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Eduardo Pinho Moreira assume Governo de SC

Transmissão do cargo de governador

O governador licenciado Raimundo Colombo transmitiu o cargo ao governador em exercício Eduardo Pinho Moreira, que assumiu o Governo de Santa Catarina com duas prioridades bem definidas: a Saúde e a Segurança Pública

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Fotos: Julio Cavalheiro / Secom

O governador Eduardo Pinho Moreira empossou nesta quarta-feira, 21, no Centro Administrativo, em Florianópolis, o novo diretor do Instituto Geral de Perícias (IGP), Giovane Eduardo Adriano.

“O IGP faz parte de um complexo fundamental na vida das pessoas. A ideia é buscar investimentos em tecnologia para auxiliar no trabalho dos técnicos. É um órgão importante nessa política de segurança que queremos para o nosso Estado”, destacou o governador.

Giovani que já comandou o instituto por seis anos era diretor da Academia de Perícia do IGP, assumiu o cargo no lugar do perito criminal Miguel Acir Colzani, que estava a frente do instituto desde janeiro de 2015.



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“Após alguns anos a gente retorna a nossa casa. Fui responsável por sua criação em 2005, quando por convite do ex-governador Luiz Henrique, fui chamado para montar uma estrutura descentralizada no Estado”, disse Giovani.

Ele explicou que além de todo trabalho prestado a polícias, judiciário e Ministério Público, procurou valorizar também o ser humano, trabalhando muito com a relação interpessoal dos servidores. “Estamos retornando essa metodologia de trabalho e vamos propor uns mutirões para tentar fazer com que a perícia possa dar uma resposta mais rápida para a sociedade. Temos algumas demandas reprimidas a exemplo de áudio e vídeo e exames represados que vão até 2025 para acabar. Vamos ter que procurar uma solução para isso e temos 10 meses para mostrar para a sociedade que é possível fazer diferente”.

Formado em  Engenharia pela UFSC, é perito criminal há mais de 20 anos. Iniciou seus trabalhos na Perícia Catarinense pelo Setor de Local de Crime por vários anos, assumindo a função  de diretor na Diretoria de Polícia Técnica e Científica da Polícia Civil entre 2003 e 2004. Foi responsável pela criação e desvinculação administrativa do Instituto Geral de Perícias em 2005. Atuou como presidente do Conselho Nacional dos Dirigentes Pericias (CNPC) por dois anos.

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Rafael Vieira de Araújo 
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Fotos: Jeferson Baldo / Secom

Em sua primeira visita oficial a Joinville como governador de Santa Catarina, Eduardo Pinho Moreira inaugurou nesta quarta-feira, 21, as obras de reforma e ampliação da Escola de Ensino Médio Governador Celso Ramos. A instituição recebeu do Governo do Estado R$ 5,9 milhões em investimentos com melhoraria significativa ao atendimento de 1,3 mil alunos do ensino médio regular, ensino médio inovador, curso técnico magistério, além dos professores e funcionários. O secretário de Estado da Educação, Eduardo Deschamps, a secretária executiva da Agência de Desenvolvimento Regional de Joinville, Simone Schramm e o prefeito Udo Döhler acompanharam a solenidade. 

Ao lembrar de ter estudado em escola pública o governador disse que a unidade inaugurada é uma conquista para o município e para toda a comunidade escolar. “É mais um estabelecimento com estrutura moderna e adequada para oferecer um ensino de mais qualidade. É um avanço, um critério para as escolas novas e reformadas em todas as regiões. Educação é a essência do desenvolvimento e cidadania”, afirmou Moreira. 

Com a reforma, são 26 novas salas de aula, ampla biblioteca, auditório e refeitório. O bloco pedagógico possui sala de dança, setor administrativo ampliado e três laboratórios: química, biologia e informática. Conta com o maior complexo esportivo escolar da rede pública estadual com um ginásio coberto com duas quadras internas de vôlei e mais uma quadra para todas as modalidades. Externamente, há campo em grama para futebol suíço, duas quadras de concreto e uma pista de atletismo em areia.



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O visual da escola também mudou com a construção do pátio, colocação do bicicletário, cerca e de portões e paisagismo. A instituição ainda tem acessibilidade, com rampas e elevador. Uma nova subestação de energia foi instalada com padrão de entrada ampliado para aumento da capacidade elétrica para atender à climatização dos setores.

