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Foto: James Tavares/Secom

Polícia Civil

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Telefone 181 para denúncias em geral, com ligação gratuita, disponível 24h.

Vacinação Florianópolis
Foto: Jaqueline Noceti/Secom

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e o Sarampo começa no dia 6 de agosto e vai até o dia 31. Devem ser vacinadas crianças de um ano até quatro anos e 11 meses e 29 dias. O Dia D será no dia 18, das 8h às 17h. Em todo o território catarinense estarão abertas 1.102 salas de vacina durante este período Em Santa Catarina, são 339.800 crianças dessa faixa etária, e a meta é vacinar 95% delas, o que representa 322.810. 

Mais informações para a imprensa:
Fabrício Escandiuzzi
Assessoria de Comunicação
Secretaria de Estado da Saúde - SES
Fone: (48) 3664-8820 / 99913-0316
E-mail: imprensa@saude.sc.gov.br
Site: portalses.saude.sc.gov.br


Foto: Reprodução

O jornal Correio do Norte, de Canoinhas, fará parte do acervo da Hemeroteca Digital Catarinense, projeto da Fundação Catarinense de Cultura (FCC) em parceria com a Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc). A solenidade para a assinatura do termo de cessão de direitos de digitalização ocorrerá na próxima segunda-feira, 25, às 19h, na Câmara Municipal de Canoinhas, região norte catarinense.

O presidente da Fundação Catarinense de Cultura (FCC), Rodolfo Joaquim Pinto da Luz, participará da solenidade, que marcará, ainda, a passagem dos 70 anos do periódico que é o mais antigo da região do Planalto Norte de Santa Catarina. Na ocasião, será autorizada a digitalização dos jornais publicados entre 1947 e 2017. Além do presidente da FCC, estarão presentes também a administradora da Biblioteca Pública de Santa Catarina, Patricia Karla Firmino; o coordenador técnico da Hemeroteca Digital Catarinense, Alzemi Machado; e representantes do jornal.

O trabalho de digitalização das 3,4 mil páginas do jornal está estimado para durar três anos, sendo que todo o conteúdo estará armazenado e disponível para consulta pública no site da Hemeroteca Digital.

Sobre o Correio do Norte

A primeira edição do periódico foi lançada na cidade de Canoinhas no final da tarde do dia 29 de maio de 1947. A publicação nasceu com o objetivo de ser porta-voz udenista, em contraposição ao periódico local, O Barriga-Verde, defensor dos interesses do Partido Social Democrático (PSD). A periodicidade do jornal era semanal com circulação nas quintas-feiras, sendo impresso pelo sistema tipográfico na Gráfica do Witt, em seis páginas no formato standard.

Ao longo dos anos, o Correio do Norte passou por diversas transformações na linha editorial, redacional e administrativa: em 2001, a responsabilidade editorial fica a cargo de jornalistas responsáveis. Em 2005, ocorrem mudanças no quesito visual alterando o formato para tabloide. Em maio de 2008, aumenta o número de páginas de 24 para 32, sendo oito coloridas; e a partir de novembro de 2011, passou a ter 16 coloridas, num total de 32 páginas.

Atualmente, o jornal possui mais de 3 mil assinantes, e a edição impressa circula às sextas-feiras. Conta, ainda, com atualizações diárias na Internet, no endereço www.jornalcorreiodonorte.com.br.

Sobre a Hemeroteca Digital Catarinense

A Hemeroteca Digital Catarinense promove o acesso a fontes documentais selecionadas, organizadas e estruturadas em formato digital. A iniciativa é uma parceria entre o Centro de Ciências Humanas e da Educação (Faed) / Instituto de documentação e Investigação em Ciências Humanas (IDCH) da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) e a Biblioteca Pública de Santa Catarina, administrada pela Fundação Catarinense de Cultura (FCC).

Iniciada em novembro de 2013, a Hemeroteca já contempla em sua base de dados 806 títulos digitalizados, com 32.686 edições, totalizando aproximadamente 200 mil páginas* disponíveis para consulta pública e transferência de arquivos mediante acesso pelo endereço eletrônico: hemeroteca.ciasc.sc.gov.br. São periódicos, jornais e revistas que ajudam a contar a história de Santa Catarina desde o século XIX.

Em 2016, o projeto foi um dos finalistas do 29º Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, a maior premiação na área de promoção e preservação do Patrimônio Cultural de todo o país, promovida pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

(*Dados atualizados em 21/09/2017) 

Com informações da assessoria de comunicação da FCC.

