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Campanha Compre de SC

Campanha Compre de SC

O Governo do Estado lançou a campanha Compre de SC para incentivar o consumo de produtos produzidos em Santa Catarina. Além de estimular a produção interna e muitas vezes de pequenos produtores, a campanha faz a economia girar, gerando renda e emprego.

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Fotos: Saul Oliveira / Secom

O comando-geral da Polícia Militar de Santa Catarina recebeu um visitante especial na tarde desta quinta-feira, 21. O embaixador de Israel no Brasil, Yossi Shelley, reuniu-se com o comandante-geral da corporação, coronel Araújo Gomes, e outras autoridades estaduais, entre elas o secretário de Estado da Agricultura, Airton Spies. Em cerca de duas horas, eles trocaram informações nas áreas de segurança pública, agropecuária, portos, turismo, energia e tecnologia da informação. 

Embaixador no Brasil desde 2017, Shelley se disse bem impressionado com a Capital catarinense. Ele afirmou que Florianópolis é uma cidade muito bonita e limpa, e que o encontro foi positivo para o intercâmbio de experiências, que podem render frutos tanto para Santa Catarina quanto para Israel.


Fábrica de Celulose em Irani - Foto arquivo / Secom

Nos extensos campos da Serra Catarinense, a natureza encontrou o espaço ideal para espalhar araucárias, símbolo da paisagem típica e de um ciclo econômico que transformou a região em um polo de desenvolvimento e geração de renda, na década de 1950. A exploração, até então, extrativista, foi esgotando matéria-prima e espaço no mercado, dando lugar, entre outras alternativas econômicas, ao reflorestamento e à atividade industrial de transformação da madeira.

Responsável por movimentar R$ 6,5 bilhões de Valor Bruto da Produção Industrial (VBPI) de Santa Catarina, o setor de Celulose e Papel é uma das vocações econômicas mais importantes da Serra Catarinense. Em Santa Catarina é o 8º em exportações e o 10º em geração de empregos, com mais de 20,2 mil vagas, segundo dados de 2015, divulgados pela Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc).

Os municípios de Lages e Otacílio Costa juntos representam cerca de 47% das exportações do setor de Celulose e Papel, com destaque para as vendas dos produtos de papel kraft, não revestidos e recipientes de papel. Resultado das relações comerciais, especialmente com a Argentina, Equador, México e Paraguai, em 2015, o município de Lages movimentou cerca de US$ 37 milhões e Otacílio Costa aproximadamente US$ 74 milhões.

Embora a grande maioria dos associados produzam o chamado papel Kraft, para caixas de papelão que são fornecidas diretamente aos fabricantes, um outro item produzido pelo setor é básico para os consumidores catarinenses: o papel higiênico. Diretores de parques industriais em polos do Celulose e Papel, como na cidade de Canoinhas, no Planalto Norte, acreditam que a campanha vai ajudar a fortalecer a marca em Santa Catarina.

Compre de SC traz novo estímulo ao setor ao estimular consumo interno

Estimular o consumo interno, por meio do movimento Compre de SC, traz um novo vigor para os negócios e estimula a criatividade. A secretária executiva do Sindicato das Indústrias de Celulose e Papel de Santa Catarina (Sinpesc), com sede em Lages, Neuza Moreira Franco, garante que a própria instituição vai compartilhar a ideia da campanha com clientes e associados. “A partir de agora, todas as nossas correspondências serão enviadas com o selo da campanha no rodapé. Vamos apoiar e fazer chegar ao maior número de pessoas, a essência dessa campanha”, explica.

Para Neuza, além da qualidade, da segurança já reconhecidas no setor produtivo catarinense, é uma questão de conscientização. "O consumidor precisa conhecer a origem e, principalmente o impacto social que está gerando ao dar preferência para um produto fabricado em Santa Catarina”, ressalta ao afirmar que este gesto contribui com a geração de empregos, estimula a economia local e aumenta a arrecadação de Impostos. “Isso volta pra gente depois, em mais qualidade de vida em nossos municípios e em nossas comunidades”, observa.

Informações adicionais para a imprensa
Francieli Dalpiaz 
Assessoria de Imprensa 
Secretaria de Estado de Comunicação - Secom
E-mail: francieli@secom.sc.gov.br
Fone: (48) 3665-3018 / 98843-5676
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Foto arquivo / Secom

Embora os catarinenses já venham sentindo os efeitos das baixas temperaturas há semanas, o inverno começa oficialmente na manhã desta quinta-feira, 21, mais precisamente às 7h07min. E a previsão é de que massas de ar frio continuem a chegar ao longo dos próximos três meses, trazendo novas ondas de frio para Santa Catarina. Segundo a Epagri/Ciram, não está descartada a possibilidade de que tenhamos mais uma vez queda de neve e formação de geadas no Estado. 

