente da Fapesc, Fábio Zabot Holthausen.

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As equipes europeias irão avaliar as inscrições até 15 de abril. Podem participar instituições e pesquisadores brasileiros com projetos que tenham a coordenação de um cientista europeu ou de um país associado ao Horizon 2020.

"O mundo anseia pela prevenção, cada um fazendo sua parte. Estamos debruçados na busca de soluções, tanto na área econômica, como em avanços na pesquisa e na inovação. Temos grandes talentos em Santa Catarina que podem e vão contribuir e muito na identificação de novas formas de tratamento e diagnóstico, no cenário mundial", acrescenta o secretário de Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDE), Lucas Esmeraldino.

A chamada é realizada pela Innovative Medicines Initiative, em parceria com a União Europeia e a European Federation of Pharmaceutical Industries and Associations (EFPIA). As entidades europeias irão disponibilizar 45 milhões de euros para essas pesquisas. Outros estados brasileiros também estão aderindo através de suas Fundações estaduais, como a Fapesc.

“Queremos contribuir com quem está estudante e pesquisando as causas e efeitos desta pandemia. Pois o conhecimento servirá para hoje e para outras eventuais epidemias ou pandemias futuras”, complementa Holthausen.

Como submeter proposta

Todos os detalhes do edital, assim como links para a submissão de propostas, são encontrados no site da Fapesc.

Informações adicionais para imprensa:
Francieli Oliveira
Assessoria de Imprensa
Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de SC - Fapesc
E-mail: francieli@fapesc.sc.gov.br
Telefone: (48) 3665-4812 / 9.9927-4159
Site: www.fapesc.sc.gov.br 

 


Foto: Divulgação / Epagri

Durante as medidas restritivas impostas pelo decreto 515 do Governo do Estado, a extensão rural da Epagri está atendendo de forma remota os agricultores, para evitar o deslocamento deste público até os escritórios municipais da empresa.

Assim, ao encontrar um problema na lavoura ou na criação que necessite solução urgente, ou mesmo compartilhar algo de interesse, basta que o produtor rural tire uma foto com o celular e encaminhe uma mensagem ao técnico do escritório da Epagri mais próximo pelo sistema Minha Epagri, disponível gratuitamente no site da empresa, e no aplicativo Epagri Mob.

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O Minha Epagri coloca o agricultor, pecuarista, pescador ou maricultor residente em Santa Catarina em contato direto com um técnico do escritório mais próximo. As equipes de extensão rural da empresa respondem as mensagens via sistema, podendo indicar, via online, possíveis diagnósticos e soluções para as diferentes situações vivenciadas. Também é possível enviar documentos com informações que ajudem o agricultor e ainda agendar uma visita à propriedade para quando for liberado o convívio social, por exemplo.

No Minha Epagri, o produtor tem acesso ainda ao seu prontuário junto à Epagri, ou seja, todo o histórico de seu relacionamento com a empresa. O sistema reúne eventos dos quais o usuário participou, dias de campo, excursões, atendimentos que recebeu, visitas, entre outros dados. Nessa área é possível, ainda, baixar a segunda via de documentos como recomendação de insumos, laudo de prorrogação de dívidas, relatório de vistoria fitossanitário e fisiológico, proposta simplificada ao Pronaf Custeio e laudos Opinião de Valor.

O serviço está disponível para produtores residentes em Santa Catarina que têm cadastro junto à Epagri. Nesse caso, basta entrar no site da Empresa ou no aplicativo Epagri Mob, clicar em Minha Epagri e digitar o CPF para receber uma senha de acesso por e-mail.

Se o cadastro não estiver atualizado, o sistema avisa e é preciso entrar em contato com a Epagri do município. Essa é a ação indicada também para quem não tem cadastro na Epagri. Como os escritórios estão fechados e os atendimentos presenciais estão impossibilitados, esse contato deve ser feito via e-mail. Para saber o e-mail do extensionista ou escritório de seu município acesse o link.

