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Com a Palavra, o Governador - 10 de novembro de 2017

Com a Palavra, o Governador - 10 de novembro de 2017

No programa semanal Com a Palavra, o Governador, Raimundo Colombo fala sobre investimentos na Defesa Civil, Programa Juro Zero, formação dos novos policiais militares, Jogos Abertos de Santa Catarina e Ferrovia das Bromélias.


Oportunidades

Próximos eventos


Foto: James Tavares/Secom

A previsão do tempo da Epagri/Ciram indica nebulosidade variável e aberturas de sol em Santa Catarina, nesta quarta-feira, 22. A temperatura estará amena, devido ao avanço de uma massa de ar mais frio e seco e a passagem rápida de uma frente fria pelo Estado. O vento sopra de sul a sudeste, moderado com rajadas mais intensas no Litoral.

>>> Mais detalhes da previsão para esta quarta

Na quinta-feira, 23, a temperatura estará mais baixa no início da manhã, com chance de geada fraca nas áreas altas do Planalto Sul. Durante o dia, temperatura em rápida elevação, mais alta na sexta-feira, 24 e no sábado, 25. O vento soprará de sudeste a nordeste, fraco a moderado com rajadas. 

Mais informações para a imprensa:
Central de Meteorologia
Epagri/Ciram
Fone: (48) 3665-5007 e (48) 3665-5172
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Foto: Nilson Teixeira/Arquivo Epagri

O Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola da Epagri (Epagri/Cepa) emitiu o Boletim Agropecuário de novembro, que traz uma boa notícia para a cultura da mandioca, cujos preços vêm apresentando reação expressiva desde 2016. Já as cotações para a banana vêm se desvalorizando nos últimos 12 meses. As condições climáticas devem influenciar negativamente a safra do feijão e positivamente a do arroz. Enquanto isso, a área plantada com milho grão vem caindo em benefício da soja.

Mandioca

Os preços da mandioca no mercado nacional vêm se valorizando desde junho de 2016. Naquela data, o preço médio pago ao produtor foi de R$ 313,00 por tonelada. Já em 2017, o preço médio pago ao produtor é de R$ 443,15 por tonelada até o momento. Muitos dos produtores que ainda possuem mandioca disponível para comercialização têm priorizado o plantio, devido às recentes chuvas, mantendo baixa a oferta de raízes no mercado. Nesse cenário, a disputa da indústria pela matéria-prima continuou elevada, sustentando os valores aos produtores.

Banana

As cotações da banana-caturra e banana-prata desvalorizaram 65,3% e 55,0%, respectivamente, em relação ao preço de 2016. A queda na demanda é a principal causadora desta baixa de preços. A expectativa é de recuperação nos preços apenas no final de novembro, com retomada sazonal da demanda antes do final de ano. O volume da fruta nos bananais catarinenses continua alto, o que mantém as cotações, em muitos casos, abaixo do custo médio de produção.

Feijão

Com 53% da área semeada até o início de novembro, o feijão deve ser prejudicado pelas baixas temperaturas noturnas verificadas nas últimas semanas e pela alta nebulosidade diurna em algumas regiões do Estado, o que diminui o número de horas de luz disponível para as plantas. O resultado é a redução no desenvolvimento das lavouras.

Os preços despencaram nos últimos 12 meses. A saca de 60kg do carioca, por exemplo, estava 54% mais barata em outubro de 2017 quando comparada ao valor praticado no mesmo mês do ano anterior. A situação se repete com o feijão preto, que enfrentou uma redução de 42,6% no preço pago pela saca de 60kg entre outubro de 2016 e de 2017.

Arroz

O plantio do arroz está concluído nas regiões do Litoral Norte, Alto Vale e de Araranguá, restando áreas a serem semeadas nas regiões de Tubarão e Criciúma, mas tudo dentro da normalidade para a época do ano. O clima deve ajudar até janeiro de 2018, com previsão de chuva dentro ou um pouco acima da normalidade nos próximos meses. O mercado permanece calmo, sem grandes oscilações nos preços pagos ao produtor.

Milho grão e soja

Os preços baixos pagos ao produtor e a elevação do custo de produção vêm causando redução na área plantada do milho grão, cujo espaço está sendo priorizado para cultivo de soja, que tem preços mais estáveis, e de milho silagem.

A soja vem crescendo em todo o país, impulsionada pela maior liquidez e a possibilidade de melhor rentabilidade em relação a outras culturas. A expectativa é que o grão alcance entre 34,6 e 35,3 milhões de hectares plantados no Brasil na safra 2017/18.

Cebola

A detecção recente de um novo vírus nas lavouras catarinenses (Iris yellow spot vírus) passa a ser uma nova preocupação para os produtores de cebola do Estado, já que pode resultar em elevação dos custos de produção.