Pelo menos mais três ondas de frio intenso devem chegar ao Estado até agosto, segundo a Epagri/Ciram. Mesmo assim, o último boletim do órgão indicava que, na média, as temperaturas serão um pouco mais elevadas que o comum nas regiões do Litoral e Vale do Itajaí. Na Serra, nos planaltos e no Oeste, por sua vez, as temperaturas ficarão próximas das médias históricas. Em relação às chuvas, o mês de agosto deve ter a maior precipitação pluviométrica, com a média podendo chegar a 190mm no Oeste catarinense.


Foto: Arquivo/ADR Jaraguá do Sul

O Estado conhecido pela força da agricultura familiar tem agora um projeto voltado às produções nas áreas urbanas. O projeto de lei que institui a Política Estadual de Apoio à Agricultura Urbana foi sancionado pelo governador Eduardo Pinho Moreira e publicado no Diário Oficial desta quarta-feira (20).

De acordo com a Lei nº17.533, são consideradas atividades de agricultura urbana as lavouras, cultivo de flores, plantas medicinais e espécies frutíferas, de extrativismo vegetal, de produção de mudas, de gestão de resíduos orgânicos e de produção artesanal de alimentos para o consumo humano desenvolvidas em áreas urbanas e de acordo com o Plano Diretor de cada município.

“Fomentar a agricultura e, ao mesmo tempo, causar o menor impacto no meio ambiente é uma condição que já coloca Santa Catarina como destaque. É importante fomentar que isso aconteça também nas áreas urbanas”, afirma o governador, destacando a condição do Estado como o que menos devasta suas florestas segundo o Instituto SOS Mata Atlântica.

Ações

A Secretaria da Agricultura e da Pesca, em colaboração com a Secretaria da Assistência Social, Trabalho e Habitação, irá desenvolver as ações para estimular as práticas de cultivo que previnam e controlem a poluição e a erosão e que protejam a flora, fauna e paisagem natural, tendo como referência a produção agroecológica.

O secretário adjunto da Agricultura, Athos de Almeida Lopes Filho, explica que a medida traz segurança jurídica para ações já desenvolvidas em diversos municípios catarinenses e possibilita maiores investimentos no setor. “Temos um fundamento legal para incentivar projetos como hortas comunitárias e a produção de alimentos saudáveis também em áreas urbanas. Além disso, os produtores e cooperativas que estão fora do meio rural poderão acessar programas de fomento da Secretaria da Agricultura”, ressalta.

Entre as ações previstas está a possibilidade de cessão de uso de imóveis públicos e a utilização de imóveis particulares para o desenvolvimento de programas e ações comunitárias de agricultura urbana. Um dos objetivos do projeto é incentivar a produção de alimentos saudáveis através de práticas agrícolas sustentáveis, além de incentivar a geração de emprego e renda e promover a inclusão social.

Beneficiários

A Política Estadual de Apoio à Agricultura Urbana tem como beneficiários prioritários as pessoas em situação de insegurança alimentar e nutricional, os fornecedores de alimentos vinculados ao Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) no Estado e os projetos comunitários de agricultura urbana reconhecidos pelos municípios.

 

Informações adicionais para a imprensa
Ana Ceron
Assessoria de Imprensa 
Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca 
E-mail: imprensa@agricultura.sc.gov.br
Fone: (48) 3664-4417/ 98843-4996
Site: www.agricultura.sc.gov.br


Fotos: Divulgação / SCPar Porto de Imbituba 

As baleias-franca estão chegando a Santa Catarina. Tradicionais visitantes da região Sul do Brasil de julho a novembro, a espécie tem sido avistada no Litoral catarinense desde o dia 7 de junho. Antes, no dia 15 de maio, uma fêmea com filhote foi avistada no Espírito Santo, entre as praias de Itaparica e Barra do Jucu, em Vila Velha. Este foi o primeiro registro do ano em águas brasileiras, abrindo assim, extraoficialmente, a temporada 2018 de avistagens no país.

A boa nova está sendo comemorada pelo Porto de Imbituba, administrado pela SCPar Porto de Imbituba, que neste ano completa 10 anos de monitoramento aéreo e terrestre das baleias-franca e de outros mamíferos marinhos, através do Programa de Monitoramento de Cetáceos. O Programa é realizado no âmbito do Plano de Controle Ambiental (PCA) do Porto, e tem como objetivo o monitoramento dos mamíferos marinhos que visitam a região do Porto de Imbituba. 

