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Pesquisa auxilia restauradores de obras de arte em todo mundo

Pesquisa auxilia restauradores de obras de arte em todo mundo

Pintada no fim do século 19, a obra Sagrada Família está submetida aos cuidados dos restauradores do Ateliê de Conservação e Restauração de Bens Culturais Móveis (Atecor) da Fundação Catarinense de Cultura (FCC).

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 Arte: ACR

Conhecido pela força do agronegócio, Santa Catarina se destaca também na produção de madeira. No último ano, o Valor Bruto da Produção Agropecuária da silvicultura fechou em R$ 1,38 bilhão, sem contar o faturamento dos outros elos da cadeia produtiva. Os números foram divulgados nesta quinta-feira, 16, em Lages, durante o lançamento da terceira edição do Anuário Estatístico de Base Florestal para o estado de Santa Catarina.

Segundo os dados da Associação Catarinense de Empresas Florestais (ACR), a área de florestas plantadas em Santa Catarina é de 828,9 mil hectares, sendo 67% ocupada com pinus e cerca de 33% com eucalipto. Os resultados econômicos da silvicultura também chamam a atenção: no último ano, o Valor Bruto da Produção Agropecuária fechou em R$ 1,38 bilhão, sem contar o faturamento dos outros elos da cadeia produtiva. Atualmente são 5,6 mil empresas relacionadas ao setor, que geram mais 90 mil empregos diretos em Santa Catarina.

A região serrana responde por 40% das toras da silvicultura do estado, se tornando uma grande produtora de papel, embalagens e de madeira de pinus. O secretário adjunto da Agricultura e da Pesca, Ricardo Miotto, participou do lançamento do Anuário Estatístico e destacou a importância do setor florestal para a economia catarinense: “Quero reforçar aqui o nosso compromisso de juntos buscarmos melhores condições para este setor, que tanto contribui para Santa Catarina”.

Empossado como novo presidente da ACR, Alex Wellington dos Santos falou sobre o comprometimento da entidade em levar mais inovação e rentabilidade para as pequenas propriedades de Santa Catarina. “Estamos em uma nova era, mais rápida, mais imediata, que exige muito de nós. Assim levantaremos alguns pilares para esta nova gestão: inovação, rentabilidade nas pequenas propriedades, integração de práticas socioambientais, expansão com maior produtividade, experimentos de novas espécies. Sempre buscado o fortalecimento do nosso setor”, disse o novo presidente.

Exportações
O setor florestal tem um papel importante nas exportações catarinenses. Em 2018, os embarques de produtos de madeira, papel e celulose tiveram um crescimento de 15,5% em comparação ao ano anterior, gerando receitas de US$ 1,4 bilhão. O setor florestal respondeu por 16,6% de toda exportação catarinense no último ano.

Floresta Nativa
Um estudo realizado pelo Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa), comparando os números do Censo Agropecuário de 1980 e 2017, demonstrou as mudanças que ocorreram na área agrícola do estado em quase 40 anos. Hoje, a mata nativa ocupa 26,2% da área das propriedades rurais catarinenses, o maior índice desde 1970, início da série histórica e quando começou a expansão agrícola no estado.

Segundo análise da Epagri/Cepa, houve uma redução na área total de lavouras e pastagens nas últimas décadas em Santa Catarina. Ao mesmo passo que as terras ocupadas com matas nativas e plantadas vêm aumentando ao longo do tempo. Hoje, Santa Catarina tem uma cobertura 20% maior de mata nativa do que nos anos 80, com 278,8 mil hectares a mais de vegetação natural.

Informações adicionais:
Ana Ceron
Assessoria de Imprensa
Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca
imprensa@agricultura.sc.gov.br
Fone: (48)-3664-4417/(48) 98843-4996
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Foto: Paulo Santhias / SAR

Santa Catarina trabalha na criação de um plano para estimular a produção de cereais de inverno voltado para ração animal, como forma de diminuir a demanda por milho. Esta pode ser uma alternativa importante para abastecer o setor produtivo de carnes em constante expansão no Estado. Governo estadual, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), iniciativa privada e representantes dos produtores rurais querem incluir o trigo, a aveia e a cevada na alimentação de suínos e aves. O assunto foi debatido durante reunião nesta quinta-feira, 16, em Florianópolis.

“Santa Catarina tem um déficit de 4 milhões de toneladas de milho por ano, que são importados de outros estados e países. Acreditamos que a produção de outros cereais para complementar a ração animal pode ser um passo importante para garantir a competitividade do agronegócio catarinense a longo prazo. Além de trazer uma alternativa de renda para os produtores rurais de Santa Catarina, que poderão aproveitar as lavouras também no período de inverno” ressalta o secretário de Estado da Agricultura e da Pesca, Ricardo de Gouvêa.

O uso de cereais de inverno, como trigo, cevada e aveia, para alimentação animal não é novidade, essa já é uma prática comum em outros países e que pode ser aplicada também por aqui. Embora no Brasil não existam cultivares desenvolvidas especificamente para produção de ração, os agricultores poderão utilizar algumas sementes já disponibilizadas pela Embrapa. “Os cultivares que não têm um perfil tão estável para a panificação podem ser utilizados na ração sem problema nenhum. Inclusive com uma boa produtividade por hectare. Além disso, outros cereais como acevada, aveia e triticale também são alternativas que podem compor a ração animal”, explica o pesquisador da Embrapa Trigo, Eduardo Caierao.

