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CULTURA | Pesca em Santa Catarina

CULTURA

Somos o maior polo pesqueiro do Brasil. Mais de 35 mil pessoas vivem da pesca em Santa Catarina. Ela faz parte da nossa história, da nossa cultura, do nosso povo. São pessoas iguais ao seu Aleonesio, que ajudam a colocar comida na mesa dos catarinenses e movimentar nossa economia.

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Foto: Detran / Divulgação 

Após ser implantado nas aulas práticas de direção veicular das categorias B, C, D e E, chegou a vez do sistema iBIO ser adotado também na categoria A. O processo compreende a identificação biométrica dos instrutores e candidatos durante a realização das aulas, nos cursos ministrados pelos Centros de Formação de Condutores (CFC), com o objetivo principal de certificar o cumprimento da carga horária exigida pela legislação e evitar possíveis tentativas de fraudes. O sistema será obrigatório a partir desta segunda-feira, 17, em Florianópolis e, 14 de agosto nos demais municípios do Estado.

No sistema iBio-Aula Prática categoria A, instalado no smartphone, há o controle digital de todas as aulas, por meio da confirmação dos dados do aluno; captura de fotografias do odômetro; digitação das quilometragens do veículo no início e no final da aula;  coleta da biometria do instrutor e do candidato no início, nos processos de fiscalização e no final da aula; além da atribuição de conceito ao desempenho demonstrado pelo candidato durante a aula ou bloco de aulas.

O diferencial dessa categoria, e que é contemplado pelo aplicativo, é a possibilidade do CFC usar um instrutor de trânsito para dois candidatos simultaneamente, devendo ser utilizado um veículo para cada candidato.

Todos os requisitos constantes em portaria devem ser preenchidos para que o crédito da aula ou bloco de aulas seja validado. O certificado será gerado eletronicamente pelo sistema DetranNet.

Informações adicionais para imprensa
Janaina Guliato
Assessoria de Imprensa
Departamento Estadual de Trânsito de SC (Detran)
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Carne de frango foi a mais exportada, com aumento de 58,8% em relação ao nao passado - Foto: Cristiano Estrela / Secom

Maior produtor nacional de suínos e segundo maior produtor de aves do Brasil, Santa Catarina fecha o primeiro semestre com crescimento de 56% nas exportações de carnes. No acumulado do ano, o Estado embarcou mais de 929 mil toneladas de carne suína e de frango - 331,4 mil toneladas a mais do que no mesmo período de 2018. Os números são divulgados pelo Ministério da Economia e analisados pelo Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa).

A carne de frango segue como o principal produto da pauta de exportações de Santa Catarina, com 727,5 mil toneladas embarcadas este ano, 58,8% a mais do que no primeiro semestre de 2018. A alta se repete também no faturamento, as exportações do produto já geraram receitas que passam de US$ 1,25 bilhão ao Estado, uma alta de 60,5%.

“O ano de 2019 está sendo muito favorável para o agronegócio catarinense, principalmente para as exportações de carnes. O cenário mundial passa por grandes mudanças em função dos casos de peste suína africana na China e esse é um grande mercado para as carnes produzidas em Santa Catarina. Nós já temos um agronegócio consolidado, reconhecido pela qualidade dos nossos produtos. Nossas expectativas são de um ano com grandes conquistas”, ressalta o secretário da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural, Ricardo de Gouvêa.

Os principais destinos para carne de frango são: Japão, China e Emirados Árabes. O bom momento da avicultura catarinense pode ser explicado pelo aumento significativo nos embarques ao longo do primeiro semestre para quase todos mercados para os quais SC exporta, sendo que a maioria deles ampliou em mais de 30% as compras do produto.

Suinocultura

O crescimento nas exportações vale também para a carne suína. No primeiro semestre foram 201,6 mil toneladas embarcadas, 44,5% a mais do que no mesmo período de 2018. Esse volume gerou um faturamento de US$ 392,5 milhões.

Em termos de quantidade, Santa Catarina respondeu por 58,7% das exportações brasileiras de carne suína. Os principais mercados para o produto catarinense são China, Hong Kong e Chile. A Rússia também voltou a ser um importante destino para a carne suína produzida no estado e já ocupa o quinto lugar no ranking das exportações.

Expectativas e influência do mercado externo

Segundo o analista do Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa), Alexandre Giehl, as perspectivas para as exportações deste ano são muito positivas, principalmente por conta dos efeitos causados pelos casos de peste suína africana na China e em outros países asiáticos. As estimativas são de que a produção chinesa de carne suína diminua em até 30%, o que levará a China a ampliar suas importações de proteínas de origem animal.