A comercialização da cebola catarinense está em ritmo lento, já que ela chega ao mercado quando ainda há oferta da hortaliça do final das safras mineira e goiana. Esta questão deve ser superada até o final do mês de novembro e início de dezembro. Santa Catarina mantém-se como o maior produtor nacional, com área plantada superior a 21 mil hectares.

Alho

Como já informado no boletim de outubro, a área plantada com alho em Santa Catarina cresceu 20% em relação à safra passada. Apesar dos esforços dos produtores e das condições de infraestrutura, como irrigação, presente na maioria das unidades de produção, os efeitos da estiagem são perceptíveis no total produzido.

Pecuária

Os preços praticados para carne suína e de gado ainda sofrem impacto da Operação Carne Fraca. Embora tenham se mantido estáveis nos últimos meses, os valores pagos ao produtor caíram desde o início do ano.

Na suinocultura, o preço médio estadual de novembro é 8,09% menor que o praticado em meados de março. Na bovinocultura, os preços pagos ao produtor apresentam-se relativamente estáveis, embora ainda se perceba leve tendência de queda, o que vem ocorrendo desde abril, após a deflagração da Operação Carne Fraca. Os preços do frango vivo ao produtor mantiveram-se estáveis durante quase todo o mês de outubro, depois de leves altas verificadas em setembro nas duas praças de referência do Estado: Chapecó e Sul catarinense. Os custos de produção das aves apresentaram alta pelo segundo mês consecutivo, dessa vez de 2,74%

Nas exportações, a carne de frango teve queda em outubro em relação a setembro: -6,72% em quantidade e -2,33% em valor. Contudo, na comparação com outubro do ano passado, verifica-se aumento de 2,05% na quantidade exportada e de 14,12% nas receitas. O somatório das exportações catarinenses de carne de frango em 2017 é de 825,48 mil toneladas, queda de 1,18% em relação a 2016. Em termos de receitas, o resultado é positivo: US$1,54 bilhão, aumento de 8,18% em relação ao mesmo período do ano anterior.

A Epagri/Cepa também constatou queda de 9,5% na exportação catarinense de carne suína em outubro, quando comparada com setembro, e de 5,33% na comparação com outubro de 2016. Apesar disso, no acumulado do ano, as exportações catarinenses registram números positivos: 233,86 mil toneladas, um aumento de 2,96% em relação ao mesmo período do ano anterior. Nesse mesmo período, as receitas atingiram o montante de US$ 546,50 milhões, crescimento de 22,51% em relação a 2016.

As exportações brasileiras de carne bovina vêm registrando altas no segundo semestre deste ano. No acumulado do ano, já foram exportadas 1,20 milhão de toneladas, 5,20% mais do que no mesmo período de 2016. Em termos de receitas, o acumulado do ano atingiu US$4,92 bilhões (+9,68%).

Leite

Segundo a análise da Epagri/Cepa, 2017 se caracterizará mais por recuperação do que por crescimento da produção nacional de leite. Contudo, a oferta maior que a demanda ainda traz dificuldade para a cadeia produtiva, mas há expectativa de que tanto os preços no atacado como aos produtores alcancem patamares mais elevados em breve.

Trigo

A safra, que já está com 30% da área plantada no Estado, não deve ser a melhor em termos de qualidade dos grãos e de rendimento médio. A colheita segue em ritmo acelerado, já que os produtores buscam liberar as áreas para as culturas de verão, como milho, feijão e, principalmente, a soja. O preço permaneceu estável em outubro na comparação com o mês de setembro para os principais estados produtores. Em Santa Catarina, pequena baixa de 1,89%.

>>> Leia a íntegra do Boletim Agropecuário de novembro da Epagri/Cepa

Mais informações para a imprensa:
Gisele Dias
Assessoria de imprensa 
Epagri
Fone: (48) 3665-5147 / 99989-2992
E-mail: giseledias@epagri.sc.gov.br
Site: www.epagri.sc.gov.br

 

 

 

 

 

 


Fotos: Jaqueline Noceti/Secom

O governador Raimundo Colombo e o vice Eduardo Pinho Moreira entregaram na noite desta segunda-feira, 20, na Casa d'Agronômica, na Capital, a Medalha do Mérito Anita Garibaldi ao arcebispo de Florianópolis, Dom Wilson Tadeu Jönck. A honraria é concedida a pessoas físicas ou jurídicas, nacionais e estrangeiras, que, no campo de suas atividades, tenham contribuído direta ou indiretamente para o engrandecimento do Estado.

