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Cidasc celebra 39 anos com conquistas na agropecuária catarinense

Cidasc celebra 39 anos com conquistas na agropecuária catarinense

Desde que foi criada, em 27 de novembro de 1979, a Cidasc trabalha para promover o agronegócio regional e o desenvolvimento das cadeias produtivas por meio da sanidade animal, vegetal e inspeção de produtos de origem animal, com o objetivo garantir a excelência sanitária dos rebanhos e lavouras do Estado.

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A campanha "Juntos pela Prevenção", promovida pela Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) em referência ao Outubro Rosa e ao Novembro Azul, arrecadou 1.408 donativos para o Centro de Pesquisas Oncológicas (Cepon), em Florianópolis. A ação da Coordenadoria de Desenvolvimento Humano (CDH) ganhou apoio em todos os centros de ensino e arrecadou itens diversos, como lenços umedecidos, sabonetes, xampus, condicionadores, hidratantes corporais, papel higiênico, escovas e pastas de dente.

Cidasc/Arquivo

Grande produtor de proteína animal, Santa Catarina encerra o mês de novembro com alta nas exportações de carne suína e de frango. Boa parte dos embarques foi destinado aos países asiáticos – China, Hong Kong e Japão – que vêm se tornando os principais mercados para as carnes catarinenses. No último mês, foram 124,7 mil toneladas exportadas por Santa Catarina, 36,9% a mais que no mesmo período do ano passado, gerando um faturamento que passa dos US$ 220 milhões.

Segundo o secretário da Agricultura e da Pesca, Airton Spies, o bom desempenho do agronegócio demonstra que os mercados têm uma preferência pelos produtos do estado. “A excelência sanitária dos nossos rebanhos, a organização das cadeias produtivas e a logística confiável e eficiente se tornaram a marca registrada do agronegócio catarinense. Por isso, Santa Catarina responde por boa parte das exportações brasileiras de carnes”, ressalta.

A carne de frango continua sendo o principal produto da pauta de exportações. Em novembro, foram 92,6 mil toneladas embarcadas, 30,1% a mais do que no mesmo período de 2017. As receitas geradas superam os US$ 161,8 milhões, alta de 14% em relação a novembro do último ano. Os principais mercados para carne de frango catarinense foram Japão, Arábia Saudita e China – todos aumentaram as compras em novembro.

O grande destaque do mês foi o aumento nas exportações de carne suína. Em novembro, Santa Catarina embarcou 32,1 mil toneladas do produto – 61% a mais do que no mesmo mês de 2017. O faturamento com as exportações chegou a US$ 58,2 milhões, 33,6% de crescimento. Santa Catarina respondeu por 56% de toda carne suína exportada pelo Brasil – ou seja, mais da metade das exportações brasileira do produto são originárias de Santa Catarina.

Os principais mercados para carne suína catarinense são China, Chile e Hong Kong. A verdade é que quase todos os principais importadores de carne suína catarinense ampliaram suas compras em novembro. A China e o Chile, por exemplo, compraram, respectivamente, 295,5% e 159,2% a mais em relação a novembro de 2017.

Sanidade como diferencial

Único estado livre de febre aftosa sem vacinação, Santa Catarina tem acesso aos mercados mais competitivos do mundo. “Nós temos perdemos competitividade por causa da nossa dependência do milho vindo de outros estados, o que aumenta os custos das agroindústrias instaladas em Santa Catarina, porém nós temos um grande diferencial que é a qualidade e as garantias sanitárias. Com isso, temos preferência dos mercados Premium, como é o caso do Japão, Coreia do Sul e Estados Unidos”, destaca Spies.

Acumulado do ano

Ao que tudo indica, o ano de 2018 irá encerrar com um saldo favorável para as exportações catarinenses de carnes. De janeiro a novembro, já foram embarcadas 966,9 mil toneladas de carne de frango e 297 mil toneladas de carne suína – um crescimento de 7,8% e de 17,1% em relação ao mesmo período de 2017.

O faturamento com as exportações de carne de frango já passa de US$ 1,6 bilhão, uma queda de 2,9% em comparação ao último ano. O resultado negativo pode ser explicado pela retração nas compras do Japão, principal destino do frango de Santa Catarina, e de outros países europeus e asiáticos. Por outro lado, China, Hong Kong, Arábia Saudita e Emirados Árabes aumentaram a quantidade importada.

Maior produtor nacional de carne suína, Santa Catarina responde por 51,2% do total exportado pelo país em 2018. De janeiro a novembro, foram 297 mil toneladas exportadas, com uma receita de US$ 554,2 milhões – sendo que a China responde por 36,2% desse valor.

A China vem se consolidando como o principal destino da carne suína catarinense. Ao longo do ano foram 104,8 mil toneladas enviadas ao país asiático – um aumento de 188,5% em relação ao mesmo período de 2017. Além disso, quase todos os principais importadores ampliaram suas compras este ano em relação ao ano passado.

De acordo com o engenheiro agrônomo do Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa), Alexandre Giehl, as perspectivas são bastante positivas para 2019, tanto em função do fim do embargo russo, quanto pela possibilidade de aumento ainda mais significativo das importações chinesas.

Os números foram divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e analisados pelo Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa).