A intenção é dar condições para que os produtores rurais ocupem suas lavouras no inverno para a plantação desses cereais, que traz mais uma alternativa de renda, dilui os custos do produtor e não interfere na safra de verão. “O trigo pode ser utilizado como um ingrediente normal nas rações. Para viabilizar a produção em Santa Catarina devemos pensar em um fator fundamental: o custo dos cereais deve ser competitivo tanto para os produtores quanto para as agroindústrias. Toda cadeia produtiva deve estar comprometida para que o projeto tenha sucesso”, afirma Gouvêa.

O secretário lembra ainda que o incentivo para produção de cereais de inverno vem complementar as outras ações desenvolvidas pelo Estado para aumentar o fornecimento de insumos. Santa Catarina trabalha para viabilizar a Rota do Milho, trazendo o grão do Paraguai diretamente para o Oeste, além de executar o Programa Terra-Boa, que apoia a produção de milho de alta qualidade.

Milho em Santa Catarina

O milho é fundamental para abastecer as cadeias produtivas de proteína animal instaladas em Santa Catarina. O Estado é o maior produtor nacional de suínos, segundo maior produtor de aves e se destaca também na produção de leite. Isso levou o agronegócio catarinense a um consumo de 7 milhões de toneladas de milho por ano, com uma produção média de 3 milhões de toneladas.

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Foto: Divulgação / Celesc

Está programado para este sábado, 18, das 7 às 12h, o desligamento de energia elétrica no Sertão do Imaruim - São José, para a última etapa das obras de construção do alimentador entre a Subestação (SE) Palhoça, no Bairro Caminho Novo, e São José do Sertão. O alimentador terá 6,8 quilômetros de extensão, 40 postes e 21 quilômetros de cabos.

Foto: Antônio Prado / Fesporte
 
A 12ª edição dos Jogos Abertos da Terceira Idade de Santa Catarina (Jasti) começa no próximo domingo, dia 19, com o congresso técnico, e prossegue até o dia 24 em Gaspar. Serão quatro dias de intensas disputas de voleibol, bocha, bolão 23, canastra, dominó, truco, dança de salão, dança coreografada e dança folclórica. A cerimônia de abertura será dia 20, às 19h30, no ginásio João dos Santos. A competição reunirá 2.150 atletas a partir de 60 anos, de 178 municípios.

Para o presidente da Fesporte, Rui Godinho, os Jasti abrirão em grande estilo a etapa estadual dos eventos da instituição: “Será uma grande festa não somente do esporte, mas também da integração de diversos atores da terceira idade”.

Atores como o seu Dionizio Luiz, de 94 anos, que disputará a competição pelo voleibol de Florianópolis, ou Ruth Hoffmann, de Brusque, que aos 82 anos, participou da primeira edição dos Jogos Abertos de Santa Catarina (Jasc) em 1960 e que nesta edição também estará no vôlei.

A etapa estadual dos Jasti é uma promoção do Governo do Estado, por meio da Fesporte, em parceria com a prefeitura de Gaspar.

Informações adicionais para a imprensa
Antônio Prado
Assessoria de Imprensa
Fundação Catarinense de Esporte - Fesporte
Fone: (48) 3665-6126/ 9 9949-5255
E-mail: prado@fesporte.sc.gov.br 
Site: www.fesporte.sc.gov.br


Foto: Márcio Henrique Martins / FCC

A Galeria do Artesanato da Casa da Alfândega mudará de endereço temporariamente, passando a funcionar na Praça XV de Novembro, esquina com a Rua Victor Meirelles, no Centro de Florianópolis. A mudança será necessária devido às obras de restauro do antigo prédio da Alfândega, localizado ao lado do Mercado Público Municipal. Para realizar a transferência dos produtos e mobiliário, a Galeria do Artesanato ficará fechada entre os dias 20 e 27 de maio.

O entorno da Casa da Alfândega passa por processo de revitalização desde o ano passado. A obra também prevê a instalação de decks de madeira, de espelhos d’água com esguichos e de bancos de concreto com assentos de madeira e nova iluminação. Essa é uma ação Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em parceria com a Prefeitura de Florianópolis.

Com a nova localização da Galeria, junto à Praça XV de Novembro, o principal objetivo da Fundação Catarinense de Cultura (FCC), órgão que faz sua administração, é preservar o artesanato de base cultural e valorizar o saber fazer do povo catarinense. O horário de atendimento da Galeria do Artesanato permanecerá o mesmo, de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h30; e aos sábados, das 9h às 13h. A entrada é gratuita.

A Casa da Alfândega, construída em estilo neoclássico, foi inaugurada em 29 de julho de 1876, data que coincidia com o aniversário da princesa Isabel. As atividades alfandegárias duraram mais de 90 anos, encerrando-se apenas em 1964 em decorrência do fechamento do porto de Florianópolis. Desde 1988, abriga o projeto Galeria do Artesanato, comercializando trabalhos de artesãos de várias regiões do Estado, numa demonstração das diferentes etnias colonizadoras.

Informações adicionais para imprensa
Assessoria de Comunicação Fundação Catarinense de Cultura
Telefones: (48) 3664-2571 / 3664-2572
E-mail: imprensa@fcc.sc.gov.br
Site: cultura.sc.gov.br 

 

 

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