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“O nosso arcebispo é um líder espiritual muito importante. Uma pessoa que a gente admira, se apega, se encanta e se sente seguro. Isso eu ouço dos catarinenses. A sua liderança na igreja católica e no campo espiritual sobre todos nós faz com que ele seja uma grande referência. Como é bom poder fortalecer esse potencial através da Medalha Anita Garibaldi, que é a maior condecoração de Santa Catarina”, disse Colombo.

Na ocasião, o governador entregou o decreto e o diploma alusivo à outorga da medalha do mérito. O vice entregou uma réplica da fachada da casa onde Anita Garibaldi viveu em Laguna, Sul de Santa Catarina.

“Dom Wilson tem um trabalho comunitário extremamente importante em Santa Catarina. Ele tem uma vivência internacional e contribuiu muito na evangelização, na formação das pessoas e nos bons exemplos. Essa medalha faz jus a um homem que se dedicou a fazer o bem”, destacou o Eduardo Moreira.

Para o arcebispo, receber a honraria é motivo de orgulho e também um reconhecimento pelo papel da Igreja em Santa Catarina. “É uma homenagem a tudo que a Igreja realiza em cada cidade e por ela fazer parte da vida das pessoas. Pela posição que ocupo, acolho essa medalha como reconhecimento de tudo isso”, disse.

Nascido em Vidal Ramos no dia 10 de julho de 1951, Wilson Tadeu Jönck fez sua profissão religiosa na Congregação dos Padres do Sagrado Coração de Jesus (Dehonianos), em 2 de fevereiro de 1972. Em 17 de dezembro de 1977, foi ordenado sacerdote.

Fez os estudos secundários no Seminário Menor São José, em Rio Negrinho, nos anos de 1963 e 1964 e, depois, na cidade de Corupá. Cursou Filosofia no Convento Sagrado Coração de Jesus na cidade de Brusque, nos anos de 1972 e 1973; e Teologia no Instituto Teológico Sagrado Coração de Jesus, em Taubaté (SP), de 1974 a 1977. Formou-se em Educação na Faculdade de Filosofia, em Varginha (MG), nos anos de 1979 a 1981. Obteve licenciatura em Psicologia mediante estudos na Universidade Gregoriana de Roma, de 1986 a 1990.

Em 11 de junho de 2003, foi nomeado bispo titular de Gemellae in Byzacena e auxiliar da Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro. No dia 26 de maio de 2010, foi nomeado quinto bispo da Diocese de Tubarão e, em 28 de setembro de 2011, nomeado arcebispo metropolitano de Florianópolis.

Informações adicionais para a imprensa:
Rafael Vieira de Araújo 
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Foto: PC/SC

A Polícia Civil, por meio da Divisão de Crimes Contra o Patrimônio Público da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (DCCPP/Deic) e Delegacia da Comarca de Laguna, em conjunto com o Ministério Público, deflagraram nesta terça-feira, 21 a operação Seival.

Ao todo, 76 ordens judiciais - sendo sete prisões preventivas, seis prisões temporárias, 25 mandados de condução coercitiva e 38 mandados de busca e apreensão - estão sendo cumpridas por 90 policiais civis na região de Laguna. As medidas cautelares foram expedidas pela Vara Criminal de Laguna e são frutos de investigação de três inquéritos conduzidos pela Polícia Civil catarinense.

>>> Galeria de fotos

No primeiro inquérito policial, apurou-se que um grupo de empresários frustraram o caráter competitivo de duas licitações, mediante ajuste prévio dos preços ofertados. Com o aprofundamento das investigações, descortinou-se uma organização criminosa na cidade de Laguna, que atua na área de licitações, especificamente, na realização de obras e fornecimento de materiais, e que possui entre os seus integrantes, um vereador da cidade, que foi licenciado do cargo para exercer a função de secretário municipal.

Durante o exercício do cargo de secretario municipal, o vereador que teve sua campanha financiada pela organização criminosa, praticou atos ilícitos para atender exclusivamente interesses privados em detrimento do interesse público, inclusive articulou para obter licitações em benefício do grupo, bem como intermediou junto à Secretária da Fazenda para liberação de dinheiro após a realização de obras ou serviços.

Há indicativos que um dos empresários do grupo criminoso teria sido beneficiado com o recebimento de valores da Prefeitura Municipal, em clara ofensa ao artigo 89 da Lei de Licitações, referente ao fornecimento de materiais de construção para a Secretária de Obras por meio de um decreto emergencial em razão das chuvas ocorridas em dezembro de 2016. A intermediação desse pagamento se deu pelo vereador citado e pertencente ao grupo criminoso, que à época era secretário municipal.

