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Conheça o cemitério de navios que existe em Santa Catarina

Conheça o cemitério de navios que existe em Santa Catarina

Você sabia dessa?
Santa Catarina tem um cemitério de navios. Ele fica na cidade de Jaguaruna. Jamais saberíamos curiosidades como essa se não existissem pessoas dedicadas a pesquisar, documentar e preservar todos os detalhes do Estado. Por isso, essa homenagem é para os historiadores. Eles são os responsáveis por preservar nossa história.

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Conheça o cemitério de navios que existe em Santa Catarina

Você sabia dessa?
Santa Catarina tem um cemitério de navios. Ele fica na cidade de Jaguaruna. Jamais saberíamos curiosidades como essa se não existissem pessoas dedicadas a pesquisar, documentar e preservar todos os detalhes do Estado. Por isso, essa homenagem é para os historiadores. Eles são os responsáveis por preservar nossa história.


Foto: Krislei Oechsler / SEA

O resultado do primeiro leilão público em formato totalmente eletrônico e online para venda de veículos, motocicletas, sucatas, mobiliários e bens de consumo inservíveis para o Estado arrecadou 40% a mais do que era o esperado. A arrecadação total foi de R$  2.193.539, e o esperado era de R$ 1,3 milhão. A informação é da Gestão de Patrimônio da Secretaria de Estado da Administração (SEA).

De acordo com a Comissão de Leilão, da SEA, dos 345 lotes ofertados, 319 foram arrematados. “Praticamente liquidamos todos os lotes que haviam sido disponibilizados à venda. O que é bem positivo,” enfatiza o diretor de Gestão Patrimonial da SEA, Welliton Saulo da Costa. O leilão ocorreu no dia 9 de julho, pelo site da empresa vencedora da licitação para realizar o certame. Somente após vencidos os prazos legais do edital é que os resultados puderam ser contabilizados.

Os números positivos são resultantes da ampliação do número de participantes, e maior concorrência, em virtude do certame ser feito de forma eletrônica e online. “Além disso, também conseguimos  acompanhar e controlar de perto todo o processo, aliado à transparência e à impessoalidade, fatores essenciais para a lisura das vendas,” afirmou Mário Menezes, gerente de Bens Móveis da SEA e coordenador da Comissão . “Pelo fato do processo ter sido digital, acabou gerando economia e mais segurança para todos, desde a logística ao pagamento dos lotes” concluiu. 

Texto: Rafaela Gesser e Krislei Oechsler

Informações adicionais para imprensa
Krislei Oechsler
Assessoria de Imprensa
Secretaria de Estado da Administração - SEA
E-mail: comunicacao@sea.sc.gov.br
Fone: (48) 3665-1636 /(48) 99105-4085
http://www.sea.sc.gov.br 


Fotos: Mauricio Vieira / Secom

Santa Catarina registrou em julho o segundo melhor mês da história em doação de órgãos. Foram 34 doações no período, desempenho inferior apenas ao registrado em dezembro de 2017 (38 doações). Foi a quarta vez que a SC Transplantes contabilizou mais de 30 doações em um único mês.

Em comparação ao mesmo período de 2018, o número de doações é duas vezes maior, de acordo com as informações do coordenador estadual de Transplantes, Joel de Andrade. “É um dado muito importante e que nos deixa muito felizes. Se analisarmos historicamente o mês de julho, o máximo de doações efetivas de órgãos que havíamos conquistado foi 21, no ano de 2014”, afirma. “Em 2019 o desempenho foi duas vezes maior do que ano passado, quando registramos 16 doações”, complementa.

A SC Transplantes vive um ano histórico. Além de completar 20 anos em outubro, a unidade da Secretaria de Estado da Saúde ainda conquistou o melhor desempenho em um mês de fevereiro, com 24 doações de múltiplos órgãos, sendo que nos anos anteriores a média era de 20.

“São números importantes para as famílias dos receptores, pois existe uma oferta maior de órgãos para transplante. Além disso, é uma oportunidade de experiência gratificante para as famílias dos doadores, que estão podendo devolver qualidade de vida e ajudar o próximo”, destaca Joel.

Outro ponto importante é o número de doadores que vem crescendo desde 2005, inclusive com acréscimo de 50% na taxa de doadores efetivos nos últimos seis anos. Isso representou um salto de 27,2 doações por milhão de pessoas (2013), para 40,9 em 2018.

De acordo com o secretário de Estado da Saúde, Helton de Souza Zeferino, é importante o engajamento de todos nesse processo. “A solidariedade das famílias, que transformam um momento de perda em uma oportunidade para salvar vidas é essencial. Também é fundamental o trabalho realizado pelos profissionais dos hospitais na identificação dos potenciais doadores e na abordagem junto às famílias. Além disso, temos a parceria com corporações como a Polícia Militar, Civil e o Corpo de Bombeiros, que oferecem apoio rápido e eficaz com suas aeronaves no deslocamento dos órgãos de diversas regiões”, destaca o secretário.

Mais informações para a imprensa:
Fabrício Escandiuzzi
Assessoria de Comunicação
Secretaria de Estado da Saúde - SES
Fone: (48) 3664-8820 / 99913-0316
E-mail: imprensa@saude.sc.gov.br
Site: portalses.saude.sc.gov.br


Foto: Maiara Gonçalves / PGE

A segunda prova prática para o concurso de procurador do Estado de Santa Catarina foi realizada neste domingo, 18 de agosto, em Florianópolis. Do total de 68 candidatos aprovados para esta fase, 66 compareceram para a prova. Um candidato reprovado na fase anterior fez a avaliação a partir de uma determinação judicial, totalizando 67 candidatos. 