Deschamps destacou que é muito importante dar uma infraestrutura adequada para professores e alunos poderem trabalhar melhor a questão da Educação.  Muitos investimentos vêm sendo feito nas unidades catarinenses. Só aqui em Joinville são mais de R$ 50 milhões em escolas novas e reformas. Temos hoje em andamento no Estado 160 obras. “Buscamos melhorar, inovar e oferecer cada vez mais qualidade de ensino”, relatou o secretário.

Para a secretária da ADR, esta escola é diferenciada. “Há mais de 30 anos a escola não tinha uma quadra coberta e agora tem o maior ginásio escolar da rede estadual. Esta unidade é um espaço convidativo ao jovem e assim há diminuição da evasão.”

A diretora da escola Claudete Duarte Ribeiro informou que nos últimos anos a escola fundada em 1961, teve conquistas importantes. Conforme ela, a unidade teve o aumento de 79% no ingresso de alunos, o índice de evasão reduziu de 9.89 para 3,45%, menor que a média estadual, 69% dos alunos vão para um curso superior e foi avançado 15 posições no Enem no Estado e em Joinville. 

“Hoje realizamos um sonho com esta escola tão bonita. O espaço é harmonioso, aconchegante e isto contribui para o bem estar dos nossos alunos. Somos uma família e todas família precisa de um espaço. E agora chegou o grande dia de recebermos a nossa casa arrumada”. 

Também participaram da solenidade os secretários de Estado de Assuntos Internacionais, Carlos Adauto Virmond, e de Desenvolvimento Econômico e Sustentável, Carlos Chiodini, entre outras autoridades e comunidade.

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Elisabety Borghelotti
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Foto arquivo:  Cléia Schmitz/Arquivo

Mais do que receber alimentos saudáveis e adequados para a rotina escolar, os estudantes da rede pública estadual de Santa Catarina passam a receber orientação sobre a importância das condições em que realizam as refeições nas escolas. Pelo projeto #ComaBem, nutricionistas irão explicar os benefícios de se alimentar com regularidade, atenção e em boa companhia – princípios definidos pelo Guia Alimentar da População Brasileira. Esta ação está prevista nos contratos de terceirização entre a Secretaria de Estado da Educação (SED) a com as empresas Nutriplus e Risotolândia, responsáveis por fornecer alimentação para cerca de mil escolas catarinenses.

O fato de os estudantes terem mais conhecimento sobre as condições adequadas para as refeições gera uma maior reflexão e, consequentemente, mais interesse pela alimentação oferecida diariamente. “O projeto elucida aspectos positivos sobre a qualidade com que nos alimentamos e, com certeza, trará benefícios duradouros para a vida dos estudantes dentro e fora da escola”, avalia o diretor de Articulação com os Municípios da SED, Osmar Matiola.

O tema escolhido pelo projeto #ComaBem neste primeiro semestre integra o quarto capítulo do Guia Alimentar e trata do Ato de Comer e a Comensalidade. “O assunto é abrangente e temos diversas formas de abordá-lo para as crianças, seja a partir de explicação em grupo ou individual durante o intervalo das aulas, distribuição de material educativo ou atividades lúdicas, nas quais eles se envolvem e assimilam as informações de forma divertida”, explica a nutricionista da Risotolândia, Renata Maluly, lembrando que as ideias ainda podem ser reforçadas por professores nas atividades em sala de aula.

“Nosso objetivo é tornar os alunos conscientes de que todo o ambiente envolvido no momento da refeição pode fazer a diferença para uma boa alimentação, desde a rotina envolvendo o horário e o local destinado ao recreio, passando pela atenção ao que se come até a escolha das companhias para dividir esse momento”, completa o gerente de comunicação da Nutriplus, Antônio Valini. “Como resultado desses cuidados, é possível observar que as pessoas mais atentas ao que se come e à forma de comer são mais conscientes na hora de escolher os alimentos e adotam posturas mais saudáveis”, acrescenta Valini.

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Edinéia Rauta
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Foto: Aires Mariga/Epagri

Queda na colheita e no preço do arroz, uma boa safra de feijão, recuperação no preço da cebola e alho com bulbos menores e de boa qualidade sanitária são algumas das conclusões do Boletim Agropecuário de fevereiro, lançado pelo Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola da Epagri (Epagri/Cepa). O documento, editado mensalmente, apresenta de forma sucinta uma análise sobre o desenvolvimento das safras, da produção e dos mercados para os produtos selecionados, com informações da última quinzena ou dos últimos 30 dias.

