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Cidasc celebra 39 anos com conquistas na agropecuária catarinense

Cidasc celebra 39 anos com conquistas na agropecuária catarinense

Desde que foi criada, em 27 de novembro de 1979, a Cidasc trabalha para promover o agronegócio regional e o desenvolvimento das cadeias produtivas por meio da sanidade animal, vegetal e inspeção de produtos de origem animal, com o objetivo garantir a excelência sanitária dos rebanhos e lavouras do Estado.

Oportunidades

Próximos eventos

A secretária de Estado da Educação, Simone Schramm, anunciou investimento de R$ 14 milhões na compra de equipamentos de tecnologia que começaram a ser distribuídos neste fim de ano. Pelo menos 360 escolas públicas estaduais devem iniciar o ano letivo 2019 com lousas digitais, uma inovação para professores e alunos terem aulas mais dinâmicas e interativas.

A Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) matém o estado na quarta posição entre as unidades da Federação com instituições estaduais de ensino superior, atrás de São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná, conforme mostra o Índice Geral de Cursos (IGC) de 2017, que foi divulgado nesta terça-feira, 18. Calculado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), do Ministério da Educação (MEC), o índice avaliou 191 universidades e institutos federais e estaduais no total.

Na escala de 1 a 5, a Udesc recebeu conceito geral 4, com IGC de 3,54 (o anterior foi de 3,45), e ganhou cinco posições no ranking geral, indo para a 33ª colocação. Além disso, a universidade subiu nos três principais quesitos que compõem a avaliação do MEC: graduação (foi de 3,14 para 3,15), mestrado (passou de 4,33 para 4,41) e doutorado (cresceu de 4,62 para 4,72).

"A melhora na graduação, no mestrado e no doutorado mostra que estamos nos fortalecendo em todas as áreas de ensino. Destacamos também o trabalho realizado internamente que valoriza a importância do Enade para a comunidade acadêmica", afirma o reitor da Udesc, Marcus Tomasi.

O reitor também lembra que as mais de 700 ações de extensão e o trabalho de mais de 160 grupos de pesquisa da Udesc também contribuíram expressivamente para esse importante avanço da universidade no IGC.

Sobre o cálculo

O IGC é um indicador de qualidade que analisa as instituições de ensino superior todos os anos. O cálculo inclui a média de desempenho das graduações nos últimos três anos – definida com base nos Conceitos Preliminares de Curso (CPC) – e a combina com os conceitos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), que avalia os programas de pós-graduação.

O CPC é o resultado de cada curso, calculado com a nota do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), além da avaliação de corpo docente, infraestrutura e recursos didáticos.

Mais informações

Mais informações sobre o IGC podem ser obtidas com a Pró-Reitoria de Ensino da Udesc (Proen) pelo e-mail proen.reitoria@udesc.br e pelo telefone (48) 3664-8129.

Siga as novidades da universidade pelo FacebookInstagramTwitterUdesc em RedeWhatsApp e YouTube. Se você é acadêmico, acesse office.udesc.br para ganhar conta de e-mail, Office 365 e Windows 10 Educacional.

Assessoria de Comunicação da Udesc
E-mail: comunicacao@udesc.br
Telefones: (48) 3664-7935/8010


Foto: Epagri/Divulgação

A Epagri comemora nessa quinta-feira, 20, a abertura da colheita do maracujá no Sul do Estado. O evento acontece a partir das 8h30 na propriedade do agricultor Moisés de Mattos Matias, no Balneário Gaivota (Rua Nova, s/n). Além da cerimônia de abertura oficial, a atividade também contará com Dia de Campo sobre o cultivo da fruta.

A região Sul responde por 80% de todo o maracujá produzido em Santa Catarina. É do estado catarinense que sai um dos melhores maracujás do Brasil. Porém, o avanço da virose do endurecimento do fruto causou uma perda de R$ 10 milhões desde 2016. Agora, com a adoção das recomendações de manejo da Epagri, os agricultores já podem comemorar a retomada dessa produção. A expectativa do gerente regional da Epagri em Araranguá, Reginaldo Ghellere, é de que até junho de 2019, quando se encerra a colheita, sejam produzidas 36 mil toneladas da fruta no Sul de Santa Catarina.

O maracujá tem Valor Bruto de Produção (VBP) de R$ 50 milhões no Estado. Isso mostra o alto valor agregado da fruta, já que ela ocupa apenas 1,6 mil hectares de terra no Sul de Santa Catarina. Contudo, a chegada da virose do endurecimento do fruto vinha colocando essa riqueza em risco, reduzindo drasticamente a produtividade nos cultivos catarinenses. Em outras regiões do Brasil a doença chegou a diminuir para apenas 20% a área plantada do maracujá.