A prova abordou os temas Direito Civil, Direito do Trabalho e Direito Tributário. Pela manhã, foi feita a conferência do material dos candidatos. Ao longo do dia, a comissão acompanhou os trabalhos que transcorreram dentro da normalidade. 

Sobre o concurso

A PGE abriu concurso para a carreira de procurador do Estado, além da formação de cadastro de reserva para eventual abertura de novas vagas no prazo de validade do concurso, que é de dois anos, prorrogáveis por mais dois.

A prova objetiva, primeira etapa do concurso, foi realizada no dia 2 de dezembro do ano passado, com a presença de 2.290 candidatos do total de 2.667 que tiveram a inscrição deferida.

No total, 185 candidatos realizaram a primeira prova prática no dia 24 de março, em Florianópolis. Destes, 68 passaram para a segunda fase realizada neste domingo.  

O edital prevê ainda uma prova oral classificatória e eliminatória, em data a ser ainda definida, e, por último, uma prova de títulos de caráter classificatório.

Informações adicionais:
Maiara Gonçalves
Assessoria de Comunicação
Procuradoria Geral do Estado - PGE
comunicacao@pge.sc.gov.br 
(48) 3664-7650 / 99131-5941 / 98843-2430
Site: www.pge.sc.gov.br 


Foto: Aires Mariga / Epagri

O mel de melato da bracatinga, considerado um dos melhores do mundo, deve se tornar uma marca registrada do Brasil. Produzido nas regiões mais altas de Santa Catarina e com características bem específicas, o mel de melato é candidato para obtenção de uma Indicação Geográfica (IG), se tornando um patrimônio regional. A documentação foi entregue para a Secretaria de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural nesta sexta-feira, 16, durante o 34º Encontro Catarinense de Apicultores e Meliponicultores (ECA), em São Joaquim.

“A apicultura catarinense é reconhecida como destaque nacional e internacional pela suas características familiares, pela história dos produtores e pela qualidade do mel produzido no Estado. A Indicação Geográfica do mel de melato da bracatinga será um grande diferencial para a apicultura brasileira. Irá agregar valor à produção, trazendo mais renda para os apicultores, contribuindo para a preservação do meio ambiente e fortalecendo a economia local”, destaca o secretário adjunto da Agricultura, Ricardo Miotto.

O mel de melato é também sucesso no mercado internacional e 90% da produção catarinense é destinada para abastecer a Europa. Em Santa Catarina, são cerca de 800 apicultores dedicados à extração desse mel em municípios da Serra e Planalto Norte. É no Estado também que se concentra 80% de toda produção nacional do produto, uma média de 500 toneladas.

O grande benefício da IG é agregar valor à produção local, diferenciando o mel produzido na região devido a suas qualidades únicas. A partir de um selo, os consumidores saberão que o produto possui características especiais relacionadas com aspectos geográficos, de clima, cultivo e manejo.

“A Indicação Geográfica do mel de melato será uma oportunidade para quem pertence a esse território. Nessa região teremos melhorias na infraestrutura de produção e na renda, com um produto diferenciado no mercado. O mel de melato já é reconhecido mundialmente pela qualidade, é muito importante a concretização desse projeto”, destaca o presidente da Federação das Associações de Apicultores e Meliponicultores de Santa Catarina, Ênio Frederico Cesconetto.

O consultor técnico do Sebrae/SC, Rogério Ern, explica que a Indicação Geográfica trará não só o reconhecimento do produto, mas também deve incentivar a organização da cadeia produtiva e o turismo na região. “A tendência é criar uma reserva de mercado, gerando mais investimentos na cadeia produtiva, pesquisa e equipamentos. A economia da região se fortalece muito”.

Diferenciais

O mel de melato da bracatinga possui algumas peculiaridades: a produção é feita apenas em anos pares, durante os meses de janeiro a maio, em algumas áreas de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul.

Para sua fabricação são necessárias as abelhas, um inseto chamado de cochonilha e a árvore de bracatinga. É justamente essa associação que faz o produto ser tão especial. Ele é produzido pelas abelhas, em épocas de escassez de néctar, a partir do líquido açucarado que a cochonilha expele ao se alimentar da seiva da bracatinga. Esse fenômeno ocorre apenas em regiões com altitudes acima de 700 metros no Planalto Sul Brasileiro.

O mel de melato é mais escuro, tem menos açúcares e mais minerais do que o mel convencional, sendo assim ele dificilmente cristaliza. Em 2017 foi reconhecido como um dos quatro melhores méis do mundo no 45º Congresso Internacional de Apicultura, em Istambul, na Turquia.

Indicação Geográfica

O processo para Certificação é baseado em dossiês técnicos e científicos da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri), em parceria com o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), a Federação das Associações de Apicultores de Santa Catarina (Faasc) e a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). A intenção dos estudos é demonstrar que a produção do mel de melato da bracatinga está relacionada às condições naturais do Planalto Sul Brasileiro.

Com o resultado em mãos, os produtores da região encaminharão o dossiê ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi) para obter o selo de Indicação Geográfica, na modalidade Denominação de Origem. A expectativa é de que o Inpi analise e homologue o processo em até 2022. O IG estabelecerá as normas que deverão ser cumpridas pela cadeia produtiva do mel de melato, desde a extração até a comercialização.

A Secretaria da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural é uma das responsáveis por analisar os documentos e reconhecer oficialmente a delimitação geográfica da região formada pela Serra e Planalto Norte como produtora exclusiva do Mel de Melato.

Informações adicionais para a imprensa:
Ana Ceron
Assessoria de Imprensa
Secretaria de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural
imprensa@agricultura.sc.gov.br
Fone: (48)-3664-4417/(48) 98843-4996
Site: www.agricultura.sc.gov.br
www.facebook.com/AgriculturaePescaSC/

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