Informações adicionais para a imprensa
Ana Ceron
Assessoria de Imprensa 
Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca 
E-mail: imprensa@agricultura.sc.gov.br
Fone: (48) 3664-4417/ 98843-4996
Site: www.agricultura.sc.gov.br

Foto: ADR Chapecó

Os apenados do Complexo Penitenciário de Chapecó tiveram a oportunidade de receber qualificação profissional nos cursos de pintor de obras imobiliárias e de pedreiro. A oportunidade surgiu por meio da parceria entre o Governo Federal com o Governo do Estado de Santa Catarina na pactuação dos cursos de qualificação profissional do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec – FIC).

Os certificados foram entregues aos 22 formandos do curso de pintor de obras imobiliárias na segunda-feira, 3, em solenidade que reuniu as famílias e autoridades na Penitenciária Agrícola. O curso de pedreiro contou com a participação de 16 alunos e também foi concluído com certificação, mas sem ato de formatura.

Estes cursos do Pronatec-FIC para o Sistema Prisional foram ofertados pela primeira vez no Complexo Penitenciário de Chapecó. O objetivo é qualificar os apenados e oportunizar alternativas de trabalho e redução de pena. A Escola ofertante certificadora do curso é o Centro de Educação Profissional de Chapecó (Cedup). O curso de pintor de obras imobiliárias teve duração de 180 horas e de pedreiro, 200 horas.

A gerente Regional de Educação da  Agência de Desenvolvimento Regional (ADR) Chapecó, Maria Salete Perin, afirma que a educação cumpre seu papel ao levar conhecimento e novas oportunidades. “Com esta formação, eles terão mais condições de ressocialização. As equipes do Pronatec da gerência da Educação e do Complexo Penitenciário não mediram esforços para que esta qualificação fosse concretizada”, afirma.

Representando toda turma, um dos formandos do curso de pintor escreveu e leu em duas páginas o significado da conquista. “Fomos privilegiados em sermos escolhidos. Agora estamos nos formando, esta é uma oportunidade de qualificação para quando estivermos em liberdade nos tornarmos pessoas melhores”, afirmou.

A mãe, de 82 anos, de um dos reeducandos compartilhou a emoção. “Já participei de várias formaturas, mas nada comparado com a lindeza desta”, declarou. 

Pronatec FIC - Complexo Penitenciário Chapecó

Mais informações para a imprensa:
Andréia Cristina Oliveira
Assessoria de Comunicação
Agência de Desenvolvimento Regional de Chapecó
Fone: (49) 2049-7427 / 99938-6966
E-mail: imprensasdrcco@gmail.com
Site: sc.gov.br/regionais/chapeco

 

Jaqueline Noceti/Secom
 
Santa Catarina continua com o menor percentual de pobreza do país e ainda conseguiu reduzir o índice de 9,4% para 8,5% no último ano. Os dados, que colocam o Estado em uma posição privilegiada dentro do Brasil, constam na Síntese dos Indicadores Sociais, pesquisa de periodicidade anual divulgada nesta quarta-feira, 05, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A situação de Santa Catarina é ainda mais confortável quando comparada com a média nacional de pobreza, atualmente na faixa dos 26,5%.
 
A secretária de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação, Romanna Remor, diz que a ação em conjunto com os 295 municípios é um dos principais fatores para que os índices catarinenses de pobreza estejam em queda, na contramão do que ocorre na maior parte do país. Ela ressalta ainda o trabalho de acompanhamento feito pelo Estado para garantir que a aplicação de recursos para a assistência social seja certeira e permita que uma situação de pobreza momentânea não se prolongue.
 
“Paralelo a isso, promovemos também a inserção no mercado de trabalho. Nosso Estado é campeão na geração de vagas de emprego e na recolocação de pessoas no mercado. Além da parceria com os municípios, também fazemos a compilação de dados por meio de business inteligence, com o apoio do Ministério Público, para que os recursos do Estado sejam utilizados de forma mais eficaz e os índices continuem a cair”, diz Romanna.
 
Avaliação semelhante também é feita pelo secretário Adenilso Biasus, responsável pelo Desenvolvimento Econômico Sustentável. Segundo ele, a diversidade econômica do Estado, com equilíbrio entre todas as regiões, permite que o acesso ao emprego e renda seja superior em Santa Catarina, na comparação com os demais Estados. Além disso, Biasus salienta a atuação do Executivo como um indutor do desenvolvimento e cita programas que facilitam a vida do investidor, como PRODEC e o Juro Zero, que fornece até R$ 3 mil sem juros para microempreendedores.
 
“O que eu mais escuto é que aqui o Estado ajuda, ao invés de atrapalhar. Nosso trabalho também é facilitado pela diversidade cultural e o desenvolvimento equilibrado de Santa Catarina. Isso tudo gera um ciclo virtuoso, que fará com esse índice de pobreza seja ainda menor no ano que vem”, aposta o secretário.
 
Parâmetro 
 
O IBGE considera pobre o cidadão que more em uma casa cuja renda per capita seja inferior a US$ 5,50 por dia, o equivalente a R$ 21,30 na cotação atual.
 

Informações adicionais para a imprensa

Leonardo Gorges
Assessoria de Imprensa
Secretaria de Estado de Comunicação - Secom
E-mail: leonardogorges@secom.sc.gov.br 
Fone: (48) 3665-3045
Site: www.sc.gov.br 
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A Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) economizará cerca de R$ 577 mil em 2019 devido à revisão de contratos firmados com empresas terceirizadas que fornecem mão de obra para a instituição. A negociação, que gerou economia para a Udesc, foi possível graças à capacitação contínua de servidores do Setor de Gestão de Contratos (Segecon), vinculado à Coordenadoria de Licitações e Compras (CLC) e à Pró-Reitoria de Administração (Proad).

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