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Com a Palavra, o Governador - 10 de novembro de 2017

Com a Palavra, o Governador - 10 de novembro de 2017

No programa semanal Com a Palavra, o Governador, Raimundo Colombo fala sobre investimentos na Defesa Civil, Programa Juro Zero, formação dos novos policiais militares, Jogos Abertos de Santa Catarina e Ferrovia das Bromélias.


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Foto: James Tavares/Secom

A segunda-feira, 20, tem sol entre algumas nuvens em Santa Catarina. Segundom a previsão do tempo da Epagri/Ciram, há condição de chuva isolada no Litoral Norte, Vale do Itajaí e Planalto Norte, devido à circulação marítima. 

A temperatura estará em elevação durante o dia, mais alta nas áreas do Oeste, onde os termômetros podem marcar entre 28ºC e 30ºC. Nas demais regiões do estado, as máximas não passam dos 26ºC. O vento, de Sudeste a Nordeste, tem intensidade fraca.

>>> Mais detalhes da previsão do tempo

Já na terça-feira, 21, deve ocorrer o aumento de nuvens no decorrer do dia, provocando pancadas de chuva com descarga elétrica em boa parte do estado, no período da tarde e noite. Há risco de temporal isolado, especialmente no Oeste e Norte de SC. A temperatura estará mais elevada.

Mais informações para a imprensa:
Central de Meteorologia
Epagri/Ciram
Fone: (48) 3665-5007 e (48) 3665-5172
E-mail: contatociram@epagri.sc.gov.br
Site: www.ciram.epagri.sc.gov.br
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Fotos: Saul Oliveira / SOL

O coordenador-geral de Apoio ao Crédito do Ministério do Turismo, Marcelo Moreira, acompanhou nesta sexta-feira, 17, o andamento das obras do Centro de Eventos de Balneário Camboriú, que está sendo construído no km 137 da BR-101, sentido Sul. Com cerca de 75% da obra física concluída, o gestor ficou impressionado com o que viu e disse que o empreendimento está entre as obras consideradas prioritárias e com garantia de recursos pelo governo federal. 

"Foi muito importante vir a Balneário Camboriú nesta sexta-feira. Em Brasília, acompanhamos a obra por meio de relatórios que a Caixa Econômica Federal nos encaminha, mas que traduzem uma visão muito fria sobre o empreendimento. Quando a gente chega aqui, encontra uma obra belíssima, adiantada, bem conduzida. Reforça nossa felicidade de estar contribuindo com este empreendimento", afirmou Moreira.


Foto: Jaqueline Noceti / Secom

Santa Catarina tem a menor taxa de desemprego do Brasil. De acordo com o estudo divulgado nesta sexta-feira, 17, pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), realizada pelo IBGE, o índice de desemprego no Estado é de 6,7%. A pesquisa refere-se ao 3º trimestre de 2017.

Para o governador Raimundo Colombo, o número significa mais uma importante etapa na retomada da economia brasileira. “Os dados do desenvolvimento econômico do nosso país e sobretudo a taxa de emprego são animadores para os catarinenses. No primeiro trimestre tínhamos uma taxa de desemprego de 7,9%, no segundo trimestre 7,5% e agora 6,7%. Isto quer dizer que os catarinenses estão trabalhando e com isso estamos cuidando da qualidade de vida das pessoas. Parabéns para todos aqueles que trabalham, que empreendem e nos ajudam a enfrentar a crise e sairmos vencedores”, disse Colombo.


Foto: James Tavares / Secom

Combater o mosquito Aedes aegypti é a melhor estratégia para evitar a dengue, bem como a febre do chikungunya e a zika, que também são transmitidas por ele. “Para evitar as doenças, é preciso combater o vetor, eliminando ou adequando depósitos e recipientes que possam acumular água parada, servindo como potenciais criadouros e, com isso, evitando o estabelecimento de focos”, reforça Eduardo Macário, diretor de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina (Dive). No Dia Nacional de Combate à Dengue, celebrado neste sábado, 18, ele faz um alerta para toda a população para que redobre a atenção na vistoria em casa e locais abertos para evitar a formação de criadouros.

“Com a redução do número de casos de dengue e de zika no Brasil, o tema perdeu espaço, e isso provocou uma falsa sensação de que o problema já passou. No entanto, as condições para o estabelecimento de epidemias continuam e, em alguns casos foi até piorada. Basta haver um aumento na circulação viral no Brasil para que tenhamos, sim, risco de casos autóctones em Santa Catarina”, enfatiza Eduardo Macário, referindo-se ao aumento de 53,2% no número de focos de Aedes aegytpi identificados este ano em Santa Catarina em relação ao mesmo período de 2016.

Até o dia 11 de novembro, 9.953 focos foram identificados em 142 municípios. Neste mesmo período do ano passado, foram registrados 6.498 focos, em 133 municípios. Em relação às doenças, foram confirmados 13 casos de dengue, 32 de febre de chikungunya e um de zika vírus até o dia 11 de novembro. 