No segundo inquérito policial, apurou-se que esse mesmo vereador, no período que atuou como secretário municipal, fraudou um certame de sua pasta. Segundo as apurações, o investigado não apenas ordenou para que seus subordinados aprovassem os candidatos por ele indicados, como também vazou informações sigilosas, a fim de garantir suas respectivas aprovações.

Os candidatos beneficiados já possuíam prévio vínculo com a secretaria ou com o então titular da pasta, tendo sido aprovados em uma avaliação prática bastante obscura, sendo que sequer atendiam os requisitos mínimos para o exercício do cargo.

Já o terceiro inquérito teve início com uma denúncia anônima, advinda da própria população, que observava as constantes fraudes que ocorriam no município. Com base nas investigações, foi possível comprovar os constantes desvios de materiais, que deveriam ser utilizados na reforma de um colégio local, para uma obra particular de um influente agente político da cidade.

Além disso, com o desenrolar das investigações, diversos outros delitos foram descobertos, sendo que, todos eles, possuem envolvimento de políticos locais, os quais agiam na surdina e mediante recebimento de propina para beneficiar alguns amigos ou funcionários, sempre em detrimento da administração pública lagunense.

A Operação Seival é coordenada pela Polícia Civil catarinense, por meio da Divisão de Crimes Contra o Patrimônio Público da Diretoria Estadual de Investigações Criminais e 18ª Delegacia Regional da Comarca de Laguna, em conjunto com o Ministério Público, por meio da 2ª Promotoria de Justiça da Comarca de Laguna, e conta com o apoio de todas as divisões da Deic e Delegacias Regionais de Tubarão, Araranguá e Criciúma.

Atenção, jornalistas: Será realizada uma coletiva de imprensa nesta quarta-feira, 22, às 10h, na sede da Deic, na Rua Tijucas, 92, Balneário Estreito, em Florianópolis, para mais detalhes sobre a operação.

Informações adicionais para a imprensa
Clarissa Margotti
Assessoria de Imprensa
Polícia Civil - PC
E-mail: imprensa@pc.sc.gov.br
Fone: (48) 3664-2313 / 99968-9600
Site: www.policiacivil.sc.gov.br


Foto: Divulgação / SAR 

Secretaria da Agricultura chega ao fim do ano com 687 equipamentos agrícolas cedidos para 173 municípios catarinenses. Os investimentos para aquisição de tratores, carretas agrícolas, ensiladeiras, entre outros passaram de R$ 20,3 milhões.

Os recursos para aquisição dos equipamentos são da Secretaria da Agricultura, que passam de R$ 13 milhões, ou de convênios com o Governo Federal, que chegam a R$ 7,23 milhões. Entre as máquinas repassadas para os municípios estão tratores, ensiladeiras, kits fenação, roçadeiras, carretas agrícolas, plantadeiras e conjuntos de inseminação artificial.

Os equipamentos são adquiridos pela Secretaria da Agricultura e posteriormente cedidos para os municípios. O secretário da Agricultura e da Pesca, Moacir Sopelsa, explica que essa é uma forma de usar melhor o recurso público já que são compradas grandes quantidades de equipamentos e os preços são melhores, além de contar com a contrapartida do Governo do Estado. “Nós conseguimos bons preços e damos a contrapartida. Cabe ao município atender as demandas dos agricultores no interior do Estado. É um exemplo do bom uso do dinheiro público”, ressalta.

Sopelsa destaca ainda a importância do setor agropecuário para a economia catarinense e os bons frutos colhidos pelo setor. “Nós não cansamos de repetir o quanto nos orgulhamos dos produtores rurais catarinenses. É impressionante que um Estado com 1,12% do território nacional seja o maior produtor de suínos, cebola e maçã o segundo maior produtor de aves. Tudo isso conquistado com o suor dos nossos agricultores e pecuaristas, numa parceria com a iniciativa privada, Governo do Estado e Governo Federal”.

A última entrega de equipamentos aconteceu nesta segunda-feira, 20, quando mais nove tratores foram cedidos para os municípios de Camboriú, Luzerna, Sul Brasil, Nova Itaberaba, São Bonifácio, Morro da Fumaça, Vitor Meireles, Lages e Massaranduba. As máquinas foram adquiridas em parceria com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), via emenda parlamentar, num investimento de R$ 717,2 mil.

Representando os municípios atendidos, o prefeito de Vitor Meireles, Bento Silvy, afirmou que esse é um momento importante para os pequenos municípios catarinenses. “Os pequenos municípios ajudam a construir a riqueza do país. E esses equipamentos serão úteis para fortalecer a agricultura familiar, base da economia de muitas cidades do nosso Estado”.

Informações adicionais:
Ana Ceron
Assessoria de Imprensa
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Fone: (48)-3664-4417/ (48) 98843-4996
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