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Com a Palavra, o Governador - 20 de outubro de 2017

Com a Palavra, o Governador - 20 de outubro de 2017

No programa "Com a Palavra, o Governador", Raimundo Colombo fala sobre as obras do Centro de Gestão de Risco da Defesa Civil, os programas que apoiam as ideias inovadoras no estado, a autorização para novos Cras e o programa e-Origem.


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Foto: Renato Luis Vieira/Epagri

Um grupo de pesquisadores da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri) desenvolveu uma técnica biotecnológica para eliminar viroses em plantio de alho, com a finalidade de obter sementes de alta qualidade genética e fitossanitária, evitando perda de produção e prejuízos econômicos. O projeto foi apoiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc) no programa Universal de 2014, que atendeu projetos de todas as áreas do conhecimento.

Por ser propagado vegetativamente, o alho facilita a disseminação de vírus que favorecem o aparecimento de doenças complexas, devido ao acúmulo de diferentes espécies virais numa mesma planta. Essa condição leva à diminuição da produtividade e da qualidade do alho comercial. Como efeito da infecção, a planta tem menor desenvolvimento, com redução do peso dos bulbos, diminuindo a longevidade quando são armazenados. De acordo com a pesquisa, na maioria das lavouras de alho do Brasil existe um complexo viral formado, principalmente, por três espécies de vírus - OYDV, LYSVe GCLV -, que infectam as plantas de alho causando prejuízos aos produtores.

As taxas de eliminação dos três principais vírus com a técnica desenvolvida na Epagri, que alia a termoterapia à crioterapia, foram de 80% para o OYDV, 90% para o LYSV e de 100% para o vírus GCLV. Segundo Renato Luís Vieira, coordenador da pesquisa na estação experimental da Epagri de Caçador, essas taxas são consideradas satisfatórias, uma vez que são superiores às taxas obtidas com outros métodos de eliminação de vírus em plantas.

Como funciona

A técnica se baseia na criopreservação de tecido vegetal, que é a conservação de material biológico em ultra baixa temperatura, normalmente realizada em nitrogênio líquido a -196°C. “Essa técnica pode assegurar a conservação das plantas por longo período de tempo, uma vez que, nessas temperaturas, o metabolismo celular da planta fica paralisado”, explica o coordenador da pesquisa.

Na criopreservação de plantas de alho podem ser utilizadas sementes ou partes da planta em estágio inicial de crescimento, como gemas ou brotações. Após o período de conservação desejado, a planta é submetida a um processo lento de descongelamento e, depois de algumas etapas, as plantas podem ser cultivadas no ambiente a campo. O coordenador da pesquisa explica que “durante o processo de criopreservação de tecidos vegetais, as células infectadas com vírus, normalmente células com maior conteúdo de água, não resistem às baixas temperaturas, formando cristais e entrando em colapso por ocasião do descongelamento e, consequentemente, impedindo a sobrevivência de partículas de vírus presentes nestas células, sobrevivendo apenas as células sadias. Este processo denomina-se “crioterapia”.

Os pesquisadores identificaram que a técnica da criopreservação pode ser utilizada também para tratamento de plantas infectadas com vírus, mostrando mais eficácia ainda quando associada à termoterapia, que é uma técnica comum para eliminar viroses em plantas.

Etapas da Crioterapia

A técnica de crioterapia para eliminação de vírus em plantas consiste de cinco etapas:

1) congelamento do tecido vegetal infectado com vírus;
2) descongelamento;
3) regeneração do tecido vegetal, em laboratório, após o descongelamento (esta etapa consiste no cultivo in vitro do tecido descongelado para a obtenção da semente sadia);
4) transferência da semente obtida do cultivo in vitro para o solo, em casa de vegetação;
5) multiplicação massal de sementes livres de vírus em telados.

Os resultados, avanços e aplicações esperados a partir dessa pesquisa estão associados a vários fatores: o conhecimento dos processos de formação de sementes de alho in vitro; a regeneração das cultivares de alho, permitindo a expressão do verdadeiro potencial produtivo das mesmas e; a grande possibilidade de incremento médio de até 40% no rendimento comercial das lavouras de alho.

“A partir do momento em que o produtor de alho passar a utilizar sementes obtidas com esse processo de tratamento para formação de suas lavouras, o ganho socioeconômico será enorme”, afirma o coordenador de projetos da Fapesc, Gilberto Montibeller, que acompanhou os resultados do estudo. O plantio de alho em Santa Catarina é baseado no trabalho da família, e o estado participa com 22% da produção nacional, com 2,5 mil hectares cultivados. 

Informações adicionais para a imprensa
Jéssica Trombini 
Assessoria de Comunicação
Fapesc
Fone: (48) 3665-4832 
E-mail: jessica@fapesc.sc.gov.br
Site: www.fapesc.sc.gov.br


Fotos: Gerência de Construção / Casan

A Casan começou a mais uma importante obra do Plano de Melhorias Operacionais do Sistema de Abastecimento de Água de São José. No alto da Servidão Osni Valter José Pereira, no Bairro Forquilhinhas, é intenso o fluxo de caminhões e máquinas para terraplenagem da área que receberá um reservatório de 5 milhões de litros de água.

