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Simulado Integrado de Resposta a Desastres da Defesa Civil

Simulado Integrado de Resposta a Desastres da Defesa Civil

O Governo do Estado realizou o Simulado Integrado de Resposta a Desastres. O treinamento, feito por meio da Secretaria de Estado da Defesa Civil, junto do Exército Brasileiro, durou quatro dias. Também participaram do exercício a Polícia Militar, o Corpo de Bombeiros, as defesas civis municipais e o Samu. O principal objetivo é a capacitação dos profissionais e a integração das mais diferentes esferas do governo.

Oportunidades

Próximos eventos


Foto: Jeferson Baldo / Secom

Numa ação conjunta, na tarde desta quinta-feira, 24, o Ministério Público de Santa Catarina, os Procons estadual e de Florianópolis, com o apoio das Polícias Militar e Civil atuaram em postos de combustíveis da Capital. De quatro fiscalizados, em dois foram encontradas irregularidades, que resultaram na interdição dos estabelecimentos por 24 horas. A operação de caráter educativo visa proteger os catarinenses da prática de preços abusivos e vai continuar nessa sexta-feira, 25. Procons municipais de outras partes do estado também realizaram operações, enviando informações para o Centro Integrado para Gestão de Riscos e Desastres (Cigerd), onde o Procon também está atuando durante a paralisação dos caminhoneiros.

“O consumidor não pode ser lesado. Por isso estamos atuando com sanções administrativas para que a coletividade não seja ainda mais afetada com os reflexos da paralisação”, explicou Michael Silva, diretor do Procon de Santa Catarina.


Foto: Heron Queiroz / Fesporte

A 11ª edição dos Jogos Abertos da Terceira Idade (Jasti) começou na quarta-feira à noite, 23, em Rio do Sul, reunindo 172 municípios. Antes mesmo do começo da solenidade, os atletas a partir dos 60 anos, se confraternizavam e aproveitaram para dançar. O fogo simbólico, conduzido pelo atleta Frederico Goral, da sede dos Jogos, campeão dos Jasc na modalidade de bocha, foi aceso fora do Centro de Eventos Hermann Purnhagen por medida de segurança. O juramento coube a Armelindo Schllup, com 10 títulos estaduais, cinco brasileiros e também dos Jasc. Os Jasti vão até o domingo, 27, na disputa de nove modalidades. 

O secretário de Estado de Turismo, Cultura e Esporte, Tufi Michreff Neto, destacou em seu pronunciamento que os Jogos Abertos da Terceira Idade têm um investimento baixo em comparação com a confraternização que proporciona aos participantes. Ele lembrou que desde as fases microrregionais, com 222 municípios, a competição reuniu 8 mil atletas a partir de 60 anos. O secretário garantiu que todas as competições promovidas pela Fesporte até o final do ano estão garantidas, mesmo com os cortes no orçamento.

A competição, de acordo com a presidente da Fesporte, Natália Lúcia Petry, é uma forma do governo do Estado contribuir para melhorar a qualidade de vida da população catarinense. “Um evento desta natureza valoriza aqueles atletas que não tiveram a oportunidade de competir na sua juventude. Temos que agradecer pelo que fizeram por nós”. Ela lembrou que cada vez mais a população nesta faixa etária busca qualidade de vida.

O prefeito de Rio do Sul, José Thomé, ressaltou que sediar mais uma vez uma competição de âmbito estadual, além da confraternização dos participantes, importante pelo retorno econômico que representa para os municípios. “Toda a rede hoteleira da região está 100% comprometida, sem falar no comércio”.

Os Jogos Abertos da Terceira Idade, promoção do Governo de Santa Catarina, por meio da Fesporte, em parceria com a prefeitura de Rio do Sul e Agências de Desenvolvimento Regional (ADRs) prosseguem até domingo (27). As modalidades em disputa são: bocha; bolão 23; canastra; danças de salão, coreografada e folclórica; dominó; handebol adaptado; e voleibol.

Texto: Orlando Pereira / Especial para a Fesporte

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Antônio Prado
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Fotos: Julio Cavalheiro / Secom

Após um dia de agendas em Brasília e no Rio de Janeiro, o governador Eduardo Pinho Moreira participou de uma reunião na noite desta quarta-feira, 23, com secretários de Estado e comandantes das polícias para fazer o acompanhamento dos desdobramentos da paralisação dos caminhoneiros, que ocorre em todo o Brasil. No Estado, há bloqueios em rodovias federais e estaduais. A principal preocupação da administração é com as consequências de um desabastecimento em serviços essenciais para a população.