Arroz e feijão

Com cerca de 12% da área destinada ao plantio de arroz irrigado no Estado já colhida, os técnicos da Epagri/Cepa veem a indicação de uma safra menor que a passada. Os preços também preocupam. A saca do arroz foi comercializada na primeira semana de fevereiro a R$ 32,03. Em 2016, o preço médio da saca pago aos produtores ficou em cerca de R$ 44 e caiu para R$ 41,42 em 2017. Segundo lideranças do setor arrozeiro, essa é uma das piores crises enfrentadas pelos produtores nos últimos anos.

O feijão 1ª safra já está com mais de 45% da área plantada colhida, com a safra transcorrendo sem grandes problemas. Técnicos de cooperativas e cerealistas esperam uma safra muito boa, com preços começando a reagir.

Alho e cebola

A safra catarinense de alho 2017/18, oriunda de aproximadamente 2.500ha de área plantada, está toda colhida e em processo de comercialização. Santa Catarina teve um incremento de 20% na área plantada neste período agrícola, impulsionada especialmente pelos bons resultados econômicos e produtivos da safra 2016/17.

A falta de chuvas durante o ciclo produtivo resultou em alhos com bulbos de menor calibre, embora de muito boa qualidade na sanidade. Devido à necessidade de irrigação, os custos de produção da hortaliça aumentaram.

Com colheita finalizada nas principais regiões produtoras do Estado, a cebola está com o preço aquecido. “Em termos de mercado nacional, o preço da hortaliça teve importante melhoria nas últimas semanas”, descreve o Boletim, ressaltando que isso é resultado, entre outros fatores, da estratégia adotada pelos produtores sulistas, notadamente os catarinenses. “Consultas de mercado que realizamos nos últimos dias indicam que os atores estão adotando postura atenta e cautelosa na observação do comportamento do mercado, visto que houve rápido aquecimento nos preços”, afirmam os técnicos da Epagri/Cepa.

Milho e soja

O milho enfrentou uma redução de 14,3% na área plantada no Estado, atrelada à queda de 7% na produtividade em relação à safra anterior, o que pode implicar em diminuição de 20,4% no volume total produzido no Estado nesta safra. Se o cenário se confirmar, Santa Catarina terá produzido 500 mil toneladas a menos do grão do que no período anterior, já considerando uma estimativa de segunda safra em torno de 20mil hectares.

A redução da área plantada de milho se reflete na soja. A produção de Santa Catarina na safra 2016/17 foi de 2,4 milhões de toneladas, em uma área de 658 mil hectares. Para a safra 2017/18, a expectativa de incremento de 8% de área plantada em relação à safra anterior (2016/17), devendo alcançar 708 mil hectares cultivados com o grão.

Pecuária e leite

O ano de 2018 iniciou com um tímido movimento de alta nos preços do frango. A média preliminar de fevereiro (referente ao período de 01 a 09/fev/2018) atingiu o valor de R$ 2,144/kg em Chapecó, praça de referência para esse produto. Tal valor representa um incremento de 1,43% em relação à média de dezembro. As exportações também cresceram em janeiro, após quatro meses seguidos de queda. Contudo, na comparação com janeiro de 2017, o resultado foi negativo: queda de 8,85%.

Já o mercado do boi gordo, que fechou o ano em alta e manteve certa estabilidade em janeiro, voltou a apresentar oscilações negativas na maioria das praças do país, associada à queda na demanda após as festas de final de ano. A suspensão das exportações para Rússia pode se tornar um problema para o setor, caso persista.

O embargo da entrada de carnes catarinenses na Rússia também afetou a suinocultura. “De forma geral, o mercado brasileiro segue aguardando definições quanto a uma eventual reabertura do mercado russo, bem como na expectativa de que os embarques de carne suína sejam impulsionados neste ano pelas vendas para a Coreia do Sul”, descreve o documento.

O ano de 2017 foi o de maior captação de leite na história do Brasil, com aumento de 7,9% em relação a 2016. Com relação aos preços, a expectativa não é boa. Depois de uma sinalização de recuperação de valores ao final de 2017, alguns produtos lácteos tiveram redução de preços no mercado atacadista, repercutindo negativamente sobre o valor de referência projetado para o mês de janeiro, que serve de parâmetro para os preços que estão sendo pagos pelas indústrias aos produtores neste mês de fevereiro.