A entrada em operação deste reservatório está prevista para o Verão 2019, ampliando o abastecimento não apenas para o Forquilhinhas, mas também Potecas, Forquilhas, Flor de Nápolis, Picada do Sul, Sertão do Maruim e Distrito Industrial.


Fotos: Divulgação / VOR

O secretário de Estado de Turismo, Cultura e Esporte, Leonel Pavan, pretende garantir até abril do ano que vem a realização em Itajaí da próxima edição da Volvo Ocean Race (VOR), que ocorrerá entre os anos de 2020-2021. Neste domingo, Pavan acompanhou em Alicante, na Espanha, a largada da 14ª edição da regata, que, entre os dias 5 e 22 de abril de 2018, estará na cidade do Litoral Norte de Santa Catarina.

"Queremos acertar o mais rápido possível a renovação para evitar qualquer transtorno, como a perda da etapa para outro Estado", comentou o secretário. Na atual edição, as cidades de Salvador e Rio de Janeiro também concorriam para sediar a fase brasileira. Considerada a maior e mais difícil regata do mundo, Itajaí será a única parada na América Latina da competição.


Fotos: Jozieli Andrade/Prefeitura de Urupema

A segunda-feira, 23, começou com frio na Serra catarinense, que registrou as temperaturas mais baixas de outubro deste ano. Nas estações meteorológicas monitoradas na Epagri/Ciram, a mínima ao amanhecer ficou próxima de 0°C no Planalto Sul, onde ocorreu geada, chegando em -3°C em Urupema (ver tabela). Na terça-feira, 24, as temperaturas ainda devem ser amenas ao amanhecer, mas a massa de ar frio se afasta rapidamente em direção ao mar, deixando as temparaturas mais altas nos próximos dias. AS informações são da Epagri/Ciram.


Foto: Volvo Ocean Race/Divulgação

O secretário de Estado de Turismo, Cultura e Esporte, Leonel Pavan, participa neste domingo, 22, em Alicante, na Espanha, da largada oficial da 13ª edição da Volvo Ocean Race (VOR), que, em abril de 2018, estará em Itajaí, única parada na América do Sul da maior e mais difícil regata do mundo.

“Itajaí será o centro do mundo da vela em abril do ano que vem”, definiu o secretário Pavan. O município do Litoral Norte catarinense recebeu o evento pela primeira vez na regata 2011-2012, quando mais de 250 mil pessoas visitaram a Race Village montada para a competição. Na edição 2014-2015, recebeu novamente o evento e foi a segunda maior etapa em público, com mais de 350 mil pessoas.

Itajaí será o oitavo porto da regata. Após largar em Alicante, os barcos passarão por Lisboa (Portugal), Cidade do Cabo (África do Sul), Melbourne (Austrália), Hong Kong, Guangzhou (China), Hong Kong novamente e Auckland (Nova Zelândia). Após a parada catarinense, as embarcações seguirão a Newport (Estados Unidos), Cardiff (País de Gales), Gotemburgo (Suécia) e Haia (Holanda). A chegada à última estação está prevista para 20 de junho do ano que vem.

Em Itajaí, a Vila da Regata ficará aberta ao público de 5 a 22 de abril. A previsão é que os primeiros barcos cheguem ao Litoral catarinense no dia 8, após a parte mais difícil da prova, a passagem pelo Cabo Horn, no Extremo-Sul do planeta, que é considerado o mar mais radical do mundo.

No dia 20 de abril, será realizada a In-Port Race, uma competição que acontece nos locais de parada. No dia 21, os barcos estarão abertos ao público e, no dia 22, será a partida das sete equipes competidoras para o próximo porto. A estimativa é que a passagem da prova pela cidade gere mais de R$ 50 milhões em negócios para Santa Catarina.

O que é a Volvo Ocean Race?

A Volvo Ocean Race é conhecida como a competição mais longa e mais dura no esporte profissional e como um dos três grandes eventos no mundo da vela, ao lado dos Jogos Olímpicos e da America's Cup. Considerada a Fórmula-1 dos Mares, a VOR terá na edição 2017-2018 a distância mais longa de sua história, navegando por quatro oceanos e com paradas em 12 cidades de cinco continentes, num total de 45 mil milhas náuticas.

Não há prêmio em dinheiro para os vencedores, mas ver o seu nome gravado em um dos anéis de prata que compõem o troféu da Volvo Ocean Race é considerada a maior recompensa para os competidores.

Transmissão ao vivo

O início da corrida será transmitido ao vivo em www.volvooceanrace.com e em www.facebook.com/volvooceanrace a partir das 13h30 pelo horário local (9h30, horário de Brasília).

Informações para a imprensa:
Eduardo Correia
Assessoria de Comunicação
Secretaria de Turismo, Cultura e Esporte (SOL)
Fone: (48) 3665-7436 / 99924-7590
E-mail: educorreia.sol@gmail.com
www.sol.sc.gov.br

 

 

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