Para solucionar o problema, pesquisadores e extensionistas da Epagri se uniram para desenvolver e recomendar os manejos adequados para convivência com o mal. Reginaldo estima que, atualmente, 90% dos produtores de maracujá do Sul do estado sigam as recomendações dos técnicos da Epagri, o que se reflete na retomada da produção.

O maracujá de Santa Catarina é reconhecido em todo o Brasil por sua qualidade, representada pelo tamanho da fruta, além da cor e volume da polpa. O maior mercado comprador está na região Sudoeste do Brasil, principalmente a Ceagesp (Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo). No Sul do Estado são pelo menos 700 famílias que têm a fruta como fonte de renda prioritária.

Programação
8h30min – recepção aos visitantes com café da manhã
9h – cerimônia de abertura da colheita
9h30min – Início do Dia de Campo

Serviço

  • O que: abertura da colheita do maracujá no Sul de Santa Catarina
  • Quando: quinta-feira, 20 de dezembro, a partir das 8h30min
  • Onde: propriedade do agricultor Moisés de Mattos Matias, no Balneário Gaivota (Rua Nova, s/n). O caminho para a propriedade estará sinalizado, para facilitar a localização
  • Informações e entrevistas: Reginaldo Ghellere, gerente regional da Epagri em Araranguá, pelos fones (48) 3529-0306 / 99988-4481

Informações para a imprensa 
Gisele Dias, jornalista: (48) 9989-2992 / 3665-5147
Cinthia Freitas, jornalista: (48) 3665-5344
Isabela Schwengber, jornalista: (48) 3665-5407

Foto: Susi Padilha

Desde que foi criado, em 1966, por Decreto Nacional, esta é a primeira vez que o Departamento Estadual de Trânsito (Detran) terá uma mulher como diretora. A delegada Sandra Mara foi escolhida para a direção do cargo.

Delegada de Polícia Civil, desde 1993, já atuou em delegacias de comarca e como delegada Regional de São José. Também presidiu o Conselho Estadual de Entorpecentes (Comem). Desde 2015, responde pela Corregedoria-Geral da Polícia Civil.

O nome de Sandra Mara foi oficializado pelo governador eleito Moisés e pela vice Daniela, na manhã desta terça-feira,18, por meio das redes sociais.

Equipe de Transição
Coordenador de Comunicação: Ricardo Dias
Contato: (48) 99146-2247


Foto: IMA/Divulgação

O ano de 2018 foi nascimento e renascimento do órgão ambiental catarinense. Extinta em dezembro de 2017, a Fatma, Fundação do Meio Ambiente, deu lugar a uma nova era. Surgiu o IMA, Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina. Novo nome, nova identidade visual, mais atribuições, mas com a mesma missão, preservar os recursos naturais de Santa Catarina.

Com maior autonomia, o IMA se transformou e aprimorou sua estrutura interna e procedimentos, além de fazer da tecnologia uma aliada do meio ambiente. Programas digitais e recursos modernos possibilitaram novas perspectivas à instituição e ainda mais qualidade e agilidade nos processos.

Setores como o do licenciamento passaram por uma nova fase com o lançamento da Licença por Adesão e Compromisso. Disponível desde 30 de agosto deste ano, a licença auto declaratória revoluciona o processo de autorização ambiental em Santa Catarina, sendo o primeiro Estado do país com legislação específica determinando a criação da LAC e um dos únicos a implantá-la.

Totalmente online, a LAC, quando atendidos todos os requisitos e apresentada documentação necessária, é emitida automaticamente. Essa nova modalidade de licenciamento está voltada, a princípio, para a avicultura, atividade amplamente estudada e conhecida pelo órgão ambiental.

Ao IMA cabe o cumprimento de uma nova atribuição, a auditoria. Desta forma, o licenciamento torna-se mais ágil, tanto para os avicultores como para os demais setores, pois os técnicos ganham tempo para se dedicar a áreas mais complexas e os produtores podem dar prosseguimento a suas atividades sem tanta burocracia e morosidade.

Além da LAC, sistemas como o de monitoramento de resíduos sólidos, o controle das dragas e limpa fossas e o recém-assinado termo de cooperação para o programa de monitoramento da qualidade do ar em Santa Catarina aprimoram e ampliam a atuação do IMA por terra, ar e água.

Balneabilidade

Em relação à água, os relatórios de balneabilidade divulgados mensalmente de abril a novembro e semanalmente durante a alta temporada balizam a decisão dos banhistas, sejam eles moradores ou turistas. E em 2018 o setor também tem novidades, com o acréscimo de 12 novos pontos de coleta em Florianópolis e outros cinco no restante do litoral, totalizando 232 pontos nos 500 km da costa catarinense.

Para quem quer ter total segurança na hora da escolha da praia, o IMA realiza amostras e disponibiliza os resultados que indicam ponto por ponto, balneário a balneário. E agora por meio de um canal criado exclusivamente para a divulgação dos relatórios de balneabilidade e todas as informações do setor. Por meio do site https://balneabilidade.ima.sc.gov.br/ o cidadão pode acompanhar a situação de cada ponto e mergulhar com tranquilidade no verão catarinense, sendo este mais um dos diferenciais do estado.

