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Fundação Catarinense de Cultura (FCC) completa 40 anos

Fundação Catarinense de Cultura (FCC) completa 40 anos

Protetora do patrimônio cultural, fomentadora da arte e guardiã da memória artística em Santa Catarina, a Fundação Catarinense de Cultura (FCC) comemora os 40 anos em um momento de renovação e fortalecimento

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Foto: Divulgação / SJC

O secretário de Justiça e Cidadania (SJC), Leandro Lima, disse nesta quinta-feira, 25, durante o I Encontro de Diretores de Unidade Prisionais, na sede da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), em Brasília, que o agente precisa ressignificar o seu papel e atuar como operador do sistema. 

“Temos que integrar todas as pessoas que estão fazendo a roda girar. Na medida em que o servidor passa a ter uma visão ampla do seu trabalho, começa a visualizar o seu espaço de atuação.

Fundação Catarinense de Cultura (FCC) completa 40 anos

Protetora do patrimônio cultural, fomentadora da arte e guardiã da memória artística em Santa Catarina, a Fundação Catarinense de Cultura (FCC) comemora os 40 anos em um momento de renovação e fortalecimento


Fotos: Gabriel Volinger / SJC

O papel jornal foi a matéria-prima usada pelos adolescentes em conflito com a lei do Casep de Tubarão na criação das peças da mostra Reciclando ideias – Liberdade através da Arte, em exposição no hall do Tribunal de Justiça. O projeto, coordenado pela pedagoga Rosimere Correa, trabalha a reconstrução de sentimentos por meio da arte. A mostra está aberta à visitação até o dia 6 de maio. O evento é resultado de uma parceria entre o Núcleo V - Direitos Humanos da Corregedoria-Geral da Justiça e o Departamento Administrativo Socioeducativo (Dease) da Secretaria de Justiça e Cidadania, do Governo do Estado.

O corregedor-geral de Justiça, desembargador Henry Petry Junior, destacou que o Dease teve papel fundamental na transformação do Casep de Tubarão. “Em 2017, quando a unidade era administrada por uma ONG, não havia alimentação suficiente, as roupas eram lavadas uma vez por semana, faltava higiene, as paredes estavam mofadas.” O desembargador disse ainda que a chegada de agentes socioeducativos no Casep permitiu que a unidade alcançasse um padrão de qualidade. “O que faz a diferença são os profissionais abnegados e vocacionados para a função”, assinalou.

Fotos: Krislei Oechsler/SEA

Conhecido pelo trabalho voluntário que faz de vigilância sobre as contas e atos públicos em todo o país, o Observatório Social agora trabalhará em conjunto com o Governo do Estado. A parceria foi firmada pela Secretaria de Estado da Administração (SEA) com o braço estadual do Observatório Social do Brasil em Santa Catarina (OSB-SC). A ideia partiu do governador Carlos Moisés, com o objetivo de aumentar a transparência por meio do fortalecimento do acesso da sociedade civil às informações da administração pública.

A aproximação começou a ser consolidada pela Diretoria de Gestão de Materiais e Serviços da SEA, que é responsável por editar as normas de compras e aquisição de serviços em todos os órgãos do Executivo estadual. Voluntários do OSB-SC conheceram como funciona a atuação do setor. "Apresentar para o Observatório Social nossa metodologia de trabalho na gestão das compras públicas faz com que os próprios voluntários da instituição possam se tornar mais efetivos em suas fiscalizações, como traz para os gestores o conhecimento necessário com relação ao que a população espera sobre transparência", explica a diretora de Gestão de Materiais e Serviços , Karen Bayerstoff.

O secretário de Estado da Administração, Jorge Eduardo Tasca, foi o responsável por iniciar a parceria, com uma primeira reunião realizada em janeiro

Atualmente, o Observatório Social está em 29 municípios catarinenses que congregam mais de 400 voluntários. Santa Catarina é o primeiro estado a ter um Observatório Social estadual.

Como atua o Observatório Social 

Os voluntários que integram o Observatório fazem o acompanhamento e o monitoramento das compras públicas em nível municipal, desde a publicação do edital de licitação até o acompanhamento da entrega do produto ou serviço, de modo a agir preventivamente no controle social dos gastos públicos. Além disso, o Observatório Social atua em outras frentes, a educação fiscal, a inserção da micro e pequena empresa nos processos licitatórios, contribuindo para geração de emprego e redução da informalidade, bem como aumentando a concorrência e melhorando qualidade e preço nas compras públicas e a construção de Indicadores da Gestão Pública.

Informações adicionais para imprensa
Krislei Oechsler
Assessoria de Imprensa
Secretaria de Estado da Administração - SEA
E-mail: comunicacao@sea.sc.gov.br
Fone: (48) 3665-1636 /(48) 99105-4085
http://www.sea.sc.gov.br 


Foto: Dóia Cercal / Secom

A maçã Fuji de Santa Catarina deve ter produção 10% maior que a safra do ano passado. Já a safra do arroz catarinense deve reduzir em relação ao período anterior. Os produtores de cebola, por sua vez, comemoram o bom valor de venda. Essas e outras avaliações fazem parte do mais recente Boletim Agropecuário emitido pelo Centro de Socieoeconomia e Planejamento Agrícola da Epagri (Epagri/Cepa).

A colheita da maçã Fuji termina em maio, mas com 53% da área colhida no território catarinense, os técnicos da Epagri/Cepa já projetam um crescimento de 10% no total produzido. No caso da maçã Gala a realidade é outra. Com 99% da área colhida até o final de março no Vale do Rio do Peixe, os produtores da região estimam redução no volume. O Boletim destaca ainda que a maçã catarinense representou 54,4% do total comercializado em março pela Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp).

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