“Nós estamos atentos. Há um comitê de crise desde a terça-feira, reunidos há mais de 24 horas, acompanhando todas as situações em todos os segmentos da sociedade. Temos alguns mais urgentes do que outros. O que nós vamos garantir dentro do nosso Estado é a preservação da vida, a segurança e a garantia de ir e vir do cidadão catarinense”, afirmou o governador após o encontro, que ocorreu no Centro Integrado de Gerenciamento de Riscos e Desastres de Santa Catarina (Cigerd), inaugurado na semana passada na área continental de Florianópolis.


Fotos: Jaqueline Noceti/Secom

Minimizar os impactos da greve dos caminhoneiros e manter a ordem pública são as prioridades neste momento do comitê de crise do Governo do Estado, segundo o Secretário de Defesa Civil, Rodrigo Moratelli. "Nós estamos trabalhando de forma integrada, entre todas as secretarias, para diminuir os impactos, criar estratégias e manter os serviços básicos, garantindo o bem estar da população", explicou Moratelli em coletiva na manhã desta quinta-feira, 24, que também teve a presença do secretário da Segurança Pública, Alceu de Oliveira Pinto Júnior, e da Agricultura e da Pesca, Airton Spies.

A situação em todo o Estado está sendo controlada no Centro de Integrado de Gerenciamento de Riscos e Desastres, o Cigerd, desde a última terça-feira buscando soluções para evitar danos à população e manter os serviços essenciais. Pela manhã, os três secretários atualizaram a situação no Estado e ações desenvolvidas para preservar a segurança e garantir o direito de ir e vir da população.


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Medidas

A Secretaria de Segurança Pública está trabalhando com planejamento desenvolvido de acordo com as prioridades para agir de forma mais efetiva. A inteligência já está levantando as informações necessárias sobre as rodovias para garantir que elas não sejam totalmente bloqueadas. O secretário Alceu de Oliveira Júnior também deixou as aeronaves da Secretaria de Segurança Pública disponíveis caso exista a necessidade de busca de medicamentos e demais produtos de emergência.

Já na Agricultura os impactos são um pouco maiores por se tratar de produtos extremamente perecíveis e de bem estar animal. O secretário Airton Spiens afirma que já está em contato com a agroindústria, com o setor leiteiro e com as granjas para acompanhar e auxiliar no que for necessário. "Os impactos estão minimizados por conta de estratégias de colaboração entre as empresas e pelo esforço feito pelo Estado para que todos recebam a alimentação para os animais, evitando perdas e principalmente para que se mantenha a sanidade", disse.

Se ressalta a importância da colaboração de todos os cidadãos para que evitem situações críticas, além de ajudarem denunciando comportamentos abusivos relacionados a valores de produtos ligando para o 151 do Procon. 

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Assessoria de Comunicação
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Fotos: Júlio Cavalheiro/Secom

Órgãos do governo estadual, como a Polícia Militar, a Secretaria de Agricultura e a Defesa Civil, monitoram desde a terça-feira as consequências em Santa Catarina da paralisação nacional dos caminhoneiros. No Estado, há pontos de bloqueio em rodovias estaduais e federais. As ações para minimizar os efeitos na população estão se concentrando no Centro Integrado de Gerenciamento de Riscos e Desastres de Santa Catarina (Cigerd), inaugurado na semana passada na região continental de Florianópolis.

“Viemos um momento de dificuldade no Brasil todo e aqui em Santa Catarina. Isso está trazendo consequências, intranquilidade e problemas para a população catarinense. Mas nós não estamos parados, estamos acompanhando todos os passos desse movimento. Tem um comitê de crise que está se reunindo desde terça-feira à noite para, dentro do possível, minimizar as situações criadas. Estive em Brasília hoje conversando com autoridades federais para mostrar a importância de encaminharmos soluções rápidas”, disse o governador, acrescentando que espera um desfecho rápido da situação, que envolve o governo federal.


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Prioridades

De acordo com o secretário-adjunto da Defesa Civil, coronel Fabiano de Souza, a prioridade do governo estadual é mitigar o reflexo da paralisação em serviços essenciais à população. Ele cita ainda que os prejuízos econômicos também são um fator importante, mas que não devem ser colocados à frente das necessidades dos catarinenses.

No campo da agropecuária, a principal preocupação está em garantir a biossegurança do Estado, com a garantia do bem-estar animal. Aproximadamente, 60% do PIB agropecuário catarinense vêm da produção de proteína de origem animal e leite.

“A biossegurança é o foco principal das nossas preocupações. Queremos enviar qualquer problema que coloque em risco a sanidade do nosso rebanho”, afirma o secretário de Agricultura e Pesca, Airton Spies.

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