Informações adicionais para a imprensa:
Sérgio Teixeira da Silva
Assessoria de Imprensa
Agência de Desenvolvimento Regional de Canoinhas
E-mail: comunicacao@cni.adr.sc.gov.br / sdrcanoinhas@spg.sc.gov.br
Fone: (47) 3627-4021 / 98802-2391
Site: sc.gov.br/regionais/canoinhas


Foto: Paulo Goeth/SES

A poliomielite ou “paralisia infantil” é uma doença infectocontagiosa viral aguda, caracterizada por um quadro de paralisia flácida, de início súbito. O déficit motor instala-se repentinamente e sua evolução, frequentemente, não ultrapassa três dias. Atinge, em geral, os membros inferiores, de forma assimétrica, tendo como principal característica a flacidez muscular, com sensibilidade conservada e arreflexia no segmento atingido.

No Brasil, não há circulação de poliovírus selvagem desde 1990, em virtude do êxito da política de prevenção, vigilância e controle desenvolvida pelos três níveis do Sistema Único de Saúde (SUS). No entanto, a baixa taxa de vacinação fez com que o Ministério da Saúde antecipasse para agosto o início da campanha de vacinação.

Como é a transmissão?

A transmissão ocorre por contato direto pessoa a pessoa, pela via fecal-oral (mais frequentemente), por meio de objetos, alimentos e água contaminados com fezes de doentes ou portadores, ou pela via oral-oral, por meio de gotículas de secreções da orofaringe (ao falar, tossir ou espirrar). A falta de saneamento, as más condições habitacionais e a higiene pessoal precária constituem fatores que favorecem a transmissão do poliovírus.

Existe tratamento?

Não há tratamento específico para a poliomielite. Todos os casos devem ser hospitalizados, procedendo-se ao tratamento de suporte, de acordo com o quadro clínico do paciente.

Quais as complicações?

Sequelas paralíticas. Parada respiratória devido à paralisia muscular.

Como se prevenir?

A vacinação é a única forma de prevenção da poliomielite. Todas as crianças menores de cinco anos de idade devem ser vacinadas conforme esquema de vacinação de rotina e na campanha nacional anual. Confira o esquema de proteção no Calendário Nacional de Vacinação.

Como é o esquema vacinação?

Vacina poliomielite 1, 2 e 3 (inativada) – VIP

Administrar aos dois, quatro e seis meses de idade, com intervalo de 60 dias. Em situação epidemiológica de risco, o intervalo mínimo pode ser de 30 dias entre as doses. Completar o esquema de vacinação com a vacina poliomielite 1 e 3 (atenuada).

Vacina poliomielite 1 e 3 (atenuada) – VOP

Este esquema é um reforço que deve ser feito aos 15 meses de idade, e o segundo reforço deve ser aos quatro anos de idade.

Atenção aos viajantes!

Recomenda-se a vacinação para quem se deslocar para países com circulação de poliovírus selvagem e/ou derivado da vacina, conforme a situação vacinal.

Situação da doença no país

No Brasil, a realização de duas campanhas anuais de vacinação, a partir de 1980, reduziu a incidência da poliomielite de 2,2/100.000 hab. para 0,2/100.000 hab. em 1985. Em 1989, ano em que ocorreu o último caso de pólio no país, a incidência foi de 0,03/100.000 hab. Foram implementadas medidas que tornaram o sistema de vigilância epidemiológica mais sensível, permitindo um controle mais eficaz da doença.

Informações adicionais para a imprensa:
Patrícia Pozzo
Núcleo de Comunicação
Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive)
Secretaria de Estado da Saúde
Fone: (48) 3664-7406 | 3664-7402
E-mail: divecomunicacao@saude.sc.gov.br
www.dive.sc.gov.br

Moacir Barbetta trabalha na agricultura desde criança - Foto: Helena Marquardt/ADR Ibirama

“Trabalhamos de segunda a segunda e não dá para desanimar.” A frase do produtor de leite Moacir Barbetta, de Presidente Getúlio, resume bem a rotina dos milhares de agricultores catarinenses, muitos do Alto Vale do Itajaí, que são os responsáveis por produzir boa parte dos alimentos vendidos no país, e  estão sendo lembrados ao longo da semana em diversas festas em homenagem a colonos e agricultores.

