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Pesquisa auxilia restauradores de obras de arte em todo mundo

Pesquisa auxilia restauradores de obras de arte em todo mundo

Pintada no fim do século 19, a obra Sagrada Família está submetida aos cuidados dos restauradores do Ateliê de Conservação e Restauração de Bens Culturais Móveis (Atecor) da Fundação Catarinense de Cultura (FCC).

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Foto: Cristiano Estrela / Secom

Santa Catarina comemora 12 anos do certificado internacional como área livre de febre aftosa sem vacinação. Os esforços dos produtores rurais, iniciativa privada e Governo do Estado fizeram de SC uma referência em saúde animal e defesa agropecuária.

Após o reconhecimento da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), Santa Catarina se tornou o maior produtor de suínos do Brasil, o segundo maior produtor de aves e o quarto maior produtor de leite – com um agronegócio pujante, responsável por 63,7% das exportações catarinenses em 2019.

O último foco de febre aftosa em Santa Catarina aconteceu em 1993 e a partir de 2000 foi suspensa a vacinação contra a doença. Em 25 de maio de 2007, representantes do Governo do Estado compareceram à Assembleia Mundial da OIE, onde receberam o certificado que fez do Estado a única zona livre de febre aftosa sem vacinação do Brasil.

“Há 19 anos, Santa Catarina fez uma escolha: se tornar referência internacional em saúde animal e defesa agropecuária. Foi uma decisão ousada e que exigiu muito trabalho e um cuidado muito grande, um comprometimento dos produtores rurais, iniciativa privada e Governo do Estado. Nós aumentamos o controle sanitário e passamos a cumprir as exigências da Organização Mundial de Saúde Animal, comprovando a origem registrando e rastreando todos os bovinos e bubalinos. Hoje, os produtos catarinenses são reconhecidos em todo o mundo, inclusive nos mercados mais exigentes, como sinônimos de qualidade. A certificação internacional da OIE é um patrimônio de todos os catarinenses”, destaca o secretário da Agricultura e da Pesca, Ricardo de Gouvêa.

Apenas três países da América Latina são considerados livres de febre aftosa sem vacinação pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE): Chile, Guiana e Peru. Além disso, existem zonas livres dentro de países (como é o caso de Santa Catarina) na Argentina, Bolívia, Colômbia e Equador.

Resultados

Desde a suspensão da vacina em Santa Catarina, o Estado se consolidou como grande produtor e exportador de carnes, com acesso aos mercados mais exigentes do mundo. Ricardo de Gouvêa explica que a febre aftosa é uma das doenças com maior risco sanitário e econômico, por isso alguns países só compram carnes de áreas livres da doença sem vacinação, onde comprovadamente não existe a circulação do vírus da febre aftosa e o controle sanitário é maior.

“A conquista veio em função de um trabalho conjunto entre governo, Cidasc, produtores rurais e agroindústria. Santa Catarina é pioneira na certificação internacional como área livre de febre aftosa sem vacinação. Toda essa valorização é prova da excelência dos nossos produtos agropecuários e da excelência dos serviços de defesa agropecuária executados pela Cidasc. Queremos avançar muito nas questões sanitárias e melhorar ainda mais a renda do nosso produtor rural”, ressalta a presidente da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc)

Em 2006, um ano antes da certificação internacional, Santa Catarina exportava 184 mil toneladas de carne suína, faturando US$ 310 milhões. Em 2018, esse número saltou para 326,3 mil toneladas e trouxe US$ 608,4 milhões para o Estado, um aumento de 77,4% na quantidade e 96,2% na arrecadação.

O cenário é o mesmo para a carne de frango, que se tornou o primeiro produto das exportações catarinenses, faturando mais de US$ 1,8 bilhão no último ano, com 1,08 milhão de toneladas embarcadas. Com o reconhecimento da OIE, Santa Catarina teve acesso a grandes compradores de carnes como China, Hong Kong, Estados Unidos e Coreia do Sul. Hoje, as carnes suína e de frango catarinenses são vendidas em mais de 140 países.

Manutenção do status sanitário

Para manter o status sanitário diferenciado, os esforços são imensos. A Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) mantém 63 barreiras sanitárias fixas nas divisas com Paraná, Rio Grande do Sul e Argentina que controlam a entrada e a saída de animais e produtos agropecuários. Além disso, em Santa Catarina todos os bovinos e bubalinos são identificados e rastreados.

Já que é proibido o uso de vacina contra febre aftosa em todo o território catarinense, não é permitida a entrada de bovinos provenientes de outros estados. Para que os produtores tragam ovinos, caprinos e suínos criados fora de Santa Catarina é necessário que os animais passem por quarentena tanto na origem quanto no destino e que façam testes para a febre aftosa, exceto quando destinados a abatedouros sob inspeção para abate imediato.