No primeiro semestre deste ano já se observam os reflexos disso: Santa Catarina exportou 74,3 mil toneladas de carne suína para a China, resultando em receitas US$ 156,4 milhões, um incremento de 50% em relação ao primeiro semestre de 2018.

“Mas não são apenas as exportações de carne suína que devem ser favorecidas pela crise da suinocultura chinesa. A avicultura também deve parte de seus bons resultados à ampliação das exportações para a China. No primeiro semestre, as exportações catarinenses de carne de frango para a China cresceram 56,7% em termos de valor, quando comparadas ao mesmo período de 2018”, explica.

Balanço de junho

Em junho, Santa Catarina embarcou 100,7 mil toneladas de carne de frango, um crescimento de 46,2% em comparação com o mesmo mês de 2018. O faturamento já passa de US$ 175,7 milhões, aumento de 53,4% em relação ao ano passado.

O desempenho das exportações de carne suína em junho também surpreendeu. As receitas geradas pelos embarques do produto foram 94,5% maiores que no ano anterior, chegando a US$ 72,6 milhões, com 34,5 mil toneladas vendidas para o mercado internacional.

Informações adicionais para a imprensa:
Ana Ceron
Assessoria de Imprensa
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Foto: Doia Cercal / Secom

Maior produtor nacional de maçã, Santa Catarina une esforços para manter a sanidade vegetal dos seus pomares. A Secretaria de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural instituiu o Comitê Estadual de Sanidade das Pomáceas, que reunirá representantes do setor produtivo e das áreas de pesquisa, assistência técnica e defesa sanitária vegetal para discutir as medidas de controle das pragas prioritárias, entre elas o Cancro Europeu.

O Comitê formaliza um trabalho que vem sendo realizado desde 2015 em Santa Catarina e fortalece as ações de defesa sanitária vegetal. Uma das maiores preocupações do setor produtivo de maçã é quanto à presença de Cancro Europeu no Estado, a estimativa é de em 11% dos pomares de maçã têm ou já tiveram algum foco da doença.

“A portaria é, na verdade, um reconhecimento do que já vinha sendo feito pelas entidades que envolvem o setor da maçã. O combate ao Cancro Europeu das Pomáceas é um trabalho conjunto dos produtores e de todas essas entidades, nada mais justo do que formalizar e reconhecer isso de forma oficial”, ressalta o secretário adjunto da Agricultura Ricardo Miotto.

A Cidasc já atua no monitoramento, controle, certificação fitossanitária e, juntamente com a Epagri e outros parceiros, na educação sanitária dos produtores, na tentativa de erradicar essa praga, que também ataca os frutos das macieiras, inviabilizando o consumo. “Entre os trabalhos do grupo está discutir as estratégias para conscientizar o produtor a fazer a erradicação das plantas com sintomas. O objetivo é tentar reverter esse quadro e chegar à erradicação do cancro europeu em Santa Catarina. O grupo está engajado para que não se perca essa batalha”, destaca o gestor do Departamento Estadual de Defesa Sanitária Vegetal da Cidasc, Alexandre Mees.

Farão parte do Comitê: Secretaria de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural; Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc); Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri); Associação Brasileira dos Produtores de Maçã; Associação dos Produtores de Maçã e Pera de Santa Catarina; Associação de Engenheiros Agrônomos da Serra Catarinense; Núcleo dos Técnicos Agrícolas de São Joaquim; Federação da Agricultura de Santa Catarina e Prefeitura Municipal de São Joaquim.

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 Fotos: Divulgação/ CBMSC

Mais um filhote de labrador começará a ser treinado para atuar em buscas e salvamento com o Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina (CBMSC). A Moana já passou por uma seleção inédita: foi a primeira vez que o CBMSC atuou em parceria com uma comportamentalista canina para a escolha do cão. 

“Essa inovação é de extrema importância para a atividade catarinense, para um avanço no trabalho com cães no CBMSC, trazendo cada vez mais resultados nas buscas”, explica o coordenador da atividade cinotécnica da corporação, Tenente Coronel BM Walter Parizotto. Cinotecnia é a ciência responsável pelo estudo da fisiologia e psicologia dos cães e, no Corpo de Bombeiros, responde por todo o trabalho realizado com esses animais.