Moacir entende como poucos a rotina na agricultura e destaca que para quem acorda cedo, antes mesmo do sol nascer, é preciso perseverança e força de vontade. Hoje, com 46 anos, o morador da localidade de Ribeirão Sabiá, conta que faz parte da terceira geração da família trabalhando no ramo leiteiro e desde criança precisou ajudar no cuidado com os animais para garantir o sustento da casa. “Com sete anos já tinha que ajudar na ordenha, na limpeza das instalações e conforme a idade ia avançando as responsabilidades aumentavam” lembra.

Apesar de todos os desafios, e ao contrário da maioria dos jovens que preferem abandonar a agricultura e viver em grandes centros, o getuliense que estudou apenas até  a quarta série do ensino fundamental diz que sempre gostou da lida no campo e quis dar sequência ao trabalho realizado pelos pais. “Isso já veio dos meus avós e não quis deixar. Claro que a gente foi melhorando as instalações e investindo em tecnologia e fazendo cursos, mas jamais pensei em largar tudo. O que eu mais gosto da minha vida na agricultura é ver que o trabalho que a gente faz para as outras pessoas porque alguém tem que produzir os alimentos.”

Ele conta que há cerca de cinco anos decidiu investir na propriedade e graças a modernização das instalações, com a compra de uma ordenhadeira canalizada, hoje a produção de leite chega a 15 mil litros por mês e exige dedicação para cuidar dos 62 animais da propriedade.

Além da venda do leite a família ainda faz produtos como queijo e doces para ajudar na renda ao final do mês e é através do dinheiro que ganha na agricultura que ele sustenta a esposa e as filhas de 11 e 2 anos. Para o futuro,  sonha em vê-las formadas na faculdade e morando na propriedade. “Claro que elas têm que escolher a profissão que querem seguir, mas eu ficaria feliz se elas continuassem o nosso trabalho.”

Agricultura como base da economia

No Alto Vale a agricultura representa uma parcela importante do movimento econômico e em alguns municípios como Presidente Nereu esse percentual chega a 82%. Em Vitor Meireles 65% da economia é baseada na produção do campo, já em Witmarsum o número é 55,7%.

Apesar de contar com pouco mais de 30% de representatividade econômica, a agricultura de Presidente Getúlio é considerada como uma das mais fortes na região e garante o sustento ao maior número de famílias: são cerca de 1.100 vivendo exclusivamente da renda que vem do trabalho no campo.

Luciano Pereira também faz parte desse número e herdou da família o amor pela agricultura, mas lembra que no passado já decidiu se aventurar em outros setores. Trabalhou como frentista até retornar para a agricultura em 2010. Hoje ele produz cachaças, licores, açúcar, doces artesanais, rapadura e melado junto com a esposa e afirma que o negócio próprio é a realização de um sonho. “Comecei fazendo mil litros de cachaça por ano e hoje a produção já é de 125 mil”.

Alto Vale do Itajaí - Agricultores lembram realizações e dificuldades da vida no campo
Luciano Pereira deixou o campo, mas decidiu voltar para a agricultura em 2010 - foto: Helena Marquardt/ADR Ibirama

Para pequenos produtores como Luciano a consultoria de técnicos da Epagri também vem sendo fundamental.  Foi graças à participação em diversos cursos gratuitos que  ele conseguiu melhorar os resultados e hoje sabe que o atendimento e a qualidade do produto são essenciais, uma receita que hoje traz a realização profissional e pessoal.  “Posso dizer que hoje sou muito feliz e meus planos são todos de investir e continuar aqui”, finaliza.

Governo de SC incentiva permanência no campo através de diversos programas

Reconhecendo a importância do trabalho de agricultores como Moacir e Luciano, a gerente de Políticas Socioeconômicas Rurais e Urbanas da Agência de Desenvolvimento Regional (ADR) de Ibirama, Edna Beltrame Gesser, revela que o Governo de Santa Catarina tem incentivado a permanência no campo através de diversos programas, como por exemplo o Terra Boa, que só nos municípios que compõem a Regional,  investiu  em 2017 R$621.968,54 em calcário, kits forrageira, sementes de milho  e kits de apicultura.

Mais informações para a imprensa:
Helena Marquardt
Assessoria de comunicação 
ADR Ibirama
Fone (47) 3357-8908 / (47) 98819-9350
E-mail: imprensa@iir.adr.sc.gov.br
Site: sc.gov.br/regionais/ibirama
Facebook: www.facebook.com/regional.ibirama

 

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