O Governo do Estado mantém ainda um sistema permanente de vigilância para demonstrar a ausência do vírus de febre aftosa em Santa Catarina. Continuamente, a Cidasc realiza inspeções clínicas e estudos sorológicos nos rebanhos, além de dispor de uma estrutura de alerta para a investigação de qualquer suspeita que venha a ser notificada pelos produtores ou por qualquer cidadão. A iniciativa privada também é uma grande parceira nesse processo, por meio do Instituto Catarinense de Sanidade Agropecuária (Icasa).


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 Biguaçu ficou com o título inédito do dominó feminino - foto: Antonio Prado/Fesporte

O grito de campeão soou nas quadras de Gaspar nesta sexta-feira, 24, último dia da etapa estadual da 12ª edição dos Jogos Abertos da Terceira Idade de Santa Catarina (Jasti). Foram definidos os vencedores da canastra, dominó, voleibol, bocha e bolão 23. A competição, promovida pelo Governo de Santa Catarina, por meio da Fesporte, em parceria com  a prefeitura de Gaspar, começou dia 19, com a participação de 2.300 idosos, com idade a partir de 60 anos de 178 municípios.

Nesta sexta-feira, as disputas de mesa foram bastante equilibradas. No dominó masculino, Luiz Alves foi campeão com a dupla Osni Kreff e Osni Betold e ainda Orlando Kreff. “Foi a primeira vez que participei dos Jasti, e este título foi espetacular”, disse o campeão Kreff, de 60 anos.

A dupla Renilton Torteli e Anelson Colluso, de Água Doce, conquistou o título na canastra masculina com a participação de José Brugnara. Já na feminina, o troféu de campeão ficou com Dolores Londo e Zilda Ludwig, de Timbó. Trude Gertrude completou o time.

Entre as mulheres a conquista do dominó ficou com Lindamira Aparecida e Mariza Rodrigues, de Biguaçu. “Essa minha conquista foi emocionante porque é a primeira vez que Biguaçu é campeã no dominó”, festejou a campeã Lindamira.

Ao fim dos Jasti, o presidente da Fesporte, Rui Godinho, se disse satisfeito com o resultado final do evento. “Estão de parabéns os atletas, minha equipe da Fesporte e a prefeitura de Gaspar pela parceria. Tivemos dias incríveis, jogos de alto nível e uma sinergia bastante positiva entre os competidores”, destacou.

Florianópolis e Caçador vencem no voleibol

Na decisão do voleibol masculino, no ginásio da escola Ivo de Aquino, Florianópolis desbancou Treze Tílias, que já vinha embalado com dois títulos (2017 e 2018). A equipe da capital fez 2 a 0 (15/12 e 15/13) e levantou o caneco pela primeira vez na competição. Brusque ficou na terceira colocação, ao vencer Pomerode por 2 a 0 (15/11 e 15/6).

O time campeão jogou com Adilson Mello, Alaercio Silvy, Antônio Dutra, Dionízio Colombi, Elio Furtado, Ireno da Rosa, Jackson Greinert, Joel Fagindes, Luiz Brunatto, Manilo Bianchini, Marcelino Pontes, Murilo Pereira, Roberto Scalabrin, Rubens Bock, Sidnei da Rosa e Sidnei Junckes.

No feminino, também houve conquista inédita. Caçador, que já havia chegado perto nas duas edições anteriores, com um vice em 2017 e um terceiro lugar em 2018, bateu Joinville por 2 a 0 (15/13 e 15/7), ocupando o primeiro lugar no pódio. Balneário Camboriú, campeão na edição anterior, ficou com o terceiro lugar, vencendo Florianópolis por 2 a 0 (15/5 e 15/6). A equipe caçadorense jogou com Eliane França, Elza Bellaver, Erlete Battochio, Eva França, Ivonete Bazzanella, Maria Salete Werlang, Mariza Bueno, Neide Baú, Neusa Cordeiro, Orilda dos Anjos, Raquel Moro, Samara Moro, Sarita Loss e Yeda Driessen.

No cerimonial de premiação, o presidente Rui Godinho entregou os troféus de honra ao mérito aos atletas destaques: à jogadora de vôlei da equipe de Brusque, com 83 anos, Ruth Hoffmann, que atuou nos Jogos Abertos de Santa Catarina (Jasc) desde a primeira edição, de 1960 a 1972, e teve sete títulos; e ao jogador de vôlei de Florianópolis, Dionízio Colombi, atleta mais velho da competição, com 93 anos.