"O importante nesse momento é que os agricultores permaneçam seguros em suas casas, juntos aos seus familiares. Por isso a Epagri está empenhada em manter o atendimento remoto, via Minha Epagri e e-mail, para tentar resolver as questões mais urgentes que afligem o produtor rural", explica o engenheiro agrônomo Darlan Rodrigo Marchesi, gerente do Departamento Estadual de Extensão Rural da Epagri.

Epagri Mob

Além do acesso ao Minha Epagri, o aplicativo da Empresa permite conferir a previsão do tempo, o calendário de eventos, serviços, tecnologias, publicações, localização das unidades da Epagri, programas de rádio e outros serviços.

Para saber mais sobre o Minha Epagri, assista ao vídeo.

Informações adicionais para a imprensa:
Assessoria de Comunicação da Epagri
Gisele Dias
Fone: (48) 3665-5147 / (48) 99989-2992
E-mail: giseledias@epagri.sc.gov.br
Cinthia Andruchak
Fone: (48) 3665-5344
E-mail: cinthiafreitas@epagri.sc.gov.br
Isabela Schwengber
Fone: (48) 3665-5407
E-mail: isabelas@epagri.sc.gov.br
Site: www.epagri.sc.gov.br


Foto: Julio Cavalheiro / Arquivo / Secom

O Governo do Estado publicou nesta segunda-feira, 23, uma portaria que estabelece regras para as atividades industriais em território catarinense e classifica padarias, mercearias, açougues e peixarias como serviços essenciais. O documento permite que as indústrias mantenham a operação, desde que reduzam ao menos 50% do número de trabalhadores por turno de trabalho.

As exceções são agroindústrias, indústrias de alimentos e indústrias de insumos de saúde, que não precisarão ter redução do número de trabalhadores. O governador Carlos Moisés explica que é necessário manter esses serviços ativos para evitar a possibilidade de desabastecimento no Estado.

“Assim como a saúde e a segurança não podem parar, precisamos também que a agroindústria permaneça ativa em Santa Catarina. Regulamentamos uma condição para que essas indústrias possam manter efetivamente a produção”, destaca o governador.

>>>>Veja a portaria aqui

A portaria também estabelece para as indústrias outras determinações, que entram em vigor a partir desta segunda-feira:

  • Priorização do afastamento, sem prejuízo de salários, de empregados pertencentes a grupo de risco, tais como pessoas com idade acima de 60 anos, hipertensos, diabéticos e gestantes;
  • Priorização de que os setores administrativos atuem remotamente;
  • Adoção de medidas internas, especialmente as relacionadas à saúde no trabalho, necessárias para evitar a transmissão do coronavírus no ambiente de trabalho;

Utilização de veículos de fretamento para transporte de trabalhadores limitada a 50% da capacidade de lotação de cada veículo.

>>>>Tire suas dúvidas sobre as medidas restritivas e as ações de combate e prevenção à Covid-19

Serviços essenciais de gêneros alimentícios

A portaria também classifica padarias, mercearias, açougues e peixarias como serviços essenciais de comercialização de gêneros alimentícios. Tais estabelecimentos comerciais podem permanecer abertos ao público, desde que evitem aglomeração no atendimento, conforme determinação prevista em decreto publicado na semana passada.

Mais informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
Secretaria de Estado da Comunicação - Secom
Governo de Santa Catarina
Fone: (48) 3665-3022
Site: www.sc.gov.br


Foto: Divulgação / PCSC 

Desde a última quarta-feira, 18, a Polícia Civil fechou 1.778 estabelecimentos em Santa Catarina em cumprimento ao decreto 515 do Governo do Estado, que impõe medidas restritivas para frear o coronavírus. As ações ocorrem de dia e noite em todas as regiões catarinenses.

Os dados são da Gerência de Jogos e Diversões e Produtos Controlados da Polícia Civil. Eles mostram uma forte tendência de queda nos números em relação ao passar dos dias, o que indica a conscientização da população. No primeiro dia da fiscalização, dia 18, por exemplo, foram fechados 922 estabelecimentos e, no domingo, 22, foram  77.