A cadelinha agora faz parte do 7º Batalhão Bombeiros Militar, com sede em Itajaí, e será a dupla inseparável do soldado BM Thiago Amorim. Além do novo tutor, esteve em São Paulo o sargento BM Evandro Amorim, que traz a experiência adquirida de anos de treinamento com o Ice, cão de busca aposentado do CBMSC. Hoje o animal atua com terapias visitando hospitais, além de auxiliar nos treinamentos da corporação, com outros cães.

“Ela vai seguir os passos do Ice, no 7º Batalhão, continuando o trabalho dele. Vamos nos dedicar muito para esse treinamento e tenho certeza que ela vai ajudar a população futuramente”, comemora o soldado Amorim.

A seleção ocorreu durante dois dias com a adestradora Sara Favinha, sócia da empresa “Tudo de Cão”. Foram realizados testes em 15 cães de duas ninhadas que estão com 50 dias de vida. 

“Os bombeiros são muito conectados aos cães, muito preocupados com o bem estar dos animais. Realmente é incrível observar o cuidado, a atenção, o carinho e o amor que eles têm por esses cães”, comenta Sara.

Sara é zootecnista, adestradora comportamentalista, trabalha com a seleção de cães, desde 2005, para Intervenções Assistidas e também seleciona animais de serviço para cadeirantes e crianças com autismo. O conhecimento da profissional aliado aos testes, levaram em conta a personalidade dos filhotes e a experiência do Corpo de Bombeiros Militar de SC, que possui a tradição no trabalho com os cães. 

“Os bombeiros fizeram questão de trocar comigo as experiências durante toda a avaliação, nós conversamos muito. Eu falava a característica dos cães e eles me deram também a visão deles. Foi uma experiência muito bacana e fico à disposição para auxiliar em futuras seleções”, comentou a profissional.

A escolha dos filhotes

A seleção para um novo cão de busca e salvamento, que não seja de uma cruza entre os animais da corporação, é bem detalhada e demanda atenção. Além das características dos animais, entra ainda em questão a genética.

“Mapeamos alguns estados e encontramos neste local um risco reduzido para o desenvolvimento de doenças genéticas que os labradores podem apresentar. Também levamos em conta o bem estar dos pais e o cuidado com os filhotes”, detalha o tenente-coronel Parizotto.

Além dos laudos negativos para as doenças, foram feitos testes com os filhotes, para verificarem as pré-disposições e o comportamento dos animais.  “O temperamento é algo que não muda com o condicionamento, então nós precisamos saber as características para que possa ser iniciado o treinamento, com os cães ainda jovens”, explica o sargento Amorim. “Por exemplo, para as nossas buscas não podemos ter um cão que apresente medo. E nessa fase, com 50 dias, já é possível analisar se o cão possui essa característica, que para nós é excludente”, complementa.

Os testes realizados pelos bombeiros militares, em parceria com a comportamentalista canina, foram feitos individualmente, em uma sala reservada, dando a oportunidade para o filhote se expressar, sendo assim avaliados e induzidos a expressar comportamentos necessários para um cão de busca, para então ser feita a leitura do perfil traçado para o CBMSC.

“Nós corríamos o risco de vir para São Paulo e nessas duas ninhadas não conseguirmos encontrar um cão com o perfil que o CBMSC precisa”, destaca o sargento.

Os resultados da Moana

“Ela é muito doce, extremamente conectada com pessoas e se mostrou muito equilibrada, em todos os momentos. A Moana respondeu muito bem a todas as propostas que foram apresentadas para ela, se movimentou bem, explorou os ambientes apresentados para ela, foi com todo mundo e demonstrou pouca sensibilidade a barulhos. Ela é o tipo de cão que pode se desenvolver de forma muito colaborativa com o tutor, já que é um cachorro que cria ligações, ela prefere brincar com pessoas do que com brinquedos e isso é muito relevante neste caso”, descreve Sara.

Por que Labrador Retriever?

Em Santa Catarina, a raça escolhida para atuação com busca e resgate é o Labrador. As grandes características destes animais são a docilidade, a capacidade de aprendizado e a obediência. Muito ativos e brincalhões, possuem um olfato apurado e são extremamente adaptáveis.

“Os Labradores são cães que respondem às nossas necessidades, por gostarem muito de água, de pessoas, não se melindram em andar na lama. São cães rústicos, muito brincalhões e que se adaptam aos nossos salvamentos. E não é qualquer cão que tem essa possibilidade”, explica o sargento.