Texto: Antonio Prado e Heron Queiroz


Foto: Guilherme Martimon / Mapa

Santa Catarina é o quarto maior produtor de orgânicos do Brasil e o cultivo de alimentos sem agrotóxicos cresce em ritmo acelerado no Estado. Com o tema “Qualidade e saúde: do plantio ao prato”, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento lança a Semana dos Orgânicos, que terá uma programação especial em vários municípios catarinenses entre os dias 26 de maio e 1º de junho, com seminários e feiras.

Com início neste domingo, 26, a Semana dos Orgânicos pretende informar os consumidores sobre como reconhecer o produto orgânico e estimular a participação no controle de qualidade dos alimentos, melhorando a relação de confiança com os produtores. Estão previstas ações em Chapecó, Florianópolis, Criciúma, Gaspar, Tubarão e Blumenau.

>>> A programação nas cidades está disponível neste link

“Cada vez mais, os consumidores estão voltando os olhos para os produtos orgânicos e esta se tornou uma importante atividade para os agricultores catarinenses. É uma alternativa de produção que pode agregar valor e trazer mais renda para os produtores rurais. Essa aproximação com os consumidores é fundamental para estabelecer uma relação de confiança e também para valorizar a produção de alimentos orgânicos por seu benefício à saúde e meio ambiente”, ressalta o secretário da Agricultura e da Pesca, Ricardo de Gouvêa.

Em Santa Catarina, os produtores contam com uma Política Estadual de Incentivo às Feiras de Produtos Orgânicos para fomentar o consumo de alimentos orgânicos e estimular o empreendedorismo e o cooperativismo.

A nova lei prevê a organização da cadeia produtiva, simplificação de licenças concedidas a feirantes e realização de feiras, programas e projetos voltados para organização de feiras e a possibilidade de convênios entre o Poder Público e a iniciativa privada para o apoio da comercialização de produtos orgânicos.

Semana dos Orgânicos

Ao longo da Semana, serão repassadas informações sobre os cuidados, direitos e obrigações que os produtores, consumidores, processadores e comerciantes devem ter para garantir que, ao comprar ou consumir produtos orgânicos em feiras, lojas, hotéis e restaurantes as pessoas estejam, de fato, levando e consumindo produtos verdadeiramente orgânicos.

O Ministério da Agricultura pretende ainda estimular gestores municipais e estaduais a ampliarem a compra de alimentos da agricultura familiar e orgânicos para a merenda escolar, por meio do Programa Nacional de Alimentação Escolar.

Produção de alimentos orgânicos em Santa Catarina

Com 1.275 unidades de produção cadastradas, Santa Catarina está entre os cinco maiores produtores de orgânicos do país. Segundo o Cadastro Nacional de Produtos Orgânicos do Ministério da Agricultura, o número de agricultores catarinenses que se dedicam ao cultivo de alimentos orgânicos aumentou 12,9% entre 2017 e 2018. O município de Santa Rosa de Lima, na região Sul, é o principal produtor do Estado.

O que é agricultura orgânica?

A Agricultura Orgânica é um processo de produção agropecuária em que técnicas específicas são adotadas visando preservar a saúde humana e do meio ambiente.

A produção orgânica não utiliza agrotóxicos e fertilizantes solúveis ou sintéticos, organismos geneticamente modificados e radiações ionizantes em qualquer fase do processo de produção, processamento, armazenamento, distribuição e comercialização.


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 Coruja Murucututu (Pulsatrix perspicillata) é ma das espécies ameaçadas de extinção - Foto: Marcelo Aceto/Arquivo Pessoal

Santa Catarina, por meio da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDS) e do Instituto do Meio Ambiente (IMA), participa do processo pioneiro de Estratégia Nacional para Conservação de Espécies Ameaçadas de Extinção, uma iniciativa do Ministério do Meio Ambiente (MMA) que vai alocar cerca de US$ 13 milhões (dólares) para minimizar impactos sobre a biodiversidade brasileira.

Entre os dias 10 a 14 de junho, será realizada em Lages a oficina de Planejamento do Plano de Ação Territorial para a Conservação de Espécies Ameaçadas de Extinção do Planalto Sul (PAN), que engloba Santa Catarina e Rio Grande do Sul, para os próximos cinco anos com metas de curto, médio e longo prazo. A Aegla brevipalma (fauna) e Senecio promatensis (flora), são alguns exemplos de espécies criticamente em perigo que serão beneficiadas pelo projeto Pró-Espécies: “Todos contra extinção”.

O PAN orienta a alocação de recursos para ações de prevenção, proteção, conservação, manejo e gestão da fauna e flora, integrando União, estados e municípios na implementação de políticas públicas. A lista de espécies-alvo do PAN Planalto Sul mapeou 69 espécies, 43 de flora e 26 de fauna.