A Polícia Civil utilizou 538 viaturas e 1.166 policiais civis participaram das fiscalizações. Três pessoas foram conduzidas à delegacia por relutância ao fechamento. “A Polícia Civil continuará cumprindo as orientações do decreto e atendendo a população de Santa Catarina”, afirma o presidente do Colegiado Superior de Segurança Pública e Perícia Oficial e delegado-geral da Polícia Civil, Paulo Koerich.

>>> Denúncias sobre o descumprimento das medidas restritivas podem ser dadas ao 181.

Ações para conter a propagação do vírus

A melhor forma de frear o avanço do coronavírus é a prevenção:

  • Caso o paciente apresente os sintomas da doença, como febre, tosse, falta de ar, dores musculares e de cabeça, deve procurar atendimento em uma unidade básica de saúde. Não procure um hospital.  Lá os agentes de saúde farão o devido encaminhamento, se necessário, e darão as orientações em relação ao tratamento
  • Em caso de dúvidas sobre onde procurar ajuda, as pessoas devem ligar para o número 136, do Disque Saúde, disponibilizado pelo Ministério da Saúde
  • Somente serão transferidos para UPAs ou hospitais pacientes em estado mais grave. Os sintomas do coronavírus são semelhantes ao de gripe e a recomendação para quem não tiver o caso agravado é que fique em isolamento e monitoramento em casa
  • Idosos e pessoas com doenças crônicas evitem ir a eventos fechados e a locais com aglomeração
  • Evite viajar se estiver com febre ou tosse
  • Evite contato com pessoas que estiverem visivelmente doentes, principalmente com sintomas respiratórios (tosse ou coriza)
  • Higienize as mãos frequentemente, seja com água e sabão ou álcool gel
  • Evite tocar os olhos, nariz e boca
  • Pratique a etiqueta da tosse: ao tossir e espirrar, cubra a boca com lenço descartável ou antebraço. Descarte o lenço imediatamente
  • Se você ficar doente durante uma viagem, procurar imediatamente a tripulação ou equipe médica de bordo
  • Na viagem, evite a ingestão de alimentos de procedência duvidosa ou inadequadamente preparados
  • Evite o contato com animais silvestres ou animais doentes
  • Evite que crianças e adolescentes com menos de 14 anos mantenham contato prolongado com pessoas com mais de 65 anos
  • Evite a circulação em locais com grande aglomeração de pessoas, inclusive praias, lagos e lagoas

Informações adicionais para imprensa:
Diogo Vargas
Assessoria de Comunicação
Polícia Civil - PC
E-mail: imprensa@pc.sc.gov.br
Fone: (48) 3665-8708 / (48) 99119-8960
Site: www.pc.sc.gov.br 


Jaqueline (meio) mobilizou a comunidade e arrecadou 500 cestas básicas para moradores do Bairro Monte Cristo - Fotos: Jaqueline Ribeiro / Arquivo Pessoal 

Em meio ao isolamento e à situação de cautela e atenção que o momento exige por causa dos riscos de proliferação do coronavírus em Santa Catarina, ações positivas, de união, têm surgido. Muitos catarinenses estão pensando no coletivo e tendo iniciativas para ajudar outras pessoas, o que cria uma corrente de solidariedade no estado durante o momento difícil.

Morador de Florianópolis, Rodrigo Melim Ferreira estava em uma tarde da última semana orientando por telefone a madrinha de 88 anos sobre os cuidados com o coronavírus, já que a idosa mora sozinha e não acompanha os veículos de comunicação. Após a ligação de 40 minutos, Rodrigo ficou pensando na dificuldade que os idosos têm para comprar alimentos e remédios, pois fazem parte do grupo de risco da doença.

Como parou de trabalhar temporariamente na quarta-feira, 18, após o decreto de situação de emergência em Santa Catarina, ele e a esposa decidiram ajudar os moradores do condomínio. Eles colaram uma carta no elevador do prédio onde moram, no Centro, colocando-se à disposição para fazer compras aos idosos.

