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Henrique visitando o Helicóptero Águia 4 - 04/04/2017

Henrique visitando o Helicóptero Águia 4 - 04/04/2017


Henrique Ribeiro, de 10 anos, sonhava em conhecer o helicóptero Águia 4, da Polícia Militar de Santa Catarina, em Lages.

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Foto: ADR Xanxerê

As Escolas Indígenas Multisseriadas, que fazem parte da Gerência de Educação da Agência de Desenvolvimento Regional (ADR) de Xanxerê, estão recebendo o projeto Horta Escolar. A atividade estimula o cultivo de hortaliças que poderão ser utilizadas como complemento da merenda escolar.

O projeto é desenvolvido pela Supervisão de Articulação com os municípios em parceria com a Gerência de Políticas Socioeconômicas Rurais e Urbanas e contemplou as escolas dos municípios de Abelardo Luz, Ipuaçu e Entre Rios.

“Nós levamos as sementes e as mudas e fizemos os primeiros canteiros. Repassamos as informações de cuidados e agora a escola fará a manutenção. É fundamental para que eles possam utilizar verduras, temperos e chás para o consumo próprio da escola”, explica o engenheiro Agrônomo da ADR, Ademir Amadori.

Além disso, a intenção é utilizar as hortas de forma pedagógica, desde a conscientização com relação ao meio ambiente e práticas alimentares saudáveis. “Os professores poderão usar a horta para atividades multidisciplinares. É muito importante abordar assuntos relacionando o meio ambiente à matemática por exemplo, biologia, ciências. São inúmeras possibilidades”, explica a coordenadora do projeto, Janele Isoton Dal Olmo. 

Janaína Mônego
Assessoria de Comunicação
Agência de Desenvolvimento Regional de Xanxerê
E-mail: sdr-xanxere@xxe.sdr.sc.gov.br
Fone: (49) 3382-2018 e (49) 9804-6060
Site: adrs.sc.gov.br/adrxanxere


Foto: Ana Cenatti/ADR Jaraguá do Sul

O governador Raimundo Colombo estará em Jaraguá do Sul e Guaramirim para cumprir extensa agenda nesta quinta-feira, 25. A partir das 9h, em Jaraguá do Sul, no Centro Universitário Católica SC, ele terá reunião de trabalho com prefeitos, vice-prefeitos e vereadores para falar sobre a segunda edição do Fundo de Apoio aos Municípios (Fundam 2). Serão duas horas de reunião para apresentação do projeto e discussão com prefeitos.

Na sequência, o governador irá visitar as obras do Centro de Inovação, no Bairro Três Rios do Sul, e também as obras da SC-110 (Malwee/pé da serra de Pomerode), em Jaraguá do Sul. Os investimentos do Governo do Estado são de R$ 5,5 milhões e R$ 13 milhões, respectivamente.

Após as visitas, às 13h30, o governador estará na Fameg, em Guaramirim, para assinatura e entrega da ordem de serviço para construção do elevado (imagem acima) na BR-280, entroncamento com a SC-108 (acesso Massaranduba), no valor de R$ 41,2 milhões. Esta obra marca o início da duplicação do trecho urbano da BR-280 em Guaramirim, em um investimento que ultrapassa R$ 100 milhões.

Dados obras:

Centro de Inovação – investimento de R$ 5,5 milhões. Os centros de inovação abrigarão aceleradoras de empresas, incubadora, laboratórios de pesquisa, de capacitação e de consultoria para novos negócios. Atualmente, 67% da obra está concluída. A previsão de conclusão é setembro de 2017.

Revitalização SC-110 – investimento de R$ 13 milhões. Em todo o trecho está sendo feito o alargamento para acostamento e saídas de ônibus e nos trechos mais urbanizados serão construídas calçadas. Extensão da obra é de 12 quilômetros. A previsão de conclusão é para agosto de 2017.

Fundam na região Amvali

- Municípios: 7

- Valor disponibilizado: R$ 16,7 milhões

- Investimento: infraestrutura, aquisição de veículos, máquinas e equipamentos, construção de postos de saúde e pontes.

MUNICÍPIO

VALOR DISPONIBILIZADO

OBJETO

Barra Velha

2.480.000,00

infraestrutura

Corupá

1.950.000,00

infraestrutura e construção de unidade básica de saúde

Guaramirim

2.700.000,00

construção de ponte

Jaraguá do Sul

3.900.000,00

infraestrutura

Massaranduba

2.200.000,00

construção de posto de saúde e aquisição de equipamentos

São João do Itaperiú

1.780.000,00

infraestrutura e aquisição de veículos e equipamentos

Schroeder

1.730.000,00

infraestrutura e aquisição de veículos

TOTAL

16.740.000,00

 

Ordem de serviço do elevado em Guaramirim - Serão executados trabalhos em concreto armado e adequação das vias marginais e encaixes na rodovia, incluindo terra armada, faixas multiuso e rótula sob o viaduto. A obra terá extensão total de 650 metros, sendo 60 metros do elevado, com 23 metros de largura para duas pistas de rolamento em cada sentido e acostamentos. O prazo de execução da obra é de 15 meses. A empresa responsável pela execução é o Consórcio Infrasul, Coneville Setorsul. O valor total da obra é de R$ 41.284.914,46.