"Estamos vivendo um momento singular e com a certeza de que estamos dando um grande passo para a o desenvolvimento sustentável do nosso meio ambiente. Santa Catarina integra uma ação nacional, com a representação de dois estados, a união de vários órgãos do poder público, universidade e demais instituições não governamentais, todos em prol de uma única causa: a busca de soluções para conservação das nossas espécies”, destacou o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDS), Lucas Esmeraldino.

Os preparativos para a elaboração do Plano de Ação Territorial para a Conservação de Espécies Ameaçadas de Extinção do Planalto Sul, começaram em fevereiro e contou com representantes do IMA, da SDS e da Secretaria de Meio Ambiente do Rio Grande do Sul (SEMA-RS), que coordenarão, em parceria, a realização do Plano de Ação (PAN) da região.

Também participaram o Ministério do Meio Ambiente (MMA), Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Jardim Botânico do Rio de Janeiro (JBRJ), WWF-Brasil e técnicos de diversas instituições parceiras. A reunião aconteceu no Centro de Treinamento da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (EPAGRI), em São Joaquim/SC.

Sobre Projeto Pró-Espécies

A Estratégia Nacional para Conservação de Espécies Ameaçadas de Extinção (Pró-Espécies – Todos contra a extinção) é uma iniciativa do Ministério do Meio Ambiente (MMA), publicada na Portaria Nº 43, de 31 de janeiro de 2014, financiada pelo Fundo Mundial para o Meio Ambiente (GEF, da sigla em inglês para Global Environment Facility Trust Fund). É coordenada pelo Departamento de Conservação e Manejo de Espécies (DESP/MMA) e implementada pelo Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio), sendo o WWF-Brasil a agência executora.

O projeto tem como objetivo adotar ações de prevenção, conservação, manejo e gestão para minimizar as ameaças e o risco de extinção de espécies integrando união, estados e municípios na implementação de políticas públicas em 13 estados  (MA, BA, PA, AM, TO, GO, SC, PR, RS, MG, SP, RJ e ES) que totalizam nove milhões de hectares.

O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Jardim Botânico do Rio de Janeiro (JBRJ), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e órgãos estaduais de Meio Ambiente dos estados supracitados são parceiros do projeto. A expectativa é que, até 2022, sejam tomadas medidas de proteção de pelo menos 290 animais e plantas que correm o risco de deixar de existir. A expectativa é que com estes PANs territoriais as ações sejam capazes de beneficiar direta ou indiretamente até 2.755 espécies.

Assessoria de Comunicação
Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável
Jornalista: Mônica Foltran
E-mail: comunicacao@sds.sc.gov.br
Telefone: (48) 3665-2261/ 99696 1366


Foto: Krislei Oechsler / SEA

Servidores da Ouvidoria-Geral e das setoriais de todo o Estado participarão de um workshop, na próxima segunda-feira, 27, para aperfeiçoarem o tratamento das respostas às denúncias feitas nas ouvidorias pelos cidadãos. A capacitação Respostas de Ouvidoria e Tratamento de Denúncias é uma parceria com a Controladoria-Geral da União (CGU) e terá como ministrante Rodrigo de Bona da Silva, coordenador do Núcleo de Ouvidoria e Prevenção à Corrupção da CGU Regional de Santa Catarina.

O evento será no auditório da sede da Secretaria de Estado da Administração e também contará com a participação de auditores internos, com vistas a trabalhos conjuntos entre as áreas de ouvidoria e auditoria.

O direcionamento e o tratamento adequados das denúncias recebidas via ouvidorias podem servir para o aperfeiçoamento dos serviços prestados pelas estatais.

“A ouvidoria possibilita a interlocução do usuário de serviços públicos com o Estado, mediando o acesso aos serviços e possibilitando que o usuário expresse seu ponto de vista, faça solicitações ou denuncie possíveis irregularidades”,  explica a ouvidora-geral de Santa Catarina, Simone de Souza Becker.

A análise das manifestações recebidas pelas ouvidorias pode servir inclusive para informar os gestores sobre a existência de problemas e, como consequência, provocar melhorias conjunturais e estruturais. “O ouvidor é a pessoa que costura relações, abre perspectivas de diálogo, estabelece a comunicação entre as partes. Diante desta importante função, precisa ser capacitado para melhor atender ao usuário”, finaliza Simone.

O workshop também visa melhorar a qualidade das respostas às manifestações, considerando a forma de tratamento, a linguagem cidadã, o tempo da resposta e a resolutividade das questões.

Informações adicionais para imprensa
Krislei Oechsler
Assessoria de Imprensa
Secretaria de Estado da Administração - SEA
E-mail: comunicacao@sea.sc.gov.br
Fone: (48) 3665-1636 /(48) 99105-4085
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