A casa da Moana

Assim como todos os cães de busca do CBMSC, que vivem com seus tutores, a Moana agora convive diretamente com o soldado Amorim, na casa dele. Já em Itajaí, a cadelinha chegou mostrando quem é a dona do novo quintal. Cheia de energia ela correu atrás dos cães mais velhos, o Ice, Labrador já conhecido da corporação e o Maui, Border Collie da família. Em poucos dias a nova moradora conquistou todo mundo. “Eu só tenho a agradecer a todos que apoiaram essa jornada para chegar até aqui”, exclama o soldado.

 
Informações à imprensa
Melina Cauduro 
Assessoria de Imprensa CBMSC
(48) 9 8843-4427

Centro de Comunicação Social
Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina

Santa Catarina registrou a segunda morte em humanos por febre amarela. O paciente era um homem, de 40 anos, residente em Itaiópolis, no Planalto Norte. Ele não tinha registro de vacina no Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações (SIPNI) e morreu no dia 29 de junho de 2019. Os resultados da investigação epidemiológica, aliados à confirmação laboratorial da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) do Paraná, referência para Santa Catarina, atestam, portanto, o segundo caso autóctone com óbito registrado no estado.

A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE/SC), vinculada à Superintendência de Vigilância em Saúde, da Secretaria de Estado da Saúde, informa que, como se tratava de suspeita de febre amarela, foi realizada uma investigação conjunta entre a Gerência Regional de Saúde de Mafra e a Secretaria Municipal de Saúde de Itainópolis, utilizando o Protocolo de Investigação de Óbitos Febre Amarela do Ministério da Saúde (MS). Os exames foram encaminhados pelo Laboratório Central de Saúde Pública (LACEN) de Santa Catarina.

Para evitar novos casos, foi realizado um mutirão de vacinação contra a febre amarela em um raio de dois quilômetros da residência do paciente, totalizando 492 doses. Depois da confirmação da morte, a procura por vacinas também aumentou nas unidades de saúde.

O primeiro óbito confirmado em humanos por febre amarela foi em um paciente de 36 anos não vacinado, residente em Joinville, no dia 12 de março. Antes disso, Santa Catarina não registrava casos de febre amarela em humanos desde 1966.

Prevenção

 Foto: Dóia Cercal/Secom

Santa Catarina se tornou Área com Recomendação de Vacinação contra a febre amarela (ACRV) no segundo semestre de 2018. Desde então, as campanhas para vacinação contra a doença foram intensificadas em Santa Catarina com o objetivo de atingir a cobertura vacinal de 95% dentro do público-alvo. Até agora, o estado atingiu 74,15% da cobertura vacinação. O índice atualmente do município de Itaiópolis é de 88,40%.

Segundo Maria Teresa Agostini, diretora da DIVE/SC, para ficarmos seguros contra a doença é preciso alcançarmos a meta de vacinação: “A gente reforça a necessidade da população procurar as unidades de saúde para fazer a vacina e, em caso de sintomas da doença, procurar atendimento imediato para aplicação do protocolo de manejo clínico e classificação de risco frente a um caso suspeito de febre amarela”.

A febre amarela é uma doença grave, transmitida por mosquitos em áreas de matas e urbana. A única forma de se proteger é por meio da vacinação. Todos os moradores de Santa Catarina, com mais de nove meses de idade e que ainda não foram vacinados, devem procurar uma unidade de saúde para se imunizar contra a doença. Uma única dose é suficiente para proteger por toda a vida. As doses estão disponíveis em 1.104 salas de vacinação de todos os 295 municípios catarinenses.

Morte de macacos

No começo de abril, a Dive/SC confirmou a primeira morte de macaco por febre amarela no estado. O macaco (bugio) foi encontrado morto no dia 20 de março em uma área de mata no município de Garuva, no Norte do estado. Já o registro do segundo macaco morto pela doença aconteceu em junho, em Pirabeiraba, em Joinville. E o terceiro foi no município de Indaial, no Vale do Itajaí, o macaco era da espécie bugio e morreu no dia 31 de maio. “Importante ressaltar que a morte de macacos indica que o vírus da febre amarela está circulando pelo estado de Santa Catarina. Os macacos, assim como os humanos, são picados pelo mosquito que transmite a doença e adoecem”, explica a bióloga Renata Gatti.

FEBRE AMARELA: transmissão, sintomas e formas prevenção 

Assinatura Dive

Informações adicionais para a imprensa:
Patrícia Pozzo
Núcleo de Comunicação
Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive)
Secretaria de Estado da Saúde
Fone: (48) 3664-7406 | 3664-7402
E-mail: divecomunicacao@saude.sc.gov.br
www.dive.sc.gov.br

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