Informações adicionais para a imprensa
Ana Cenatti
Assessoria de imprensa
Agência de Desenvolvimento Regional de Jaraguá do Sul
E-mail:anacenatti@jgs.sdr.sc.gov.br
Telefone: (47) 3276-9241 / (47) 9-8861-2652
Site:www.adrs.sc.gov.br/adrjaraguadosul


Fotos: Aires Mariga/Arquivo Epagri

A Epagri está finalizando sua atuação no Plano Brasil Sem Miséria e tem motivos para comemorar. A empresa atendeu 680 famílias rurais catarinense em situação de extrema pobreza, que desenvolveram projetos para suas propriedades e receberam recursos federais para implementar tais propostas. O resultado foi tão positivo que a empresa já avalia a possibilidade de estender a extensão rural para outras famílias catarinenses nessa condição.

A Epagri está produzindo o relatório final do Plano Brasil Sem Miséria, que será entregue em junho ao Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário (MDSA) e Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário (Sead), instituições responsáveis pela ação. Em maio, técnicos da Epagri e dos dois órgãos federais reuniram-se em Videira para avaliar os trabalhos desenvolvidos no Estado. Na reunião, foram levantados os pontos positivos, as dificuldades e apontadas sugestões de aprimoramento do plano.

O plano foi lançado pelo governo federal em 2012, mas a Epagri começou a atuar em 2014, quando fez o levantamento das famílias rurais que poderiam se encaixar na proposta. Num primeiro momento, a empresa identificou cerca de mil famílias que poderiam ser beneficiadas, mas algumas não se encaixaram nas exigências da proposta, que tinha como um dos critérios renda mensal não superior a R$ 85 por familiar.

Para as 680 famílias enquadradas no plano, os técnicos da Epagri desenvolveram projetos de assistência técnica e extensão rural. Todas as propostas foram desenvolvidas em parceria com os assistidos e visavam a produção agrícola de subsistência, com possibilidade de venda do excedente. Assim, foram desenvolvidos projetos principalmente para criação de galinhas, de porcos ou de vacas, instalação de hortas ou de pomares e também para incrementar a produção de artesanatos.

Cada família recebeu duas parcelas de investimentos, a primeira de R$ 1,4 mil e, a segunda, de R$ 1 mil. Os valores, que não precisarão ser pagos pelo agricultor, foram aplicados nas propriedades seguindo o plano estabelecido em conjunto com a Epagri. Os projetos garantiram segurança alimentar a estas pessoas, que muitas vezes só encontram trabalhos sazonais no meio rural. Na maioria dos casos, trabalham de dois a três meses por ano em colheitas e passam os outros meses sem ocupação fixa.

São família que residem em pequenas propriedades rurais, muitas não regularizadas e que, por isso, estavam fora das cadeias produtivas e não conseguiam acessar outras linhas de financiamentos voltados para a agricultura familiar. “Elas passaram a ter visibilidade, a serem enxergadas pela extensão rural”, descreve Célio Haverroth, coordenador de políticas públicas da Epagri, apontando este como um dos principais ganhos do trabalho. Ele explica que, mesmo após o encerramento do plano, estas famílias continuarão recebendo assistência técnica da empresa para seguirem seus cultivos.

Na avaliação de Célio, o projeto acabou indo além da proposta inicial; ele permitiu o aumento da autoestima deste público, que na sua maioria estava à margem da sociedade. “Esse trabalho dá um novo horizonte a estas famílias”, conta o coordenador da Epagri. Célio também destaca o protagonismo feminino. Na maioria dos casos, a mulher era a responsável por receber os recursos e tocar o projeto, reforçando seu papel na família.

De acordo com Célio, o MDSA já mostrou interesse de promover aditivos ao projeto, de modo que a Epagri possa dar sequência ao trabalho nos próximos anos, atendendo outras famílias rurais catarinenses em condição de extrema pobreza. O assunto será debatido durante o mês do junho entre a diretoria da Epagri e representantes do Ministério.