Banana

A banana foi a fruta avaliada nesta edição do Boletim, que informa que, em dezembro de 2017, a cotação da variedade caturra valorizou 39,1% em relação ao mês anterior, graças ao aumento na demanda. Mas, ao longo de 2017, a alta oferta da fruta nos bananais manteve as cotações desvalorizadas. A expectativa é que a oferta se mantenha alta, mas a qualidade da fruta e o aumento da demanda, com o início do ano letivo, pressionem os preços, com recuperação nas cotações da variedade.

>>> Leia a íntegra do Boletim

Mais informações e entrevistas 
Reney Dorow, gerente da Epagri/Cepa, pelos fones (48) 3665-5078 / 98801-1219

Informações para a imprensa
Gisele Dias, jornalista – (348) 99989-2992 / 3665-5147
Cinthia Andruchak Freitas, jornalista: (48) 3665-5344


Fotos: Julio Cavalheiro / Secom

O governador Eduardo Pinho Moreira empossou na tarde desta terça-feira, 20, no Teatro Pedro Ivo, em Florianópolis, o secretário Paulo Eli e o adjunto Marco Aurélio Dutra na Secretaria de Estado da Fazenda. Seu antecessor era o auditor fiscal, Renato Lacerda.

“Com grande experiência como gestor público, Paulo Eli vai fazer um controle absoluto dos gastos e sabendo que o Governo do Santa Catarina tem muitas prioridades, mas nesse momento são duas vitais e fundamentais, Segurança Pública e Saúde, e esses setores terão recursos”, disse o governador.

O novo secretário falou de cinco desafios que serão enfrentados durante os próximos 10 meses de sua gestão, trabalhar com menos servidores, prestar mais serviços e ter maior agilidade; colocar as contas do Estado em dia; trabalhar o presente e construir o futuro; melhorar a gestão orçamentária, financeira, contábil e o controle interno; e conseguir recursos novos, fora da tributação, para fechar as contas desse ano.

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“Os maiores desafios da Secretaria da Fazenda esse ano é realmente trabalhar com menos gente, porque nosso quadro está reduzido e dois terços estão com tempo de aposentadoria. Vamos ter que aprender a trabalhar com menos gente usando tecnologia e as ferramentas disponíveis hoje. Somos 964 servidores ativos, dos quais 67 ocupam cargos de chefia, 57 são comissionados puros e 11 são CLT, além dos 1.307 inativos e 112 bolsistas.  Dos servidores ativos, dois terços podem se aposentar nos próximos 5 anos. E a folha de pagamento dos inativos é maior que a folha de pagamento dos ativos”, explicou o secretário Paulo Eli.

O secretário acredita em uma retomada do crescimento da receita durante 2018 e comparou os anos de 2017 e 2014. “A receita de 2017 foi inferior a de 2014, em termos reais descontada a inflação, e isso causou todos os problemas que nós estamos vivendo hoje.

O secretário

É natural de Rancho Queimado, Santa Catarina. Com 41 anos de experiência na administração pública, dos quais 34 deles dedicados exclusivamente à Fazenda de SC, Paulo Eli é graduado em Administração, Ciências Contábeis e Gestão Fazendária pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Entre os destaques do currículo, estão ainda a especialização em Política e Estratégia pela Escola Superior de Guerra do Ministério da Defesa.

O adjunto

Formado em administração de empresas, administração pública e direito, com especialização em auditoria pela UFSC e em administração tributária pela Esaf, Marco Aurélio Dutro ingressou como auditor fiscal da Secretaria da Fazenda de SC em 1984, trabalhou no campo como julgador de processo fiscal e como conselheiro do Tribunal Administrativo Tributário (TAT). Foi diretor da dívida de 1995 a 1997 e do Tesouro em 2003. Por duas vezes (1998 e 2006) ocupou o cargo de secretário de Estado da Fazenda. Foi secretário adjunto da Casa Civil em 2005 e 2006. Também foi diretor administrativo-financeiro da Celesc Geração de 2009 a 2011; diretor administrativo financeiro da Secretaria de Estado da Administração e até então ocupava o cargo de secretário adjunto da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável.

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