A mobilização da população é peça-chave para o sucesso do programa, de acordo com Eduardo Macário. “É importante promover a limpeza semanal de calhas, bem como verificar regularmente o quintal e seu entorno para identificar os riscos para estabelecimento de potenciais criadouros”, ressalta.

Situação de alto risco

O aumento do número de focos de Aedes aegypti em Santa Catarina deve-se, segundo ele, a uma série de fatores, climáticos, ambientais, sociais e de gestão. Dentre eles estão problemas de infraestrutura, como abastecimento de água, esgotamento sanitário e coleta de resíduos sólidos, favorecendo o acúmulo de água parada e, consequentemente, oferecendo as condições propícias para a proliferação do mosquito; e a mudança climática. “À medida que temos um inverno cada vez menos rigoroso, com temperaturas acima das médias históricas, o Aedes aegypti passa a ter condições propícias para desenvolver o seu ciclo durante o ano inteiro. Por isso, é fundamental a ação de eliminação de criadouros durante todo o ano”, explica.

Outro desafio no combate ao Aedes aegypti é a fiscalização dos estabelecimentos residenciais e comerciais, públicos e privados para aplicação da legislação vigente (Lei Estadual 15.243/2010, alterada pelas Leis 16.871/2016 e 17.068/2017). “É obrigatório realizar a cobertura e a proteção adequada de pneus novos, velhos, recauchutados, peças, sucatas, carcaças e garrafas, bem como de qualquer outro material que se encontre nos estabelecimentos, para que não fiquem expostos a céu aberto, evitando o acúmulo de água da chuva”, explica Eduardo.

Segundo ele, a fiscalização deve ser mais intensiva sobre os chamados Pontos Estratégicos - borracharias, ferros-velhos, depósitos e floriculturas – que oferecem maior risco para a proliferação do mosquito. Em caso de descumprimento, o proprietário do estabelecimento poderá sofrer as sanções previstas em lei, como­ advertência e multa; interdição do local para cumprimento das recomendações sanitárias; suspensão temporária da autorização de funcionamento; e até cassação da autorização de funcionamento.

Saiba mais sobre as doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti e sobre as formas de prevenção em www.dengue.sc.gov.br

Informações adicionais para a imprensa:
Letícia Wilson e Patrícia Pozzo
Núcleo de Comunicação
Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive)
Secretaria de Estado da Saúde
Fone: (48) 3664-7406 | 3664-7402
E-mail: divecomunicacao@saude.sc.gov.br
www.dive.sc.gov.br


 


Foto: James Tavares / Secom

A Centrais de Abastecimento do Estado de Santa Catarina S/A (Ceasa/SC) encerra outubro com aumento na comercialização de frutas e hortaliças. No último mês, foram 28.621 mil toneladas de alimentos vendidos, 1,22% a mais do que no mesmo período do ano anterior. A movimentação financeira chegou a R$ 55 milhões.

Os preços fecharam em alta, se comparados a setembro, porém 2,13% menores do que em outubro de 2016. O quilo dos alimentos custou em média R$ 1,95. Os produtos que influenciaram o aumento dos preços foram: batata inglesa, tomate, laranja, cenoura, maçã, abacaxi, repolho, couve flor, brócolis de cabeça e morango.

Por outro lado, itens importantes registraram queda nos preços: melancia, mamão, cebola, banana, pepino, ovos, beterraba e vargem. A produção catarinense mantém o diferencial de preços mais competitivos em relação aos hortifrutigranjeiros importados de outros estados. Em outubro, o preço médio por quilo dos alimentos produzidos em Santa Catarina foi de R$ 1,69 - valor 18% menor do que de outros estados.

Para o secretário de Estado da Agricultura e da Pesca, Moacir Sopelsa, em novembro e dezembro, a expectativa é de que as vendas na Ceasa/SC aumentem ainda mais. “Garantir a saúde alimentar dos catarinenses e de todos os turistas, que visitam nosso Estado, é uma grande responsabilidade que a Ceasa vem cumprido com maestria. Além de contribuir com a geração de emprego e renda no Estado”, afirma.

“Nossa empresa procura melhorar sua infraestrutura interna e busca melhorias técnicas e administrativas para incentivar a comercialização dos produtos produzidos em nosso Estado. Queremos contribuir com o fortalecimento da agricultura familiar catarinense”, ressalta o diretor presidente da Ceasa/SC, Agostinho Pauli

Ceasa/SC

As Centrais de Abastecimento do Estado de Santa Catarina S/A são uma empresa vinculada à Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca e funcionam como um elo entre o produtor e o consumidor por meio da comercialização atacadista e varejista de pescado, produtos hortifrutigranjeiros, alimentos e insumos orgânicos, produtos ornamentais e de floricultura e artesanais

Informações adicionais para a imprensa:
Ana Ceron
Assessoria de Imprensa
Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca
imprensa@agricultura.sc.gov.br
Fone: (48)-3664-4417/ (48) 98843-4996
Site: www.agricultura.sc.gov.br
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