Desde sua implantação, o projeto usa a metodologia de avistagem para catalogar a localização geográfica e o comportamento desses animais, para ampliar o conhecimento acerca da ecologia das espécies frente às atividades portuárias. Como os navios que chegam a Imbituba atravessam a Área de Proteção Ambiental (APA) da Baleia Franca, local de grande concentração de baleias, o monitoramento da frequência de pequenos e grandes cetáceos no entorno do porto, estudando o seu comportamento e acompanhando o tráfego de embarcações, evita as rotas de colisão e zelam pela preservação da espécie.



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Anualmente, mais de 100 baleias são registradas, em média, em Santa Catarina. A maioria são fêmeas em fase de procriação, que ficam entre o Litoral Norte do Rio Grande do Sul e a região Sul de Santa Catarina, limites da APA da Baleia Franca. Elas vêm para a costa sul-brasileira à procura de águas quentes e enseadas protegidas para o nascimento de seus filhotes. Estima-se que a cada três anos as baleias-franca têm um novo filhote, sendo que o tempo de gestação é de 12 meses. Elas partem da Antártica, onde se alimentam e acumulam reserva energética em forma de gordura para a jornada rumo ao continente sul-americano.

O Programa de Monitoramento

As avistagens feitas pelo Programa de Monitoramento de Cetáceos do Porto de Imbituba são realizadas a partir de pontos estratégicos do Litoral, dentro e no entorno da área portuária. Os trabalhos são conduzidos pela equipe de especialistas da empresa Acquaplan Tecnologia e Consultoria Ambiental, atual contratada para executar o serviço, e supervisionados pela equipe de meio ambiente da SCPar Porto de Imbituba.

Durante a temporada, o monitoramento terrestre ocorre diariamente, em dois pontos de observação, nas enseadas das praias do Porto e Ribanceira, em Imbituba. O tempo de observação padrão é de seis horas diárias, divididas em dois turnos, podendo variar de acordo com a quantidade de horas/luz diárias e condições climáticas, bem como a movimentação dos navios.

Também integra a metodologia de avistagem o monitoramento aéreo, que consiste na realização de três sobrevoos de helicóptero, com duração estimada de 10 horas cada voo. Os sobrevoos ocorrem em toda a extensão da APA da Baleia Franca, com objetivo de registrar a localização, contar, fotografar e identificar os cetáceos através das calosidades únicas que cada baleia possui sobre a cabeça.

Além dos monitoramentos, também se destaca no Porto de Imbituba o Procedimento Interno de Boas Práticas, implantado na temporada passada com o objetivo de conscientizar a tripulação dos navios sobre a presença das baleias-francas no entorno do porto. “Nessa abordagem junto aos comandantes e à tripulação, eu levo informações sobre o comportamento das baleias-francas, mostro para eles o mapa dos limites da APA e também explico como ocorre o monitoramento dos cetáceos no porto”, comenta a oceanógrafa Camila Amorim, analista portuária da SCPar Porto de Imbituba.

Essa atuação focada na preservação das baleias, enquanto dá continuidade às operações portuárias de forma sustentável, rendeu ao Porto de Imbituba três premiações: o Prêmio Empresa Cidadã ADVB/SC, categoria Preservação Ambiental, nos anos de 2016 e 2017 e o 23º Prêmio Expressão de Ecologia, categoria Conservação da vida silvestre.

Sobre as baleias-franca

A histórica tradição da caça às baleias-francas em Santa Catarina quase levou a extinção da espécie na década de 1970. Apenas na década de 1980 as francas voltaram a ser observadas na costa brasileira, resultando no Decreto nº 92.185, de 20 de Dezembro de 1985, que pôs fim à caça de todas as espécies deste mamífero no Brasil, a partir de 1º de janeiro de 1986.

Avistagens realizadas esporadicamente nos anos 1990 confirmaram o retorno da espécie à região sul do Brasil. Isso motivou o governo federal a instituir, em 2000, a Área de Proteção Ambiental (APA) da Baleia Franca, que se estende de Torres, no litoral norte do Rio Grande do Sul, até a região sul da Ilha de Santa Catarina.

“Elas costumam retornar sempre ao mesmo local para terem os filhotes. Todos os animais visualizados pelo monitoramento na região da APA e no entorno do Porto de Imbituba são catalogados por meio de fotografia e filmagem das calosidades que elas têm em cima da cabeça, que são únicas para cada animal, como se fosse uma digital. Com isso, podemos saber se elas retornam”, explica o oceanógrafo Gilberto Oliveira Endoh Ougo, especialista da Acquaplan.

Informações adicionais para a imprensa:

Administração do Porto de Imbituba
Setor de Comunicação Social
Telefone: (48) 3355-8908
www.portodeimbituba.com.br 




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