Além disso, o controle vai ainda mais longe. Com o lançamento do Laboratório Móvel será possível conhecer e monitorar a água das Unidades de Conservação, desde a nascente à foz.

No ar, o uso de drones, 21 ao todo, distribuídos nas 16 regionais do Instituto, e adquiridos por meio de termos de compensação ambiental, proporciona maior eficácia, agilidade e precisão aos processos. Desde dezembro de 2017, o IMA utiliza os equipamentos aéreos para realizar diversas operações como mapeamento e inspeção de áreas para o licenciamento ambiental, identificação de focos de incêndio, geoprocessamento, monitoramento preventivo, fiscalização de crimes ambientais e caça ilegal, controle e contagem de espécies, entre outros.

O drone permite a inspeção, pontual ou ampla, de um determinado local, o que faz com que a análise seja feita com maior rapidez e eficiência, pois é possível observar uma grande área. Locais que, anteriormente, levariam dias para serem vistoriados, agora são mapeados e registrados em cerca de uma hora. Economia de tempo e de gastos com diárias e deslocamentos de técnicos que, em um mesmo lugar, conseguem visualizar e mapear toda a área.

“A precisão e rapidez dos dados auxiliam na tomada de decisões, na agilidade dos licenciamentos ambientais, e servem de provas para autuação em casos de crimes ou de não cumprimento das exigências e condicionantes ambientais”, destaca o diretor de administração do IMA, Mário Henrique Vicente e um dos coordenadores do Programa GVANTE, Grupamento de Veículos Aéreos não Tripulados do IMA.

Todas as informações obtidas com as aeronaves remotamente tripuladas são gerenciadas por um sistema elaborado pelo Instituto para este fim, o Sistema de Informações Ambientais. Além de subsidiar ações do IMA, o sistema poderá ser disponibilizado a outros órgãos como Ministério Público Estadual e Federal, Tribunal de Contas e demais órgãos reguladores.

Pioneirismo

Além de contribuir para os procedimentos internos, o uso de veículos não tripuláveis concedeu ao IMA pioneirismo e referência. O Instituto é o único órgão de Santa Catarina e o segundo do Brasil a ter toda a regulamentação para a utilização dos drones, sendo destaque no país como excelência na utilização da tecnologia.

É também o órgão autorizado a capacitar servidores de outros órgãos. Representantes do Corpo de Bombeiros, Polícia Militar, Polícia Militar Ambiental, Polícia Rodoviária Federal, Defesa Civil, Epagri, Ministério Público Federal, agentes da segurança pública, entre outros, passaram pelo treinamento realizado com aulas teóricas e práticas.

Ainda pelo céu, o IMA vai monitorar a qualidade do ar em Santa Catarina. Por meio de parceria com a Unisul, serão instalados, a princípio, 20 sensores divididos nas regiões de Florianópolis, Blumenau, Joinville, Chapecó e Criciúma. Na sequência, todas as 16 regionais do IMA também vão receber, no mínimo, uma estação de coleta, totalizando mais de 40 módulos em todo o estado.

O projeto consiste em um Sistema de Monitoramento da Qualidade do Ar, composto de hardware e software para coleta de dados em tempo real, com a leitura, transmissão e armazenamento de dados de estações remotas, permitindo a emissão de relatórios e indicadores de Qualidade do Ar em ambiente web.

A utilização dos dados obtidos vai subsidiar a tomada de decisões em diferentes situações como controle de emissões, verificação da qualidade de vida, controles sanitários, monitoramento de tráfego, zoneamento ecológico e econômico, desenvolvimento da indústria e da agricultura, segurança ambiental, entre outros.

Em terra, o IMA atua em diversos segmentos e também beneficia-se da tecnologia. Programas como o Sinfat, que interliga os sistemas de licenciamento, cedidos inclusive aos municípios; como o GAIA, para consultar autos de infração; além de sistemas internos como registro de ponto, chamados, e gestão de documentos, marcam esta nova era do órgão ambiental catarinense, com mais autonomia, modernidade, agilidade e eficiência.

“2018 foi o primeiro de muitos anos do IMA. O Instituto é um órgão recém –nascido, mas com 42 anos de experiência e que tem um futuro pela frente, sempre prezando pela excelência e pelo aprimoramento de todos os serviços e procedimentos, tendo como finalidade principal a conservação e recuperação do nosso meio ambiente”, enfatiza o presidente do IMA, André Adriano Dick.

Informações adicionais para a imprensa
Claudia Xavier
Assessoria de Imprensa
Instituto do Meio Meio Ambiente - IMA (ex-Fatma)
E-mail: comunicacao@fatma.sc.gov.br
Fone: (48) 3665-4177
Site: www.fatma.sc.gov.br

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