“Nosso prédio tem praticamente 80% dos moradores acima dos 60 anos de idade e sempre vemos alguns tendo dificuldades na rotina diária. Postei a carta também nas mídias sociais para estimular os mais jovens a ajudar os idosos. Minha rotina é muito corrida, mas sempre que posso ajudo quem precisa“, comenta Rodrigo Melim Ferreira, de 27 anos.

O casal também pediu aos funcionários do condomínio para avisarem os idosos que moram sozinhos no prédio sobre a iniciativa.

Arrecadação de 500 cestas básicas

Para Jaqueline de Souza Ribeiro, o momento de cautela com o coronavírus é também uma possibilidade de união para ajudar a comunidade. Moradora do Monte Cristo, na região continental de Florianópolis, ela teve apoio de uma amiga para arrecadar cestas básicas e um amigo com carro para distribuir os alimentos pela comunidade.

A arrecadação começou na terça-feira, 17, quando o trio conseguiu alimentos para atender 30 famílias na comunidade. O número aumentou na quarta, 18, quando as doações se estenderam a mais 70 famílias da comunidade. Nesta segunda, 23, já eram 500 cestas básicas. As doações são feitas por membros da comunidade, entidades e também por depósitos.

“Estamos montando as cestas e entregando direto para as famílias. Também tomamos o máximo de cuidado com os produtos para que a entrega seja feita de forma adequada.”, conta Jaqueline de Souza Ribeiro, de 31 anos.

Incentivo ao estudo durante a suspensão das aulas

Com a suspensão das aulas da rede pública e privada de ensino durante 30 dias para evitar a proliferação dos vírus nas escolas, a EEB São José, em São Joaquim, criou uma iniciativa para que os alunos possam usar esse período para seguir aprendendo. A diretora Singra Couto Strickert e os professores da unidade criaram um cronograma com duas a três aulas por dia para os alunos do ensino médio, anos finais do fundamental e magistério.

Foram criados grupos na internet para os alunos de cada uma das 26 turmas da EEB São José, incluindo também a diretora e um professor que atua como coordenador. O professor enviará a aula diariamente para o coordenador incluindo um texto base, uma vídeoaula e cinco perguntas para serem respondidas no caderno. Para atender às dúvidas, o coordenador resolve ou pede apoio ao professor e posta as respostas no grupo.

“A ideia é minimizar o prejuízo pedagógico e criar rotinas de estudo, além de estreitar o laço com as famílias pois os pais também estão nos grupos. E fazer valer o lema da nossa escola de que juntos somos mais fortes”, destaca Singra Couto Strickert, que também distribuiu aos alunos um documento com cinco dicas para estudo em casa.

A Secretaria de Estado da Educação estuda a flexibilização das atividades pedagógicas a distância para os 539 mil alunos da rede estadual. Para isso, está analisando modelos de ensino que possam alcançar alunos sem acesso residencial a computador e internet. Além desse levantamento, a SED está elaborando uma página de recursos digitais de aprendizagem como suporte aos docentes, pais e alunos. O endereço será disponibilizado nos próximos dias.

Pagamento aos fornecedores para ajudar a economia catarinense

Para evitar a propagação do coronavírus, algumas empresas tiveram que adiar atendimento ou paralisar o serviço temporariamente. Apesar disso, há empresas que decidiram manter o pagamento regular aos fornecedores, mesmo nos casos em que as atividades estão paralisadas e os serviços serão prestados após o fim da pandemia, movimentado a economia catarinense durante um período crítico.

“Nós acreditamos que a empresa tem um compromisso social com a nossa comunidade, por isso mantivemos os pagamento dos nossos fornecedores mesmo com as atividades paralisadas. Não conseguimos avaliar ainda os impactos econômicos, mas sabemos que vai atingir principalmente autônomos e pequenos negócios”, destaca André Krummenauer, CEO da empresa do setor de tecnologia e inovação.

>>> Envie sua ação de solidariedade também! imprensa@secom.sc.gov.br 

Informações adicionais para imprensa:
Gabriel Duwe de Lima
Assessoria de Comunicação
Secretaria de Estado da Educação – SED
Fone: (48) 3664-0347 
E-mail: imprensa@sed.sc.gov.br
www.sed.sc.gov.br 

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