Mais informações e entrevistas
Célio Haverroth, coordenador de políticas públicas da Epagri: (48) 3665-5298

Informações adicionais para a imprensa:
Gisele Dias
Fone: (48) 3665-5147 / (48) 99989-2992
E-mail: giseledias@epagri.sc.gov.br
Cinthia Andruchak
Fone: (48) 3665-5344
E-mail: cinthiafreitas@epagri.sc.gov.br
Isabela Schwengber
Fone: (48) 3665-5407
E-mail: isabelas@epagri.sc.gov.br
Site: www.epagri.sc.gov.br


Fotos: Paulo Goeth/SES

O diagnóstico precoce e o tratamento das hepatites virais foram os principais temas debatidos no Fórum Catarinense sobre Hepatites Virais que ocorreu nesta terça-feira, 23, na Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina (Alesc), em Florianópolis. Em torno de cem pessoas participaram do evento, entre profissionais de saúde e representantes da sociedade civil organizada. O fórum foi organizado pela Secretaria de Estado da Saúde (SES) e pela Comissão de Saúde da Alesc, presidida pelo deputado Neodi Saretta.

“Estamos aqui para divulgar os dados, as estatísticas e, também, trazer informações para aprimorar as condições de diagnóstico, cada vez mais precoces, e o acesso ao tratamento das hepatites”, disse o secretário de Estado da Saúde, Vicente Caropreso, na abertura do fórum, ao lado do secretário adjunto para Assuntos Finalísticos, Murillo Capella.

Em Santa Catarina, o perfil da doença é bastante específico, com grande concentração de casos de hepatite C na região do Litoral e transmissão intensa de hepatite B no Oeste. “Os níveis estão acima do registrado no restante do Brasil. Por isso, nossa preocupação é constante para que possamos vacinar adequadamente a população para hepatite B, fazer o diagnóstico precoce e, a partir dele, encaminhar os pacientes para o tratamento, que é disponibilizado pelo Ministério da Saúde”, complementou o médico infectologista Fábio Gaudenzi, superintendente de Vigilância em Saúde.

A taxa de incidência de hepatite B em Santa Catarina é de 21,9 casos/100 mil habitantes, enquanto a média nacional é de 7,6. Em relação à hepatite C, a taxa catarinense é de 17,8/100 mil habitantes, superando a média nacional, que é de 12,6, conforme os dados apresentados pela enfermeira Dulce Quevedo, gerente de Vigilância das DST/Aids e Hepatites Virais da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive/SC) da SES. Segundo ela, foram notificados 1.103 novos casos de hepatite B, com maior incidência nas regiões Extremo-Oeste (70,5 casos por 100 mil/hab), Oeste (62,2, casos/100 mil hab) e Xanxerê (34,2 casos por 100 mil/hab). Em relação à hepatite C, foram 780 novos casos em 2016, com maior incidência nas regiões Carbonífera (34,8 casos por 100 mil/hab), Extremo Sul catarinense (22,4 casos por 100 mil/hab) e Laguna (20 casos por 100 mil/hab). Registram-se em torno de 500 mortes ao ano por doenças relacionadas às hepatites em Santa Catarina, como cirrose e câncer de fígado. Importante considerar que a rede pública de saúde oferece vacinação gratuita contra a hepatite B. No entanto, a cobertura vacinal é de apenas 53,4%.

Participaram também do fórum, como palestrantes, a representante do Departamento das IST/HIV/AIDS e das Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Elisa Cattapan; a titular da Diretoria de Assistência Farmacêutica da SES, Maria Teresa Agostini; a gerente técnica de Biologia Médica do Laboratório Central de Saúde Pública de Santa Catarina (Lacen/SC), Cristine Ferreira; o representante da Sociedade Catarinense de Infectologia, médico infectologista Luiz Gustavo Escada Ferreira; e a representante da Sociedade Catarinense de Gastroenterologia, Janaína Luz Narciso Schiavon.

Informações adicionais para a imprensa:
Letícia Wilson e Patrícia Pozzo
Núcleo de Comunicação
Diretoria de Vigilância Epidemiológica
Secretaria de Estado da Saúde
Fone: (48) 3664-7406 | 3664-7402
E-mail: divecomunicacao@saude.sc.gov.br
www.dive.sc.gov.br


Foto: James Tavares/Secom

A quarta-feira, 24, é de tempo encoberto e com chuva na maior parte do dia em Santa Catarina. Entre a tarde e noite, diminui a condição de chuva e permanece a nebulosidade em todas as regiões. A temperatura segue amena. O vento sopra de Nordeste, fraco a moderado, com rajadas no Litoral.

A previsão da Epagri/Ciram para a quinta-feira é de nevoeiros ao amanhecer e parte da manhã e nebulosidade variável, com aberturas de sol no decorrer do dia. No Litoral Sul, permanece a instabilidade com condições de chuva por alguns momentos. A temperatura estará em elevação. O vento sopra de Nordeste, com variações de Noroeste do Oeste ao Litoral Sul.

Recomenda-se o acompanhamento diário da previsão do tempo.

Qualquer problema deve ser comunicado à coordenadoria municipal de Defesa Civil, através do telefone de emergência 199 ou para o Corpo de Bombeiros no número 193.

Mais informações:
Epagri/Ciram
Fone: (48) 3665-5006

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